Home Blog Page 320

Erika Hilton alerta sobre ‘Fake News’ relacionadas ao resgate de vítimas no RS: ‘atrapalham o resgate e a ajuda humanitária’

0
Foto: Reprodução

Uma das dificuldades de órgãos públicos e organizações que estão trabalhando no resgate e assistência das vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul é ter que lidar com as consequências da divulgação de ‘Fake news‘. Em uma publicação no Instagram, a Deputada Federal, Erika Hilton, destacou que o objetivo de influenciadores que divulgam informações falsas sobre atuação do governo ou de organizações na ajuda à população do RS é “gerar indignação e engajamento”.

“Olhar para a câmera gritando termos genéricos de revolta, ou nos piores casos, mentiras que atrapalham o resgate e a ajuda humanitária, é um trabalho com objetivo: gerar indignação e engajamento”, disse. “O que elas buscam é justamente a atenção e o engajamento que dignifica suas vozes, e cria no imaginário popular a noção de que elas “fizeram algo”, mesmo sem terem feito nada”, pontuou a parlamentar.

“Tanto das pessoas que vão acreditar ou espalhar mais mentiras ainda nos comentários, quanto de quem vai se indignar com tamanha chinelagem. Não estou dizendo que não é pra se indignar. Mas engajar, mesmo que criticando, não vai fazer essas pessoas pararem.”, acrescentou ela.

A polícia está investigando 8 casos de divulgação de Fake News e o Governo Federal criou uma sala de situação para trabalhar no monitoramento e combate às notícias falsas. Grupos que monitoram redes sociais identificaram um movimento coordenado para disseminar mensagens falsas sobre a atuação do Estado na região, difamação às Forças Armadas, além de compartilhar conteúdo que estimulam o pânico econômico, com mentiras sobre risco de desabastecimento.

Em entrevista para o programa ‘Em Ponto’, da Globo News, o prefeito de Canoas, Jairo Jorge (PSD) afirmou: “Talvez o que mais atrapalhe a gente hoje são as fake news”, ao destacar que as pessoas que espalham notícias falsas tentam fazer disputas de narrativas. O prefeito também lembrou da importância de doações, em especial de cestas básicas, considerando o alto número de pessoas em abrigos na cidade.

O site paraquemdoar.com.br faz um trabalho de compartilhar informações sobre instituições confiáveis que estão ajudando a população do Rio Grande do Sul e que também atuam no resgate aos animais.

Psicanalista Elisama Santos participa de evento gratuito, em São Paulo, sobre ‘Maternidade e Trabalho’

0
Foto: Natalia Araújo

No próximo dia 15 de maio, o projeto InteligênciaPontoCom apresenta um debate imperdível sobre “Maternidade e Trabalho”, com a presença da psicanalista e educadora parental, Elisama Santos. O evento, que acontecerá no Teatro do SESI-SP, no Centro Cultural FIESP, localizado na região central da capital paulista, e online para os internautas, promete uma reflexão sobre os desafios e soluções para a conciliação entre vida profissional e familiar.

Os dilemas cotidianos enfrentados por mães que retornam ao mercado de trabalho após a licença maternidade, assim como as estratégias para as empresas subsidiarem o tempo e os cuidados necessários com os filhos, estarão em pauta, além de questões como a conciliação de agendas, os desafios emocionais e as possíveis soluções para uma convivência mais harmoniosa entre a vida profissional e familiar serão exploradas.

Como mãe de Miguel e Helena, Elisama mergulhou profundamente nas dinâmicas desafiadoras que permeiam esse equilíbrio delicado, uma jornada que inspirou sua missão de promover uma abordagem mais empática e consciente na educação e no desenvolvimento infantil. Elisama Santos é reconhecida por sua contribuição significativa no campo da inteligência emocional e da parentalidade positiva, oferecendo insights valiosos para transformar as relações familiares e profissionais.

A especialista em saúde mental é autora de livros como ‘Conversas corajosas’, ‘Educação não violenta’, ‘Por que gritamos’, ‘Mesmo Rio’ e ‘Vamos Conversar’. Seus escritos, vídeos, workshops e palestras têm impactado positivamente milhares de pessoas, oferecendo uma alternativa valiosa à cultura tradicionalmente autoritária, baseada na não violência e no autoconhecimento.

Para participar, os interessados devem se inscrever através do site (CLIQUE AQUI)

Maior estudo sobre disparidade racial deve acompanhar 100 mil mulheres negras nos EUA para entender por que elas morrem mais de câncer

0
Foto: Reprodução

A Sociedade Americana do Câncer (ACS) anunciou uma iniciativa sem precedentes esta semana: o lançamento do maior estudo já realizado sobre disparidade racial na incidência e mortalidade de câncer nos Estados Unidos. O objetivo é compreender por que mulheres negras são as mais afetadas pela doença, mesmo tendo números de diagnóstico próximos às mulheres brancas.

De acordo com informações publicadas pelo jornal ‘O Globo’, o estudo pretende recrutar mais de 100 mil mulheres negras, com idades entre 25 e 55 anos, de diversos contextos sociais e econômicos, sem histórico prévio da doença. Essas participantes serão acompanhadas por 30 anos, enquanto os pesquisadores estabelecem parcerias com comunidades de mulheres negras e especialistas na área para melhor compreender as experiências que podem afetar o risco oncológico.

Dados da ACS revelam que nos EUA, mulheres negras têm maior probabilidade de morrer para a maioria dos tipos de câncer e de viver menos tempo após o diagnóstico do que qualquer outro grupo étnico. Entre 2015 e 2019, embora as mulheres negras tenham tido uma incidência 8% menor de tumores do que as brancas, a mortalidade foi 12% superior.

Para câncer de mama e endométrio, por exemplo, mulheres negras enfrentam taxas de mortalidade significativamente mais altas do que as brancas, mesmo com números de diagnóstico semelhantes. Uma das possíveis razões para essa disparidade pode ser o acesso ao diagnóstico precoce, que é menor entre as mulheres negras.

Além disso, alguns tipos de câncer apresentam tanto maior incidência quanto maior mortalidade entre as mulheres negras, como câncer de estômago, pâncreas e fígado, que possuem algumas das menores taxas de sobrevivência.

O recrutamento para o estudo teve início em outubro do ano passado com um projeto piloto em duas cidades dos estados americanos de Geórgia e Virgínia. Agora, o lançamento nacional ampliará a inscrição para mais municípios e outros 19 estados onde vive mais de 90% das mulheres negras do país.

Durante as três décadas do estudo, as voluntárias responderão perguntas sobre comportamento, ambiente e experiências vividas através de pesquisas periódicas online. Os resultados serão analisados para buscar associações entre os relatos das participantes e o surgimento e evolução de casos de câncer no grupo.

Alpa Patel, uma das cientistas principais do estudo e vice-presidente sênior de Ciência Populacional da ACS, destaca a importância desses estudos de longo prazo, que já revelaram informações cruciais no cenário do câncer, como a ligação entre tabagismo e câncer de pulmão, obesidade e mortalidade, e consumo excessivo de carne vermelha e câncer colorretal.

“O novo estudo representa um passo crucial para alcançar a equidade em saúde em uma população que há muito tempo é carente”, disse Patel em comunicado. “Ao centralizar as vozes e experiências das mulheres negras, podemos nos aprofundar na descoberta dos desafios e barreiras únicas que contribuem para as disparidades no câncer e desenvolver intervenções personalizadas para mitigá-las.”

Anielle Franco destaca a vulnerabilidade de povos quilombolas e ciganos no RS com dados atualizados

0
Foto: Andressa A./ASCOM MIR

Em meio aos desafios enfrentados pelo Rio Grande do Sul, a Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco destacou nesta quinta-feira (9), em vídeo publicado nas redes sociais, todo o esforço do governo federal para reerguer o estado e o compromisso com ações emergências para atender as populações mais vulneráveis, como os povos quilombolas, ciganos e tradicionais de matriz africana.

“Hoje o Rio Grande do Sul possui 146 comunidades quilombolas, com mais de 6.500 famílias e quase 20 mil pessoas. Todas elas estão em municípios que decretaram o estado de calamidade e 10 delas ainda estão ilhadas”, diz a ministra ao começar a apresentar o levantamento feito pelo Ministério da Igualdade Racial. 

“São mais de 65 mil terreiros no Rio Grande do Sul e há uma estimativa de que mais de 60% desses ainda vão precisar se reconstruir. Esse também é o estado que tem maior população cigana em situação de itinerância. São 344 famílias e dessas já sabemos que 194 foram atingidas pela catástrofe em 15 municípios”, relata. 

“Nesse momento, dados reais e verdades são importantes para que a gente possa, de fato, cuidar de todo mundo a partir de suas necessidades específicas, sem deixar ninguém para trás”, afirma Anielle Franco. 

Segundo a ministra, após o apoio emergencial a todos os gaúchos, o foco do governo será garantir que todos voltem a viver com dignidade, com comprometimento na construção e nos planos de adaptação e mitigação do clima. 

“A gente se orgulha muito de fazer parte disso. A gente precisa de todo mundo comprometido nesse momento, trabalhando de verdade pela união e reconstrução da população gaúcha”, finaliza com esperança. 

8 restaurantes com chefs negros para celebrar o dia das mães

0
Crédito: IA/MundoNegro

Pensando em como celebrar o Dia das Mães, no próximo domingo, dia 12 de maio? O Mundo Negro e o Guia Black Chefs preparou uma lista com dicas de restaurantes comandados por chefs negros e negras para curtir um almoço ou um jantar bem especial.

Os estabelecimentos recomendados de diferentes regiões do Brasil são especializados em culinária afro, vegetariana, entre outros. Confira abaixo:

Congolinária

Com uma culinária típica da República Democratica do Congo, o restaurante do chef congolês Pitchou Luhata Luambo, prioriza ingredientes naturais ao invés de industrializados, ficou famoso por ter uma das melhores comidas africanas e veganas de São Paulo, além proporcionar vitaminas e vários nutrientes ao corpo. Entre os pratos mais pedidos estão o Acarajé, Nhoque de Banana da Terra e Feijoada do Chef.

Local: Av. Prof. Alfonso Bovero, 382 – Sumaré, São Paulo – SP | Instagram: @congolinaria

Foto: Reprodução/Instagram

Dona Mariquita

Com famosos pratos como a Poqueca, Ipeté, Moqueca e o Acarajé, Dona Mariquita resgata a ancestralidade das religiões de matriz africana e mistura influências africanas, indígenas e sertanejas no cardápio. É considerado um dos cinco melhores restaurantes da Bahia.

Local: Rua do Meio, 178, Rio Vermelho, Salvador – BA | Instagram: @donamariquita

Foto: Reprodução/Instagram

Maria e o Boi

Considerado um dos melhores restaurantes brasileiros, Maria e o Boi conta com um menu assinado pela chef Vanessa Rocha, cujos pratos com receitas brasileiras levam sua ancestralidade e habilidade herdada dos avôs: um cozinheiro de mão cheia de comida de terreiro e o outro pescador. Entre as suas especialidades estão: Milanesa do Cerrado, Peito de boi Quase Oswaldo Aranha e Pirarucu de Santarém.

Local: Rua Maria Quitéria, 111, Ipanema, Rio de Janeiro – RJ | Instagram: @mariaeoboi

Foto: Reprodução/Instagram

Akuaba

O afro-baiano e franco-brasileiro é a marca do restaurante Akuaba. Polvo Laqueado, Sirimanguaba e o Filé Mignon bordoles, estão entre os pratos mais queridos pelos clientes.

Local: R. Ferroviário Manoel Gonçalves Filho, 6 – Jatiúca, Maceió – AL | Instagram: @akuababr

Foto: Reprodução/Instagram

Altar Cozinha Ancestral

A unidade de Pernambuco é a única a ter o selo El espírito da América Latina pela 50 Best of Restaurante, pelos impactos positivos dentro da comunidade negra. O restaurante da chef Carmem Virginia já recebeu diversos famosos, entre eles Taís Araujo e Lázaro Ramos, que elegeram a caipirinha do estabelecimento como a melhor da vida. Ceviche de Banana da Terra, Bobó de Camarão e Caranguejada são alguns dos pratos mais famosos do menu.

Local: Rua Frei Cassimiro, 449 – Santo Amaro, Recife – PE | Instagram: @altarcozinhaancestral

Foto: Andréa Rêgo Barros

Restaurante Manden Baoba

Comandado pela fundadora Laila Santos e a chef Silly, o estabelecimento é especializado em gastronomia africana, veganos e não veganos. Entre as especialidades está o Calulu de carne seca, Tigadiguena e um strogonoff Africano de amendoim, fufu de arroz, batata da terra chips e champignon.

Endereço: Rua Capitão Cavalcanti, 33 – Vila Mariana, São Paulo – SP | Instagram: @restaurantemandenbaoba

Foto: Reprodução/Instagram

Sal Marinho Restaurant Bar Vilas

Comandado pelo sócio e chef Allan Santos, o restaurante promete um almoço especial para o Dia das Mães, sendo necessário o cliente fazer reserva, além de divulgar promoções na modalidade delivery e drive-thru. O menu conta com pratos deliciosos como a Lasanha de Camarão, Fettucine e Moquecas.

Local: Edíficio Empresarial Onix, 1670, Lauro de Freitas – BA | Instagram: @salmarinhorestaurant

Foto: Reprodução/Instagram

Dida Bar e Restaurante

Um dos restaurantes afros mais conhecidos do Rio de Janeiro, o Dida possui ambiente rústico e aconchegante. Sob o comando da chef Dida Nascimento, o estabelecimento faz alusão aos mercados africanos, como os existentes em Guiné, Camarões e Benin. Mama África, Bolinho de Feijoada, Kruger e Frango com Creme de Milho, estão entre os queridinhos dos clientes e estão fazendo reserva para o Dia das Mães. 

Local: Rua Barão de Iguatemi, 379 – Praça da Bandeira, Rio de Janeiro – RJ | Instagram: @didabar.erestaurante

Foto: Reprodução/Instagram

TSE realiza primeira sessão na história com duas ministras negras

0
Foto: TSE / Youtube

Nesta quinta-feira (9), a sessão plenária do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou um momento histórico ao incluir, pela primeira vez, duas ministras negras: Edilene Lôbo e Vera Lúcia Araújo. As magistradas, que são substitutas na Corte, participaram da sessão devido à ausência dos titulares. O momento histórico foi reconhecido pelos presentes e atraiu uma plateia especial de deputados da bancada negra da Câmara, que fizeram questão de prestigiar a sessão.

“Isso é muito importante, não só a participação igualitária da mulher, mas também a participação igualitária de negros e negras na Justiça Eleitoral. O TSE sempre foi, dos tribunais superiores, o tribunal mais diversificado. É muita alegria isso”, destacou o presidente do TSE, Alexandre de Moraes. “Quero reiterar minha alegria nessa sessão e dizer que a Justiça Eleitoral vem atuando de forma muito contundente para garantir na política a participação das mulheres, das candidaturas negras”.

Em setembro de 2023, a ministra Edilene Lôbo, a primeira magistrada negra a ocupar esse cargo na história do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Este lugar e esta missão são a um só tempo resultado e ponto de partida de lutas históricas de grupos minorizados para vencer uma herança estrutural de desigualdade de oportunidades que precisa ser superada em nossa nação”, disse a ministra substituta.

À época, em seu primeiro discurso, Edilene enfatizou a importância crucial de o Poder Judiciário adotar uma abordagem sensível às questões de gênero e raça“Nós, negras, somos apenas 5% da magistratura nacional. Há apenas uma senadora autodeclarada negra, portanto menos de 1% do Senado. São 30 as deputadas federais, o que corresponde a cerca de 6% da Câmara. As mulheres negras ocupam 3% dos cargos de liderança no mundo corporativo, mas 65% das empregadas domésticas no Brasil são negras”, disse ela.

Legislação trabalhista protege direitos fundamentais das mães trabalhadoras

0
Foto: Reprodução

No Brasil, sete em cada dez mulheres são mães, conforme revelou uma pesquisa conduzida pelo Datafolha em 2023. Entretanto, apesar da importância dessas profissionais para a economia e sociedade, ainda persistem desafios significativos, especialmente no que diz respeito ao preconceito e à discriminação enfrentados no ambiente profissional.

Uma pesquisa do portal Empregos.com mostrou que 4 em cada 10 mulheres já se sentiram discriminadas em processos seletivos ao mencionarem que são mães, além disso, 56% das trabalhadoras foram desligadas ou conhecem alguém que foi demitida após o término da licença-maternidade.

É nesse contexto que a legislação trabalhista desempenha um papel crucial, garantindo direitos fundamentais às mães trabalhadoras e protegendo-as contra práticas discriminatórias. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece uma série de disposições para assegurar condições dignas e igualdade de oportunidades para essas mulheres, entre elas a proibição da discriminação pela gravidez, a estabilidade no emprego e o direito à licença-maternidade.

A proibição da discriminação pela gravidez está prevista no artigo 373-A, III, da CLT. Tal medida visa garantir que mulheres grávidas ou que desejam engravidar não sejam alvo de questionamentos ou tratamento desigual no processo de contratação ou durante o emprego.

Além disso, a legislação brasileira garante estabilidade no emprego durante a gravidez e até cinco meses após o parto, salvo em casos de justa causa. Essa estabilidade visa proteger as mães trabalhadoras de possíveis demissões injustificadas e assegurar um ambiente seguro para o desenvolvimento da gestação e os cuidados com o recém-nascido.

Outro direito fundamental é a licença-maternidade, um benefício assegurado desde 1943 às trabalhadoras. Atualmente, a licença corresponde a 120 dias, podendo ser estendida para 180 dias conforme recomendação médica. Durante esse período, a mulher com carteira assinada tem direito a receber seu salário integral do empregador, enquanto a empregada doméstica é remunerada pelo INSS.

Além disso, a CLT prevê intervalos para amamentação durante o expediente de trabalho, bem como a garantia de salas apropriadas para essa finalidade em empresas com mais de 30 funcionárias. O auxílio-creche ou espaço para creche também é um direito assegurado para mulheres que trabalham em empresas com mais de 30 funcionárias.

A Dra. Karina Gutierrez, advogada do escritório Bosquê Advocacia, reforça que “casais homoafetivos que adotarem uma criança com menos de 12 anos de idade e que cumprirem os requisitos de concessão do benefício, possuem o direito de receber o salário-maternidade”. 

Luedji Luna pede por doações para o RS e divulga projetos: “Momento de solidariedade e não de debate desnecessário”

0
Fotos: Marcelo Krasilcic/Bazaar ; Reprodução / Instagram.

A cantora Luedji Luna utilizou seu perfil no Instagram nesta quinta-feira (9) para divulgar ações de apoio ao Rio Grande do Norte. Ela também pediu que o público continue realizando doações para o estado, que vem sofrendo com enchentes.

O sul de um povo aguerrido , sul que sempre acolheu minha música, o sul que posso chamar de família”, publicou a cantora, que também compartilhou imagens com centenas de garrafas de água para o Rio Grande do Sul. “Infelizmente , como todos sabemos, o Estado vem sofrendo com essa tragédia anunciada, causada pelas mudanças climáticas, mas sobretudo, pela inoperância e negligência dos seus governantes”.

A artista baiana também destacou que o momento delicado exige solidariedade. “Agora as águas estão chegando ao extremo sul, e nossa amada Pelotas será atingida. Esse é um momento de solidariedade, de doação, de oração, e não de debate desnecessário na internet. Com vontade politica, solidariedade, e a fé que tenho em Vodum, estaremos todos sorrindo novamente“, destacou.

A Defesa Civil atualizou os dados sobre a tragédia climática que afeta o Rio grande do Sul. De acordo com o novo boletim, o Rio Grande do Sul contabiliza cerca de 850 mil pessoas afetadas pelas chuvas, com mais de 120 pessoas desaparecidas. Além disso, o número de mortos subiu para 111. A entidade também emitiu novos alertas de inundação severa do rio Jacuí, em elevação a partir de Cachoeira do Sul e Rio Pardo e do Jacuí até Eldorado do Sul.

“Quero fazer parte da tomada de decisões”, diz Candace Parker ao assumir presidência do setor de basquete feminino da Adidas

0
Foto: Reprodução/Instagram

Na transição de uma carreira lendária nas quadras para um papel de liderança nos bastidores, Candace Parker, ícone da WNBA, liga profissional de basquete feminino dos Estados Unidos, considerada a jogadora de basquete mais bem paga do mundo, foi nomeada como nova presidente do setor de basquete feminino da Adidas. A notícia chega após o anúncio de sua aposentadoria da categoria profissional no final de abril pegar fãs e atletas de surpresa.

Com uma trajetória de 16 temporadas na WNBA, sua decisão de se aposentar do Las Vegas Aces, aos 38 anos, foi influenciada por uma lesão no pé ocorrida no ano passado, que a impediria de jogar com todo o seu potencial. Optando por seguir um novo caminho, Parker escolheu a Adidas, marca com a qual mantém uma relação sólida desde 2008. Ela foi a primeira mulher a receber um calçado exclusivo da marca.

Assumindo um papel de liderança, Parker não pretende ser apenas o rosto do setor de basquete feminino da marca: “Não quero ser um mascote. Eu realmente quero estar nas reuniões e quero fazer parte da tomada de decisões”, disse em entrevista para a Fast Company. Candace Parke estará envolvida no desenvolvimento de produtos, parcerias esportivas e estratégias de crescimento, com um foco no design centrado na mulher.

“A marca e eu crescemos juntos e fizemos coisas incríveis”, afirmou. “Estou entusiasmada com o que o futuro reserva neste lado das coisas, porque sou muito apaixonado pelo crescimento do basquete”, celebrou Candace.

A escolha de Parker como presidente do setor de basquete feminino é representativa porque as jogadoras ganham consideravelmente menos que os homens e ter um caminho profissional para seguir após a aposentadoria é fundamental. Enquanto homens movimentam contratos multimilionários anualmente, a ex-jogadora, por exemplo, recebeu U$ 8,1 milhões em 2023.

“Parker é uma verdadeira pioneira na WNBA e uma inspiração para atletas em todo o mundo”, comentou Eric Wise, líder global de negócios de basquete da Adidas. “Sua presença no comando do setor de basquete feminino da Adidas não apenas solidificará nossa voz no mercado, mas também garantirá que nossos produtos e estratégias estejam alinhados com as necessidades das verdadeiras jogadoras de basquete.”

Como Kendrick Lamar e Drake estão intensificando sua rivalidade com acusações de violência doméstica e abandono parental

0
Foto: Reprodução

A briga entre Kendrick Lamar e Drake está deixando o mundo do rap agitado. A rivalidade entre os dois voltou a ser assunto nas redes sociais no final de março e tem ganhado novos contornos com o lançamento de músicas que contêm letras com provocações e acusações de pedofilia, violência contra mulher, abandono parental.

Mas a briga entre os rappers começou há alguns anos. Quando estavam em início de carreira, os dois chegaram a fazer parcerias, em trabalhos como “Buried Alive Interlude”, de 2011, “Poetic Justice”, de 2012, e “F**kin’ Problems”, de 2013, ano em que a relação entre Drake e Kendrick Lamar começou a desandar depois que Kendrick lançou um feat com Big Sean chamado “Control”, que continha indiretas para Drake e outros nomes do rap. Na letra, eles diziam: “Sou amigo dos caras com quem rimo/Mas isso é hip-hop, eles têm que se tocar/Isso é para…, tenho amor por vocês, mas estou tentando assassiná-los.”.

Drake não revidou a diss track, que é uma música lançada na intenção de insultar outras pessoas, mas contou em entrevista para a Billboard, na época: “Só me pareceu ambicioso. Só isso. Eu sei muito bem que ele não vai acabar comigo, de forma alguma, em nenhuma plataforma. Quando esse dia chegar, podemos voltar a falar nisso”.

Em 2017, quando Kendrick lançou o álbum “Damn.” e ultrapassou Drake, que havia lançado “More Life”, em vendas, o canadense ainda o parabenizou. Mas no ano seguinte, quando Kendrick Lamar produziu a trilha do filme ‘Pantera Negra’, adicionou uma indireta para Drake na letra de “All The Stars”, dizendo que não queria os parabéns do rapper.

Em outubro de 2023, Drake lançou “First Person Shooter”, com um verso de J. Cole, que diz: “Eu amo quando debatem quem é o melhor MC/É o K-Dot? É o Aubrey? Ou eu? Somos o big three, inauguramos uma categoria, mas agora me sinto como Muhammad Ali”.

Em março deste ano, quando Kendrik Lamar lançou “Like that”, um feat com Future e Metro Boomin, fez uma clara provocação a Drake: “Fda-se as indiretas, first-person shooter, espero que eles tenham trazido três gatilhos/(…) Fda-se o big three, aqui sou só eu”. Kendrick também lançou faixas questionando o uso de ghostwriters e até mesmo sugerindo que Drake teria problemas pessoais não resolvidos.

A treta atingiu um novo patamar quando acusações graves foram lançadas em faixas subsequentes. Drake insinuou que Kendrick teria agido de forma inadequada em relação à sua noiva, enquanto Kendrick acusou Drake de esconder uma filha e proteger pedófilos em sua empresa.

As acusações não vieram sem controvérsia. Drake chegou a sugerir que Kendrick só o atacava porque teria sido vítima de abuso na infância, um movimento que foi duramente criticado nas redes sociais.

Até o momento, nenhum dos artistas apresentou provas concretas para sustentar suas alegações, mas a troca de farpas continua.

error: Content is protected !!