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5 canais para negros no YouTube

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Por Silvia Nascimento

Apesar do grande número de sites, blogs para negros na internet, ainda há poucos espaços para este público em frente às câmeras. Numa breve pesquisa no YouTube eu achei muitos canais voltados a beleza negra, sobretudo sobre cabelos crespos, mas poucas coisas relacionadas à comunidade negra fora do aspecto estético.

Selecionei alguns que me chamaram a atenção pelo conteúdo e outros pelo aspecto técnico. Se você gosta de comunicação e tem uma câmera decente no seu celular ou tablet que tal se arriscar em verbalizar suas opiniões, ideias e reflexões sobre o que é ser negro no Brasil? Confira nossas dicas:

Apenas Ana

Esse é um dos canais mais populares voltado ao cuidados com os cabelos crespos. Ana, a dona do canal, tem apenas 16 anos, mas dá dicas preciosas de cuidados com os fios que servem para todas as idades. Dicas de produtos, macetes caseiros, aulinha de maquiagem e até um diário aberto estão entre os vídeos da vlogueira que tem milhares de acessos.

A Cor da Cultura

Este espaço foi desenvolvido pelo canal Futura com o objetivo de popularizar a cultura negra nas escolas. Educação, música e ancestralidade são alguns dos temas discutidos por profissionais de diversas areas no canal.

Tá bom pra você

“ Margarina Black: porque negro também come pão com com margarina”. Essa é alguma das sátiras que o ator global Érico Brás junto com sua trupe, faz com a publicidade brasileira raramente mostra negros em comerciais de produtos básicos, como margarina, pasta de dente e farinha.

Racionais TV

Esse não é bem um canal exclusivamente para negros, mas neste espaço os integrantes do maior grupo de rap do Brasil não só mostra suas músicas, mas discutem temas de grande interesse para comunidade negra da periferia.


Windeck

Pense em uma novela onde a maioria do elenco é formada por negros ricos, poderosos e chiquérrimos. Essa novela é a Windeck. Produzida na Angola ela terminou em 2013, mas tem todos os episódios disponíveis em seu canal no YouTube.

http://youtu.be/68YROELa73o

CPI sugere mudanças na Constituição para diminuir a violência contra jovens negros

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A chance de um negro ser assassinado é quase 4 vezes maior do que a de um jovem branco. Essa foi uma das conclusões apontadas no relatório da CPI da violência contra jovens negros, na tarde desta quarta-feira (15).

O grupo que conta, com 36 deputados, sugere 16 projetos de lei e oito Propostas de Emenda à Constituição (PECs) para combater a violência aos jovens negros.

O relatório aponta também medidas como a criação do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir) como efetivas iniciativas no sentido de combater o racismo e, consequentemente, combater a violência aos jovens negros através da execução de políticas públicas.

O entendimento do grupo é que muito mais que um problema de segurança pública, a violência direcionada aos jovens negros é, fundamentalmente, enraizada no racismo, que tende a criminalizar os negros antes mesmo de investigar os supostos delitos. Para os deputados Jean Wyllys (RJ) e Erika Kokay (DF), há um discurso de ódio racial que é propagado pelos meios de comunicação, especialmente em programas policiais.

“É o discurso da invisibilidade do racismo que combatemos. Há a naturalização da subalternação do negro em relação ao branco e a sociedade aceita isso, sendo reafirmada por um discurso de ódio racial pela mídia”, afirmou Erika.

Para Jean Wyllys, o propagação do discurso de racismo na mídia é algo que não pode ser ignorado e que a sociedade deve ter conhecimento. Na visão do parlamentar, é trabalho da CPI realizar este tipo de alerta.

Com a aprovação do relatório, a tarefa dos deputados agora é consolidar os projetos de lei e apresentá-los a mesa diretora da câmara. A tramitação de cada proposta varia, e não há previsão de quando as leis serão votadas.

Evento afro-americano é um festival de cabelos bonitos!

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Todo verão a badalada revista afro-americana Essence promove um festival com muita música, moda e gente bonita circulando dentro e fora dos palcos. O Mundo Negro selecionou alguns looks dos visitantes da última edição do evento que aconteceu agora no começo de Julho.

No dia-a-dia elas podem ser gente como a gente, mas o visual é puro glamour.

Tá afim de levar seu visual para um outro patamar? Se inspire nessas fotos.

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Fotos: Revista Essence

Madonna é acusada de racismo em foto com filhos

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O que era para ser apenas mais uma foto fofa de família e se tornou em uma grande polêmica. Mas também o que esperar quando quem posta a foto é a Madonna?

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Depois de um dia de malhação, a cantora decidiu colocar em seu Instagram uma foto dos seus filhos adotivos David Banda e Mercy James massageando seus pés. Como as crianças são negras, muitos dos seus fãs fizeram uma leitura racista da foto. Alguns até provocaram a cantora dizendo que ela nunca colocou seus filhos brancos para fazer o mesmo. Será que colocar seus filhos para te mimar depois de um dia difícil é uma demonstração de carinho ou exploração?

Negros no tênis

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Conheça o tenista Dustin Brown, descendente de jamaicanos e alemães ele chamou a atenção da imprensa esportiva mundial ao derrotar, Rafael Nadal, o número 10 no ranking mundial

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Os negros estão ganhando mais e mais visibilidade em esportes mais elitizados. E fazendo bonito. Hamilton na F1, Serena Willians no tênis – ah sim, não podemos esquecer de Tiger Woods no golfe – têm trazido não só a sua cor, mas o orgulho de suas origens em um espaço até então dominado por brancos.

Com longos dreads e tatuagens enormes, Dustin Brown, que passou 6 dos seus 30 anos, morando em uma van – presente dado pelos pais para que ele disputasse torneios pela Europa –  atraiu olhares dos fãs de tênis ao derrotar Rafael Nadal, uns dos 10 melhores tenistas do mundo, no último dia 2.

O tenista, apesar de ter nascido na Alemanha, costuma ser chamado de ex-jamaicano, por ter representado a Jamaica, terra de seu pai, no início da sua carreira.  Hoje ele representa a Alemanha e sonha em ser tão famoso quanto Bolt.

Malês serão retratados em filme

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Com  Milton Gonçalves, Camila Pitanga, Rocco Pitanga, Lázaro Ramos, Thaís Araújo e  Seu Jorge no elenco, projeto de filme sobre os Malês é apresentado ao Ministro da Cultura

30.16.2015 Revolta do Malês

Da redação

No século XIX, no Brasil, os negros mulçumanos que sabiam ler e escrever em língua árabe e eram mais instruídos que seus senhores, eram conhecidos como Malês. Em 1835, os Malês se revoltaram por causa da imposição do governo ao catolicismo e por isso, decidiram libertar os escravos mulçumanos, tomar o governo e estabelecer um próprio, mas foram derrotados.

A Revolta dos Malês é a história que o ator Antônio Pitanga quer contar para os brasileiros, principalmente, para aqueles que desconhecem os fatos e a etnia. O ator quer transformar o fato real em filme. A película, orçada em R$12 milhões, terá no elenco atores negros consagrados, como Milton Gonçalves, Camila Pitanga e seu irmão, Rocco Pitanga, Lázaro Ramos, Thaís Araújo, Seu Jorge, entre outros.

Segundo Pitanga, o projeto é ousado, assim como os Malês. “Esse foi um dos maiores levantes que aconteceram no País, e não foi com negros coitadinhos, foi com negros que não aceitavam ser serviçais”.

Antônio Pitanga e o produtor Flávio Tambellini apresentaram o projeto, na tarde desta terça-feira, dia 30, ao ministro da Cultura, Juca Ferreira, que classificou a ideia como ótima.

Para o secretário da Secretaria do Audiovisual do MinC, Pola Ribeiro, o projeto está alinhado com o compromisso do Ministério. “É um tipo de filme que dialoga com a sociedade. Tem compromisso com a educação, com a sociedade, tem um caráter educativo”, afirma.

O encontro aconteceu no Ministério da Cultura. Participaram também a deputada federal Bendita da Silva (PT/RJ), os secretários Pola Ribeiro, da Secretaria do Audiovisual (SAv) e Vinícius Wu, da Secretaria de Articulação Institucional (SAI) e assessores da Ancine (Agência Nacional de Cinema).

 

Editor da Raça Brasil é o novo secretário de Promoção da Igualdade Racial da cidade de São Paulo

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Cartunista conhecido pelos trabalhos no jornal “O Pasquim” e diretor da revista “Raça”, voltada ao público negro, o escritor e publicitário Maurício Pestana foi empossado na tarde desta segunda-feira (22) como o novo secretário municipal de Promoção da Igualdade Racial. Pestana, que ocupava o cargo de secretário-adjunto da pasta desde abril do ano passado, substitui Antonio Silva, que atuará na Secretaria Municipal da Cultura.

pestana seppir

Ligado ao Partido Comunista do Brasil (PC do B), Pestana milita há quase 30 anos no movimento negro e tem como missão ampliar as políticas afirmativas adotadas desde a criação da secretaria, em 2013. Além do processo de implementação do ensino da História e Cultura Afrobrasileira nas escolas municipais, as políticas para imigrantes haitianos e a ampliação do diálogo com movimentos da periferia estão entre os focos do trabalho da pasta.

“Nosso objetivo é que o negro não seja só aquele que ser organiza e bata a porta reivindicando os direitos que são seus, mas que esteja dentro da administração quem olhe pela comunidade em geral, e não por fragmentos da comunidade ou por aqueles que tenham acesso privilegiado aos órgãos públicos”, disse o prefeito Fernando Haddad.

“Ampliar e consolidar as políticas afirmativas será nossa grande marca e nosso grande desafio. Se em um primeiro momento ficamos marcados por termos iniciado o diálogo entre o poder público e os fluxos do funk, vamos aproveitar essa expertise para fazer o mesmo com todas as vertentes da cultura negra e popular, como as dezenas de agremiações de escolas de samba”, afirmou o novo secretário.

Entre as medidas aplicadas nos últimos dois anos, está a Lei Municipal 15.939, que assegura cota de 20% para a população negra em cargos efetivos e comissionados de órgãos municipais, sancionada no ano passado. Com ela, 14 procuradores negros e negras ingressaram no serviço público por meio de concurso, em um universo que antes, era de apenas três profissionais. Além deles, por meio da lei, 23 auditores fiscais, 18 especialistas em Ciências Contábeis e 971 professores entraram na administração municipal.

“Se você não tem a representação da mulher ou do negro dentro da administração pública, essa administração não tem como representar o todo e por isso, os concursos precisam de um equilíbrio maior”, disse o prefeito.

Outro projeto da secretaria é o FunkSP, que após uma série de diálogos com organizadores dos chamados pancadões e fluxos que tomavam as ruas da capital, passou a realizar os eventos com estrutura de segurança, em local que não atrapalha a vizinhança e com horário definido.

“É uma honra muito grande ter participado de uma gestão que tem uma visão moderna de enxergar a cidade, que inclui a todos e a todas, mesmo nos temas que nós da esquerda consideramos difíceis de tratar como, por exemplo, o funk e dos pancadões”, afirmou o ex-secretário Antonio Silva, que, agora na Cultura, auxiliará os programas ligados à cultura de periferia.

Estiveram presentes os secretários municipais Luiz Antonio Medeiros (Coordenação das Subprefeituras), Jilmar Tatto (Transportes), Valter Correia (Gestão), José de Filippi Júnior (Saúde), Tadeu Candelária (Verde e Meio Ambiente), além da vice-prefeita Nádia Campeão.

Fotos
Credito: Heloisa Ballarini/SECOM

Atriz de “Histórias Cruzadas”, será Deus no cinema em “A Cabana”

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Octavia Spencer será Deus, em " Cabana"

O livro “A Cabana” é um best-seller americano que ficou entre os livros mais vendidos no Brasil no ano de 2009.

Octavia Spencer será Deus, em " Cabana"
Octavia Spencer será Deus, em ” Cabana”

A obra de Willian P. Young, narra a história de Mack, um pai atormentado com o violento assassinato da sua filha pequena e que começa a questionar as vontades de Deus, tendo a oportunidade de Confrontá-lo frente a frente em uma cabana abandonada.

 

No livro, Ele aparece como uma mulher negra que no cinema será interpretada por Octavia Spencer. A atriz afro-americana ganhou o Oscar como atriz coadjuvante em 2012, pela sua sensível e forte atuação no filme “História Cruzadas”. “A Cabana” ainda está em fase de pré-produção e sem data da estréia.

Com Parker como mentor, novo homem aranha da Marvel é negro. Editora ainda quer Beyoncé em Os Vingadores

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Agora é oficial. A Marvel anunciou Miles Morales como o Homem-Aranha. Por enquanto, somente nos quadrinhos, o jovem de pai afro-americano e mãe porto-riquenha usa a máscara do herói desde 2011 em uma realidade paralela, na qual Peter Parker morreu.

homem aranha negro quadrinhos

Segundo o roteirista Brian Bendis, em entrevista ao jornal New York Daily News, Morales vai ocupar ainda este ano a linha oficial das revistas do Homem-Aranha, com Parker, agora adulto, como seu mentor. “Não é um Homem-Aranha com uma observação. Agora é o Homem-Aranha de verdade. É nossa mensagem para crianças e adultos negros e também para todos os outros leitores”, diz Bendis.

“Muitas crianças negras, quando brincam de super-heróis com seus amigos, não são permitidos no papel de Batman ou Superman, pois eles não se parecem com eles. Mas eles sempre puderam ser o Homem-Aranha, pois qualquer um pode estar debaixo daquela máscara”, diz.

Beyonce nos Vingadores?

Se depender da Marvel a diva Beyonce fará parte da trupe justiceira dos vingadores.

“Amaríamos ter a Beyoncé conosco, como uma nova personagem nas telonas, vinda do catálogo existente de diversos personagens dos quadrinhos da Marvel”, um executivo sênior da Disney disse ao jornal americano Daily Star.

Essa não seria a primeira vez da cantora mostrando seu lado atriz. Ela já concorreu a um Globo de Ouro por seu papel de Dreamgirls, além de ter interpretado Foxxy Cleopatra em um dos filmes de Austin Power, Xania no filme da Pantera Cor de Rosa e também foi Etta James em Cadillac Records.

Advogada branca que se passou por negra causa polêmica nos Estados Unidos

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A história da advogada de direitos civis norte-americana Rachel Dolezal, acusada de fingir ser negra, continua a repercutir na imprensa norte-americana e no movimento negro pelo fato de ela, sendo filha biológica de um casal branco de origem europeia, ter assumido uma identidade negra. Ela se autodenomina negra, trabalha em defesa dos direitos civis dos afro-americanos, mas é filha biológica de um casal branco. O caso ganhou fama mundial depois de os pais a terem acusado de mentir sobre sua origem, que seria europeia e não africana.

Por Leandra Felipe (AG/Br)

Para algumas entidades representativas, ainda que ela se identifique culturalmente com afro-americanos, tenha filhos afro-americanos de sua relação com um afro-americano, ela não deveria adotar uma identidade que não tem.

“Uma coisa é identificar-se culturalmente, outra é ser criada com uma criança branca e, adulta, se autodeclarar negra”, afirmou à Agência Brasil, Tereza Gutierrez, representante do Centro de Ações Internacionais (IAC, sigla em inglês), uma organização não governamental (ONG) de Nova York, que trabalha com temas de racismo e exploração  no mundo.

Tereza disse que apesar de Rachel ser engajada no movimento dos direitos civis, apropriar-se de uma identidade, não é correto do ponto de vista ético. “Ela não foi criada como uma menina negra e não sofreu os mesmos tipos de preconceitos que uma criança negra”, afirmou.

Após a denúncia dos pais, algumas entidades do movimento negro e a opinião pública acusaram Rachel de ter se autodenominado negra para ter acesso a programas de ações afirmativas.

Ela nega essas acusações e, nessa terça-feira (16), falou com exclusividade à Rede de Televisão norte-americana NBC. “Tudo que fiz foi para sobreviver”, afirmou, durante a primeira entrevista que concedeu após o escândalo causado pela revelação dos pais.

Depois da divulgação da entrevista, Rachel foi demitida do cargo de representante da Associação Nacional para o Avanço de Pessoas de Cor (NAACP – a sigla em inglês) em Washington e afastada da função de professora em uma universidade local

Na entrevista, a advogada disse que faria tudo de novo, com relação a se autodeclarar “não branca” e a se considerar negra. Ela falou que a questão é “mais complexa do que parece”. Acrescentou que desde os cinco anos já desenhava seu cabelo “crespo e marrom”, em vez de “loiro e liso.”

O que chocou o país foi a publicação de fotos de Rachel no ensino médio, com cabelos loiros naturais, lisos e pele branca. Atualmente, adota os cabelos crespos e a pele bronzeada. Ela confirmou ser a garota branca da foto divulgada pelos pais, mas se defendeu ao dizer que se sente negra e que sua identidade não é uma “atuação grotesca”, referindo-se aos atores brancos que usavam uma técnica conhecida como black-face, ao pintar o rosto de negro para personificar a etnia de forma estereotipada.

Os motivos que levaram Rachel a se declarar negra ainda não estão totalmente esclarecidos. Os pais têm ascendência europeia, como ela mesma confirmou, mas ela cresceu com irmãos negros adotados e disse que passou por uma grande mudança quando estudou direitos humanos.

Algumas reportagens citam o fato de ela ter estudado belas artes na Universidade de Howard, local em que mais de 90% dos alunos são negros. Lá teria sofrido discriminação por ser branca. Mas não houve continuidade na investigação de racismo pela comissão escolar por alegada falta de provas.

Apesar da complexidade do caso, os pais a acusaram de querer “ser uma pessoa que não é”. A mãe, Ruthanne Dolezal, a acusou de “representar uma mulher negra ou de raça mista”, e afirmou que isso “simplesmente não é verdade”.

Em sua defesa, ela disse que já foi chamada de “transrracial” e que nunca tentou mudar o “rótulo”, porque a situação é muito mais que uma “briga” para saber quem está certo ou errado.

Rachel, que agora perdeu o emprego e o status que tinha como ativista, disse que faria tudo de novo e que gostaria de promover um debate que fosse além da questão racial. “Sobre o que significa ser humano, que fosse até o cerne da definição de ser humano, raça, cultura, autodeterminação e empoderamento”, acrescentou na rede de TV.

Na entrevista dessa terça-feira (16), Dolezal afirmou que quando a foto apresentada pela mãe foi tirada, ela ainda não se sentia negra. A Agência Brasil enviou um e-mail à advogada e obteve seu telefone, para solicitar uma entrevista, mas Rachel Dolezal não respondeu ao e-maile não retornou as ligações.

A Agência Brasil também conversou com a assistente legislativa do Senado, Jackqueline Leathers, que assessora questões em defesa de mulheres, em Atlanta.

Ponderada, Leathers disse que há muitas variáveis no caso, mais importantes do que julgar ou definir se Rachel é negra ou branca ou se mentiu. “Muita coisa deve ser levada em consideração, inclusive mudanças na própria Rachel sobre sua carreira acadêmica e suas escolhas pessoais e profissionais.

Mas, muito além disso, “é preciso aproveitar o momento para pensar sobre o que define raça”. E completou: “Eu sou uma mulher negra. Mas você pode me perguntar se eu sou uma mulher branca, porque tenho ancestrais brancos. E eu diria que isso não me faria branca. Porque sou quem sou, porque me orgulho de ser uma mulher negra”.

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