O novo documentário original Netflix vai mostrar a história do maior jogador do mundo, mais conhecido como “Rei”.
Segundo a plataforma de streaming, o filme revisita período em que Pelé, até hoje o único a ganhar três Copas do Mundo como jogador, passou de jovem craque em 1958 a “herói nacional” durante uma era radical e turbulenta da história brasileira.
O filme retrata o surgimento do título ‘Rei do Futebol’ e sua jornada até o histórico título da Copa do Mundo de 1970, trazendo um olhar emocionado do jogador em relação à sua carreira, incluindo entrevistas em vídeo e imagens exclusivas de Pelé nos dias atuais
O documentário também inclui raras cenas de arquivo e declarações de lendários ex-companheiros de Santos e da Seleção, como Zagallo, Amarildo e Jairzinho, além de depoimentos inéditos de familiares, jornalistas, artistas e outras personalidades que viveram a época de ouro do futebol brasileiro.
O documentário tem lançamento global confirmado para o dia 23 de fevereiro de 2021. Assista o teaser:
A memória das ruas do Gramacho na Baixada Fluminense e da sua família inspiram as obras do artista visual, ator e cenógrafo, Tarso Gentil, que a partir de segunda-feira (18) terá trinta de suas artes exibidas nos palcos do Encontro com Fátima Bernardes, na Rede Globo, que seguirá até sexta-feira (22). Envolvido com arte desde criança, e tendo passado por vários cursos como Escola de Teatro Tablado e Escola Técnica de Teatro Martins Pena, o artista apresenta em seu trabalho seus atravessamentos, conduzindo uma linha tênue entre a sociedade e o indivíduo, o corpo e o espírito.
O que começou a partir de uma pesquisa sobre os caminhos traçados entre linhas e pontos, deu vida à obras que trazem as figuras do imaginário de Tarso, do encontro entre os ensinamentos de familiares, como avós e tios avós, das ruas por onde passa, das dramaturgias que escreve e das memórias sensoriais e afetivas das ancestralidades africanas e indígenas, com os propósitos de abrir portais para quem as observa e de ressaltar a importância se destinar atenção às trajetórias de pessoas pretas.
Tarso Gentil
“Os pontos são os lugares em que você não necessariamente para, mas que você de alguma maneira deixa sementes. As linhas, são por onde você passa, é sobre o caminho. Já as cores, carregam a alegria, o respiro.” conta o artista.
Na cidade em que os números apontam o sucesso do projeto estrutural, eleito por Abdias do Nascimento como “genocídio do negro brasileiro, onde 78% dos mortos em ações policiais no RJ são pretos ou pardos (2019), ou que oito corpos encontrados em áreas públicas fazem parte do cotidiano, um cenário se faz comum: crianças privadas de liberdade para existir, explorar as ruas em que vivem ou até se comunicar.
Essas características, marcadas pela racialidade, acompanham a maioria dos adultos das periferias cariocas. Mas às vezes, fogem à regra. Foi assim com Tarso Gentil. A arte foi sua válvula de escape.
A equipe que vai comandar a #RedeBBB na Globo e nas plataformas digitais oficiais do programa chega com um novo integrante nesse 2021: Rhudson Victor.
O comediante, roteirista e agora apresentador da globo, já participou do É de Casa, abriu shows de grandes comediantes do Brasil, e também trabalhou por um ano em São Paulo apresentando seu show solo de stand-up comedy.
A história do Rhudson mostra, um pouco, do quanto ele merece estar apresentando a rede BBB desse ano. Aos 14 anos, ele começou a assistir a apresentações de stand-up comedy pela internet e, pesquisando sobre o assunto, decidiu que queria trabalhar com o humor.
Contudo, antes de estrear nos palcos, Rhudson chegou a cursar faculdade de História, trabalhou em um supermercado e foi até aprovado num concurso militar, mas largou tudo, aos 20 anos, para viver do humor.
Feliz e ainda sem acreditar que estará apresentando o maior reality show do país, o comediante diz que já imaginou-se participando do programa, mas e fato, ama estar no palco.
“Eu já tinha me imaginado participando do reality, mas quando eu recebi o convite para ser apresentador da #RedeBBB, eu fiquei sem acreditar. Aconteceu dez vezes melhor do que eu imaginei”, afirma.
A justiça negou o adiamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), as aplicações do exame acontecerão nos próximos domingos (17) e (24) e segundo relatos dos aplicadores em reportagem do Estadão, os planos de ocupação excedem o limite de 30 pessoas por sala.
Nas últimas semanas rolou a mobilização #Adiaenem nas redes sociais, estudantes, influenciadores e artistas pediram as autoridades o adiamento das provas devido ao crescimento de casos de pessoas infectadas com o covid-19.
Adia Enem Justiça! Oi Justiça, eu acho, só acho que o direito a vida é fundamental numa decisão. Sei lá, vocês podiam olhar uma coisa chamada Constituição e adiar logo o Enem pic.twitter.com/7TdPybK5jD
A mobilização foi ignorada pelas autoridades e a aplicação do exame será realizado presencialmente e virtualmente. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep), instituto responsável pelo Enem, as regras para evitar a contaminação serão seguidas, sendo elas: redução do número de candidatos por sala, grande espaçamento entre as carteiras, disponibilização de álcool gel nos locais de prova e salas separadas para grupos de risco.
De acordo com o comunicado da justiça, se uma cidade tiver grandes riscos de contágio, as autoridades locais podem impedir a realização da prova. Se isso ocorrer em alguma cidade, o Inep, deverá reaplicar o exame. Na última quinta-feira, (13) a Justiça Federal impediu a aplicação da prova no Amazonas por conta do crescimento de infecções e mortes no Estado.
As provas tinham originalmente suas datas para os primeiros 2 domingos de novembro de 2020, mas pelo estado de calamidade pública decretado pelo governo devido ao covid-19, as aplicações foram adiadas para janeiro de 2021.
Mas, muitos jovens ainda temem pela sua saúde e pedem o adiamento das provas, já que ainda com as medidas de segurança o risco de contágio nas salas de aula é grande.
2020 foi um ano problemático por diversos fatores, a pandemia agravou a situação de desigualdade social e muitos jovens negros, pobres e periféricos não conseguiram obter os recursos necessários para se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio.
A realização das provas em meio a situação atual do país é um grande problema, uma vez que se trata de um exame que definirá o futuro de 5,7 milhões de estudantes sendo 3,44 milhões, pessoas autodeclaradas negras e pardas.
O último álbum da cantora norte americana de R&B, soul e reggae, havia sido o ‘Reallity Show’, lançado em janeiro de 2015. Durante esse período, a artista participou de alguns feats com artistas como Frank Ocean e Kaytranada, além de ter composto quatro canções para o álbum Strenght Of A Woman, de Mary J Blige.
Em seu quarto disco de estúdio, a cantora apresenta parcerias com H.E.R, Anderson Paak e Ari Lennox. Lançado sob o selo da RCA, o projeto conta a produção de Dev Hynes. No metacritic, portal que reúne as notas das principais criticas especializadas, o álbum tem 85 pontos baseado em seis críticas, de veículos como Pitchfork, Rolling Stone e New York Times.
Ao longo de sua carreira, Jazmine vendeu cerca de um milhão de cópias nos E.U.A, e foi indicada 12 vezes ao Grammy. Apesar de nunca ter levado um gramofone para casa, ela ainda pode se gabar de ter um premios Billboard, BET e ASCAP em sua prateleira.
No exato momento em que essa matéria foi escrita, o álbum ”Heaux Tales” encontrava-se no top 10 da Apple Music de vinte e três países, sendo 1º lugar em quatro deles: Barbados, Quênia, Africa do Sul e Suazilândia. Heaux Tales está disponível em todas as plataformas digitais e você pode ouvir agora mesmo onde preferir.
Judas and the Black Messiah teve seu mais recente trailer divulgado hoje, e em novas cenas temos o ativista negro Fred Hampton interpretado por Daniel Kaluuya sendo perseguido pela polícia.
O filme narra a história de um dos maiores ativistas dos direitos da população negra nos Estados Unidos, Fred Hampton, que se tornou presidente do Partido dos Panteras Negras.
A atriz Yvonne Orji, conhecida por interpretar a personagem Molly Carter na série “Insecure“, da HBO, irá apresentar um especial de comédia de 30 minutos sobre sua própria vida no Disney+. A produção está sendo desenvolvida por Oprah Winfrey e David Oyelowo (“Selma”). A notícia foi divulgada pelo portal Deadline nesta quarta-feira (13).
Escrito por Orji, o especial intitulado “First Gen”, que ainda não tem data prevista para ser lançado, será baseado nas experiências pessoais da atriz, tendo crescido como uma imigrante nigeriana nos Estados Unidos. Ela relatará como se sentiu presa entre honrar a cultura e os pais e o processo de assimilar a vida estadunidense.
Oprah produzirá por meio de sua empresa Harpo Films e Oyelowo participará por meio da Yoruba Saxon, companhia fundada por ele. Yvonne também será produtora executiva da obra.
Na última terça-feira, um áudio da influenciadora Lisa Barcelos relatando uma relação sexual com o cantor Nego do Borel viralizou nas redes sociais. No áudio, Lisa descreve a relação com Nego quando o cantor ainda era casado com a atriz Duda Reis.
Nego do Borel e Duda Reis terminaram o relacionamento de 3 anos em dezembro de 2020, mas após o vazamento do áudio, a atriz e ex-namorada do cantor decidiu desabafar sobre tudo o que ocorreu no relacionamento dos dois.
Duda Reis acusou o Nego do Borel de traição e agressão e chegou a mencionar nas redes sociais que iria abrir um b.o contra o cantor. Em uma das acusações, a atriz disse que as ações sociais e de caridade do cantor não passavam de estratégia para se autopromover,
“Ele parava de gravar e falava ‘eu odeio pobres, odeio negros! eles fedem’ Ué, cadê a representatividade? Eu ficava indignada, falava assim: gente, mas são pessoas normais, o que está acontecendo? Porque ele é racista com ele mesmo. Cuidado quando vocês forem aplaudir alguma ação social dele. Porque é sempre assim: ‘Está gravando?’ A fazia uma cena. E quando parava de gravar, tratava todo mal” afirmou Duda Reis.
Vídeo: Reprodução
O cantor Nego do Borel ainda não se pronunciou sobre as acusações da sua ex-namorada, mas postou em suas redes sociais que falará sobre o ocorrido em breve.
O documentário produzido pela HBO mostra fases da vida e carreira do maior jogador de golfe, Tiger Woods, e será exibido em duas partes. O documentário conta com relatos de pessoas próximas ao jogador, que não têm uma boa relação com a fama e os holofotes.
O documentário que será dividido em duas partes, mostra em detalhes a ascensão, queda e o retorno do golfista e um dos atletas de maior destaque da história mundial: Tiger Woods. Os dois episódios estreiam na terça-feira, 19 de janeiro às 20h, na HBO e na HBO GO.
A produção mostra imagens inéditas e entrevistas exclusivas com personagens que conhecem Woods bem o ídolo, sendo um deles seu antigo assistente e amigo, Steve Williams; a lenda do golfe e seis vezes campeão Sir Nick Faldo; o amigo e biógrafo de Earl Woods (pai de Tiger), Pete McDaniel; e o primeiro amor de Tiger, Dina Parr.
A produção também conta com a participação de Rachel Uchitel, a mulher no centro do escândalo sexual que abalou a carreira de Tiger Woods, que quebra o silêncio neste documentário em uma entrevista exclusiva na qual conta, pela primeira vez, como foi seu relacionamento com o golfista.
A partir desta quarta-feira (13) são prioritárias as investigações de crimes contra a vida de crianças e adolescentes no Rio de Janeiro. A lei 9180, batizada como “Lei Ágatha”, cuja autoria legislativa é da deputada Renata Souza, em coautoria com Dani Monteiro (PSOL) e Martha Rocha (PDT), foi sancionada pelo governador do Estado, Cláudio Castro e publicada no Diário Oficial.
Renata Souza dedicou a aprovação da lei a todas as crianças e adolescentes assassinados e disse que, embora nada que o Estado faça vá reparar a dor das famílias, é necessário fazer Justiça. Além de saudar a entrada em vigor da lei, a deputada reafirmou a urgência de mudanças na política de segurança do país. “A política de segurança deve garantir o direito à vida e o seu potencial investigativo. Muitos dos assassinatos de crianças e adolescentes em decorrência de bala perdida e/ou ação policial não são esclarecidos. Nossa juventude, principalmente a negra e pobre, está sendo dizimada. E essa lei é resultado de muitas audiências públicas realizadas pela Comissão de Direitos Humanos da Alerj, que ouviu familiares de vítimas da violência em diferentes situações. A dor de perder um ente querido é imensa e o mínimo que o Estado pode fazer é dar uma resposta que garanta investigação e a consequente responsabilização dos envolvidos. Vidas negras importam.”
A lei ganhou o nome da menina Ágatha Félix, assassinada em setembro de 2019 no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Vanessa Félix, mãe de Ágatha, quando da tramitação do projeto na Alerj, afirmou: “Acho um absurdo e, ao mesmo tempo, vergonhoso, em um Brasil tão rico, precisar de uma lei para que outras crianças não morram. Em vigor, dará visibilidade para outros casos. As leis são feitas para serem respeitadas. Espero que isso (mortes de crianças) não aconteça”.
No trâmite interno, para assegurar o andamento burocrático, a lei prevê que os procedimentos investigatórios instaurados devem ser identificados através de etiqueta na capa dos autos que faça referência aos termos “Prioridade – Vítima Criança ou Adolescente”. A mesma nomenclatura deve acompanhar as comunicações internas e externas referentes aos procedimentos investigatórios.
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