Home Blog Page 1293

Live de formatura: Michelle e Barack Obama participarão de formaturas virtuais nos EUA

0

Por causa da pandemia do novo coronavírus todas as cerimônias de formatura nos Estados Unidos foram adiadas ou canceladas. Na tentativa de melhorar essa situação dentro do possível, Michelle e Barack Obama se comprometeram a discursar em alguns eventos e vão começar a cumprir isso à distância.

Nos EUA, o fim do ano escolar normalmente ocorre entre o final de maio e o começo de junho. Obama e Michelle, comandaram duas formaturas anunciadas nessa terça-feira (5).

O evento batizado de “Cara Turma de 2020”, que será organizado pela iniciativa Reach Higher, de Michelle Obama, e transmitido online em 6 de junho, o ex-presidente se juntará a nomes como Malala Yousafzai, paquistanesa que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, a banda sul-coreana BTS, Lady Gaga e a ex-secretária de Estado Condoleezza Rice para homenagear formandos de todo o país.

“O almoço do Dia das Mães já tem trilha sonora garantida”, Zeca Pagodinho fará live show no domingo

0

Em quarentena por conta do coronavírus, Zeca Pagodinho anunciou nessa terça-feira (5) que fará uma live no próximo domingo (10), no dia das mães, às 13h, “o almoço do Dia das Mães já tem trilha sonora garantida”.

O show arrecadará doações para o Mães da Favela, programa criado pela Cufa Brasil com o objetivo de levar renda para a maior quantidade possível de mães moradoras desses territórios. “Vamos celebrar todas as mães, ouvir um bom samba e o mais importante, ajudar milhares de mães das favelas que estão impossibilitadas de trabalhar nesse momento”.

https://www.instagram.com/p/B_01pbKjxva/

Thelma Assis, vencedora do BBB 20, é nova influenciadora da L’Oréal Paris

0

A notícia foi dada oficialmente durante uma live com Taís Araújo, na noite de terça-feira (5). Thelma Assis, médica e vencedora BBB 20 é a nova influenciadora oficial do time de L’Oréal Paris. “Eu vivo para lutar contra a desigualdade e quero puxar mais gente junto comigo. Aceitar o convite me mostrou uma possibilidade de alcançar esse objetivo”, contou Thelma sobre o momento.

“Eu alisei meu cabelo durante muitos anos, pois as minhas referências de beleza, eram de mulheres de cabelo liso ou alisado. Eu nem lembrava como era meu cabelo. Precisei amadurecer a ideia de participar de um movimento de mulheres pretas que se uniram, se apoiaram para dizer que o nosso cabelo é bonito. A gente tem que mostrar para o mundo que o nosso cabelo também é bonito, de entender o porquê de nosso cabelo não ser considerado padrão de beleza”, disse a sister em uma entrevista.

Leia também: “Medicina é o que eu amo”. Thelma quer voltar a trabalhar para ajudar pacientes com coronavíru

Nascida e criada na periferia de São Paulo, Thelma foi adotada com três dias de vida e a família que a acolheu nunca deixou de incentivar seu sonho de ser médica e de lutar por seus ideais. Hoje, além da profissão, Thelma tornou-se referência em beleza e comportamento para muitas mulheres no Brasil.
Nesta nova parceria, Thelma estrelará diversas ações e iniciativas digitais junto a outras embaixadoras da marca.

Documentário sobre Clementina de Jesus, a rainha do canto negro no Brasil, está disponível on-line gratuitamente

0

O filme que recebeu diversos prêmios em importantes festivais do país, narra a história de Clementina de Jesus, negra, pobre e empregada doméstica, que passou a cantar aos 60 anos, tendo participações com Pixinguinha, Paulinho da Viola e João Bosco.

Tendo trabalhado durante 20 anos como empregada doméstica e durante toda a vida como dona de casa, foi descoberta pelo pesquisador Hermínio Bello de Carvalho, quando começou a sua carreira aos 62, cantando em bares no Rio de Janeiro. Gravou 11 discos e chegou a ser representante do Brasil no Festival de Cannes, em 1966. A cantora faleceu em 1987.

No documentário de 56 minutos, a trajetória de Clementina, é lembrada por personalidades como Leci Brandão, Cristina Buarque de Holanda, Paulinho da Viola, Martinho da Vila e Grupo Fundo de Quintal. O documentário foi disponibilizado com o intuito de semear a cultura e a memória, a partir da ideia de que “é um direito do cidadão brasileiro de conhecer a figura e a voz única de Clementina de Jesus”.

Clementina ou Quelé, como era chamada pelos amigos, era neta de escravos, nasceu em Valença, no estado do Rio de Janeiro, e mudou-se aos 10 anos para o Rio de Janeiro, onde acompanhou o surgimento da Escola de Samba Portela, que a influenciou para o resto de sua vida.

“Ai, que saudade de uma equipe”, Lázaro Ramos dirige e grava, dentro de casa, comercial em que Tais foi contratada

0

“Eis que minha digníssima tinha um contrato de uma campanha pra fazer.
Eis que ela me convida a dirigir já que não dá pra viajar e gravar ou juntar muitas pessoas para a tarefa.
E assim nasce essa publicidade”.

Publicou Lázaro Ramos nesta terça-feira (5) em seu Instagram. Seguido de um vídeo, um “mini” making-of do comercial para o medicamento Doril em que Tais Araujo foi contratada como ‘garota propaganda’. “A gente tem que encontrar alternativas pra trabalhar respeitando o distanciamento social”.

Essa foi a alternativa encontrada pelo casal “para diminuir o impacto da pandemia”, com a colaboração da equipe que “mesmo a distância foi fundamental”.

“Segue um pedacinho de como foi produzir um comercial inteirinho dentro de casa pra Doril, eu dirigindo a Taís”, Confira:

 

Museu Afro Brasil estimula cultura na quarentena e oferece visitação On-line

0

Com o avanço do coronavírus, as atividades culturais estão suspensas de modo geral. Neste cenário, museus promovem visitas virtuais por todo seu acervo. No Brasil, o Museu Afro veem promovendo este tipo de visita com uma temática diferente a cada semana.

Como forma de garantir que o público, aquele que pode, fique em casa, o museu promove também uma série de publicações em suas redes sociais, desvendando curiosidades e histórias por trás de fotografias e obras do acervo.

O Acervo do Museu Afro Brasil conserva mais de 5 mil obras que englobam diferentes áreas de múltiplos universos culturais africanos, indígenas e afro-brasileiro e as visitas são feitas através da plataforma Google Arts & Cuture que dá acesso a exposições sem você precisar sair de casa.

https://www.instagram.com/p/B_hoSDgJOft/

Colson Whitehead se torna o primeiro escritor negro na história a ganhar dois prêmios Pulitzer

0

O escritor Colson Whitehead, que já havia sido premiado pelo seu romance “Underground Railroad”, foi anunciado, nessa segunda-feira (4), como o ganhador de mais um prêmio Pulitzer, dessa vez pelo livro “Reformatório Níquel”, no qual, por meio da história de um reformatório para menores infratores, discute a segregação racial nos Estados Unidos.

Com isso, Colson Whitehead se torna o primeiro homem negro a ganhar dois prêmios Pulitzer. O Pulitzer é um prêmio estadunidense outorgado a pessoas que realizem trabalhos de excelência na área do jornalismo, literatura e composição musical. É administrado pela Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque.

O júri do Pulitzer descreveu o romance de Colson como “uma narrativa poderosa de perseverança, dignidade e redenção humana”. Ambos os livro do autor são publicados no país pela HarperCollins Brasil e estão em catálogo.

Kalaf Epalanga, músico e escritor angolano participará de live em comemoração ao dia Internacional da Língua Portuguesa

0

Embaixador do kuduro nos principais festivais de música eletrônica, Kalaf Epalanga lançou o seu primeiro romance, no qual mistura música e imigração e tornou-se um dos autores negros com mais vendidos da 17ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), em julho de 2019.

Nesta terça-feira (5), Kalaf, que diz escrever em “pretoguês” participará da live do Museu da Língua Portuguesa em comemoração ao dia Internacional da Língua. Na live, Epalanga promete fazer uma discotecagem afetiva e histórica de músicas de seu país e das relações musicais que constroem seu repertório pessoal, em conversa com o historiador Rafael Galante.

Kalaf Epalanga gosta de retratar a “voz dessa urbanidade contemporânea africana”, que acompanha os debates globais em relação ao gênero, raça, ecologia, identidade e outros.

Confira a programação completa do Museu da Língua Portuguesa:

TERÇA-FEIRA (05/05)
15h – Contação de histórias, com Fernanda Raquel

15h30 – Ortografia também é gente: uma conversa entre escritores
A poeta mineira Ana Elisa Ribeiro conversa com o escritor português Marco Neves, a escritora e artista visual de Guiné-Bissau Gisela Casimiro, o professor moçambicano Nataniel Ngomane e a poeta pernambucana Micheliny Verunschk sobre a palavra como instrumento para dar conta do que estamos vivenciando hoje.

16h30 – Performance “Silêncio”, com Eduardo Fukushima
Sozinho e com a cópia da chave que abre o portão do MLP o dançarino Eduardo Fukushima descobre um museu em silêncio. Apresenta no lugar completamente vazio pílulas coreográficas inspirada nas instalações do museu.

17h – Conexão musical: Angola, com Kalaf Epalanga
O músico e escritor angolano Kalaf Epalanga faz uma discotecagem afetiva e histórica de músicas de seu país e das relações musicais que constroem seu repertório pessoal, em conversa com o historiador Rafael Galante.

18h – Poesia na língua do Slam, com Roberta Estrela D’Alva e convidados do Brasil, Cabo Verde e Portugal
Slam com os poetas brasileiros Kimani (SP), Lucas Afonso (SP), Lews Barbosa (SP), Wellington Sabino (MG, vencedor do Slam da Língua Portuguesa, promovido pelo Museu da Língua Portuguesa na Flip 2019), Tom Grito (RJ), Bixarte (PB), Allan Jones (SE) e Tatiana Nascimento (DF); a portuguesa Raquel Lima e o cabo-verdiano Edyoung Lennon, ambos participantes do Flip Slam, também realizado pelo Museu na Flip.

Interprogramas: Exibidos entre as atrações
Peripécias Poéticas – A língua portuguesa, em suas diversas tonalidades, texturas e variações, é o grande elo de Peripécias Poéticas, sob curadoria do FESTLIP – Festival Internacional das Artes da Língua Portuguesa. São pequenos vídeos de poesia vividos por atores de diversos países que falam português, como Guiné-Bissau, Moçambique, Brasil, Portugal e São Tomé e Príncipe.

Cartas de um outro tempo – Projeto da Revista Pessoa, “Cartas de um outro tempo” capta a realidade dramática imposta pelo coronavírus, com a experiência do confinamento, medos e relações com o outro e o mundo. Para o Dia da Língua Portuguesa, cerca de 12 autores lerão, em vídeo, suas cartas.

Nenhum a menos: O Covid-19 e o impacto na população negra

0

Prof. Dr. Alexandre da Silva*

Sabemos que a morte pela Covid-19 já tem seus grupos preferidos: velhos, negros e pobres. E o que dizer dos idosos e idosas negras pobres? Nos Estados Unidos, o Centers for Disease Control and Prevention (CDC) já apontou para uma letalidade proporcionalmente maior entre negros se comparados aos brancos. Isso quer dizer que, quando um negro adoece pela Covid-19, a chance de morrer é maior. E esse fato repete também na Inglaterra. E esse cenário é pior em muitos países do continente africano onde se nota até a “invisibilidade do problema” pela falta de informações pelos meios de comunicação. O Brasil já aponta para a mesma tendência quando diversos estudos, profissionais de saúde e pesquisadores falam da subnotificação de casos, principalmente nas regiões mais pobres do país ou onde há mais moradores negros, aqui incluindo Manaus, Salvador e São Luís do Maranhão.

alexandre da silva 01

Um dos últimos relatórios divulgados pela Vigilância de Saúde do município de São Paulo mostrou onde há mais óbitos pela Covid-19 (ver figura Figura acima: Óbitos confirmados e suspeitos por Covid-19 segundo Distrito Administrativo (DA) de residência. Município de São Paulo, 2020. Fonte: Boletim Semanal – 2 Covid – Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, disponível aqui.)

Pelo mapa se observa que os casos aumentaram nas regiões mais periféricas de uma das maiores capitais do mundo. Isso é muito significativo, já que nesses locais onde o Coronavírus tem causado mais mortes é onde a população negra mais reside, circula e se desloca a caminho do seu trabalho que fica em outras regiões do município. Cabe listar as consequências dessa situação de contaminação, adoecimento e morte pela Covid-19:

  • Nos territórios onde residem muitas pessoas negras é frequente a insuficiência dos serviços de saúde. Isso se constata quando o percentual de pessoas negras com Diabetes e Hipertensão superam o percentual de brancos com essas mesmas doenças. Não se discute aqui a falta de comprovação dos tratamentos. Aqui se verifica que o diagnóstico e a conclusão do tratamento para essas doenças são tardios ou inconclusos para as pessoas negras. E agora, com a Covid-19, não há profissionais de saúde em quantidade necessária e isso obriga muitos a fazerem horas extras e, consequentemente, aumentando o risco de um erro e diminuindo a imunidade desse profissional. Os materiais de proteção também estão em falta. Matéria publicada em 08 de abril relata as péssimas condições que muitos profissionais de saúde possuem para trabalhar em um dos principais hospitais da zona leste de São Paulo. “Todos estão com medo de trabalhar por falta de material, por falta de EPI”, afirmou outra funcionária. Ela disse que gastou R$ 300 do próprio bolso para comprar máscaras. “é um dinheiro que faz falta, mas é pra salvar a própria vida”. Confira em https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/04/08/funcionarios-do-hospital-tide-setubal-reclamam-de-mas-condicoes-de-trabalho-e-falta-de-equipamentos-de-protecao-para-o-coronavirus.ghtml
  • As pessoas negras com Diabetes, Hipertensão ou Obesidade podem possuir um risco igual ou maior de morrer se comparado a idosos. Idosos sem essas doenças podem ter mais chances de saírem vivos uma vez contaminados pelo Coronavírus se comparados a pessoas negras já com essas doenças (comorbidades). Mas, se antes as pessoas negras, por questões de trabalho, de deslocamento, de baixa escolaridade, de dificuldade de um bom atendimento já não conseguiam se cuidar, agora pode ser ainda pior, pois muitos serviços estão totalmente voltados para o enfrentamento da pandemia (que é esse aumento muito rápido de uma doença em  diversos locais simultaneamente e em um determinado tempo);
  • Os idosos negros possuem diversos fatores para também serem considerados um grupo de risco. Tanto pelo fato do racismo presente na nossa sociedade que dificulta o bom atendimento, fato esse comprovado no último dia 18 de abril quando um casal de idosos foram violentados das mais diversas formas e culminando no falecimento da esposa (https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2020/04/27/idoso-negro-e-acusado-de-roubo-em-hospital-e-esposa-morre-apos-confusao.htm). Ainda há as comorbidades presentes, a dificuldade em manter o isolamento adequado, pois muitas das pessoas idosas negras moram com outros familiares que trabalham na informalidade e não podem fazer o seu ofício de casa, há casas com poucos cômodos e isso faz com a exposição aumente, como crianças de famílias diferentes brincando juntas regularmente,  um quintal compartilhado com outras famílias e a falta de cuidados públicos de higiene nas áreas comuns para os residentes do mesmo bairro;
  • Baixa Renda. Sim, sem dinheiro fica muito difícil seguir as recomendações. Nas regiões onde residem as pessoas negras e de baixa renda falta saneamento básico, falta água, falta sabão para lavar as mãos, falta a informação adequada, falta o acesso à internet para a continuidade dos estudos, para a tentativa do trabalho realizado de casa (home office), máscara, álcool gel e humanização por parte de alguns profissionais;
  • Repouso para os trabalhadores negros e isolamento social, quando possível. A escritora moçambicana Paulina Chiziane, na sua coluna do dia 21 de abril escreveu: “Que perguntem também como é que os africanos sobreviveram no cativeiro, no exílio e no minúsculo fundo do porão! Como puderam superar tantos séculos de privação de liberdade? A quarentena mundial dura alguns meses e toda a gente já sente saudades de ir à rua, respirar o cheiro do mundo. A privação da liberdade dos africanos durou séculos, e era exploração. A quarentena mundial não é prisão, mas sim proteção”. (https://www.revistapessoa.com/artigo/2990/carta-a-nataniel-ngomane). Em tempos atuais de pandemia não há as mesmas condições e oportunidades de isolamento e descanso para boa parte dos trabalhadores negros, principalmente aqueles que trabalham na informalidade e em trabalhos de muita demanda física e baixa remuneração.

Por esses e outros motivos peço que tente ficar em casa na medida do possível, procure se proteger da melhor maneira possível com os equipamentos que estiverem à sua disposição. Precisando ir a um serviço de saúde, que seja tratado com dignidade, como um cidadão que está doente e quer sair mais saudável. Exija isso! Há muitas pessoas nesse mundo que querem te ver depois dessa pandemia. Faça isso por você e por todas essas pessoas.

 Bibliografia:

 

Alexandre da Silva é doutor em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) onde investigou os fatores determinantes da incapacidade funcional na perspectiva étnico-racial em idosos residentes no município de São Paulo e participantes do estudo SABE (Saúde e Bem Estar e Envelhecimento). Contato: alexandre.geronto@gmail.com

Lovecraft Country: Em nova produção de Jordan Peele, família enfrenta racismo e monstros

0

Lovecraft Country, série da HBO baseada na obra de Matt Ruff (Território Lovecraft, em português) e produzida por Jordan Peele e J.J. Abrams conta a história de Atticus Freeman (Jonathan Majors), que junto de sua amiga Letitia (Jurnee Smollett-Bell) e seu tio George (Courtney B. Vance), viajam pelos recantos mais racistas dos Estados Unidos da década de 1950 em busca de seu pai desaparecido.

No caminho, no entanto, ele encontrará, além de supremacistas brancos, horrores indizíveis na forma de monstros. “Isto se inicia com uma luta para sobreviver e superar tanto os terrores racistas da América branca como os monstros aterrorizantes que poderiam ser tirados de uma história de Lovecraft”, diz a sinopse oficial da série divulgada pela HBO.

Também foi revelado o primeiro trailer da série, a prévia mostra uma família enfrentando diversas ameaças ao redor dos EUA; Confira:

Além de Peele e Abrams, a série também conta com Bill Carraro (“Blade Runner 2049”); Yann Demange (da série “Diário Secreto de uma Garota de Programa”), Daniel Sackheim (da série “True Detective”); David Knoller (da série “Big Love”) e Misha Green (da série “Spartacus”) na produção executiva.

error: Content is protected !!