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IZA e Yuri Lima terminam relacionamento: “Aconteceu de forma respeitosa e amigável”

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Foto: reprodução

O relacionamento entre a cantora IZA e o ex-jogador de futebol Yuri Lima chegou ao fim. A informação foi confirmada pela assessoria da artista nesta terça-feira (7), que emitiu um comunicado oficial:

“IZA e Yuri Lima não formam mais um casal. A separação aconteceu de forma respeitosa e amigável. Ambos seguem comprometidos com o amor, o cuidado e a criação da filha Nala, sempre com carinho, parceria e responsabilidade.”

O término ocorre após um histórico de idas e vindas entre o casal. Em julho de 2024, IZA revelou publicamente que havia sido traída por Yuri durante sua gravidez, o que levou ao rompimento temporário do relacionamento. No entanto, em janeiro de 2025, o casal reatou, com Yuri assumindo a paternidade e se afastando do futebol para se dedicar à família.

Recentemente, especulações sobre um possível novo término ganharam força quando Yuri Lima apagou todas as fotos com IZA de suas redes sociais e publicou uma imagem com a filha do casal, Nala, com a legenda “Família”. Essa atitude reacendeu os rumores sobre o fim do relacionamento.

Até o momento, nenhum dos dois se pronunciou publicamente além da nota oficial divulgada pelas assessorias. A pequena Nala, filha do casal, completará 1 ano no próximo dia 13 de outubro.

Curso gratuito oferece aulas técnicas sobre o café e os saberes de povos tradicionais e de matriz africana

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Sulamita Santos (Foto: Divulgação)

Presença marcante na cultura alimentar brasileira, o café é o foco do projeto Café e Tradição, que une o conhecimento técnico sobre o grão aos saberes dos povos tradicionais e de matriz africana em aulas gratuitas realizadas nas cidades Paulista e Recife, em Pernambuco. (Inscrições aqui)

O projeto foi idealizado por Sulamita Santos, barista, chef de cozinha e produtora cultural reconhecida pela valorização da herança afro-indígena e sua relação com a culinária. O ‘Café e Tradição’ busca fortalecer o vínculo entre ancestralidade e mercado. “Nosso objetivo é compartilhar técnicas, informações e a importância da tradição do mundo do café na nossa cultura alimentar brasileira, fortalecendo a prática ancestral em um mercado que cresce cada vez mais”, afirma Sulamita.

A formação oferece um curso livre de iniciação ao café especial, a mais alta categoria de qualidade, com aulas em terreiros de Candomblé e de Jurema Sagrada, além de uma torrefação. Os encontros abordam temas como origem, cultivo, classificação, torra e extração do grão, promovendo uma imersão que conecta a bebida às tradições religiosas e culturais. Os participantes também aprendem, na prática, os segredos por trás da xícara perfeita.

São duas turmas gratuitas em outubro e novembro, a primeira já com inscrições abertas até amanhã, 8 de outubro.

Programação e vagas 

Cada turma do Café e Tradição terá 20 pessoas, com vagas preferenciais para pessoas pretas, comunidades de terreiro, LGBTQIAPN+, periféricas e em situação de vulnerabilidade – uma ação que promove a representatividade e a formação de profissionais qualificados em café nestas populações. 

O primeiro grupo recebe inscrições até 08/10 por formulário no perfil de Instagram do projeto @cafe_e_tradicao. As aulas acontecem nos dias 11, 18 e 22 de outubro, na seguinte programação: 

  • 11 e 18/10, das 13h às 17h – Casa de Candomblé Ilê Asé Alàdá Méjì Olà Opó Ewê Ilê, no Paulista 
  • 22/10, das 16h às 19h – Café e Livraria Jaqueira, Recife Antigo 

A segunda turma, com inscrições no início de novembro também pelo Instagram do projeto, tem dois encontros em outro espaço religioso: 

  • 15 e 22/11, das 13h às 17h – Casa de Jurema Sagrada Axé Tanidé, no Paulista · 26/11, das 16h às 19h – Café e Livraria Jaqueira, Recife Antigo 

As duas primeiras aulas de cada turma trazem a história, cultivo, qualidade e extração do café. O babalorixá Assis Oluaféfé vai abordar o grão no seu contexto religioso; já o barista e chef George Luis conduz uma oficina prática em seis métodos de preparo de café. O curso também terá harmonizações da bebida com comidas inspiradas no canjerê dos pretos velhos, a exemplo dos bolos manuê e de milho, tapioca, banana cozida, batata doce e mandioca. A última sessão traz uma experiência de torra de café especial e extração do espresso. 

Quem faz o Café e Tradição 

Sulamita Santos 

Atua desde 2017 com cultura alimentar e as influências da diáspora africana na comida. Sulamita é produtora cultural, chef de cozinha e barista, e está à frente da cozinha itinerante Cabocla Delícias. Em 2024, ela foi palestrante na Semana Internacional do Café, o maior evento do setor no país. No Paulista, Sulamita coordena o projeto “Nossos Passos Vêm de Longe”, que já ensinou mais de 500 estudantes da rede municipal sobre cultura alimentar e ancestralidade, e integra o Conselho Municipal de Políticas Públicas de Igualdade Racial. 

Sulamita Santos (Foto: Divulgação)

Assis Oluaféfé 

Babalorixá do Ilê Asé Iyá Mi Kunlé Akoloyá – Casa das Duas Rainhas, possui mais de 30 anos de atuação em iniciativas sociais e culturais. É escritor premiado pela plataforma Wattpad em 2016 com a obra “Orun-Aiyê: Guerra Santa”, educador social, cozinheiro de terreiro, produtor cultural, pesquisador das religiões afro-indígenas, fundador e diretor do Ponto de Cultura Movimento Sociocultural Manajé. Recebeu o título de Doutor Honoris Causa em 2023 pela FEBRAICA e integra o Conselho de Política de Promoção da Igualdade Racial do Paulista. 

Assis Oluaféfé (Foto: Divulgação)

Chef George Luis 

George Luis é barista profissional, instrutor em cursos de cozinha e de formação de baristas no SENAC-PE, sommelier de cervejas pelo Instituto Ceres, especialista em cuisine à la bière (cozinhando com cerveja) e consultor. De Recife, com raízes fincadas também no sertão, tem como grande ideal oferecer uma experiência gastronômica que seja capaz de fixar memórias através da harmonização entre comidas, bebidas, cultura e sentimentos. 

Chef George Luis (Foto: Divulgação)

Locais das aulas 

  • Casa de Candomblé Ilê Asé Alàdá Méjì Olà Opó Ewê 

Rua Tailândia n 1791 Pau Amarelo, Paulista 

  • Casa de Jurema Sagrada Axé Tanidé 

Rua Hosana Alves do Nascimento N° 1002 Janga Pernambuco 

  • Café e Livraria Jaqueira – Unidade Recife Antigo 

Rua Hosana Alves do Nascimento 1002 para a R. Me. de Deus, 110 – Recife, PE, 50030-030 

Instagram apresenta ‘Rings’, o “Oscar” da criatividade digital; Spike Lee e Yara Shahidi integram o júri

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Fotos: Divulgação

O Instagram anunciou nesta terça-feira (7) “Instagram Rings”, sua primeira premiação global dedicada a celebrar os criadores que moldam a cultura e inspiram milhões de pessoas na plataforma da Meta. A ideia é reconhecer quem ousa, inova e se expressa de forma autêntica no universo digital.

“Sentimos que era hora de criar um prêmio que reconhecesse as pessoas que se arriscam criativamente em nossa plataforma. Essas pessoas são catalisadoras culturais e geram conversas e, ao fazer isso, incentivam as pessoas a se expressarem também”, explicou Eva Chen, chefe de parcerias de moda do Instagram e uma das idealizadoras do projeto.

Entre os jurados do prêmio estão grandes nomes da cultura global, como o cineasta Spike Lee, a atriz Yara Shahidi, a maquiadora Pat McGrath, o youtuber Marques Brownlee, designer Marc Jacobs, o artista KAWS e a estilista Grace Wales Bonner, responsável pelo design dos anéis físicos entregues aos vencedores. “É uma honra ser jurado do primeiro prêmio anual Rings do Instagram, que celebra os criadores que arriscam sem limites, contam histórias com sua própria voz e criam CULTURA”, declarou Spike Lee em seu perfil.

Yara Shahidi também destacou o impacto da iniciativa: “Para mim, Instagram é onde a criatividade e a comunidade se encontram. Estou honrada em ser jurada do primeiro RINGS AWARD, celebrando os criadores que ultrapassam limites, arriscam e têm o mesmo espírito imaginativo que me inspira.”

Apenas 25 criadores serão homenageados entre os mais de três bilhões de usuários ativos da plataforma. Além do anel físico, cada vencedor receberá um anel digital dourado que personaliza o círculo dos seus Stories — um símbolo visível de reconhecimento dentro do app — e a possibilidade de customizar o fundo de seus perfis, privilégio inédito. A lista de vencedores será divulgada no dia 16 de outubro.

Com o Rings, o Instagram entra para o hall das grandes premiações culturais, ao lado de eventos como o Oscar, o Emmy e o Grammy. A plataforma espera que o prêmio se torne uma tradição anual, celebrando a criatividade e a diversidade que definem a experiência digital de uma nova geração.

Uma em cada seis crianças de até 6 anos foi vítima de racismo no Brasil; maioria dos casos ocorre em creches e pré-escolas

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Foto: Unplash

Uma em cada seis crianças de até 6 anos de idade foi vítima de racismo no Brasil. As creches e pré-escolas são os locais onde ocorreu a maior parte desses crimes. Os dados são do Panorama da Primeira Infância: o impacto do racismo, pesquisa nacional encomendada ao Datafolha pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal – organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância -, divulgada nesta segunda-feira (6).

A pesquisa ouviu 2.206 pessoas, sendo 822 responsáveis pelo cuidado de bebês e crianças de 0 a 6 anos. Os dados foram coletados em abril deste ano, por meio de entrevistas presenciais realizadas em pontos de grande fluxo populacional.

Os dados coletados mostram que 16% dos responsáveis por crianças de até 6 anos afirmam que elas já sofreram discriminação racial. A discriminação é maior quando os responsáveis são também pessoas de pele preta ou parda. Entre elas, esse índice chega a 19%, enquanto entre crianças com responsáveis de pele branca a porcentagem é 10%.

Separados por idade, 10% dos cuidadores de crianças de até 3 anos de idade afirmam que os bebês e crianças sofreram racismo e 21% daqueles com crianças de idade entre 4 e 6 anos relatam que elas foram vítimas desse crime.

Onde ocorreram os casos 

A pesquisa revela ainda que creches e pré-escolas foram os ambientes mais citados como locais onde crianças já sofreram discriminação racial – 54% dos cuidadores afirmam que as crianças vivenciaram situações desse tipo em unidades de educação infantil, sendo 61% na pré-escola e 38% nas creches.

Pouco menos da metade dos entrevistados, 42%, afirmam que o crime ocorreu em espaços públicos, como na rua, praça ou parquinho; cerca de 20% dizem que ocorreu no bairro, na comunidade, no condomínio ou vizinhança; e 16% contam que ocorreu na família. Espaços privados, como shopping, comércio e clube, aparecem entre os locais citados por 14% dos entrevistados, seguidos por serviços de saúde ou assistenciais (6%) e por igrejas, templos e espaços de culto (3%).

Quando perguntados sobre como percebem o racismo praticado contra bebês e crianças, a maior parte dos responsáveis entrevistados (63%) acredita que pessoas pretas e pardas são tratadas de forma diferente por causa da cor da pele, do tipo de cabelo e de outras características físicas. Outros 22% acreditam que, embora exista racismo, é raro que crianças na primeira infância, ou seja, com idade até 6 anos, sejam vítimas desse crime. Na outra ponta, 10% acreditam que a sociedade brasileira praticamente não é racista e 5% desconhecem o assunto.

Impactos do racismo

O estudo mostra que o racismo sofrido por bebês e crianças tem impacto no desenvolvimento delas. “O racismo é um dos fatores que compõem as chamadas experiências adversas na infância, vivências que expõem a criança ao estresse tóxico, que interferem em sua saúde física e socioemocional e no seu desenvolvimento integral”, afirma o texto.

Segundo a pesquisa, creches e pré-escolas são os espaços de maior oportunidade de prevenção e proteção contra a discriminação. Para isso, é fundamental que a educação infantil conte com profissionais preparados e materiais adequados para a educação das relações étnico-raciais.

“É dever de toda a sociedade reconhecer e combater o racismo e promover uma educação antirracista desde cedo, como determina a Lei nº 10.639/2003, garantindo proteção às crianças na primeira infância contra qualquer forma de discriminação e violência”, diz o estudo.

A Lei 10.639/2003 estabelece que os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira sejam ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, ou seja, em todas as etapas de ensino, da educação infantil ao ensino médio. A lei, no entanto, não é cumprida. Uma pesquisa divulgada em 2023 mostra que sete em cada dez secretarias municipais de Educação não realizaram nenhuma ação ou poucas ações para implementação do ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas.

Fonte: Agência Brasil

‘Jogo Sujo’, estrelado por LaKeith Stanfield, lidera o Top 1 do Prime Video no Brasil

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Foto: Jasin Boland_Prime © Amazon Content Services LLC

O novo filme de ação ‘Jogo Sujo’, estrelado por LaKeith Stanfield (Atlanta) e Mark Wahlberg, estreou no Prime Video na semana passada e já conquistou o público brasileiro, alcançando o Top 1 entre os títulos mais assistidos da plataforma no país nesta semana.

Na trama, Parker (Wahlberg), um ladrão experiente, planeja o maior roubo de sua carreira ao lado de Grofield (Stanfield), Zen (Rosa Salazar) e uma equipe habilidosa. O que parecia um golpe perfeito acaba se transformando em um perigoso confronto com a máfia de Nova York, em uma narrativa que mistura ação, inteligência e humor ácido, marcas registradas do diretor.

O elenco conta ainda com Keegan-Michael Key (Corra), Chukwudi Iwuji (Pacificador), Nat Wolff, Thomas Jane e Tony Shalhoub.

Dirigido por Shane Black e roteirizado por Shane Black, Charles Mondry e Anthony Bagarozzi, a série é inspirada na série de livros de Richard Stark. A produção reúne nomes de peso como Jules Daly, Marc Toberoff e James W. Skotchdopole, com Susan Downey e Robert Downey Jr. entre os produtores executivos.

A psicologia negra no Brasil: celebrando a conquista de espaços e histórias

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Cintia Aleixo (Foto: Divulgação)

Cíntia Aleixo celebra um momento marcante em sua carreira e na história da psicologia brasileira. Após 25 anos desde que entrou na faculdade, Cíntia reflete sobre a evolução do setor e expressa seu orgulho ao testemunhar a ascensão de psicólogos e psicólogas negras, que estão moldando a prática clínica e trazendo uma nova perspectiva à saúde mental. “É uma vitória ver tantos profissionais competentes e dedicados fazendo a psicologia preta acontecer com paixão e compromisso”, afirma.

Hoje, as vozes de psicólogos e psicólogas negras estão mais presentes do que nunca. Esses profissionais têm demonstrado ser agentes de transformação, capacitando suas comunidades a abordar questões que vão além do tratamento clínico e se aprofundam nas realidades sociais, culturais e raciais. Essa psicologia racializada não só valida as experiências dos pacientes, mas também proporciona um espaço seguro e acolhedor para discutir temas essenciais, como identidade, ancestralidade e os impactos do racismo.

A contribuição desses profissionais se reflete diretamente no bem-estar emocional e mental da população negra. Cíntia destaca que a presença crescente de psicólogos e psicólogas negras não apenas enriquece o campo da psicologia, mas também é fundamental para a construção de uma nova narrativa de cura e empoderamento. “Estamos quebrando ciclos de sofrimento e oferecendo ferramentas para que as pessoas possam se amar e se aceitar”, afirma.

A psicologia no Brasil é agora uma paleta de cores e identidades diversas. Cíntia enfatiza que a cor da psicologia vai além do azul tradicional; ela envolve uma rica tapeçaria de vozes que clamam por justiça e cuidado. “Trabalhamos para criar um ambiente que acolhe a diversidade e promove a inclusão na saúde mental” diz ela, ressaltando a importância de cada profissional contribuindo para um campo mais equitativo.

Cíntia conclui com um chamado importante para todos os psicólogos negros do Brasil: “Vamos continuar a nos unir e levantar nossas vozes em prol de uma psicologia que reflita a diversidade e a riqueza das experiências humanas. É hora de celebrar nossas conquistas e avançar juntos, construindo um futuro onde cada pessoa seja vista e ouvida.”

À medida que celebramos as vitórias alcançadas ao longo dos anos, é essencial reconhecer o impacto da psicologia negra no Brasil e a importância de fortalecer essa presença. O caminho já está trilhado, e o futuro é promissor, repleto de oportunidades para continuar fazendo a psicologia acontecer!

“Fiquei mais frágil”: IZA diz que se afastou das redes sociais após exposed envolvendo Yuri Lima

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Foto: reprodução

A cantora IZA, prestes a lançar seu novo álbum de reggae, concedeu entrevista à Revista Ela do Jornal O Globo em 5 de outubro de 2025, na qual falou sobre os desafios pessoais e profissionais enfrentados nos últimos anos. Aos 35 anos, IZA acumula dois álbuns lançados — Dona de Mim e Afrodhit —, quatro indicações ao Grammy e mais de 21 milhões de seguidores no Instagram. Recentemente, iniciou a divulgação de seu terceiro disco, com foco no reggae, incluindo os singles “Caos e Sal” e “Tão Bonito”.

Em julho de 2024, durante a gravidez de sua filha Nala, IZA publicou um vídeo expondo a traição do ex-companheiro Yuri Lima. Meses depois, o casal reapareceu junto, mas a cantora optou por não anunciar a reconciliação. O episódio gerou intensa repercussão nas redes sociais, com julgamentos, discursos de ódio e declarações de apoio.

Em entrevista à Revista Ela do Jornal O Globo, IZA discutiu maternidade, ancestralidade, religiosidade e os desafios de lidar com a exposição pública nas redes sociais. Sobre como o episódio do vídeo polêmico envolvendo Yuri Lima impactou seu equilíbrio emocional, a cantora disse:

“Não estou lidando nem vendo (os comentários). Entendo que muito do que se fala é reflexo da preocupação que as pessoas têm comigo, mas há quem só queira incitar o ódio. Recebi a notícia uma hora antes de gravar o vídeo. Me senti em perigo, essa foi a real. Estava grávida, cheia de hormônios. É complicado abrir a vida para pessoas que te amam e para aquelas que não te amam. Porém, enquanto mulher, não me arrependo do que fiz. Lembro de ter conversado com uma professora de ioga, que comecei a praticar na gravidez. Certa vez, ela me disse: “Quando a gente está grávida, não tem de segurar nada”. Peguei aquilo e guardei. Naquela situação, não foi diferente. É claro que já me culpei, mas fiz o que estava ao meu alcance. Hoje, me sinto mais madura para lidar com as coisas de outra forma.”

Sobre como a exposição nas redes sociais afetou seu equilíbrio emocional, IZA acrescentou:

“Sendo muito sincera, acho que fiquei mais frágil. As pessoas falam: ‘IZA não acessa as redes sociais, não olha (os comentários). Isso é tão adulto’. Não é adulto, é só fragilidade mesmo. Estou fugindo. A gente não sabe o tamanho que a internet tem na nossa vida até algo nesse sentido acontecer. Partimos do princípio de que as pessoas pensam antes de escrever, mas na verdade, não. E as palavras podem bater em mim de uma forma mais profunda do que deveria. Para eu estar superconectada, preciso me sentir muito bem porque sei que vou me deparar com todo o tipo de coisa.”

A cantora explicou que se afastou das redes sociais para preservar seu equilíbrio emocional, afirmando que a exposição e os comentários públicos a afetaram profundamente. Durante a entrevista, ela também falou sobre a maternidade, destacando as dores e alegrias de criar Nala, e como essa experiência trouxe plenitude e aprendizado.

Além disso, IZA abordou sua conexão com a ancestralidade e a religiosidade, mencionando a influência de sua mãe e avó, mulheres religiosas, e relatou como a espiritualidade se manifesta em seu trabalho, especialmente no reggae, gênero que considera uma filosofia de amor, paz e reflexão política.

A entrevista também trouxe detalhes sobre os desafios físicos e profissionais enfrentados após a gestação, incluindo a adaptação da voz e cuidados com o corpo, e reforçou como IZA vem lidando com a visibilidade pública e o patrulhamento nas redes sociais.

Girassol: Toni Garrido gera polêmica ao mudar a letra de um clássico do Cidade Negra

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Foto: reprodução

Em 4 de outubro de 2025, durante sua participação no programa Altas Horas, o cantor Toni Garrido anunciou uma alteração na letra de “Girassol”, um dos maiores sucessos da banda Cidade Negra, lançado em 2002 no álbum Acústico MTV: Cidade Negra. O verso original, “Já que, pra ser homem, tem que ter a grandeza de um menino, de um menino”, foi substituído por “Já que, pra ser homem, tem que ter a grandeza de uma menina, de uma mulher”.

Toni Garrido explicou que, após anos interpretando a música, percebeu que o trecho original poderia ser interpretado como “hétero, machista, top, horrível”. Ele afirmou que a alteração foi uma forma de homenagear as mulheres e refletir sobre os valores atuais. Em suas palavras:

“A arte é livre. No meu entendimento, na minha brincadeira amorosa eu queria homenagear as mulheres.”

Garrido também enfatizou que a mudança não visa impor uma nova versão aos fãs, mas sim oferecer uma interpretação alternativa da canção. Ele destacou que a arte é livre e que a música pode ser apreciada em ambas as versões.

Da Ghama, coautor de “Girassol” e ex-integrante da banda, expressou descontentamento com a alteração. Em suas redes sociais, ele questionou: “Hétero, machista? Como assim?”, negando qualquer intenção machista na letra original. Ele afirmou que se sentiu desrespeitado como compositor e ressaltou que a música sempre teve a intenção de criticar homens que provocam guerras e violência, não de reforçar padrões de gênero excludentes.

A mudança gerou discussões nas redes sociais e na mídia. Alguns fãs elogiaram a postura de Garrido, reconhecendo sensibilidade social e compromisso com valores inclusivos. Outros criticaram a alteração, afirmando que a letra original tinha valor poético e simbólico. A divergência de opiniões destaca o impacto da música na sociedade e a importância da interpretação artística.

Africarioca, salão idealizado por Lucas Preto, inaugura nova unidade e lança shampoo para dreads

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A Africarioca, salão idealizado por Lucas Preto, criador da técnica artesanal Baldlocs – que aplica dreads em pessoas com calvície -, dá mais um passo em sua trajetória ao inaugurar um novo espaço no coração da Pequena África, no Centro do Rio de Janeiro, e lançar seu primeiro shampoo exclusivo para dreads. O evento de abertura aconteceu no último sábado, 4 de outubro, celebrando a união entre cultura negra, música e cuidado capilar.

O novo salão amplia a proposta da Africarioca de transformar cabelo em expressão de identidade e ancestralidade, ao mesmo tempo em que mantém a essência da marca criada em 2018, no quintal da sogra de Lucas Preto, em Santa Cruz.

O shampoo Africarioca chega como o primeiro produto da marca pensado especialmente para dreads. Com pH de 7,5 a 8,0, ele limpa profundamente, ajuda na compactação dos fios e traz a refrescância do mentol com aroma marcante, sem agredir os cabelos. Desenvolvido após pesquisa detalhada e registro na Anvisa, estará disponível nos salões Africarioca de Santa Cruz e Pequena África e no e-commerce da marca.

“Desde o salão no quintal da minha sogra até esta nova fase, a Africarioca sempre foi sobre identidade e autoestima. Inaugurar um espaço sofisticado na Pequena África e lançar um shampoo que atende de forma tão precisa quem usa dreads é uma maneira de reafirmar que beleza, ancestralidade e inovação podem caminhar juntas. Sinto orgulho de poder ser uma referência para minha comunidade e inspirar outros a valorizarem suas raízes e sua identidade”, diz Lucas Preto, fundador da marca.

Reconhecida pela técnica Baldlocs e pelo projeto itinerante Africarioca na Estrada, a marca se consolidou como referência em estética negra e formação de profissionais em todo o país. A nova unidade fica na Rua dos Andradas, 129.

iFood investe R$ 2 milhões em tecnologia educacional da Fundação 1Bi para ampliar acesso à educação pública

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Kelly Baptista, presidente da Fundação 1Bi (Foto: Divulgação)

O iFood anuncia um investimento de R$ 2 milhões na Fundação 1Bi ao longo dos próximos 12 meses, com o objetivo de impulsionar tecnologias educacionais e expandir o alcance da plataforma AprendiZAP, voltada a estudantes e professores da rede pública. A iniciativa busca levar inovação e personalização ao ensino, fortalecendo a educação digital em comunidades em situação de vulnerabilidade.

Para Kelly Baptista, presidente da Fundação 1Bi, o aporte representa uma oportunidade de fazer a diferença na educação pública brasileira. “Essa nova fase do nosso trabalho com o iFood representa um marco importante para a educação pública brasileira. Com o apoio da empresa, vamos continuar desenvolvendo soluções tecnológicas que realmente fazem a diferença no dia a dia de alunos e professores em todo o país. Nosso objetivo é levar inovação, personalização e eficiência para dentro das escolas, contribuindo para uma aprendizagem mais significativa e inclusiva”, afirma.

O investimento será direcionado ao desenvolvimento de novos módulos de aprendizado, à formação continuada de educadores e à expansão nacional da plataforma, incluindo recursos como a inteligência artificial Mari IA, o recurso “Minhas Conquistas” e ferramentas de geração automática de provas personalizadas. A versão AprendiZAP Encceja, voltada a quem deseja concluir o Ensino Médio, também será fortalecida, tornando a plataforma ainda mais acessível a públicos diversos.

Criada em 2019, a Fundação 1Bi já impactou gratuitamente mais de 5,4 milhões de pessoas e planeja atingir 7 milhões de alunos e professores até janeiro de 2026, consolidando-se como referência na transformação da educação pública no país.

“Para o iFood, investir em educação é investir no futuro do Brasil. Acreditamos que a tecnologia pode ser uma grande aliada na superação das desigualdades educacionais e no fortalecimento da escola pública. Nosso objetivo é contribuir com soluções concretas para transformar a educação em uma ferramenta real de mobilidade social”, afirma Luana Ozemela, vice-presidente de Impacto e Sustentabilidade da empresa.

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