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Câmara contrata comissão de Juristas negros para revisar e aperfeiçoar leis de combate ao racismo no Brasil

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Deputado Benedito Gonçalves; Presidente da comissão.

Uma comissão da Câmara formada por 20 juristas negros tem 120 dias para rever e aperfeiçoar a legislação brasileira sobre racismo. O grupo pretende colocar, no sistema jurídico, instrumentos para combater problemas como o encarceramento em massa da população negra, a violência das abordagens policiais e o cruzamento do racismo com outros tipos de discriminação, como o machismo e a homofobia.

De acordo com dados falados pelo presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia, a população preta e indígena são as mais atingidas pela violência e pela pobreza, por isso, assim que sair da presidência, dia 2 de fevereiro, estará em Plenário ajudando no aperfeiçoamento da legislação.

“Daqui pra frente, com esse trabalho, vamos fazer uma nova história, importante, onde nós vamos certamente conseguir tirar da nossa história essas notícias, todos esses dramas do cotidiano, do dia-a-dia que muitos vivem com esse racismo estrutural que existe no nosso país”, disse Maia.

Muitos discursos na formação do comitê lembraram o assassinato de João Alberto Freitas a partir de uma abordagem de seguranças de uma unidade do supermercado Carrefour em Porto Alegre em novembro do ano passado. Foram ressaltados itens a serem discutidos na revisão das leis, como as ações afirmativas e os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil.

A comissão de juristas tem como presidente o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na reunião de instalação do colegiado, ele lembrou que o Brasil foi o maior território escravagista do Ocidente e o último das Américas a abolir a escravidão, tendo a segunda maior população de origem africana do mundo.

O ministro do STJ acrescentou que o racismo precisa ser tratado em duas dimensões. O racismo institucional, segundo ele, é menos evidente e se reflete, por exemplo, na desconfiança de agentes de segurança sobre a população negra sem justificativa. A outra vertente é o racismo estrutural, ainda menos perceptível.

Uma das leis que pode ser revista pela comissão de juristas é o Estatuto da Igualdade Racial. O grupo será assessorado por dois consultores legislativos da Câmara e poderá convocar acadêmicos e especialistas para participar das discussões. Deputados da bancada negra vão propor que a comissão se torne uma estrutura permanente.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Morte de Kobe Bryant completa um ano e fãs relembram a carreira do astro da NBA

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Foto: Reprodução

“Isso me afetou como se eu o conhecesse pessoalmente – como conversávamos todos os dias.” disse Al Williams, um grande fã de Kobe

A notícia da queda do avião em que Kobe Bryant, sua filha e outras 7 pessoas estavam, pegou o mundo de surpresa. Até o momento da confirmação da morte de todos os passageiros, o mundo inteiro esperava por um milagre que mantivesse todos os passageiros, incluindo a lenda da NBA, vivos. 

Kobe recebeu milhões homenagens ao redor do mundo, o americano era muito querido no mundo do esporte e fora dele, pentacampeão com Lakers e bi campeão com a seleção norte-americana nos Jogos Olímpicos Kobe Bryant deixou seu legado.

Nas redes sociais, os fãs celebram a vida e carreira de Kobe e lamentam sua morte:

Vanessa Bryant, viuva de Kobe e mãe de Gianna pediu aos fãs e mídia para serem respeitosos quanto à data alegando que todos deveriam “Celebrar suas vidas, não o dia em que os perderam.” publicou nos stories do seu instagram.

Vanessa também falou sobre os vídeos e fotos dos destroços do avião que viralizaram nas redes sociais “Pedimos que você não exiba fotos dos destroços, do helicóptero ou da cena do acidente”, escreveu Vanessa Bryant. “Nós NÃO queremos ver isso. Nosso ano já foi traumático o suficiente. Você tem milhares de fotos e vídeos que pode mostrar, além de filmagens de 26/01/20. Esperamos que os vídeos de recordação sejam feitos de uma maneira elegante e de bom gosto. respeitoso por todas as nossas perdas. Obrigado. “

O Lakers optou em não realizar nenhuma homenagem a Kobe, O assunto ainda é muito delicado e causa muita tristeza aos fãs. Hoje, (26) os jogadores foram dispensados do treinamento em virtude da data. 

Confira as conquistas do astro da NBA, Kobe Bryant:

Campeão da NBA

1999/00, 2000/01, 2001/02, 2008/09 e 2009/10.

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Jogos Olímpicos

Kobe levou a medalha de ouro nas olimpíadas de Pequim 2008 e em Londres 2012.

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MVP

Kobe Bryant ganhou o prêmio de MVP da temporada regular apenas 1 vez. Em 2007/2008, o Lakers fez a melhor campanha da Conferência Oeste, mas não levou o título da competição Na temporada de 2007/2008 Kobe disputou 82 partidas, e teve médias de 28,3 pontos, com 6,3 rebotes e 5,4 assistências.

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Número de pontos: 33.643

Foi o número de pontos que Kobe marcou em sua carreira, atrás apenas de Kareem Abdul-Jabbar, Karl Malone e LeBron James.

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Pinturas gigantes preenchem prédios de SP para resgatar história de pessoas negras

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Foto: @marcelo.pimente/ @instagrafite

Em São Paulo, a Lei da Cidade Limpa, de 2006, substituiu o espaço da laterais de prédios, (antes ocupadas por publicidade) por grandes murais de arte urbana.

A região central de São Paulo está ficando mais preta e, ao mesmo tempo, colorida! Artistas estão preenchendo as laterais dos prédios da cidade para resgatar e contar história de pessoas negras, antes desvalorizadas.

O projeto está rolando desde o dia da consciência negra (20 de novembro) e foi estendido para 2021, e em comemoração ao aniversário da cidade de São Paulo, outro prédio ganhou uma pintura.

Artistas envolvidos no projeto dizem que as artes fazem parte de um projeto de reparação. “ Marcas e instituições estão em momento de reparação histórica.” disse Marina Bortoluzzi

Confira algumas das artes já realizadas e as ainda em produção:

Em um prédio de 12 andares no elevado João Goulart, conhecido como Minhocão, próximo a Casa do Estudante da Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo) Foi pintado a figura de uma mulher negra na lateral do edifício. Com raízes no lugar dos pés e carregando um colar azul que representa “a história enterrada”

“Com raízes no chão, é como se a mulher fosse uma árvore. Ela está conectada com a terra, que é a nossa base ancestral. No caso do colar de contas azuis, esse passado estava literalmente enterrado na terra. Assim tudo se conecta. Agora, a mulher carrega o colar próximo ao ventre para dar a ideia de futuro e continuidade. É importante olhar para o passado para buscar um futuro melhor.” Soberana Ziza em entrevista a UOL

A artista Criola inaugurou uma empena no bairro da Liberdade

“A memória negra das cidades sofreu um apagamento por um sistema colonialista. Essas memórias precisam ressurgir para aprofundarmos a reflexão de que não existirá futuro enquanto não adentrarmos na história do nosso país.” Criola em entrevista a UOL

O artista Diego Mouro está pintando uma mulher negra estendendo roupa no varal na intenção de resgatar o afeto presente em cenas cotidianas. 

“Busco trazer a nostalgia afetiva e retratar as pessoas que vivem e se fortalecem dentro das comunidades. Ao estender um lençol branco com o escrito ‘Saracura’, essa mulher preta coloca para secar um passado que foi lavado e, de alguma forma, embranquecido.” Contou Diego Mouro em entrevista a UOL

Thiago Consp deixou sua arte no centro de São Paulo com uma obra no mesmo prédio da pintura de Soberana Ziza, a Casa do Estudante

Cientistas afirmam que pobres e negros deveriam ter prioridade na vacinação para covid-19

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Foto: Reprodução

Pesquisas recentes já mostraram o quanto pessoas pretas e periféricas estão mais expostas ao vírus da covid-19 quando comparadas a pessoas brancas e da classe média. Os trabalhadores informais, CLT e até os profissionais de saúde negros que estão atuando na linha de frente no combate ao vírus, estão sendo as maiores vítimas de Covid-19 no Brasil. 

Segundo pesquisa realizada em novembro de 2020 pela ONG Instituto Polis, foram 250 óbitos de homens negros pela doença a cada 100 mil habitantes, entre os brancos, são 157 mortes a cada 100 mil. Entre as mulheres, as negras morreram mais: foram registradas 140 mortes por 100 mil habitantes, contra 85 por 100 mil entre as brancas.

Com o plano de vacinação já em vigor, a desigualdade racial e social ficará ainda mais em evidência, já que pretos e pobres não foram diferenciados no Plano Nacional de Imunização, dessa forma, o grupo continuará mais exposto ao vírus quando comparado a outros grupos sociais.  De olho nessa problemática, cientistas reforçam e defendem que pessoas pertencentes a grupos ‘minoritários’ da população seja incluída entre as prioridades do Plano de Imunização.

“Os pobres, em especial os negros, são obrigados a se expor mais, adoecem mais e morrem mais de Covid-19 no Brasil. Por isso, é justo e necessário que haja uma prioridade para eles. Isso é totalmente factível de realizar” afirma Roberto Medronho, professor de epidemiologia da UFRJ, que propôs a ideia de que os negros pobres sejam incluídos em grupos prioritários.

Os brasileiros negros representam 75% dos mais pobres e por essa razão são os mais expostos às doenças. No ápice da pandemia no ano de 2020, trabalhadores informais continuaram as atividades, pois não havia outra forma de sustentar suas famílias em meio ao contexto pandemico.

“A Covid-19 afeta os brasileiros de forma diferente. Os negros pobres correm um risco maior e isso é evidente nos dados” afirma Fernando Bozza, coordenador do estudo e pesquisador da Fiocruz e do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR)

A pneumologista e pesquisadora da Fiocruz, Margareth Dalcolmo, afirmou que a falta de acesso às vacinas não pode perpetuar a desigualdade que fez a população pobre do Brasil ser as maiores vítimas fatais do vírus

“Em março, alertei que essa pandemia deixaria escancarada a obscena desigualdade do Brasil. Espero que em dois meses tenhamos vacinação maciça e a parcela mais vulnerável da população não seja, de novo, negligenciada. Pobres e negros devem estar entre as prioridades” diz Dalcolmo.

Procurado pelo Extra, o Ministério da Saúde ainda não se pronunciou sobre o assunto

Confira aqui o atual Plano Nacional de Imunização

Rainha da década: Alicia Keys chega aos 40 anos com uma carreira esplêndida

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Imagem: divulgação

Há 40 anos atrás, em 25 de janeiro de 1981, nascia no bairro de Hells Kitchen na cidade de Nova Iorque, Alicia Augello Cook. A garota que 20 anos depois, seria mais conhecida pelo nome artístico ”Alicia Keys”, ascende de italianos, escoceses e irlandeses por parte de mãe, e jamaicanos por parte de pai (mesmo que esse tenha sido ausente em sua vida desde que ela tinha apenas dois anos de idade).

Desde cedo, a aquariana mostrou para o que veio. Com apenas 7 anos de idade, começou a tocar piano e nunca mais parou. Com 14 anos, compôs sua primeira música, ”Butterflyz” inclusa no seu álbum de estreia Songs In A Minor, lançado em 2001. E álias, que estreia maravilhosa. Após ter algumas de suas músicas incluidas em trilhas sonoras de filmes como M.I.B Homens de Preto, Shaft, e Dr Doolittle, Alícia finalmente debutou no cénario músical com seu primeiro single oficial ”Fallin”.

Apesar do nome, a música custou a cair das paradas músicais, tocando viciosamente em todas as rádios de R&B e Hip Hop da época. Isso, não só nos EUA mas no mundo todo. Além do país de origem, a música atingiu o primeiro lugar na Bélgica, Nova Zelândia, e Holanda. O sucesso do album também não fica para trás: Apenas durante a semana de lançamento, o álbum da Nova Iorquina vendeu 236 mil cópias em território estadunidense.

Dai em diante, tudo o que Alicia tocava, ou melhor, cantava, virava ouro. Seus segundo álbum de estúdio, The Diary Of Alicia Keys, também foi na base do sucesso e aclamação. Tanto para o público, que continua consumindo o seu trabalho assiduamente até hoje, como para a crítica que de uma maneira geral nunca teve muito esforço em reconhecer a qualidade nos trabalhos que levam o nome da artista.

Ao longo de sua carreira, Alicia lançou uma quantidade numerosa de sucessos, onde podemos citar : No One, My Boo, Girl On Fire, If I Ain’t Got You, Empire State Of Mind com Jay-Z, e a icônica Put It In A Love Song, com a diva Beyoncé. A música inclusive teve um video clipe gravado aqui no Brasil, mas que nunca foi lançado -para a tristeza dos fãs brasileiros de ambas as cantoras, e do público em geral que ficou em êxtase durante as filmagens em uma comunidade do Rio de Janeiro.

Durante esses 40 anos de idade e 20 de estrada, Alícia recebeu quase 800 indicações a prêmios, vencendo 270 vezes. Acho bom que as paredes da casa de Alicia sejam bastante resistentes, pois aguentar o peso de 15 Grammys não deve ser fácil. Isso sem contar os inúmeros certificados, afinal de contas, são mais de 42 milhões de álbuns vendidos no mundo todo.

Com uma carreira marcante como cantora, compositora, atriz, e produtora e jurada, Alicia inspira não somente pelo lado profissional, mas pelo pelo pessoal também, e vai continuar inspirando por uma longa data, pois a estrela ainda está com todo gás. Com um trabalho que evolui surpreendentemente desde seu surgimento na indústria fonográfica, qualquer boato de um novo disco já deixa o público inquieto. E até agora, nós gostamos do que ouvimos, mas queremos saber: O que você ainda tem na manga, Alicia? Por favor, nos mostre.

Editora de VejaSP ataca manifesto e Dendezeiro responde : “mídia vê a criatividade nordestina como combustível barato”

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Foto: Reproduçãoo dendezeiro

Nesta quinta-feira passada (21/01), a Revista Veja São Paulo lançou uma capa especial em comemoração ao aniversário da cidade com o seguinte título: “A capital do Nordeste” e a Dendezeiro, marca baiana de moda*, ofereceu uma contraproposta para o discurso presente na capa.

Capa veja lançada em comemoração ao aniversário de São Paulo

Após esse fato, o editor chefe da revista Veja SP, Raul Juste, emitiu um discurso de superioridade nas suas redes, ignorando as diversas críticas que a capa recebeu e querendo mostrar, o quanto estava certo em sua edição. A Dendezeiro falou um pouco mais sobre isso em um artigo exclusivo para o Mundo Negro:

“Nesta quinta-feira passada (21/01), a Revista Veja de São Paulo lançou uma capa especial em comemoração ao aniversário da cidade com o seguinte título: “A capital do Nordeste”. Não é um fato desconhecido que a migração de nordestinos para o Sudeste ocorreu em peso no início do século 19 e repercute nos dias atuais. Enxergando um discurso estereotipado e romantizado deste processo migratório para São Paulo, nós da  Dendezeiro, marca baiana de moda, oferecemos uma contraproposta para o discurso presente nesta capa.

Nós entendemos que o Nordeste é uma região vasta, multicultural, com diversas etnias e nosso objetivo com esta capa não foi representar, em sua totalidade, a nossa diversidade. Nenhum editorial foi desenvolvido para esta capa. Nós utilizamos um editorial nosso antigo focamos no discurso proferido. Chamar São Paulo de “A capital do Nordeste” é romantizar um processo violento e excludente que diversos nordestinos passaram ao longo dos anos, deixando suas terras de origem pela escassez de recursos e oportunidades de trabalho, devido à centralização do capital no Sudeste.

Dito isso, sabemos que as mãos nordestinas foram umas das principais mãos que construíram a cidade de São Paulo e a alimentam culturalmente até hoje. Mais uma vez, de forma cruel e irresponsável, este fato foi lembrado no início da matéria através da frase: “Não é mais com calos nas mãos e sacos de cimento nas costas que muitos migrantes nordestinos constroem uma nova São Paulo.”

Sabemos que uma capa representativa e correta, contaria com a presença não somente de pessoas negras, mas de pessoas indígenas, brancas, de diversas idades, gêneros, sexualidades e diferentes corpos. Nossa ação teve o objetivo de mostrar que não permaneceremos calados enquanto a mídia transforma a criatividade e o trabalho nordestino como combustível barato e abundante para movimentar São Paulo. De nada responsabilizamos as pessoas presentes na capa. Respeitamos suas histórias e entendemos que elas não possuem poder de decisão dentro das circunstâncias apresentadas.

Logo o lançamento, fomos atravessados pelas falas perversas do editor chefe da Revista Veja de São Paulo, na rede social do Twitter, ao postar nossa capa e dizer: “O mundo da lacração acha que “diversidade” é muita gente igual, “cool”, todos da mesma idade (sempre muito jovens, claro), mesma maquiagem e quase uniformizados…”.

 Disse também no decorrer dos comentários: “São muitas das pessoas mais violentas que eu conheço. Prejudicam as supostas causas que dizem defender (em muitos casos, a finalidade é só autopromoção), com tanta vontade de avacalhar, mas estão sempre com uma pedra na mão.”

A Dendezeiro acredita, acima de tudo, que a nossa geração encontra diversas formas de se comunicar e de lutar pelas causas sociais. Em nada nos alegra, desenvolver uma arte digital que explique o óbvio em pleno 2021: chamar São Paulo de capital do Nordeste é um ato irresponsável e desumano com o povo nordestino. Contudo, a estética, especialmente para pessoas negras, indígenas e de diferentes corpos, é também uma ferramenta política contra o padrão social que subjuga suas características, forçando um processo de aproximação da estética branca.

É preciso tomar cuidado ao associar as pessoas da capa à “muita gente igual” ou “ as mais violentas”, pois este discurso favoreceu e favorece a desigualdade social presente entre a população brasileira. Estas falas, como outras presentes na publicação, revelam a necessidade de um novo direcionamento na mídia brasileira.

A proposta da nossa capa não tem o objetivo de atacar nenhum veículo ou o Sudeste, e sim trazer uma nova perspectiva para a população nordestina, para que estas sementes que nos colocam em uma posição de inferioridade a outras regiões, não criem raízes. Nós temos memórias e construímos a nossa história a cada dia. Através desta capa, convidamos não somente o nosso povo, mas todo o Brasil, a escrever uma nova narrativa.”

Para comemorar 30 anos de carreira, Mariah Carey regrava seus maiores hits

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Imagem: Rob Latour

Mariah Carey está dando continuidade às celebrações de seus 30 anos de carreira com o lançamento de uma série dos seus maiores hits em gravações inéditas.

As versões serão divulgadas separadas pelos álbuns nos quais eles foram originalmente apresentadas. No primeiro lançamento, a artista compilou versões de alguns dos maiores hits de “Charmbracelet“.

Estas coletâneas têm seu repertório composto por remixes e faixas-bônus de vários álbuns da artista, incluindo “Charmbracelet“, “The Emancipation of Mimi” “Memoirs of an Imperfect Angel“, entre outros.

Por meio de suas contas nas redes sociais, a diva comentou: “#MC30 está de volta com os EPs e vídeos HD de  ‘Charmbracelet’! Yayyyy Charmie!!! Eu ouvi dizer que este álbum é um dos favoritos dos fãs! ‘Subtle Invitation’, ‘My Saving Grace’, ‘Yours’, ‘The One’ e muitas outras fazem deste álbum um dos meus favoritos!”

Os EPs já estão disponíveis nas plataformas de música por streaming, assim como vídeos em HD das faixas relançadas. Ao longo do projeto, a artista apresentará 17 vídeos que foram remasterizados recentemente para relançamento em HD. Os primeiros três vídeos acabam de ser lançados, junto com suas faixas correspondentes.

Quitéria Chagas é eleita embaixadora da Federação Nacional das Escolas de Samba

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Imagem: Google fotos/Desfile carioca

Pela primeira vez, uma mulher ocupa o cargo de “Embaixadora da Federação Nacional das Escolas de Samba”. A carioca Quitéria Chagas, que é considerada ‘a eterna Rainha do Império Serrano’, uma das escolas de samba mais tradicionais do Rio de Janeiro, foi eleita recentemente ao posto.

Nascida e criada na Tijuca, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, Quitéria mora á cinco em Milão, na Itália, ao lado de seu marido e filho, além de bailarina, é modelo, atriz, psicóloga e doula, profissão que busca crescer profissionalmente na Itália.

Quitéria Chagas também está responsável pela criação de um projeto social na Império Serrano que vai ajudar moradores de Madureira e adjacências a aprender novas profissões, além das que já fazem parte naturalmente do período carnavalesco.

“Vou lutar pela por elas. Mulheres não são enfeites e representam a cultura do samba na arte da dança”, afirma Quitéria.

Defensora de adiar o carnaval por causa da pandemia, mas preocupada com as milhares de pessoas que precisam do evento para o sustento, ela voltará ao Brasil assim que Rio de Janeiro for liberado para representar a sua escola nos ensaios e no desfile na Marquês da Sapucaí. 

2º mostra de cinema negro de São Félix (BA) acontece online e gratuito

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Imagem: Divulgação

Durante os quatro dias de evento serão exibidos filmes e videoclipes produzidos em todo o Brasil, além de pocket showse masterclasses que trarão a produção cinematográfica de realizadores negros e negras para o centro da discussão sobre representação e representatividade no campo da sétima arte.

Com o tema “Nossas vidas na tela”, a mostra apresenta 13 títulos que concorrem na categoria “Mostra Competitiva Nacional” com premiação concedida através do júri oficial e júri popular. Outras quatro produções concorrem entre si na categoria “Mostra Competitiva Infanto-Juvenil” e haverá ainda a “Mostra de Videoclipes”, ambas com votação realizada pelo júri popular.

 A II Mostra de Cinema Negro de São Félix ocorrerá entre os dias 25 e 28 de fevereiro de 2021 e será realizada de forma totalmente online.

A primeira edição da Mostra de Cinema Negro do município Bahiano aconteceu em novembro de 2019 como parte da programação proposta pela Prefeitura Municipal de São Félix (BA) em homenagem ao Dia da Consciência Negra. Em uma noite, cerca de 200 pessoas foram prestigiar os filmes exibidos. Por conta da pandemia de Covid-19, toda a programação da segunda edição acontece no formato online, através de site desenvolvido exclusivamente com esta finalidade.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

A programação completa e todas as etapas da mostra serão divulgadas através do Instagram: @cinemanegrosf e do Facebook www.facebook.com/cinemanegrosf

Atriz Luiza Ambiel convoca fandom para eliminar Camilla de Lucas do BBB21

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Foto: Divulgação

“Meu fandom já me avisou que vai votar para ela sair e fazer de tudo para ela ser eliminada” comentou a atriz em entrevista a TV Gazeta

Após receber postagens dos fãs em que a blogueira Camilla de Lucas criticava a participação da atriz no reality ‘A Fazenda’, Luiza Ambiel decidiu pedir a ajuda de seus fãs para eliminar a blogueira do ‘Big Brother Brasil’

“Me mandaram posts dela me chamando de fofoqueira e falando mal de mim, dizendo que não acreditaria nas coisas que eu falava”, Luiza Ambiel ainda disse que não conhecia Camilla de Lucas e que achava que a blogueira fazia parte do time da Pipoca no “BBB”. “Eu nem conhecia ela.”

Embora a atriz não conheça Camilla de Lucas, já declarou sua torcida contra, mas lembrou da tensão que é estar em um reality show “Agora que ela está confinada ela vai sentir na pele o que eu passei” afirmou Luiza.

O BBB21 começa nesta segunda-feira, mas os preferidos do público já estão sendo evidenciados, antes do programa começar já rolou votação para os telespectadores votarem em quem gostariam de imunizar, e os mais votados foram: Projota, Fiuk, Viih tube, Lumena, Julliete e Arthur

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