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IZA apresenta Prêmio Multishow 2020 que conta com shows de Ludmilla e Teresa Cristina

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IZA, Teresa Cristina e Ludmilla - Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira, 11, acontece o 27º Prêmio Multishow, que pela primeira vez exibirá apresentações musicais em cinco diferentes estados, sendo eles São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará e Minas Gerais. O tema deste ano é “A música não para”, escolhido em referência à adaptação do setor artístico e musical em meio a pandemia do Covid19. A apresentação contará com a cantora IZA e com os humoristas Tatá Werneck e Paulo Gustavo. 

Com uma série de artistas de diferentes segmentos musicais, as apresentações contarão com IZA, Ludmilla, Teresa Cristina, Dilsinho, Lexa, Kevinho, Pedro Sampaio e Lulu Santos, no Rio de Janeiro. Já na Bahia, será a apresentação de Ivete Sangalo. Enquanto o Ceará receberá o sertanejo Wesley Safadão. E em Minas Gerais haverá uma performance especial do Skank junto do Jota Quest. Em São Paulo, será o espaço para que Luísa Sonza e seu parceiro em “Toma”, MC Zaac se apresentem.

A votação aberta ao público vai até às 19h e a partir das 20h, o apresentador Guilherme Guedes recebe via canal BIS, os dez membros da Academia Prêmio Multishow para avaliação e decisão dos vencedores das categorias: “Canção do Ano”, “Álbum do Ano”, “Capa do “Ano”, “Revelação do Ano”, “Clipe do Ano”, “Gravação do Ano” e Produtor do Ano”. Nesta edição estreia a nova categoria “Live do Ano”, após a positiva repercussão do formato durante o isolamento social. 

A premiação poderá ser assistida tanto pela televisão, quanto pelas plataformas digitais do Multishow. 

SERVIÇO

Prêmio Multishow 2020

Data: 11 de novembro, quarta-feira

Horário: 22h30

Apresentação: IZA, Paulo Gustavo e Tatá Werneck

Canais: canal de TV Multishow e canal do Youtube do Multishow

Projeto “Juventude Negra: Movendo Estruturas” discute o genocídio negro e exalta a cultura afrobrasileira

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Foto: Suad Kamardeen

Protagonizado por um grupo de alunos do 2° e 3° ano do Ensino Médio da Escola Municipal Dona Antônia Lindalva de Morais, do município de Milagres (CE), ao refletirem sobre o aumento da violência contra a população negra no Brasil, criou a iniciativa “Juventude Negra: Movendo Estruturas”. O projeto recebeu menção honrosa na quinta edição do Desafio Criativos da Escola, organizado pelo programa Criativos da Escola, do Instituto Alana. A ONG, aposta em programas que buscam a garantia de condições para a vivência plena da infância, e tem como missão “honrar a criança”.

O “Juventude Negra: Movendo Estruturas” teve início durante as aulas de formação para a cidadania, quando os adolescentes foram incentivados a debaterem sobre o crescimento do racismo e da violência contra o jovem e a mulher negra no Brasil. Eles refletiram sobre a condição dos negros no país e, intrigados com o assunto, iniciaram uma pesquisa mais aprofundada das bibliografias que abordam a história da população afro-brasileira. Depois das leituras, os alunos aplicaram um questionário para compreenderem a diversidade étnica na escola e também para conhecerem quem eram estudantes negros da instituição.

A partir disso, eles passaram a desenvolver uma série de ações que abordavam a cultura, a história e a realidade negra do Brasil. Entre elas, teve o seminário “Vidas Negras Importam!”, a oficina de direitos humanos com o tema “Todos os mortos eram bandidos: genocídio ou extermínio do povo negro no Brasil?”; e, por fim, o café filosófico “Somos muitos, somos milhões, somos aqueles silenciados: o que é cidadania negra no Brasil?”.

A iniciativa ajudou os alunos afrodescendentes a assumirem suas identidades, reconhecendo-se e admirando-se. A instituição de ensino, também, passou a incluir conteúdos sobre a História da Cultura Afro-brasileira e Africana nas aulas de todas as disciplinas da escola, conforme determina a Lei Federal 10.639/2003.

Abre hoje as inscrições para o projeto ‘Meninas Negras na Ciência’ realizado pela FioCruz

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Foto: Angelo Moleele

Voltado à meninas negras, estudantes do ensino médio da rede pública e moradoras de Manguinhos, Maré, Jacarezinho e Complexo do Alemão, o Museu da Vida – da Fiocruz – anuncia a abertura do processo seletivo para a participação no projeto “Meninas Negras na Ciência: a divulgação  científica como estratégia de promoção da saúde, cidadania e empoderamento”. 

As inscrições iniciam no dia 11 e vão até o dia 16 de novembro. As candidatas que forem selecionadas para a entrevista online terão seus nomes e datas divulgados no dia 23 de novembro pelas redes sociais do Projeto e através do site e das redes sociais do Museu da Vida.

Com o objetivo de mostrar que a ciência é importante, e que não existe somente dentro dos laboratórios, “Meninas Negras na Ciência” realiza essa ação educativa e cultural, que contará com a participação de mulheres inspiradoras. A ideia é que essas meninas vejam um futuro possível como universitária, cientista, artista, escritora, professora, engenheira, advogada, ou qualquer carreira que quiserem seguir.

As atividades do projeto acontecerão no período entre 15 de dezembro de 2020 a 13 de maio de 2021. Por enquanto, os encontros serão on-line enquanto o campus da Fiocruz segue fechado para público visitante devido à pandemia de Covid-19. Se o Museu da Vida retornar suas atividades presenciais até maio de 2021, as atividades poderão ser presenciais na sede do Museu da Vida em Manguinhos. A proposta é desenvolver rodas de conversas, dinâmicas, palestras, cine debates, além de trazer a participação de cientistas e movimentos sociais.

SERVIÇO

‘Meninas Negras na Ciência’

  • Atividades: Rodas de conversas, dinâmicas, palestras, cine debates
  • Público: Meninas negras, estudantes do ensino médio da rede pública e moradoras de Manguinhos, Maré, Jacarezinho ou Complexo do Alemão
  • Inscrições: de 11 a 16 de novembro por este formulário
  • Período das atividades: 15 de dezembro de dezembro de 2020 a 13 de maio de 2021
  • Formato: online até que o campus da Friocruz seja reaberto
  • Resultado: 23 de novembro pelo instagram do projeto, através do site e das redes sociais do Museu da Vida.

Programa para cargos de liderança da Avon terá ao menos um negro como finalista

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Nesta terça-feira, 10, a multinacional de cosméticos Avon anuncia seu novo programa de contratação para cargos de liderança. Intitulado ‘Compromisso Antirracista’, o novo planejamento é norteado por práticas de inclusão com o objetivo de promover a participação de profissionais negros no quadro de funcionários, e principalmente em posições de liderança.

A meta definida para o programa é de contratar ao menos 50% de pessoas negras. E nos processos seletivos em áreas em que a quantidade de negros for menor, será obrigatória a participação de ao menos uma pessoa negra entre os finalistas no pleiteio à vagas. 

O compromisso também tem recorte de gênero, até 2030, a meta estipulada é de ao menos 30% de profissionais mulheres e negras no alto escalão. 

“O racismo que antes era velado se torna revelado” provoca Gilberto Gil em seu instagram

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Foto: Reprodução instagram @gilbertogil

No Mês da Consciência Negra, o cantor e compositor Gilberto Gil, usa seu instagram para provocar uma reflexão sobre como a sociedade vem se transformando por meio da internet. Uma vez que muitas questões que antes não estavam sob à luz das discussões que vem recentemente tomando o mercado e a sociedade, foram impulsionadas pelo fomento de anteriores provocações nas redes sociais. Assim como muitas pessoas ainda têm dificuldade de se moverem de suas “zonas de conforto” para se incluírem nessas transformações sociais. 

Confira a declaração do cantor na íntegra:

O racismo que antes era velado se torna revelado. A internet é um desses catalisadores, que fez com que se precipitassem muitas coisas que estavam escondidas no campo das individualidades remotas, envergonhadas, e que agora vêm pra frente. É quântico. É uma dimensão difícil pra encarar quando nos postamos diante delas com a postura que tínhamos com relação ao mundo das coisas sólidas. Em que medida a sociedade vai reagir à perda de conquistas que já são parte integrante da vida dela hoje? É o tempo que vai dizer. Você tem sempre 50% de uma sociedade tendendo à aceitação da vida livre, progressista, e outra metade que quer segurar o mundo numa configuração antiga. E a fricção entre essas duas partes. O movimento é pendular, ora pendendo para um lado, ora para o outro. E os resultados nunca são definitivos. 

Impulsionamento de negócios de afroempreendedoras e terapia são projetos gratuitos fomentados para Consciência Negra

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Dois projetos gratuitos e on-line trazem como foco o cuidado com a saúde mental e o mercado de trabalho neste Mês da Consciência Negra. O primeiro deles é o “Afrolab para Elas – Mentorias”, criado para apoiar negócios de mulheres pretas e indígenas do Brasil, com metodologia exclusiva da Feira Preta e do Facebook, através do programa #ElaFazHistoria. Nele, serão oferecidas aulas gratuitas durante cerca de 4 meses com orientações diversas. 

“A aula inaugural será no simbólico dia 20/11, Dia da Consciência Negra, durante o lançamento do Festival Feira Preta. O Afrolab para Elas já conta com 300 mulheres inscritas que vão receber dicas de como impulsionar seus negócios.”, explica a psicóloga Beatriz Moura, que vai atender 100 inscritas nesse curso, além de oferecer suporte psicológico voltado para o auto-conhecimento, criatividade e inventividade.

Já no projeto “Empreenda 50+”, que já está na segunda edição, empreendedoras acima dos 50 anos  fazem terapia e mentoria, além de cuidar da Saúde Mental. “O objetivo desse projeto é fazer com que essas mulheres, acima de 50, encontrem sua motivação, autoestima, qualidade de vida e atividade que lhe traga realização pessoal e profissional”, afirma a psicóloga. O Empreenda 50+ é organizado pela Semente Oré em conjunto com a Top Trends. 

Em comum, ambas as iniciativas trazem como proposta a saúde e a reinvenção da rotina em tempos de pandemia. 

Grupo O Boticário e Avon cancelam termo ‘Black Friday’ em respeito à luta antirracista

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Camilla de Lucas - Foto: Reprodução instagram Avon @avonbrasil

Beauty Week e Best Friday, são os novos termos escolhidos pelo Grupo O Boticário e Avon, respectivamente, para aderirem à Black Friday deste ano. As mudanças vêm em forma de respeito à luta antirracista, uma vez que há um questionamento em torno do uso do termo ‘Black’ e à interpretação de que preto é barato, têm valor inferior ou “promocional”.

O tema vem sendo discutido no mercado, desde a publicação de Artur Grynbaum, CEO do Grupo Boticário, que usou seu perfil no Linkedin para fazer o anúncio oficial sobre a decisão de atualização do termo. “Há dois meses de um dos períodos mais importantes para o varejo, o Grupo Boticário decidiu: nossa Black Friday será Beauty Week. E por quê? Em linha com os movimentos de combate ao racismo em relação ao uso do termo e firmes em nossa jornada pela busca da equidade racial dentro e fora da empresa, temos a responsabilidade, o compromisso e a capacidade de mobilização em prol de um mundo melhor, com oportunidades iguais. Assim, convidamos vocês e suas empresas a se juntarem a nós e repensarem suas Black Fridays. Afinal, não é “só” uma mudança no termo. Esse é o caminho para alcançarmos o sucesso responsável e dar mais uma contribuição para uma nova perspectiva de raça na sociedade.”, incitou ele. 

Desde então, a Avon se posicionou e vai promover descontos durante todo o mês de novembro, e a Adidas vem analisando a questão. No estado do Amazonas, a discussão foi levada à nível judicial, com a orientação do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Amazonas aos comerciantes do estado de não utilizarem o termo “Black Friday” e o substitua por “Semana Promocional”.

MC Negão da BL leva golpe do empresário e perde seu canal no Youtube

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O Youtuber e MC, Negão da BL conhecido pelos vídeos virais com sua mãe e sua irmã, publicou um vídeo em suas redes sociais avisando que havia perdido o seu canal no Youtube.

O acusado de roubar a conta de Negão da BL é o seu “amigo” e empresário identificado como DJ Luan. Negão da BL é uma das personalidades mais queridas do Twitter e o assunto indignou os fãs e internautas que pedem por justiça.

“Fizeram o negão da bl chorar, acabou o amor no mundo” publicou o humorista Whindersson Nunnes

“Esse vídeo sangrou meu coração. Um “amigo” dele roubou o canal.” Tweetou o influenciador Felipe Neto, que diz que entrará em contato com o Youtube para obter explicações sobre o caso.

https://twitter.com/felipeneto/status/1326186531304976384?s=21

De acordo com Negão da BL, o ex-amigo e empresário detinha de 50% do valor da monetização de seu canal, o MC explicou que por ser leigo no assunto, não estranhava o fato do DJ Yuri receber metade do valor se ele não atuava diretamente como seu empresário.

Negão da BL ainda contou que nunca recebeu nenhum extrato bancário e não sabe ao certo o valor que o empresário pegou.

Confira o vídeo desabafo do MC:

https://youtu.be/gzx7qCF7Dro

Escravidão: Uma História de Injustiça: série apresentada por Samuel Jackson estreia na National Geographic.

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Foto: Divulgação

A produção terá 6 episódios que serão lançados semanalmente a partir do dia 20 de novembro, com o ator Samuel Jackson e o jornalista investigativo três vezes premiado com o Emmy, Simcha Jacobovici a série trata-se de uma jornada profunda sobre os 400 anos de escravidão.

A série será estreada no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, e os episódios duplos irão ao ar todas as sextas-feiras às 21h, no National Geographic. Na série/documentário Escravidão: Uma História de Injustiça o astro e ativista dos direitos humanos, Samuel L. Jackson, sai em uma jornada pessoal, em uma série chocante que viaja pelo mundo para revelar histórias de imenso sofrimento e ganância, mas também de resistência e esperança. A excursão inclui localidades no Brasil, Canadá, Costa Rica, Gabão, Estados Unidos, Inglaterra, Jamaica, Portugal, Espanha, Gana, Etiópia e Suriname.

O oceano guarda histórias nunca antes contadas:

Pela primeira vez, novas tecnologias de mergulho – como mapeamento 3D avançado e radar de penetração no solo – permitiram localizar e examinar navios negreiros afundados em três continentes, revelando uma perspectiva inteiramente nova sobre a história.

Cada episódio com duração de uma hora, buscam detalhar os quatro séculos de escravidão, em que milhões de africanos foram torturados, explorados e mortos por traficantes europeus. Foram mais de 12 milhões de pessoas sequestradas e escravizadas. Em torno de dois milhões de pessoas morreram no mar. Pela primeira vez, a história será contada com novas tecnologias de pesquisa subaquática, como sistemas avançados de mapeamento tridimensional e radar de penetração em terra, que permitem a localização e o exame de navios naufragados em três continentes, revelando uma perspectiva totalmente nova sobre a história do comércio transatlântico de escravos.

Sinopse:
Uma série inspiradora, pensada com sensibilidade, que lança uma nova luz sobre 400 anos de tráfico de pessoas, durante os quais milhões de africanos foram levados para as Américas por traficantes de escravos. 

Sobre as investigações:

Durante as pesquisas, em seis áreas subaquáticas, incluindo Reino Unido, Jamaica e Flórida, um grupo experiente de mergulhadores em alto mar encontra seis navios que afundaram com escravos a bordo. Enquanto isso, em terra, os especialistas investigam locais como os fortes e masmorras de Gana, as mansões da Inglaterra e as antigas plantações americanas.

Investigações científicas, vestígios de artefatos encontrados no fundo do mar, relatórios e reconstruções dramáticas são combinados para servir como uma plataforma para examinar a ideologia, economia e política da escravidão, além de compartilhar detalhes de eventos históricos e histórias pessoais, tanto aqueles que foram escravizados quanto seus captores europeus.

Arte educadores promovem oficinas de grafismos africanos e indígenas

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A Coletiva Tear & Poesia de Arte Têxtil Preta Nativa realiza no dia 18 de novembro as Oficinas de Grafismos Indígenas e Africanos. Por conta da pandemia de Covid-19, as aulas serão gravadas e disponibilizadas gratuitamente no canal do Youtube da coletiva. Não é preciso realizar nenhum tipo de inscrição.

Os vídeos de ambas as aulas estarão disponíveis na sexta-feira (18), às 19h. A aula de grafismo indígena será ministrada por Kuanadiki Karaka, da etnia Karajá, e também por Antony Ribeiro dos Santos, da etnia Kaimbé. Já a oficina africana conta com a participação do professor Duchelier Mahonza Kinkani, da República Democrática do Congo.

A importância dos grafismos

Para quem não conhece, os grafismos são as formas de representação geométrica de um determinado povo, que podem representar tanto a natureza quanto a cultura de determinados povo. Alguns povos tradicionais do continente africano ou os mais de 300 povos indígenas originários do Brasil são exemplos de povos que utilizaram essas sofisticadas representações artísticas para se comunicar e guardar suas memórias.

Os grafismos não são iguais, cada povo tem o seu, trazendo os mais diferentes significados, cores e traços, mostrando inclusive a diversidade dos povos indígenas que compõem o Brasil, por exemplo. “Os grafismos não servem apenas para serem vislumbrados, tatuados no corpo ou desenhados nas paredes das cidades. Por trás dos grafismos indígenas, há a história de luta e resistência de um povo”, é o que diz uma das palestrantes, Kuanadiki.

Representação dos valores e crenças

Nascida na cidade de São Felix do Araguaia, Kuanadiki pertence à etnia Karajá, da Ilha do Bananal (TO). É especialista na feitura de bonecas de cerâmica Karajá Iny e militante da saúde indígena. Para ela, os grafismos também têm como objetivo mostrar a identidade cultural de cada povo, por meio de cores, traços e significados diferentes.

“O grafismo Karajá (Iny) representa nossa força e união. Representa também os valores e crenças tradicionais e culturais dos karajá (Iny)”, explica Kuanadiki, que acredita que as oficinas possam ajudar as pessoas a respeitarem os traços indígenas. “Elas precisam saber que significado isso tem para o nosso povo, reconhecendo que cada povo tem seus grafismos. Reconhecer nossa diversidade fortalece nossas identidades”.

Serviço

Oficinas de Grafismos Indígenas e Africanos

Data: 18/11

Horário: os vídeos estarão disponíveis a partir das 19h e permanecerão no ar do Youtube da Coletiva Tear & Poesia. 

Quem pode participar: livre para todos os públicos
Não é preciso realizar inscrição prévia
Contatos/ Redes Sociais

www.tearepoesia.com 

Facebook: www.facebook.com/tearepoesia
Instagram: www.instagram.com/tearepoesia
Youtube: http://bit.ly/youtube-tear-e-poesia 

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