Home Blog Page 591

Movimento Black Money promove evento com o objetivo de conectar novas tecnologias à comunidade negra

0
Foto: Reprodução / Black Women Talk Tech.

O Movimento Black Money, hub de inovação da comunidade negra, anunciou nesta terça-feira (11) o seu primeiro Inovahack, um evento em que os participantes formam equipes para trabalhar em projetos na área de tecnologia ou desenvolvimento de software. O formato acontece durante um curto período de tempo, geralmente variando de algumas horas a alguns dias. O encontro presencial acontecerá de 21 a 23 de abril, no Centro Empresarial Itaú Conceição em São Paulo. É possível se inscrever CLICANDO AQUI.

Cerca de 120 talentos negros serão reunidos em uma maratona com workshops diversos, entre eles WEB3, acompanhamento de pessoas profissionais de mercado nas mentorias, e os desafios das equipes envolvendo prototipagem, design e desenvolvimento de soluções. A tecnologia e a inovação são campos em constante evolução e oferecem muitas oportunidades. O hackathon terá um dos desafios bem específico para essa inteligência, e os participantes serão incentivados a pensar fora da caixa e apresentar soluções criativas e exclusivas. Eles podem ter uma ótima maneira de interagir com outras pessoas do setor, ganhar experiência trabalhando em problemas do mundo real e mostrar suas habilidades e soft skills diz Nina Silva, CEO do MBM.

Foto: Reprodução / Redes Sociais.

Além do conhecimento adquirido, compartilhado e multiplicado, o evento vai oferecer prêmios e incentivos para as equipes vencedoras. Os três grupos que melhor atenderem aos critérios estabelecidos serão premiados: 1º lugar R$10 mil reais, 2º lugar R$7 mil reais e 3º lugar R$3 mil reais. Além de todos os participantes estarem sendo observados como um potencial talento a ser contratado por uma organização parceira.

“As empresas do segmento de tecnologia perceberam a importância de trazer protagonistas para participar da construção de soluções há alguns anos, essas competições permitem que ideias sejam geradas de forma colaborativa, e permitem aprender novas ferramentas de mercado, criar novas conexões com profissionais e outras mentes brilhantes, além do exercício para a aplicação de métodos ágeis na prática”, diz a facilitadora e empreendedora, Samanta Lopes

O principal objetivo é conectar as empresas parceiras da edição: Sebrae, Mover, Itaú entre outras, com o ecossistema de inovação preto e promover a construção de soluções tecnológicas. Os participantes terão acesso a diversas  ferramentas de mercado, para solucionar os desafios propostos, reunindo pessoas dispostas a trabalhar através do espírito empreendedor, colaboração e inovação. “Hoje no Brasil, somos um dos grupos que executam o desafio NASA Space Apps Challenge, o Climathon para algumas cidades do mundo entre outros, geralmente reunindo grupos que podem chegar a mais de 300 pessoas simultaneamente conectadas, resolvendo problemas reais a partir de dados e muita interação”, diz Samanta. “Quanto mais conectado a problemas reais, maiores as chances de surgirem ideias que podem virar projetos de aplicação prática, o que aumenta a empregabilidade das pessoas participantes, chances de crescimento na carreira, e aumenta as possibilidades de inovar e gerar impacto social real”, completa a profissional. 

SERVIÇO

O que: MBM Experience 

Quando: 21 a 23 de abril 

Mais informações : CLIQUE AQUI.

Documentário mostra a jornada e os desafios de mulheres negras em profissões de maioria branca

0
Foto: Divulgação.

O Coletivo Mulheres Jornalistas lançou nesta segunda-feira (10) o documentário ‘Em Todo Lugar Há de Haver Elas’, apresentando a jornada de mulheres negras médicas e advogadas, ocupando espaços marcados, em grande maioria, por pessoas brancas. “Profissões que são sonhadas por mulheres pretas, mas que também tiveram que ser exploradas por elas, por falta de representatividade e muitas vezes empatia“, diz a descrição da obra. “Contamos que nossa produção seja vista por todos que ainda acreditam que basta apenas sonhar e que os espaços são para todos. O universo de lutas diárias que mulheres negras enfrentam ainda precisa ser modificado e apoiado por todos nós“.

A advogada Viviane Scrivani, Diretora Secretária Geral da OAB Subseção Santo Amaro, é uma das profissionais negras em destaque no documentário. “Enquanto estagiária, passei por entrevistas em grandes escritórios e a primeira pergunta que faziam era ‘como você vai se sentir sendo a primeira estagiária negra do escritório?’ e ‘como você lida com brincadeiras no ambiente de trabalho?’. Eu percebi que aquilo não era para mim, mas para a empresa. Quando vi que fui para a final e eu empatei com uma mulher branca, então me retornaram dizendo que eu não tinha passado, ali percebi que o meu tom de pele tinha falado mais alto que minha competência”, diz Viviane.

O documentário possui direção da jornalista Letícia Fagundes. O projeto passou por uma série de profissionais, até chegar na concepção artística em formato documentário. “Se cobra muito para que as pessoas pretas sonhem como os brancos, mas esse espaço não é para os pretos, não tem esse acolhimento para pessoas negras”, diz Letícia. “As pessoas negras precisam fazer um esforço gigantesco para chegar ao estágio de servidão. A gente coloca isso no documentário e a realidade disso (…) Retratamos a realidade, as mulheres negras periféricas, as mulheres negras médicas, advogadas e jornalistas”, pontua ela.

O projeto ‘Em Todo Lugar Há de Haver Elas’ está disponível gratuitamente no Youtube, através do perfil Mulheres Jornalistas. O coletivo caminha em defesa dos direitos humanos, dos direitos das mulheres, das minorias e dos grupos identitários. A instituição defende a igualdade de gênero, o empoderamento e a representatividade das mulheres na sociedade em geral através do ambiente jornalístico.

Produção:

Juliana Monaco
Juliana Tahamtani
Aurilene Candida
Laís Silva
Haline Farias
Giuliana Herbele

Editoras

Ana Carolina de Arimathea
Bianca Dantas
Daiany Castro

Aline Midlej classifica como “insuficiente” ação do Grupo Carrefour em novos casos de racismo: “Agenda antirracista dá trabalho”

0
Foto: GloboNews/GrupoCarrefour

No último final de semana duas pessoas negras sofreram racismo em unidades do Grupo Carrefour

Na edição desta segunda-feira (10) do #J10, da GloboNews, a jornalista Aline Midlej falou sobre os novos casos de racismo nos supermercados do Grupo Carrefour no último final de semana. Ela disse que a rede de supermercados tem a “obrigação moral” de explicar o que está sendo feito para combater o racismo e que “agenda antirracista dá trabalho”.

Ela também classificou a nota de repúdio do Carrefour como “insuficiente” devido ao histórico racista que a rede possui.

“O Carrefour tem uma obrigação moral de explicar o que foi feito até aqui e que não está funcionando claramente, porque se estivesse funcionando a gente não teria esses dois episódios”, comentou Aline.

No último final de semana, dois casos de racismo aconteceram em dois supermercados da rede Carrefour. No Atacadão, em Curitiba, uma professora foi seguida por um segurança e ficou nua para provar que não estava roubando. No Carrefour do Alphaville, em São Paulo, Vinicius de Paula, marido da jogadora de vôlei Fabiana, denunciou que uma atendente recusou atendê-lo em um caixa preferencial vazio e atendeu outra cliente branca.

No caso do Atacadão, o supermercado disse que está comprometido com a transparência e a tolerância zero contra o racismo. No caso do Carrefour em São Paulo a atendente estava em período de experiência e foi demitida.

Em 2020, um homem negro foi espancado até a morte por dois seguranças brancos do Carrefour, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Na época, a rede de supermercados se comprometeu com ações antirracistas.

“Agenda antirracista ela dá trabalho ela exige comprometimento diário”, disse a jornalista. Ela ainda complementa: “Combater o racismo internamente, de dentro para fora, exige trabalho, exige formação, investimento de pessoal, de recursos, e claramente isso não está sendo feito pela rede”.

Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, repudia caso de racismo contra entregadores no Rio de Janeiro: “Estômago embrulhado”

0

No início da tarde desta terça-feira (11), a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, fez uma publicação em suas redes sociais, repudiando o caso de racismo cometido por Sandra Mathias Correia de Sá contra um entregador no Rio de Janeiro. “Estômago embrulhado com essas cenas absurdas”, dizia ela no início da legenda. “Os entregadores são trabalhadores merecem respeito, dignidade e direitos. Agressões racistas não nos cabem e nunca nos couberam. Ficaremos cada vez mais atentas à vida e aos direitos desses trabalhadores”, continuou a ministra em sua publicação no Instagram.

No post, ela ainda classifica como “estarrecedoras” as cenas em que a moradora de São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, aparece agredindo o entregador com uma coleira de cachorro. A ministra descreve ainda que, “agressões contra esses trabalhadores têm sido comuns e são inaceitáveis. É a desumanização dos nossos corpos. A expressão pura e escancarada do racismo”, pontua.

Anielle Franco reforça que deve acompanhar o caso contra a agressora. “Vamos acompanhar o caso e contactar as autoridades locais para mais informações sobre as investigações e nos colocar à disposição para o que for necessário”, conclui.

Uma publicação nos canais oficiais do Ministério da Igualdade Racial também reforça que o órgão deve acompanhar de perto o caso de racismo sofrido pelos entregadores no Rio de Janeiro.

No domingo de Páscoa, a ex-jogadora de Vôlei, Sandra Mathias Correia de Sá curtiu e agrediu dois entregadores no bairro de São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro. O vídeo que mostra as agressões está circulando nas redes sociais, em um deles, a mulher usa uma coleira de cachorro como chicote para acertar um dos homens negros. 

A mulher deve comparecer ao 15ª DP (Gávea) para responder por injúria e lesão corporal.

Sucesso no Globoplay, série Encantado’s estreia na TV aberta

0
Foto: SERGIO ZALIS / TV Globo

Estrelado por Luis Miranda e Vilma Melo, a série “Encantado’s” Original Globoplay, estreia no dia 2 de maio na TV aberta. A trama acompanha dois irmãos, Olímpia (Vilma) e Eraldo (Luis), que aos 50 anos precisam lidar com a morte do pai e assumir a gerência de um local que funciona como supermercado durante o dia e, à noite, vira a escola de samba Joia do Encantado.

Fruto da oficina de humor para roteiristas negros realizada pela Globo em 2018, a série foi criada pelas roteiristas Thais Pontes e Renata Andrade, com redação final de Chico Mattoso e Antonio Prata. A segunda temporada da série já está sendo produzida.

Em entrevista ao Gshow no ano passado, Renata falou sobre a série. “‘Encantado’s’ é uma comédia sobre sonhos, perseverança, fé e relações. Assinar a autoria desse projeto é um passo importante na solidificação das nossas carreiras”, afirma. Thais complementa: “É uma chance de dar visibilidade não só para a gente, mas também para os universos que queremos mostrar”.

O elenco também conta com a atriz Neusa Borges, Dandara Mariana, Digão Ribeiro, Romeu Evaristo, Dhu Moraes e Tony Ramos.

Ativista africana Angélique Kidjo se reúne em jantar com Lázaro Ramos, Ludmilla e outras personalidades negras no Rio de Janeiro

0
Foto: Reprodução/Instagram

Na noite da última segunda-feira (10), a cantora, compositora e ativista africana Angélique Kidjo se reuniu com artistas e personalidades brasileiras em um jantar na Zona Sul do Rio de Janeiro. A cantora Ludmilla, o ator Lázaro Ramos e a atriz Tais Araújo também estiveram presentes no encontro com Kidjo, que é vencedora de cinco prêmios Grammy, além de ter sido eleita pela revista Time como uma das pessoas mais influentes do mundo e embaixadora da Unicef.

Também estiveram no jantar, o cantor e compositor Zé Ricardo, Criolo, Cris Vianna, Larissa Luz, Cacau Protássio, a chefe de cozinha, Carmen Virgínia, responsável por assinar o menu da noite, além de Simoninha, Ingrid Guimarães, Glória Groove, e outros nomes conhecidos da cultura brasileira.

Lázaro Ramos registrou encontro com Angélique em suas redes sociais, se referindo à cantora como alguém “magnética”. “Ela é magnética. Uma referência que acompanho há muitos anos e nem imaginava conhecer pessoalmente”, escreveu.

A artista chegou no Brasil para participar de um evento de criatividade onde falará sobre humanidade, tendo a música como ferramenta de transformação social e a potência da cultura afro-brasileira. Ludmilla também estará no mesmo evento criativo, em um painel próprio.

“Ela me tratou como seu eu fosse escravo”, diz entregador “chicoteado” por nutricionista branca

0
Foto: Reprodução

Sandra Mathias usou uma coleira de cachorro para agredir um dos entregadores

No domingo de Páscoa, a ex-jogadora de vôlei, Sandra Mathias Correia de Sá, cuspiu e agrediu dois entregadores, em São Conrado. Em um deles, ela usou uma coleira de cachorro para agredir como se fosse um chicote.

O caso aconteceu porque Sandra se incomodou com os entregadores descansando na calçada perto de onde trabalham – e perto de onde ela mora – e começou a xingá-los. Segundo relatos dos entregadores, ela estava passeando com o cachorro quando viu o grupo de entregadores perto de sua casa, olhou para eles, cuspiu no chão e continuou o passeio. Depois, ela voltou e foi para cima dos entregadores.

No vídeo, é possível ouvir Sandra falando “você não estão na favela, p****. Você está aqui. Quem paga o IPTU aqui sou eu” para Viviane Maria de Souza, uma das entregadoras. Logo após, ela começa a xingar mais e ir para cima da entregadora dando socos e mordendo.

Em outro vídeo, Sandra começa a agredir Max Angelo com socos na cara, depois ela pega a coleira do cachorro e começa a atacar Max como se fosse um chicote.

“Ela me tratou como se eu fosse escravo. Só que ela está esquecendo que o tempo da escravidão já acabou há muitos anos. E isso não pode acontecer. É inadmissível. Não tem como aceitar uma situação como essa”, disse Max Angelo em entrevista para TV Globo.

O entregador relatou também que essa não é a primeira vez que a ex-jogadora agride os entregadores. Na última terça-feira ela agrediu verbalmente os mesmos entregadores que logo fizeram um boletim de ocorrência contra ela no mesmo dia.

Sandra, além do caso ocorrido, possui mais duas passagens pela polícia. A primeira é um furto de energia em Leblon, bairro onde está a escola de vôlei que ela é dona, e a segunda é por injúria e ameaça.

Ela é esperada na 15ª DP (Gávea) para responder por injúria e lesão corporal.

A Rappi se pronunciou sobre o caso e disse que não tolera nenhum tipo de preconceito e agressão. A Rappi também disse estar em contato com os entregadores dando suporte e auxílio.

Feira de educação orienta jovens negros a ingressarem em universidades dos Estados Unidos

0
Foto: Freepik

Se você sonha em fazer graduação, mestrado ou doutorado nos Estados Unidos, confira essa dica especial! Com foco na comunidade negra brasileira, entre os dias 11 e 19 de abril, será realizado em cinco capitais brasileiras, a IX edição da Feira EducationUSA, a rede oficial do Departamento de Estado norte-americano, com entrada gratuita e aberta ao público.

Com ofertas de bolsas de estudos, presença de recrutadores e participação de representantes de 45 universidades, o evento será realizado em São Paulo, Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. As inscrições estão abertas neste link: bit.ly/FeiraEdusaBR2023

Camila Pereira, 26 anos, filha de um operário e uma operadora de caixa de supermercado está com um grande desafio nas mãos: decidir para qual das três renomadas universidades americanas ela irá. Após um ano de dedicação ao processo de candidatura, Camila foi aceita com bolsa integral na Stanford University, na Califórnia; Stony Brook University, em Nova Iorque, e Northeastern University, Boston. Camila vai fazer pós-graduação nos Estados Unidos.

Camila Pereira e a orientadora Fernanda Ribeiro (Foto: Divulgação)

Moradora da Tijuca, no Rio de Janeiro, mas é de Alvorada, no Rio Grande do Sul. Camila foi a primeira da família a ingressar na faculdade. Mestre em Educação e professora substituta do Departamento de Atendimento Educacional Especializado, do Colégio Aplicação da UERJ, ela deseja usar seu conhecimento para facilitar a vida de outros jovens com histórias parecidas:

“Quero estudar as relações entre educação, questões étnico-raciais, gênero e sexualidade. Eu sou uma mulher negra de sexualidade dissidente, na área da sociologia. Produzir uma pesquisa comparativa entre Estados Unidos e Brasil falando de universidade, é algo que tem muito a ver com a minha história. As oportunidades que eu encontrei na universidade foram essenciais para a minha vida e deve ser para outros como eu,” completa Camila.

Camila conta que conseguiu essa conquista através de um trabalho integrado com o EducationUSA, que se dedica a disseminar informações sobre as mais de 4.700 universidades a nível de graduação e 1.700 programas de mestrado e doutorado. Seus orientadores especializados atendem no Brasil todo os interessados em estudar nos Estados Unidos. O trabalho é focado no objetivo de cada aluno, seja através da pesquisa de opções, oportunidades de bolsas de estudos e também oferecendo todas as dicas para a qualificação  no processo de candidatura.

“O EducationUSA além de orientar, procura descobrir talentos e apoiar estudantes em seus projetos acadêmicos e profissionais. Sabemos a importância da diversidade de perfis e atendemos pessoas de qualquer lugar do Brasil, com os mais variados interesses e condições financeiras, na realização de seus “applications” para universidades norte-americanas,” afirma Marina Martins-Ide, orientadora da instituição.

Daniel Silva, aluno da EducationUSA (Foto: Divulgação)

Também foi através dos plantões realizados pelo EducationUSA, que Daniel da Silva, de 23 anos, começou a acreditar que poderia estudar nos EUA. Agora, duas universidades  nas quais foi aceito com bolsa integral, aguardam a resposta dele: University of Southern Califórnia e Utah State University. Da zona rural de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, Daniel conta que conquistar uma vaga nas universidades dos Estados Unidos, era algo fora da realidade, já que o desafio da educação vem desde a infância:

“No ensino fundamental, lutei para aprender a ler e a escrever. Apesar dessas dificuldades, conquistei meu objetivo, a alfabetização. Algo tão simples é uma realização, porque as pessoas que vêm de onde eu venho não sabem ler, escrever e sonham em fazer uma faculdade,” ele fala.

Hoje, além de exercer a profissão de psicólogo, ele almeja dar aulas e fundar um instituto de pesquisa em Psicologia no Brasil, que trabalhe, principalmente, com saúde mental da população negra:

“Um aluno brasileiro negro nos EUA, demonstra representatividade de um grupo historicamente excluído. Acredito que devemos preencher esses espaços evidenciando a importância da diversidade. Além disso, aprender em um ambiente culturalmente diverso é enriquecedor. Meu objetivo é promover inovações e benefícios com o desenvolvimento de pesquisa para fornecer soluções para problemas enfrentados pela comunidade negra, especialmente questões psicológicas,” conta Daniel. 

Programação

São Paulo 11 de abril | 17h às 20h

Universidade Presbiteriana Mackenzie | Rua da Consolação, 930

Link: bit.ly/FeiraEdusaBR2023

Fortaleza

13 de abril | 17h às 20h

Hotel Gran Marquise | Av. Beira Mar, 3980 – Mucuripe

Link: bit.ly/FeiraEdusaBR2023

Salvador

15 de abril | 16h às 19h

Fiesta Bahia Hotel| Av. Antônio Carlos Magalhães, 741, Itaigara

Link: bit.ly/FeiraEdusaBR2023

Belo Horizonte

17 de abril | 17h às 20h

Hotel Fasano | R. São Paulo, 2320 – Centro

Link: bit.ly/FeiraEdusaBR2023

Rio de Janeiro

19 de abril | 17h às 20h

JW Marriott Hotel | Av. Atlântica, 2600 – Copacabana

Link: bit.ly/FeiraEdusaBR2023

PretaHub abre inscrições para programa de capacitação de empreendedores negros e indígenas

0
Foto: Freepik

Estão abertas, até dia 20 de maio, as inscrições para a nova temporada do Afrolab, programa voltado para a capacitação de empreendedores negros e indígenas. O objetivo da PretaHub, hub de empoderamento econômico, com o foco na  criatividade, inventividade e tendências pretas, e responsável pela iniciativa, é selecionar 300 empreendedores de todo o Brasil para participarem de uma jornada ajustada às suas necessidades, interesses e paixões.

Esta nova temporada chega com tudo. Em formato de aceleração, as pessoas selecionadas poderão participar das 10 fases planejadas neste projeto, que se inicia em abril por meio da já tradicional Jornada Imersiva Afrolab. Para esta fase, estão abertas inscrições para jornadas nas áreas de gastronomia, empreendedorismo de cuidado, música, moda, comics, feiras e festivais afro, além do Afrolab SPerifas, destinada à empreendedores de diversos segmentos que atuam nos Distritos de Perus, Parelheiros, Bela Vista, Itaim Paulista e Vila Maria.

Após este mergulho inicial, os empreendedores poderão participar das demais fases dos processos, como imersões em vendas, marketing digital e educação financeira, mentorias coletivas, tutorias individuais, além de oficina de pitch para investimento, rodada de negócios, Festival Feira Preta e recebimento de investimento financeiro direto.

“Esse ano o Afrolab 2.0 vem cheio de novidades! Vamos, pela primeira vez, realizar a Aceleração Afrolab, uma jornada completa de fomento ao empreendedor negro,  a médio e a longo prazo que vai acompanhar o desenvolvimento, mudanças e crescimento dos empreendimentos de profissionais negros e indigenas”, explica Adriana Barbosa, CEO da PretaHub e idealizadora da Feira Preta.

Para se candidatar é necessário se identificar como pessoa negra ou indígena; estar à frente de negócios já estabelecidos no mercado; e ter disponibilidade para participar das fases da Aceleração Afrolab que acontecerão entre maio e dezembro de 2023, nos formatos online e presencial.

As inscrições vão até dia 20 de maio e podem ser feitas pelo link. 

‘Ahsoka’: nova série da franquia ‘Star Wars’ será estrelada por uma atriz negra

0
Foto: Reprodução / Disney.

Neste último final de semana, a Disney anunciou o lançamento de ‘Ahsoka’, nova série da franquia ‘Star Wars’. Produzida por Jon Favreau e pelo escritor Filoni, a obra seguirá a história da amada padawan Togruta de Anakin Skywalker, Ahsoka Tano. A produção será estrelada por Rosario Dawson, atriz negra de 27 anos. “Estou muito feliz, não poderia me sentir mais abençoada por dar vida a essa personagem tão icônica”, disse a atriz em entrevista ao site On Demand Entertaiment.

Dawson possui pais porto-riquenhos e afro-cubanos. Ela já é conhecida pelo papel como Ahsoka. Em 2020, durante o lançamento da segunda temporada de ‘O Mandaloriano’, a atriz estrou nas telas como a icônica guerreira. “Tem sido tão poderoso estar nessa jornada, ser levada junto com Ahsoka; não é algo que eu poderia ter esperado ou sonhado, então é realmente fora deste mundo”, celebrou a artista.

Além de seu talento como atriz, Rosario Dawson também é conhecida por seu ativismo e engajamento em questões sociais e políticas. Ela tem sido uma defensora de causas como direitos civis, justiça social, igualdade de gênero e proteção ao meio ambiente. Nas redes sociais, Dawson frequentemente se manifesta politicamente.

Apesar do destaque como Ahsoka, Dawson já interpretou personagens em diferentes gêneros, desde dramas intensos até comédias românticas e filmes de ação, demonstrando uma notável versatilidade em suas performances. Seja como a forte e destemida Gail em ‘Sin City’ ou a determinada Claire Temple nas séries de televisão da Marvel. ‘Ahsoka’ será lançado em agosto de 2023 na plataforma de streaming Disney+.

error: Content is protected !!