Home Blog Page 644

Chef Carmem Virginia anuncia o restaurante ‘Altar Cozinha Ancestral’ em SP

0
Foto: Divugação/GNT

Após nove anos do famoso restaurante ‘Altar Cozinha Ancestral‘ em Recife, Pernambuco, a chef Carmem Virginia anunciou em seu Instagram, a nova unidade ‘Altar São Paulo’, na Vila Madalena, com previsão de abertura em abril deste ano.

“Por mais que o Altar SP tenha uma estrutura dos sonhos, tenha todo o aparato pra ser muito mais incrível que o daqui de Recife. Não podemos esquecer que se não fosse os sonhos de um Altar que começou recebendo pessoas numa casa simples de bairro, com mesa na garagem eu não estaria aqui podendo comemorar”, inicia o texto.

“Levaremos aquilo que mais amamos do nosso Altar Cozinha Ancestral. A Salinha dos amigos, os Santos, Orixás, a árvore de Náiade Lins, o grafite de Mainha, os pratos mais incríveis do Altar Recife e claro a presença constante dos meus dois queridos amigos que estão conosco desde sempre figurando na porta dos banheiros!”, diz a chef se referindo ao casal Lázaro Ramos e Taís Araújo.

Aberta a diversidade, dona Carmem também já divulgou como serão as regras para o uso dos banheiros. “Serão pra quem se identificar tá? Nada disso de mulher e homem! E ainda teremos o banheiro acessível com fraudário ❤️ Altar SP já é realidade!!”, comemora.

O ator Lázaro Ramos comentou a publicação da chef com muita emoção. “Meu Deus. Chorei 😢 te amo❤️”. Muito querida pelos artistas, outros também já demonstraram interesse na abertura do restaurante em São Paulo nos comentários, como a advogada Carol Novaes, de “Casamento às Cegas“, e a bailarina Ingrid Silva. “Tô tão ansiosa”, escreveu Carol.

Keke Palmer fala da importância de uma aldeia para criar um filho: “Às vezes é um privilégio”

0
Foto: Reprodução/Instagram

“Se você é mãe solteira, tire a capa. Na verdade, solte suas asas de anjo, porque não sei de que outra forma você fez isso”, disse a atriz Keke Palmer, 29, no último sábado (29), em seu Instagram. A estrela deu à luz ao seu primeiro filho, Leodis, com o namorado Darius Jackson, no dia 25 de fevereiro e desejou muito apoio às mães e pais solteiros que cuidam dos filhos sozinhos.

A estrela do filme “Não! Não Olhe!” acrescenta que não deseja que sua mensagem pareça insensível. “Eu sei que há um milhão e uma razões pelas quais alguém quer se tornar um pai solteiro ou se tornou um pai solteiro”. E exemplifica: “Talvez eles tenham perdido alguém. Talvez eles não queiram lidar com alguém. Talvez seja uma escolha”.

https://www.instagram.com/p/CpVtDlpg40m/?next=%2F

“Mas quando se trata de criar um filho, já aprendi nestes poucos dias que é preciso uma aldeia. E às vezes isso é um privilégio. E eu só quero que qualquer pessoa que seja mãe solteira esteja fazendo isso… isso pode trazer lágrimas aos meus olhos. Estou verdadeiramente, profundamente impressionada”, conta Palmer.

Na última segunda-feira (5), Palmer publicou uma série de fotos e vídeos da família com o bebê. “Nascida durante o Mês da História Negra, com um nome que combina”, escreveu ela. “LEODIS ANDRELLTON JACKSON, bem-vindo ao mundo, bebê Leo”.

https://www.instagram.com/p/CpLyeXgsON0/?next=%2F

MC Carol fala sobre sua carreira no funk e a luta das mulheres negras pioneiras: “eu não deveria passar pelo o que eu passei”

0
Foto: Reprodução / Redes Sociais ; Daniel Clemente.

A cantora MC Carol, 29, utilizou suas redes sociais nesta segunda-feira (6) para comentar suas experiências pessoais enquanto mulher negra no mercado do funk. A artista relata que não foi fácil começar a carreira num mercado marcado pelo machismo. “Comecei cantar putaria aos 15/16 anos, numa época em que na favela a gente só tinha internet na lan house. Resumindo: a gente era atacado ao vivo na rua! Quando eu subia minha favela de manhã, voltando dos shows, a galera descendo para trabalhar me olhava com nojo, com desdém”, publicou Carol. “Começaram a falar que eu estava usando drogas, que eu estava metida com bandidos”.

Num mercado atual cada vez mais popular entre as massas, Carol relata que essa não era a realidade quando ela começou a cantar funk, com letras intensas e com a alcunha de ‘proibidão’. “Eu tinha que sair na mão para conseguir sair de casa para trabalhar e na volta era outro inferno. As vezes tinha que dormir na casa da minha vizinha para evitar confusão”, publicou a artista, que em seguida destacou as poucas opções em sua vida.

“Eu entendi o que eu ia passar/sofrer assim que decidi continuar cantando putaria, num mundo machista pra caralh-, que se diz religioso ainda. Eu tinha duas escolhas na época: continuar colocando currículo de menor aprendiz ou subir favela para cantar putaria. E, eu fiz minha escolha! Eu não deveria passar pelo o que eu passei, porque homens não passam por metade“, destacou Carol. “Quem sofreu foi Tati, Cacau, Os bonde femininos, Deise Tigrona, que ganhava merreca, às vezes nem o da passagem. Fazia a parada por amor”.

Em outra postagem, Deizi Tigrona, famosa por sucessos consagrados do funk como ‘Injeção’ e Sadomasoquista’, foi direta, ao relatar o difícil caminho do funk enquanto mulher negra. “Meu cachê não é de 30 mil, a gravadora já segurou minhas [músicas] autorias, a ponto de eu chegar a querer fazer na mão, fui plagiada, tive música que foi uma luta para a gravadora liberar. Amanhã eu acordo às 6h da manhã“, disse ela ao citar ainda atuais cantoras brancas que estão em destaque no funk nacional. “Luísa Sonsa, Pipokinha chorando, não sei porque eu não choro também’.

Halle Bailey se emociona ao compartilhar nova boneca negra de ‘A Pequena Sereia’: “eu vou chorar”

0
Foto: Reprodução / Redes Sociais.

A atriz Halle Bailey, 22, utilizou suas redes sociais nesta segunda-feira (6) para compartilhar as primeiras imagens da nova boneca negra Ariel, símbolo do filme ‘A Pequena Sereia’. “Estou realmente chocada porque isso significa muito para mim. E ter uma boneca que se parece comigo, da minha personagem favorita da Disney, é muito surreal”, afirmou Bailey. “Eu tenho minha própria boneca Ariel de ‘A Pequena Sereia’. Eu não posso acreditar o quanto ela captura minha versão dessa personagem icônica. Eu vou chorar”.

O filme ‘A Pequena Sereia’ estreia no Brasil dia 26 de maio. Até o momento, não há informações sobre a data de lançamento da nova boneca Ariel. “Estou tão animada, ela tem até minha pintinha”, continuou Halle, destacando a personagem em mãos. “Ainda não sei bem o que fazer com ela, mas vou levá-la para casa e escondê-la para sempre”.

Numa enorme mudança de imagem, Halle será a primeira Ariel negra nos cinemas. Expectativa é de que a icônica personagem da Disney ganhe formatos em brinquedos, animações e desenhos sob a nova representação, com tranças e características negras. “Como mulher negra, o cabelo é espiritual, especialmente os dreads. Foi muito legal fazer de Ariel uma versão minha com meus dreads. Eu sinto que o cabelo de uma sereia seria dessa forma de qualquer maneira”, disse Bailey em entrevista à revista The Face.

“Há um excesso de abordagens da cultura negra sob o viés da dor e do racismo” diz Alê Garcia, co-Fundador da Casablack

0
Foto: Reprodução/Instagram

“Conteúdo negro é falar de racismo?”, fica o questionamento do último artigo publicado no LinkedIn pelo Alê Garcia, co-Fundador da Casablack e considerado um dos 20 Creators Negros Mais Inovadores do País pela revista Forbes. No início da reflexão, ele aponta a importância de um jornalismo que não sirva apenas para denúncias. “Há um excesso de abordagens da cultura negra sob o viés da dor e do racismo. E poucas abordagens sob o viés da excelência”, diz.

“Em 2018, quando me dei conta da perpetuação deste fato, amparado pela ideia de ter chegado a algum espaço de poder — eu era um diretor de criação em uma agência no Rio Grande do Sul, com mais de 15 anos de carreira, palestrando sobre criação, conteúdo e diversidade nas universidade gaúchas, e podendo decidir por casting negro nas campanhas e contratando pessoas negras para a área de criação —, a minha reação foi usar meu conhecimento e redes de contato para mudar com a potência que eu poderia: criando o podcast Negro da Semana“, lembra o publicitário.

Alê Garcia conta que sempre se interessou nas diversas possibilidades de comunicação e artes para transmitir a sua realidade como afrodescendente e a paixão pela cultura negra. “Isto me possibilitou ter uma carreira como escritor e roteirista, publicitário, criador de conteúdo, palestrante, mentor e consultor criativo”.

Desta forma, o escritor do livro ‘Negros Gigantes‘, percebeu o quão atrasado está o Brasil em relação aos outros países. “Quanto mais me aprofundava em me conectar com empresas, práticas e entendia os bastidores do mercado no Brasil, mais me dava conta da existência de uma lacuna profunda na naturalização das nossas narrativas”.

Essa foi uma das razões que levou o Alê Garcia, junto com a publicitária e economista Gilvana Viana Cruz, a fundar a Casablack, um hub de cultura negra. “É para mostrar aos negros, aos não-negros, às marcas, ao mundo, que a cultura negra é excelente nas mais diversas áreas; seja moda, gastronomia, tecnologia, arte, empreendedorismo, beleza, e tantas outras”, afirma.

E destaca: “é para propor as formas mais incríveis de transformar isso em conteúdo relevante, em experiências on e off muito potentes, nos conectando com empresas que queiram realmente dialogar com a cultura negra de maneira correta e envolvente”, conta.

Angela Bassett relembra derrota no Oscar por papel de Tina Turner em 1993: “uma emoção muito negativa para carregar comigo”

0
Foto: SAG Awards/ Foto: Filme "Tina" - COLEÇÃO EVERETT

Como a Rainha Ramonda em Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, Angela Bassett recebeu a primeira indicação de uma atriz da Marvel ao Oscar. Em 2023, ela concorre na categoria “Melhor Atriz Coadjuvante”. Mas essa não é a primeira vez que Bassett é indicada. No papel de Tina Turner, em 1993, ela concorreu na categoria de “Melhor Atriz” no filme que contou a história da cantora e foi derrotada por Holly Hunter como Jane Campion, The Piano. 

Em entrevista para a CBS, a atriz relembrou o ocorrido. Durante a entrevista, Angela Bassett foi questionada se sentiu que teve o prêmio roubado. “Claro, no momento você está esperando, orando e desejando”, disse. “Mas nunca saio pensando: ‘Fui roubado’.”

Apesar disso, a atriz reforçou que é “uma emoção muito negativa”: “Essa é uma emoção muito negativa para carregar comigo pelo resto da minha vida. Escolho acreditar que houve uma razão para isso não ter acontecido.”

Recentemente, a atriz falou sobre o processo de filmagem doo filme biográfico. De acordo com o portal IndieWire, Bassett contou que o diretor Brian Gibson fazia gravações das cenas diversas vezes. “Nós fazíamos cenas repetidas vezes. Aquelas cenas de concerto, literalmente você sente como se tivesse um suéter na garganta depois de se apresentar, e nós faríamos isso [novamente] de cima para baixo”.

“Ele [Gibson] dizia: ‘OK, vamos fazer isso de novo’. Eu pensava: ‘Um ator pode ter um descanso?’ Apenas 60 segundos, um minuto, por favor, apenas para recuperar o fôlego”.

A atriz é uma das favoritas para receber o prêmio de “Melhor Atriz Coadjuvante” no próximo domingo, quando será realizada a cerimônia do Oscar 2023, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Tessa Thompson e Michael B. Jordan fizeram terapia de casal para viver seus personagens em Creed III

0
Foto: Reprodução

Par romântico em Creed, Tessa Thompson e Michael B. Jordan fizeram terapia de casal para viver seus personagens no terceiro filme da franquia dirigida por B. Jordan. Os atores sentaram no divã como Adonis Creed e Bianca “Direi que foi uma experiência inicial em terapia de casal para nós dois [pessoalmente], mas foi como esses personagens, o que é muito estranho”, revelou Thompson em entrevista para o Refinery 29.

“Às vezes a linha entre o personagem e nós fica borrada porque trazemos muito do que estamos explorando pessoalmente para os personagens em geral”, explicou ela.

Há nove anos, Tessa Thompson e Michael B. Jordan interpretam o casal Bianca e Adonis no filme que narra a história do boxeador e, de acordo com a atriz, isso tornou a terapia mais pessoal: “Estávamos em terapia, sim, como Bianca e Adonis, mas também estávamos refletindo sobre nossos próprios relacionamentos. Desde que fazemos esses filmes há oito, nove anos, nos vimos em vários estágios de nossas próprias coisas românticas. Então, sabemos coisas sobre a vida um do outro. Nós compartilhamos e conversamos sobre isso. Então a terapia acabou começando no trabalho e ficando mais pessoal”, contou.  

Na ficção, Bianca e Adonis são pais de Amara, interpretada por Mila Davis-Kent, e também levaram o assunto para a terapia: “foi uma chance para nós realmente conversarmos com um terapeuta de casais e entender quais são algumas das coisas que os pais jovens estão tentando equilibrar, seus próprios sonhos e aspirações. Quais são os temas que você vê? Quais são as coisas que eles podem enfrentar? Quais podem ser seus impedimentos para a felicidade ou sucesso como casal? Foi realmente fascinante também ouvir dela e trazer isso”, conta a atriz.

Tessa Thompson relembrou o momento em que se deu conta de que a franquia já havia completado nove anos. “Eu ficava dizendo oito [anos]; e então, como no outro dia, Mike disse, ‘Não, são nove.’ Eu não podia acreditar!”, disse. “Lembro-me de quando estávamos desenvolvendo o Creed III, olhando fotos antigas do primeiro, e ambos concordamos que éramos bebês nisso. Obviamente, não estávamos apenas falando sobre como parecemos bebês. Percebemos o quanto nós crescemos ao fazer esses filmes”, refletiu.

“Acho que muito do nosso crescimento também é paralelo ao crescimento dos personagens… em termos do tipo de conversa que estamos tendo juntos e separadamente sobre o legado”, disse.

Creed III” já ultrapassou a marca de U$S 100 milhões de bilheteria global no final de semana de estreia. Foram US$ 58,6 milhões dos Estados Unidos e US$ 41,8 milhões do exterior. Esse é o maior lançamento da franquia, além de ser a maior arrecadação de estreia de um filme sobre esportes. Com orçamento de US$ 75 milhões, “Creed III” também é o filme mais caro da trilogia. Os anteriores custaram US$ 35 milhões e US$ 50 milhões, respectivamente.

‘Creed III’ ultrapassa a marca de U$S 100 milhões de bilheteria global

0
Foto: Divulgação

Estrelado e dirigido por Michael B. Jordan, “Creed III” já ultrapassou a marca de U$S 100 milhões de bilheteria global no final de semana de estreia. Foram US$ 58,6 milhões dos Estados Unidos e US$ 41,8 milhões do exterior.

Esse é o maior lançamento da franquia, além de ser a maior arrecadação de estreia de um filme sobre esportes. Com orçamento de US$ 75 milhões, “Creed III” também é o filme mais caro da trilogia. Os anteriores custaram US$ 35 milhões e US$ 50 milhões, respectivamente.

O Rotten Tomatoes, site de críticas de cinema e televisão, apontou 89% de aprovação do filme a partir das 118 críticas. Com a votação popular, o longa recebeu 97% de aprovação. 

Segundo a sinopse do filme, depois de dominar o mundo do boxe, Adonis Creed (Michael B. Jordan) vem prosperando tanto na carreira quanto na vida familiar. Quando um amigo de infância e ex-prodígio do boxe, Damian (Jonathan Majors), ressurge depois de cumprir uma longa sentença na prisão, ele está ansioso para provar que merece sua chance no ringue. As atrizes Tessa Thompson e Phylicia Rashad também estão no elenco.

Instituto XP anuncia finalistas do prêmio de educação financeira e abre para votação popular; confira os candidatos negros

0
Fotos: Divulgação

Prêmio Educação Financeira Transforma, do Instituto XP, está em sua segunda edição e entra na fase de votação popular

Mulheres negras se destacam entre os finalistas da segunda edição do Prêmio Educação Financeira Transforma do Instituto XP, frente de impacto social da XP Inc. Com mais de 600 inscrições, a premiação reconhecerá pessoas e projetos que transformam a educação financeira em todo o país. Nesta etapa final, os vencedores serão definidos a partir de votação popular que começa nesta quarta-feira, 1º de março, através do site: https://www.premioeducacaofinanceira.com.br/finalistas. Os escolhidos pelo público vão receber R$ 40 mil e os demais finalistas R$ 10 mil cada um, totalizando R$ 480 mil.

A banca de jurados composta por especialistas e profissionais renomados em finanças e empreendedorismo, como, por exemplo, Nathalia Arcuri (Me Poupe), Konrad Dantas (Kondzilla), Edu Lyra (Gerando Falcões), Thiago Godoy (XP Inc.) e outros, selecionou pessoas e projetos de educação financeira com forte impacto em ensino e conscientização de educação financeira, principalmente para crianças e jovens de escolas públicas, moradores de regiões mais vulneráveis, e mulheres, responsáveis pela renda de quase metade dos lares brasileiros.

Desta forma, o público poderá conhecer um pouco mais sobre as iniciativas e perfis selecionados pela banca julgadora através do site e das redes sociais do Instituto XP, e votar nas melhores iniciativas das categorias: professores (as), pesquisadores (as), solução digital, ONG, alunos (as), microinfluenciador e nanoinfluenciador (a), além de profissionais do ecossistema XP Inc.

“Nosso propósito é homenagear, valorizar e impulsionar as iniciativas de educação financeira que contribuem para melhorar a relação dos brasileiros e brasileiras com o dinheiro. Nos últimos anos, a XP Inc. transformou o mercado financeiro ao democratizar o acesso a investimentos de qualidade para milhares de pessoas. Por meio da premiação e do Instituto queremos ampliar ainda mais o nosso impacto positivo no país””, afirma Matheus Lombardi, head do Instituto XP.  

“O futuro lhe roubará um tempo precioso”: Lázaro Ramos reflete sobre quem conquistou espaços, sem ter sido herdeiro 

0
Foto: 📷: @thaisalvarengaaa

O talento por alçar as pessoas a lugares inimagináveis, mas o conhecimento nunca é indispensável para quem quer ir além e tentar novas áreas em sua profissão. O ator Lázaro Ramos usou seu perfil no Linkedin para fazer uma reflexão sobre sua carreira como empresário.  Lazinho, além de atuar, escrever, produzir e dirigir,  é CEO na LP – LAZ Produções Artísticas. 

“Quando comecei nessa profissão, ainda adolescente, eu não sabia que poderia se viver da arte e não poderia saber que além de ator, eu exploraria outras ocupações, como a direção, produção, proponente de projetos e afins”, diz o escritor.

Em seguida ele reflete sobre algo muito peculiar para a maioria dos profissionais negros, as dificuldades de quem acende em uma família que não teve muitos acessos a recursos e networking, algo que fica mais latente para quem empreende:

“Hoje em dia, fui além do que tinha planejado e sonhado, mas ainda sim, existem algumas barreiras. Vindo de uma família, que como gosto de dizer, não tem herança financeira pra deixar, nem rede de relações dentro da minha área ou até mesmo dentro das suas próprias áreas” e acrescenta que “mesmo estando em outros círculos de possibilidades profissionais, nem sempre tenho repertório ou conhecimento de técnicas da área em que trabalho. Administração financeira e processos de empreendedorismo, por exemplo, são assuntos que preciso estudar ou estar atento. Às vezes sinto o meu tempo roubado pela falta de inserção maior dos meus familiares e amigos nos círculos de poder e produção e por precisar investir esse tempo em aprender essas coisas, que muitas vezes, não são suficientes”.

Ramos finaliza dando um conselho para que esse ciclo se rompa nas próximas gerações, por meio de conversas com os filhos sobre dinheiro e negócios. ” (…) já trago um conselho que utilizo com meus filhos: desde cedo fale sobre dinheiro, empreendedorismo, compartilhe informações, mesmo as mais específicas o tempo todo. Fale sobre a importância de se aprender um outro idioma, do trabalho e de se capacitar constantemente. Porque não nascer herdeiro de dinheiro e de rede de relações, no futuro lhe roubará um tempo precioso”.

error: Content is protected !!