A maternidade mudou completamente a percepção de Rihanna sobre o mundo. A artista relata que passou a admirar outros aspectos da vida e que se tornou uma ‘eterna aprendiz’ dos filhos. “Ter um filho abre honestamente um outro lado da vida onde você está agora na matriz com as pessoas que já tiveram filhos”, disse ela para a Vogue Britânica. “Você passa a ter um respeito diferente pelas mães e pelos pais. Sua vida recomeça quando você se torna mãe”.
Foto: Reprodução.
A cantora e CEO da Fenty Beauty acrescentou que ‘tudo muda quando você tem um bebê’. “Oh meu Deus, é lendário”, ela continuou. “É tudo. Você realmente não se lembra da vida antes, isso é a coisa mais louca de todas. Você literalmente tenta se lembrar disso – e há fotos da minha vida antes – mas o sentimento, os desejos, as coisas que você gosta, tudo, você simplesmente não se identifica com isso porque nem se permite mentalmente chegar tão longe porque… Porque não importa.”
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Quando seu filho nasceu, em maio de 2022, Rihanna disse que foi uma experiência linda e única. A cantora também já admitiu que deseja ter outro filho, mas sem pressão. “Não posso acreditar”, disse ela. “Essencialmente, de uma pessoa eu me tornei duas. Você entra no hospital como um casal e sai como uma família de três. É uma loucura. E, oh, meu Deus, aqueles primeiros dias são uma loucura. Você não dorme. De jeito nenhum. Nem mesmo se você quisesse.”
A rejeição da sociedade aos traços do envelhecimento tem sido uma pauta discutida ferozmente nos dias de hoje, em que a população está envelhecendo ao mesmo tempo em que os padrões de beleza associados a uma eterna juventude estão sendo cada vez mais fortemente disseminados nas redes sociais.
E as principais promotoras dessa discussão têm sido as mulheres, nós que somos as grandes vítimas desse preconceito de idade, que alguns chamam de etarismo, outros de idadismo, outros de ageísmo. Independentemente do nome, é um mal que assola as mulheres sim, mas de maneira especial as mulheres negras. Porque, como em toda interseccionalidade, a cor sempre vem primeiro.
Porque desde cedo a mulher negra tem sua juventude roubada quando é preterida no colégio, quando fica responsável pelo cuidado dos irmãos, quando precisa se lançar ao mercado informal de trabalho para colaborar no sustento da família, quando vive o luto pelo genocídio dos seus irmãos, primos e amigos, quando é estuprada e prostituída ou simplesmente quando não vê opção se não adultecer, alisar os cabelos, usar maquiagens que clareiem a própria pele para tentar receber migalhas de afeto.
E então, quando a mulher negra sobrevive à infância e juventude, quando perpassa a vida adulta e supera os cinquenta anos, recai sobre ela o estigma da Tia Nastácia, aquela mulher sem vaidade, sem amor, cuja vida é inteiramente dedicada ao cuidado dos filhos, seus ou dos outros. Eis o arquétipo da servidora do lar abnegada, que esconde seus sentimentos em prol do bem-estar da família, especialmente da família branca. É a cozinheira, a babá, a empregada doméstica que é como se fosse da família.
Foto: Pablo Grotto
Óbvio que essas profissões são tão dignas quanto qualquer outra, mas mesmo essas mulheres trabalhadoras do lar têm suas vaidades, seus afetos e suas sabedorias, e isso é apagado em favor de estereótipos de submissão que são muito mais confortáveis para a branquitude racista.
Daí que, quando surge essa mulher negra com mais de cinquenta anos que se cuida, se ama, luta por sua independência, se abre para o amor e fala de sua subjetividade, ela é invisibilizada, questionada em sua identidade, posta constantemente à prova, provocada a permanentemente recitar suas dores e sofrimentos, e não seus prazeres, alegrias e conquistas. Nós mulheres negras que passamos dos cinquenta temos uma vida inteira a ser celebrada.
Eu me lembro do choque que causei na minha estreia na TV. Enquanto interpretava a Zefa, em Segundo Sol, uma personagem pela qual tenho um amor gigantesco, eu fiz minha primeira participação no antigo Vídeo Show, como Cláudia di Moura, com minhas roupas escolhidas criteriosamente, meus cabelos hidratados, meus óculos estilosos. Isso gerou uma comoção nacional, as pessoas escandalizadas por não conseguirem separar a atriz da personagem. Mas também por existir essa imagem no inconsciente coletivo de como uma mulher negra deve se vestir e se comportar quando atinge a maturidade.
A longevidade da mulher negra é uma conquista e deve ser celebrada em toda a sua glória e beleza. Envelhecer a despeito de todas as tentativas de nos apagar desde os primeiros anos de vida é mérito da nossa força e resistência. E por isso devemos ter orgulho de estarmos vivas, lúcidas e atravessadas de sonhos e desejos.
*Claudia Di Moura é uma atriz afro-indigêna e ativista. Como atriz, busca levar para o mercado audiovisual e para o teatro as múltiplas lutas pelos direitos das mulheres, do povo negro e dos povos originários.
A maioria das mulheres empreendedoras no Brasil são mães negras que iniciaram seus negócios por necessidade, aponta a Pesquisa IRME 2023, realizada pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME) com apoio da Rede Mulher Empreendedora e execução do Instituto Locomotiva.
Segundo o levantamento, 77% das mulheres começaram a empreender depois da maternidade. No geral, 70% das empreendedoras são mães e a maioria iniciou seus negócios por necessidade. Resultado que se destaca entre as mulheres negras, de menor renda e de escolaridade mais baixa.
As empreendedoras entrevistadas para a pesquisa são predominantemente negras (65%), da região Sudeste (44%), de 30 a 45 anos (43%) e de baixa renda (50% são da classe C). 7 em cada 10 cursaram até o ensino médio (43%).
Ao todo, 55% das mulheres empreendedoras abriram seus negócios por necessidade. 75% delas são das classes DE, 63% possuem até o Ensino Fundamental, 63% começaram a empreender depois da maternidade e 61% são negras.
E a pesquisa ainda traz que essas mulheres empreendem porque 95% delas acreditam que trabalhar e ter sua própria renda é um fator muito importante para que uma mulher seja independente. Por isso, 92% das empreendedoras consideram o seu negócio muito importante e fazem de tudo para mantê-lo funcionando e 81% ainda conceituam o seu empreendimento como parte de quem são.
Situação Financeira das empreendedoras
Seis em cada dez mulheres empreendedoras faturam até R$2.500 por mês e apenas 17% conseguem chegar aos R$5 mil mensais. Dessas, 98% são das classes D e E, 82% são negras e 83% começaram a empreender por necessidade.
Entre as 24% que conseguem faturar mais de R$5 mil por mês, 50% são das classes A e B. E quando as mulheres possuem receita positiva com lucro, as principais finalidades desse capital são investir no próprio negócio e guardar como poupança. Já entre os homens que possuem lucro, esse dinheiro é destinado para investir no negócio, para lazer e viagens.
Segundo Ana Fontes, empreendedora social, fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora, faz oito anos que o Instituto RME realiza essa pesquisa e traz pontos de reflexão e discussão atualizados sobre o cenário da mulher empreendedora brasileira – tanto positivos quanto negativos e até de atenção. “A 8ª edição da pesquisa ‘Empreendedoras e Seus Negócios’ é fundamental não apenas para direcionar as ações da RME (Rede Mulher Empreendedora) e do Instituto RME, mas também para influenciar e pautar as políticas públicas de apoio às mulheres. Elas representam quase metade dos pequenos negócios em nosso país”, afirma Ana.
A pesquisa ainda traz dados alarmantes como o fato de 73% das mulheres empreendedoras possuírem dívidas, sendo que 43% estão com algum pagamento atrasado. Essas informações integram a 8ª edição da pesquisa, elaborada anualmente pelo IRME para abordar temas relacionados ao universo do empreendedorismo feminino, trazendo diferentes perspectivas sobre o perfil dessas mulheres, sua visão de mundo e a relação com seus empreendimentos, além dos desafios que enfrentam no dia a dia.
O estudo mostra também que quatro em cada 10 empreendedoras ainda não tem faturamento suficiente para cobrir os custos do negócio. Apenas uma em cada 10 consegue manter seu empreendimento com caixa saudável.
Além disso, 25% das mulheres empreendedoras já solicitaram crédito ou empréstimo para o seu negócio atual e os bancos aparecem como a principal escolha para essa solicitação. E os empréstimos são utilizados para ter mais capital de giro, aumentar estoque e compra de equipamentos.
Empreendimentos anteriores e uso da tecnologia
O estudo mostra que 33% das mulheres empreendedoras já tiveram algum negócio encerrado anteriormente. A maioria desses negócios durou até três anos. Problemas financeiros foram os principais motivadores para o encerramento dos negócios anteriores, como, por exemplo, a falta de crédito para investir no negócio e pagar despesas.
48% das mulheres ouvidas possuem CNPJ. Há maior concentração de mulheres formalizadas no Sul e Sudeste, enquanto pelo menos 7 em cada 10 empreendedoras residentes nas regiões Norte e Nordeste estão na informalidade. Dentre as que estão informais, 50% justificam não possuir um CNPJ por falta de dinheiro para pagar os custos inerentes.
4 em cada 10 negócios foram abertos nos últimos dois anos, principalmente por mulheres mais jovens, de classes DE, moradoras de bairros de classe baixa, comunidades ou favela, que não possuem CNPJ.
Alimentação e bebidas, beleza e cosméticos, artesanato e vestuário são os principais ramos de atuação das mulheres:
20% alimentação e bebidas;
15% beleza e cosméticos;
13% artesanato;
12% vestuário e acessórios.
E 96% das empreendedoras afirmam que utilizam a internet para o trabalho, demonstrando a força da tecnologia como aliada nas jornadas profissionais. E a grande maioria acessa a internet através do celular. 9 em cada 10 mulheres utilizam as redes sociais nas operações online de seus empreendimentos, sendo o Instagram a principal rede para venda e divulgação.
A pressão e sobrecarga
As mulheres sentem a pressão e a sobrecarga do acúmulo de tarefas domésticas e profissionais. 7 em cada 10 empreendedoras se sentem cansadas e sobrecarregadas com a quantidade de responsabilidade que possuem.
8 em cada 10 empreendedoras recebem incentivo dos seus companheiros (as) nos seus negócios, mas metade das mulheres gostariam de ter mais auxílio nos cuidados com a casa.
E isso afeta também nos seus relacionamentos, 4 em cada 10 mulheres sentem que falta tempo para os seus relacionamentos ou já tiveram algum tipo de conflito com o seu companheiro (a) devido ao seu empreendimento. 2 em cada 10 já enfrentaram problemas com ciúme.
Para muitas noivas, a preparação para o dia do casamento é algo especial que envolve planejamento e também uma meticulosa atenção à pele. No caso das noivas de pele preta, elas frequentemente se deparam com desafios singulares na busca por uma aparência deslumbrante, já que a indústria de casamentos muitas vezes projeta um padrão de beleza que não reflete a diversidade da população.
Noivas de pele preta frequentemente se encontram em uma paisagem onde os cuidados com a pele não são amplamente discutidos ou adaptados às suas necessidades. “Uma rotina consistente de hidratação, proteção solar e cuidados específicos é essencial para as noivas negras”, ressalta Jéssica Magalhães, biomédica esteta especialisra em pele preta. Ela aconselha contra o uso de ácidos que possam causar descamação próxima ao evento, se não fizerem parte da rotina de cuidados regulares, como retinol e ácido salicílico.
A especialista enfatiza que a escolha de produtos adequados e procedimentos estéticos planejados com antecedência são cruciais. Ela recomenda planejar os procedimentos assim que a data do casamento for marcada, garantindo tempo suficiente para preparar a pele de maneira saudável. “Os procedimentos mais procurados pelas noivas são o botox e o preenchimento, pois têm efeito mais rápido e podem ser realizados com sutileza e segurança antes do evento”, acrescenta a biomédica.
Jéssica ressalta que noivas de pele preta frequentemente lidam com desafios como hiperpigmentação e acne. Peelings e tratamentos a laser são mencionados como abordagens eficazes, mas ela destaca a importância de um acompanhamento contínuo para casos crônicos. Além disso, para problemas pontuais, existem procedimentos que aceleram a melhoria da pele e a eliminação da acne, proporcionando uma pele mais saudável e uniforme para o casamento.
“Durante eventos ao ar livre muitas vezes esquecemos de reaplicar o protetor, deixando a pele exposta aos efeitos da radiação solar. Além de favorecer o aparecimento de manchas, pode causar sensibilidade e descamação”, recomenda Jéssica. A especialista adverte que muitas vezes as pessoas esquecem de reaplicar o protetor, expondo a pele aos efeitos nocivos da radiação solar. Produtos com alto FPS são recomendados para garantir uma proteção eficaz, e diferentes apresentações de protetores, como em spray, bastão ou pó compacto, podem facilitar a aplicação ao longo do dia.
Quanto à maquiagem, a biomédica esteta enfatiza que uma pele bem cuidada é a base para uma maquiagem duradoura e bonita. Ela recomenda evitar produtos com álcool na composição e utilizar hidratantes leves antes da maquiagem. Para a remoção, o cleansing oil é indicado por sua capacidade de remover toda a maquiagem sem danificar a pele.
Após ‘Corra!’, ‘Nós’ e ‘Não! Não Olhe’, Jordan Peele já tem outro filme de terror psicológico programado para chegar nos cinemas. Chamado de ‘Him (Ele)’, a obra estreia em 19 de setembro de 2025. Protagonizado por Marlon Wayans, a obra vai se passar no mundo do futebol americano. A direção fica com Justin Tipping.
O astro de ‘As Branquelas’ vai dar vida a um lendário jogador aposentado que se torna encarregado de treinar um jovem atleta em ascensão, interpretado por Tyriq Withers. Os treinos acontecem num complexo isolado. De acordo com a descrição inicial, ‘Him’ vai apresentar a ‘jornada arrepiante ao santuário da fama, do poder e da busca pela excelência a qualquer custo’.
Foto: Divulgação.
Jordan Peele vai atuar como produtor da obra. O mais recente lançamento do cineasta nos cinemas foi o bem sucedido Não! Não Olhe!, lançado em agosto 2022, com Steven Yeun, Keke Palmer e Daniel Kaluuya.
Peele conquistou fama mundial ao lançar em 2017 o filme ‘Corra’, estrelado por Daniel Kaluuya, 34. A produção venceu o Oscar de ‘Melhor Roteiro Adaptado’ e arrecadou mais de US$ 255 milhões em bilheteria pelo mundo. Em 2019, Peele lançou ‘Nós’, estrelado por Lupita Nyong’o, 40, e em 2022, o terceiro filme do diretor, ‘Não! Não Olhe’, estrelado por Keke Palmer, 29, e Kaluuya.
A adoção de inteligência artificial (IA) representa uma oportunidade de transformação para pequenos empreendedores. Particularmente no contexto afroempreendedor esse grupo em grande parte realiza suas atividades sozinho, ou conta com poucos empregados. Nesse contexto, a IA pode ser um assistente eficiente que diminui a sobrecarga de quem tem muitos pratinhos ou desconhece alguns aspectos do seu negócio.
Durante o Festival Feira Preta em São Paulo, Del Nunes, Pedro Afonso de Olivera e Ketty Kim Farafina , profissionais negros da área de comunicação e tecnologia, compartilharam suas experiências e insights sobre como a IA pode ser uma ferramenta de empoderamento e eficiência.
Del Nunes ilustrou como a IA pode desafiar as normas existentes e criar representações mais inclusivas e diversas. “A gente hackeia o sistema quando a gente entra nele e criamos imagens que parecem com a gente”, disse Nunes, mostrando na prática como a tecnologia pode ser usada para produzir conteúdo que reflita a diversidade da comunidade afro. Ele motivou os empreendedores a verem a IA como uma aliada: “É uma ferramenta que possibilita que a gente amplifique tanto os nossos negócios, os nossos trabalhos, os nossos processos do cotidiano.”
Pedro Afonso de Oliveira falou sobre a personalização da IA para atender às necessidades específicas dos negócios. “O GPT vai te fazer X perguntas sobre o seu negócio, e você vai explicar sobre o seu negócio, você vai literalmente falar sobre o tom de voz da sua empresa”, explicou Oliveira destacando como a interação estratégica com modelos de linguagem pode ajudar na construção de marcas e no engajamento com clientes. Ele encorajou o uso criativo da IA para transformar as operações empresariais: “É muito interessante você usar as palavras-chave no seus prompts”. Os prompts são os comandos que fazem com que a IA, como chatGpt por exemplo, entenda o que você quer extrair.
Ketty Kim Farafina compartilhou como a IA facilitou sua rotina e gestão de projetos. “Eu tenho até funcionários, eu fiz meu funcionários”, confessou, explicando como a tecnologia simplificou a transição entre tarefas e projetos em seu trabalho. “Quando o assunto é a gente trabalhar com linguagem, como foi citado aqui, quando a gente fala de tom de voz, você pode ter cada central, você pode ter um tom de voz”, disse Farafina, evidenciando como a IA pode ser ajustada para diversos estilos de comunicação, beneficiando a forma como as empresas se apresentam e se comunicam.
Para quem nunca usou a IA para trabalho e negócios, a melhor maneira de começar é perguntar a ela como ela pode te ajudar. As duas opções mais populares são Chat GPT da Open IA e Gemini da Google. Como o próprio Pedro sugeriu durante a palestra, não fale com a IA como se ela fosse uma máquina e sim como se ela fosse uma pessoa, seu assistente .
Zendaya é um verdadeiro fenômeno no mundo do cinema e da moda. As aparições da estrela em premiações sempre chamam atenção com seus looks impecáveis. Apesar do enorme sucesso, o estilista da atriz, Law Roach, relatou em entrevista para o podcast The Cutting Room Floor, que ela continua sendo rejeitada por grandes grifes de moda. O especialista citou de forma direta a Gucci, Valentino, Saint Laurent, Chanel e Dior.
“Todos eles disseram não”, destacou Law. O estilista destacou que apesar de Zendaya já ter usado as marcas em campanhas para revistas, ela nunca foi aceita em aparições públicas.
“Falaram ‘tente próximo ano’, ‘ela ainda não está pronta’, ‘ela ainda não está em nosso calendário’. Eu ainda tenho todos os comprovantes. Ela nunca usou Gucci numa aparição pública, ela nunca usou Dior num tapete vermelho, nunca usou Chanel”, disse ele. A primeira vez que ela utilizou Valentino em público foi quando ela assinou um contrato. Então, quando digo que se você recebe um ‘não’, esse não será para sempre, é verdade e por um longo, longo tempo”.
Considerado um ícone da moda contemporânea, Law Roach trabalha com Zendaya há muitos anos. A relação do profissional com a atriz é quase que familiar. “Ele está envolvido em todos os contratos de moda, em tudo que faço. Se eu tiver uma oportunidade onde ele possa vir comigo, ele sempre estará lá“, disse Zendaya para a revista Elle. “De certa forma, ele sempre foi meu diretor criativo e continua desempenhando esse papel, porque é mais do que apenas roupas no tapete vermelho.”
O cantor e ex-participante do Big Brother Brasil 2024, Rodriguinho, está prestes a lançar um livro sobre sua trajetória dentro do reality show mais famoso do país. Intitulado “Rodriguinho – Fora da Caixa – Um novo Ciclo“, a obra promete mergulhar nos bastidores do programa e nas experiências pessoais do artista durante sua participação.
“Entrar no BBB foi uma experiência que mudou completamente minha vida. Espero que através das páginas deste livro, todos possam sentir um pouco do que vivi e entender que fora da caixa, podemos construir um novo ciclo ainda melhor com todas as experiências vividas até aqui”, aponta Rodriguinho.
O lançamento será dia 15 de maio, a partir das 19h30, na Drummond Livraria, localizada na Avenida Paulista, com direito a autógrafos para os fãs. O selo que fará o lançamento é o DISRUPtalks.
Entre os destaques do livro estão os relatos de Giovanna Pitel, uma das principais aliadas de Rodriguinho no jogo, e Michel, que se tornou um grande amigo do cantor fora da casa. Além disso, depoimentos de sua esposa Bruna, da gestora de crise, da psicóloga e da assessora de imprensa acrescentam camadas à narrativa.
“Rodriguinho – Fora da Caixa – Um novo Ciclo” é composto por 64 páginas que abrangem desde os preparativos antes da entrada do cantor na casa, seus momentos dentro do programa e suas perspectivas e reflexões pós-reality. O livro também revela os bastidores da produção e os desafios enfrentados pelo artista durante sua jornada no BBB.
Desde que a primeira temporada da série de humor “Encantado´s”, transmitida pela TV Globo, foi ao ar, ainda no Globoplay (2022), Renata Andrade e Thais Pontes viram seus nomes ganharem um alcance até então inimaginável. Para as duas cariocas, formadas em Publicidade e Propaganda, sem padrinhos ou conhecidos na área de roteiros, alcançar o status de autoras e criadoras em tão pouco tempo desde que deram os primeiros passos na emissora como roteirista foi surpreendente. Atualmente, a segunda temporada da série é exibida na Globo e elas já estão escrevendo a terceira.
Renata e Thais nunca duvidaram do próprio talento, mas isso não basta se você não sabe como criar ou aproveitar as oportunidades para ingressar nesse mercado. E para as duas amigas, mulheres negras e de origem simples, o desafio era ainda maior. “Duas mulheres que, teoricamente, não tinham porque chegar nesse lugar, com a Renata criada no subúrbio, com pais que não eram ricos, pelo contrário, e eu, filha de empregada. Tinha a falta de grana, nunca foi fácil. Quando começamos a fazer os cursos, era pegar daqui e esticar dali para pagar”, lembra Thais Pontes. “Conseguimos nos realizar muito pela nossa persistência, porque a nossa realidade dizia que não era bem por esse caminho que a gente deveria seguir”, acrescenta Renata Andrade.
Para ajudar pessoas que têm interesse em seguir carreira na área, as autoras ensinam o passo a passo a partir das suas experiências, que vão desde fazer cursos para aprender técnicas de roteiros a acompanhar programas de aceleração oferecidos por grandes empresas.
Confira 5conselhos das autoras e roteiristas daGlobo/Globoplay para quem deseja ingressar no mercado.
1. Faça cursos para aprender as técnicas de roteiro
Thaís e Renata garantem que esse éo caminho essencial para começar. Afinal, ainda que fossem formadas na área de comunicação social, precisavam desenvolver técnicas de escrita para roteiros.
“A gente participava de muitos sorteios de bolsas de estudos para cursos de roteiros. Nunca ganhamos, mas quando tinha, nós tentávamos. E quando não dava para pagar, a gente não fazia. Estudamos muito, fazíamos todos os cursos gratuitos que apareciam”, lembra Thais. “Sempre que nos pedem dicas, eu falo para fazer cursos e para aproveitar a oportunidade para conhecer gente, éo melhor caminho”, afirma Renata.
2. Curso também é lugar de networking
Para as autoras, a grande oportunidade de entrar na Globo veio através do primeiro curso realizado pelas duas, em 2011. Oroteirista Maurício Rizzo abriu a sua primeira turma, numa época em que ainda eram poucos cursos nessa área, e Renata e Thais se inscreveram.
“Maurício Rizzo foi o nosso primeiro professor e a gente nãoo conhecia. Foi ele quem nos indicou para fazer o teste parao ‘Zorra’. Tínhamos o hábito de escrever crônicas, geralmente bem-humoradas, do nosso dia a dia e postávamos nas redes sociais. O Maurício gostava dos textos”, conta Thais.
“Isso aconteceu porque a gente se deu a oportunidade de mostrar o nosso trabalho, de conhecer as pessoas, de fazer cursos. É nãose bastar na certeza do do próprio talento. Muita gente acha que as oportunidades têm que procurar elas, mas é a gente que tem de ir atrás das oportunidades”, frisa Renata.
3. Faça das redes sociais a sua vitrine
Graças ao hábito de escrever crônicas e postar nas redes sociais, Renata e Thais sempre tiveram muitos feedbacks de colegas e conseguiram um alcance para além dos seus conhecidos. Por isso, Renata aconselha: “Divulgue o próprio trabalho!”
“A gente usou a rede social e isso chamou atenção do Maurício. Talvez se a gente não tivesse usado essa ferramenta, e fazíamos porque gostávamos, não tivesse chegado nele. Eu escrevia no ônibus, no trabalho, sempre gostei. E já tinha o desejo de ser roteirista quando comecei a escrever e postar”, explica Renata.
“Rede social é uma grande janela. Não dá para achar que todo mundo tem esse acesso à internet, mas já é um acesso muito mais democrático. E hoje, eu e Renata trocamos perfis de pessoas que a gente vê, atores que achamos legal, mandamos parao produtor de elenco. Essas pessoas são vistas”, indica Thaís, mostrando queé uma possibilidade não apenas para roteiristas, mas para quem deseja uma oportunidade como ator ou atriz.
4. Antes de divulgar o seu trabalho, registre!
Outro conselho que compartilham se refere ao resguardo da propriedade intelectual, especialmente no caso de textos. Se for postar, fazer o registro na Biblioteca Nacional pode ser um bom caminho. “Dá para fazer esse registro online. Texto é uma coisa que eu sempre digo para não me mandar. Tem que tomar cuidado dos dois lados. A rede social é uma janela importante, deve ser usada, mas também tem que ter cuidado. Tudo oque eu e Renata escrevemos, criamos juntas, a gente deixa registrado”, orienta Thais.
5. Atenção aos programas de aceleração das empresas
Thais Pontes estimula as pessoas que possam encontrar obstáculos para acessar esse mercado a buscarem programas de aceleração. Foi atravésda Oficina para Autores Negros e/ou Periféricos daGloboque elas conseguiram ingressar na área após realizar testes parao time de roteiristas do “Zorra”. Na ocasião, Renata passou, mas ainda assim a emissora achou melhor que, assim como Thaís, ela também fizesse a oficina.
“Atualmente existem muitos programas de aceleração em produtoras e nós entramos assim. A Globo fez uma oficina de novela das 18h com um monte de autores negros, a Netflix faz, a HBO fez também. O mercado está entendendo que precisa dar essas ferramentas para quem não pode. Muitas empresas estão percebendo que quando dá certo, dá muito certo!”
“Os autores podem escrever sobre qualquer história. É um problema quando só pessoas brancas contam histórias sobre pessoas negras. Quando estamos nesse lugar e conseguimos falar sobre as nossas vivências ou qualquer outra que não seja nossa, mas com o nosso olhar, a gente enriquece as narrativas”, ressalta Renata sobre a importância da pluralidade no audiovisual.
Uma das dificuldades de órgãos públicos e organizações que estão trabalhando no resgate e assistência das vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul é ter que lidar com as consequências da divulgação de ‘Fake news‘. Em uma publicação no Instagram, a Deputada Federal, Erika Hilton, destacou que o objetivo de influenciadores que divulgam informações falsas sobre atuação do governo ou de organizações na ajuda à população do RS é “gerar indignação e engajamento”.
“Olhar para a câmera gritando termos genéricos de revolta, ou nos piores casos, mentiras que atrapalham o resgate e a ajuda humanitária, é um trabalho com objetivo: gerar indignação e engajamento”, disse. “O que elas buscam é justamente a atenção e o engajamento que dignifica suas vozes, e cria no imaginário popular a noção de que elas “fizeram algo”, mesmo sem terem feito nada”, pontuou a parlamentar.
A tentativa de figuras públicas de inundar as redes sociais com o discurso de que o "Governo não faz nada" logo após o Governo Lula anunciar R$50 Bilhões para o Rio Grande do Sul é sim no mínimo suspeita.
“Tanto das pessoas que vão acreditar ou espalhar mais mentiras ainda nos comentários, quanto de quem vai se indignar com tamanha chinelagem. Não estou dizendo que não é pra se indignar. Mas engajar, mesmo que criticando, não vai fazer essas pessoas pararem.”, acrescentou ela.
A polícia está investigando 8 casos de divulgação de Fake News e o Governo Federal criou uma sala de situação para trabalhar no monitoramento e combate às notícias falsas. Grupos que monitoram redes sociais identificaram um movimento coordenado para disseminar mensagens falsas sobre a atuação do Estado na região, difamação às Forças Armadas, além de compartilhar conteúdo que estimulam o pânico econômico, com mentiras sobre risco de desabastecimento.
Em entrevista para o programa ‘Em Ponto’, da Globo News, o prefeito de Canoas, Jairo Jorge (PSD) afirmou: “Talvez o que mais atrapalhe a gente hoje são as fake news”, ao destacar que as pessoas que espalham notícias falsas tentam fazer disputas de narrativas. O prefeito também lembrou da importância de doações, em especial de cestas básicas, considerando o alto número de pessoas em abrigos na cidade.
O site paraquemdoar.com.br faz um trabalho de compartilhar informações sobre instituições confiáveis que estão ajudando a população do Rio Grande do Sul e que também atuam no resgate aos animais.