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Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil É REAÇA!

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Por Fernando Sagatiba

Estava dando umas pinceladas nesse tal Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil (ou algo assim) e percebi que ele deveria se chamar Guia Politicamente Reacionário, pois, ele tem um viés de contestador, uma aura transgressora e quebradora de velhos conceitos engessados, mas ele só vem confirmar preconceitos. Não é um livro de história “verdade doa a quem doer”, é só uma forma pseudo-jornalística de se incitar o leitor a manter seu pensamento (?!) do jeito que o sistema quer. Sistema? Que sistema? Esse que está aí e te faz enxergar a vida como normal, como se tudo que está do jeito que está tivesse nascido no universo assim, como se os fatos narrados nos livros fossem uma historinha do passado que não deixou lembrança nem herança. Sim, REACIONÁRIO, amigolhes, é um reaça de marca maior. É o Eike Batista dos reaças: É muito menos poderoso do que pensa, acha que domina o mundo, não é lá essas coisas, para uma mente que filtre o que lê com o raciocínio realmente contestador, além dos frutos que gera, que, na falta de um argumento de defesa plausível, protege e alega “é preconceito porque eu sou RICAAAA!”.

Quem aprendeu na escola tudo como a titia cocota ensinou, com aqueles clichês como ‘descobrimento’, ‘abolição’ ou ‘democracia’, realmente vai achar que esse livro mete o pé na porta, põe o pau a faca na mesa e diz a verdade que ninguém teve coragem de dizer. Mas, só ataca um lado e defende outro. Pensa bem, Zumbi ganhou escravos e uma ascendência tribal de um clã de saqueadores escravagistas afro-africanos (era um ninja silencioso, com certeza, não?); os índios é que acabaram com a Amazônia desmatando e vendendo tudo, o europeu/português foi o povo bem intencionado que tentou alertá-los quanto ao mal que estavam fazendo contra ao meio-ambiente (say: WTF?!) e por aí vai. Deu pra ver a inversão de valores? NÃO?! Vamos um pouco mais adiante, então: O que se passa por transgressor e acidamente sincero é, na verdade, um mantenedor de preconceitos que já vêm arrastados pela sociedade desde sempre. É tipo o papo imbecil que alega que não há porque lutar contra o racismo ou que cotas são preconceito invertido, como se o negro tivesse regalias e não um resgate histórico por ter saído das senzalas de mãos abanando enquanto o europeu veio e ganhou terras pra cultivar (fator básico pra você não conhecer muitos fazendeiros negros).

Aí, fica assim, quem já não achava que existia racismo no Brasil, agora, já pode começar a “defesa” de seu ponto de vista com ‘Ah, mas o negro é que tinha escravos, o negro é que é racista’. Estou falando sério, dê uma olhada no artigo sobre escravidão ou sobre Zumbi no Wikipédia, por exemplo, que serve de ponto de partida pra muitas pesquisas por aí. Vai estar lá falando majoritariamente que Zumbi foi um escravagista que se mantinha conivente com comunidades próximas a Palmares e subjugava sua própria raça. Percebem? Minando a simbologia de Zumbi para a luta negra contra o racismo, muitos racistas latentes e ignorantes de rebarba se sentem representados pra culpabilizar o negro pelo racismo e pela escravidão – desde Mamma África. O velho papo de que racismo existe, mas ninguém vê, porque o negro é paranóico, recalcado e preguiçoso, porque prefere roubar do que trabalhar. Além dos já citados índios matadores da natureza e até Jango, sim, João Goulart, em quem muita gente levou fé na presidência da república foi acusado de não ser tão bonzinho assim como se diz nos livros. Engraçado é que o corsário Cabral (o Pedro, não o Sérgio) não chegou e iniciou toda a dominação, colonização, as agruras e desagruras a que a igreja católica infligiu aos nativos, verdadeiros donos dessa terra. Outros povos estiveram por aqui e não tentaram espremer as riquezas naturais do chão pra enriquecer a coroa (portuguesa, com certeza), fora a cisma com qualquer coisa que lembre comunismo.

Sim, comunismo parece ser o verdadeiro alvo desse jornalista Narloch. Não exatamente o negro, mas ele acusa Palmares de ser um modelo de comunidade marxista defendido pelos comunas ao longo dos tempos, então, parece ter se sentido na missão de “abrir os olhos” da nação quanto a esses facínoras comedores de criancinhas (pensei que seria a próxima ‘verdade’ a ser abordada, mas não veio… fiquei frustrado). Pensando bem, os índios também viviam em configurações parecidas, autônomos e cagando para o sistema europeu que se impunha pela força. Claro, a história mostra que nem todo índio lutou pelos seus, tribos se aliaram aos dominadores, assim como muito negro preferiu viver uma ilusão de regalias sob as botas de seus senhores do que refugiado no meio do mato, mas daí a inventar essas figuras de ‘bicho-papão’? Pera lá, é só ver quem está no comando do país até hoje e quem é escondido da mídia -apanhando e morrendo pelas ruas e favelas – como se fosse mesmo minoria e não mais de 50% da nação. E dizer que isso é resultado de um comportamento errado (chato, feio e bobo, ai, ai, ai) e criminoso? É como escrever revelando que não existe Papai Noel, ou que índios e negros não vão ganhar presentes, empregos ou casas porque fizeram bagunça e não obedeceram a mãe pátria durante o ano.

Enfim, isso parece uma grande piada à toa, pois, como os comediantes da ‘nova geração’ (que soltam pipa e jogam bola), se traveste de revolucionária, mas mantém o senso comum exatamente onde está, com toda mesquinharia e preconceitos. E, como os porta-vozes de uma nova geração sedenta por sinceridade (cof falta de criatividade e educação cof), a primeira defesa é “não pode me contestar, isso é censura”, como se ‘piada’ fosse a senha para “estou acima do bem e do mal”. Oras, se eu der uma porrada na cara de alguém, vou ser preso e responder por agressão, no mínimo vou pagar por isso e ficar proibido de chegar perto de minha vítima, logo, se palavras também ofendem, como que um tipo desses não quer sanções disciplinares cabíveis? Os tempos mudaram e a noção de respeito só evolui. Não é transgressor defender preconceitos e posar de revolucionário. Ser politicamente incorreto é, na verdade, ser reacionário, é fazer pose de pobre orgulhoso que acha que tudo é assim mesmo e um dia vai melhorar. Ou pior, é algum abastado que quer fazer a cabeça de sua classe e o povão vai na onda. É um direitista, com certeza. Carochinha pra chamar atenção, mas nenhuma aplicabilidade social se você nasceu depois de 1945 e não tem Hitler num poster no quarto.

E, no próximo volume, já espero a verdade sobre os Smurfs. Sim, eles são comunistas também. Small Men Under the Red Father. Papai Smurf está de olho, hein, REAÇA!!

Texto publicado originalmente no blog: http://garciarama.blogspot.com.br/

Alicia Keys confirma dois shows em São Paulo

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Atração do Rock in Rio, a cantora e compositora norte-americana Alicia Keys fechou duas apresentações em São Paulo, nos dias 12 e 13 de setembro, no Espaço das Américas.

Divulgação: Alicia Keys

Fã assumida do Brasil, a cantora de 32 anos e 12 de carreira, ficou conhecida pelos singles “Fallin”, “No One” e, mais recentemente, “Empire State of Mind”, cantada em parceria com o rapper Jay-Z.

Alicia trará ao País a turnê de seu mais recente disco, “Girl on Fire”, lançado em novembro de 2012.

A apresentação do dia 12 de setembro será com cadeiras (formato teatro), já no dia 13 os ingressos serão de pista (em pé). As vendas começam no dia 8 de agosto pelo site da Livepass . Os valores ainda não foram informados.

A cantora virá com a turnê “Set The Word on Fire” e uma banda de cinco músicos e três backing vocals, além de quatro dançarinos.

Novos parceiros do site Mundo Negro

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A cooperação é essencial para o sucesso de qualquer projeto. O Mundo Negro ao longo de sua história fez várias e importantes parcerias com empresas e pessoas que acreditam no potencial de veículos de comunicação feitos por e para negros.

Este segundo semestre começa com três novas parcerias que me deixam imensamente feliz e entusiasmada e com muita alegria, compartilho com vocês.

Empregueafro: empresa especializada na inclusão de negros no mercado de trabalho, dirigida pela competente Patrícia de Jesus que escreverá artigos sobre RH, mercado de trabalho além de divulgar oportunidades de carreira. www.facebook.com/empregueafro

 

Prapreta: As jornalistas Carol Mara e Alana Loureço são as donas do site PraPreta  – www.prapreta.com.br que tem simplesmente tudo o que você gosta de usar no seu cabelo. Elas darão dicas de cuidados com as madeixas além de sugerir os melhores produtos para deixar as suas madeixas como você sempre sonhou.

 

Vestir com Estilo Negro: Marcela Lemos Teixeira , consultora de moda de beleza, entra com seus conhecimentos para incrementar seus estilos com as tendências de moda que se encaixam com a nossa cultura e estilo de ser. Ela também tem um blog super bacana: http://vestircomestilonegro.blogspot.com.br/

 

Meninas, sucesso a todas nós!

Axé,

Silvia Nascimento
Diretora de Conteúdo do site Mundo Negro

 

Nelson Mandela está "mais alerta" e já consegue sentar

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O ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, hospitalizado há dois meses em Pretória, já é capaz de sentar e está mais “alerta”, segundo informações da filha Zindzi Mandela para a televisão pública SABC.

Ela disse que o líder sul-africano consegue sentar em uma cadeira durante alguns minutos por dia. “A cada dia ele está mais alerta”, disse. Zindzi fez um apelo para que as pessoas parem de dizer à família que o tempo de Mandela chegou ao fim. “Nós olhamos para este homem que está dizendo ‘eu não vou embora’.”

Nelson Mandela, de 95 anos, foi hospitalizado no dia 8 de junho com uma infeção pulmonar. De acordo com as últimas declarações das autoridades sul-africanas, o estado de saúde dele é “crítico, mas estável”.

Os problemas pulmonares de Mandela podem estar relacionados às sequelas de uma tuberculose contraída na ilha-prisão de Robben Island, onde passou 18 dos seus 27 anos de prisão.

Nascido em 18 de julho de 1918, Nelson Mandela foi eleito em 1994 primeiro presidente negro da África do Sul, depois de décadas de luta contra o regime segregacionista da minoria branca que governou o país.

Herói da luta contra o apartheid, liderou com o último presidente imposto pela minoria branca, Frederik de Klerk, uma transição para a democracia baseada na reconciliação nacional, o que lhe rendeu o prêmio Nobel da Paz em 1993. Sua última aparição pública foi na cerimônia de encerramento da Copa do Mundo de Futebol de 2010, disputada na África do Sul.

* Com informações da Agência Lusa

 

Nelson Mandela está “mais alerta” e já consegue sentar

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O ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, hospitalizado há dois meses em Pretória, já é capaz de sentar e está mais “alerta”, segundo informações da filha Zindzi Mandela para a televisão pública SABC.

Ela disse que o líder sul-africano consegue sentar em uma cadeira durante alguns minutos por dia. “A cada dia ele está mais alerta”, disse. Zindzi fez um apelo para que as pessoas parem de dizer à família que o tempo de Mandela chegou ao fim. “Nós olhamos para este homem que está dizendo ‘eu não vou embora’.”

Nelson Mandela, de 95 anos, foi hospitalizado no dia 8 de junho com uma infeção pulmonar. De acordo com as últimas declarações das autoridades sul-africanas, o estado de saúde dele é “crítico, mas estável”.

Os problemas pulmonares de Mandela podem estar relacionados às sequelas de uma tuberculose contraída na ilha-prisão de Robben Island, onde passou 18 dos seus 27 anos de prisão.

Nascido em 18 de julho de 1918, Nelson Mandela foi eleito em 1994 primeiro presidente negro da África do Sul, depois de décadas de luta contra o regime segregacionista da minoria branca que governou o país.

Herói da luta contra o apartheid, liderou com o último presidente imposto pela minoria branca, Frederik de Klerk, uma transição para a democracia baseada na reconciliação nacional, o que lhe rendeu o prêmio Nobel da Paz em 1993. Sua última aparição pública foi na cerimônia de encerramento da Copa do Mundo de Futebol de 2010, disputada na África do Sul.

* Com informações da Agência Lusa

 

Fazendo a cabeça: Celebridades negras ousam e reinventam sua beleza com fios curtíssimos

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O que leva uma mulher com longas e invejadas madeixas (mesmo que não sejam naturalmente suas) decidir arriscar um corte de cabelo radical, daqueles que expõe toda à nuca e não há elastiquinho que segure?  Mudanças pessoais, tédio com o próprio visual e até problemas no cabelo, como queda e ressecamento, são alguns dos motivos que as levam a sentar na cadeira de um salão, respirar fundo e dizer ao cabelereiro: “corta tudo!”. Para as mulheres negras o apego com os cabelos longos é ainda maior. O formato do cabelo crespo, que é espiral, e não reto como os lisos, faz com que levem anos para ter fios realmente longos.

Por um rompante ou estratégia de marketing, este ano algumas celebridades negras impressionaram e chocaram ao decidirem abrir mão de uns dos seus maiores atrativos. Nesta manhã, de oito de agosto, a cantora Beyoncé, famosíssima não somente pelo potente vocal, mas também  por seus fios longos, volumosos e dourados (que sabemos que são apliques, mas isso nem importa), deixou meio mundo boquiaberto ao postar via Instagram fotos do seu novo corte de cabelo. A eterna survivor aparece de cabelo mais loiro, liso e curtíssimo “a la Joãozinho”. Fazendo caras e bocas na frente do espelho, a diva negra mais agradou do que decepcionou, pelo menos nos EUA. Eu confesso que a ousadia e o look selvagem e poderoso de Beyoncé, se deviam e muito aos seus longos cabelos, que se moviam sedutora e harmoniosamente com suas generosas curvas.

Antes e depois da Beyoncé: adeus apliques!

Não muito tempo atrás a cantora Rihanna também postou uma foto na internet, com cabelo bem curtinho, o que neste caso nem era bem novidade já que uma das marcas da cantora de Barbados é justamente o estilo camaleoa, imprevisível e ousado. Agora por que a mesma cantora que semanas antes circulava com fios longos e cinzas (bravejando que o cinza era o novo preto) decidiu abrir mão das longas madeixas, ainda é um mistério. Cabelo longo é um patrimônio desejado e cobiçado por homens e mulheres, negar isso, sobretudo em um país latino como nosso, é o mesmo que achar que a personagem Gabriela, de Jorge Amado, seria uma figura sensual mesmo de cabelo curto.

Rihanna: carinha de triste na primeira foto com o novo cabelo

Outra que encarou a tesoura com coragem foi Taís Araújo, a atriz com os cachos mais desejados do Brasil. Por conta de um contrato com uma grande rede de cosméticos, a mulher do Lázaro resolveu mudar o visual de longo cacheado, para curtíssimo liso. Há quem diga que ela ficou a cara da Halle Berry, o que eu me reservo ao direito discordar.

 

Taís Araujo: Halle Berry brasileira?

Fora dos holofotes muitas mulheres negras mundo a fora estão cortando os cabelos, em alguns casos totalmente (máquina zero), para deixar os fios crescerem de forma natural, sem intervenções químicas, seja de forma (relaxamento, alisamento) ou cor. Este processo, “back to roots” tornou-se um fenômeno e até a irmã da Beyonce, Solange Knowles, aderiu.

 

Solange Knowles ousou antes da irmã, mas abriu mão da química

Se apegar ao cabelo é bobeira, eles crescem e se não crescem tão rápido como você gostaria, há excelentes apliques no mercado, além das tranças, que são uma ótima opção durante para o processo de transição das adeptas ao cabelo natural ou para quem busca um toque mais étnico. Mudar o visual vai muito além da mudança estética. Para algumas mulheres é a exteriorização da sua revolução pessoal, e até espiritual, como acontece em alguns rituais religiosos. Abrir mão dos fios longos, para algumas de nós, vem da necessidade de se desapagar ao passado. Não podemos ignorar que também é uma importante demonstração de autoconfiança e amor próprio, onde você faz o que é melhor para você, não se importando os que os outros pensam. Este desapego não é para qualquer um.  A Beyoncé certamente é uma nova mulher,  por dentro e por fora.

Frente Pró-Cotas Raciais do Estado de São Paulo continua sua campanha para colher 200 mil assinaturas

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150 lideranças, ativistas e estudantes se reuniram há exatamente uma semana, em um evento de caráter político, realizado na Faculdade de Direito da USP para dar início a uma campanha ambiciosa, mas possível: colher até novembro 200 mil assinaturas para reformular o texto do PL 530/04 que já tramita na Assembleia Legislativa de São Paulo.

O texto atual proposto pelo Governador Geraldo Alckmin por meio do PIMESP- Plano de Inclusão com Mérito para as Universidades Públicas de São Paulo -, defende entre outras coisas, aulas preparatórias de fortalecimento pedagógico e acadêmico para os alunos cotistas aprovados, de duração de dois anos, antes do início curso universitário. Este texto foi apontado por militantes do movimento negro, como discriminatório. A outra proposta do governo, já em vigor na USP, oferece bonificação percentual no resultado final da prova para alunos negros e carentes o que está longe da proposta de cotas. “O texto da PIMESP é uma proposta feita ás pressas que tem como único objetivo fugir do debate central que é a democratização do acesso às universidades. As cotas são uma forma de democratizar de maneira imediata”, argumenta Douglas Belchior, um dos lideres da Frente De Lutas Pró Cotas Raciais SP

Grupo de militantes e voluntários trabalharão para colher 200 mil assinaturas até novembro

 

A proposta defendida pelos movimentos foi construída após dois meses de longos debates de um grupo de trabalho formado por representantes dos movimentos negros e sociais, incumbido da tarefa de reformular o texto do PL 530/04 que tramita na Assembleia Legislativa de São Paulo – Alesp. De acordo com o novo texto, as universidades públicas devem garantir 55% de Cotas, sendo elas assim divididas: 25% para candidatos autodeclarados negros e indígenas; 25% para candidatos oriundos da rede pública de ensino, sendo que deste percentual, 12,5% reservado para estudantes cuja renda familiar per capta seja igual ou inferior a 1,5 salários-mínimos; e 5% para candidatos com deficiência, nos termos da legislação em vigor.

A meta inicial da campanha é reunir 200 mil assinaturas até o mês de Novembro deste ano, quando durante as comemorações do Mês da Consciência Negra, pretende-se protocolar junto à Alesp a proposta com a força política e o apoio formal destes 200 mil eleitores paulistanos.

As folhas do abaixo assinado estão disponível no site da Frente de Lutas Pró-Cotas do Estado de São Paulo e deverão ser entregues no Escritório Central da UNEafro-Brasil pessoalmente ou pelo correio:

Endereço: Rua Abolição, 167- Bela Vista – SP, CEP: 01319-010

Fones: (11) 4111-9383 e (11)3105-2516 ramal 2 – de Segunda a Sexta das 13h às 20h com Maíra, Luciana, Black, Luiz ou Vanessa. Esse espaço também está aberto para receber a contribuição dos militantes que estiverem dispostos a auxiliar nos trabalhos.

Email da Campanha: frenteprocotassp@gmail.com

Spike Lee e outras celebridades se unem a revista Ebony para homenagear jovem negro assassinado

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Famosos e seus filhos posaram para revista Ebony em homenagem à Trayvon Martin jovem negro americano assassinado em 2012, por um segurança. Vestindo moletons cinza, semelhantes ao da vítima, as celebridades aparecem em três versões da capa da revista para afro-americanos mais popular nos EUA. Um dos objetivos da ação é justamente manter o polêmico caso na mídia

 

 

 

Entenda o caso Trayvon Martin

Caso Trayvon Martin foi um assassinato ocorrido em SanfordFlóridaEstados Unidos, onde George Zimmerman assassinou o garoto Trayvon Martin na noite de 26 de fevereiro de 2012. Martin era um Afro-americano de 17 anos de idade, estudante do ensino médio. George Zimmerman, um homem se 28 anos latino-americano, era segurança de um condomínio, onde Martin estava temporariamente hospedado e onde o tiroteio ocorreu. Após uma ligação de Zimmerman, a polícia chegou em dois minutos depois do disparo. Zimmerman foi levado em custódia, onde foi tratado por causa de uma lesão na cabeça, em seguida, questionado por cinco horas, mas acabou liberado sob a suposição de que o tiro foi em legítima defesa. No entanto, seis semanas mais tarde, houve rumores de que as declarações eram enganosas, e que o motivo seria por crime de racismo, pois o garoto estava desarmado e não o ameaçou fisicamente.

O julgamento de Zimmerman começou em 10 de junho de 2013 em Sanford. Em 13 de julho de 2013, ele não foi considerado culpado de assassinato em segundo grau e de acusações de homicídio culposo.

Winnie Mandela Biopic

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Jenniffer Houston e Terrence Laurence como Winnie e Nelson Mandela

No ano de comemoração dos 90 anos de Nelson Mandela, sua polêmica ex-mulher também tem sua biografia retratada pela sétima arte em “Winnie Mandela Biopic”.  O filme é uma adaptação da biografia escrita por Anne Marie du Preez de Bezdrob , “Winnie Mandela: A Life”  e explora a vida pessoal e política da esposa do ativista conhecido e reverenciado ex-presidente Africano do Sul, contando a história de sua luta pela liberdade durante o era do apartheid.

Jenniffer Houston e Terrence Laurence como Winnie e Nelson Mandela

A obra que chega às telas americanas em Setembro é estrelado pela vencedora do Globo de Ouro e Oscar em 2006 Jennifer Hudson (Winnie Mandela) e o ator indicado ao Oscar Terrence Howard (Nelson Mandela).

Dá uma olhada no trailer:

httpv://www.youtube.com/watch?v=SGnc4FP6eII

Projeto Brasil Afroempreendedor capacita empreendedores

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Donos de pequenos negócios, microempreendedores individuais (MEI) afro-brasileiros e representantes de comunidades negras remanescentes de quilombo serão capacitados em 12 estados brasileiros durante dois anos. O projeto Brasil Afroempreendedor, Desenvolvimento e Fortalecimento do Empreendedorismo Afro-brasileiro foi lançado nessa segunda-feira (5) no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo. O projeto, uma iniciativa de inclusão das populações afro-brasileiras no desenvolvimento do país, é uma parceria do Sebrae, Instituto Adolpho Bauer (IAB) e do Coletivo de Empresários e Empreendedores Negros de São Paulo (Ceabra/SP).

Durante a cerimônia de lançamento, o presidente do Sebrae destacou a importância de desenvolver uma política empreendedora, oferecendo informação e conhecimento aos afrodescendentes. “O tema do empreendedorismo, em especial dos afrodescendentes, é muito importante para o Brasil. Tenho certeza de que, a partir dessa experiência, alcançaremos resultados muito importantes” afirmou.

Luiz Barretto ressaltou que os afrodescendentes têm registrado os maiores índices de crescimento no empreendedorismo brasileiro. “Das 40 milhões de pessoas que ascenderam à nova classe média, a maioria é formada por afro-brasileiros”, destacou. “Precisamos ter muita informação e capacitação para superar as barreiras das dificuldades legais e culturais e vencer preconceitos. Mas os brasileiros, em especial os afrodescendentes, sabem o que é enfrentar desafios no seu dia a dia”, disse. “O desenvolvimento brasileiro não pode existir sem a participação dos afrodescendentes”, finalizou.

Além do presidente do Sebrae, o lançamento do projeto contou com as presenças de ministro  da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, do presidente do Coletiva de Empresários e Empreendedores Afro Brasileiros (Ceabra), do presidente da Associação Nacional de Empresários e empreendedores Afro Brasileiro (Anceabra), da secretária municipal adjunta de Promoção da Igualdade Racial da cidade de São Paulo, Matilde Ribeiro, entre outros.

Cronograma

O projeto será desenvolvido em três etapas: levantamento e publicação de dados sobre os empreendedores afro-brasileiros, com a seleção e capacitação da equipe do projeto; formação de redes de apoio e realização de 12 seminários estaduais; e, por fim, será feito o monitoramento e disseminação da iniciativa.

Consultores atuarão nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Paraíba, Goiás e Amapá. Serão selecionadas iniciativas empreendedoras para participar de 12 seminários estaduais no segundo ano do projeto. Devem participar cerca de 1,2 mil empreendedores, dos quais 500 serão selecionados como modelo de negócios para o fortalecimento da rede nacional de empresários e microempreendedores individuais afro-brasileiros.

As iniciativas selecionadas terão acompanhamento específico do Sebrae e da equipe do projeto, com ações de formação e capacitação. Além do fortalecimento da rede nacional, o projeto pretende fornecer as bases para a construção de uma Política Nacional de Fortalecimento do Empreendedorismo Afro-Brasileiro, estruturando propostas de programas de Apoio aos Empreendedores Afro-Brasileiros.

Como participar

Para participar do Programa os interessados devem procurar as sedes do CEABRA e do SEBRAE em cada Estado. Em S. Paulo, devem fazer contato com a consultora nacional do Projeto, Aparecida dos Santos, no telefone (11) 3333-1066. E-mail: aparecida.dossantos@yahoo.com.br.

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