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Carnaval social: Influenciadora do meme dos R$ 3 lança ação para customização de abadás feito por artesãs de favelas do Rio

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O Carnaval está chegando e muita gente só pensando na Sapucaí, em camarotes e nos bloquinhos e para não ficar de fora da folia, o Instituto Musiva resolveu inovar: Junto com a blogueira e empreendedora Raquel Motta, que ficou conhecida nacionalmente pelo meme dos 3 Reais, criou um serviço de customização de abadas, fantasias e produção de acessórios carnavalescos. A produção será feita por artesãs de favelas do Rio.

https://www.instagram.com/p/B8Efr7cAKyO/

 

O interessado entra em contato com o Musiva, que cria uma proposta personalizada para atender ao evento ou festa do cliente, e no dia e local combinado uma equipe de artesãs, junto com a influenciadora digital mais conhecida como Raquel 3Reais vai até o evento e trabalha customizando camisas ou criando brincos, arcos e adereços carnavalescos. “No pacote de serviços temos brincos com preço a partir de R$ 3, e os convidados do parceiro ainda terão de brinde uma notinha de R$ 3 autografada por mim, com direito à foto, olha que chique Gente!”, aponta Raquel Motta.

https://www.instagram.com/p/B7wP_H6gxq7/

 

O organizador do evento, além de enriquecer sua festa, ainda tem a presença de Raquel e contribui para a geração de renda de artesãos dos projetos sociais realizados pelo Instituto Musiva como o Tecendo Arte, patrocinado pela Prefeitura do Rio, e que promove cursos de capacitação em artesanato sustentável e o Negócio Sustentável que realiza aceleração e mentoria para projetos de base comunitária.

Grupo Movile oferece maratona imersiva exclusiva para pessoas negras

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Com duração de 30 horas, o Grupo Movile oferecerá uma maratona imersiva exclusiva para pessoas negras, que buscarão a solução do seguinte problema: “Como educar jovens em situação de vulnerabilidade usando tecnologia?”. Serão 50 vagas, para o evento que ocorrerá em São Paulo, com início no sábado 7 de março, e término no domingo, 8 de março.
Os interessados podem se candidatar até o dia 17 de fevereiro pelo site do projeto.
O evento será promovido em conjunto com o AfroMovile, grupo interno da Movile que apoia iniciativas focadas em diversidade com foco em pessoas negras. Além disso, o evento contará também com o apoio de comunidades externas como o Movimento Black Money e o AfroTech BR.
O Grupo Movile é um ecossistema de empresas de tecnologia líder na América Latina. Com atuação global, a companhia já soma mais de 4 mil funcionários e é formada por iFood, PlayKids, Wavy, Sympla, Zoop e MovilePay.
As três melhores equipes serão premiadas com valores em dinheiro e, para o grupo que ficar em primeiro lugar, haverá também uma mentoria com Nina Silva, uma das 100 pessoas afrodescendentes com menos de 40 anos mais influentes do mundo e sócia fundadora do Movimento Black Money.

Rainha das rainhas: Filho da cantora Sade Adu a homenageia por apoio em sua transição de gênero

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Izaak, filho único da cantora Sade, não poupa elogios a sua mãe, que esteve o seu lado o apoiando durante sua transição de gênero: “Foi uma árdua e longa jornada, mas conseguimos! Estamos indo para casa!!!”

Quando o processo finalizou, Izaak se mostrou muito agradecido, e orgulhoso por ter seguido adiante até o fim.

“Um agradecimento especial a minha mãezinha, ao meu pai, família e amigos por todo o suporte que me deram diariamente. Nunca será esquecido”, Izaak mais uma vez exalta o apoio de sua mãe e amigos.

A cantora de soul, Sade Adu que sempre se manteve muito reservada quanto sua vida pessoal, nunca falou publicamente sobre o processo de transição de seu filho. Mas, nas redes sociais de Izaak foi possível acompanhar o grande carinho entre mãe e filho. Antes, durante e no fim de sua transição.

“Obrigado por estar ao meu lado nestes últimos seis meses. Obrigado por lutar comigo para que eu pudesse completar o homem que eu sou. Obrigado por me encorajar quando as coisas estavam difíceis e pelo amor que me deu. O coração mais puro. Eu te amo muito”

Izaak agradeceu e elogiou sua mãe em mais uma postagem na sua conta no Instagram.

Durante seis meses Izaak se manteve em repouso, se recuperando da cirurgia que deu fim ao processo de transição de gênero.

Em 2016, Izaak se assumiu um homem trans, e em setembro de 2019 concluiu sua transição. Em suas postagens nas redes sociais, ele recorda como o apoio recebido pela família foi essencial para sua trajetória.

Durante esse tempo de recuperação, Izaak usou sua conta no Instagram para fazer desabafos e mostrar sua complicada rotina pós-cirurgia.

“Esse processo é cansativo, doloroso, exaustivo emocionalmente, fisicamente e desconfortável (eu não posso nem dormir como uma pessoa normal no momento)” e em alguns posts chegou a criticar os procedimentos que havia se submetido “Por que diabos eu preciso enfrentar tudo isso para ser quem eu sou?”

https://www.instagram.com/p/B0bz5vnAhHk/

Listamos 19 Museus com dias de entrada franca na cidade de São Paulo, confira

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A capital paulistana têm uma diversidade de exposições e acervos, que passam desde a arte contemporânea a clássica, incluindo objetos curiosos. E sabemos que não são todos os públicos que têm acesso a esse tipo de lugar e conteúdo, pensando nisso, listamos 19 museus com dias de entrada franca para você visitar na cidade de São Paulo.

1 – Museu Afro Brasil – dentro do Parque Ibirapuera. De terça-feira a domingo das 10h às 17h, entrada: R$6. Gratuito aos sábados.

2 – MASP – Av. Paulista, 1578 – Bela Vista. De terça-feira a domingo das 10h às 18h e quinta até às 20h, entrada R$35. Gratuito às terças e quartas.

3 – Memorial da Resistência, Largo Gal.Osório, 66 – Santa Ifigênia. De quarta-feira à segunda das 10h às 17:30h. Gratuito.

4 – Museu de Arte Sacra – Av. Tiradentes, 676 – Luz. De terça-feira a domingo das 10h às 17h, entrada: R$6. Gratuito aos sábados.

5 – Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) – Dentro do Parque Ibirapuera. De terça-feira a domingo das 10h às 18h, entrada R$7. Gratuito aos sábados.

6 – Museu de Arte Contemporânea (MAC) – Av. Pedro Álvares Cabral, 1301 – Ibirapuera. De terça-feira a domingo das 10h às 21h. Gratuito.

7 – Museu Penitenciário Paulista – Av. Zaki Narchi, 1207 – Carandiru. De segunda-feira a sexta-feira das 9h as 16h. Gratuito.

8 – Pinacoteca do Estado de São Paulo – Praça da Luz, 2 – Luz. De quarta a segunda das 10h às 17:30, entrada: R$ 6. Gratuito aos sábados.

9 – Museu da Imagem e do Som (MIS) – Av. Europa, 158 – Jd. Europa. De terça-feira a sábado das 10h às 21h. Domingo das 10h às 18h, entrada: R$12. Gratuito às terças.

10 – Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia (MUBE) – Av. Europa, 218 – Jd. Europa. De terça-feira à domingo das 10h às 18h. Gratuito.

11 – Museu da Casa Brasileira – Av. Faria Lima, 2705 – Jd. Paulistano. De terça a domingo das 10h às 18h, entrada: R$10. Gratuito aos sábados, domingos e feriados.

12 – Museu de Zoologia – Av. Nazaré, 481. Ipiranga. De quarta-feira a domingo das 10h às 17h. Gratuito.

13 – Museu do Futebol – Praça Charles Miler, s/n. Pacaembu. De terça-feira a domingo das 9h às 17h, entrada: R$ 12. Gratuito às terças.

14 – Museu Catavento – Av. Mercúrio s/n – Brás. De terça-feira a domingo das 9h às 17h, entrada R$10. Gratuito às terças.

15 – Museu Lasar Segall – Rua Berta, 111 – Vila Mariana. De quarta-feira a segunda-feira das 11h às 19h. Gratuito.

16 – Museu da Energia – Al. Cleveland, 601 – Campos Elíseos. De terça-feira à sábado das 10h às 17h. Gratuito.

17 – Museu do Transporte – Av. Cruzeiro do Sul, 780. Canindé. De terça-feira a domingo das 9h às 17h. Gratuito.

18 – Museu Anchieta – Largo Páteo do Colégio, 2 – Sé. De terça-feira a domingo das 9h as 17h. Gratuito.

19 – Museu do Instituto Biológico – Av. Dr. Dante Pazzanese, 64. Vila Mariana. De terça a domingo das 9h às 16h. Gratuito.

Queen Sono: Primeira série original africana produzida pela Netflix

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Uma espiã de elite sul-africana encara a missão mais perigosa de sua vida enquanto lida com problemas pessoais, a trama complexa faz parte da primeira série Sul-africana da Netflix: Queen Sono. A trama, que estreará no dia 28 de fevereiro, é um drama de espionagem e é estrelado pela atriz sul-africana Pearl Thusi, conhecida pelo seriado Quantico (exibido no Brasil pela AXN).

Queen Sono contará a história da personagem homônima, que teve sua mãe assassinada quando criança e, depois de crescer, se torna uma não convencional, espiã durona, dedicada a proteger as pessoas da África. Durante algumas missões, ela acaba descobrindo a verdade sobre a morte de sua mãe.

Queen Sono, estreará em mais de 190 países; Assista ao trailer:

Podcasts ‘pretos’ para ouvir e comentar sobre assuntos da nossa realidade

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Pensando no ‘queridinho’ dos últimos tempos, listamos alguns Podcasts queridos feitos por e para pretos. Com assuntos que atingem diretamente a população preta. Falando desde ‘Sobre ser forte‘, afetos, afrofuturismo e muitos outros  assuntos que permeiam a nossa vida.

A cobrança de sempre ser forte, o próprio afeto em si ou a falta dele e a falta de representatividade negra em quadrinhos e HQ’s. Agora podemos entender mais sobre esses assuntos, compartilhar com amigos e o melhor, ouvir gente preta falando sobre assunto de preto.

1- Siriricas CO – Coletivo de 10 mulheres negras que falam sobre autoconhecimento, maternidade, sexualidade e carreira profissional (Vale também seguir elas no Instagram do coletivo, que leva o mesmo nome, e tem ótimas postagens trazendo representatividade real).

2- Afetos – Como você lida com o prazer na sua vida? É com essa pergunta que o podcast Afetos comandado por Gabi Oliveira e Karina Vieira nos convidam a participar de uma conversa sobre o prazer feminino.

3- Negro da Semana – Quem são as grandes personalidades negras da história? É para responder a esta pergunta  que o escritor, Alê Garcia criou o podcast negro da semana.

4- Meteora – Um podcast quinzenal, com informações e boas risadas pela perspectiva feminista Cristiane Guterres e Renata Hilário.

5- AfroPai – Primeiro podcast sobre paternidade negra do Brasil. Leandro Ferreira, vem com potência pra falar das ‘crias’, dos medos, das angústias e principalmente, da negritude.

6- MamilosCast, episódio AfroFuturismo com Oga Mendonça (episódio incrível que faz a gente se dar conta do quanto faltou representatividade na nossa adolescência nerd).

7- Que que tá acontecendo? – (Onde Oga Mendonça fala a gente para e ouve), o podcast do submarino é para bater um papo descontraído sobre cultura pop, games, literatura e tecnologia.

8- Lado Negro da Força – O ponto de vista de nerds negros sobre: quadrinhos, cinema, séries, animes mangá e cultura pop. Heróis do rosto africano.

9- Depois das 19 – Para discutir enegrecidamente as notícias do momento.

Conheça alternativas bancárias ‘negras’, para não ficar dependente de um banco racista

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Alternativas bancárias 'negras', para não ficar dependente de um banco racista

Como forma de fortalecer o movimento ‘Black Money’ e acabar com os constrangimentos causados aos negros já existem opções de agências digitais criadas com foco da na comunidade negra.

Leia também: Além da porta giratória: Razões pelas quais ir ao banco pode se tornar um pesadelo para quem é negro 

Listamos algumas sugestões para você conhecer e ter a opção de abandonar aquele banco racista. 

Confira: 

  1. Afrobank (SP)

Site: https://afrobank.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/afrobank1

  1. Banco Afro (DF)

Site: https://bancoafro.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/bancodigitalafro/

  1. D’Black Bank

Site: http://bit.ly/dblackbank

Facebook: https://www.facebook.com/dblackbank/

  1. Conta Black (SP)

Site: https://www.contablack.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/contablack/

O empreendedor negro possui credito reprovado três vezes mais que o empreendedor branco. A população negra é a que mais sofre com atos discriminatórios nos bancos físicos. Um banco  gerido por pessoas negras, é extremamente importante para a economia de um país que busca a igualdade.

Bafta: Joaquin Phoenix chama indústria do cinema de racista ao receber prêmio, “sou parte do problema”

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Fazendo valer a máxima de que não basta ser contra o racismo, tem que ser anti-racista, o monstro da atuação Joaquin Phoenix, aproveitou seu momento ao ganhar o BAFTA (“Oscar” Britânico) de Melhor Ator, por sua atuação em Coringa, para criticar a falta de diversidade na premiação, que aconteceu na noite de domingo (2).

Durante seu discurso, o ator que é um dos favoritos ao Oscar na mesma categoria se disse em “conflito” em relação ao reconhecimento do seu talento por meio da premiação. “Acho que enviamos uma mensagem muito clara às pessoas de cor de que elas não são bem-vindas aqui”, disse ele, que errado não, está.

Confira o discurso:

“Eu me sinto em conflito (ao receber esse prêmio), porque muitos dos meus colegas atores que merecem não têm o mesmo privilégio. Acho que enviamos uma mensagem muito clara às pessoas de cor de que elas não são bem-vindas aqui. Não acho que alguém queira um folheto ou tratamento preferencial. As pessoas só querem ser reconhecidas, apreciadas e respeitadas por seu trabalho. Esta não é uma condenação hipócrita, eu sou parte do problema, temos que fazer um trabalho duro para realmente entender o racismo sistêmico. Penso que é a obrigação das pessoas que criaram e perpetuam e se beneficiam de um sistema de opressão serem as mesmas que vão desmantelá-lo. Isso é da nossa conta”. 

Phoenix merecia também o prêmio de sensatez.

Jéssica Ellen para Dan Ferreira: “Vc é uma benção na minha vida”

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Um casal negro é algo muito raro no mundo das celebridades. E devemos celebrá-los, afinal eles também representam muitos casais brasileiros, do tipo que não vemos nas novelas, filmes ou comerciais de TV.

Jéssica Ellen e Dan Ferreira formam um casal negro, talentoso e muito conectado à sua ancestralidade.

Prova disso é a mensagem que a atriz deixou para o seu parceiro, não poupando menções aos orixás:

“T e amo tanto, meu amor. ✨💛✨
Vc é uma benção na minha vida. Que Oxum e Oxaguiãn sejam sempre por nós. 🌻Saudades, preto”.

E ele responde:

“Meu amor, Axé. Te amo tanto e agradeço aos Deuses pelo nosso encontro. Saudade sempre”.

https://www.instagram.com/p/B8DDquKgtiT/

Os dois fazem parte do elenco da novela Amor de Mãe, da Rede Globo.

Dan encarnou Wesley, um policial honesto e com muita coragem, coragem essa que custou sua vida.

Jéssica arrebata o coração dos brasileiros todas as noites no papel da professora Camila. Uma verdadeira guerreira.

Muito axé para esse amor tão representativo.

 

Além da porta giratória: Razões pelas quais ir ao banco pode ser tornar um pesadelo para quem é negro

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A empresária Lorenna Vieira, dona da marca Badgall e companheira do DJ Rennan da Penha, usou o Twitter para denunciar o que ela diz ter sido um caso de racismo dentro de uma agência do banco Itaú nessa última quinta-feira, no RJ.  Funcionárias da agência haviam desconfiado da autenticidade dos seus documentos durante uma operação bancária e chamado a polícia que levou Lorenna à 22ª DP (Penha).

A última notícia sobre o caso, de acordo com o G1, é que a Polícia Civil mudou a versão original da história, onde foi dito que o documento era legítimo.

Uma análise do Detran e do Instituto Félix Pacheco apontou que Lorenna usou documentos falsificados para sacar R$ 1.500,00 de uma conta, que de acordo com o próprio Itaú, era da empresária.

O banco pediu desculpas à Lorenna pela situação , mas reafirmou estar cumprindo o procedimento padrão, de confirmar a identidade para sacar dinheiro da conta.

O caso ainda não chegou ao fim, mas é consenso o fato de que a desconfiança de uso identidade falsa é maior quando o cliente é negro.

Lorenna foi tratada como suspeita desde o começo, sendo submetida a um constrangimento que infelizmente é comum quando nós negros temos que nos dirigir à um estabelecimento bancário.

Há quase um ano atrás, em 24 de fevereiro de 2019,  na frente da própria filha, o empresário Crispim Terral viveu cenas de terror dentro de uma agência do Banco do Brasil, em Salvador.

A situação começou depois que Crispim  procurou o gerente, João Paulo Vieira Barreto, para cobrar atendimento após 6h de espera.

Na ocasião, segundo a denúncia, o gerente geral acionou o setor de segurança privada para retirar o cliente do estabelecimento.

Depois, a Polícia Militar também compareceu à agência e propôs ao gerente que ele e o cliente se dirigissem até a delegacia da região.

 

Negros são a maioria dos desbancarizados

O Instituto Data Popular aponta que um terço da população brasileira não é bancarizada ou seja, não tem conta em banco e, portanto, não tem acesso às formas de pagamento com o uso de cartões de débito e crédito.

Desse grupo, 60% são negros e movimentam R$ 665 bilhões fora do sistema bancário.

A missão de se conseguir crédito também é mais complicada  para quem é negro. “O empreendedor negro tem crédito negado três vezes mais do que o branco, com as mesmas condições aqui no Brasil. Ou seja, temos uma parcela da população em sua maioria negra, que não é atendida de forma digna”, explicou Sérgio All, CEO da Afrobusiness e Fundador da Conta Black em uma entrevista ao site UOL. 

Contas digitais com foco na população negra

Ter conta no banco às vezes não é uma opção, mas ir à uma agência física pode ser.

Conta digitais chegaram para ficar, diminuindo a burocracia, as taxas e trazendo uma nova experiência para clientes negros que são atendidos como qualquer outro.

E essa experiência se torna ainda mais especial quando o banco é feito por e para pessoas negras.

Conta Black é uma fintech  (empresas financeiras de base tecnológica) com opções de serviços para empreendedores.

D’Black Bank, por agora oferece opções com afroempreendedores como as maquininhas de débito e crédito.

“A proposta é incluir um terço da população brasileira que não é bancarizada e, portanto, não tem acesso a formas de pagamento com o uso de cartões de débito e crédito. Destes, 60% são negros e movimentam R$ 665 bilhões fora do sistema bancário, segundo pesquisa do Instituto Data Popular. Além disso, metade dos empreendedores no segmento das micro e pequenas empresas, com faturamento de até R$ 3,6 milhões por ano, são negros, de acordo com o Sebrae. Queremos oferecer educação financeira aos clientes, desmitificando a gestão das finanças pessoais e ressaltando a importância da prática econômica, tanto a doméstica quanto para investimentos”, explicou Nina Silva, CEO do projeto Black Money responsável pela iniciativa em uma entrevista ao site Visa.

Nina Silva CEO do Movimento Black Money

Saiba mais:

Conta Black: www.contablack.com.br 

D’Black Bank: http://marketing.movimentoblackmoney.com.br/dbb-new

 

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