A Mangueira anunciou ontem nas redes sociais que a cantora Alcione será tema do enredo da escola de samba no Carnaval de 2024. A publicação afirmava que esse era um “desejo da presidenta Guanayra Firmino há mais de dez anos”. Ainda de acordo com a publicação, o convite foi feito na casa da cantora, que aceitou ter sua trajetória narrada pela Verde e Rosa na Sapucaí.
“Estou muito honrada e emocionada com o convite. Nunca imaginei tamanha homenagem”, teria dito a Marrrom ao receber o convite. A data prevista para o lançamento oficial do samba enredo é dia 28 de abril, mesmo dia em que a escola de samba carioca celebra 95 anos de fundação.
No final de 2022, a cantora celebrou 50 anos de carreira. Durante entrevista para a jornalista Maju Coutinho, transmitida pelo Fantástico, ela relembrou momentos marcantes de sua vida. “Meu pai foi que nos empoderou, seu João Carlos. Ele dizia: minha filha, cuidado que homem quando te olhar de cara feia no primeiro dia, no segundo ele te empurra, no terceiro ele te bate (…)”, relembrou. “Eu não me arrependo de nada do que passei. Se tivesse, eu começava tudo de novo, de onde comecei. Tive uma educação que eu não me arrependo. Meus pais se sacrificaram muito para criar nove filhos”, disse.
Aos 75 anos, Alcione também foi tema de musical no ano passado. A cantora foi homenageada com “Marrom, o Musical” dirigido por Miguel Falabella, que contou sua história de vida, além de mostrar sua trajetória na música. O espetáculo estreou no dia 26 de agosto, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.
“A favela é o quarto de despejo de uma cidade. Nós, os pobres, somos os trastes velhos.”
Carolina Maria de Jesus nasceu em 14 de março de 1914, no município de Sacramento, Minas Gerais; mulher negra, moradora da favela, catadora de papel e mãe de três filhos. Estudou até o segundo ano do ensino fundamental, mas tornou-se um importante nome na literatura brasileira. A sua história desbancou a concepção comum de que apenas pessoas portadoras de diplomas e títulos acadêmicos são capazes de produzir conhecimentos. Aliás, ao olharmos criticamente ao nosso redor constataremos muito intelectual medíocre que é respeitado, sendo que temos uma parcela considerável de pessoas negras com elementos simbólicos que atestem suas próprias qualidades e formações, mas continuam sendo subjugadas e invisibilizadas por conta do racismo estrutural. Lima Barreto estava correto quando disse que os negros têm a capacidade mental julgadas à priori, e os brancos à posteriori. No entanto, com todas as implicações negativas presentes em sua vida, Carolina de Jesus furou a bolha e demonstrou toda a sua genialidade. Ela conseguiu denunciar a situação dos favelados inseridos neste sistema desumano e excludente, através da sua experiência como moradora.
Em 1958, o repórter Audálio Dantas ao cobrir uma reportagem na favela do Canindé, situada na cidade de São Paulo, conheceu Carolina de Jesus que lhe mostrou o diário que estava escrevendo. Ele ficou impressionado com aquelas narrativas e se prontificou a buscar uma editora para que ela pudesse publicá-lo. A obra “Quarto de despejo: Diário de uma favelada” chegou ao público em 1960. De desconhecida favelada, Carolina de Jesus tornou-se uma escritora admirada no país. O livro foi um sucesso de crítica entre incontáveis estudiosos “O tempo operou profundas mudanças na vida de Carolina, a partir do momento em que os seus escritos – registros do dia – a – dia angustiante da miséria favelada foram impressos em letra de fôrma, num livro que correu mundo, lido, discutido e admirado em treze idiomas”, disse Audálio Dantas.
No diário, Carolina de Jesus narrou o cotidiano vivenciado na favela, e utilizou de uma linguagem simples com significados profundos. Ela abordou temas como a fome, condições precárias de habitação, racismo e machismo, violência doméstica e sexual, educação infantil, maternidade, política, capitalismo, alcoolismo, e tantas outras questões que atravessam e pioram a vida do povo brasileiro. Emocionar-se com a leitura dessa obra é uma condição inescapável.
A fome continua Dra. Carolina!
Eu não consigo falar de Carolina de Jesus sem lembrar-me do passado. Rememoro episódios tristes que passei com a minha família por conta da miséria; naquela época, alimentar-se era exatamente um “espetáculo”. Um desses episódios ocorreu nos anos oitenta. Perto de casa existia um açougue que comercializava sobras dos cortes de carnes: ossos, gorduras, nervos, sebos etc. Era tudo misturado. Quem desconhece a miséria dirá que jamais compraria essas sobras, mas porque não compreenderam que a sobrevivência indigna não oferece muitas opções. Os restos saciaram muitas vezes a fome lá em casa. Num certo dia a minha mãe pediu para que eu fosse comprá-los. Uma das mulheres que estava na fila do açougue ficou curiosa com o meu pedido e perguntou qual era o preço dele, depois concluiu “acho que vou levar um quilo para o meu cachorro”. Eu fiquei destruído por dentro. A minha mãe chorou quando contei a ela.
No ano passado diversas reportagens mostraram as pessoas passando fome, revirando lixos na busca de alimentos, e “filas do osso” se espalhando pelo país. De acordo com a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN), em 2022, um pouco mais de trinta e três milhões de pessoas não tinham o que comer. Isso é estarrecedor! E sabemos muito bem que a cor que predomina entre os famintos é a negra. Carolina de Jesus já tinha refletido sobre o retrocesso do mundo nesse quesito fundamental para a sobrevivência humana “Para mim o mundo vez de evoluir está retornando a primitividade. Quem não conhece a fome há de dizer ‘Quem escreve isto é louco’. Mas quem passa fome há de dizer: Muito bem, Carolina. Os generos (sic) alimentícios deve ser ao alcance de todos.”
Carolina de Jesus deixou de morar no quarto de despejo, publicou outros livros, mas não escapou da pobreza. Em 2021 ganhou o título doutor honoris causa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Faleceu em 1977.
O assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completa cinco anos nesta terça-feira, 14 de março. E a pergunta ainda continua: Quem mandou matar Marielle?
Em busca por justiça, o Instituto Marielle Franco organizou uma agenda cheia de eventos que será realizada ao longo do dia, no Rio de Janeiro, a começar com a missa pela vereadora e o Anderson, às 10h, na Igreja Nossa Senhora do Parto.
Neste mesmo horário, será inaugurada a escultura “Marielle Gigante” de 11 metros de altura no Museu de Arte do Rio (MAR) e “A Voz de Marielle” no Museu do Amanhã. Em entrevista ao Mundo Negro em 2022, a ministra de Igualdade Racial, Anielle Franco, também irmã da vereadora, disse que “‘A Voz de Marielle’ vai ser um acervo onde você vai passar o telefone por cima da imagem e poder abrir um discurso da Mari, bem no âmbito virtual”.
Foto: Reprodução
Amanhã também haverá o lançamento do sétimo Boletim de Segurança Pública na Maré, feito pela Redes da Maré, no MAR, a partir das 13h, com a presença da mãe de Marielle e Anielle, Marinete Silva. A advogada realizará uma leitura do Manifesto das Mães da Maré. Em seguida, haverá uma oficina de bordados.
No período da noite, das 18h às 23h, a Praça Mauá será ocupada pelo Festival Justiça por Marielle e Anderson com a presença da família da vereadora e grandes artistas como: Djonga, Luedji Luna, Bia Ferreira, Baile Black Bom, entre outros. Tudo gratuito.
Durante a posse do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, em fevereiro, foi determinada a instauração de um inquérito na Polícia Federal, para aprofundar as investigações que já são feitas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e pela Polícia Civil.
O policial militar reformado Ronnie Lessa, acusado de ter feito os disparos que mataram Marielle e Anderson e o ex-policial militar Élcio de Queiroz, acusado de dirigir o carro usado no crime, estão presos e nunca revelaram quem mandou cometer homicídio.
Neste período, o comando das investigações foi trocado diversas vezes. Enquanto o MPRJ já teve três grupos diferentes de promotores à frente do caso, na Polícia Civil, cinco delegados já chefiaram as apurações. Agora, o delegado Guilhermo Catramby que conduz o inquérito na Polícia Federal.
Até o momento, as investigações apontam que o crime tem relação com o jogo do bicho, milícias, policiais e políticos da zona oeste do Rio de Janeiro, disse o diretor-presidente do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), Renato Sérgio de Lima, em seu artigo na revista Piauí.
Outro destaque nos documentos, é a predominância do grupo miliciano “Escritório do Crime”, chefiado pelo ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega — que, morto em uma troca de tiros com a polícia, em 2020, foi chamado de herói por Jair Bolsonaro e, quinze anos antes, condecorado por Flávio Bolsonaro.
Foto: Reprodução
Dia de Marielle Franco
Nesta segunda-feira (13), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enviou uma uma mensagem à Câmara dos Deputados pedindo urgência para votar o projeto que cria o “Dia Nacional Marielle Franco de Enfrentamento a Violência Política de Gênero e Raça“, no dia 14 de março.
O projeto proposto pelo Palácio do Planalto tem o objetivo de “conscientizar a sociedade a respeito das violências sofridas pelas mulheres no ambiente político, em especial, mulheres negras”.
Após as denúncias de racismo e segregação nos bastidores da novela “Nos Tempos do Imperador”, feitas no início de 2022 pelas atrizes Roberta Rodrigues, Dani Ornellas e Cinara Leal, a Globo produziu um dossiê antirracista que foi distribuído para o elenco da próxima novela da seis, ‘Amor Perfeito’.
O folhetim terá como protagonista uma família interracial, formada pelos atores Levi Assim, que fará o papel do filho Marcelino, Camila Queiroz e Diogo Almeida, o que motivou a emissora a desenvolver o material que contém um estudo sobre racismo, segundo informações da coluna Zapping, da Folha de S. Paulo.
Camila Queiroz, Diogo Almeida e Levi Asaf nos bastidores de ‘Amor Perfeito’.
De acordo com a coluna, o dossiê contém informações que podem ajudar os artistas e a equipe a responder comentários nas redes sociais que questionem o tom de pele da criança em relação ao tom de pele de Camila Queiroz, como aconteceu há alguns dias, quando pessoas comentaram que Levi Assif não poderia ser mais escuro que o ator que fará seu pai na trama.
Para esses casos, a orientação é de que a equipe responda: “Quando te perguntarem se a família Marê x Orlando x Marcelino é possível, diga que sim, todas as famílias são possíveis e necessárias”, contou Cristina Padiglione em sua coluna.
A coluna revelou ainda que o material distribuído pela emissora apresenta dados demográficos que mostram racismo no Brasil desde o tempo da escravidão, abordando como se desenvolveram as ideias eugenistas e as estratégias tomadas para segregar a população negra.
Ao todo, o dossiê contém 39 páginas que trazem dados, artigos novos e de pensadores mais antigos e, de acordo com a colunista da Folha, :informações. Sobre. Aspectos que contemplam o contexto da novela”.
O material também apresenta um texto assinado pela fundadora do Instituto ID BR, Luana Genót, que conta sua experiência em uma família interracial. Luana é casada com um homem branco. “Louis, homem branco, e eu, mulher preta, casamos e tivemos Alice, que é parda. Temos colocado a discussão sobre o racismo estrutural em nossas mesas e tentado quebrar vários tabus todos os dias. Fácil não é. Não é incomum perguntarem ao Louis se Alice é adotada ou atrairmos olhares de curiosos quando vamos nós três a um restaurante. E essa não é uma história só nossa. Muitos casais inter-raciais já passaram por situações parecidas. Não podemos normalizar esse estranhamento e o tratamento diferenciado.”, cita Genót no material.
A cantora Rihanna, 35, marcou presença na super festa organizada por Beyoncé, 41, em Hollywood, nesta última noite de domingo (12). O evento pós-Oscar, super restrito, contou com presença de grandes estrelas e celebrou as conquistas de artistas negros nesta temporada de premiações. A festa aconteceu no Chateau Marmont, um hotel frequentado por grandes astros do cinema e da música.
Rihanna marca presença na festa pós Oscar de Beyoncé. Foto: Backgrid.
Além de Rihanna, nomes como Sheryl Lee Ralph, Cardi B, Megan Thee Stallion, Ciara, Pedro Pascal e Chloe x Halle também compareceram ao evento glamoroso da dona do ‘RENAISSANCE’. Anualmente, Beyoncé e Jay-Z realizam o after party do Oscar, convidando os nomes mais badalados do momento.
Este ano, Rihanna marcou presença no Oscar 2023. Ela concorria ao prêmio pela música ‘Lift Me Up’, trilha sonora do filme ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’. A artista barbadiana não levou a a estatueta de ‘Melhor Canção Original’, mas realizou uma apresentação emocionante no palco da cerimônia.
A BEES, plataforma B2B da Ambev, em parceria com a Prosper Tech Talents, lançou o programa gratuito “tech Afro Pretas” com o objetivo de contribuir para um mercado tech mais plural. Nesta edição, o programa vai formar 50 mulheres pretas em tecnologia, com foco nas linguagens de programação Java e React. As inscrições já estão abertas.
Segundo Sicília Pierre, responsável pela área de Programas Corporativos do BEES, a iniciativa vem ao encontro de uma abordagem cada vez mais proativa quando o assunto é construir um ecossistema de tecnologia diverso. “Sabemos da importância de construir times mais inclusivos e com pessoas diversas, histórias diversas. E investir em formar essas pessoas é fundamental. Tem muita gente boa no mercado que só precisa de uma oportunidade, e é isso que a gente quer trazer”, diz ela.
Como pré-requisitos para se inscrever no Programa é preciso ser uma mulher preta ou parda, possuir ensino médio completo, residir em Campinas e região e ter disponibilidade para atuar em modelo híbrido caso seja contratada. Também é importante que haja disponibilidade para participar de, ao menos, 75% da formação.
As inscrições para o tech Afro Pretas podem ser realizadas até o dia 09 de abril, pelo site oficial do programa (clique aqui). As aulas serão realizadas entre 17 de abril e 13 de maio – de segunda a sexta, das 19h às 22h, e aos sábados das 9h às 16h.
Serviço:
O que: Programa de Formação Tech Afro Pretas
Inscrições: De 08/03 a 09/04
Link para inscrições: clique aqui.
O ator Sidney Santiago Kuanza, 38, estrela no filme biográfico sobre o Adoniran Barbosa, em “Saudosa Maloca“. Ele viverá o amigo Cícero, violinista e amigo pessoal do músico, que será interpretado por Paulo Miklos. Dono de grandes sucessos como “Trem das Onze” e “Samba do Arnesto”, o longa já está em gravação e deve chegar aos cinemas em 2024.
“O Cícero é um jovem tocador do violão 7 cordas. Do interior ele migra nos anos de 1980 para São Paulo, para tentar a vida. Para sobreviver trabalha como garçom no Black Tais, um famoso bar dos anos de 1950 que nos anos 80 sofre um processo de decadência. Ele conhece Adoniran e uma grande amizade surge. A história espelha a relação de proximidade que ocorreu entre a comunidade negra e os italianos no bairro do Bexiga, em São Paulo”, diz Kuanza sobre seu personagem e história.
Ainda sobre o longa, o ator fala sobre a importância do projeto que homenageia um dos maiores nomes da música brasileira. “É uma obra que tem como foco resgatar e honrar a história do Adoniran que poucas pessoas conhecem. Além de músico ele foi um cronista da pauliceia, além de ter deixado seu DNA na música brasileira, se dedicou ao ofício de ator de rádio e artesão. Foi uma honra pode contar essa história”, completa.
Sidney Santiago Kuanza com Paulo Mikloes no bastidores do filme “Saudosa Maloca”. (Foto: Pedro Jackson)
Além de “Saudosa Maloca”, Sidney estará no inédito “O Meu Sangue Ferve por Você”, longa sobre a vida de Sidney Magal, que estreia nos cinemas ainda este ano.
“Faço dois personagens. Renan que durante o dia trabalha no Hotel da Bahia e pela noite dá vida a Sandra Pink, uma drag queen que era dona da cena underground soteropolitana. Um personagem carregado de doçura e ousadia. Ele tem uma participação efetiva como cupido na relação de Magal e Magali, um romance cheio de jovialidade”, explica.
O ator ainda fala sobre como Sidney Magal faz parte de sua vida e da sua família. “[Ele] Tem um lugar especial na minha família. Me lembro dos shows dele que chegaram a acontecer no circo que ficava na cidade em que eu nasci. Minha mãe fazia loucuras por ele. Ela chegou a vender um botijão de gás para assistir um show dele. Sem falar no acontecimento que foi a figura do Sidney Magal nos anos 80 e 90 – lembra.
Intitulado “Chris Rock: Indignação Seletiva”, o especial de comédia de Chris Rock já está disponível para os assinantes brasileiros da Netflix. Gravado na cidade de Baltimore, em Maryland, nos Estados Unidos, a produção traz, entre outros temas, o episódio com Will Smith no Oscar de 2022, quando o ator de Fresh Prince deu um tapa no rosto de Rock após uma piada sobre Jada Pinkett Smith.
Ao relembrar o tapa que levou de Will Smith, Chris Rock disse: “Sim! Aconteceu. Levei um tapa há um ano. Parece que foi semana passada que levei uma desse desgraçado”, disse. Em certo momento, o comediante afirma que Will Smith pratica “indignação seletiva” e diz que não teve envolvimento algum ao mencionar que “A mulher dele estava transando com o amigo do filho”.
Rock voltou a se referir à Jada Pinkett “Eu fiz algumas piadas sobre ela. Quem se importa? É assim que é: ela começa, eu termino”. O ator também se refere à apresentadora de forma desrespeitosa em diferentes momentos, chegando a chamá-la de “cadela”.
Chris Rock é o primeiro artista a se apresentar em um especial de comédia transmitido ao vivo pela Netflix. O show aconteceu no dia 4 de março e também contou com comentários ao vivo de outros comediantes e mensagens especiais enviadas por amigos de Rock, como Cedric The Entertainer, Ice-T, Jerry Seinfeld, Kevin Hart, Matthew McConaughey, aul McCartney, Sarah Silverman e Wanda Sykes, entre outros.
No último domingo (12), Luciano Huck anunciou a atriz e cantora Linn da Quebrada como uma das participantes da Dança dos Famosos deste ano, transmitida no programa Domingão com Huck.
Em conversa com o apresentador, Lina celebrou o convite para participar da competição. “Tô muito feliz, não tinha como não aceitar. Tenho uma relação com a dança que é anterior inclusive à atuação”.
A cantora de 32 anos falou sobre sua experiência com a dança e contou que parou de dançar quando teve câncer. “Comecei a dançar em São José do Rio Preto aos 17 anos, depois de um processo onde meu corpo era muito proibido para mim mesma, então a dança foi essa porta de entrada para o corpo, e eu parei de dançar quando tive um câncer com 23 anos. Então foi quando comecei a escrever, passei a cantar também, e agora voltar para a dança nesse momento da minha vida está sendo muito significativo”, disse.
Nas redes sociais, Linn da Quebrada também celebrou o novo projeto e convidou o público para acompanhá-la durante o reality de dança. “Quero que vocês topem mais esse momento, etapa, desafio e diversão comigo”, celebrou.
O novo paredão está formado no BBB 23. Novamente Cezar Black e Domitila, além de Ricardo Alface e Larissa, a única do quarto Deserto. A princípio, a sister que estreia no paredão aparece nas parciais do portal UOL com índice de rejeição para eliminação, com cerca de 77,50% dos votos.
Ricardo Alface disparou na popularidade quando rompeu com o quarto Deserto e foi para o Fundo do Mar. Junto com Domitila e Cezar Black, os embates têm sido constantes contra o grupo rival, especialmente contra o Fred Desimpedidos, que vive um affair com Larissa e transparece cada vez mais arrogância desde que ganhou a liderança e fez muitos comentários com conotações racistas.
Em uma polêmica mais recente, Fred disse para o Cara de Sapato na festa de sábado (11), que Ricardo foi criado em um “meio hostil”, se referindo a sua família, na tentativa de justificar a “personalidade” do biomédico. “Eu pego e tento entender… A luta dele, a batalha dele, o jeito que ele foi criado. Até nas mínimas coisas que ele fala. […] Talvez ele tenha sido criado num meio hostil mesmo, tá ligado? Mas, ao mesmo tempo, você não tem culpa nenhuma que ele foi criado nesse meio, eu também não. O tempo inteiro ele fica puxando treta”.
Renata Camargo, irmã do Alface, se pronunciou nas redes sociais contra as falas de Fred. “A postura que meu irmão adotou durante a vida foi a de sobrevivência. De um cara preto de classe média que fora de casa sempre foi silenciado, zombado, chegando à xenofobia e ao racismo!”, disse em vídeo. E não é diferente do que tem acontecido com o brother, que tem sido alvo de ataques, acusações de traições e xingamentos, partindo especialmente do Fred e da Bruna Griphao.
Esse Fred Boco Roso não tem um pingo de vergonha na cara. Só cresce pra cima de quem tem certeza que tá queimado aqui fora. Foi assim com o abusiv0, com os intolerantes religiosos e agora com o Alface. E acha que pode falar sobre trairagem. #bbb23pic.twitter.com/gbTeUQLPqu
A irmã de Alface ficou muito triste com os julgamentos do jornalista contra a sua família: “Isso aqui me doeu. Ver alguém julgar nossa criação, vindo logo de um pai como o meu, e uma mãe guerreira”, lamentou.
Na semana passada, quando Ricardo iniciou as brigas com os ex-colegas do Deserto, ele entrou no favoritismo do público e ganhou 300 mil seguidores no Instagram. Saltou de 362 mil para 689 mil seguidores.
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