Agendada para sábado (15) às 10h da manhã, a Missa será transmitida ao vivo pelo Instagram da Irmandade do Rosário dos Pretos (@irmandadedoshomenspretos). Isso porque, presencialmente, só será possível reunir 40 convidados dos familiares, por conta das restrições impostas pelo isolamento social preventivo da pandemia da covid-19. Além disso, os presentes todos devem permanecer de máscara na igreja, na entrada receberão álcool em gel, além de ter a temperatura aferida.
Batizada como Francisca Xavier Queiroz de Jesus, a atriz faleceu no último sábado (08), vítima de câncer de pulmão avançado. Aos 88 anos, a atriz deixou marido, o ator baiano Clementino Kelé, com o qual foi casada por 64 anos; três filhos (Christina, Izabela e Clementino Junior) e três netos (Ernesto Xavier, Luana Xavier e Oranyan).
Referência nas artes negras e na religiosidade de matriz africana, Chica Xavier se tornou um legado cultural por conta de sua representatividade, que influenciou gerações de atrizes e atores negros.
O curso “Comunicação Estratégica para Organizações Sociais” está com inscrições abertas. A iniciativa é realizada pelo commbne – Comunicação baseada em inovação, raça e etnia, projeto desenvolvido no âmbito da aceleração de mulheres negras pelo Fundo Baobá para a Equidade Racial com o objetivo conectar comunicadores e perspectivas sobre comunicação e direitos humanos em nível global e o curso é voltado para organizações do terceiro setor e profissionais que atuam em iniciativas, coletivos e projetos sociais.
Ministrado por Midiã Noelle, jornalista e mestra em Cultura e Sociedade com experiência em assessoria de comunicação e jornalismo impresso/on line e atuante diretamente com comunicação para promoção de direitos. Será abordado no Workshop:
– Comunicação estratégica e desenvolvimento – O poder transformador da comunicação em organizações sociais – Como estabelecer relação com a imprensa – A comunicação como ferramenta de Incidência política e advocacy – Primeiros passos para elaboração do Planejamento de Comunicação
Os participantes receberão certificado e farão parte de um grupo virtual para o acompanhamento da aplicação dos conhecimentos adquiridos em suas iniciativas, projetos sociais e organizações. O foco é terceiro setor, porém, profissionais de empresas com perspectiva social também podem participar.
Além do workshop, os participantes podem contar com uma consultoria especializada com a facilitadora para aplicação das estratégias idealizadas.
Serviço:
Data: 5 de Setembro Duração: 4 horas Investimento: Aula: R$ 100,00 (Somente a aula) Aula + Consultoria particular: R$ 150,00 (clique aqui para se inscrever)
Idealizada por Jorge Furtado, a série “Amor e Sorte”, com estreia prevista para setembro na Globo, traz histórias de quatro duplas de atores “quarentenados”, sendo o último formado por mãe e filha que cumprem juntas o isolamento social. Os episódios têm duração de 25 minutos cada um e foram gravados pelos protagonistas de cada história em suas próprias casas, de forma remota. As tramas têm objetivo de fazer rir e passar mensagens de esperança sobre a pandemia do novo coronavírus.
Um dos episódios é protagonizado por Taís Araujo e Lázaro Ramos. Com a casa onde vivem como cenário, eles interpretam um casal confinado que, ao divergir sobre uma questão ideológica, chega a uma grande discussão matrimonial turbinada pelos nervos à flor da pele.
Cada episódio terá tema, atores e autor diferentes. No episódio de Taís e Lázaro, os personagens aos quais eles dão vida abusam dos dramas do dia a dia. Caio Blat e Luisa Arraes protagonizam o segundo episódio “A Beleza Salvará o Mundo”, interpretando texto escrito por eles próprios e de Furtado. Em outro episódio, que ainda não teve o nome divulgado, Emilio Dantas e Fabiula Nascimento protagonizam a história de um casal que caminha para o divórcio quando o isolamento começa. O quarto episódio será protagonizado por Fernanda Montenegro e Fernanda Torres e é o único que não se enquadra na produção remota. Com direção de Andrucha Waddington, marido de Fernanda Torres, as imagens foram feitas pelos filhos do casal, Pedro e Joaquim. Na trama, mãe e filha precisam lidar com o isolamento social e seus fantasmas do passado.
A coordenadora de conteúdo do canal IN Gabi de Oliveira - Foto: Reprodução Youtube
O canal IN, antigo canal dos irmãos Felipe e Luccas Neto, está de volta e totalmente reformulado. Ele é um dos principais produtos infanto-juvenis no Youtube, com 1,5 milhões de inscritos e é gerenciado pela Play 9, empresa de Felipe Neto e João Pedro Paes Leme.
A criadora de conteúdo Gabi de Oliveira, do canal Gabi de Pretas é um dos nomes estratégicos da reformulação do canal. Formada em Comunicação Social, ela além de fazer parte do casting , coordena a produção de conteúdo da programação do Canal IN.
A associação do nome da Gabi com Felipe Neto gerou muito rebuliço nas redes sociais, mas ela nunca tinha conversando com o empresário antes de uma participação dele no canal dela, em junho, por conta das conversas sobre questões raciais que dominaram as redes sociais depois do assassinato de George Floyd .
Para a produtora de conteúdo, a liberdade para direcionar as pautas de acordo com que ela acha coerente, foi fundamental para aceitar esse trabalho.
“Porque essa é uma política que eu levo no meu canal, eu falo mais não do que sim para muitas coisas. Então se eu não tiver, a liberdade de falar não, de apontar que aquilo não é coerente, para mim não vale a pena. Eu não vou associar a minha marca a um produto que eu não posso confiar”, explica Gabi.
Conversamos com ela sobre essa nova fase profissional, os desafios, como surgiu esse convite, sem esquecer da polêmica de quando sua contratação foi anunciada.
Mundo Negro – Você tem um cargo importante e de decisão dentro do canal IN que é coordenar o conteúdo, o coração de projetos desse tipo. Explica mais sobre essa função e até onde vai a sua independência nas tomadas de decisão sobre conteúdo
Gabi de Oliveira – É um cargo importante onde eu necessito de muita responsabilidade e atenção porque o nosso lema hoje no canal IN é produzir conteúdos responsáveis. O canal continua na mesma pegada voltado para o público pré-adolescente e adolescente, então ele vai continuar com a mesma pegada de ter brincadeiras , tags , fazer conteúdos que estão em alta , mas de forma responsável, sempre. Então apesar da gente estar pensando em quadros novos, e já gravamos quadros novos, com novos criadores e narrativas que representam a complexidade do que é o Brasil , a gente quer manter esse lugar de um canal divertido. A gente está apostando também em experimentos s sociais , dinâmicas divertidas e tudo pensando que a gente quer iniciar uma conversa com esse público, a gente quer plantar uma sementinha na cabeça dessas crianças e adolescentes para que elas reflitam sobre outras vivencias e outras realidades e para que a partir dessa conversa elas se atentem que é necessário respeito a vivencia do outro, da outra etnia e cultura.
Os criadores de conteúdo negros falarão somente sobre questões raciais , como essas pautas são definidas?
Definitivamente os criadores negros não estarão lá para falar sobre questões raciais somente. Em um vídeo ou outro essa temática será abordada. Alguns dos quadros que a gente está gravando falam por exemplo, sobre infância, a diferença entra a infância dos integrantes do canal, então obviamente se você é um criador negro, lgbtq+, você vai trazer experiências relacionadas ao racismo e homofobia, mas não necessariamente as pessoas estarão ali para falar [somente ] sobre as pautas racial, trans, indígenas ou Pcd’s. Os convidados muitas vezes estarão presentes para gente conhecer melhor a cultura delas e deles.
Gabi de Oliveira, Kamille Ramos [sozinha à direita] trazem mais diversidade ao canal IN. Foto- Reprodução Youtube
Você também aparece no canal IN. Sobre o que serão os seus vídeos? Por enquanto eu vou aparecer em um quadro chamado “Como é que é” que é voltado para conhecer novas experiências , culturas, novas vivências que será sempre com convidados e convidadas. Eu participo com outros criadores do canal, mas eu fico mais na coordenação de conteúdo do que como criadora na frente das câmeras. Minha função está muito mais em pensar estratégias de conteúdo e pensar em novos criadores, participantes, em quem convidar e como pautar determinados assuntos.
Você já tem uma grande experiência como produtora de conteúdo. Sentiu que tinha que estudar ou se especializar em algo diferente depois do convite para o canal IN? Onde você busca referências para ter aquele olho que coordenadores de conteúdo tem que ter? Sim, senti que tive que me especializar porque é um público totalmente novo então eu passei algumas semanas imersa em pesquisas , em conteúdos que atraiam esse público nessa faixa etária que é totalmente diferente da faixa etária que eu trabalho há 5 anos com meu canal e outras redes sociais. É muito diferente pensar em conteúdos para essa faixa etária, então precisei pesquisar bastante para achar um meio termo onde você ache uma narrativa positiva , tragas novas experiências para esse público, consiga iniciar conversas com impacto social, mas ainda assim mantendo a características atrativas para esse público.
Há sempre um dilema sobre ocupar espaços e criar os nossos próprios. Para você existe uma coisa melhor do que a outra?
Eu acho essa contradição interessante, principalmente durante a contratação da Play 9. No começo saiu que eu tinha sido contratada pelo Felipe Neto, quando na verdade quem me chamou foi João Pedro Paes Leme, que é sócio do Felipe na Play 9. Não sei se as pessoas percebem, mas eu trabalho no Youtube e Instagram que não são redes lideradas por pessoas negras. Então não tenho o discurso que eu estou lá hackeando, que estou lá para ocupar, ou que estou militando através desse aceite. Eu estou lá para para trabalhar e fazer o melhor trabalho possível para que os conteúdos e a missão que a gente pensou para o Canal IN sejam executadas da melhor forma possível. O canal tem valores que ele quer propagar. É sim um canal progressista , a gente quer representar a população brasileira. As pessoas perguntas se será um canal negro. Não, será um canal que vai representar o Brasil. A gente quer ao máximo encontrar criadores que sejam bem diversos, não só negros, mas que representem outras minorias. A luta não termina na gente.
Os irmãos do canal “Ikorodu Bois” se intitulam como “futuros produtores” e ficaram conhecidos por um remake impecável do filme “Extraction” da Netflix.
O remake do filme já conta com mais de 11,4 milhões de visualizações no twitter e tem mais de 450 mil curtidas, os recursos não são dos melhores, mas os remakes apresentados pelos nigerianos têm uma produção minuciosa, que conquistou milhares de pessoas ao redor do mundo.
Em entrevista para a CNN os irmãos contaram que produzem os vídeos geralmente com o que tem em casa, e só compram algo quando podem reaproveitar para as próximas produções e quando falta, contam com a ajuda da família e vizinhos.
Reconhecendo o excelente trabalho realizado pelos meninos a NetflixFilm os presenteou com equipamentos da melhor qualidade, para o aperfeiçoamento das produções.
Em vídeo, os meninos mostram os produtos animados e agradecem a Netflix inúmeras vezes pelos presentes. “Muito obrigado Netflix, isso é incrível”, diz um dos meninos animadíssimos mostrando os novos equipamentos para a produção dos filmes.
A música Alumiou, que traz como tema a negritude, faz parte do CD homônimo do cantor, compositor e premiado ator carioca Alan Rocha que aproveitou sua passagem por Salvador com o musical A Cor Púrpura para gravar seu clipe, que será lançado dia 20 de agosto.
Como um grito em forma de canto, unido à luz e ancestralidade, os versos da canção Alumiou vem enaltecer um pouco da história do povo negro. A composição gravada no seu 1º e elogiado CD de mesmo nome está disponível nas principais plataformas de streaming.
“Esta canção pra mim faz referência a três musicais que fiz, onde o protagonismo negro era muito marcante” diz Alan. Esses musicais aos quais Alan se refere são: “Bakulo”, da Cia dos Comuns; “É Samba na veia é Candeia” e “Besouro Cordão de Ouro”, de Paulo Cesar Pinheiro. O cantor também teve destaque nos musicais “Bem Sertanejo”, com Michel Teló; e “Sambra” com Diogo Nogueira – que participa no CD cantando a canção “Vem de Deus”.
O cantor e ator teve sua performance elogiada recentemente por vários críticos ao interpretar Harpo, no clássico da Broadway “A Cor Púrpura”. Quando perguntado sobre a importância da obra e de sua participação nela, Alan responde: “Recebi um carinho enorme do público nas redes e após o espetáculo, e com o tempo vieram lindas críticas ao espetáculo e ao meu trabalho”. Além do carinho do público e dos elogios dos críticos, a interpretação de Harpo rendeu a Alan os prêmios Botequim Cultural e APTR de melhor ator coadjuvante.
Alan Rocha como Harpo em A Cor Púrpura, onde ganhou várias indicações e os prêmios APTR e Botequim Cultural como melhor ator coadjuvante.
Maria Rita Kehl e seu avô o pai da eugenia no Brasil, Renato Kehl - Imagem - Colagem Google Images
Maria Rita Kehl está sentindo o desconforto de viver em um mundo onde vozes de pessoas diferentes, principalmente negras têm maior impacto na sociedade. O desconforto grita na escolha do título “lugar de cale-se” e desce a ladeira ao longo de parágrafos que tentam construir a ideia de que os movimentos chamados identitários estão promovendo linchamentos virtuais.
Várias personalidades como o Emicida já abordaram isso em entrevistas recentes: nas décadas passadas quando uma dessas colunistas ou jornalistas escrevia sua versão da história não existia um espaço de debate tão massivo quanto hoje para poder provocar uma reação diferente sobre o tema. Isso que estão chamando de “cancelamento” não passa desse questionamento natural sobre um posicionamento, que hoje temos voz para cobrar.
Maria Rita Kehl precisa ter muito cuidado ao utilizar termos como linchamento virtual porque parece grande vitimista em um país que as pessoas que chama de identitários são as verdadeiras canceladas dos espaços de discussão e poder. Estou falando da maior parte do Brasil que ainda é impactada pelos estereótipos e estruturas racistas dos séculos passados e pode atravessar a linha da pobreza ao perder o emprego; Daquele entregador de Ifood que leva sua comida e se receber avaliações ruins no aplicativo vai ver a família passar fome ou daquele caixa do supermercado que enfrenta a Covid-19 e pode ter a luz cortada se alguém resolve reclamar com o gerente – isso sim é cancelamento.
Não é cancelamento quando a dona da maior editora brasileira é criticada na internet ou quando alguém que finge que o sobrenome da família não abriu portas na sociedade e que está longe de cair no esquecimento das elites com a mesma velocidade que o país se esquece de Ágatha Félix, João Pedro e Rafael Braga.
Realmente nós somos iguais ou parecemos “em direitos, em dignidade”, mas se engana quem acredita que somos iguais em “Liberdade de expressão”. Como igualar essa liberdade o veículos mais importantes do país, que alcançam milhões de pessoas, tem apenas 2% homens negros e 2% mulheres negras em suas redações?
Esse é o fracasso da “capacidade de empatia” da autora, que tenta se igualar à um negro escravizado e enforcado, utilizando a música Strangefruit como alegoria. Argumento de quem tenta empurrar pra baixo do tapete a estrutura racista do país que permitiu que pessoas como ela recebessem algumas vantagens, aliás que seu avô ajudou a construir. Maria Rita kehl é neta do chamado Pai da Eugenia brasileira, Renato Kehl, o cara que conseguiu institucionalizar as teorias racistas organizando congressos, publicações e discussões políticas como a esterilização dos considerados “degenerados” – crença da ciẽncia da época que considerava a herança da mestiçagem e do sangue africano inferior na escala da humanidade.
Claro que ela não carrega nenhuma culpa por isso, como a própria descreveu no texto “Entendi, na adolescência, que ele a defendia supremacia da “boaraça”. Que conceito desprezível, para dizer o mínimo.”
Agora não dá para dizer que, mesmo sem culpa, sua posição na sociedade brasileira não recebeu o prestígio desse nome. Afinal, Renato Kehl fez carreira com o ódio à miscigenação, assessorou governos, se reuniu com políticos, foi diretor de multinacional (Bayer) durante 23 anos, fundou revistas farmacéuticas, escreveu no jornal “A Gazeta” de São Paulo, também, por duas décadas e até hoje é médico emérito da Academia Nacional de Medicina
Repito, ninguém carrega culpa dos seus ancestrais, o que carrega é mesmo dinheiro, reputação e acesso às estruturas de um país desigual. Falar de igualdade dessa posição que se ocupa é muito confortável. Questionar os movimentos negros e chamá-los de identitários por criticar essa posição e por reivindicar para si um espaço de discussão que não existia antes é uma tentativa de reforçar seu privilégio. Tenho a infeliz certeza de que ninguém tem o poder de silenciar sua obra, seu trabalho e atuação. Só que o mundo mudou bastante e agora estamos aqui e ali, discutindo na internet, mantendo a memória viva de quem são e como surgiram as pessoas que estão se sentindo ameaçadas com a ascensão da intelectualidade negra ao debate público nesse país.
Jéssica Ellen, se emocionou durante sua participação no programa Conversa com Bial, exibido na noite desta terça-feira (11). A atriz que interpreta Camila na novela “Amor de Mãe”, chorou ao rever a cena em que sua personagem se forma na faculdade.
“A Camila é um personagem que é muito real. Isso não é sobre a minha individualidade, é a realidade de muitas mulheres negras”, disse a atriz, que também foi a primeira pessoa da sua família a se formar na faculdade. Camila é uma jovem professora que luta contra o preconceito racial e as injustiças sociais. Segundo Ellen, ela representa milhares de mulheres brasileiras e por isso, o momento em que ela recebe o diploma é muito especial.
Na cena revista por Pedro Bial e Jéssica Ellen, Camila se forma e dedica o diploma à mãe Lurdes, interpretada por Regina Casé. Os dois não seguraram as lágrimas de emoção durante o momento. “Parece que Jéssica não está interpretando. Está revivendo”, comentou Bial.
Ines Marchalek Zarpelon afirma que Natan Vieira da Paz “seguramente” integra grupo criminoso “em razão de sua raça”. A advogada de Natan,Thayse Pozzobon, publicou em seu perfil no Instagram a sentença de cunho racista da juíza da 1ª Vara Criminal de Curitiba (PR) contra o seu cliente:
“Sobre sua conduta social, nada se sabe. Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça, agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente”, afirma a juíza, em decisão proferida no dia 19 de junho.
Além da acusação de integrar organização criminosa, o homem também foi condenado por praticar furtos. Com isso, sua pena foi de 14 anos e 2 meses de prisão.
Nas redes sociais, Thayse acusou a juíza de violar a Constituição: “Organização criminosa nada tem a ver com raça, pressupor que pertencer a certa etnia te levaria à associação ao crime demonstra que a magistrada não considera todos iguais, ofendendo a Constituição Federal. O Poder Judiciário tem o dever de não somente aplicar a lei, mas também, através de seus julgados, reduzir as desigualdades sociais e raciais. Ou seja, atenuar as injustiças, mas jamais produzi-las como fez a Magistrada ao associar a cor da pele ao tipo penal”.
Em entrevista ao Brasil de Fato, Thayse Pozzobon também afirma que recorrerá da decisão de Inês Zarpelon e acionará o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que o julgamento seja anulado.
O casalzão Kenia Dias e Érico Brás - Foto: Reprodução Instagram
A quarentena tem exigido muita criatividade dos grandes canais, que não podem interromper toda a sua programação por causa do isolamento social dos seus funcionários por conta do coronavírus.
Um dos trabalhos nascidos nos tempos de distanciamento é o “Pai Online”, que faz parte da programação do “É de Casa” da Rede Globo. Apresentado por Érico Brás, o programa tem assinando o roteiro, sua parceria de vida Kenia Maria.
“Eu assinei com a Globo como autora e roteirista. Estou nesse projeto Pai online com o Érico, onde eu assino a autoria. Esse projeto nasce no ‘Tá bom para você’ [canal no Youtube], mas tinha o nome de ‘Atitude de homem’, que era essa ideia de estimular esse papo de paternidade, não como o homem ajudante, mas dizendo como é saudável para o pai e para o filho essa relação”, explica Kenia.
Érica apresentando o “Pai Online” dentro do “É de Casa” – Foto: Reprodução TV
O projeto dura um mês e está disponível no Globoplay.
Pai Online pode ser assistido na Globoplay . Confira o primeiro episódio clicando aqui.