A Netflix confirmou, nesta quinta-feira (10), que Chris Rock será o primeiro artista a se apresentar ao vivo na plataforma de streaming. O momento acontece alguns meses depois da empresa cancelar alguns projetos de Will Smith. Os cancelamentos vieram após o tapa que Smith deu em Rock durante a cerimônia do Oscar deste ano.
“Chris Rock vai ser o primeiro artista a se apresentar ao vivo no meu site. O especial de comédia será exibido globalmente em 2023”, escreveu o Twitter oficial da Netflix Brasil.
A plataforma cancelou a sequência do filme Bright. O longa-metragem estava em desenvolvimento e daria continuidade ao thriller de ação de ficção científica de 2017, dirigido por David Ayer. Anteriormente, a empresa também já havia anunciado o cancelamento do filme Fast and Loose, que contaria a história de um chefe do crime que perde a memória após um ataque, e depois descobre que vivia uma vida dupla como um milionário rei do crime e um agente da CIA falido.
Bastou uma foto em um jantar essa semana para que a internet fosse à loucura com a especulação sobre um possível romance da cantora Iza e do piloto de Fórmula I e, agora, cidadão honorário brasileiro, Lewis Hamilton. A cantora, no entanto, acabou com a esperança dos fãs ao negar romance com o piloto.
“Lamento decepcionar a todos, mas não aconteceu nada. Foi um jantar com mais de 20 pessoas, além de nós”, informou ela durante a coletiva de imprensa da nova temporada do The Voice Brasil, reality do qual a cantora é jurada.
Em outubro deste ano, Iza anunciou o fim de seu casamento com o produtor musical Sérgio Santos, com quem estava em um relacionamento desde 2016.
Com mais de 20 mil comentários e um milhão de curtidas na foto onde além de Iza e Hamilton, aparece o cantor Seu Jorge, o post do jantar segue rendendo nas redes sociais e dividindo opiniões, entre quem até já pensou no nome dos possíveis filhos do casal e pessoas que pedem que se tenha respeito pelo fim do relacionamento da cantora.
Intitulado “O Poder do Futuro”, o programa faz parte do lançamento mundial do filme Pantera Negra: Wakanda Forever no Brasil
A PretaLab, plataforma que conecta mulheres negras interessadas no mercado de tecnologia, anuncia o ciclo de formação “O Poder do Futuro”, com o apoio da The Walt Disney Company Brasil. O programa de bolsas de estudo é voltado para jovens negras e indígenas com o objetivo de proporcionar que mulheres vejam as áreas de tecnologia e inovação como um caminho possível para suas carreiras acadêmica e profissional, reduzindo assim a diferença de gênero e de raça no setor. Inscreva-se aqui.
“Realizar uma ação dessas em conjunto com a Disney é muito potente, é falar sobre escrever futuros para jovens mulheres negras e indígenas que talvez desconheçam ou não vejam a tecnologia como uma possibilidade para sua carreira. Estamos falando de 100 possíveis novas tecnologistas que passarão por uma formação, de oito semanas, com conteúdos introdutórios à área de TI, ministrados por profissionais negras atuantes e reconhecidas no mercado”, comenta Silvana Bahia, co-diretora executiva do Olabi, organização social criadora da PretaLab.
O “Poder do Futuro” é inspirado no filme “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”, da Marvel Studios. No filme, a rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (entre elas, Florence Kasumba) lutam para proteger sua nação das potências mundiais que intervêm em Wakanda após a morte do Rei T’Challa. As heroínas ressaltam, entre outras coisas, as mudanças positivas que podem ser feitas no mundo após compartilhar o conhecimento e recursos de Wakanda com aqueles que mais precisam.
“Na Disney, entendemos que promover a educação e a igualdade de oportunidades em tecnologia, especialmente em comunidades ou grupos com maior risco de exclusão, é fundamental na construção de um mundo mais inclusivo”, diz Belén Urbaneja, Gestora de Marca e Diversidade e Inclusão para The Walt Disney Company Latin America. “Neste sentido, assumimos o compromisso em trazer experiências que promovam a inclusão da mulher no ecossistema digital em nossa região, a fim de reduzir a diferença de gênero que é vivenciado nas formações de STEAM”, acrescenta;
O “Poder do Futuro” oferecido pela PretaLab é um programa gratuito, com vagas limitadas. Podem participar pessoas que se identifiquem como mulheres negras, com mais de 16 anos, ensino médio completo ou em curso e interesse por tecnologia. O processo seletivo contará com três etapas: análise de formulário de inscrição, oficina de formação e envio de termo de interesse de participar do ciclo.
“As candidatas não precisam ter nenhuma experiência prévia. Será oferecido um treinamento para aquelas que passarem pela primeira etapa do processo de seleção. Todas as etapas de seleção, assim como a formação serão realizadas no formato online, porém com aulas ao vivo e assíncronas. Aquelas que finalizarem a formação receberão um certificado de conclusão de curso que, certamente, será um diferencial competitivo no currículo de cada uma delas”, finaliza Bahia.
Haverá ainda uma turma presencial no segundo semestre de 2023 em uma capital do Nordeste, ainda não definida. As inscrições para as turmas online podem ser feitas de 10 de novembro a 11 de dezembro de 2022. A divulgação das selecionadas acontecerá nas redes sociais da PretaLab, em 27 de janeiro de 2023. Para mais informações acesse o opoderdofuturo.pretalab.com ou encaminhe um e-mail para pretalab@olabi.org.br.
“Memórias Negras: O Legado das Nossas Ancestrais” foi o tema da live desta quinta-feira (10), no Instagram do Site Mundo Negro em parceria com o Projeto Seta (Sistema de Educação por Uma Transformação Antirracista), em especial ao mês da Consciência Negra.
As convidadas Giovana Xavier, idealizadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Intelectuais Negras e Janete Santos Ribeiro, membra da Rede de Historiadorxs Negrxs, falaram sobre a memória de Azoilda Loretto da Trindade. A intelectual e feminista negra, teve todos os registros recebidos pelo Arquivo Edgard Leurenroth, da Universidade Estadual de Campinas, em agosto desse ano.
A professora Giovana aponta como a memória é importante para a comunidade negra. “A memória além de ser o nosso maior patrimônio, é a forma de estar vivo e existir. É ao mesmo tempo um conceito, uma metodologia de trabalho e uma também uma divindade que a gente cultua. A memória que nos permite estar aqui hoje. Aqueles da nossa ancestralidade que a gente conhece e não conhece, vibrou uma energia muito forte pra gente estar aqui e elas sabiam que não poderiam viver. O mínimo que a gente tem que fazer é honrar essa energia de memória”, diz.
“Azoilda, grande mestre, é uma trajetória tão forte de educação com prática de liberdade que abriu um caminho muito grande de valorizar o corpo e o espírito. Muito sábia de criar espaço para que a gente pudesse expressar nossa linguagem nessa memória construída pela elite brasileira. Estamos celebrando um acervo de milhares de documentos organizado por uma intelectual negra. Principalmente mulheres negras, temos que aprender a sistematizar nossas ideias”, fala Giovana.
Janete refletiu sobre o livro publicado da Azoilda “O Baobá dos Valores Civilizatórios Afro-brasileiros”: “O Baobá, essa árvore estrondosa, 35 metros de altura de 15 de largura é a árvore da memória e faz a gente pensar que a memória também é esquecimento”, aponta.
“Azoilda costumava dizer que a invisibilidade é a morte em vida. Fazer com que as memórias dessas mulheres esquecidas cheguem nas salas de aula, com estudantes de classes populares, em sua maioria negras e indígenas, emergam no chão da escola. Memória e educação tem a ver com a gente afirmar todas as vidas, as nossas e as que veio antes da gente. Nós seremos as ancestrais que virão. E que a gente exerça esse poder em todos os lugares”, afirma a historiadora.
Sobre o Projeto Seta
É uma aliança inovadora, com sete organizações da sociedade civil nacional e internacional: ActionAid, Ação Educativa, Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Coordenação Nacional de Articulação de Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), Geledés – Instituto da Mulher Negra, Makira-E’ta e a Uneafro Brasil. O Seta ainda é um dos vencedores da ação global da Fundação Kellogg para promoção da equidade racial (Racial Equity 2030).
Um especialista da família real britânica, Lady Colin, revelou que i casal formado por Meghan Markle e Príncipe Harry estaria em processo de separação.
“O casamento de Harry e Meghan passa por um grande problema. Eles chamaram advogados porque as coisas entre eles estão piorando… mais do que imaginamos. E eu chequei essa informação com mais de uma pessoa”, contou a fonte, no YouTube.
Meghan e Harry tem dois filhos, Archie de três anos e Lilibet, de um. Atualmente os dois moram no Canadá e Harry abdicou de seus ‘poderes’ na realeza depois do casamento com a ex-atriz, para viver uma vida mais privada com sua família.
“Harry quis se separar de Meghan. Eles chegaram a um acordo de divórcio neste momento em que, supostamente, ainda estão juntos. De acordo com o que eu ouvi, e escutei isso de duas pessoas confiáveis, Meghan o ‘empurrou’ para uma direção a qual ele não queria ir… e agora ele sabe verdadeiramente quem ela é”, continuou Colin.
O ex-presidente da Fundação Palmares Sérgio Camargo foi punido pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República com a aplicação de censura ética pela suposta prática de assédio moral, discriminação de religiões, de lideranças de religiões africanas e manifestações indevidas nas redes sociais.
Camargo havia deixado o cargo na fundação voltada para a promoção de valores afro-brasileiros em março para concorrer a um cargo de deputado federal por São Paulo. Ele obteve 13 mil votos e não conseguiu se eleger.
A punição consta em uma nota pública feita pela comissão na última segunda-feira (7). O documento não detalha quais foram os episódios que motivaram a aplicação da censura ética contra Camargo.
Informações foram dadas pelo UOL, que tentou contato com o político, mas não obteve respostas.
A censura ética da qual o ex-presidente da Fundação Palmares é alvo é uma espécie de reprimenda da administração pública que fica marcada no currículo do agente público.
A professora, ativista e jornalista Anielle Francofoi anunciada nesta quinta-feira (10) como nova integrante do governo de transição de Lula. Junto com outros nomes, Anielle trabalhará no grupo técnico Mulheres. “Recebi honrada o convite para integrar a equipe de transição do governo Lula, mas ciente da grande responsabilidade e dos desafios colocados, sobretudo após os últimos quatro anos de retrocesso de direitos das mulheres, em especial das mulheres negras, cis e trans, indígenas e quilombolas”, disse ela para o MUNDO NEGRO.
Anielle Franco; Imagem/Divulgação
“Importante ressaltar que não adentro a equipe de transição sozinha, chego com o legado de Marielle e com a trajetória das mulheres negras. Isso mostra que somos muito maiores que qualquer discurso de ódio, desinformação e violências”, pontuou Anielle. Junto dela, Roberta Eugênio também integrará o grupo dedicado ao apoio das mulheres.
Franco destacou ainda a importância da representatividade negra ocupando todos os espaços, em especial, espaços de poder. “Também é importante que nós, mulheres e pessoas negras, estejamos em todos os espaços de decisão de forma transversal. Somos qualificadas para estar em todos ministérios e secretarias. Vamos construir o Brasil do futuro, da esperança, para todas, todes e todos”, finalizou.
Nesta tarde de quinta-feira (11), o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin anunciou novos nomes que irão trabalhar no governo de transição. Dentre novidades, foi anunciado seis grupos técnicos, incluindo o grupo de Igualdade Racial e o grupo de Direitos Humanos. Anielle Franco, diretora do Instituto Marielle Franco, foi anunciada dentro do grupo responsável pelas Mulheres, juntamente com Roberta Eugênio.
Foto: Luna Costa
Janaina Barbosa de Oliveira, ativista do movimento LGBTQIA+ e o jurista Silvio Almeida, também foram anunciados dentro da secretária de Direitos Humanos.
Para a secretaria de Igualdade Racial, os seguintes nomes foram escolhidos: Nilma Lino Gomes, ex-ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos de Dilma Rousseff (PT); Givânia Maria da Silva, quilombola e doutora em Sociologia; Douglas Belchior, ativista da Coalizão Negra por Direitos; Thiago Tobias, advogado; Ieda Leal; Martius Chagas e Preta Ferreira.
Nesta quinta-feira (10), a Universal Pictures anunciou que está desenvolvendo a ‘cinebiografia definitiva’ de Snoop Dogg. A empresa caracterizou o artista como um ‘magnata da indústria do entretenimento e ícone do gangsta rap’. A produção, ainda sem data de lançamento, incorporará músicas de sucesso que se destacaram ao longo dos 30 anos de carreira do rapper.
Joe Robert Cole, que co-escreveu os filmes de ‘Pantera Negra’, escreverá o roteiro da cinebiografia de Snoop. “Esperei muito tempo para montar esse projeto porque queria escolher o diretor certo, o roteirista perfeito e a maior empresa de cinema com a qual eu poderia fazer parceria que pudesse entender o legado que estou tentando retratar na tela e o memória que estou tentando deixar para trás”, disse Snoop em comunicado oficial. “Foi o casamento perfeito”.
Foto: Kevin C. Cox / Getty Images.
“Estamos honrados por poder criar o documento duradouro deste artista singular”, disse a presidente da Universal, Donna Langley. Snoop Dogg já vendeu mais de 60 milhões de discos pelo mundo e iniciou sua carreira em meados de 1990, quando foi descoberto pelo amigo e parceiro de trabalho, Dr. Dre.
Os rappers Drake e 21 Savage foram processados pela Condé Nast, editora da revista Vogue, por usar o nome da Vogue sem permissão na divulgação da capa falsa para promover o novo álbum “Her Loss”.
No dia 30 de outubro, Drake compartilhou uma imagem com falsas representações de que eles estariam na próxima capa da revista. Na legenda, ele chegou a marcar o veículo e agradeceu com o “amor e apoio” de Anna Wintour, editora da edição norte-americana.
A Condé Nast afirma que a campanha promocional dos músicos foi construída “inteiramente” sem autorização das marcas registradas da Vogue.
“Tudo isso é falso. E nada disso foi autorizado pela Condé Nast”, segundo a queixa apresentada na segunda-feira, 7, no tribunal federal de Manhattan. A empresa estaria pedindo 4 milhões de dólares (cerca de R$ 20,6 milhões) pelos danos.
Segundo a editora, os músicos também criaram uma edição falsificada da revista que foi distribuída nas principais áreas metropolitanas dos Estados Unidos e gerou uma confusão entre o público. Larry Stein, advogado de defesa, não se pronunciou sobre o caso.
O álbum ’Her Loss’ foi lançado na semana passada, 4 de novembro, como uma parceria entre os dois rappers.