Na madrugada desta sexta-feira (28), Travis Scott lançou seu novo álbum intitulado “Utopia”, e para a surpresa dos fãs, o rapper trouxe uma parceria épica com ninguém menos que Beyoncé. A canção em destaque é intitulada “DELRESTO (ECHOES)”, e a presença da Queen B na faixa certamente elevou ainda mais as expectativas em torno do novo trabalho.
O álbum “Utopia” chega cinco anos após o lançamento do seu aclamado “Astroworld”, que contém hits como “SICKO MODE”, “Coffee Bean” e “CAN’T SAY”. Com 19 músicas no total, o novo disco de Travis Scott traz parcerias com nomes reconhecidos, incluindo The Weeknd, Bad Bunny, Drake, James Blake, Bon Iver, SZA, Future e 21 Savage, tornando-o um verdadeiro festival de colaborações.
Em “DALRESTO (ECHOES)”, Beyoncé empresta seu poderoso vocal e canta: “Estátuas na sala ao lado / bilhões em Escrow / tudo à prova de balas / ignore o código de vestimenta / Entre no salão de baile / Tão difícil de deixar ir / Coisas que nunca dão vida / Posso ver os ecos”.
O lançamento do álbum completo de Travis Scott, “Utopia”, marca um retorno triunfante após oito anos desde o lançamento de seu álbum anterior. “Astroworld”, lançado em 2018.
Além disso, o novo álbum vem acompanhado de um filme intitulado “Circus Maximus”, uma produção co-dirigida por Travis Scott e cineastas renomados como Gaspar Noé e Harmony Korine. Com essa adição cinematográfica, o artista leva sua arte para além do áudio, proporcionando uma experiência mais imersiva para os fãs.
O Movimento pela Equidade Racial (Mover) firmou uma parceria com a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (FUSP) para contribuir com o programa “USP Diversa”. Trata-se do oferecimento de auxílio financeiro de R$ 800,00 a alunos autodeclarados pretos e pardos e em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O objetivo da iniciativa é o de evitar a evasão estudantil e possibilitar aos estudantes melhores condições para se dedicarem aos estudos.
Ao todo, 20 estudantes serão beneficiados com o auxílio financeiro e a expectativa é que novos estudantes sejam beneficiados. Para o oferecimento da bolsa de estudos, a USP se compromete a acompanhar o desempenho acadêmico e a evasão dos estudantes, mapeando os impactos do Programa.
De acordo com dados da Fuvest e da Pró-Reitoria de Graduação da USP, 19% dos ingressantes na maior universidade pública do país em 2021 eram autodeclarados pretos ou pardos e 55% de escolas públicas. O Anuário USP, do mesmo ano, mostra que os estudantes negros correspondem a 21% do total de matriculados, enquanto os brancos somam 66%.
“Pessoas negras enfrentam barreiras que as impedem de permanecer nas universidades, e por muitas vezes o aluno não tem a possibilidade de se dedicar somente aos estudos, enfrentando a necessidade de trabalhar para garantir o sustento de suas famílias. Ao mesmo tempo em que a educação é um dos pilares para a redução das desigualdades no Brasil, entendemos que é uma ferramenta de acesso à transformação”, afirma Luciene Malta, gerente de impacto social do Mover.
A USP adotou a política de reserva de vagas a partir de critérios étnico-raciais em 2018. Com isso, o USP Diversa foi criado para ampliar o apoio a esses estudantes, assegurando bolsas de estudo para egressos do ensino público em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
“Todas as parcerias empresariais com o USP Diversa complementam a política de permanência estudantil formulada e executada pela USP, apoiando as iniciativas de inclusão e pertencimento e permitindo que os estudantes em situação de vulnerabilidade possam dar continuidade a seus estudos. A educação é uma poderosa ferramenta de redução de desigualdades sociais e a USP tem o compromisso com o reparo às injustiças históricas que orientaram a construção de nosso tecido social. O objetivo da parceria entre o MOVER e a USP é assegurar aos alunos as melhores perspectivas no mercado de trabalho, algo que a graduação na USP oferece a seus egressos”, pontua o professor Moacir de Miranda Oliveira Junior, coordenador do Escritório de Desenvolvimento de Parcerias da USP.
De acordo com a plataforma Chartmetric, que analisa a popularidade de artistas e suas músicas em diversas plataformas de música, vídeo e redes sociais, Ludmilla conquistou a posição de destaque como a principal cantora de funk em nível mundial. A conquista foi confirmada após a cantora ocupar a 1ª posição no ranking, consolidando-se como a maior representante do gênero em todo o globo.
Foto: Reprodução / Chartmetric.
Ludmilla também possui forte influência no universo do rap/hip-hop, o que é evidenciado pela sua posição na 118ª colocação no ranking global da plataforma. Recentemente, ela também entrou na lista dos 200 principais artistas pop do mundo, ocupando a prestigiosa 187ª posição.
No Spotify, principal plataforma de streaming do Globo, Ludmilla possui mais de 15 milhões de ouvintes mensais. Atualmente, sua música de maior sucesso é ‘No Se Ve’, que acumula mais de 68 milhões de streams.
O atleta Jaylen Brown, estrela do Boston Celtics, fechou um contrato de cinco anos no valor impressionante de US$ 304 milhões (R$ 1,4 bilhão), tornando-se o maior contrato já assinado na história da NBA. Isso significa que Brown receberá um salário de US$ 52,3 milhões (R$ 248 milhões) quando seu contrato entrar em vigor durante a temporada 2024/25.
Em nova entrevista, o atleta revelou o que planeja fazer com o alto valor financeiro. Ele vai investir em negócios voltados para a comunidade negra. A estrela do Celtics disse que planeja criar uma Black Wall Street em Boston para ajudar a lidar com a disparidade de riqueza na cidade. Brown acrescentou que isso, por sua vez, poderia estimular toda a economia da cidade.
Jaylen Brown. Foto: AFP.
“Quero lançar um projeto para trazer Black Wall Street aqui em Boston”, disse Brown. “Quero mudar a disparidade de riqueza aqui. Pesquisas inclusive defendem que mudar a desigualdade de riqueza é algo que realmente pode ser melhor para toda a economia. Acho que faz sentido pra mim investir e ajudar minha comunidade. Quero usar minha plataforma para conversar com políticos, líderes influentes com o objetivo de criar novos empregos, novas fontes de trabalho, novos negócios, ideias. Quero destacar minorias mas também estimular a economia e tentar preencher esse vazio ao mesmo tempo.
Brown acrescentou que deseja promover mudanças no mundo todo, através de seus planos para ajudara combater a disparidade econômica. “Boston pode ser um centro autossuficiente totalmente integrado. Acho que Boston poderia ser o piloto, não apenas pela disparidade de riqueza aqui nos Estados Unidos, mas também em todo o mundo”, finalizou ele.
Juel Taylor estreou como diretor no filme “Clonaram Tyrone!“, já provando o que não estamos tão acostumados a assistir: é possível um filme abordar as diferentes camadas do racismo, misturando muita comédia e ficção científica. Ao longo da trama fica a pergunta: estão fazendo experiências científicas e clonando as pessoas negras?
Para desvendar esse suspense na comunidade de Glen, Estados Unidos, que se passa nos anos 90, o traficante Fontaine (John Boyega), reservado e com um passado cheio de dores como a de muitos homens negros, consegue o apoio do cafetão Slick Charles (Jamie Foxx), o mestre das piadas e razão para a comédia do longa, e da Yo-Yo (Teyonah Parris), uma prostituta disposta a usar sua inteligência e sagacidade para ajudar as pessoas. Juntos, Boyega, Foxx e Parris tem uma química incrível e se revelam ótimos detetives.
No entanto, para buscar respostas para uma série de eventos estranhos que estão acontecendo e alimentando uma teoria de conspiração governamental, o trio terá que mergulhar em uma crítica social profunda sobre uma cultura branca enraizada para controle da população negra, envolvendo a religiosidade, a gastronomia, os gostos musicais e a estética.
O mistério que beira a comunidade negra e deixa o telespectador vidrado para descobrir o realmente está acontecendo, lembra um pouco o suspense do filme “Corra!” (2017), com a diferença que Jamie Foxx traz muita leveza com as sátiras e em diversos momentos, muita ação, descobertas e críticas.
Mas fica uma dica ao telespectador: quando for assistir o longa, deixa o clima de piadas e ação de lado para se concentrar no momento que alerta para a revelação deste mistério. Eu precisei assistir duas vezes para entender o final, que também deixou outras pessoas com um ponto de interrogação. Isso ocorre pelo excesso de informação na reta final, mas é possível entender. O filme é sensacional.
O iFood acaba de lançar o Edital “Chega Junto”, uma iniciativa que visa apoiar projetos sociais desenvolvidos por entregadores e coletivos. As inscrições do edital para fundo de R$ 1 mi, estão abertas no período de 1 a 31 de agosto, e até 25 iniciativas serão selecionadas para receber aporte financeiro entre R$ 10 mil e R$ 100 mil, com o objetivo de promover impacto positivo nas comunidades em que atuam.
O edital busca projetos que tenham como foco a valorização dos entregadores e que estejam fundamentados em um dos seguintes pilares: educação e oportunidades, respeito, orgulho e autoestima, ou bem-estar, saúde e segurança. Podem ser inscritas tanto iniciativas inéditas quanto projetos já existentes e organizados que estejam alinhados com esses propósitos.
Johnny Borges, diretor de impacto social do iFood, explica que a empresa deseja fortalecer e desenvolver as comunidades de entregadores em todo o Brasil. “Queremos que cada vez mais pessoas se desenvolvam e vamos usar a nossa base, que hoje conta com mais de 200 mil entregadores atuando em todo o Brasil, para ampliar esse alcance e apoiar boas ideias”, reforçou ele.
A seleção dos projetos inscritos será feita em três etapas por uma banca julgadora formada por representantes de diversas instituições que atuam nas áreas de Segurança, Educação, Impacto Social, Saúde, Bem-estar, Igualdade Racial e Direitos Humanos.
Os formatos dos projetos podem variar, incluindo workshops, cursos, palestras, rodas de conversa, encontros, feiras e exposições, desde que tenham como foco a valorização e melhoria das condições dos entregadores e entregadoras.
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelo Portal do Entregador (CLIQUE AQUI), a partir do dia 1 de agosto. Os interessados podem acessar o edital completo e esclarecer quaisquer dúvidas através de plantões via WhatsApp e e-mail. É importante que os projetos atendam aos requisitos estabelecidos no documento e que todas as informações sejam fornecidas com o máximo de detalhes possível.
Em junho deste ano, o iFood anunciou a criação de uma Central de Apoio Jurídico e Psicológico, que oferece atendimento personalizado e humanizado em casos de ofensas, agressões, preconceito, assédio e violência contra esses trabalhadores. Essa assistência é possível graças a uma parceria com as Black Sisters in Law, uma associação global de advogadas negras que atua em todas as regiões brasileiras.
Mais da metade dos brasileiros (51%) afirmam já ter presenciado alguma situação de racismo, é o que revela a pesquisa “Percepções sobre o racismo no Brasil” divulgada nesta quarta-feira (26). O estudo também mostra que 81% considera o Brasil um país racista.
A pesquisa feita pelo Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec), a pedido do Instituto de Referência Negra Peregum e do Projeto Seta (Sistema de Educação por uma Transformação Antirracista), entrevistou mais de duas mil pessoas e indica que a maior parte da população enxerga o Brasil como um país racista: 60% das pessoas consideram sem nenhuma ressalva, enquanto, 21% consideram em partes.
Em contrapartida, 16% das pessoas discordam que o Brasil é um país racista: 11% discorda totalmente, enquanto 5% discordam em parte.
Mais da metade (51%) dos entrevistados já disse ter presenciado alguma situação racista. Segundo a pesquisa, em primeiro lugar as ações racistas são violência verbal (66%), seguido por tratamento desigual (42%) e violência física (39).
A violência policial também foi citada no estudo como um dos fatores de desigualdade. Para 84% dos entrevistados a polícia trata de maneira diferente pessoas negras e brancas e 79% acredita que a polícia se baseia na cor da pele, tipo de cabelo e roupa na hora da abordagem.
Segundo a pesquisa, os espaços onde mais tiveram ocorrências de racismo foram em escola, faculdade e universidade (38%), logo depois espaços de trabalho (29%) e espaços públicos (28%), como ruas, parques e praças. Comércios representam 18%.
Para 44% das pessoas que responderam a pesquisa consideram raça, cor e etnia como principal gerador de desigualdades no país. Seguido por classe social (29%) e local de moradia (7%).
Quase todos os entrevistados disseram acreditar que as pessoas pretas são as que mais sofrem racismo no país (96%). Logo depois os povos indígenas (57%), imigrantes africanos (38%), quilombolas (29%) e pessoas pardas (23%).
Para Márcio Black, cientista político do Instituto Peregum, a pesquisa mostra que o racismo está presente no dia a dia. “Principalmente, que o racismo é o principal fator gerador de desigualdade hoje no Brasil. Que as pessoas negras sofrem mais violência policial, de que as pessoas negras têm menos acesso a oportunidades de trabalho, de acesso à renda, de educação e por aí vai. Isso abre uma oportunidade também para gente de entender onde estão as lacunas nas quais a gente precisa atuar”, disse o cientista.
O ator e DJ Idris Elba, 50, se viu com uma arma apontada na sua cara, mas não foi em um filme. O caso aconteceu enquanto ele tentava separar uma briga de casal: “Quase perdi a porra da minha vida.”
Em entrevista ao Daily Mail, Elba contou que quando saia de uma balada se deparou com um namorado abusivo ameaçando a namorada e então resolveu tentar apaziguar. “Um cara [estava] atacando sua namorada, gritando na cara dela: ‘Vou te matar’, e assim por diante. Eu viro e digo ‘Olha como ela é linda. Por que você falaria com esta linda princesa assim?’”, contou o ator.
Foi então que a briga se voltou para ele, o homem achou que o ator estava flertando com sua namorada. “Ele sacou uma arma, enfiou bem na minha cara e disse: ‘Você está falando da minha garota?’, revelou Elba. “Ele pensou que eu estava tentando dar em cima dela. Lembro-me de pensar: ‘Não brinque com negociações assim… Consequências, cara’”, complementou.
O ator britânico não deu detalhes de onde foi e nem terminou o ocorrido, mas ao que tudo indica terminou bem. Atualmente, Idris Elba estreou o filme “Luther”, baseado na série da BBC e disponível na Netflix. Recentemente, o ator contou em uma entrevista sobre sua desistência de ser o novo protagonista da franquia “007” e que os comentários racistas o afastaram de ser o novo James Bond.
O conceito de “Black Joy”, ou “alegria preta”, tem se destacado nos Estados Unidos, oferecendo uma nova perspectiva sobre as vivências da população negra, que vai além de narrativas centradas em escravidão e violência. Através da alegria, a comunidade negra encontra uma poderosa forma de luta e resistência, resgatando suas raízes culturais e fortalecendo-se em meio aos desafios. Agora, o Black Joy Summit acontecerá Brasil, trazendo um espaço de celebração, trocas e reflexões, promovendo a representatividade e o empoderamento da comunidade.
O Black Joy Summit, um evento repleto de debates e trocas entre a comunidade preta, idealizado pelas irmãs Francinne Nash e Nathalia Hernandez, será realizado na Casa Mano Rei, em São Paulo, no dia 19 de agosto e já está com ingressos às venda no site Eventbrite. (Clique aqui)
Ambas trazem de Boston, Estados Unidos, uma proposta de potencialização de ancestral com realização de um bate-papo com elas, além de uma palestra sobre Psicologia Positiva com a Tânia Sanches, consultora sênior na T&S – Treinamento e Mentoria Psicologia Positiva Afro Referenciado, e Mentalidade Preta e Aquilombamento ministrada pelo Black Coach Cipriano.
“Será um espaço de celebração e contemplação de tudo que somos e de tudo aquilo que trazemos desde nossos ancestrais”, contam Francinne e Nathalia.
Depois de uma tarde de palestras e um momento para networking, começa o Encontro Fashion Black, uma super festa de encerramento com DJs convidados, roda de samba, e muito mais.
Serviço
Black Joy Summit 2023 Dia: 19 de agosto de 2023 Horário: das 14:00 às 2:00 da manhã Casa Mano Rei – Rua Lagoa Branca, 177, Jardim Umarizal – SP
Djamila Ribeiro é filósofa, escritora, mulher, negra, mãe e uma das mais importantes vozes na luta antirracista e feminista no Brasil. Mas, apesar de ter 43 anos e ser dona do seu próprio caminho, Djamila está entre as mais de 57 milhões de mulheres que não possuem Carteira Nacional de Habilitação. Segundo a Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito), apenas 35% das CNHs ativas no país pertencem ao sexo feminino. Os dados reforçam o cenário de desigualdade no trânsito, temática que a Chevrolet, por meio da plataforma de comunicação do Tracker, vem destacando em sua comunicação ao longo dos últimos anos.
A marca traz, desde a campanha com a Paola Carosella, em 2021, uma abordagem disruptiva na indústria, empoderando mulheres. Agora, dá um próximo passo, em um projeto inédito com Djamila para inspirar mulheres a tirarem a CNH, a partir de sua história de vida: a escritora, devida a várias urgências em sua trajetória, ainda não é habilitada e, mesmo após os 40 anos, decidiu começar a dirigir.
Djamila Ribeiro. Foto: Divulgação.
“Sabemos que a CNH é um instrumento importante que pode empoderar nós, mulheres, uma vez que é um sinônimo de liberdade. Por isso, estamos dando mais um passo importante no trabalho que estamos fazendo com a marca Tracker. Com essa campanha, queremos quebrar os preconceitos no trânsito. Por exemplo, só 6% dos acidentes em São Paulo são causados por mulheres, justamente por serem mais cuidadosas ao dirigir. Porém, 80% das pessoas que têm medo de dirigir, são mulheres. Essa comunicação vem para incentivar a todas a perderem esse medo e mostrar que o trânsito é lugar para todos”, comenta Chris Rego, diretora-executiva de Marketing GM América do Sul.
O planejamento contou com a Plano Feminino, consultoria de gênero e diversidade que atende marcas com o objetivo de construir diálogos que engajam, geram identificação e representatividade, sem objetificação e estereótipos, e traz o mote “Para quem dirige a própria vida”. A campanha contará com filme nacional estrelado por Djamila e Marcos Mion, embaixador da marca, uma websérie onde Djamila mostrará o passo a passo de tirar a CNH, além de um grupo de influenciadoras que também irá incentivar mulheres a fazerem o mesmo.
“Ter nosso time de criação cocriando com a Djamila Ribeiro permitiu que chegássemos a uma narrativa muito mais verdadeira e potente. Muito mais que uma campanha, estamos iniciando um movimento que parte da Chevrolet em prol da sociedade”, destaca Talita Cardozo, diretora de criação da WMcCann.
Construindo um trânsito mais igualitário com ações práticas
Mais do que uma campanha, a Chevrolet anuncia que irá apoiar uma ação de financiamento coletivo junto a ONG Plano de Menina, vinculada ao Plano Feminino, que conecta meninas de periferias e as capacita profissionalmente. A iniciativa busca ser uma ação afirmativa para que mulheres que não têm condições financeiras tenham a oportunidade de tirar sua habilitação. Inicialmente, a Chevrolet irá aportar R$ 1 milhão e está convidando empresas e pessoas a contribuir, fazendo parte também deste movimento através do link (CLIQUE AQUI).
Esse é um conteúdo pago por meio de uma parceria entre Chevrolet e site Mundo Negro.