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Romário devolverá salário de senador referente à Copa

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Romário participa de sessão do Senado
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Romário (PL-RJ) anunciou que devolverá o salário referente ao período em que acompanha a Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos. A decisão foi comunicada nesta terça-feira (1º), após o parlamentar ser alvo de críticas nas redes sociais por conciliar o mandato no Senado com o trabalho como comentarista esportivo durante o torneio.

Em ofício encaminhado à Presidência do Senado, Romário solicitou a suspensão do pagamento de sua remuneração entre 11 de junho e 19 de julho, período correspondente à realização da competição. Atualmente, a remuneração bruta de um senador é de R$ 46.366,19 por mês.

Segundo a Agência Senado, caso algum valor seja creditado nesse intervalo, o montante será devolvido aos cofres públicos.

A declaração foi feita durante sessão plenária por videoconferência. Na ocasião, Romário afirmou que decidiu não solicitar licença do mandato para manter a possibilidade de participar das votações no Senado enquanto acompanha a Copa do Mundo.

O parlamentar também declarou apoio à PEC 221/2019, proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. Romário afirmou que votará favoravelmente ao texto caso ele seja pautado no Plenário e disse que a participação remota permitirá registrar seu voto.

“Votarei pelo fim da escala 6×1. O dia da votação ainda não foi marcado. Pelo compromisso que assumi de votar favoravelmente a essa matéria é que decidi não tirar licença no Senado no período em que estou acompanhando a Copa. A tecnologia moderna permite que eu me conecte por vídeo, como estou fazendo agora, e dê o meu voto”, afirmou o senador, segundo a Agência Senado.

Viih Tube cria reality com funcionários da casa e inclui provas com busca de moedas em vaso sanitário e lixeira

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Foto: reprodução redes sociais Viih Tube

Viih Tube e Eliezer lançam reality com 11 funcionários da casa, que disputam prêmios em dinheiro nas provas dentro da própria residência do casal.

A influenciadora e ex-BBB Viih Tube lançou, na terça-feira (30), o reality show “As Patroas”, produção em que 11 funcionários da residência dela e do marido, Eliezer, disputam prêmios em dinheiro e benefícios ligados à própria rotina de trabalho. Na prova de estreia, os empregados precisaram procurar moedas escondidas pela casa, incluindo dentro de um vaso sanitário e em uma lixeira de banheiro.

O elenco de participantes é formado por babás, governanta, motorista, cozinheira, lavadeira e auxiliar geral, colaboradores que atuam na rotina doméstica do casal, incluindo o cuidado dos filhos, Lua e Ravi. Segundo apuração do g1, todos os funcionários foram obrigados a participar das gravações, sob risco de eliminação imediata em caso de recusa. Essa é a única forma de exclusão prevista no formato, já que o programa não elimina participantes pelo desempenho nas provas semanais, vencidas por acúmulo de pontos.

Na dinâmica de estreia, os participantes tiveram dez minutos para encontrar o maior número possível de moedas escondidas em móveis, no lago artificial da propriedade, em vasos sanitários e em lixeiras de banheiro. O motorista da família, identificado como Anderson, reagiu ao localizar os objetos dentro do vaso durante as gravações e, em seguida, revirou uma lixeira em busca de mais peças. A vencedora da prova foi a babá Vilma, premiada com R$ 1 mil, 10 pontos e o direito de escolher entre uma massagem, um jantar em restaurante ou entrada uma hora mais tarde no trabalho durante a semana.

O primeiro colocado da disputa geral receberá R$ 20 mil somados ao valor acumulado nas provas semanais, enquanto o segundo colocado ficará apenas com a quantia obtida nos desafios. O terceiro lugar será contemplado com uma motocicleta. A soma dos prêmios distribuídos ao longo do programa chega a R$ 60 mil. O formato semanal é dividido em duas dinâmicas: às terças-feiras, os participantes disputam o “desafio do CLT”, que rende R$ 1 mil e 10 pontos ao vencedor, além do título de “patroa da semana”, acompanhado de uma regalia escolhida pelo público; aos sábados, ocorre a dinâmica “lavando roupa suja”, cujo funcionamento ainda não foi detalhado pelo casal.

O lançamento do reality provocou reações críticas entre usuários de redes sociais, que questionaram a exposição dos funcionários em provas associadas a tarefas consideradas degradantes. Um internauta descreveu a iniciativa como desumana diante da exigência de que os empregados colocassem a mão dentro do vaso sanitário durante a disputa. Outros comentários citados pelo mesmo veículo levantaram a distinção entre a ausência de obrigatoriedade formal na participação e a posição hierárquica que caracteriza a relação entre patrões e funcionários dentro de uma competição televisiva.

Em depoimento reproduzido pelo g1 e pela CNN Brasil, Viih Tube afirmou que a concepção do reality partiu dela. Sobre o impacto da gravação na rotina de trabalho da equipe, a influenciadora declarou que a produção atrapalharia parcialmente o expediente, mas que nem tudo se resume ao trabalho.

Victor Willis, vocalista e cofundador do Village People, morre aos 74 anos

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Foto: Getty Imagens/reprodução

Cantor faleceu na segunda-feira, 30 de junho, um dia antes de completar 75 anos, vítima de doença descrita pela banda como curta e agressiva

Victor Willis, vocalista original e cofundador do Village People, morreu na segunda-feira, 30 de junho, aos 74 anos, um dia antes de completar 75. A informação foi confirmada pela família do músico, que atribuiu a morte a uma doença curta e agressiva. O anúncio foi feito por meio de comunicado publicado nas redes sociais oficiais da banda, sem detalhamento sobre a causa exata do óbito.

Willis foi o intérprete original de sucessos que projetaram o Village People como um dos grupos mais populares da disco music nos anos 1970, incluindo “Y.M.C.A.”, “In the Navy” e “Go West”, todos co-escritos por ele. Nascido em São Francisco, filho de um pregador batista, desenvolveu a voz cantando na igreja do pai. Formado em atuação e dança, mudou-se para Nova York e integrou o Negro Ensemble Company, companhia que o levou a atuar em produções da Broadway, incluindo a montagem original de “The Wiz”, em 1976.

A carreira do cantor tomou novo rumo após o encontro com o produtor francês de discos Jacques Morali, que o convidou para liderar um projeto musical com potencial de sucesso comercial. O primeiro álbum do Village People foi lançado em julho de 1977, e Willis assinou a composição dos maiores hits do grupo. “Y.M.C.A.”, lançada em 1978, tornou-se a canção definidora da banda e foi seguida pelos sucessos “In the Navy” e “Go West”.

Em março de 2020, a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos incluiu “Y.M.C.A.” no National Recording Registry, definindo a faixa como um fenômeno cultural americano. No ano seguinte, a canção entrou para o Grammy Hall of Fame.

Willis deixou o Village People em 1980, período em que o grupo se preparava para o filme “Can’t Stop the Music”, ao qual ainda contribuiu com letras para duas faixas. Retornou brevemente à formação e saiu novamente em 1983. Nos anos seguintes, enfrentou dependência química e ingressou na clínica Betty Ford em 2007 para tratamento. Em maio de 2012, venceu uma disputa judicial considerada um marco na aplicação do Copyright Act de 1976, legislação que permite a artistas reivindicar os direitos autorais sobre obras próprias após determinado período.

Em 2017, Willis fechou acordo extrajudicial com Henri Belolo, sócio de Morali, e retomou o posto de vocalista principal do grupo, à frente de um novo capítulo que incluiu o lançamento do álbum “A Village People Christmas”, em 2018.

O Village People voltou ao centro do debate cultural nos últimos anos após o uso recorrente de “Y.M.C.A.” em comícios do presidente americano Donald Trump, que prestou homenagem ao cantor após a confirmação da morte. Em publicação na rede Truth Social, Trump classificou Willis como “a great and happy guy” e afirmou que pensará no músico sempre que a canção for tocada. Willis chegou a se apresentar pessoalmente em um evento pré-posse do republicano, em janeiro de 2025.

Ao longo da carreira, o cantor também se posicionou publicamente contra a interpretação de “Y.M.C.A.” como hino da comunidade LGBTQ+, afirmando em entrevistas que a leitura partia de suposições equivocadas sobre a letra da música, composta a partir de referências à sede da associação cristã em áreas urbanas de São Francisco.

Victor Willis deixa a esposa, Karen Huff Willis, que também confirmou a morte do marido em publicação nas redes sociais. A banda não informou até o momento se haverá cerimônia pública em homenagem ao cantor.

Danny Glover revela diagnóstico de Alzheimer aos 79 anos: “Quero dizer que A vida continua”

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Foto: Getty Imagens

O ator norte-americano de 79 anos compartilhou detalhes sobre o tratamento recebido desde 2023 e ressaltou a importância de manter a atividade e o convívio familiar durante o processo de gerenciamento da saúde

O ator e ativista norte-americano Danny Glover revelou publicamente, em entrevista exclusiva publicada pela revista People nesta quarta-feira, o diagnóstico de Alzheimer que recebeu em 2023. O artista de 79 anos e seu núcleo de apoio familiar compartilharam detalhes sobre a rotina de cuidados na residência da família, localizada em San Francisco, na Califórnia. A decisão de falar abertamente sobre a condição neurológica visa oferecer uma perspectiva de continuidade e conscientização sobre a doença, que afeta a memória e as funções cognitivas de milhões de pessoas globalmente.

Durante a entrevista conduzida pela jornalista Janine Rubenstein, o protagonista da franquia Máquina Mortífera alternou momentos de lucidez com reflexões poéticas sobre a própria trajetória. Glover expressou as contradições internas que envolvem a assimilação da doença ao relatar as dificuldades adaptativas. “Ainda não estou aceitando na minha mente todas as partes disso. Há momentos que você continua lembrando e que validam o fato de que você consegue lembrar das coisas. E há momentos que eu nunca esquecerei”, afirmou o ator.

A percepção dos primeiros sintomas ocorreu em 2022 por iniciativa de sua única filha, Mandisa, que notou falhas na capacidade do pai de relatar histórias detalhadas sobre o passado com a precisão habitual. O suporte diário ao artista é composto por sua filha, por cuidadores profissionais e por seu irmão mais novo, Marty, que destacou a dificuldade emocional de presenciar a deterioração provocada pela demência, ressaltando o esforço coletivo para proporcionar a melhor qualidade de vida possível ao irmão.

O reconhecimento internacional de Danny Glover consolida-se por meio de uma carreira cinematográfica de forte impacto político e social no cenário norte-americano. Após estrear na Broadway, o ator ganhou notoriedade em produções consagradas como A Cor Púrpura, dirigida por Steven Spielberg em 1985, e na franquia de ação Máquina Mortífera, iniciada em 1987 ao lado de Mel Gibson. Sua atuação profissional sempre esteve vinculada ao ativismo pelos direitos civis e ao combate ao racismo, o que lhe rendeu o Prêmio Humanitário Jean Hersholt da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em 2022.

A rotina atual de Glover concentra-se nas primeiras horas da manhã, período em que o artista mantém maior clareza mental e se dedica à leitura e ao acompanhamento de programas jornalísticos independentes. A família informou que continuará o trabalho em conjunto com a equipe médica para explorar as opções terapêuticas disponíveis e acompanhar a evolução do quadro clínico. Diante das mudanças impostas pela enfermidade, o ator demonstrou resiliência ao encerrar o depoimento de forma otimista. “Eu ainda tenho a minha filha, tenho amigos. Eu quero apenas dizer que a sua vida continua”, declarou Glover.

Powerlist Mundo Negro 2026: Com quase 20 mil votos, prêmio anuncia vencedoras da quinta edição

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Retrato da cantora Urias com o cabelo crespo volumoso.
Foto: Divulgação

Conheça as dez homenageadas eleitas pelo público e pelo júri técnico que estão redefinindo os rumos da ciência, da cultura, dos negócios e de outras frentes no Brasil.

A Powerlist Mundo Negro – Mulheres Negras Mudam Histórias 2026 anuncia suas dez vencedoras, celebrando trajetórias de excelência que representam o impacto, a criatividade e a liderança de mulheres negras em diversas áreas. A premiação registrou um total de 854 indicações e alcançou a marca histórica de 19.893 votos computados ao longo de suas fases — sendo 5.966 votos na etapa inicial e 13.927 na acirrada etapa final.

A cerimônia de premiação será realizada no dia 31 de julho, no Rio de Janeiro, na sede da L’Oréal Brasil, integrando as celebrações do Julho das Pretas, Latino-Americanas e Caribenhas. O encontro reunirá as homenageadas, executivas, artistas, lideranças e representantes de marcas parceiras comprometidas com o avanço da equidade racial e de gênero no país.

A quinta edição da premiação conta com o patrocínio do Grupo L’Oréal, e da TV Globo, que assina a parceria com a marca de sua novela das seis, A Nobreza do Amor.

Reforçando o compromisso do Mundo Negro em dar visibilidade a histórias que inspiram e transformam, a edição de 2026 reconheceu as premiadas em duas frentes complementares: o júri técnico formado por nove mulheres negras, incluindo a atriz Taís Araujo e a jornalista Flávia Oliveira, responsáveis por cinco categorias, e a votação popular, que mobilizou milhares de votos na escolha de outras cinco categorias.

Entre as homenageadas pelo júri técnico estão a consagrada escritora Conceição Evaristo (@conceicaoevaristooficial), reconhecida na categoria Trajetória Transformadora por sua imensurável contribuição à literatura e à valorização da identidade negra no Brasil, a cantora Urias (@uriasss), na categoria Cultura, Artes e Entretenimento, celebrada por sua força artística e representatividade; a Head de Comunicação na L’Oréal no Brasil Eduarda Vieira (@duda_vieiras), em Liderança Corporativa; a cientista da computação Nina da Hora (@ninadhora), na categoria Ciência, Tecnologia e Inovação; e a jornalista e empresária Val Benvindo (@valbenvindo), em Diversidade e Impacto Social.

Nas categorias decididas pelo voto popular, as vencedoras que se destacaram entre as finalistas foram Cicih Lima (@misteriosdaluz), na categoria Criadora Digital, por suas narrativas autênticas nas redes; Fany Miranda (@fanymirandaoficial), como Empreendedora do Ano, reconhecida pelo impacto econômico de seu trabalho; Letícia Maria (@leticiamaria.imbali), consagrada como Profissional da Beleza; Saint Clair Cezar (@saintclaircezar), no segmento Destaque em Gastronomia, unindo ancestralidade e inovação culinária; e Madá Negrif (@madanegrif), celebrada como Profissional da Moda pelo fortalecimento da estética e da moda afro.

“A Powerlist é mais do que uma premiação, é um movimento de reconhecimento e visibilidade que afirma o protagonismo de mulheres negras em todos os espaços”, destaca Silvia Nascimento, fundadora e Head de Conteúdo do Mundo Negro. “Cada uma dessas vencedoras representa um Brasil mais plural e comprometido com o futuro que queremos construir.”  

Vencedoras da Powerlist Mundo Negro 2026

Urias | Cultura, Artes e Entretenimento (Júri Técnico)

Eduarda Vieira | Liderança Corporativa (Júri Técnico)

Nina da Hora | Ciência, Tecnologia e Inovação (Júri Técnico)

Val Benvindo | Diversidade e Impacto Social (Júri Técnico)

Conceição Evaristo | Trajetória Transformadora (Júri Técnico)

Cicih Lima | Criadora Digital (Voto Popular)

Fany Miranda | Empreendedora do Ano (Voto Popular)

Letícia Maria | Profissional da Beleza (Voto Popular)

Saint Clair Cezar | Destaque em Gastronomia (Voto Popular)

Madá Negrif | Profissional da Moda (Voto Popular)

Sobre o Prêmio

Criada em 2022, a Powerlist Mundo Negro nasceu para reconhecer e celebrar o protagonismo de mulheres negras que transformam o Brasil com suas trajetórias. Em sua quinta edição, o prêmio se consolida como um dos eventos mais aguardados do calendário de diversidade e inovação, reunindo representantes de diferentes setores e marcas comprometidas com a equidade racial.

Serviço

Evento: Powerlist Mundo Negro – Mulheres Negras Mudam Histórias 2026

Data da Cerimônia: 31 de julho de 2026
Local: Sede da L’Oréal Brasil – Rio de Janeiro (RJ)
Patrocínio: L’Oréal e TV Globo

Site oficial: https://powerlist.mundonegro.inf.br

LeBron fecha ciclo nos Lakers e segue para nova fase na NBA

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LeBron James em jogo pelos Lakers durante temporada da NBA
Foto: Getty Images


Após oito temporadas na franquia de Los Angeles, astro entra na free agency. Miami Heat, Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors aparecem entre os principais interessados.

A trajetória de LeBron James com o Los Angeles Lakers chegou ao fim. Nesta terça-feira (30), a franquia confirmou que o maior pontuador da história da NBA não retornará para a equipe na temporada 2026/27 e seguirá para a free agency em busca de um novo destino na liga. A informação havia sido antecipada pelo jornalista Shams Charania e posteriormente confirmada por diferentes veículos da imprensa norte-americana.

A despedida encerra um ciclo de oito temporadas iniciado em 2018. Vestindo a camisa dos Lakers, LeBron conquistou o título da NBA em 2020, tornou-se o maior cestinha da história da liga e ampliou uma trajetória que o consolidou entre os atletas mais influentes do esporte mundial.

Em publicação nas redes sociais, os Lakers agradeceram ao atleta pela contribuição ao longo dos oito anos em que vestiu a camisa da equipe. No comunicado divulgado pelo perfil oficial da franquia no Instagram, o clube escreveu:

“Lebron James é um dos maiores atletas da história. seremos sempre gratos pelos seus oito anos com os lakers — incluindo o título ao qual ele nos liderou em sob as circunstâncias mais difíceis imagináveis e os inúmeros recordes que ele quebrou em roxo e dourado. desejamos a ele tudo de melhor no futuro, tanto dentro quanto fora das quadras. ele sempre será uma parte querida da família lakers. Obrigado, Lebron!”

Conceição Evaristo é premiada na Powerlist Mundo Negro 2026 na categoria ‘Trajetória Transformadora’

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Retrato de Conceição Evaristo sorrindo com seu cabelo crespo grisalho.
Foto: Divulgação/Aline Macedo

A Powerlist Mundo Negro – Mulheres Negras Mudam Histórias chega à sua quinta edição reconhecendo mulheres negras de destaque em diversos setores da sociedade. Entre as premiadas deste ano, está Conceição Evaristo sendo reconhecida na categoria Trajetória Transformadora, escolhida pelo Júri Técnico da Powerlist.

Escritora de obras consagradas como ‘Olhos d’água’ e ‘Canção para Ninar Menino Grande’, Conceição Evaristo também é pesquisadora e uma das vozes mais potentes da literatura brasileira contemporânea, com uma carreira marcada pelo compromisso em dar voz à ancestralidade, às vivências e às resistências das mulheres negras por meio de sua escrevivência. Suas obras oferecem uma contribuição inestimável para a literatura, para os estudos de gênero e raça, e para a reflexão sobre a identidade negra.

O prêmio na categoria Trajetória Transformadora reconhece mulheres que, por meio de sua história, criaram impacto social consistente e inspirador. A escolha de Conceição Evaristo pelo Júri Técnico reforça o reconhecimento de sua relevância e legado, evidenciando a importância de seu trabalho.

Reforçando o compromisso do Mundo Negro em dar visibilidade a histórias que inspiram e transformam, a edição de 2026 reconheceu as premiadas em duas frentes. O Júri Técnico, responsável por cinco categorias, foi formado por nove mulheres negras de destaque — incluindo a atriz Taís Araujo e a jornalista Flávia Oliveira —, que avaliaram critérios sólidos como impacto, consistência de carreira, relevância pública e inovação. A premiação contou ainda com a votação popular, que mobilizou milhares de votos na escolha de outras cinco categorias, garantindo um processo seletivo legítimo, representativo e plural.

Em 2026, a quinta edição da premiação conta com o patrocínio do Grupo L’Oréal, e da TV Globo, que assina a parceria com a marca de sua novela das seis, A Nobreza do Amor, reforçando ainda mais a relevância cultural e o alcance do evento.

A cerimônia oficial da Powerlist 2026 está marcada para o dia 31 de julho, no Rio de Janeiro, na sede da L’Oréal Brasil, integrando as celebrações do Julho das Pretas, Latino-Americanas e Caribenhas. O encontro reunirá as homenageadas, executivas, artistas, lideranças e representantes de marcas parceiras comprometidas com o avanço da equidade racial e de gênero no país, consolidando o evento como referência nacional no reconhecimento de mulheres negras que mudam histórias.

Todas as vencedoras da Powerlist 2026 serão divulgadas amanhã, 1º de julho, nos canais oficiais do Mundo Negro. 

Sobre o Prêmio

Criada em 2022, a Powerlist Mundo Negro nasceu para reconhecer e celebrar o protagonismo de mulheres negras que transformam o Brasil com suas trajetórias. Em sua quinta edição, o prêmio se consolida como um dos eventos mais aguardados do calendário de diversidade e inovação, reunindo representantes de diferentes setores e marcas em prol da equidade racial.

Saiba mais: https://powerlist.mundonegro.inf.br/

Apê de Maycon Cabral e Matheus Galdino celebra arte afro-brasileira

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Sala de Maycon Cabral e Matheus Galdino
Foto: Maycon Cabral e Matheus Galdino

Projeto de interiores assinado pela arquiteta Gabriela Branco, valoriza referências afro-brasileiras e objetos que contam a trajetória dos moradores. 

O apartamento de 110 m² onde vivem os criadores de conteúdo Maycon Cabral, de 27 anos, e Matheus Galdino, de 31, no Grajaú, Zona Norte do Rio de Janeiro, passou por uma transformação que priorizou identidade, funcionalidade e acolhimento sem recorrer a mudanças estruturais. Com curadoria da arquiteta Gabriela Branco, em parceria com a Westwing, o projeto apostou em mobiliário, obras de arte, plantas e uma seleção cuidadosa de objetos para construir um ambiente pensado tanto para o cotidiano quanto para a produção de conteúdo audiovisual.

A proposta concentrou esforços na ambientação, preservando a estrutura existente e criando uma nova atmosfera por meio da decoração e da organização dos espaços.

A sala, integrada em dois ambientes, tornou-se o centro da casa. É onde o casal recebe amigos e familiares, trabalha em projetos criativos e realiza gravações para as redes sociais. O desafio era fazer com que o apartamento transmitisse a sensação de permanência e conforto sem abrir mão da praticidade exigida pela rotina de quem produz conteúdo.

Segundo os moradores, a curadoria de móveis e objetos permitiu que cada espaço desempenhasse múltiplas funções sem comprometer a identidade visual do apartamento. A escolha de materiais naturais, como madeira e palhinha, reforça essa proposta ao criar uma base neutra, aconchegante e atemporal.

A paleta de cores segue a mesma lógica. Tons claros predominam nos ambientes e recebem pontos de contraste em locais estratégicos. No hall de entrada, a pintura em arco na cor Calcita Alaranjada, da Suvinil, marca a chegada ao apartamento e estabelece um elemento de personalidade logo na entrada.

Arte que dialoga com memória e cultura

A presença da arte ocupa um papel central no projeto. Em vez de funcionar apenas como elemento decorativo, as obras ajudam a contar a trajetória dos moradores por meio de viagens, experiências e referências culturais.

Entre os destaques está uma reprodução oficial de Portrait de Madeleine (1800), da artista francesa Marie-Guillemine Benoist, adquirida durante uma visita ao Museu do Louvre, em Paris. A pintura retrata Madeleine, uma mulher negra nascida em Guadalupe, e permanece como uma das obras mais conhecidas sobre representação negra na história da arte europeia.

Outra peça incorporada ao projeto é uma escultura em terracota produzida por artesãos de Japaratinga, em Alagoas. O trabalho valoriza a produção artesanal brasileira estabelecendo um diálogo com formas inspiradas na estética afro-brasileira.

No hall de entrada, um quadro do artista baiano Ray Bahia aproxima o apartamento das referências culturais de Salvador ao retratar personagens e elementos marcantes da cultura afro-baiana. Já na sala de estar, a obra Remador, de Reinaldo Giarola, complementa a composição visual com uma linguagem que enfatiza movimento e fluidez.

Plantas e materiais naturais reforçam sensação de acolhimento

A vegetação que ornamenta o local também participa da construção dessa atmosfera. Espada-de-São-Jorge, Espada de Iansã, Zamioculca, Areca-bambu e Comigo-ninguém-pode foram distribuídas pelos ambientes com o intuito de expandir a conexão com elementos naturais e contribuir para uma composição leve.

Entre os móveis, a mesa de centro Aura, produzida em madeira com palhinha sextavada, assume protagonismo na sala de estar. O restante da decoração acompanha essa linguagem com sofá em boucle, rack em madeira, luminárias, cerâmicas e peças de design que equilibram textura, funcionalidade e conforto.

Embora pensado para atender às demandas de gravação e produção de conteúdo, o apartamento preserva sua função principal como espaço de convivência acolhedor e autêntico. Cada escolha busca refletir a identidade dos moradores sem descaracterizar a simplicidade da proposta, como explicam Maycon Cabral e Matheus Galdino:

“A intenção foi criar um ambiente acolhedor, com sensação de casa mesmo dentro de um apartamento, equilibrando descanso, convivência e uma estética mais contemporânea, sem perder leveza […] Na decoração, foram incorporadas peças com valor afetivo e narrativo, vindas de viagens e do acervo pessoal dos moradores, contribuindo para um espaço mais autoral e com identidade.”

O hexa vem aí? Confira as coincidências apontadas por torcedores brasileiros

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Foto: Getty Imagens

Padrões numéricos, datas e repetições históricas circulam nas redes sociais conforme a Seleção avança na Copa do Mundo de 2026

A Seleção Brasileira segue viva na Copa do Mundo de 2026 após vencer o Japão por 2 a 1, na segunda-feira (29), em Houston, resultado que garantiu a vaga nas oitavas de final pelos 32 avos de final do torneio. O time de Carlo Ancelotti havia terminado a fase de grupos na liderança do Grupo C, com sete pontos somados em dois triunfos e um empate diante de Marrocos, Haiti e Escócia, repetindo o desempenho da campanha de 1994, quando também avançou na primeira colocação de sua chave antes de erguer a taça nos Estados Unidos.

Enquanto o torneio segue para a fase eliminatória, torcedores espalham nas redes sociais uma série de coincidências numéricas e históricas que, segundo eles, apontam para a conquista do sexto título mundial.

O jejum que nunca passou de 24 anos

O Brasil acumula 24 anos sem conquistar uma Copa do Mundo, contados desde o pentacampeonato de 2002, e essa marca chama atenção por nunca ter sido ultrapassada na história da Seleção. O mesmo intervalo separou o tricampeonato de 1970 do tetracampeonato de 1994, período em que o Brasil também enfrentou um jejum recorde até quebrá-lo justamente nos Estados Unidos. A coincidência ganha força entre os torcedores porque 2026 representa exatamente a marca do tempo limite histórico sem título.

As sedes onde o Brasil já foi campeão

A relação entre as sedes do torneio e conquistas anteriores também alimenta a expectativa popular. A Copa de 2026 é disputada em três países, Estados Unidos, México e Canadá, sendo a primeira edição da história a reunir tantas sedes simultâneas. México e Estados Unidos têm relação direta com títulos brasileiros, já que a Seleção venceu o tricampeonato em solo mexicano, em 1970, e o tetracampeonato em território americano, em 1994. A final de 2026 está marcada para o MetLife Stadium, em Nova Jersey, reforçando entre os torcedores a ideia de que o continente americano costuma favorecer o desempenho brasileiro em decisões.

O ano que carrega o número do título

Uma das coincidências mais citadas nas redes envolve a relação entre o algarismo final do ano da conquista e o número de títulos acumulados pelo Brasil naquele momento. Em 1962, ano que termina em dois, o Brasil se tornou bicampeão, e em 1994, terminado em quatro, o time conquistou o tetracampeonato. O ano de 2026 termina em seis, número que corresponderia ao hexacampeonato caso a Seleção vença o torneio.

O Grupo C como caminho de campeões

A trajetória do Brasil pelo Grupo C reacende outra simetria histórica apontada pelos torcedores, já que a Seleção também disputou essa chave na campanha do pentacampeonato, em 2002. Desde então, o Grupo C acumulou outras seleções que se sagraram campeãs a partir dele, caso da França em 2018 e da Argentina em 2022, e o fato de o Brasil ter sido novamente sorteado nessa posição em 2026 surge entre os torcedores como mais um indício favorável.

A sequência alfabética que pode ser quebrada

Nas últimas três edições da Copa do Mundo, o Brasil foi eliminado por seleções cujo nome inicia com letras sequenciais do alfabeto, sendo a Alemanha responsável por encerrar a campanha brasileira em 2014, a Bélgica em 2018, e a Croácia nos pênaltis em 2022. Como nenhuma seleção classificada para 2026 tem nome iniciado pela letra D, torcedores apontam que a sequência seria interrompida nesta edição, livrando o Brasil de um padrão que se repetiu nas três últimas tentativas.

Inovações da FIFA e os títulos brasileiros

Mudanças estruturais promovidas pela FIFA ao longo das edições também aparecem como ponto de conexão entre os torcedores mais atentos. A primeira transmissão internacional via televisão, em 1958, coincidiu com o título inaugural da Seleção, assim como o novo critério de desempate por saldo de gols, em 1962, a estreia dos cartões amarelo e vermelho, em 1970, e a mudança na pontuação por vitória, em 1994, anos em que o Brasil também foi campeão. A Copa de 2026 representa a maior reformulação recente do torneio, com a expansão para 48 seleções e a primeira edição sediada por três países simultaneamente.

A pior fase nas Eliminatórias, antes e agora

A trajetória conturbada do Brasil nas Eliminatórias Sul-Americanas integra outra camada da lista de coincidências. Antes do título de 2002, a Seleção protagonizou a pior campanha classificatória de sua história até aquele momento, marcada pela saída de Vanderlei Luxemburgo e pela passagem instável de Emerson Leão, substituído por Luiz Felipe Scolari poucos meses antes da Copa. O ciclo rumo a 2026 superou aquele recorde negativo, com quatro técnicos diferentes no comando e a pior campanha eliminatória da história brasileira, mesmo com a vaga garantida ao final do processo.

A lesão que repete o mesmo clube

Um paralelo específico chamou atenção pela coincidência de clube entre dois episódios de lesão em vésperas de Copa. Em 2002, o capitão e titular Emerson sofreu uma luxação no ombro durante um treino recreativo antes do torneio e precisou ser substituído por Ricardinho, e em 2026, o lateral Wesley sofreu uma lesão muscular na coxa em amistoso pré-Copa e também foi cortado da convocação, repetindo a situação de Emerson justamente atuando pelo mesmo clube em que o ex-jogador defendia à época, a Roma, da Itália.

Os 32 anos que separam os títulos

Outra simetria numérica reforça o argumento dos torcedores mais atentos às datas, já que entre o bicampeonato de 1962 e o tetracampeonato de 1994 transcorreram exatamente 32 anos, intervalo idêntico ao que separa o tetra de 1994 do ano de 2026.

Ancelotti repete a cena de 1994, agora do outro lado

A trajetória pessoal do técnico italiano Carlo Ancelotti também entra na lista de coincidências citadas nas redes. Ele integrava a comissão técnica da Itália na final de 1994, justamente a partida em que o Brasil encerrou um jejum de 24 anos e conquistou o tetracampeonato, e agora, no comando da Seleção Brasileira, volta a estar associado a uma campanha que busca repetir o mesmo intervalo histórico sem título, ainda que dessa vez do lado oposto.

Remo voltou à elite depois de 31 anos

O futebol de clubes também entrou na lista de coincidências, já que o Remo, do Pará, retornou à Série A do Campeonato Brasileiro em 2026 após 31 anos de ausência, e sua última participação na elite havia ocorrido justamente em 1994, ano da conquista do tetracampeonato pela Seleção.

A foto que intrigou os torcedores

Um registro fotográfico também circulou entre os torcedores como suposto indício da data da final. A imagem de Endrick, Vinícius Júnior e Rayan comemorando após o jogo contra a Escócia foi associada por internautas a uma leitura numérica que apontaria, segundo a interpretação popular, para o dia da decisão da Copa de 2026.

A fase eliminatória do torneio segue com o Brasil entre os favoritos ao título, e a expectativa entre os torcedores brasileiros é que as treze coincidências reunidas nas redes sociais se confirmem dentro de campo nas próximas semanas.

Capela dos Aflitos, símbolo histórico da presença negra, é reaberta no bairro da Liberdade, em São Paulo

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Foto: Karime Xavier/Folhapress

Capela dos Aflitos, marco da presença negra na Liberdade, em São Paulo, reabre após reforma e antecede exposição sobre o bairro no Museu do Ipiranga.

A capela Nossa Senhora das Almas dos Aflitos, erguida em 1779 no bairro da Liberdade, em São Paulo, foi reinaugurada no sábado (27) após reforma, reunindo representantes de diferentes religiões e etnias no entorno do templo. A capela está ao lado do cemitério de mesmo nome e é considerada um dos marcos mais antigos da presença negra na região, anterior à chegada das comunidades japonesa, chinesa, italiana e alemã que também se fixaram no bairro ao longo de mais de dois séculos.

A presença negra na Liberdade remonta a um período anterior aos ciclos migratórios do século XX que hoje definem a identidade visual do bairro. Durante a escravidão, a região concentrava espaços associados à punição e à morte, entre eles a Casa de Pólvora, que armazenava o arsenal da cidade, além da forca e do pelourinho, o que afastou as elites paulistanas de construir residências na área, segundo o diretor do Museu do Ipiranga, Paulo Garcez. “Era um lugar de tortura, morte e risco”, afirma Garcez, acrescentando que mesmo a proximidade com o centro da cidade não atraiu investimentos das classes mais altas.

A capela dos Aflitos integra um conjunto de referências da presença negra na Liberdade que inclui também a Frente Negra Brasileira, organização fundada no bairro em 1931 e transformada em partido político em 1936, antes de ser extinta no ano seguinte, durante o Estado Novo. A entidade reuniu lideranças negras em torno de pautas de educação, trabalho e cidadania, em um dos episódios centrais da organização política da população negra no país na primeira metade do século XX.

A reabertura do templo acontece dias antes da estreia da exposição “Liberdade: Bairro Plural”, que o Museu do Ipiranga inaugura em 7 de julho com documentos, objetos e fotografias emprestados por 15 instituições. A mostra propõe um olhar sobre os diferentes grupos étnicos que formaram o bairro e busca romper com a leitura da Liberdade como território exclusivamente japonês, segundo a curadoria.

A associação do bairro à cultura japonesa se consolidou a partir de 1974, quando a prefeitura de São Paulo instalou lanternas decorativas na rua Galvão Bueno com o objetivo de transformar a região em destino turístico. As primeiras famílias japonesas haviam se instalado na rua Conde de Sarzedas em 1912, mas o visual nipônico que hoje identifica o bairro só foi adotado décadas depois, por iniciativa da prefeitura. Chineses e taiwaneses já formavam parte expressiva da população local na época, comunidades que acabaram ofuscadas pela estética japonesa escolhida como marca visual da região.

Garcez avalia que a Liberdade concentra, como poucos bairros de São Paulo, a pluralidade dos grupos que formaram a cidade, processo que segue em curso com a chegada recente de imigrantes andinos, caribenhos e africanos atraídos pelo custo de moradia mais baixo da região em relação a outras áreas próximas ao centro.

A exposição “Liberdade: Bairro Plural” fica em cartaz no Museu do Ipiranga a partir de 7 de julho, com entrada sujeita aos valores e horários de funcionamento do museu.

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