O cantor e empresário Akon - Foto: Reprodução Instagram
Akon é um grande otimista sobre o futuro do continente africano. Uma das maiores expressões desse otimismo é o seu projeto de uma cidade com seu nome e moeda própria: a Akon City.
Em 2020, o músico e empresário anunciou pela primeira vez a sua iniciativa de construir a cidade, um empreendimento de US$ 6 bilhões. Este projeto visionário tem como objetivo criar um espaço seguro para afro-americanos e outros que enfrentam injustiças raciais. A Akon City está sendo construída no Senegal, a terra natal de Akon.
“Se você está vindo da América, Europa ou de qualquer outro lugar da diáspora e sente que deseja visitar a África, queremos que o Senegal seja o seu primeiro destino”, disse Akon na época, segundo a AP News.
Embora o projeto da Akon City ainda esteja em construção, Akon e sua equipe enfrentaram várias complicações no processo de desenvolvimento da cidade. No entanto, eles estão determinados a seguir um plano de aproximadamente 10 anos para a inauguração da cidade.
“A ideia principal é criar o que o futuro de África deveria ser”, disse Akon. “Temos todos os recursos, temos a mão de obra, definitivamente temos a população. Portanto, é apenas uma questão de implantar algo em um país que pode servir como modelo para todos os outros – uma ideia que pode ser replicada”.
Akon acredita que, mesmo que a parte ideológica e comercial do projeto não aconteça, a conclusão da cidade servirá como um marco importante, demonstrando que é possível realizar grandes empreendimentos no continente africano.
Quem quiser saber mais pode acompanhar as fases do projeto no site oficial: https://akoncity.com/
O feriado chegou e com ele (muitas vezes) a vontade de comer fora e poupar louça. Mas antes de sair para comer, é preciso conhecer lugares legais e gostosos para isso.
Pensando nisso, o Guia Black Chefs trouxe algumas opções em São Paulo e em outros estados para você aproveitar com a família, amigos, dates ou até mesmo sozinha(o). Confira:
Lujul – Cozinha Consciente– Vila Madalena, SP
Blackssoba– Jardim Brasil, SP
Café Quintal de Casa– Ermelino Matarazzo, SP
Odara – Maceió, AL
Tô Na Boa – Quilombo Cafundá Astrogilda – RJ
Sal Marinho – Vilas do Atlântico, BA
O Guia Black Chefs tem como objetivo mapear para o público negro restaurantes de todo o país, com as melhores dicas de lugares para comer ou beber que sejam de empreendedores negros. Se você é chef ou profissional da gastronomia e quer nos ajudar a mapear a gastronomia negra no país, preencha nosso formulário para fazer parte!
Na última terça-feira, 5, em uma reviravolta na história de Leonard Mack, de 72 anos, ele foi oficialmente inocentado de um crime que ocorreu há quase cinco décadas, nos Estados Unidos. Em março de 1976, Mack foi condenado por estupro e sofreu duas acusações de posse criminosa de arma, apesar de evidências sorológicas que excluíram sua ligação ao crime e testemunhas de álibi que afirmaram sua inocência. No entanto, novos testes de DNA realizados pela Unidade de Revisão de Condenações do Promotor Distrital do Condado de Westchester e pelo Projeto Inocência revelaram que Leonard Mack não era o verdadeiro autor do crime.
Essa é a condenação mais longa a ser anulada com base em novas evidências de DNA conhecido pelo Projeto Inocência. O perfil de DNA desenvolvido a partir das evidências foi comparado ao banco de dados de DNA estadual e local, o que levou à identificação do verdadeiro agressor, que já confessou o crime.
Em uma declaração emocionada, Leonard Mack expressou sua gratidão por finalmente conseguir provar sua inocência: “Quero primeiro agradecer a Deus por este dia. Em seguida, quero agradecer ao Projeto Inocência. Hoje já faz muito tempo. Perdi sete anos e meio da minha vida na prisão por um crime que não cometi e vivi com esta injustiça emparelhando sobre a minha cabeça durante quase 50 anos. Mudou o curso da minha vida – tudo, desde onde eu morava até meu relacionamento com minha família. Nunca perdi a esperança de que um dia provaria minha inocência. Agora a verdade veio à tona e posso finalmente respirar. Finalmente estou livre.”
O caso de Leonard Mack é um exemplo angustiante dos fatores comuns que colaboram com as condenações injustas nos Estados Unidos. A identificação incorreta de testemunhas oculares desempenhou um papel crucial em sua história, juntamente com o depoimento forense enganoso apresentado no julgamento e o preconceito racial evidente. Mack passou sete anos e meio preso e carregou o fardo de uma condenação injusta por 41 anos.
Em 1975, quando duas estudantes do ensino médio da Woodland High School, em Greenburgh, Nova York, foram vítimas de estupro quando estavam a caminho da escola foram ameaçadas por um homem com uma arma que as violentou. As vítimas deram uma descrição do agressor, um homem que teria acabado de se mudar para o bairro, de maioria branca, que se tornaria o ponto de partida para uma série de acontecimentos que mudariam a vida de Leonard Mack para sempre.
A descrição original do agressor, que se baseava em uma identificação inicialmente vaga, mencionava um homem negro de cerca de 20 anos, cabelo curto, barbeado, usando calças pretas, jaqueta bege, chapéu preto com aba branca e um brinco de ouro na orelha esquerda, além de portar uma pistola calibre .22 ou .32.
O oficial James Fleming, da polícia local, parou Leonard Mack cerca de duas horas e meia após o crime, simplesmente porque ele usava um chapéu preto e um brinco de ouro na orelha esquerda. Embora as roupas de Mack não coincidissem com a descrição dada pelas vítimas, ele foi detido. Mack alegou ter estado com sua namorada na hora do ataque, o que foi corroborado por ela.
Durante o processo de identificação, as vítimas foram submetidas a procedimentos altamente sugestivos e problemáticos. Em um desses procedimentos, uma das vítimas foi levada até onde Mack estava algemado, cercado por seis carros da polícia, e fez uma identificação incerta, exigindo que ele fosse reposicionado antes de finalmente identificá-lo como o agressor.
Em outra tentativa de identificação, a polícia mostrou fotos para as vítimas que incluíam a imagem de Leonard Mack, sendo que esta era a única foto que mostrava o rosto e as roupas do suspeito, adicionalmente com um calendário distinto de maio de 1975 suspenso ao fundo. A identificação ocorreu de forma tendenciosa.
O julgamento de Leonard Mack, que dependia principalmente da identificação feita pelas vítimas, aconteceu em 29 de março de 1976. Curiosamente, a defesa apresentou três testemunhas de álibi que explicaram o paradeiro de Mack no momento do crime. Alexander Wiener, do Gabinete do Examinador Médico Chefe da cidade de Nova York, testemunhou que testes sorológicos excluíram Mack como o agressor, com base nas evidências biológicas que indicavam que o agressor tinha um tipo sanguíneo A, que não era o tipo sanguíneo de Mack.
Infelizmente, o processo de julgamento incluiu também o depoimento de um analista do Laboratório de Ciências Forenses do Condado de Westchester, que lançou dúvidas sobre o testemunho do Dr. Wiener, informando incorretamente que a vítima poderia ser uma fonte de evidência biológica.
Foi somente em novembro de 2022 que o Projeto Inocência entrou em cena, buscando colaboração com a Unidade de Revisão de Condenações do Promotor Distrital do Condado de Westchester para realizar novos testes de DNA. Embora muitas evidências da cena do crime já não existissem, foram encontrados fragmentos de roupas íntimas de vítimas que continham evidências de sêmen, junto com as roupas íntimas de Leonard Mack. O teste de DNA moderno excluiu Mack como fonte de material genético encontrado nas roupas das vítimas, levando à identificação do verdadeiro agressor.
“Hoje, evidências indiscutíveis de DNA provam que Leonard Mack é inocente. Quase cinco décadas depois, ele finalmente tem alguma medida de justiça”, declarou Mary-Kathryn Smith, uma das defensoras do Projeto Inocência de Mack. “A resiliência e a força de Mack são a razão pela qual este dia finalmente chegou. Queremos agradecer ao Procurador Distrital do Condado de Westchester e à sua Unidade de Revisão de Condenações pela sua cooperação e compromisso na procura da verdade.”
No dia 7, 9 e 10 de setembro o The Town volta para a segunda parte do festival. O evento acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e pretende manter o sucesso do primeiro final de semana. Ludmilla, Iza e Liniker são alguns dos artistas negros nacionais mais aguardados nos próximos dias. Enquanto Ne-Yo, H.E.R e o segundo show de Bruno Mars são os mais aguardados dos nacionais.
Para quem for curtir o festival de casa, o The Town será transmitido pelo GloboPlay para assinantes e não assinantes de forma gratuita. O telespectador vai poder acompanhar o Palco Skyline e o The One, no canal do Multishow, a transmissão ao vivo acontece às 14h45 com as principais atrações e no canal Bis a transmissão começa às 19h45.
Foto: ReproduçãoFoto: ReproduçãoLarissa Luz
Os assinantes “Globoplay +Canais” vão poder aproveitar as transmissões na qualidade 4K, com a tecnologia de áudio Dolby Atmos e painel interativo com informações.
Confira os artistas e a data dos artistas negros que se apresentam nos próximos dias do The Town:
7 de setembro:
Skyline: Ludmilla
The One: Ne-Yo e Angélique Kidjo
Factory: Marvvila, Afrocidade, Larissa Luz e Hodari
9 de setembro:
Skyline: Sem artistas negros
Palco The One: Sem artistas negros
Factory: MC Don Juan, MC Dricka
10 de setembro
Skyline: Bruno Mars, H.E.R. e IZA
The One: Liniker e Jup do Bairro
Factory: Xênia França, Tássia Reis, Cynthia Luz, N.I.N.A
Em uma iniciativa que promove o empreendedorismo negro e a inovação no ecossistema de startups, a Arena BlackRocks, em parceria com a Smiles, plataforma de viagem e programa de fidelidade da GOL, anunciaram o “Desafio Smiles”. Este desafio tem como objetivo identificar e apoiar startups atuantes nos segmentos de Traveltech, B2B2C, Marketplace e áreas correlatas, incentivando-as a apresentar soluções inovadoras que aprimorem produtos e serviços no setor de turismo.
As inscrições para o “Desafio Smiles” estão abertas até o dia 10 de setembro, e as 10 melhores propostas selecionadas terão a oportunidade de apresentar suas ideias em um pitch ao vivo durante o evento Arena BlackRocks, agendado para o dia 23 de setembro no Centro Cultural de São Paulo. Uma banca de avaliação composta por membros da equipe de inovação e tecnologia da Smiles, bem como especialistas convidados, analisará e escolherá a startup que se destacará na busca por soluções que aprimorem a experiência dos viajantes.
A parceria entre a Arena BlackRocks e a Smiles destaca a importância da diversidade e da inovação no mundo dos negócios. Beatriz Cabral, CMO da Smiles, enfatiza a relevância desses valores ao afirmar: “Colaborações são centrais para soluções desenvolvidas inovadoras. e habilidades como um caminho essencial para a inovação.”
As startups interessadas em participar do “Desafio Smiles” podem se inscrever por meio do formulário (CLIQUE AQUI) disponível até dia 10 de setembro
A beleza negra é um tema aquecido no mercado. Mas para além dos produtos para pele, corpo e cabelo, a profissionalização de quem cuida desses clientes é um tema que precisa de atenção. Um dos eventos com esta temática é o 2º Seminário Gestão Empreendedora, Estética Personalizada e Empoderamento que acontece nos dias 11 e 18 de setembro na sede da ABIHPEC, localizada no prédio da FIESP (Av. Paulista), em São Paulo.
O Seminário contemplará uma série de palestras abordando estratégias inovadoras e eficazes para a gestão empreendedora de salões, técnicas específicas para a beleza negra e a promoção de conceitos e práticas que visam elevar a autoestima e fomentar o respeito à diversidade.
O Instituto ABIHPEC e a IRL Consult são os promotores do evento, que conta com o apoio institucional do Conselho Estadual de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra de São Paulo, da ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), do SEBRAE-SP e do LIDE Equidade Racial.
O presidente do Instituto Abihpec, Claudio Viggiani, destaca que o evento representa uma oportunidade valiosa para ressaltar a importância da diversidade e inclusão na indústria da beleza. Ele expressa o compromisso de promover o crescimento e empoderamento de empreendedores negros no setor, considerando o evento como um passo significativo em direção a um futuro mais inclusivo, com igualdade de oportunidades para todos. Além disso, o projeto Beleza Negra, existente desde 2019, busca incentivar, apoiar e patrocinar empreendedores e proprietários de salões de beleza afrodescendentes, oferecendo serviços direcionados à população negra, independentemente do estágio de desenvolvimento de seus empreendimentos, através da participação gratuita em cursos e palestras.
Serviço:2º Seminário Gestão Empreendedora, Estética Personalizada e Empoderamento Data: 11 e 18 de setembro Local: Sede da ABIHPEC, localizada no prédio da FIESP (Av. Paulista)
Ainda não sabe o que fazer no feriadão? A Bienal do Livro do Rio de Janeiro 2023, um dos maiores eventos literários do país, só acaba no próximo domingo (10) e ainda tem ingressos à venda, disponíveis no site Eventim, com valores a partir de R$ 19,50.
Entre os destaques das atrações negras nos próximos dias, está o grande músico Gilberto Gil, para participar da Ciranda Literária, junto com os outros membros imortais da Academia Brasileira de Letras (ABL), no domingo, às 16h. Os visitantes do estande serão recebidos por um holograma deMachado de Assis, primeiro presidente da Casa.
O escritor e cineasta Rodrigo França também é uma das atrações confirmadas na programação. Ele é um dos convidados da Play9 para um debate sobre diferentes narrativas e o papel do Creator Economy, mediado pelo publicitário Fábio Cruz e a roteirista Mariana Mortani. A criadora de conteúdo Joyce Muller e o empresário Franklin Medrado também integram o debate, que será realizado na sexta-feira (8), às 17h.
Nesta mesma data, às 16h, a cientista da computação Nina da Hora, para abordar um dos temas mais discutidos do momento: a Inteligência Artificial. Junto com outros convidados, a especialista irá abordar sobre a regulamentação, criatividade e ética no uso da IA, em especial ao Chat GPT.
Também estarão presentes na Bienal do Livro as escritoras Bianca Santana e Winnie Bueno, os escritores Tiago Rogero e Ale Santos, o jornalista Manoel Soares, o roteirista Stefano Volp e o dramaturgo Clayton Nascimento.Clique aqui para ver a programação completa!
Durante a coletiva de imprensa do Festival de Cinema de Veneza para o seu novo filme, “Origem”, Ava DuVernay revelou desafios enfrentados por cineastas negros e destacou a importância de sua presença no evento. O filme marca um momento histórico, já que DuVernay é a primeira mulher negra a competir no festival em seus 80 anos de existência.
No festival, Ava falou sobre as dificuldades enfrentadas pelos cineastas negros, citando: “Para os cineastas negros, dizem-nos que as pessoas que amam filmes em outras partes do mundo não se importam com as nossas histórias e não se importam com os nossos filmes. Isso é algo que sempre nos dizem: você não pode tocar em festivais internacionais de cinema, ninguém virá”, contou.
“As pessoas não comparecerão às coletivas de imprensa, não comparecerão às exibições de P&I. Eles não estarão interessados em vender ingressos. Você pode nem entrar neste festival, não se inscreva. Não sei dizer quantas vezes me disseram: ‘Não se inscreva em Veneza, você não conseguirá entrar. Isso não acontecerá.’ E este ano aconteceu algo que não acontecia há oito décadas: uma mulher afro-americana em competição. Então agora é uma porta aberta na qual confio e espero que o festival se mantenha aberta.”, continuou.
O elenco diversificado e talentoso de “Origem” também foi um tópico de destaque. DuVernay elogiou a dedicação e o talento dos atores, enfatizando que não são necessariamente superestrelas de Hollywood, mas artistas que trabalham arduamente e são respeitados por seu ofício.
DuVernay discutiu a liberdade artística e as vantagens de escapar das restrições dos estúdios, afirmando: “Não acho que tínhamos o elenco que tínhamos se mantido permanente no sistema de estúdio”. Ela destacou a escolha de Aunjanue Ellis-Taylor para o papel principal, destacando o poder da independência criativa.
No filme “Origem”, Ava DuVernay tece uma narrativa que explora as ideias de Isabel Wilkerson sobre como a palavra “racismo” por si só não pode explicar a complexidade da desigualdade social. O filme desafia a centralização da raça na compreensão da opressão e busca contextualizar a forma como a sociedade evoluiu até os dias de hoje.
“Origem”, estrelado por Aunjanue Ellis-Taylor e Jon Bernthal, mergulha na notável vida e obra da autora premiada com o Pulitzer, Isabel Wilkerson, enquanto explora as raízes profundas da injustiça social. DuVernay envolveu sua jornada ao longo da produção e enfatizou a importância de trazer essa história para um público internacional.
A “Lavagem da Madeleine”, uma das mais importantes da tradição afro-brasileira na Europa, chega a sua 22ª edição levando a cultura brasileira às ruas de Paris, na França. A celebração reúne a cada ano cerca de 30 mil pessoas e este ano terá o cantor e compositor Carlinhos Brown como principal atração, que vai puxar o desfile de cima do trio elétrico, à moda do carnaval de Salvador.
“Já participei inúmeras vezes da Lavagem da Madeleine e sempre me emociono”, diz Carlinhos Brown. “É uma festa brasileira respeitadíssima, onde essa expressão do sincretismo baiano, tal qual a Lavagem do Bonfim, a Lavagem de Nossa Senhora da Conceição e outras Lavagens. Paris sempre teve as portas abertas para que a gente realizasse isso, colocando em evidência a cultura brasileira. É um encontro lindo entre parisienses, brasileiros e pessoas de todo o mundo”.
Franceses, brasileiras e brasileiros, pessoas de diferentes nacionalidades, misturam-se nas ruas da capital francesa dançando ao ritmo dos atabaques. O evento acontecerá entre os dias 7 e 10 de setembro. Carlinhos Brown se apresenta no último dia, a partir das 12h, quando uma multidão se concentra na “Place de La République”, no centro de Paris, e segue desfilando pelas ruas, fechando em grande estilo o verão parisiense.
Foto: Antonio Cançado de Araujo
Entre as atrações, o cantor e compositor baiano, Juliann Tavares, antecede o show de Brown, levando a energia dos seus hits “pop-latino” para o público. O desfile acontece pelas ruas de três bairros de Paris: sai da Praça da República, passa pela Ópera Garnier até chegar na Igreja de “la Madeleine”, às 15h, quando artistas e manifestações culturais se apresentam na praça da Madeleine.
Nessas duas décadas, o evento criado peloartista Roberto Chaves, o Robertinho, já atraiu grandes artistas brasileiros e internacionais, como Margareth Menezes e a participação doator francês Vincent Cassel como padrinho oficial da festa há sete anos. A Rota dos Escravizados da Unesco será filmada por mais um ano pela cineasta Liliane Mutti para o longa-metragem intitulado “Madeleine à Paris”, que conta a história da Lavagem de Madeleine e tem o idealizador como protagonista.
“É um evento de resistência cultural do povo negro e quilombola”, explica Robertinho. “A mensagem da lavagem é de paz, contra a intolerância religiosa e por respeito a todos os povos e crenças. É mostrar o Brasil da diversidade na França e no mundo, nossas culturas sem estereótipos. Levamos às ruas o maracatu, a capoeira, o cortejo, o Batala, o samba, para mostrar quem somos, em nossa essência e potência. É um evento feito com muito amor e reconhecido por toda essa simbologia artística e de luta.”
Foto: Antonio Cançado de Araujo
O cortejo reúne manifestações populares de todas as regiões do Brasil, como grupos de samba-reggae, maracatu e escolas de samba. Nos últimos anos, além das Alas das Baianas, tem se destacado o grupo Mulheres da Resistência, que, junto com o ideário popular acerca da santa, deu origem ao hino da Lavagem, intitulado “Madalena abençoar”, composição de Roberto Chaves junto com o cantor e compositor, Charles Theone.
Criado em 1998 ainda na Igreja do Sagrado Coração (Sacré Coeur), o cortejo é para aliviar o seu “banzo” de imigrante. O então dançarino do grupo de lambada Kaoma criou o evento inspirado na tradicional Lavagem do Senhor do Bonfim, em Salvador.
A programação completa está sendo divulgada nas redes sociais: acesse aqui!
Foi publicado hoje no Instagram da Puma um vídeo que mostra Rihanna em um local que parece ser um estúdio com a legenda: “Uma nova era #FENTYxPUMA está chegando.”. O vídeo é uma prévia do que veremos da colaboração entre a Fenty e a Puma, anunciada em março deste ano e que deve ser colocada à venda em breve.
No início de 2023, o CEO da Puma, Arne Freundt, fez um comunicado nas redes sociais, onde escreveu She’s back” (Ela está de volta). A frase fazia referência à nova colaboração entre a empresa da cantora Rihanna. A nova coleção “Fenty x Puma” será lançada quase 10 anos depois que a artista atuou como diretora criativa da marca de esportes. Não foram divulgados novos detalhes sobre a coleção.
A empresária e cantora fez sua última aparição em público no mês de junho. Apesar de estar distante dos holofotes desde o suposto nascimento do filho caçula, Rihanna continua lançando novidades através da Fenty. No início de agosto, a linha Savage x Fenty lançou novas roupas de maternidade. “A nova cápsula da maternidade traz confiança e conforto para as mães em todas as etapas de suas jornadas”, disse ela. . “Quero lembrar às pessoas que você ainda pode canalizar a sensualidade e se sentir bem enquanto mãe”, disse na oportunidade.