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Jonathan Azevedo, Cris Viana e Ícaro Silva prestigiam em Nova York a premiére de ‘Luta de Classes’, filme dirigido por Spike Lee

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Foto: divulgação

O cinema negro brasileiro esteve representado em Nova York na noite da última quarta-feira (04), durante a premiére exclusiva do filme Luta de Classes, produção da Apple TV dirigida pelo renomado cineasta Spike Lee. Os atores Jonathan Azevedo, Cris Vianna e Ícaro Silva marcaram presença no evento, que reuniu grandes nomes da indústria e celebrou uma das estreias mais aguardadas do ano.

O longa-metragem é um suspense policial neo-noir estrelado por Denzel Washington, Jeffrey Wright, Ilfenesh Hadera, A$AP Rocky e Ice Spice. Com uma narrativa que mescla drama e ação, a obra revisita o clássico japonês Céu e Inferno (1963), trazendo para o presente questões sobre ética, relações humanas e a luta por justiça social. No Brasil, o filme estará disponível a partir desta sexta-feira (05), exclusivamente no Apple TV+.

Além da exibição, a noite contou com a presença de Spike Lee, que recentemente foi reconhecido como Cidadão Honorário do Rio de Janeiro, título concedido em homenagem à sua contribuição artística e ao diálogo que estabelece com a cultura negra brasileira. A presença de Jonathan Azevedo, Cris Vianna e Ícaro Silva na premiére reafirma o espaço e a relevância de artistas negros do Brasil em diálogos internacionais e em eventos que ampliam a visibilidade de narrativas negras no audiovisual.

Estudante é expulso de colégio particular no Rio após ato de racismo em campeonato interno

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Foto: Divulgação

Um adolescente foi expulso do Colégio PH, na unidade de Botafogo (RJ), depois de cometer um ato racista contra colegas durante um campeonato interno de futebol. A direção da instituição afirmou repudiar “qualquer atitude discriminatória” e destacou que os alunos vítimas do episódio estão recebendo acolhimento. A informação é jornal O GLOBO.

A situação aconteceu na última quarta-feira (3), quando um dos jogadores provocou o time adversário com um gesto de choro. Em resposta, um estudante branco imitou um macaco para ofender um colega negro, bolsista da escola. O gesto provocou indignação entre os estudantes e desencadeou uma briga generalizada, que inspetores e diretores tentaram conter.

“Nunca tinha visto nada igual. Todo mundo saiu correndo, teve gente ligando para os pais. Muita gente chorando. Horrível”, disse um aluno do 1º ano ao jornal.

No ano passado, a mesma unidade foi alvo de outra denúncia. Em agosto de 2023, a família de um estudante de 14 anos registrou ocorrência policial após ele ser vítima de injúria racial e homofobia de colegas.

Segundo a denúncia, as agressões começaram em um grupo de WhatsApp, onde quatro meninas o chamavam de “viado” e faziam piadas racistas com termos como “macaco”. Uma das mensagens enviadas à vítima incluía a frase: “gay não opina aqui”.

Na ocasião, o colégio lamentou o ocorrido, aplicou medidas educativas e transferiu o aluno para outra turma.

Veja a nota na íntegra do colégio

“A direção do Colégio tomou as medidas necessárias. O aluno autor das ofensas não continuará na nossa escola, e os alunos que foram alvo estão sendo acolhidos. Repudiamos qualquer atitude discriminatória. O ocorrido não condiz com os valores e diretrizes adotados pelo colégio, que zela pelo bem-estar e acolhimento de todos os seus alunos.

Temos o compromisso com uma cultura antirracista, reafirmando que a construção de uma sociedade verdadeiramente inclusiva e igualitária é – e sempre será – uma responsabilidade diária do pH. Entre nossas ações permanentes, estão os projetos de Educação Decolonial Antirracista, o Percurso Antirracismo e Antidiscriminação, que se estende a todas as áreas e segmentos, além de programas estruturantes como as Equipes de Ajuda e o Programa Antibullying.”

EXCLUSIVO: Antonio Pitanga e Lázaro Ramos são destaques confirmados no Festival Negritudes Globo em São Paulo

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Fotos: Ana Duarte e Divulgação

Com exclusividade, o Mundo Negro revela alguns dos nomes que vão brilhar na edição paulistana do Festival Negritudes Globo 2025. Entre eles, duas referências centrais da dramaturgia brasileira: Antonio Pitanga e Lázaro Ramos.

Pitanga, um dos maiores ícones da teledramaturgia nacional, será protagonista de um momento emocionante no evento. O ator sobe ao palco com um monólogo sobre legado, identidade e ancestralidade, prometendo marcar o público com uma apresentação repleta de afeto e reflexão.

O artista também assina a direção e protagoniza ‘Malês, novo longa da Globo Filmes que estreia em 2 de outubro e retrata a Revolta dos Malês, levante histórico de escravizados ocorrido em Salvador em 1835. A produção também marca o retorno de Pitanga à direção após 46 anos, desde ‘Na Boca do Mundo’ (1978).

Outro nome de destaque confirmado é do ator, diretor e escritor Lázaro Ramos. Sua participação reforça a sua importância para a valorização da cultura negra no Brasil e das narrativas audiovisuais negras.

Além deles, o público também poderá acompanhar as apresentadoras Rita Batista, Valéria Almeida e Thelminha, que somam ainda mais potência à programação.

O Festival acontece em São Paulo, no dia 18 de setembro, no Sesc Pompeia, com entrada gratuita. As inscrições estarão abertas a partir desta sexta-feira, 5 de setembro, pelo site somos.globo.com/negritudes.

Após passar por Rio de Janeiro, Brasília e Salvador, a capital paulista será a última parada da edição 2025. O evento se firma como um espaço potente de celebração da cultura negra, reunindo grandes nomes, oficinas, música e atividades que reafirmam o pertencimento e a força da presença negra no audiovisual e na cultura brasileira.

EXCLUSIVO: Chef Júlia Almeida assina cardápio do novo restaurante oficial do Itamaraty: “Vou colocar todo meu axé”

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Foto: Reprodução/Instagram

O Palácio do Itamaraty, em Brasília, vai ganhar um restaurante oficial. O protagonismo por trás dessa estreia leva o nome da chef Júlia Almeida, chef e pesquisadora da cozinha brasileira há mais de uma década. Ela é responsável por assinar o cardápio e estruturar toda a casa, batizada de Terra Nova. A inauguração está prevista para o dia 17 de setembro.

O empreendimento nasce da união de sócios com experiência na indústria da hospitalidade no Rio de Janeiro e ganha ainda mais potência com a presença da chef Júlia Almeida. Aos 34 anos, mulher negra e figura central na gastronomia brasiliense, ela celebra o momento como um marco em sua trajetória: “É muito potente, forte e empoderador perceber até onde minha luta, esforço e estudos me conduzem. Trago comigo o axé e a espiritualidade que abrem caminhos e iluminam essa trajetória”, afirma a chef com exclusividade para o Mundo Negro e o Guia Black Chefs.

Foto: Divulgação

O Terra Nova nasce com a missão de traduzir a diversidade cultural do Brasil em forma de comida. Instalado dentro do icônico Edifício do Bolo de Noiva, o espaço foi pensado para receber autoridades internacionais em encontros oficiais e também atender diplomatas do Ministério das Relações Exteriores. A proposta é levar a verdadeira brasilidade para quem visita e trabalha no Ministério, através de sabores, histórias e emoções que compõem a identidade do nosso país.

Segundo Júlia, “o cardápio do Terra Nova é feito com referências de nossa terra: o Cerrado, a comida de santo, as influências indígenas, nordestinas e de cada canto do país. Cada prato é um encontro de rostos, histórias e memórias, traduzindo as vivências de uma mulher negra que carrega o Brasil – e o mundo – em sua cozinha.”

Foto: Divulgação

A chef explica como recebeu o convite: “Eles estavam buscando uma pessoa na cidade que fizesse cozinha brasileira, um grande amigo da área me indicou e chegaram até mim”, conta.

Ela também conta que o seu trabalho no restaurante vai além do cardápio. “Estou montando equipe, processos e tudo mais que precisa para abertura de um restaurante”, detalha. “No caso do Terra Nova, eu estou entrando para abrir a casa e ser chef executiva de lá! Vai ter um chef na cozinha para operação diária, mas tudo com meu supervisionamento diário.”

Foto: Divulgação

Pratos: 

Bolinho de arroz de pato, aioli de tucupi e crocante de vinagreira.

Acarajé

Moqueca

Rubacão

Croqueta de galinhada

Rabada

Carne de lata e outras releituras super originais

Honrando o lugar que ocupa: Uma reflexão existencialista sobre liderança negra e responsabilidade social

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Junia Mamedir (Foto: Divulgação)

Por: Junia Mamedir

A afirmação “Não é o lugar que ocupa que deve honrar você, mas sim, é você que deve honrar o lugar que ocupa” nos remete à complexidade da relação entre o indivíduo e a posição que ocupa na sociedade. Para líderes negros, essa responsabilidade assume uma dimensão ainda mais profunda, pois tudo que fazem reflete não apenas em si mesmos, mas também em um grupo social mais amplo. Neste artigo, vamos explorar a importância de honrar o lugar que se ocupa, especialmente para líderes negros, e como isso se relaciona com a responsabilidade social e as habilidades sócio emocionais.

A Liderança Negra e a Responsabilidade Social

A liderança negra é uma posição de grande visibilidade e responsabilidade. Tudo que as lideranças fazem pode ser visto como um reflexo não apenas de si mesmos, mas também de sua comunidade. Isso pode ser um peso adicional para aqueles que ocupam essas posições,
pois sabem que suas ações podem ter um impacto significativo na percepção e na experiência de outros membros da comunidade negra. Além disso, a falta de habilidades sócio emocionais pode levar a desafios significativos, como a gestão do estresse, a resolução de conflitos e a manutenção de relacionamentos saudáveis.

O Contexto Histórico da Escravidão e seu Impacto

A história da comunidade negra é construída e marcada por mais de 300 anos de escravidão, que desumanizou e brutalmente oprimiu nossos ancestrais. O silêncio era uma possibilidade de sobrevivência, e a resistência era uma forma de luta pela liberdade e pela dignidade. Hoje, cada vez mais devemos buscar dar voz as novas lideranças negras mas precisamos fazer isso com responsabilidade social. É fundamental marcar que a individualidade é um processo de humanização, e as lideranças negras são vistas como representação coletiva. Isso significa que o posicionamento de uma liderança negra impacta não apenas a si mesma, mas também à comunidade que vem de referências que precisaram transgredir e lutar para sobreviver.

Etapas para se Posicionar como uma Liderança que Honra o Lugar que Ocupa

  1. Desenvolver habilidades sócio emocionais como empatia, resiliência e comunicação eficaz para lidar com os desafios que podem surgir.
  2. Ser consciente do contexto racial em que vivem e trabalham, e desenvolver estratégias para lidar com os desafios que podem surgir.
  3. Fomentar a sua comunidade para fortalecer a sua comunidade e identidade, promovendo a solidariedade e o apoio mútuo.
  4. Ser um modelo de comportamento comportamento positivo, demonstrando valores como integridade, honestidade e respeito.

Práticas para Treinar a Empatia, Resiliência, Gestão de Estresse e Conflitos

  1. Empatia: Pratique a escuta ativa e tente entender a perspectiva dos outros. Isso pode ajudar a construir relacionamentos mais fortes e a resolver conflitos de forma mais eficaz. Uma excelente ferramenta é aprender mais sobre Comunicação Não Violenta.
  2. Resiliência: Desenvolva uma mentalidade de crescimento e expansão, capaz de lidar com a adversidade. Entenda que você pode falhar, mas olhe isso como uma oportunidade de aprendizado e se pergunte: o que aprendi com isso? Siga em frente atento aquilo que não será positivo para sua vida caso se repita. Isso pode ajudar a superar obstáculos e a alcançar seus objetivos.
  3. Gestão de estresse: Pratique técnicas de relaxamento, como meditação ou yoga, e aprenda a gerenciar seu tempo de forma eficaz. Isso pode ajudar a reduzir o estresse e a melhorar sua saúde mental.
  4. Gestão de conflitos: Aprenda a comunicar-se de forma eficaz e a resolver conflitos de forma construtiva. Isso pode ajudar a melhorar seus relacionamentos e a alcançar seus objetivos.

Honrar o lugar que se ocupa é uma responsabilidade importante para líderes negros. Isso exige não apenas habilidades técnicas e profissionais, mas também habilidades sócio emocionais para lidar com os desafios que podem surgir. Ao desenvolver essas habilidades e
ser consciente do contexto racial, líderes negros podem contribuir para o empoderamento e a visibilidade da sua comunidade e para as novas gerações. Além disso, é fundamental que líderes negros sejam modelos de comportamento positivo, coragem e que fomentem a
comunidade negra. Ao fazer isso, podemos criar um futuro mais justo e equitativo para todos.

Referências

  • hooks, b. (2003). Teaching community: A pedagogy of hope. Routledge.
  • Freire, P. (1970). Pedagogia do oprimido. Paz e Terra.
  • Asimeng-Boahene, A. (2010). _Cultural relevance and school reform: A case study of African-centered education_. Peter Lang Publishing.
  • Pierre, J. (2004). Black immigrants in the United States and the “cultural narratives” of ethnicity. Identities: Global Studies in Culture and Power, 11(2), 141-170.
  • Ani, M. (1994). Let the circle be unbroken: The implications of African spirituality in the diaspora. Nkonimfo Publications.
  • Kambon, K. K.

EXCLUSIVO: Majur lança visualizers de “Gira Mundo” com traduções inéditas das cantigas em iorubá; Veja o teaser!

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Foto: Ladeira/Lucas Marinho

Atendendo a pedidos dos fãs, cantora libera a partir deste domingo (7) uma série de audiovisuais em seu canal no YouTube e no Instagram; Confira na matéria o teaser exclusivo.

A partir deste domingo (7), Dia da Independência do Brasil, Majur inicia o lançamento dos visualizers de “Gira Mundo”, seu terceiro álbum de estúdio. A obra celebra a ancestralidade afro-brasileira por meio de 16 cantigas dedicadas aos orixás e estará disponível no YouTube a partir do meio-dia. Pela primeira vez, as faixas cantadas em iorubá vêm acompanhadas de tradução para o português e ganham vida em visualizers que apresentam um balé afro, com danças que celebram a riqueza da cultura afro-brasileira. Os vídeos chegam cerca de quatro meses após o lançamento do álbum, atendendo a muitos pedidos dos fãs.

Os lançamentos serão divididos em duas etapas. A primeira começa no dia 7 de setembro, com a publicação de oito visualizers nas plataformas digitais. Já a segunda acontece em 21 de setembro, trazendo a sequência das músicas do disco. A ordem e a divisão das faixas seguem a tracklist do álbum (veja abaixo).

Sobre a importância do projeto, Majur afirma: “O objetivo do meu álbum e da turnê é criar uma ponte de diálogo com toda a sociedade. Todos precisam conhecer a cultura afro-brasileira e assim desmistificar a intolerância e o racismo no discurso de representatividade da maldade, crueldade”, diz Majur. “O candomblé é cuidado e respeito à natureza e à nossa cabeça enquanto indivíduo. É família, resgate de cidadania, ancestralidade e cultura.”

Majur destaca ainda que a cultura afro se manifesta na beleza das roupas, na comida típica, na língua portuguesa, nos dialetos, na ciência e nos hábitos do nosso dia a dia. “O diálogo que proponho acontece por meio da nova sonoridade, que respeita as melodias originais, a pesquisa e escolha das cantigas em iorubá, com tradução para o nosso idioma. Com intervenções de beat e efeitos eletrônicos atuais, do underground ao streaming, junto ao disco. É também uma apresentação visual do corpo de balé, criando uma imersão experimental de conhecimento. Gira Mundo é um álbum patrimônio cultural do Brasil, feito para todo mundo.”

Tracklist:

1.   Bará 

2.   Ogum

3.   Odé 

4.   Ossain 

5.   Obaluayê

6.   Oxumarê e Ewá 

7.   Xangô e Ayrá

8.   Iroko

9.   Logun Edé

10. Oxum

11. Oyá

12. Obá

13. Yemanjá

14. Nanã

15. Ibeji

16. Oxalá

Mais de 4 mil votos marcam as primeiras 24h da Powerlist 2025

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Foto: reprodução

A Powerlist Mundo Negro – Mulheres Negras Mudam Histórias inicia mais uma edição reforçando sua força como principal premiação dedicada a reconhecer mulheres negras que transformam o Brasil. Em 2025, a iniciativa trouxe uma novidade: pela primeira vez, o público participa diretamente da escolha das finalistas, garantindo que a voz da sociedade seja protagonista na definição das mulheres que se destacam em diferentes áreas.

O engajamento foi imediato. Nas primeiras 24 horas de votação, mais de 4 mil votos foram registrados, mostrando o interesse do público em valorizar e reconhecer talentos femininos negros que atuam em setores como tecnologia, empreendedorismo, moda, beleza e gastronomia. A participação popular fortalece a relevância da Powerlist e evidencia como as mulheres negras têm conquistado cada vez mais visibilidade e protagonismo.

Com a seleção das finalistas concluída ontem, a votação segue aberta para que o público decida quais mulheres negras merecem ser celebradas em quatro categorias de voto popular: Criadora Digital, Empreendedora, Moda e Beleza e Gastronomia. Este processo reforça o caráter democrático e inclusivo da premiação, ao mesmo tempo em que destaca a potência da representatividade em diferentes campos da sociedade.

Entre as finalistas desta edição de 2025 estão:

Criadora Digital: Tati Regina Amiel (@falaaitati), Cricielle Muniz (@cricielle13), Gabi Oliveira (@gabidepretas), Preta Rara (@pretararaoficial) e Roberta Garcia (@rogarcia.1)

Empreendedora: Noéle Gomes (@noelegomes), Jamile Lima (@llima.jamile), Luana Segatto (@lua_segatto), Fany Miranda (@fanymirandaoficial) e Jéssica Cardoso (@jessicainterpreta)

Moda e Beleza: Carol Mello (@espacocarolmello), Andréa Santana (@dra.andreafarma), Najara Black (@najarablack), Jaqueline Vieira (@jaquevibeauty) e Jackie Siqueira (@jackiesiqueiramua)

Gastronomia: Aline Chermoula (@alinechermoula), Luiza Felix (@malawivegetariano), Sônia Oliveira Santos (@yasoniaoliveira), Chef Dani Pimenta (@chefdanipimenta) e Geórgia Goiana (@georgiagoiana)

A votação para escolher as vencedoras segue aberta, e todos podem participar acessando o link oficial: Vote aqui.

Hugo Gloss mostra que jornalismo também pode ser entretenimento de alto impacto

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Foto: reprodução

O jornalismo de entretenimento, mesmo sendo um dos segmentos mais consumidos pelo público, ainda enfrenta preconceito e desvalorização. Foi sobre esse cenário que Hugo Gloss, nome artístico de Bruno Rocha, falou em entrevista ao programa Maria Vai Com os Outros, do Canal UOL. Com uma trajetória consolidada na cobertura de cultura pop, música, cinema e celebridades, Gloss é referência no setor e construiu um espaço de relevância no jornalismo digital.

“O jornalismo de celebridade, embora seja o mais acessado, é o mais criticado. Porque embora todo mundo queira saber daquilo, todo mundo fala: ‘ai, mas olha, fofoca, não sei o que, olha, isso não é trabalho, isso não sei o quê, entendeu?’ Tem esse preconceito. O que é muito contraditório, né? Porque se as pessoas têm esse preconceito todo, como que tem tanta audiência?” — destacou Gloss, evidenciando a contradição entre o interesse massivo do público e o julgamento que o segmento sofre.

O jornalista reforça que a abrangência do jornalismo de entretenimento vai muito além da cobertura de celebridades. “E quando eu digo entretenimento, eu estou falando do todo, que é o que eu faço, de falar de TV, de música, de cinema e de celebridades”. Com isso, Gloss explica que seu trabalho conecta o público a múltiplas manifestações culturais e sociais, consolidando o segmento como estratégico e relevante.

Além disso, ele observa que, apesar das críticas, o entretenimento mantém engajamento constante, mostrando que há uma demanda real e sustentável por esse tipo de jornalismo. A audiência, segundo Gloss, prova a necessidade de valorizar e reconhecer o trabalho realizado, que envolve pesquisa, apuração e entrevistas, muito além do que muitos chamam de “fofoca”.

O jornalista ainda ressalta que o preconceito ignora o profissionalismo da cobertura. Cada matéria, análise ou entrevista exige planejamento e conhecimento aprofundado sobre o tema, reafirmando que o setor exige competência e técnica jornalística.

Com a entrevista, Hugo Gloss evidencia que o jornalismo de entretenimento merece reconhecimento e respeito. Embora seja frequentemente criticado, ele é vital para informar, entreter e conectar o público à cultura pop, mostrando que o entretenimento não é superficial, é estratégico, relevante e de alto impacto.

Africanize anuncia After Oficial para fãs de Burna Boy e Lauryn Hill em São Paulo

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Foto: reprodução

Neste sábado (06), São Paulo será palco de uma noite histórica para a cultura preta. Após a estreia de Burna Boy no Brasil e o aguardado show de Lauryn Hill no festival The Town, o público terá a chance de prolongar a experiência com a Africanize Party – After Oficial Burna Boy & Lauryn Hill, no Cine Joia, a partir das 22h.

Criada em 2023 pela Africanize — maior plataforma de cultura negra da América Latina — a festa já realizou mais de 12 edições e reuniu mais de 25 mil pessoas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Com proposta de centralizar e celebrar a cultura afro-diaspórica, a Africanize Party se consolidou como um dos encontros mais marcantes da cena cultural, assinando afters de peso, como o de The Last Dance após o show de Chris Brown, além de colaborações com festas icônicas como YOLO Love Party, Xic Hop, Baile da Luxury e Baile do Amor.

Nesta edição especial, o line-up traz DJ Tamy Reis, Totonete, Shine e UMiranda, nomes que traduzem a força das pistas urbanas brasileiras. No comando do microfone estará Adesope (Energy God), diretamente de Londres. Considerado uma das maiores referências globais no Afrobeats, o apresentador já entrevistou ícones como Wizkid, Davido e o próprio Burna Boy.

O Cine Joia, espaço histórico no centro de São Paulo, será o cenário dessa celebração. Conhecido por sua arquitetura singular e projeções de última geração, o local já recebeu mais de mil noites de música e abre as portas para um dos afters mais aguardados do ano.

“A Africanize Party nasceu para ser esse lugar onde a cultura preta não é só celebrada, mas centralizada. E essa edição traduz tudo isso: viver Burna Boy e Lauryn Hill no festival e continuar a noite em um espaço pensado por e para nós”, afirma Wanessa Fernandes, CEO da Africanize.

Africanize Party: After Oficial Burna Boy & Lauryn Hill

Data: 06 de setembro de 2025 (sábado)
Horário: 22h às 04h
Local: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82, Liberdade, São Paulo – SP
Line-up: DJ Tamy Reis, Totonete, Shine e UMiranda
MC: Adesope (Energy God), de Londres
Ingressos: a partir de R$ 50 no Sympla (2º lote)
Classificação etária: 18 anos

Luana Génot conclui ciclo como Líder Global do Fórum Econômico Mundial e celebra possibilidades para o Brasil

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Foto: Reprodução/Instagram

“A gente não quer só comida, a gente quer possibilidades.” Foi assim que a CEO do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), Luana Génot, celebrou em suas redes sociais a conclusão de um ciclo transformador: após quatro anos de atuação, ela finalizou oficialmente sua jornada como Líder Global do Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum).

A conquista, que teve início em 2020, levou Luana a percorrer diferentes países e contextos de liderança. Ela passou por módulos em instituições como Harvard e Stanford, palestrou em espaços de destaque mundial, como o Fórum de Davos e a Semana do Clima em Nova York, além de participar de encontros na Patagônia, Índia, Singapura e Dubai.

“Uma possibilidade que um dia foi sonho, virou oportunidade e hoje é realidade”, escreveu. No meio dessa intensa jornada, ela ainda viveu uma transformação pessoal: a gravidez e o nascimento de segundo filho, Hugo.

Apesar de celebrar a conquista, Luana destacou que os caminhos não foram simples: “Tudo isso só aconteceu também porque me indicaram, porque abracei esta possibilidade como um caminho de crescimento pessoal e de carreira, me negando a aceitar o que me foi condicionado e é claro, dizendo muitos nãos para possibilidades que não se encaixavam com a minha visão de futuro: inclusão, equidade e a possibilidade de todos nós, povos minorizados, transitarem pelo mundo.”

De volta ao Brasil, ela afirma carregar na bagagem experiências, diálogos e novas perspectivas para o futuro do ID_BR e do país. Ao encerrar sua publicação, Luana deixou uma mensagem para quem sonha com novos horizontes: “Se você tem algum sonho, seja ele pessoal ou profissional, ouse buscar essa possibilidade, não aceite as migalhas da vida, todos nós merecemos mais do que só “comida”.

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