A chef pernambucana Dona Carmem Virginia irá apresentar o novo programa do GNT “Uma Senhora Panela“, com estreia prevista para janeiro de 2023. As gravações começam em setembro, com o lindo cenário de Olinda (PE). A também criadora de conteúdo digital, é dona do restaurante Altar Cozinha Ancestral, na região central de Recife.
Em cada episódio, Carmem vai cozinhar pratos brasileiros como moqueca, baião de dois e arroz de polvo. Pelo Instagram, a chef promete “ensinar de forma leve e divertida a cozinhar pratos bem brasileiros de forma simples, mas com a eficiência de quem prepara receitas com emoção, amor e entrega”. Além de estar acompanhada de convidados especiais como Luísa Sonza, Liniker, Preta Gil, Larissa Luz, Criolo, Lia de Itamaracá, Nara Couto, Zé Ricardo, Mariene de Castro, Almério e Martins.
A própria chef escolheu a dedo a equipe para trabalhar no programa. “A direção fica por conta dessa amiga querida chamada Dea Ferraz, o roteiro de meu querido amigo Adalberto Neto, direção musical, inclusive a trilha de meu inseparável pai, filho, irmão e amigo Zé Ricardo, e a consultoria gastronômica de meu querido amigo que tanto amo e não poderia deixar de estar Claudemir Barros e a produção é bem pernambucana da Casinha Produções.
“Agora é aguardar os looks bafônicos, assinados pelos melhores do Brasil, com o stylist de meu amigo Pablo Schauffeele, as makes certeiras e as melhores receitas de cada dia no @receitas”, encerra.
Nesta manhã, a chef voltou a agradecer nas redes sociais pelo apoio dos amigos e colegas que a apoiaram nesta nova jornada. “Essa é minha forma de celebrar minhas conquistas, sabendo que apesar de tudo ter nascido de um pensamento meu, só se tornou isso tudo porque teve o coletivo! Essa vitória é nossa, coletiva, partilhada é assim que eu me sinto mais à vontade em comemorar!”.
Cantora alega “pagamento insuficiente de royalties” e por “injustamente [permitir] que taxas excessivas de marketing e promoção fossem deduzidas dos valores devidos a Megan sob o contrato de gravação“
Desde o ano passado, a cantora americana Megan Thee Stallion enfrenta uma batalha judicial contra a gravadora 1501 Certified Entertainment. A rapper prestou queixa contra a empresa pedindo que o lançamento de “Something For Thee Hotties” seja reconhecido como álbum e pede US$ 1 milhão por danos.
As informações do processo divulgadas pela Variety afirmam que Stallion alega que o valor corresponde ao que a gravadora deve a ela por “pagamento insuficiente de royalties” e por “injustamente [permitir] que taxas excessivas de marketing e promoção fossem deduzidas dos valores devidos a Megan sob o contrato de gravação”.
Outra reivindicação da rapper é que ao reconhecer “Something For Thee Hotties” como álbum, o contrato com a gravadora será finalizado. Mas a 1501 nega que o disco, lançado em 2021, atenda aos requisitos para ser considerado álbum. Em entrevista, um representante da empresa afirmou que “Traumazine”, lançado em agosto, está em processo de avaliação para definir se é um álbum válido e que a rapper ainda teria que entregar mais um trabalho para cumprir o contrato.
Gravado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, o registro conta com as participações especiais de Péricles, Prateado, Delacruz, “Tá na mente” e Gabby Moura
“Numanice #2 – Ao Vivo” é o mais novo lançamento da cantora e compositora Ludmilla. O tão aguardado álbum chegou às plataformas de áudio na noite desta terça-feira (23), e em audiovisual, no Youtube, no canal da artista, na quarta-feira (24), ao meio-dia. Com 17 faixas e participações especiais de Péricles, Prateado, Delacruz, “Tá na mente” e Gabby Moura, o trabalho é resultado do registro do show realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, em julho deste ano.
O novo trabalho traz grande parte dos sucessos do álbum “Numanice #2”, lançado em janeiro de 2022 – em que todas as 10 faixas, que são de autoria da artista, algumas solo, outras com a colaboração de parceiros de longa data, figuraram no TOP 200 do Spotify, um recorde no segmento -, algumas regravações com nova roupagem, além das inéditas “Sinais de Fogo” e “Insônia”. Todas as músicas foram produzidas sob a batuta de Rafael Castilhol, diretor musical e tecladista da cantora, que desde os anos 2000 está em projetos de grandes artistas do pagode como Alexandre Pires, Dilsinho, Sorriso Maroto, o cantor Belo, entre outros.
Com muito orgulho de mais este lançamento de seu projeto em que celebra o pagode, Ludmilla ainda se vê surpresa com a proporção que o “Numanice” tomou. “O ‘Numanice’ se tornou um projeto enorme sem a menor pretensão. Claro que imaginava que as pessoas iam gostar, mas jamais imaginei que ia lançar tanto conteúdo dele em tão pouco tempo e que ia estabelecer novos recordes no segmento. Sou muito feliz por isso e muito grata a toda comunidade pagodeira, que sempre foi muito generosa e receptiva comigo” – afirma Ludmilla com todo carinho.
Uma das participações especiais, o cantor Péricles, também conhecido como “Rei da Voz”, se uniu à “Rainha do Pagode” para cantar a faixa “Sinais de Fogo”. “Tive a honra de participar com a Ludmilla, um encontro que estava muito ansioso para que acontecesse e aconteceu agora neste projeto dela, que é muito legal, o Numanice. Cantamos uma música linda, linda, linda…e eu fiquei muito honrado em participar. Isso já estava há muito tempo para acontecer e quando aconteceu, foi uma felicidade e espero que todo mundo goste da canção” – comemora o cantor.
Com Delacruz, cantor com quem já dividiu palco em outras ocasiões, Ludmilla fez dueto em “Maria Joana” e “Cigana”: “Sou suspeito para falar do “Numanice”, acho que é uma iniciativa muito ousada da parte da Ludmilla, que foi recompensada com grande sucesso e repercussão nacionais. Coragem da parte dela e ela tem muito
talento para isso, né? Não é todo mundo que se dá bem, se arriscando assim, em um gênero completamente diferente do que o público está acostumado a ver e se saiu muito bem. O sucesso do projeto só diz o quanto a ela é uma artista completa” – finaliza o cantor
Uma das canções mais aguardadas do novo audiovisual é “Insônia”, em parceria com nossa saudosa “Rainha da Sofrência”, Marília Mendonça. A faixa, cuidadosamente liberada pela família da cantora – que nos deixou em novembro de 2021 – é o primeiro lançamento com a participação de Marília, após a liberação de “Decretos Reais”, projeto que consiste em lançar canções inéditas deixadas pela sertaneja.
Gravação do Numanice #2 no Museu do Amanhã (Foto: Divulgação)
NUMANICE
O primeiro EP, fruto de uma promessa que a cantora cumpriu após dizer ao público que, se ela ganhasse o Prêmio Multishow, na categoria melhor cantora, em 2019, presentearia os fãs cantando no popular ritmo. Assim que Ludmilla pegou seu prêmio, reafirmou o compromisso e entregou aos fãs o bem-sucedido projeto. Lançado em abril de 2020, com todas as seis faixas inéditas no Top 100 e o single “Amor Difícil”, no Top 40, o trabalho marcou o début da cantora no ritmo e teve grande aprovação do público. Graças a este sucesso, a cantora ultrapassou barreiras em um segmento majoritariamente dominado por homens e reposicionou o gênero como tendência. De lá para cá a cantora não parou mais e conciliou os ritmos. Gravou um audiovisual em novembro do mesmo ano, em um dos cartões postais mais bonitos da Cidade Maravilhosa, o Pão de Açúcar, com participações de Thiaguinho, Bruno Cardoso (Sorriso Maroto), “Di Propósito”, Orochi e “Vou Pro Sereno”. O trabalho ao vivo chegou à casa dos 400 milhões de plays e agora virou turnê com shows sold out por onde passou, o último, em Salvador, Bahia, reuniu mais de 30 mil pessoas.
Tamanha demanda fez com que a artista lançasse o álbum de estúdio “Numanice #2”. Com dez faixas inéditas – todas assinadas por Lud, algumas em parceria e outras sozinha – todas no TOP 200, um recorde no segmento. Além disso, em menos de 24h do lançamento, o trabalho alcançou mais de 1 milhão de plays nas plataformas digitais.
TRACKLIST
1. Eu Estive Aqui (Ludmilla / Umberto Tavares / Jefferson Junior)
2. Meu Homem é Seu Homem (Ludmilla)
3. Fora de Si (Ludmilla)
4. Sinais de Fogo – FEAT. PÉRICLES (Ludmilla / Umberto Tavares / Jefferson Junior)
5. Maldivas (Ludmilla)
6. 212 (Ludmilla / Umberto Tavares / Jefferson Junior)
10. Por Causa de Você/Baby/1 Minuto (Andinho // Justin Bieber / Flores Christine / Bridges Brian / Nash Youngdell / Stewart Christopher/ // Vinicius Cardoso / Dalto Francisco / Leonardo Teixeira)
11. Dorme Com Deus/Fica – FEAT. TÁ NA MENTE (Cleitinho Persona / Elizeu Henrique / Rodrigo Oliveira // Douglas Lacerda Antonio / Marcello Sartini / Lele / Indinho)
12. Me Arrepender – FEAT. GABBY MOURA (Ludmilla / Bruno Gabriel)
13. Nunca Mais Sofrer/Intriga da Oposição – FEAT PRATEADO (Carica / Wilson Rodrigues // Douglas Lacerda / Rafa Brito)
14. Maria Joana – FEAT. DELACRUZ (Ludmilla / Dela Cruz)
A UX para Minas Pretas (UXMP), edtech que trabalha a capacitação, profissionalização e conexão de mulheres negras com o mercado de tecnologia e UX, lançou o Programa PretaOn. Em parceria com a XP Inc., a iniciativa tem como objetivo contratar e capacitar mulheres autodeclaradas negras (pretas e pardas) e indígenas para a área de UX (User Experience), isto é, Experiência do Usuário, e marca a execução do primeiro projeto oficial após UXMP se tornar uma edtech.
Inicialmente, cinco profissionais foram selecionadas para trabalhar na XP Inc. Elas foram contempladas com bolsas de estudos 100% custeadas pela empresa para o curso da Mergo User Experience com formação em Experiência do Usuário (UX Design) – área em alta no mercado de trabalho e uma das profissões mais promissoras de tecnologia. Segundo a lista do LinkedIn sobre os 25 cargos com demanda crescente no Brasil em 2022, quatro carreiras relacionadas a UX Design estão entre os principais cargos.
Por conhecer os desafios e limitações de mulheres negras frente ao mercado de trabalho e seus preconceitos, a UX para Minas Pretas busca auxiliar na redução do gap educacional, encontrando oportunidades e aumentando a empregabilidade por meio da promoção da igualdade de gênero e raça na área de tecnologia.
Samanta Roberta da Silva, uma das cinco selecionadas no Programa Preta On (Foto: Divulgação)
Samanta Silva, 44, foi uma das participantes do Preta On e contratada pela XP Inc. “O projeto foi essencial para minha transição de carreira desde o início, me proporcionando cursos e networkings com a comunidade. É uma iniciativa primordial para nós mulheres negras. Espero que venham muitas oportunidades como essa para impulsionar outras mulheres, assim como foi comigo”, conta.
Assim como Samanta, Bruna Salles, 32, também foi admitida recentemente. “O Preta On ajudou a trilhar o caminho até a XP. Foi fundamental no processo de formação e acolhimento para começarmos essa jornada e, prova concreta de que estar em comunidade é a melhor forma de prosperar. Me sinto honrada em chegar até este momento da minha carreira através de uma comunidade”.
Wesley Miquelino, gerente de desenvolvimento organizacional e programas corporativos da XP Inc., reforça a importância do programa. “Este projeto é reflexo do compromisso da XP em fazer transformações significativas para tornar o ambiente financeiro e de tecnologia mais diverso e inclusivo, uma questão de extrema importância não só para nosso propósito e cultura, como para a sociedade. Ao longo do último ano, contribuímos com a capacitação dessas mulheres que chegam mais preparadas para somar ao nosso time na companhia”.
Tewry Borcoski migrou de carreira com a UXMP (Foto: Divulgação
Tewry Borcoski, 40, também relatou a importância do UXMP para a sua carreira: “Este projeto me fez sonhar novamente. Me deu a oportunidade de retornar ao mercado de trabalho, mesmo estando a um tempo afastada. Eu consegui a tão sonhada migração de carreira. Depois de tantos ‘nãos’, consegui o meu sim na XP, uma empresa que já seguia nas redes sociais e desejava muito trabalhar não só por ser uma empresa grande, mas também pelo fit cultural. Ganhar a oportunidade de embarcar neste foguete é um sonho que estou vivendo acordada.”
Durante os 3 primeiros meses de experiência das contratadas, mentorias foram oferecidas para acompanhamento do plano de carreira e necessidades específicas, assim como auxílio psicológico/emocional com acompanhamento de psicólogas da comunidade UX para Minas Pretas.
Além disso, o PretaOn também ofereceu outros benefícios para as participantes do programa, como a possibilidade de trabalho remoto, acesso a curso de inglês com desconto, onboarding específico com uma trilha de desenvolvimento técnico adicional, e acesso aos coletivos de pessoas negras, de mulheres, de LGBTQ+, PCDs da XP Inc.
Ao que tudo indica, Will Smithvoltou a negociar novos papéis no cinema com as grandes plataformas de streaming. De acordo com o site Daily Mail, o astro de ‘King Richard: Criando Campeãs’ está negociando com a Netflix o desenvolvimento de sua cinebiografia. Anteriormente, foi relatado que as negociações tinham sido interrompidas após o incidente com Chris Rock no Oscar 2022.
Antes do polêmico episódio de agressão, Smith estava negociando com várias plataformas de streaming o desenvolvimento de sua história de vida em um filme biográfico. Agora, a Netflix parece estar disposta a sentar à mesa mais uma vez, principalmente após o ator publicar um pedido de desculpas nas redes sociais. Segundo o Daily Mail, a Apple TV também está disposta a conversar com Smith.
Ao longo dos últimos dias, o vencedor do Oscar voltou a realizar publicações no Instagram, acompanhado por sua família e amigos. “Quero falar para você, Chris, eu te peço desculpas. Meu comportamento foi inaceitável e eu estou aqui para falar quando você estiver pronto”, disse Smith num recente vídeo. “Não pensei em como as pessoas ficaram magoadas naquele momento”.
Como punição pelo tapa em Chris Rock, Smith acabou sendo banido da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. “O Conselho decidiu, por um período de 10 anos a partir de 8 de abril de 2022, que o Sr. Smith não poderá participar de nenhum evento ou programa da Academia, pessoalmente ou virtualmente, incluindo, entre outros, o Oscar“, disse a instituição em comunicado oficial.
O ator Steve Toussaint, um dos rostos principais da nova série ‘House Of The Dragon’, ou ‘A Casa do Dragão’ em português, se manifestou sobre os comentários racistas que recebeu após ser anunciado como uma das estrelas da nova obra. “Parece ser muito difícil para as pessoas engolirem”, disse Toussaint em entrevista à Men’s Health. “Eles estão felizes aceitando dragões voando. Eles estão felizes com cabelos brancos e olhos violeta, mas não aceitam um negro? Aceitam dragões, mas não aceitam um negro rico. Isso está além dos limites”.
Foto: Divulgação / HBO Max
Toussaint interpreta na nova série derivada de ‘Game Of Thones’ o personagem Lord Corlys, um homem de extrema inteligência, que pertence ao alto escalão da nobreza Targaryen. Apesar de ser descrito nos livros de George R. R. Martin, que dão origem à série, como um homem branco, os produtores de ‘House Of The Dragon’ optaram por inserir um contexto negro para a produção. Muitos fãs da obra criticaram a mudança de tom de pele do personagem e inundaram as redes sociais com ataques racistas.
“O que tem sido maravilhoso é que para cada pessoa tóxica que de alguma forma encontrou seu caminho na minha linha do tempo, houve tantos outros que me apoiaram tanto e ficaram tipo, ‘Oh meu Deus, eu mal posso esperar, isso vai acontecer. É ótimo!’” acrescentou Toussaint. “Mesmo quando estávamos fazendo certas cenas, havia artistas de apoio que apareciam e diziam: ‘É ótimo ter essa representatividade‘”.
‘A Casa do Dragão’ é uma série produzida pela HBO, com episódios semanais disponíveis na plataforma de streaming HBO Max. Com base no livro ‘Fogo & Sangue’, de George R. R. Martin, a obra apresenta a trama da família Targaryen e seus dragões, há cerca de 200 anos antes dos últimos acontecimentos de ‘Game of Thrones’.
NIVEA acaba de lançar a linha Beleza Radiante, que une os mais de 130 anos de experiência com a potência da beleza e dos sonhos das mulheres negras por meio de produtos pensados exclusivamente para a pele negra. Confira algumas curiosidades sobre o desenvolvimento da linha e da pele das mulheres brasileiras.
O vínculo entre NIVEA e suas consumidoras de pele negra sempre existiu, de geração em geração os cuidados com a hidratação da pele negra foram passados de mãe para filha e a marca sempre esteve presente nas conversas sobre a importância da atenção com a aparência da pele.
Uma relação de décadas desenvolvida especialmente em produtos altamente nutritivos, como NIVEA Creme, a famosa lata azul, e o hidratante corporal NIVEA Milk, que melhoram a aparência de ressecamento da pele.
Foram desenvolvidas amplas pesquisas para constatar as principais questões que preocupam as mulheres negras, em relação aos cuidados com a pele.
Você sabia? Pele seca é uma das maiores insatisfações das mulheres negras brasileiras.
40% das mulheres ouvidas por NÍVEA apontaram pele seca; 38% apontaram estrias e 30% responderam tom de pele irregular como sendo suas maiores insatisfações.
A marca no 1 em cuidados, lança então a linha Beleza Radiante que oferece tecnologia e ingredientes especiais hiper hidratantes que recuperam o brilho natural para destacar ainda mais a beleza e saúde da pele negra.
Ao criar uma fórmula exclusiva, NIVEA espera inspirar meninas e mulheres pretas e pardas a exigirem nada menos do que o melhor para si.
Conheça mais sobre a linha Beleza Radiante:
A linha é composta por dois hidratantes corporais (Cuidado Intenso e Pele Uniforme) e um hidratante facial (Pele Matte 7 em 1) para uso diário. Ela foi criada a partir de ativos poderosos, fórmula enriquecida com Vitaminas e ingredientes selecionados, que vão combater o ressecamento excessivo e atender todas as especificidades da pele negra, para redução de marcas, além de neutralizar as estrias e diminuir a aparência de áreas hiperpigmentadas, oferecendo uniformidade à pele.
Com o NIVEA FACIAL BELEZA RADIANTE PELE MATTE E UNIFORME você reduz a aparência de marcas escurecidas, uniformiza o tom da pele, controla a oleosidade com efeito matte. Uma pele com sensação de maciez e hidratada, iluminada e protegida.
O NIVEA LOÇÃO DEO-HIDRATANTE BELEZA RADIANTE CUIDADO INTENSO entrega para a pele do corpo hidratação profunda, alivia a descamação e ajuda na redução das estrias conforme uso contínuo, com os cinco óleos, além de Vitaminas E, B3 e Pró Vitamina B5.
Já o NIVEA HIDRATANTE BELEZA RADIANTE PELE UNIFORME além de deixar a pele hidratada e macia, tem o poder de reduzir a aparência das marcas escurecidas da pele e uniformizar seu tom. Com Extrato de Pérolas e a Vitamina C, possui também FPS15 que protege contra os raios UVA/ UVB.
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Meghan Markle e Serena Williams. Foto: Glamour / Getty.
Meghan Markle está com novidades. Trilhando uma nova fase em sua carreira, a Duquesa de Sussex apresenta ao mundo o podcast Archetypes (Arquétipos, em tradução livre). Através do projeto, Markle deseja investigar e discutir rótulos que tentam reprimir as mulheres na sociedade atual, além de promover um debate sobre os estereótipos femininos que existem no mundo contemporâneo.
Foto: Divulgação / Spotify
Lançamento original do Spotify, através do podcast, o público poderá ouvir histórias de mulheres que são fonte de inspiração para as novas gerações. O episódio de estreia traz uma conversa com Serena Williams, abordando temas como ambição, maternidade e evolução. Também, junto à Meghan está a professora Laura Kray, da UC Berkeley.“Quando eu tinha 11 anos, crescendo em Los Angeles, vi um comercial que iria mudar a forma como entendia o meu lugar no mundo”, diz Meghan no episódio inicial. “Deixe-me ser clara: não foi porque este anúncio era algum tipo de peça engenhosa de marketing – na verdade, era exatamente o oposto (…) Eu realmente ouvi um cara dizer que apenas mulheres, somente mulheres, são responsáveis por lavarem a louça”.
Foto: Reprodução.
Na série “Archetypes”, Markle terá “conversas sem censura” com convidados, incluindo historiadores e especialistas, para descobrir a origem dos estereótipos sobre as mulheres e como eles moldam as narrativas na cultura. Mariah Carey já foi confirmada como a segunda convidada do projeto.
No primeiro episódio, Meghan e Serena refletem sobre como acolheram suas ambições desde jovens, desde as cartas enviadas pela Meghan a uma fabricante de sabão, ao icônico comentário de Serena: “Eu gostaria que outras pessoas fossem como eu”. As artistas também compartilham histórias pessoais sobre como equilibrar suas ambições e a vivência na maternidade. Cada uma delas se abre sobre os desafios que enfrentaram aos olhos do público ao se tornarem mães atuantes em suas profissões.
No Brasil, o novo podcast ainda não possui tradução para o português, mas é possível encontrar a transcrição, clicando aqui.
Por Kelly Baptista, diretora executiva da Fundação 1Bi.
Provavelmente você já tenha escutado a famosa frase “Diversidade é chamar para a festa, inclusão é convidar para dançar”. Essa dupla de palavras, Diversidade & Inclusão (D&I), relembra e reforça algo que precisamos mudar urgentemente no mercado de trabalho e na sociedade: a exclusão de pessoas oriundas de grupos minorizados.
Alguns de nós até são convidados para dançar, mas, muitas vezes, os anfitriões da festa nem se dão ao trabalho de compartilhar a coreografia. Para que todos possam aproveitar a música, é preciso ter uma pista inclusiva, torná-la apropriada para que as pessoas se sintam confortáveis, sem ficarem deslocadas ou serem tokenizadas – tokenismo é uma inclusão simbólica, que consiste em fazer concessões superficiais a grupos minoritários.
Em uma matéria para o Portal Politize, a jornalista Regiane Folter traz a explicação de Rosabeth Kanter, escritora e professora da Escola de Negócios de Harvard, sobre o termo tokenismo. Para a escritora, o token é a ação de transformar as pessoas em ícones representativos, apagando sua individualidade e perpetuando o status quo.
Essa prática traz três grandes consequências: primeiro, a visibilidade distorcida sobre a minoria representada pelo token; segundo, a polarização entre grupo; e terceiro, a assimilação que gera estereótipos.
Muitas empresas que adotam o ESG (termo em inglês para Ambiental, Social e Governança), passaram a associar a D&I ao S. E profissionais de grupos minorizados, em especial os negros, têm se queixado porque, na maioria das vezes, são os únicos representantes da causa dentro da companhia, o que resulta individualidade e uma falsa diversidade.
Esse racismo – disfarçado de inclusão – faz com que a saúde mental de pessoas negras seja posta em xeque o tempo todo. É por isso que precisamos organizar novas festas, onde todos, independentemente das suas diferenças e particularidades, possam aproveitar e se divertir.
Com direção de Miguel Falabella, o espetáculo “Marrom, o Musical” conta a história da cantora e resgata suas origens
Neste ano, Alcione completa 50 anos de carreira. Aos 74 anos, a cantora será homenageada com um musical “Marrom, o Musical” dirigido por Miguel Falabella, que contará sua história de vida, além de mostrar sua trajetória na música. O espetáculo tem estreia prevista para o dia 26 de agosto, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.
O espetáculo mostrará a vida e a obra de um dos maiores nomes da MPB e terá como base dramatúrgica a estrutura do boi maranhense, que resgata uma história típica das relações sociais e econômicas da região durante o período colonial, mesclando as culturas europeia, africana e indígena.
“Marrom, o Musical” pretende reafirmar o teatro como um ato de comunhão. Que vai fazer rir, chorar, cantar junto, se espantar, se emocionar, ser criança de novo, encontrar o desconhecido. A produção traz 23 atores e atrizes em cena, texto e direção de Miguel Falabella.
O musical faz parte da “Trilogia do Samba”, idealizado pelo ator e produtor Jô Santana, diretor da Fatto Produções. O projeto começou em 2016 com o musical “Cartola-O Mundo é um Moinho”, em 2018 com “Dona Ivone Lara-Um Sorriso Negro”, e encerra em 2022 com “Marrom, o Musical.”
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