Mesmo após o pedido de cessar-fogo e com o fim do Ramadã, o Sudão ainda está em conflito. Nesta sexta-feira (21) a Organização Mundial da Saúde (OMS), da ONU, divulgou a situação dos mortos e feridos no Sudão. Mais de 400 pessoas foram mortas e mais de 3,5 mil ficaram feridas até o momento desde o início do confronto entre o Exército de Sudão e as Forças de Apoio Rápido (FAR), na semana passada.
Segundo as informações da OMS, desde que começaram os confrontos entre o exército e os paramilitares na semana passada, mais de 400 pessoas morreram e mais de 3,5 mil estão feridas. Ao menos 55 hospitais estão fora de serviço por conta do combate.
Na quinta-feira (20), a Organização das Nações Unidas (ONU) pediu que as duas forças cessassem fogo pelo menos três dias em respeito a comemoração do Eid al Fitr, que marca o fim do Ramadã, mês sagrado para os mulçumanos. “É um momento importante do calendário muçulmano. Penso que é um bom momento para que se mantenha um cessar-fogo. (…) peço um cessar-fogo de pelo menos três dias, por ocasião da celebração do Eid al Fitr, para permitir que os civis presos em zonas de conflito saiam e busquem atendimento médico, alimentação e outras necessidades essenciais”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres. Além da ONU, os EUA também pediram um cessar-fogo.
Segundo as informações do Al Jazeera, o FAR disse que estaria pronto para um cessar-fogo de 72 horas nesta sexta-feira, mas os moradores de Cartum relataram tiros e explosões pelo sexto dia consecutivo.
Os confrontos começaram no último sábado quando os paramilitares, liderados pelo general Mohamed Hamdan Dagalo, dominaram pontos estratégicos do Sudão e deram início ao confronto contra o exército, liderado pelo chefe do Conselho Soberano do governo de transição do Sudão, Abdel Fattah al-Burhan.
Burhan disse que não está disposto a negociar com o FAR e só aceitaria sua rendição. Em seu primeiro discurso desde o começo do embate entre os dois, Burhan disse que o exército está comprometido com uma transição para um governo civil.
Em entrevista, o eliminado com 68,86% dos votos, Ricardo “Alface” disse que fez o que tinha que fazer para se manter no top 4 do Big Brother Brasil 23. Ele também comentou sobre seus embates dentro da casa e sua relação com Sarah. “Ela foi meu amorzinho lá dentro.”
Para Ricardo, conhecido com Alface no programa, ele jogou bem e fez o que estava ao seu alcance para conquistar o top 4, ele foi eliminado na última quinta-feira (20) contra a Larissa. “Eu fiz o que tinha que ser feito. Acho que, independentemente do que eu fizesse, eu não estaria nesse Top 4. Mas a Larissa é uma grande jogadora, embora tenha saído e voltado. Ela é desenrolada”, disse Alface.
Ele ficou marcado como um jogador solitário, que brigava com quem não “jogava o game”, como ele mesmo dizia. No início do programa, era do Quarto Deserto, mas logo após uma briga com Fred Desimpedidos mudou para o Quarto Fundo do Mar.
“Eu queria mostrar que eu tinha o meu jogo solo, minhas jogadas, minhas combinações de voto do outro lado sem ninguém saber, por debaixo do pano. Acho que isso me fez um jogador importante para o jogo. Foi necessário ter um gato sorrateiro como eu (risos). Talvez por coisas pequenas eu não tenha conseguido ser o campeão dessa edição. Mas também não tem como ser perfeito, ser tudo que o público queria. O público fala: “Se você tivesse feito isso…”. Aí dá vontade de falar: poxa, mas eu fiz 90% das coisas que vocês queriam, os outros 10 eu não fiz e vocês me deixaram sair?”, brincou Alface.
Foto: Reprodução
Mas mesmo mudando de quarto e entrando em várias brigas durante sua passagem no programa, antes de seu último paredão ele havia recebido apenas um voto. Para ele, isso se deu por conta de ter uma boa relação com os dois grupos. “Eu tinha minhas confusões, minhas brigas, mas é engraçado porque elas não eram contra o grupo oponente, eram sempre contra uma pessoa. E, por mais que fosse com aquela pessoa, o restante do grupo dela gostava de mim, tinha afeto por mim, ou então o alvo era outro! Acho que foi uma mistura de sorte e de eu também saber ter jogo de cintura, fazer outras pessoas gostarem de mim.”
Uma das suas boas relações dentro do BBB 23 foi com a Sarah Aline, tão boa que resultou em um relacionamento amoroso. “Ela foi aquela amiga que todo o ser humano precisa ter. E eu ainda tinha uma admiração incrível por ela. Então eu tinha um amparo, uma conselheira, uma pessoa de quem eu queria ser parecido na forma de falar. (…) E ela foi meu amorzinho lá dentro, né?”
Ricardo diz que vai levar o seu “desenrolar” para a vida pós-BBB e que descobriu lá dentro que tem um lado comunicador. Ele pretende voltar a estudar, Medicina ou talvez na área de Comunicação, mas não tem pressa. “Acho que a vida é isso: aproveitar as oportunidades.”
Entre os dias 25, 26 e 27 de maio acontece, pela primeira vez no país, o Africa Fashion Week Brasil. O evento, que faz parte do circuito African Fashion Week Londres e African Fashion Week Nigéria, tem o objetivo de projetar a estilização africana, por meio do incentivo e promoção de novos designers que desejam exposição e não têm recursos para fazer a apresentação das suas coleções e do seu trabalho.
Africa Fashion Week London em 2019. Foto: Stylist Africa / Reprodução.
No Brasil, o Africa Fashion Week (AFW) é uma iniciativa do Instituto Internacional FEAFRO, pilotado pela empresária, agente cultural e articuladora de oportunidades de negócios entre o Brasil e o continente africano, Silvana Saraiva. Ela conta com a parceria da Rainha Ronke Ademiluyem, da Nigéria, que lançou a AFW há 14 anos, em Londres.
“Como eu tenho o Instituto FEAFRO, tenho a Câmara de Comércio e já tenho feito essa conexão Brasil África há muitos anos, eu tive a ideia de trazer esse evento para Brasil, porque nós brasileiros de afro diaspóricos, principalmente a população afrodescendente, nós não temos acesso a nossa moda africana, o nosso estilo de vida não é afro centrado, ele é euro centrado“, destaca Silvana em entrevista ao MUNDO NEGRO. “Então a gente precisa mudar isso, né? Além de dar mais visibilidade a designers brasileiros, que fazem esse tipo de design. E tentar mudar um pouco o mercado da da moda no geral”.
Silvana Saraiva. Foto: Divulgação.
Inicialmente, o Africa Fashion Week Brasil iria acontecer em 2020, mas por conta da pandemia, os planos mudaram. Silvana diz que a política atual também contribuiu para a realização do evento em 2023. Até o momento, 11 marcas africanas e 4 marcas brasileiras estão confirmadas. “Entendemos que precisávamos trabalhar AFW não simplesmente como uma ferramenta tendências para a moda e estilo de vida. Mas também como um fator de alavancagem de empreendedorismo preto. Ou seja, trazendo esses designers, trazendo outros profissionais, empresas pequenas, médias, micro que estejam dentro desse setor ou voltada ao setor da moda”, destaca Silvana.
A versão brasileira do AFW tem como foco a utilização da moda como instrumento de sustentabilidade e mudança social. Além disso, a promoção de interação entre gerações, ativação de marcas, workshops de inovação do setor, B2B, B2C, exportação, importação e encontro privado com investidores. “Realizar esse evento se torna uma ferramenta extremamente tangível para combater o racismo estrutural e promover a diversidade. Ele é um evento que está totalmente fundamentado dentro da pauta ESG. É um evento que vem promover uma disrupção dentro da moda”, destaca Silvana.
Com quase 20 anos de estrada, o trio de cantoras da banda Filosofia Reggae, uma das melhores do gênero no Brasil, desabafam sobre como o racismo e o machismo tem dificultado elas, como mulheres negras, de ascenderem no mercado.
Com músicas de sucesso como “Sentimento bom” e “Se o dia não terminar“, a banda que já chegou a ocupar o primeiro lugar nas rádios, relata que está fora de grandes festivais. “A cena reggae no Brasil é muito embranquecida. Acreditamos que o público não acessa a gente, muitas vezes pela falta de espaço na mídia que faz as pessoas acreditarem que não tem linha de frente preta. Junta o machismo, racismo… fica cada vez mais atrasado nosso processo de crescimento”, desabafa a cantora Domênica de Paula David, 31, mais conhecida como Dodo, em entrevista exclusiva para o Site Mundo Negro.
Para manterem o sonho da manter a banda na ativa, as artistas precisam conciliar os palcos com outros trabalhos. No caso da Dodo, ela começou a dar aula particula de canto. “Infelizmente ainda não podemos afirmar que a Filosofia se paga, ainda encontramos dificuldades para cumprir com nossas obrigações financeiras, acordos no passado, ingenuidade e falta de oportunidade, nos faz ter que usar de outras formas para complementar a renda ao final de cada mês”, lamenta a cantora.
Filosofia Reggae surgiu nos anos 2000, e atualmente, é formado pelas irmãs Dodo, Daiane de Paula David (Nina Roots), 36, e Danusa de Paula David (Dana David), 38. Todas da cidade de Mauá, na região do Grande ABC, em São Paulo.
Da direita para esquerda: Dodo, Nina Roots e Dana David (Foto: Thiago Liberato)
Leia a entrevista completa abaixo:
Vocês diriam que o pico de sucesso do grupo veio com o lançamento da música “Sentimento Bom”, em 2004? Como foi essa época de oportunidades de shows e gravações?
Apesar de algumas músicas já estarem despertando o interesse do público em relação a banda , sim, damos todos os créditos ao sucesso trazido pela música Sentimento Bom, composição de Carlinhos Pontes. Com esse sucesso repentino, por se tratar de uma canção que entrou nos últimos instantes no processo final do CD Real Situação, foi uma grande surpresa todo o sucesso causado, rádios, programas de tv e o público recebem a canção de forma positiva abrindo muitas portas ao trio , mantendo-se em primeiro lugar por semanas nas principais fm’s de São Paulo e rádios comunitárias.
Foto: Divulgação
Neste período, vocês relatam que não tem rolado mais convites de festivais e tampouco já participaram de grandes eventos do reggae, como o República do Reggae na Bahia. Como vocês explicam a falta de convite na cena musical?
Falamos de um cenário extremamente dominado por homens. A figura feminina desde sempre tem o estereótipo de back vocal, sempre um passo atrás de um homem, fazendo voz de apoio. Então surge o trio vocal que vem totalmente na contramão de toda essa tradição imposta no cenário, com isso torna-se uma certa afronta a um machismo estruturado no cenário, firmando a cada momento uma grande dificuldade em ser convidadas a participar dos festivais, até mesmo em eventos em comemoração ao DIA INTERNACIONAL DA MULHER, onde todos os shows realizados em homenagem às mulheres, feito por bandas onde se quer nota a presença feminina no palco. O República do Reggae, evento anual e de grande tradição realizado na cidade de Salvador-BA, sempre foi um dos maiores sonhos, mesmo em postagens nas redes sociais com pedido do público para que tivesse o prazer de ver o show ao vivo, ainda estamos longe de conseguir.
Foto: Arquivo pessoal
Em quase 20 anos de carreira, vocês afirmam ainda não conseguir independência financeira só com a música. O que cada uma tem feito para suprir o dinheiro que ainda não estão arrecadando com a Filosofia?
Infelizmente ainda não podemos afirmar que a Filosofia se paga. Ainda encontramos dificuldades para cumprir com nossas obrigações financeiras, acordos no passado, ingenuidade e falta de oportunidade, nos faz ter que usar de outras formas para complementar a renda ao final de cada mês.
Trabalhos autônomos extras, CLT, todas as formas possíveis para conseguir pôr comida na mesa, pagar aluguel, pois não temos imóvel próprio. Trabalhos feitos por cada uma e tudo o que podemos fazer juntas para suprir. Participações em shows quando convidados também vem como grande ajuda.
Além do dom para a música, para o canto, temos também grandes talentos em muitos outros setores, como artesanato, cabelos, gastronomia. Tudo o que se pode fazer para garantir um dinheiro honesto e assim até mesmo usar parte disso para investimentos na banda.
Foto: Arquivo pessoal
Sem essas verbas, vocês também não tem um empresário e organizam tudo entre si e mãe da Dodo, certo? O que mais vocês têm feito para conseguir manter o sonho do grupo vivo?
Temos total amor e dedicação ao nosso sonho, mesmo com todas as dificuldades, todas as portas fechadas, todos os NÃO que recebemos ao longo desses quase 20 anos , não deixamos que isso nos abata. Buscamos formas de investir em nossos sonhos de acordo com nossas posses, não podemos negar que vez ou outra nos deparamos com pessoas que nos ajudam não só financeiramente, como nos abrindo os olhos para muitas coisas que estávamos fazendo errado por ingenuidade e nos coloca no caminho certo, mas tudo sempre partiu de nós.
Se tivermos que ter um empresário direcionando nosso trabalho, ele irá aparecer. Hoje isso não é mais um sonho, mas anos atrás essa era nossa maior vontade, que surgisse essa pessoa para nos dar esse UP no trabalho. Porém, ao longo dos anos, aprendemos que nós somos o maior investimento no nosso trabalho. Não existe ninguém que possa dar cara, cor, sentido ao seu sonho se não for você mesmo, ninguém pode sonhar seu sonho.
O skincare tem conquistado cada vez mais espaço entre o público, e para a pele negra, os cuidados diários com o corpo e o rosto também são importantes para mantê-la bonita e saudável.
Apesar da importância deste cuidado, a rotina pode atrapalhar um pouco esta demanda. Então, o Site Mundo Negro selecionou algumas dicás básicas para se colocar em prática, começando neste feriado prolongado, para quem está em casa.
Confira as dicas e reserve um tempo para você:
1 – Limpeza
Essa é a dica mais básica e importante na rotina de skincare. A limpeza remove todo o acúmulo de sujeira, poluição e maquiagem. Como a pele negra tende a ser mais oleosa, é importante limpar duas vezes ao dia para evitar o entupimento dos poros, que formam as espinhas. É recomendado o uso de sabonete líquido com ativos adstringentes. Dê preferência também para sabonetes com vitamina C, pois também ajuda a clarear manchas gradativamente, além de manter a pele suave.
Foto: Freepik
2 – Hidratação
Hidrante é sempre um bom investimento para o skincare! O produto é essencial para manter a pele radiante e sem oleosidade. É importante ter vitamina C na formulação, além de fator 30 superior para peles negras, que ajudam a proteger da radiação solar.
3 – Protetor solar
Dispense esse mito de que pele negra não precisa de protetor solar. Use o produto todos os dias, mesmo em casa. É bom para proteger da radiação solar, mas também ajuda a combater as manchas escuras, causadas por uma picada de inseto ou por uma espinha, devido a hiperpigmentação da pele negra.
4 – Sheet Mask
Nada mais prazeroso que tirar um tempo para colocar sheet mask ou máscara de tecido de skincare. Com uma concentração alta de ativos, a máscara ajuda no tratamento da oleosidade, comum em peles negras, trata as manchas escuras, melhora a textura e mantém o rosto hidratado.
Foto: Freepik
5 – Foco na região dos olhos
A formação de linhas finas nos olhos e o inchaço são os primeiros sinais de envelhecimento na pele negra. Por isso, aplique o hidratante delicadamente nesta área, assim, a pele vai absorver os ativos do produto.
O rapper Mano Brown volta ao comando do podcast original do Spotify “Mano a Mano” em uma nova temporada que estreia no dia 27 de abril. Com 16 novos episódios, o programa promete interação com os ouvintes por meio do envio de comentários e áudios que poderão ser incluídos ao final de cada episódio.
Entre os convidados já confirmados para participar da nova temporada estão a atriz Regina Casé, o influenciador Chavoso da USP, o ativista Galo de Luta e o comediante Marcelo Adnet. Os episódios serão lançados semanalmente às quintas-feiras.
“Mano a Mano” é um dos podcasts mais populares do Spotify e foi o terceiro mais escutado na retrospectiva da plataforma em 2022. O programa também recebeu o prêmio APCA de “Melhor Podcast” em fevereiro deste ano. Em sua última temporada, Mano Brown conversou com personalidades como Angela Davis, Linn da Quebrada, Silvio Almeida e Anielle Franco, entre outros.
A Netflix confirmou nesta tarde de quinta-feira (20), a data de lançamento da terceira temporada da consagrada série ‘LUPIN’. A obra será lançada mundialmente no dia 5 de outubro. Novas imagens do personagem também foram reveladas. “Sem suportar o sofrimento de viver escondido, longe da esposa e do filho, Assane decide voltar a Paris com uma proposta ousada para a família: ir embora da França e começar uma vida nova em outro país. Mas os fantasmas do passado estão sempre por perto, e o retorno de uma pessoa inesperada pode acabar com os planos dele“, diz a sinopse oficial da nova temporada.
Poster oficial da 3ª temporada de ‘LUPIN’. Foto: Divulgação / Netflix.
‘LUPIN’ é uma série de televisão francesa que se tornou um grande sucesso desde seu lançamento em janeiro de 2021. A obra é uma adaptação contemporânea das aventuras do famoso ladrão cavalheiro Arsène Lupin, personagem criado por Maurice Leblanc em 1905. Com um enredo envolvente, repleto de mistério, ação e reviravoltas, “Lupin” conquistou fãs ao redor do mundo.
Imagem da 3ª temporada de ‘LUPIN’. Foto: Netflix.
A série segue a história de Assane Diop, interpretado pelo talentoso ator Omar Sy. Assane é um homem carismático e brilhante, inspirado pelo personagem fictício de Lupin. Ele é um ladrão mestre que usa suas habilidades para roubar dos ricos e poderosos, enquanto busca vingança contra a injustiça que foi infligida a seu pai, Babakar, anos atrás. Através de sua inteligência e habilidades, Assane busca justiça e redenção para sua família, enquanto equilibra seu papel como ladrão com seus valores e ética pessoais.
Foto: Taís Araújo - João K /Domitila Barros - João Cotta
A amizade finalmente vem aí! A atriz Taís Araújo respondeu a modelo e ativista social Domitila Barros sobre uma possível amizade entre as duas. Durante sua participação no Mais Você, Domitila falou que gostaria de ser amiga da atriz, que respondeu no Twitter, “bora ser migas?”.
Taís Araújo respondeu ao tweet que reproduzia a fala da Miss Alemanha no programa de Ana Maria Braga: “Meu sonho sempre foi trabalhar na Globo e ser amiga de Tais Araújo”. Araújo escreveu: “Domi, mirmã! Vi agora seu video! Ó, o contrato só o RH da firma pode te dar, mas bora ser amigas?? Você é grandona! Parabéns por sua trajetória de vencedora!”, respondeu.
Domi, mirmã! Vi agora seu video! Ó, o contrato só o RH da firma pode te dar, mas bora ser amigas?? Você é grandona! Parabéns por sua trajetória de vencedora! 👑🫶🏾@domitila_barroshttps://t.co/ByKvfHpCr4
Em resposta ao Tweet de Taís Araújo, a equipe de Domitila respondeu que a atriz é “uma inspiração”para a ex-BBB. “Vamos mostrar pra ela o tweet e já dizer que a amizade é real oficial. Obrigada pelo carinho Taís, sabemos que você é inspiração pra Domi!”
Em janeiro deste ano, durante uma participação no programa Encontro, da TV Globo, a jornalista Tati Machado contou para Taís Araújo que Domitila havia dito que um de seus sonhos era ser amiga da atriz. Na ocasião, Araújo também lembrou que Domitila havia colocado essa informação em sua bio do Instagram: ‘Gente, que curioso, colocar isso na bio’. Que legal!”, disse a atriz.
O Banco Inter causou polêmica nesta quinta-feira (19), ao ser divulgada uma cartilha que consta 14 normas chamada “guia de estilo”, com recomendações de como os funcionários devem se vestir e se cuidar, durante o horário do expediente. Entre as regras, a empresa diz que deve-se evitar a todo custo: “cabelo sujo ou desarrumado”, “barba mal feita e cabelo sem corte” e roupas com bolinhas.
O advogado Thiago Amparo, criticou a postura do banco e aponta o racismo e o classismo contra os funcionários. “Não se iludam: por trás da pretensa neutralidade de se exigir higiene pessoal dos funcionários (algo que ninguém é contra), o banco Inter reforça racismo e classismo. Renova o antigo critério ‘genérico’, comum em empresas no Brasil, de ‘boa aparência’, o que era um codinome para não contratar negros. Pra quem acham que a regra de cabelo curto ou contra ‘cabelo sujo’ se refere?”, aponta.
Com a repercussão do documento divulgado pelo portal Metrópoles, o banco se manifestou sobre o caso. “O Inter reforça que respeita a individualidade de cada um de seus colaboradores. O material em questão foi revisado e passou por alterações”, diz.
O documento foi enviado por um funcionário. Na lista de condutas, também incluía unhas e sobrancelhas mal cuidadas, maquiagem borrada ou excessiva, “lingerie marcando”, além de sugerir não usar películas de celular quebradas, capinhas sujas ou acessórios e bolsas “velhas”.
“Ainda bem que não trabalho mais no Banco Inter. O nível do absurdo que é desumanizar os trabalhadores dessa forma. Ridículo”, disse uma internauta no Twitter.
Fontes da Variety afirmam que o ator Jonathan Majors, 33, recebeu novas denúncias de abuso e violência doméstica e uma delas afirma ter trabalhado com ele em um filme da Marvel. O ator foi preso no dia 25 de março acusado de violência doméstica, mas nega acusações.
Segundo as informações da Variety, supostas novas vítimas de abusos estão cooperando no caso com a promotoria de Manhattan, em Nova Iorque. A notícia chega logo após o ator perder três grandes contratos. Ele estava escalado para atuar e produzir a cinebiografia de Otis Redding, “The Man in My Basement”, uma campanha publicitária de um time de beisebol, Texas Rangers, e também perdeu o contrato com a sua agência de talentos, Entertainment 360. Ele também foi desconvidado para o Met Gala 2023.
Segundo as novas informações, uma das vítimas trabalhou com ele no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, lançado recentemente. A promotoria não se pronunciou sobre as novas alegações.
Jonathan Majors ainda faz parte do Universo Cinematográfico da Marvel e continua confirmado para o filme Vingadores: Dinastia Kang, de 2025, e Vingadores: Guerras Secretas, de 2026. Ele interpreta Kang, O Conquistador, um dos personagens mais importantes dessa nova fase. Ele também está na segunda temporada da série Loki, que já foi gravada. A Disney, dona da Marvel, ainda não se pronunciou após as novas acusações.
Além das produções da Marvel, o ator ainda está escalado no filme “Da Understudy”, do Spike Lee, e “48 Horas em Vegas“, onde interpretará a lenda do basquete Dennis Rodman.
Em um comunicado, a advogada de Majors, Priya Chaudhry, disse que ele é inocente e forneceu provas irrefutáveis. “Jonathan Majors é inocente e não abusou de ninguém. Fornecemos provas irrefutáveis ao promotor distrital de que as acusações são falsas. Estamos confiantes de que ele será totalmente exonerado”, disse a advogada.
Logo após ser preso, Majors pagou a fiança e segue em liberdade aguardando a audiência que acontece no dia 8 de maio.
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