Com o punho erguido, o piloto inglês Lewis Hamilton, da equipe Mercedes, subiu ao pódio neste domingo (12) após vencer o GP da Estíria, na Áustria. O finlandês Valtteri Bottas, da Mercedes, e o holandês Max Verstapen, da Red Bull, completaram o pódio.
Em junho, Lewis Hamilton participou de um protesto antirracismo no coração de Londres. O piloto da Mercedes usou uma bandana e desfilou com um cartaz com a inscrição “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam) na capital britânica.
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Dos 16 pilotos que foram mostrados no grid, 4 ficaram em pé: o holandês Max Verstappen, da Red Bull, o monegasco Charles Leclerc, da Ferrari, o finlandês Kimi Raikkonen, da Alfa Romeo, e o russo Daniil Kvyat, da AlphaTauri. Todos os pilotos usavam camisetas pretas com a inscrição “End racism” (“encerre o racismo”), com exceção de Lewis Hamilton, que vestiu uma camiseta preta com o texto “Black Lives Matter”.
O gesto tem se repetido em várias manifestações pelo mundo desencadeadas pela morte do americano George Floyd, um homem negro que morreu assassinado por um policial branco que se ajoelhou sobre o seu pescoço em Minneapolis, nos EUA, no dia 25 de maio.
Na primeira prova da temporada, que começou somente no último domingo devido à pandemia de Covid-19, seis pilotos não se ajoelharam, o que gerou descontentamento por parte de Lewis Hamilton, que lidera os protestos na F-1. Naquela ocasião, Verstappen, Leclrerc, Raikkonen e Kvyat também não se ajoelharam, assim como o italiano Antonio Giovinazzi (Alfa Romeo) e o espanhol Carlos Sainz (McLaren).
O piloto compartilhou a foto do momento em seu Instagram, agradeceu a todos da equipe por “abrirem a mente e apoiá-lo”, “estamos juntos e lutamos”, escreveu.
Na semana passada o rapper americano Auggust Alsina confessou no programa The Breakfast Club que teve um relacionamento com Jada Pinkett Smith, esposa de Will Smith, romance que inclusive, teria acontecido com uma suposta permissão e benção do ator americano.
Jada com o rapper Auggust Alsina – Reprodução Twitter
Alsina deu detalhes da sua relação com a apresentadora do Red Table Talk, que aconteceu há 4 anos, dizendo que poderia morrer sabendo que amou uma pessoa intensamente. Ninguém esperava por essa notícia, mesmo com décadas de rumores sobre a suposta relação aberta do casal Smith que nunca foi confirmada por nenhum dos dois.
Jada preocupada com a forma que toxidade da repercussão do seu relacionamento com Alsina poderia atingir as pessoas envolvidas, resolveu usar seu programa no Facebook Watch para explicar o que realmente aconteceu.
Resumidamente, em um vídeo de um pouco mais de 12 minutos, Jada e Will, conversam frente a frente, sobre os fatos reais em relação a presença de Alsina na família Smith. Ela confessou que se relacionou com o rapper, que começou a frequentar sua casa por estar passando por problemas sérios de saúde. Ele era amigo do seu filho Jaden Smith. Porém ela nega que houve algum tipo de permissão de Will, que confirma.
“Na verdade, nós nos tornamos realmente bons amigos. Tudo começou com ele apenas precisando de ajuda. Eu querendo ajudar sua saúde, seu estado mental, sabe?”, disse Jada bem no início do programa.
O que muita gente não conseguiu entender, apesar de ter ficado bem explicado no Red Table Talk é que Jada namorou Alsina quando ela e Will estavam separados. Will mesmo explica: “Decidimos que iríamos nos separar por um período de tempo, e você vai descobrir como ser feliz, e eu vou descobrir como me fazer feliz”. Os dois afirmaram que a possibilidade de voltar era remota na época.
Will inclusive chegou a fazer um vídeo sobre felicidade no casamento. “Você não pode fazer uma pessoa feliz. Isso está fora do seu controle”, explica o Fresh Prince em uma linha de pensamento muito interessante que pode ser vista no link abaixo:
Jada não traiu Will. Ela teve um relacionamento, há quatro anos, durante uma separação onde nenhum dos dois sabiam se iriam voltar. Jada também fala que a companhia do jovem rapper a fazia se sentir bem de uma forma como ela não se sentia há anos. O casal Smith estava separado e machucado.
Muitos comentaram sobre a aparência melancólica de Will durante a conversa que foi um dos vídeos mais assistidos da história do Facebook Watch.
de tudo q aconteceu esse ano, essa foto do Will Smith triste foi oq mais me doeu pic.twitter.com/ULNcqNccKT
Os olhares de tristeza dele não podem ser traduzidos. Pode ser tristeza, arrependimento ou até mesmo constrangimento em expor algo tão privado e delicado em um momento já tão problemático para o mundo. Porém se eles não fizessem essa DR pública, os estragos poderiam ser maiores. Jada está sendo atacada impiedosamente e Will tachado como o bom marido traído.
Ao final do vídeos os dois falam sobre honestidade e cura em uma jornada de 24 anos juntos.
Jada confessa que duvidava da capacidade de Will a amá-la incondicionalmente. Quando ele pergunta como está se saindo ela responde sorrindo, mas com lágrimas nos olhos: “você está sendo bom para c*****”. Eles ainda brincam com o slogan do filme Bad Boy dizendo: “Cavalgamos juntos, morremos juntos, casamento ruim pela vida toda”.
Cenas do Red Table Talk com Jada e Will Smith – Reprodução Facebook
O casal Smith deve estar fragilizado sim, mas apesar de tudo, eles no deixa algumas lições sobre relacionamentos.
– Não somos responsáveis pela felicidade do outro
– Se separar e voltar é um respiro necessário para muitos casais
– A honestidade é fundamental
– Terapia de casal ajuda a curar dores individuais que impedem um crescimento à dois
– Cada casal tem seus códigos e compromissos e com o passar dos anos eles tendem a se tornar mais fortes se o relacionamento é saudável
Há quem diga que eles não disseram tudo, mas realmente teriam que dizer?
O jornalista Leandro Narloch foi demitido da CNN nesta sexta-feira, 10 de julho, por usar termos homofóbicos ao comentar a notícia sobre a revogação da Anvisa na proibição da doação de sangue de homens quem tem relações sexuais com outros homens.
Narloch sugeriu em seu comentário que homens homossexuais estariam mais sujeitos a contrair AIDS por serem promíscuos. Ele ainda se referiu à homossexualidade como “opção sexual”.
O colunista Fefifo, da UOL, corrige os dados informando que de acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, entre 2007 e 2019, 248.520 pessoas (homens e mulheres) se infectaram no país pelo vírus HIV a partir de relações sexuais. Destas, 105.014 eram LGBT+. Isso representa 42% do total. Ou seja: 58% dos infectados, a maioria, era heterossexual
O ex-funcionário da CNN é também autor do livro “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”. De acordo com o escritor e pesquisador Ale Santos, Narloch é um dos maiores propagadores da ideia, sem nenhum embasamento histórico, de que Zumbi dos Palmares possuía escravos.
Em uma entrevista ao jornalista Augusto Nunes para revista Veja, Narloch disse que historiadores marxistas construíram a imagem de Zumbi como um herói, mas que líder dos Palmares também explorava pessoas escravizadas.
Veja o vídeo.
Esse é o cara que popularizou a História de que Zumbi de Palmares tinha escravos, com o livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil.
Ele mesmo declara que "sabe-se muito pouco sobre Zumbi", por isso resolveu tirar suas próprias conclusões. pic.twitter.com/PlH72u2gke
O curso de inglês “Winners” (Vencedoras) faz parte do Projeto Ela Mandela que liderado pela educadora e empreendedora Fabiana Côrtes Carvalho, quer garantir que 600 mulheres negras de todo o Brasil tenham acesso às aulas on-line ministradas por professoras negras e ao material desenvolvido por elas para fortalecer a auto-estima das alunas e ampliar o conhecimento cultural e histórico de suas raízes. Para isso, foi criado um Crowdfunding (campanha de financiamento coletivo) no site Benfeitoria em que qualquer pessoa pode contribuir financeiramente com quantias a partir de R$10.
Além de o conhecimento da língua inglesa ser uma ferramenta poderosa e necessária para que mulheres negras acessem diferentes espaços sociais e tenham outras oportunidades de vida, elas também podem se espelhar nas professoras negras que fazem parte do projeto e se ver representadas nos materiais que incluem recursos literários e audiovisuais que referenciam a história e cultura africana e afro americana, bem como lideranças femininas negras.
Se até 30 de agosto de 2020 forem arrecadados os valores necessários, serão 6 meses de curso on-line e material digital para 600 alunas (divididas em turmas), empregando 6 professoras, todas mulheres negras. As aulas vão acontecer através da plataforma Google Classroom, o app Meet e o YouTube e parte do conteúdo ficará disponível para acesso público e gratuito.
A primeira meta da campanha financiará o curso para 100 mulheres e precisa arrecadar R$8.900. Isso equivale a carga horária de 1 hora de aula semanal e 1 hora de tutoria online semanal totalizam 200 horas de ensino em 6 meses, que geram trabalho e renda para professoras negras.
A personagem Gleyce Soares, interpretada por Maria Gal, mãe de Kessya (Duda Pimenta) e Jefferson (Vítor Brito), única mãe de família negra no ar por 2 anos ininterruptos em telenovela no Brasil, chega ao fim da primeira temporada de sua trajetória nesta segunda-feira (13) em As Aventuras de Poliana do SBT.
Numa jornada de heroína, a personagem começou a trama casada, trabalhando na limpeza da escola Ruth Goulart, com dois filhos que por alguns momentos sofreram por estudar numa das maiores escolas do país, por conta da rejeição de seus colegas, por serem negros e pobres.
Gleyce influenciou os filhos a estudarem na escola, Kessya com o apoio da mãe se destacou no ballet, Jefferson na área de tecnologia, enquanto Gleyce ao longo da trama foi uma das líderes do Comitê do Laço Pink, ficou viúva tendo que criar os filhos sozinha mas não desanimou, até pedir para largar o trabalho de limpeza. Sem falar que ela ainda teve que lidar com os bandidos da comunidade e o vilão Roger interpretado por Otávio Martins. Ô paizinho do Céu! (bordão da personagem que ficou na boca da audiência).
Ao final da novela podemos ver a carismática personagem em vários núcleos da trama. Foi aprovada para a faculdade de administração, contribuiu para o empoderamento de suas amigas vítimas de seus pares, vai sair da comunidade para uma casa melhor e para alegria de todos está com um grande amor, seu ex professor Henrique interpretado pelo ator Paulo Américo.
É importante destacar também que Gleyce Soares é a única personagem negra a ter um programa fora da novela, no mundo real, no Youtube. O programa que chama Dicas da Gleyce, trata-se de um programa sobre dicas de finanças e conta também com histórias inspiradoras. O programa tem mais de 270 mil visualizações em menos de 2 meses .
Percebemos nessa trajetória uma personagem forte, que superou desafios, ética, e que representa as mulheres brasileiras e o Brasil. Gleyce trás um conteúdo que queremos ver, afinal de contas num país como o Brasil onde 55,8% da população se autodeclara negra, personagem como a Gleyce Soares na TV é necessária.
A cantora Agnes apresentou seu novo single, “Rio”, em todas as plataformas digitais. A música também ganhou um videoclipe oficial, com direção de Dauto Galli.
A faixa integra o repertório do novo projeto da cantora, “Romaria”, que é uma colaboração da Baguá Records e da Universal Music. O EP traz quatro canções em homenagem às localidades por onde Agnes passou ou gostaria de passar. O próximo single, “Lisboa”, será lançado no dia 24 de julho.
“Espero, de coração, que vocês estejam bem. ‘Rio’ é a primeira faixa do meu EP, ‘Romaria’, e chega com videoclipe. Essa é uma música que tem muito sentimento envolvido e fala sobre desilusão amorosa. Espero que gostem. Só vocês escutando e vendo o clipe para saber que sentimento ela vai despertar em cada um. Um cheiro!”, disse Agnes ao divulgar sua nova música.
Em 2019, a cantora se juntou ao artista Xamã para o lançamento de um projeto composto por cinco faixas, completamente dedicado às mulheres, disponibilizado através do selo Baguá Records.
O mês de Julho se iniciou com muitas “capas pretas” e lindas. Até o momento, quatro grandes revistas divulgaram suas capas estampadas por mulheres negras.
A primeira, foi a revista Harper’s Bazaar Brasil com Thelma Assis na capa. A revista trouxe a temática “paz, amor e luta” e contará com uma entrevista exclusiva com a médica e ganhadora do BBB 20. A capa faz menção e homenagem a capa de 1966 com Donyale Luna, primeira mulher negra a estampar a capa da revista Vogue.
Donyale Luna, a primeira mulher negra a estampar a capa da Vogue em 1966
Em sequencia, a revista Marie Claire homenageou 26 jornalistas e Maju Coutinho estampou a capa da revista. São 10 capas, sendo uma impressa e nove digitais, com mulheres que seguem semeando conhecimento e esperança por meio de assuntos como política, economia, saúde e questões raciais.
A apresentadora do jornal Hoje, a jornalista Maju Coutinho é o rosto da versão impressa da publicação. Nas páginas da revista, a jornalista narra episódios racistas que já viveu na vida profissional e pessoal, a escolha da profissão e o trabalho durante a pandemia.
E por ultimo, a Vogue Brasil e México inovaram em suas capas. A versão brasileira trouxe a cantora e compositora carioca Teresa Cristina. Em duas opções, a capa traz o tema “luz própria”. O primeiro clique, colorido, foi inspirado na obra de Heitor dos Prazeres – pintor e sambista pioneiro dos anos de 1920 – e remete a cultura afro-brasileira e raízes musicais.
E a edição homenageia as lives feitas pela cantora: “os saraus mais ricos desta quarentena”.
Já a Vogue México, trouxe para a capa Karen Vega, “uma jovem mulher com muitos sonhos para realizar e paradigmas para demolir ”, como cita o texto que Vogue escreveu para apresentar à sua capa mais recente. Karen tem 18 anos e é a primeira modelo de Oaxaca a aparecer na capa da famosa revista de moda, em sua versão para o México. Ela aparece na capa da publicação usando um vestido de cor rosa intensa e abraçando um galo branco, enquanto no fundo o verde da zona rural de Oaxacan é observado.
Anielle grávida em uma foto em memória da irmã Marielle - Crédito da Imagem @estudiofreitasfotografia
O racismo não dá trégua nem para as negras gestantes. A jornalista, professora e ativista Anielle Franco, que está na 37ª semana de gravidez, estava a caminho da sua consulta semanal do pré-natal quando sentiu alguém puxando a sua bolsa, o que quase a fez perder o equilíbrio. A bolsa de Anielle tinha uma imagem da sua irmã, a vereadora eleita Marielle Franco, assassinada em 14 de maio de 2018.
“Ele nem era tão velho e puxou minha bolsa por trás e disse que a bolsa era horrível. Eu quase caí até porque eu estou bem pesada já”, detalha a mãe de Mariah que gera Eloah em seu ventre.
O homem, branco, ficou surpreso com a barriga de Anielle quando ela virou em direção a ele. “. Eu dei uma xingada de leve e quando ele disse que a bolsa era horrível e eu respondi e então ele me chamou de preta favelada , então eu disse : ‘ com muito orgulho e irmã dela também’ e saí andando”, descreve a diretora do Instituto Marielle Franco.
Desde que o mundo é mundo a música latina traz um calor especial aos nossos corações, além, é claro, de ser um terreno fértil para que vozes femininas se ergam e possam fazer com que seus desejos, origens e sentimentos sejam ouvidos.
E quando falamos em Barbados, um país insular localizado na América Central, banhado pelo mar do Caribe, apenas um nome vem à cabeça: o de Rihanna, a artista barbadiana mais famosa e conhecida do mundo. Mas, obviamente, há outros artistas tão talentosos no local. Listamos 14 nomes que representam a ampla diversidade cultural latina e caribenha; Confira:
CALYPSO ROSE
Calypso Rose é uma cantora e compositora de Trindade e Tobago. Ela começou a escrever músicas aos 15 anos, e ao longo dos anos, ela compôs mais de 800 músicas e gravou mais de 20 álbuns, e também é considerada a “mãe do calipso”.
KRISIRIE
A artista de 23 anos começou a publicar suas músicas online em 2015. A primeira delas é “Wind Blows”, que chegou a 70 mil streams no SoundCloud. Suas influências musicas são Bob Marley, Beres Hammond, The Weekend, Sade, Ella Fitzgerald e Drake.
NIKITA
Nikita nasceu numa família de músicos e, por isso, cresceu rodeada por todo tipo de música. Influenciada por tantos ritmos, ela criou um som próprio, que mistura elementos do soul, pop, R&B e o soca, gênero musical originado em Trindade e Tobago. A artista tem como principais divas as cantoras Alicia Keys e Chrisette Michele.
SHANTA PRINCE
Shanta começou a fazer barulho em Barbados no ano de 2014, quando sua faixa “Stush” lhe rendeu um lugar na semifinal de uma competição de Soca. Depois disso, ela venceu como revelação no Barbados Music Awards e, no momento, é uma das cantoras caribenhas mais conhecidas pelas ilhas vizinhas.
FAITH
Antes de dedicar-se à música, a cantora de 26 anos era modelo de calendário sensual. Só em 2016 ela começou a tocar em pequenos estabelecimentos, até ser convidada para se apresentar no circuito de hotéis de Barbados. Atualmente, ela é reconhecida em seu país e acabou de lançar seu disco de estreia, “Memories”.
SHONTELLE LAYNE
Shontelle Layne, é uma cantora e compositora de Barbados. Ficou famosa após escrever e participar da música “Roll It” com a cantora Rihanna e o grupo extinto J-Status com isso conseguiu o seu primeiro contrato profissional com a SRC/Motown.
DAYMÉ AROCENA
Daymé Arocena é uma cantora de jazz afro-cubana premiada de Havana, que foi descrita como a “melhor jovem cantora de Cuba”. Ela ganhou o Juno Award de 2015 pelo melhor álbum de jazz, como membro da banda de jazz Maqueque, tocando com a música canadense Jane Bunnett.
BECKY G
Becky G. Mesmo a cantora tendo nascido em Inglewood, cidade situada no Estado da Califórnia, seu sangue latino sempre falou mais alto. Tanto que ela começou a carreira fazendo pequenos covers em inglês na internet, atividade que manteve até ser descoberta por um olheiro. De lá pra cá Becky emplacou single atrás de single nas listas de mais tocadas do rádio e, resgatando as origens de sua família, majoritariamente mexicana, adotou o espanhol como seu idioma oficial desde 2016.
GREEICY
Vencedora da edição de 2018 do reality “Mira Quién Baila” (versão mexicana do “Dancing With The Stars”), a cantora nasceu na cidade de Cali e desde sempre se mostrou interessada em seguir carreira na música. Reunindo ótimas parcerias em pouco mais de um ano de carreira (entre elas Nacho, Anitta e David Bisbal), a cantora é super cuidadosa com a estética de seus trabalhos. Sempre envolta por cores fortes e uma ginga única.
AYA NAKAMURA
Aya Danioko, mais conhecida como Aya Nakamura, é uma cantora maliana. Ela é mais conhecida por seu hit “Djadja”, que tem mais de 600 milhões de visualizações no YouTube.
DEZARIE
Dezarie é uma cantora de reggae nascida em St. Croix, nas Ilhas Virgens Americanas. Divide as dependências do estúdio Afrikan Roots Lab com os conterrâneos do Midnite. Recebeu o prêmio Best New Female Reggae Artist (Melhor Revelaçao Feminina do Reggae) em Atlanta antes de retornar a ilha de St. Croix. Possui cinco discos em sua carreira, Fya de 2001, Gracious Mama Africa de 2003, Eaze the Pain de 2008, The Fourth Book 2010 e Love In Your Meditation de 2014. Em suas apresentações no Brasil, a cantora foi bem recebida pelas críticas e pelo público, devido sua postura e presença de palco.
E chegamos nas ultimas, porém mais ouvidas pelo mundo:
ROSALÍA
Rosalía Vila Tobella, conhecida mononimamente como Rosalía, é uma cantora, compositora e produtora musical espanhola. Conhecida por suas interpretações modernas da música flamenca, Rosalía cruzou fronteiras linguísticas depois de receber elogios de influenciadores internacionais e colaborar com artistas como Travis Scott, J Balvin, Pharrell Williams, James Blake e Ozuna.
SHAKIRA
Shakira Isabel Mebarak Ripoll é cantora, compositora, dançarina e instrumentista colombiana, além de atuar regularmente como produtora, empresária, coreógrafa, atriz, e modelo. Shakira também é embaixadora da Boa Vontade da UNICEF colombiana.
E por ultimo, mas nem tum pouco menos importante; Rihanna
Robyn Rihanna Fenty é cantora, compositora, atriz e empresária barbadense com mais de 275 milhões de obras musicais comercializadas em todo o mundo, Rihanna é um dos dez artistas musicais mais vendidos de todos os tempos. Ela também é o artista mais vendido digitalmente da história, estabelecendo um recorde no livro de recordes mundiais Guinness.
Rihanna também é dona da Fenty Beauty, marca de cosméticos lançada em setembro de 2017 popular por sua ampla inclusão em tons de pele e gênero. O lançamento original incluiu 40 tons mas desde seu lançamento já foi expandido para 50.
Crop Over é um festival tradicional de colheita que começou em Barbados, tendo começado cedo nas plantações de cana-de-açúcar durante a escravidão. A tradição original da colheita começou em 1687 como uma maneira de marcar o fim da colheita anual, mas estava amplamente espalhada por toda a região na época, inclusive em São Vicente, Trinidad e Jamaica. Como tal, ainda compartilha semelhanças com o Carnaval no Brasil. Muitas celebrações de colheita foram organizadas e patrocinadas por plantadores, que usavam como presentes alimentos e bebidas como meio de se desculpar pela escravização contínua.
O Crop Over foi revivido e organizado como um festival nacional em 1974 por atores locais, incluindo Julian Marryshow, Flora Spencer, Emile Straker e Livvy Burrowes com o Conselho de Turismo de Barbados, como uma maneira de atrair mais turistas para a ilha e reavivar o interesse pelo povo local. O festival começa em junho e vai até a primeira segunda-feira de agosto, quando culmina no final, The Grand Kadooment que envolve milhares de locais fantasiados, visitantes e, ocasionalmente, celebridades, incluindo Rihanna.
A festa multicultural é gratuita, a céu aberto. O carnaval caribenho têm diversos temas de interesse comum baseada no folclore, a cultura, e religião. Neste ano, devido ao Covid-19, Barbados cancelou o festival anual, um comunicado divulgado no site da Organização de Turismo do Caribe chamou a decisão de “difícil” e chamou o Crop Over Festival de “principal” vitrine de artes e cultura da ilha.
O Ministério da Economia Criativa, Cultura e Esportes usará o tempo para um programa nacional de treinamento em escolas e comunidades para garantir o desenvolvimento contínuo das artes locais, afirmou o comunicado.
Rihanna e o Carnaval Caribenho
Já sabemos que o Carnaval de Barbados, sem Rihanna não é Carnaval de verdade. E, como é de costume anual, a cantora que nasceu na ilha, sempre celebra o Crop Over Festival.
Em 2018 Rihanna foi nomeada embaixadora cultural de Barbados, segundo a primeira-ministra Mia Amor Mottley, Rihanna faz com que a ilha caribenha seja divulgada e espelha a sua cultura pelo mundo, atraindo cada vez mais turistas. “Rihanna tem um profundo amor por este país e isso se reflete em sua filantropia, especialmente nas áreas de saúde e educação”, disse a primeira-ministra na época.
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Carnaval Caribenho em Nova York
Em Nova York, as festividades são dominadas por dois eventos principais: a festa J’ouvert, realizada de um dia para o outro, que culmina com o grande desfile de carnaval, e o próprio desfile no Dia do Trabalho, as ruas se enchem de bandas com música, vendedores de comida e artesanato típicos do Caribe.
A J’ouvert (termo originado do francês jour ouvert, ou “dia livre”) é uma festa de rua que começa na madrugada e se estende até um pouco após o nascer do sol. Originada em 1838, quando a escravidão foi abolida no Caribe, era uma forma de os africanos emancipados participarem do Carnaval (antes proibido para eles, de acordo com as regras coloniais caribenhas) enquanto exerciam a liberdade recém-conquistada.
A Semana do Caribe anual da Organização de Turismo do Caribe, em Nova York, havia sido marcada para o início de junho, mas neste ano também foi cancelada devido ao novo coronavírus e ainda não tem data prevista para acontecer. Com tudo, sabemos que o carnaval ‘de lá e o daqui’, tem mais do que brilho e fantasias em comum.
‘Carnavais’ do Brasil
“O maior espetáculo na terra”, o Carnaval do Brasil é uma parte importante da cultura brasileira. O carnaval de rua do Rio de Janeiro é designado pela Guinness World Records como o maior carnaval do mundo, com aproximadamente dois milhões de pessoas por dia, e as escolas de samba são grandes entidades sociais.
O Carnaval Recife–Olinda é marcado pelo desfile do maior bloco de carnaval do mundo, o Galo da Madrugada. Este desfile acontece no primeiro sábado do Carnaval (sábado de Zé Pereira), passa pelo centro da cidade de Recife e tem, como símbolo, um galo gigante posicionado na Ponte Duarte Coelho. O Carnaval de Salvador tem grandes celebrações carnavalescas, incluindo o axé. Três circuitos compõem o festival. Campo Grande é o mais longo e tradicional. Barra-Ondina é o mais famoso, à beira-mar da Praia da Barra e Praia Ondina e Pelourinho.
O Carnaval caribenho celebra o trabalhador da colheita, o escravizado e o orgulho por sua cultura. Assim como no Brasil, o carnaval é um evento que leva o ano inteiro de trabalho, para que seja celebrado.
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