A cantora Karol Conká e a Fabiana Bruno, fundadora e CEO da agência Suba, responsável pela construção de imagem e carreira da cantora deram uma entrevista para o programa “Reclame”, elas falaram sobre o futuro da carreira da cantora e sobre os desafios de recomeçar do zero após o BBB.
As duas pensaram e ressaltaram, as dificuldades que Karol encontrou após o cancelamento sofrido em decorrência as suas ações dentro do reality mais visto do Brasil. Na conversa, a cantora fala sobre como estão as estratégias de reconstrução da vida da artista e sobre a importância de estarmos atentos a nossa saúde mental e sobre o perdão.
A entrevista vai ao ar no programa Reclame, do Multishow, na próxima quinta-feira (03/06) às 17 horas e conta com apresentação de Bruna Calmon.
‘Falas de Orgulho’ mostrará as jornadas de oito personagens de diferentes idades, regiões, trajetórias de vida e religiões – e por trás delas, histórias de superação, preconceito e auto aceitação.
No dia 28 de junho, data em que se celebra o Dia Internacional do Orgulho LGBT, a TVGlobo apresentará a trajetória de uma comunidade plural, pessoas completamente diferentes entre si mas que se reconhecem em um ponto em comum: o orgulho; de ser livre, de se relacionar sem preconceitos, de existir e de ter voz. O especial será exibido ainda no GNT, dia 30 de junho, e no Canal Brasil, dia 2 de julho.
Para contar histórias das pessoas, a equipe do ‘Falas de Orgulho’ percorreu diversos estados do país e acompanhou pessoas reais em seu cotidiano: na intimidade de suas casas, trabalho e no dia a dia com os amigos. Além de dar voz a essa luta na frente das câmeras, o especial também reflete a diversidade nos bastidores, em uma equipe majoritariamente LGBT em diversos setores: desde a direção, passando pelos assistentes, fotografia e roteiristas.
O especial falará sobre vida de pessoais como Richard Alcântara, 24, jovem transgênero do interior de São Paulo, que sonha ser bombeiro civil;
Ariadne Ribeiro, 40, mulher transgênero que é assessora de apoio comunitário da Unaids/ONU;
Geisa Garibaldi, 37, lésbica e carioca, criadora do ‘Concreto Rosa’, empresa de serviços de mão de obra feminina;
Ângela Fontes, 69, enfermeira aposentada que só falou abertamente sobre ser lésbica na terceira idade;
Fábio, 30, jovem gay de São Paulo que dá vida à drag queen Sasha Zimmer;
Mário Leony, 46, homem gay de Aracajú, que é delegado da Polícia Civil há 20 anos;
Maycon Douglas, 27, jovem bissexual que trabalha como barraqueiro na praia de São Conrado e mora na Rocinha, comunidade da Zona Sul do Rio de Janeiro;
Mariana Ferreira, 35, médica bissexual, que tem um consultório particular e trabalha como ginecologista do SUS.
A cada edição do ‘Falas’, que faz parte do ‘Projeto Identidade’, propõe-se um diálogo social, a partir de temas que estão vinculados às datas de nosso calendário. Para o ‘Falas de Orgulho’, além dos bastidores do dia a dia desses oito personagens, o público também terá a oportunidade de ouvir seus depoimentos: as histórias marcantes de suas vidas contadas em primeira pessoa em estúdio. Um momento que promete muitas emoções – tanto para eles, quanto para os espectadores. Ao final, a diversidade será celebrada em um clipe musical exclusivo.
A escritora Chimamanda Ngozi Adichie usou sua conta no Instagram para homenagear a própria mãe, Grace Adichie, e fazer uma reflexão sobre a falta de protagonismo da mãe da noiva nos casamentos ocidentais. “O pai leva a noiva até o altar, o pai faz a primeira dança com a noiva, muitas vezes o pai faz um discurso enquanto a mãe não”, disse. Grace Adichie faleceu em fevereiro deste ano, poucos meses após a morte do pai de Chimamanda, James Adichie. O falecimento do pai motivou a autora a escrever o livro Notas Sobre o Luto, lançado em abril deste ano.
“Antes do casamento, decidi que meus pais me acompanhariam até o altar. E decidi que minha primeira dança seria com minha mãe. Meu pai, que muitas vezes chamei de “Defensor do Cônjuge”, me deu muito apoio. Ele não era muito dançarino – eu herdei seus genes não ritmados – mas minha mãe era. E a alegria da minha mãe naquele dia foi uma coisa linda e brilhante”, contou aos seguidores na manhã desta quarta-feira.
Chimamanda ilustrou a postagem com uma foto de seu próprio casamento – que ela havia mantido privada até este momento. “Minha necessidade de privacidade agora é superada por meu desejo de homenagear publicamente a mulher rara e maravilhosa que chamei de minha mãe”, disse a escritora na postagem.
A autora de Sejamos Todos Feministas e Americanah, falou ainda sobre a importância de modificar convenções de acordo com o que cada um sente. “Se as convenções parecerem erradas para você, se sua pele se eriçar e seu espírito paralisar com a ideia de fazer algo ‘do jeito que é feito’, pare e aja . Podemos fazer mudanças. Podemos tentar criar pequenas fatias da vida que desejamos”, incentivou.
Confira a íntegra do texto: “Sempre achei que as tradições de casamento ocidentais deixam de lado a mãe da noiva – o pai leva a noiva até o altar, o pai faz a primeira dança com a noiva, muitas vezes o pai faz um discurso enquanto a mãe não. Nosso casamento, há muitos anos, foi pequeno e lindo, como queríamos. Pedi a família e amigos para não postar nenhuma foto publicamente. Eu queria privacidade. Mas minha necessidade de privacidade agora é superada por meu desejo de homenagear publicamente a mulher rara e maravilhosa que chamei de minha mãe. E espero que isso inspire qualquer moça (e homem) que esteja questionando qualquer tipo de convenção. Antes do casamento, decidi que meus pais me acompanhariam até o altar. E decidi que minha primeira dança seria com minha mãe. Meu pai, que muitas vezes chamei de “Defensor do Cônjuge”, me deu muito apoio. Ele não era muito dançarino – eu herdei seus genes não ritmados – mas minha mãe era. E a alegria da minha mãe naquele dia foi uma coisa linda e brilhante. Convenção é algo feito por alguém e depois repetido por outros. Se as convenções parecerem erradas para você, se sua pele se eriçar e seu espírito paralisar com a ideia de fazer algo “do jeito que é feito”, pare e aja . Podemos fazer mudanças. Podemos tentar criar pequenas fatias da vida que desejamos. Podemos desfazer convenções para tornar as coisas mais justas, mais completas, mais bonitas. Nem todos ficarão felizes com você, porque é da natureza humana tentar conservar as coisas como elas são, mas seu espírito se sentirá pleno e não há nada mais significativo do que saber que você tem sido verdadeiro consigo mesmo”.
Em Junho, nos EUA, é celebrado o Mês da Música Negra Americana. E o momento não poderia ser melhor para conhecer mais sobre o trabalho de uma das maiores artistas negras da black music contemporânea: Mary J. Blige. A Diva do Hip-Hop e R&B é de forma unânime, uma dos maiores nomes da indústria da Black Music sendo uma das cantoras preferidas das mulheres negras por conta das suas canções que falam de amor, força e vulnerabilidade .
No dia 25, o Amazon Prime Video lança o documentário Mary J. Blige’s My Lifeque é um filme sobre a celebração de 25 anos do álbum “My Life” (1994) um dos trabalhos mais importantes da carreira da artista.
Dirigido pela vencedora do Oscar Vanessa Roth, (Freeheld/2007) o filme tem produção de Diddy ( Sean Combs) e produção musical da lenda viva Quincy Jones.
“My Life é provavelmente meu álbum mais sombrio em um dos momentos mais sombrios que já tive”, diz Mary no trailer. “Na maioria das vezes, eu estava apenas deprimida e não queria viver. Eu tinha tudo dentro de mim, era capaz de cantar e escrever e não sabia que tantas pessoas sentiam o mesmo ” detalha Mary J. que foi vencedora de nove Grammys e indicada ao Oscar por atuação e sua canção no filme ‘Mudbound’ em 2018.
Serão realizados hoje, em Recife, às 14h, atos em memória de um ano da morte do menino Miguel. Também haverá ato em São Paulo, às 16h, com pronunciamento de Mirtes Renata Santana de Souza, mãe de Miguel , nas escadarias do Theatro Municipal de São Paulo. Ao todo, serão seis atos no Brasil, além de lives, intervenções artísticas e audiovisuais. As ações contam com apoio da Articulação Negra de Pernambuco, Coalizão Negra por Direitos e outras organizações e movimentos sociais.
Imagem: Mirtes Renata
Filho único de Mirtes e Paulo Inocêncio, Miguel tinha cinco anos quando veio a óbito no dia 2 de Junho de 2020, quando sua mãe foi convocada para o trabalho em uma das piores fases da pandemia de Covid-19. Por conta disso, o menino teve que acompanhar sua mãe ao trabalho. Ele foi abandonado por Sarí Gaspar Corte Real, patroa de sua mãe, e após ser deixado sozinho em um elevador caiu do nono andar do Condomínio Píer Maurício de Nassau, conhecido localmente como “Torres Gêmeas”, um prédio de luxo de Recife (PE).
A Semana Internacional Menino Miguel (acontecendo entre os dias 30 de maio e 5 de junho) também é uma forma de relembrar a ausência de justiça na investigação do caso do menino. Um ano após o início das investigações, do pouco que evoluiu o processo, destacam-se as irregularidades do caso. Mais recentemente, uma testemunha indicada pela defesa de Sarí foi ouvida pela justiça sem a participação da família de Miguel, ato considerado ilegal pela assistência de acusação. “Para mim a pior dor foi tomar ciência da linha de defesa que os advogados de Sarí estão operando: o discurso deles busca nitidamente adultizar Miguel e infantilizar Sari. É uma barbaridade, de uma crueldade imensa, retratam meu filho como uma criança incontrolável, mal-educada e grosseira, apresentando Miguel como culpado da própria morte. Sim! Os advogados estão afirmando isso, quando infantilizam Sari, argumentando que ela “fez tudo o que podia”, mas não teve condições de impedir Miguel de usar o elevador. Uma petição pública hospedada na plataforma Change.org também pede justiça para o caso. Criado pela jovem Dani Brito e pela mãe de Miguel, Mirtes, o abaixo-assinado tem quase três milhões de assinaturas.
Em 2015, o ginasta Angelo Assumpção estava em ascensão e tinha sido campeão da prova de salto da etapa de São Paulo da Copa do Mundo de ginástica artística, mas em meio ao ápice aconteceu o que acabou por definir a desventura que o atingiria.
Os colegas de equipe de Ângelo, Fellipe Arakawa, Henrique Flores e Arthur Nory lhe disseram coisas de cunho abertamente racista : “Seu celular quebrou. A tela quando funciona é branca, quando ele estraga é de que cor? (risos)”, pergunta Arthur Nory. “Preto!”, respondem os outros. “O saquinho do supermercado é branco. E o do lixo? É preto!”. A cena deprimente foi gravada e vazada nas redes sociais, mostrando um Angelo visivelmente constrangido.
Imagem: Acervo do atleta
Seis anos depois, nenhum punido. Arthur Nory tem milhões de seguidores enquanto Angelo está sem clube desde novembro de 2019, quando foi demitido pelo Esporte Clube Pinheiros, clube que defendeu por 16 anos. Na última segunda-feira (31), Ângelo desabafou em suas redes sociais. “Eu juro que queria entender porque até hoje não consegui achar um clube para treinar. Qual foi o crime que cometi para ser banido da ginástica?!!! Cadê as pessoas que disseram que iria ajudar do meio esportivo quando ficaram sabendo do ocorrido? Um ano e meio e o racismo…”, escreveu o atleta.
Angelo tem se mantido inteiro física e psicologicamente da forma que lhe é possível. “Está sendo bem difícil, sinto que houve um abandono das pessoas do meu ambiente (ginástica) , onde até o presente momento não consegui achar um clube para treinar. Faço que está ao meu alcance de ir atrás de quem pode me ajudar, treinando na academia e tentando manter saúde mental conversando semanalmente com minha psicóloga”, conta.
“Eu faço acompanhamento sem parar há três anos. É uma profissional fora do ambiente esportivo, com intuito de tratar o Angelo como ser humano que transita no Angelo profissional e tem me ajudado muito com tudo que estou passando”, desabafa o paulistano que fará 25 anos em junho.
Ângelo no Campeonato Brasileiro em 2019 (Imagem: Ricardo Bufolin)
Ainda que o ginasta se esforce em academias, para se manter apto para o esporte que ama é preciso treinos específicos que são oferecidos apenas em alguns clubes do Brasil. Segundo informações do Globoesporte.com, o Esporte Clube Pinheiros passou por uma reestruturação ao fim de 2019, mas Angelo foi o único atleta dispensado. O atleta é articulado e plenamente consciente de sua condição de homem preto que foi inserido em um espaço majoritariamente branco. “Eu não denunciei os meus ex- colegas de seleção, o Arthur postou o vídeo em suas redes sociais naturalizando a existência do racismo dentro do esporte e muitos acham que é um lugar isento de racismo”, explica.
Não há como apontar outras razões que não um racismo latente que perpassa a existência de indivíduos e instituições do país. A punição maior se aplica contra a vítima e, ao que parece, é a única punição. “É evidente a indignação do silêncio ensurdecedor que estão fazendo com a minha história de anos representando um país e que nada efetivo foi feito para minha volta. Minha trajetória começou em 2003, não quero encerrar minha carreira, mas preciso ter o direito de continuar a exercer o meu trabalho”, desabafa.
Maior pivô dos ataques a Angelo, Arthur Nory deu entrevistas, foi para as Olímpiadas um ano depois do vídeo, reforçando que racismo pode ser compensado com pedidos de desculpas guiados por assessoria e que a causa racial está longe de comover marcas e pessoas públicas e isso parece evidente para Angelo. “Crescemos em uma estrutura que precisa buscar o letramento racial. Muitos acreditam que o racismo só se manifesta quando chamam de macaco, porque provavelmente é o sinal claro de desumanização. Mas o racismo aparece de várias formas, por isso ele é estrutural. Por isso que devemos buscar profissionais que trabalham diretamente com questões raciais para instruir e educar estes ambientes onde a diversidade de pessoas se encontram. É perverso pra nós ficar recebendo tudo isso e tendo que educar em todos os momentos”, diz em uma lucidez raramente demonstrada entre esportistas brasileiros.
Sobre a ausência de punição e inversão do apoio, Angelo é firme. “Temos leis muito brandas quando falamos de racismo, que precisa ser mudada para punição severa com quem comete e uma assistência em seu modo geral mais adequada para quem é vítima. Quem é punido neste país por ser racista é a vítima e não o agressor. Isso fica claro”, raciocina.
A situação de um ginasta preto e talentoso, abandonado após ser mais uma vítima de racismo rende muitas reflexões, mas o próprio atleta deixa um recado simples e direto: “A volta do Angelo ao esporte significa o início efetivo do enfrentamento contra o racismo na ginástica”, conclui.
O Quilombo Aéreo, um coletivo que visa trazer visibilidade aos tripulantes negras (os) da Aviação Civil Brasileira, mostrou sua primeira turma de tripulantes negros que estão se formando através de suas bolsas de estudos. O beneficio é totalmente direcionadas a jovens de periferia que tem o objetivo de fazer o curso de comissários de voo.
Atualmente, nenhuma mulher negra é piloto de linha aérea no Brasil e, por isso, o projeto foi criado para contribuir com a mudança desse cenário.
É a primeira vez que existem bolsas de estudo para comissários de voo brasileiros que cobrem cem por cento de todas as despesas, envolvendo a sua formação. Por esse motivo, o “voo negro” compartilhou sua primeira turma de comissários formada exclusivamente por pessoas negras em suas redes sociais.
As inscrições dessa primeira turma foram feitas até dia 29/03 desse ano e contou com uma participação de diversos jovens, entre eles, foram 11 selecionados para as bolsas de estudo no curso de comissário de voo, que já começaram suas aulas e no último dia do mês de maio, usaram seus uniformes pela primeira vez:
O Mundo Negro conversou com Kenia Aquino, aeromoça e participante do projeto, que esclareceu algumas dúvidas sobre a nova turma:
MN: Que demais isso! Como foi o processo ?
Era tudo ou nada! Batemos a meta, e ganhamos o aporte da plataforma da benfeitoria! Aí começamos a segunda parte de seleção dos bolsistas, organizar o edital e conferir se tudo corria como certo!
Quando começou o processo ? Quanto foi arrecadado? E para selecionar esse grupo , qual foi o critério ?
O edital foi ao ar em novembro. Ficamos até dezembro com a vaquinha !
Os critérios para seleção eram:
Ser negro, residente na região de Porto Alegre, baixa renda, disponibilidade para fazer aulas de segunda a quinta à noite.
Ensino médio completo, sem ter concluído o ensino superior.
O projeto foi pensado para pessoas que não tiveram oportunidade de estudo adequada.
Então algumas pessoas que tem ensino superior , acabaram não se qualificando pra parte final.
A Odabá, associação de AfroEmpreendedores foi a organização responsável pela seleção deles. Eles tem uma equipe de psicólogas e profissionais de recursos humanos que já faz esse tipo de trabalho!
E quando começa o curso ?
Eles começaram as aulas dia 05/05. Mas ontem (31) vestiram o uniforme pela primeira vez
O presidente da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, revogou hoje a Instrução Normativa que definia a proteção ambiental em torno dos territórios dos quilombos brasileiros (nº 1, de 31 de outubro de 2018). A legislação previa participação efetiva dos quilombolas no processo de licenciamento de obras ou empreendimentos capazes de gerar impactos socioambientais, econômicos e culturais nas comunidades.
A decisão de Camargo afeta cerca de 3,5 mil comunidades quilombolas no Brasil, retira a necessidade da mediação dos grupos nos quilombos aos processos de licenciamento, assim como extingue as medidas de prevenção, mitigação, controle e compensação sobre as obras que atinjam áreas protegidas (a construção também participativa de programas, planos e projetos de contraponto para beneficiar as comunidades).
Sem a condução participativa dos quilombos, os processos poderiam ser reprovados e suspensos. Agora, não há mais mecanismos de interrupção e a especulação imobiliária pode avançar sem problemas em territórios que cumpriria ao Estado proteger.
A portaria de Sérgio Camargo faz parte de uma ampla blitz de fragilização do meio ambiente e de facilitação da especulação imobiliária no governo Bolsonaro, em especial no âmbito do Ministério do Turismo.
.Na próxima quinta-feira, dia 3, será lançado o esperado single da cantora Iza, “Gueto“. A canção será apresentada ao vivo por ela diretamente do Rio de Janeiro, pelo projeto “Criatividade Tropical”, e projetada simultaneamente em diferentes comunidades pelo país. A ideia do show veio para enaltecer a origem da cantora e sua luta, inspirando outros talentos criativos do Brasil a também ultrapassem as barreiras das periferias e conquistarem seus sonhos. A transmissão ao vivo desse show acontece no Instagram de Devassa (parceira da cantora) às 21 horas.
Imagem: Divulgação
O objetivo é celebrar a criatividade que sempre existiu dentro das periferias. Na próxima etapa de “Criatividade Tropical: abre as portas para o gueto”, o projeto percorrerá comunidades de diferentes cidades brasileiras para encontrar talentos e mostrar que todos podem estar no palco, assim como Iza, permitindo que a criatividade que nasce nos guetos ganhe o Brasil.
Mais desdobramentos devem ser divulgados em breve.
O projeto “Pretas na Ciência”, em conjunto com a L’Oréal Brasil, vai lançar a nova série de videocastslançada no dia 01 de junho. Nomeada ‘Para elas na ciência’, elas buscam incentivar o empoderamento feminino e a diversidade na âmbito, além de inspirar jovens cientistas a se inscreverem no programa “Para Elas na Ciência”, realizado pela L’Oréal em parceria com a UNESCO no Brasil e a Academia Brasileira de Ciências.
A inscrições para a premiação, que busca reconhecer a participação da mulher na ciência, favorecendo o equilíbrio de gêneros no cenário brasileiro, estão abertas até o dia 10 de junho.
“Essa série tem o objetivo de dar visibilidade para o programa nessa reta final de inscrições, mas vai muito além. Queremos mostrar a importância da força feminina no meio acadêmico. Porque o mundo precisa de ciência. E a ciência precisa de mulheres”, diz Cristina Garcia, Diretora Científica da L’Oréal Brasil e integrante do júri do programa.
Com apresentação de Lívia Rodrigues, analista de Pesquisa & Inovação da L’Oréal Brasil, e Ana Nascimento, do time de desenvolvimento de produto na empresa – ambas cofundadoras do @pretasnaciência (projeto independente das pesquisadoras no Instagram) -, a série contará sempre com uma convidada especial para contar sua história, desafios e conquistas no campo das ciências.
O primeiro episódio do #ParaElasNaCiência conta com a participação da física e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Marcia Barbosa. A cientista é integrante da Academia Brasileira de Ciências, já ganhou o prêmio internacional do Para Mulheres na Ciência e, em 2020, foi nomeada como uma das “Sete cientistas mulheres que moldam o mundo” pela ONU Mulheres. O assunto do debate será mulheres na ciência e a igualdade de gênero no ambiente científico.
No segundo episódio, o tema será mães na ciência e as dificuldades que as mulheres enfrentam em conciliar a maternidade com a vida profissional, principalmente no meio acadêmico científico. Fernanda Staniscuaski, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, fundadora e coordenadora do movimento Parent In Science e mãe do Bruno, Samuel e Gabriel, será a convidada especial para abordar o assunto.
Para falar sobre a representatividade feminina negra na ciência, a convidada do terceiro episódio do videocast será Rita de Cássia dos Anjos, laureada do Para Mulheres na Ciência 2020. Astrofísica e professora da Universidade Federal do Paraná, após ganhar o prêmio da L’Oréal em parceria com a UNESCO Brasil e a Academia Brasileira de Ciências, Rita se tornou membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências. Os videocasts estarão disponíveis através do site https://www. loreal.com .