IZA lançou nessa última quinta-feira (3) seu segundo álbum de estúdio, ‘AFRODHIT’. Descrito como seu projeto mais pessoal até o momento, a cantora defende que o disco reflete suas vivências pessoais e seus sentimentos. Nas redes sociais, fãs chegaram a especular que o projeto seria uma espécie de ‘Lemonade’, fazendo referência ao consagrado trabalho de Beyoncé com letras direcionadas a Jay-Z.
Para a Folha de São Paulo, IZA diz que não pensou no ‘Lemonade’ para criar o ‘AFRODHIT’. “Simplesmente falei da minha vida e eu acho que não sou a primeira nem a serei a última artista a falar da própria vida na arte”, disse a cantora. “Na vida a gente passa por situações que são como uma montanha-russa de sentimentos, momentos de frustração, dor, tédio, raiva, deboche, faz parte de uma caminhada pessoal. É um desabafo”.
De acordo com a própria artista, o termo AFRODHIT é inspirado no conceito de um ser que nasceu do centro da Terra e caiu no universo urbano, passando a viver as conquistas e agruras, os desamores e recomeços. AFRODHIT aterrissa para descobrir todos os prazeres e aflições que permeiam os relacionamentos. Esse olhar para a realidade surge nas mais variadas versões — sempre fortemente orientadas para o afrobeat — que conduzem IZA a ritmos que vão de R&B, rap, lovesong até funk, extrapolando os limites da MPB, resultado de sua vivência nos palcos, nas telas e no presente.
Prestes a estrear na nova novela das 19h da TV Globo, “Fuzuê”, a atriz Cinnara Leal, que fez parte do elenco de “Nos Tempos do Imperador” há dois anos, está de volta a emissora na trama que vai ao ar a partir do dia 14 de agosto. Desta vez, ela viverá a jornalista Cecília. Em uma entrevista recente, Cinnara falou pela primeira vez sobre o caso envolvendo o ex-diretor da emissora, Vinícius Coimbra, que foi demitido no ano passado após denúncias de racismo e assédio moral.
Em conjunto com as atrizes Roberta Rodrigues e Dani Ornellas, Cinnara denunciou Coimbra e sua equipe em 2021 por falas preconceituosas e segregação de atores negros nos bastidores da novela de Alessandro Marson e Thereza Falcão. “O assunto ainda dói, só que silenciar nunca foi uma opção. Fiz e faria novamente porque foi um ensinamento para todo mundo. Nós demos voz a uma luta negra”, afirmou.
Cinnara elogiou as iniciativas da Globo em relação ao protagonismo negro, reconhecendo os trabalhos de outros atores como Lucy Alves, Bárbara Reis, Sheron Menezzes e Diogo Almeida. Para ela, a crescente representatividade é maravilhosa: “O que já aconteceu e continua acontecendo é maravilhoso e eu espero que continue assim. Precisamos de negros ocupando mais os espaços, mulheres e pessoas LGBTQIA+ em todos os lugares. Isso é mudança, é resistência e luta. Fico feliz em poder vivenciar tudo isso”, celebrou.
A atriz também compartilhou entusiasmo ao falar sobre sua personagem em “Fuzuê”. Ela descreve Cecília como uma jornalista investigativa com uma trama densa, movida pela busca da verdade sobre a morte de seus pais em um incêndio. Cinnara destacou que Cecília é uma justiceira, mas que não está disposta a comprometer sua moral e ética. A personagem enfrentará perigos em sua jornada investigativa, tornando-se um desafio empolgante para a atriz.
Ao se preparar para o papel, Cinnara revelou algumas de suas inspirações, buscando a doçura de Maju Coutinho e a coragem e determinação de Tim Lopes, repórter da Globo que foi assassinado em 2002 enquanto fazia uma reportagem investigativa na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro. A atriz está se aprofundando na área do jornalismo investigativo para retratar sua personagem com autenticidade e fazer um trabalho que orgulhe os profissionais da área.
A cantora e vencedora do EGOT, Jennifer Hudson, compartilhou recentemente sua perspectiva sobre a importância de criar seu filho David Daniel Otunga Jr., de 14 anos, com consciência e compreensão de sua identidade racial. Em entrevista à revista Real Simple, a artista revelou como está envolvendo o adolescente em experiências enriquecedoras e como ela busca criar um ambiente propício para o seu desenvolvimento: “Meu filho vai para uma escola predominantemente branca, e ele tem um cabelo gigante, todo afro. Ele adora entrar lá com o pente no cabelo”.
Um dos momentos significativos foi quando Hudson levou David com os primos e amigos à Casa Branca, enquanto ela se apresentava durante a cerimônia do primeiro Juneteenth, feriado nacional celebrado nos Estados Unidos em 19 de junho e que celebra a emancipação dos negros escravizados no país. A cantora compartilhou: “Quero que meu filho faça parte dessas coisas – e seus primos e amigos. O pequeno David tem um coração muito grande e sempre quer incluí-los. Então eu disse: ‘Vou cantar, mas tenho que trazer meus meninos’.”
Enquanto Hudson se prepara para a segunda temporada de seu talk show “The Jennifer Hudson Show“, a cantora destaca o início do ensino médio de David como um marco especial para a família. Ela menciona a importância de estar presente ao lado dele durante esse período de descobertas e crescimento: “Meu filho tem uma agenda lotada e adoro estar presente para ele, então estou aprendendo a lidar com essa novidade. Antes eu segurava sua mão e levava você ao parque. Agora é tipo, como faço para ser sua mãe? Descobrir isso. E como existimos neste novo espaço?”, disse.
Além disso, a criação de David em uma escola predominantemente branca e sua identidade cultural também são tópicos importantes para Hudson. Ela comentou durante a entrevista sobre o orgulho pelo cabelo afro do filho, entendendo o poder de afirmação que isso representa. “Meu filho vai para uma escola predominantemente branca, e ele tem um cabelo gigante, todo afro. Ele adora entrar lá com o bigode velho e o pente no cabelo. E eu fico tipo, “Você percebe a declaração que está fazendo? Saiba que apenas usar o cabelo assim é uma afirmação por si só. Ele está muito enraizado em quem ele é e está bem com isso. Sendo mãe de um filho negro, você deve torná-lo consciente e ciente de certas coisas – quem ele é no mundo. E há tantas camadas que ele precisa aprender! Mas ele está em uma idade em que pode entendê-lo completamente. E ele evoluiu muito além do que eu poderia imaginar. “, comenta a cantora.
Jennifer Hudson valoriza a educação que seu filho e seus amigos receberam, enfatizando a importância de agir e se comportar com responsabilidade. Ela destaca a necessidade de priorizar a educação e o papel de contribuir com as tarefas domésticas. “Saber que a educação vem em primeiro lugar, limpar seu quarto e ajudar a cuidar da casa. Aprenda a ajudar e contribuir. Essas são coisas que ele está aprendendo”, compartilha.
Você sabia que além de ser criadora da série Insecure, Issa Rae também tem uma cafeteria na cidade onde nasceu? A “Hilltop Coffee + Kitchen” (@findyourhilltop), é uma cafeteria para jogar conversa fora, comer um lanche com os amigos, e explorar sua criatividade enquanto toma um café ou outra bebida no centro de Los Angeles.
O Hilltop foi criado em 2018 pela dupla Yonnie Hagos e Ajay Relan, em Windsor Hills, Flórida, com a ideia de “promover comunidade, criatividade e conexão com alimentos e bebidas de alta qualidade”. Foi então que em 2019 Issa Rae resolveu investir no projeto e ajudá-lo a expandir até sua cidade natal, Los Angeles.
“O centro de Los Angeles tem uma história tão rica de criatividade e resiliência. Estamos entusiasmados em compartilhar a experiência Hilltop com os sonhadores e realizadores da comunidade local”, disse Rae em uma entrevista para Forbes.
Hoje o Hilltop está localizado em quatro locais de LA, incluindo o centro da cidade onde rolam eventos e brunch nos finais de semana.
O menu do Hilltop conta com: Bangin ‘Breakfast Sandwich, lanche feito com ovo frito, queijo cheddar, bacon e maionese picante em um pão de brioche; Soul Bowl, lanche feito com grãos cremosos cobertos com ovo escalfado, couve refogada e milho; e “Droptops” Hilltop, torradas cobertas com abacate esmagado e erva-doce raspada ou creme de queijo dill, alcaparras crocantes e salmão defumado.
IZA acaba de lançar o aguardado álbum “AFRODHIT”, que, segundo a própria cantora, representa o ápice de sua expressão feminina e pessoal. No projeto, a artista canta com uma identificação maior sobre temas jamais ditos e que, agora, soam naturais e nada incômodos para ela. “Eu me sinto mais confortável para ser quem eu quero e falar coisas que não disse antes”, explica. IZA chega ao novo projeto não só abraçada com sua independência feminina, como no auge de um domínio artístico impulsionado por superações emocionais conquistadas recentemente.
Capa de ‘AFRODHIT’. Foto: Divulgação.
O termo AFRODHIT é inspirado no conceito de um ser que nasceu do centro da Terra e caiu no universo urbano, passando a viver as conquistas e agruras, os desamores e recomeços. AFRODHIT aterrissa para descobrir todos os prazeres e aflições que permeiam os relacionamentos. Esse olhar para a realidade surge nas mais variadas versões — sempre fortemente orientadas para o afrobeat — que conduzem IZA a ritmos que vão de R&B, rap, lovesong até funk, extrapolando os limites da MPB, resultado de sua vivência nos palcos, nas telas e no presente. A cantora e compositora comanda todo o corre, mesmo quando é preciso se adaptar a gêneros mais “inesperados”; nota-se tranquilamente que percebeu as inúmeras possibilidades para a própria voz, que se reinventa e se molda à proposta.
O álbum é, em grande parte, uma imersão nas questões femininas, para a qual a protagonista IZA convidou parceiras para lá de especiais como MC Carol e Tiwa Savage. São abordadas temáticas pelas quais as mulheres se reconhecem em IZA, que, por sua vez, reconhece-se em si mesma. E, perpassando o álbum, o recado vai sendo dado: hoje, IZA já não encontra dor em deixar o passado no passado e mirar corajosamente um futuro independente — de certo, um movimento de transformação de dentro para fora, que, em AFRODHIT, irrompe em novas e audaciosas habilidades adquiridas ao longo desses anos.
Por mais de 1 século, 43 famílias da comunidade quilombola Pixaim, localizada no extremo sul de Alagoas, enfrentaram a dura realidade de viver sem energia elétrica. A situação foi transformada recentemente com a ajuda do projeto E+ Comunidades Solares, uma ação social do Grupo Equatorial Energia, que realiza a instalação de placas de energia solar em residências com o objetivo de garantir o acesso à energia limpa e sustentável.
As famílias da comunidade quilombola que não possuíam acesso à energia, passaram a ter mais qualidade de vida com a possibilidade de utilização de eletrodomésticos como televisão, liquidificador e geladeiras. “Estamos realizando um sonho antigo da comunidade Pixaim, através da instalação de placas solares de energia elétrica, que vão proporcionar mais qualidade de vida, dignidade e oportunidades para as famílias do povoado. É gratificante fazer parte desse momento e poder reafirmar o compromisso da Distribuidora com os alagoanos”, mencionou o presidente da Equatorial Alagoas, Humberto Soares.
Um dos beneficiados pelo projeto é o pescador Edilson dos Santos. Morador da comunidade há 14 anos, ele conta sobre as dificuldades que sempre teve para armazenar os alimentos e da expectativa com a chegada da energia elétrica na comunidade. “Perdia muito produto pela dificuldade de armazenamento e muitas vezes nem tinha dinheiro para comprar o gelo. Nosso produto acabava perdendo o valor por não ser fresco”, conta o morador. “Mas agora com a chegada da energia vai ser diferente, vamos ter mais valor no pescado, que é a nossa fonte de renda. A gente só tem a agradecer pela Equatorial ter trazido luz e esperança para a nossa comunidade”, comemora.
“Dado que Lizzo está negando os acontecimentos, vamos levá-lo a julgamento”, disse Neama Rahmani, um dos representantes das dançarinas. “Mais testemunhas estão se apresentando todos os dias corroborando nossas alegações, então estamos ansiosos para enfrentar Lizzo e sua equipe no tribunal“.
Foto: John Shearer/Getty Images.
Em seu pronunciamento pelo Instagram, Lizzo começou dizendo que os últimos dias foram terríveis e disse que eram “falsas alegações”. “Estes últimos dias foram dolorosamente difíceis e extremamente decepcionantes. Minha ética de trabalho, moral e respeito foram questionados. Minha personagem foi criticada. Normalmente, escolho não responder a falsas alegações, mas elas são tão inacreditáveis quanto parecem e ultrajantes demais para não serem abordadas. Essas histórias sensacionalistas vêm de ex-funcionários que já admitiram publicamente que foram informados de que seu comportamento na turnê era inapropriado e pouco profissional”, desabafou a cantora.
Entenda o caso
Nesta terça-feira (1), três ex-dançarinas de Lizzo trouxeram à tona sérias acusações contra a cantora, alegando assédio sexual e a criação de um ambiente de trabalho hostil. As profissionais relataram que, em um show em Amsterdã, Lizzo as forçou a interagir com dançarinas nuas, resultando em um ambiente desconfortável e inadequado. Além das acusações de assédio sexual, o processo legal também menciona alegações de assédio religioso, racial, discriminação com base em deficiência e cárcere privado.
As dançarinos também acusaram Lizzo, conhecida por promover a positividade do corpo e celebrar sua própria aparência física, de fazer comentários sobre o ganho de peso de uma de suas colegas dançarinas. Além disso, ela supostamente repreendeu e demitiu a profissional após ela gravar uma reunião para discutir uma questão relacionada à saúde.
Foto: Filmagic.
A artista continuou o comunicado dizendo que às vezes precisa “tomar decisões difíceis”. “Como artista, sempre fui muito apaixonada pelo que faço. Eu levo minha música e minhas apresentações a sério porque, no final das contas, só quero lançar a melhor arte que represente a mim e aos meus fãs. Com a paixão vem o trabalho duro e os altos padrões. Às vezes tenho que tomar decisões difíceis, mas nunca foi minha intenção fazer alguém se sentir desconfortável ou como se não fosse valorizado como uma parte importante da equipe”, explicou.
Lizzo terminou seu pronunciamento dizendo que não quer ser vítima da história, mas também não quer ser a vilã. “Não estou aqui para ser visto como uma vítima, mas também sei que não sou a vilã que as pessoas e a mídia me retrataram nos últimos dias. Sou muito aberta com minha sexualidade e me expresso, mas não posso aceitar ou permitir que as pessoas usem essa abertura para me fazer parecer algo que não sou. Não há nada que eu leve mais a sério do que o respeito que merecemos como mulheres no mundo. Eu sei como é sentir vergonha do corpo diariamente e absolutamente nunca criticaria ou demitiria um funcionário por causa de seu peso. Estou magoada, mas não vou deixar que o bom trabalho que fiz no mundo seja ofuscado por isso. Quero agradecer a todos que estenderam a mão para me apoiar durante esse período difícil”, finalizou sua declaração.
O ator Jonathan Majors compareceu ao Tribunal Criminal de Manhattan, nos Estados Unidos, na manhã desta quinta-feira, 3, acompanhado da namorada Meagan Good para o primeiro dia de seu julgamento por acusações de violência doméstica. A advogada de Majors, Priya Chaudhry, entrou com uma moção para adiar o julgamento que foi aceita pelo tribunal. A nova data foi adiada para o dia 6 de setembro.
Em entrevista à revista People, a advogada contou que Majors apresentou uma queixa de violência doméstica contra a suposta vítima do caso no mês de junho e disse que ator viveu “um pesadelo duradouro em seu relacionamento”. “Por quatro meses excruciantes, Jonathan Majors, a verdadeira vítima desta provação vergonhosa, teve sua vida, carreira e reputação dilaceradas”, disse Chaudhry. “No entanto, ele permanece inabalável em sua determinação de ser absolvido desta provação angustiante.”
Majors, de 33 anos, foi preso em março sob acusações de agressão, assédio agravado, tentativa de agressão e assédio, após uma suposta “disputa doméstica” com sua então namorada, Grace Jabbari. Uma quinta acusação, por estrangulamento, foi retirada posteriormente.
O portal Deadline compartilhou um vídeo que mostra o ator chegando ao tribunal acompanhado de sua advogada Priya Chaudhry e da namorada, a atriz, Meagan Good.
A suposta vítima, Jabbari, sofreu ferimentos leves na cabeça e no pescoço, sendo levada a um hospital em condição estável. Ela posteriormente obteve uma ordem de proteção temporária contra Majors.
O ator se declarou inocente das acusações e sua advogada de defesa, Priya Chaudhry, afirma que tem provas indicando que Jabbari foi a responsável pela briga. No entanto, as mensagens de texto compartilhadas pela defesa ainda não foram verificadas.
Caso seja condenado, Majors pode enfrentar uma pena de até um ano de prisão. Além disso, sua participação em projetos futuros da Marvel, onde interpreta o vilão Nathaniel Richards, está em questão.
Sua advogada de defesa criminal, Priya Chaudhry, informou à imprensa após a audiência, que sua equipe entregou evidências ao promotor distrital “provando o ataque de Grace Jabbari a Jonathan Majors e não o contrário”. “Depois disso, solicitamos veementemente que o promotor distrital rejeite todas as acusações contra o Sr. Majors imediatamente… Embora tenhamos esperança de que o Promotor Distrital esteja revisando esses materiais de boa fé e fará a coisa certa em breve, para acelerar nosso caso, nós solicitei uma data de teste o mais rápido possível”, completa.
No início da semana, Majors foi confirmado para a série ‘LOKI‘, onde interpreta o personagem Kang. Esse foi o primeiro grande papel do ator após as acusações de agressão virem à tona.
De acordo com as mensagens, a mulher escreveu ao ator dizendo: “Eu disse a eles que foi minha culpa tentar pegar seu telefone”. Ela também relatou que estava “furiosa” por Majors ter sido preso e que havia deixado claro que as acusações de agressão e assédio direcionadas a ele não tinham sua aprovação. “Reiterei [para a polícia] que isso não foi um ataque”, escreveu a mulher, que em outro momento da mensagem se mostrou preocupada com o destino do ator.
Segundo as informações da Variety, supostas novas vítimas de abusos estão cooperando no caso com a promotoria de Manhattan. Jabbari trabalhou com Majors no filme ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, creditada no ‘Treinadora de Movimento’.
Apesar da Marvel manter o contrato com o Majors, o ator perdeu três grandes contratos após repercussão do caso: o filme “The Man in My Basement” que iria estrelar e produzir, a cinebiografia do cantor Otis Redding e uma campanha publicitária para o time de beisebol Texas Rangers.
Montar a primeira fábrica de bonecas negras do Brasil. Esse é um dos objetivos de Jaciana Melquiades e de Leandro Melquiades, fundadores da “Era Uma Vez o Mundo”, mas para isso acontecer eles contam com o apoio do público que consiste na compra de uma boneca, que deve ser entregue no mês de setembro, através da campanha de financiamento coletivo. Como a dupla não conseguiu bater a meta no início desta semana, quando a campanha deveria ter sido finalizada, o prazo foi prorrogado para o dia 13 de agosto.
“Estamos prorrogando para aproveitar o tempo que estaremos em cartaz com o espetáculo ‘Erê’, até 13 de agosto. Já conseguimos vender 1400 bonecas, como nossa meta é a mesma quantidade que distribuímos para as escolas públicas em novembro do ano passado (2 mil) estamos nesse objetivo”, afirmou Jaciana Melquiades para o Mundo Negro.
O público tem a opção de escolher doar a boneca adquirida durante a campanha, a doação será distribuída para instituições públicas de ensino. O financiamento deve ajudar a marca, que tem a capacidade de produzir cerca de mil bonecas por mês, a continuar funcionando e ampliando seu negócio, que também faz um trabalho educativo em prol da equidade racial através do universo lúdico das brincadeiras com a conhecida “Boneca Dandara”, confeccionada pela “Era Uma vez o Mundo”.
Eles esperavam vender 2000 unidades da “Boneca Dandara” até o dia primeiro de agosto. Nas redes sociais, os sócios lamentaram não ter conseguido bater a meta no prazo inicial: “Hoje a gente veio dar uma notícia meio frustrante para vocês. Não é frustrante só pra gente, mas para todas as pessoas que apoiam acreditam e divulgam nosso trabalho”, começou Jaciana.
“A gente tá rodando essa campanha, lembrando aqui e reforçando desde abril e infelizmente a gente não bateu a nossa meta. Faltam 623 bonecas. Ano passado a gente distribuiu duas mil bonecas, duas mil mini Dandaras na rede pública aqui do Rio. A gente impactou mais de 15 mil crianças. 35 escolas da rede”, contou ela.
Agora, Jaciana e Leandro fazem um apelo para que as 623 bonecas restantes sejam vendidas. “A gente precisa de vocês”. reforçou Leandro. “É frustrante demais a gente pensar que quando é de graça nosso trabalho é recebido, mas que a gente não consegue mobilizar duas mil pessoas para comprar uma boneca. Esse é o nosso último gás para fazer acontecer a primeira fábrica de bonecas negras e agente não fechar”, disse a fundadora da “Era Uma Vez o Mundo”.
De acordo com as informações do site da “Era Uma Vez o Mundo”, os recursos arrecadados durante a campanha serão utilizados para a produção das encomendas e de estoque, diversificação de produtos, estruturação de equipe de vendas e marketing, além da criação de um fundo de caixa e reserva financeira, além do pagamento de despesas fixas de três meses.
Jaciana conta que a “Era Uma Vez o Mundo” conseguirá manter seu funcionamento, ainda que o financiamento coletivo não tenha atingido a marca necessária para abrir a fábrica. “Nós vamos continuar porque depois da estreia do espetáculo, surgiram outras oportunidades de continuar com a “Era Uma Vez o Mundo” dando conta do nosso braço educacional. Então continuaremos. No encerramento do espetáculo voltaremos com as atividades no site (reformulamos nossos bonecos e bonecas) e inaugurarmos um ponto de venda físico aqui no Rio”, revelou.
Para ajudar a “Era Uma Vez o Mundo” a se tornar a primeira fábrica de bonecas negras do Brasil, acesse: https://eraumavezomundo.com.br/.
Após as acusações de assédio sexual, discriminação e cárcere privado terem tomado conta dos noticiários, a cantora Lizzo se pronunciou sobre as denúncias por meio das suas redes sociais. Ela disse que as dançarinas são conhecidas pela falta de profissionalismo e que é exigente. “Com a paixão vem o trabalho duro e os altos padrões”.
Na última terça-feira (01), uma denúncia feita por três ex-dançarinas da Lizzo aacusandode assédio sexual e cárcere privado pegou todo mundo de surpresa.
Em seu pronunciamento pelo Instagram, Lizzo começou dizendo que os últimos dias foram terríveis e disse que eram “falsas alegações”. “Estes últimos dias foram dolorosamente difíceis e extremamente decepcionantes. Minha ética de trabalho, moral e respeito foram questionados. Minha personagem foi criticada. Normalmente, escolho não responder a falsas alegações, mas elas são tão inacreditáveis quanto parecem e ultrajantes demais para não serem abordadas. Essas histórias sensacionalistas vêm de ex-funcionários que já admitiram publicamente que foram informados de que seu comportamento na turnê era inapropriado e pouco profissional”, desabafou a cantora.
A artista continuou o comunicado dizendo que às vezes precisa “tomar decisões difíceis”. “Como artista, sempre fui muito apaixonada pelo que faço. Eu levo minha música e minhas apresentações a sério porque, no final das contas, só quero lançar a melhor arte que represente a mim e aos meus fãs. Com a paixão vem o trabalho duro e os altos padrões. Às vezes tenho que tomar decisões difíceis, mas nunca foi minha intenção fazer alguém se sentir desconfortável ou como se não fosse valorizado como uma parte importante da equipe”, explicou.
Lizzo terminou seu pronunciamento dizendo que não quer ser vítima da história, mas também não quer ser a vilã. “Não estou aqui para ser visto como uma vítima, mas também sei que não sou a vilã que as pessoas e a mídia me retrataram nos últimos dias. Sou muito aberta com minha sexualidade e me expresso, mas não posso aceitar ou permitir que as pessoas usem essa abertura para me fazer parecer algo que não sou. Não há nada que eu leve mais a sério do que o respeito que merecemos como mulheres no mundo. Eu sei como é sentir vergonha do corpo diariamente e absolutamente nunca criticaria ou demitiria um funcionário por causa de seu peso. Estou magoada, mas não vou deixar que o bom trabalho que fiz no mundo seja ofuscado por isso. Quero agradecer a todos que estenderam a mão para me apoiar durante esse período difícil”, finalizou sua declaração.
As dançarinas acusaram a cantora de obrigá-las a dançar nuas, as constrangendo, e também de outros tipos de assédio, como religioso e racial, e também discriminação com base em deficiência e cárcere privado.
Um dia depois, mais pessoas que trabalharam com Lizzo vieram a público reforçar as denúncias. Sophia Nahli Allison, ex-diretora da cantora em seu documentário de 2019, disse em seus stories que as acusações são reais e ela mesma testemunhou que Lizzo é “arrogante, egocêntrica e cruel”. Isso a fez abandonar o projeto logo depois.