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Unicamp: Cotas facilitarão acesso de estudantes negros a partir de 2019

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O sonho de estudar em uma faculdade de prestígio e pública está cada vez mais possível para milhares de estudantes negros brasileiros. A Unicamp, segunda melhor Universidade da América Latina, aprovou na noite da última terça-feira,31, após uma longa sessão do Conselho Universitário (Consu), a proposta para a implementação de cotas raciais em seu vestibular a serem implementadas a partir de 2019. Na UNESP as cotas existem desde 2014 e na USP, alguns cursos como o de Direito também têm reserva de cotas para estudantes negros e indígenas.

A mudança no processo seletivo da Universidade de Campinas foi fruto da luta do movimento negro e estudantil que, além de irem as ruas, usaram as redes sociais para promoverem a campanha pró-cotas dentro da Unicamp.

Até o ator norte-americano Denny Glover aderiu ao movimento, mostrando em sua página do Facebook a necessidade de políticas públicas para diminuir privilégios e democratizar o acesso à educação.

Grupos de estudo irá aprimorar proposta aprovada

De acordo com texto aprovado no debate, o plano deverá preservar meta de 50% dos estudantes oriundos da rede pública – por curso e turno – e ainda buscar a meta de 37,5% de autodeclarados pretos, pardos e indígenas, segundo parâmetro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no estado de São Paulo. Além disso, ela deverá ser complementada por critérios adicionais.

O grupo será presidido pelo coordenador executivo da comissão responsável por organizar o vestibular (Comvest), José Alves de Freitas Neto (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas).

Além disso, a formação contará com outras 12 pessoas, entre eles, dois integrantes dos movimentos Pró-Cotas e Núcleo da Consciência Negra, três representantes do conselho, dois da comissão central de graduação, um servidor técnico-administrativo e um representante discente.Um grupo que ficará responsável por elaborar a proposta de implementação progressiva das cotas étnico-raciais a partir do vestibular 2019.

Entre eles estão os aprimoramentos do Programa de Ação Afirmativa (Paais), que concede bônus para estes dois grupos de candidatos nas duas fases do processo seletivo; e do Programa de Formação Interdisciplinar Superior (Profis), responsável por garantir uma vaga por escola de Campinas e utiliza o desempenho do candidato no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Formação em História da África e Cultura Afro-Brasileira

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Foto: Divulgação

(Texto e foto: Divulgação)

A construção contemporânea do conhecimento sem Áfricas é uma impossibilidade. A história das sociedades que viveram e participaram de diferentes conexões ao longo do tempo é indispensável para que possamos pensar novas possibilidades de conteúdos e visões acerca do processo de ensino-aprendizagem de História.

 

Estes são os objetivos do Projeto Aprender com África, que realiza também uma importante investigação acerca da presença de homens e mulheres negras nos grandes veículos de mídia e de que formas uma participação tímida contribui para a manutenção das estruturas exclusivas, violentas e racistas contra a população afrodescendente brasileira. Ainda no campo da comunicação, o conteúdo apresenta alternativas para a construção de um jornalismo democrático e que represente as reivindicações da comunidade negra, além de passar por alguns nomes da imprensa moderna africana, contribuindo assim para a apresentação do lado inovador e sem estereótipos de África.

Com o curso pretende-se, com uma abordagem honesta, apresentar o presente e o passado em diálogo, percorrendo as trajetórias sociais em África, elencando um conteúdo palatável para professores e professoras do Ensino Básico. O que se busca é abordar conteúdos enquanto ferramentas a serem trabalhadas em sala de aula na Educação Básica, formando professores e introduzindo em suas práticas conceitos-chaves acerca da história das Áfricas, visando à promoção de novos conhecimentos, às críticas aos lugares que a África ocupa nas escolas e na sociedade, além de disseminar problemáticas não factuais na busca de uma história que incita o questionamento, o debate e a construção dialógica do conhecimento.

 

Serviço:

Quando: de 24 a 01 de julho

Horários: aos sábados, das 09h às 17h

Quanto:

Para professores: R$ 130,00
Para público-geral: R$ 180,00
Forma de pagamento:
As vagas serão preenchidas mediante o pagamento à vista ou da 1ª parcela (50%) e envio do comprovante via email. A segunda parcela deve ser paga no primeiro dia de aula.
Informações e inscrições?
E-mail: ensinarcomafrica@gmail.com

Mais no evento: https://www.facebook.com/events/1058152864329080/?active_tab=discussion
Onde: Instituto Casa da Cidade – Rua Rodésia, 328 – Vila Madalena/SP

Aqui tem o minicurrículo dos facilitadores:

ROSA COUTO
Rosa Couto é educadora com processo de Doutorado em curso na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP, com o projeto “Benedito João dos Santos Silva Beleléu, vulgo Nego Dito: afromusicalidade e máscara marginal na obra de Itamar Assumpção (1980-2003).”
Rosa trabalha há alguns anos na área da educação voltada aos ensinos de África e culturas afro-brasileiras no país. Já realizou entrevistas sobre o tema, possui como experiência a formulação de um livro para aplicação de atividades em sala de aula; além de já ter sido professora da rede estadual de ensino do Estado de São Paulo durante alguns anos.

MOISÉS CORRÊA
Moisés Corrêa é integrante do Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade Federal Fluminense, desenvolvendo um projeto com tema relacionado à historiografia acerca da história da África na contemporaneidade.
Moisés é pesquisador no tema há pelo menos cinco anos, tempo em que conjuga seus interesses educativos com a produção cultural relacionada às diferentes manifestações artísticas do continente africano e também da cultura afro-brasileira. Já participou da produção de grandes eventos relacionados à história da África; além de ter realizado oficinas e atividades para o público infanto-juvenil em escolas da rede pública no país.

KAUÊ VIEIRA

Jornalista graduado pela Universidade Anhembi Morumbi de São Paulo. Com quase 10 anos de atuação profissional, transita por diversas editorias, tendo trabalhado e colaborado com alguns dos principais veículos de comunicação do Brasil, como o Portal Terra, IBOPE e a Revista Fórum. Nos últimos quatro anos vem se dedicando a pesquisa e produção de reportagens sobre a cultura afro-brasileira e africana contemporânea no Coletivo Afreaka, na Revista O Menelick 2 Ato e no site de Lagos Art News Africa, acumulando 200 escritos entre artigos e entrevistas sobre o assunto.

Antonio Carlos

Antonio Carlos se formou em Administração e desde então se lançou ao desenvolvimento de projetos que visassem o desenvolvimento social.
Atua há algum tempo junto com o Aprender com África, desenvolvendo práticas e organização nos trabalhos do terceiro setor.

Mãe, negra e empreendedora

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Para estar mais perto dos filhos ou para ganhar um dinheiro extra, o fato é que as mulheres pós maternidade querem empreender. O livro “Minha mãe é um negócio”,  de Patricia Travassos e Ana Claudia Konichi, que aborda a relação das mães e empreendedorismo, por meio de uma entrevista com 35 mulheres, mostra que 67% das entrevistadas começaram o negócio depois de terem seus filhos e 75% se sentem mais realizadas profissionalmente depois de abrirem sua própria empresa.

Como a maioria das mães da pesquisa, eu trabalhava fora até me tornar mãe. Tive três filhas em um intervalo de 5 anos e por ter uma grande demanda doméstica, achei que minha renda (complementar já que meu marido assumiu as contas quando parei de trabalhar) teria que vir de algum trabalho que me desse flexibilidade. Eu já tinha uma empresa aberta por conta de outros trabalhos, mas ela começou a ser ativa de forma efetiva, depois da maternidade onde comecei a ter renda por meio de anúncios no meu site Mundo Negro e como jornalista freelancer.

Através de um grupo de mães negras no WhatsApp, descobri que há muitas como eu e outras que querem ser suas próprias patroas e neste último final de semana do Mês das Mães, decidimos nos encontrar em um evento organizado por mim e minha amiga Clelia Rosa, uma educadora engajada nas questões de maternidade tanto quanto eu, para conversamos sobre maternidade negra e empreendedorismo.

A empresária e mãe Kelly Castilho durante o encontro sobre maternidade negra e empreendedorismo

O depoimento vindo dessas mulheres durante o evento me trouxe vários cenários a serem estudados. O empreendedorismo negro vem em grande parte como uma alternativa à falta de emprego. Ou seja, não encontro trabalho, portanto, preciso por conta própria, gerar renda. Se sou mãe, a demanda financeira é ainda mais maior.

Apesar de inciativas crescentes de apoio à negros empreendedores, os espaços de negócios, quando discutem a questão de gênero ainda não são sensíveis à relevância de criar eventos específicos para mães empreendedoras. Eu mesma já tentei participar de alguns, mas desisti por conta dos horários que não eram amigáveis com que tem filhos pequenos.

E se temos mais dificuldades de crédito por sermos negras, imagine quando se é mulher e com filhos?

Também ficou evidente no encontro a vontade dessas mulheres trabalharem com negócios relacionados à negritude. Seja por meio de consultoria em suas áreas de formação, como Direito, Educação e Psicologia, seja oferecendo cuidados estéticos específicos entre outras formas de prestação de serviço, como eu que produzo conteúdo especializado em diversidade étnica.

Ser mãe negra e empreendedora é tão poderoso quanto complexo. Há barreiras que mães brancas não encontrarão, como a questão de crédito e por não sofrerem com racismo na captação de clientes. Sim, se sofremos preconceito na entrevista de trabalho, quem garante que não há esse risco como prestadora de serviços?

Mesmo dentro de um panorama com muitas dificuldades, sou uma otimista. Se muitos de nós temos famílias comandadas por mulheres, que muitas vezes são a única renda da casa, eu vejo que no futuro muitas mães negras gerarão além de renda, emprego e terão o reconhecimento da sua contribuição para e economia à frente de negócios bem-sucedidos, mas para isso ainda falta orientação, incentivo e crédito. Força de vontade, garra e criatividade já está em nosso DNA e a maternidade potencializa nossas virtudes.

Gastronomia africana em evento inédito em São Paulo

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Após o sucesso do “Jantar Afro Poético” em 2016, o Biyou´z Restaurante promove nos dias 9 e 10 de Junho de 2017 dois grandiosos e divertidos eventos gastronômicos. Em parceria com a TM Evento, a chefe Melanito, sócia e proprietária do restaurante Africano mais famoso de São Paulo, inova mais uma vez, unificando várias culturas africanas em um único lugar. Entre os pratos em destaque estão as iguarias do Congo, Camaraões, Senegal, Nigéria, Angola, como semente de abobora, peixe defumado, folha de Kalulu, Fufu, entre outros.

“Assim como no meu restaurante meu principal intuito é divulgar as riquezas e a pluralidade gastronômica Africana. Os pratos que serão apresentados no evento não estão disponíveis no meu cardápio, sendo assim, publico poderá desfrutar de novos sabores e conhecer um pouco mais nossa diversidade”.

O Afro Biyou’z Cultural ira proporcionar ao publico uma viagem pela gastronomia, música e dança dos diversos países da África. Em um ambiente decorativo e totalmente focado a cultura, o visitante poderá desfrutar de um espaço agradável e de fácil acesso.

Serviço:
09 de Junho de 2017 | Afro Baile
Das 18h – 22h | Buffet Africano de degustação com 4 Pratos Novos..
Das 22h – 03s | Música Africana com DJ´s, dança e apresentação especial do músico Congolês TYSFNOM.

10 de Junho de 2017 – Tarde Gastronômica Africana
Das 16h – 23h | Buffet Africano de degustação com 4 Pratos Novos.
Dança, apresentação de Banda Musical, Poesia com Escritores Africanos e muito mais…

Local: Conselheiro Crispiniano, 44 – Anhangabaú – São Paulo – SP.
Link compra: http://migre.me/wnr0Z
Valor único do ingresso: R$ 65,00 (sem limites de aquisição).
Tel: 11 32216806
Celular/Whatsapp: (11) 986 651166 | (11) 988 106861
Contato: producao.tmeventos@gmail.com
Assessoria: blackindieassessoria@gmail.com

 

Festival Afro Music SP: Sons brasileiros e africanos em evento gratuito no próximo sábado

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(Texto: Divulgação)

Um dia inteiro de atividades e atrações musicais promovidas por pretos, em prol da música preta. Se ainda é preciso provar o motivo pelo qual a música negra é negra, esta é a missão do Festival Afro Music SP, que terá sua edição de estreia no próximo sábado, 27.

O encontro, dedicado àqueles que reconhecem a colaboração das notas e figuras rítmicas herdadas do continente irmão, África, para o mundo, trás shows de 8 artistas da cena contemporânea independente paulistana.

O objetivo a médio prazo é ganhar a adesão de mais Estados do país, afinal, enquanto há um enorme Brasil negro a ser explorado, há também uma imprensa “clara” sem muita disposição a abrir novos espaços para as produções de artistas negros contrários às tendências ditadas pelo showbiz, como explica Hever Alves, idealizador do projeto. “Mesmo meios independentes de comunicação se mantém geridos por produtores e formadores de opinião brancos. Isso cria um déficit na produção preta. Insisto que o que faltam são recursos para as produções negras, não engajamento”, salienta.

Para o ativista, a população preta perdeu o protagonismo das vertentes musicais assinadas por seus antepassados quando subjugada à escravidão. “A indústria musical foi instaurada aos moldes do sistema capitalista, quando já existia um cenário formatado pela mentalidade colonizadora que ao mesmo tempo em que nega as orientações de origem afro, as vendem de forma genérica quando executadas pelo branco”, analisa.

O produtor reitera a necessidade da criação de mecanismos que estimulem o avanço da comunidade negra para outras esferas da arquitetura social. “Fará parte do processo do povo preto enquanto sujeito de sua própria libertação, a formação de uma unidade que envolva áreas da música, artes em geral, educação e comunicação como processo natural que possibilite o debate sobre o modelo acostumado a separar”, finaliza.

Dentre os destaques da programação, que vai do rap ao jazz, estão o coletivo Senzala Hi Tech, o duo de música experimental Rádio Diáspora formado pelo trompetista e o baterista Rômulo Alexis e Wagner Ramos (com a participação do vocalista Ba Kimbuta), o bloco afro afirmativo Ilu Inã e ainda a estreia de um artista revelação.

O evento, gratuito, é produzido de forma independente e contará com a colaboração do público como forma de fortalecimento da iniciativa.

Mais informações na página do evento no Facebook. (clique aqui)

Virada Cultural: Negra Li e Ellen Oléria são algumas das várias atrações afro do Centro de Culturas Negras no Jabaquara

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Aulas de break, capoeira, pandeiro, cinema e dança afro são alguns dos eventos afro-centrados da programação Centro de Culturas Negras Jabaquara durante a Virada Cultural, neste final de semana em São Paulo.

Se o que te motiva a sair de casa são nomes de grandes estrelas da MPB que vivem dando pinta durante os 2 dias mais festivos do ano para os paulistanos, fique sabendo que Negra Li (Sábado) e Ellen Oléria (Domingo) estarão por lá em shows gratuitos. O CNNJ fica Rua Arsênio Tavolieri, 45 – Jabaquara São Paulo. Telefone (11) 5011-2421.

Confira a programação completa.

AULA/OFICINA IDADE VAGAS PERÍODO DIA – HORÁRIO
INICIAÇÃO À FOTOGRAFIA

Profª Melissa Szymanski

A partir de

16 anos

25 De 28/04

à 30/06

Sexta

14h às 17h

YOGA (Hatha)

Profª Érika Malavazzi

A partir de 16 anos 30 Contínua Terça, Quinta e Sábado

9h às 10h

DANÇA BREAK

Profº Rodolfo Almeida – B. Boy Grilo

A partir de 10 anos 25 Até

29/06

Terça e Sexta

9h às 11h

PERCUSSÃO/PANDEIRO

Profª Priscilla Rocha

Maracatu Mucambos de Raiz Nagô

A partir de 10 anos 30 Até

24/06

Sábado

13h30h às 16h

CAPOEIRA

Contramestre Palito

Grupo Cativeiro Capoeira

 

A partir de 5 anos

 

30

Turmas para várias idades

Contínua Terça, Quarta e Sexta

19h às 22h

 

 

 

DANÇA AFRO

Profº Thii Apple – Grupo Ubuntu

 

 

 

A partir de 10 anos

 

 

 

20

 

 

 

Contínua

 

 

 

Domingo 09h30 às 11h

DANÇA DO VENTRE

Profª Renata Assis

A partir de 10 anos 20 Contínua Domingo 11h às 13h
ARTESANATO

Profª Silvana Carvalho

A partir de 15 anos 20 Contínua Quinta

14h às 17h

AFROMIX A DANÇA COMPLETA

Todos os ritmos

Profª Elaine Guilhermino

A partir de 15 anos 40 Contínua Terça e Sexta

8h às 9h

Quinta

19h às 20h

TEATRO 3ª IDADE

Grupo Teatral “As Fúrias”

Aposentados 04

02 homens

02 mulheres

Até

novembro

Quartas

14h às 17h

INICIAÇÃO TEATRAL

Ênfase para pessoas com mobilidade reduzida

 

“Novos Fulanos” – grupo teatral

16 aos 50 anos  

15 vagas

 

*pessoas sem deficiência podem se inscrever

De 06/05

à 29/07

Sábados 13h às 15h
DANÇA SÊNIOR

Profª Judite

Melhor idade 10 Contínua Quarta

8h às 10h

Projeto Vocacional TEATRO A partir de 16 anos 50 De 10/05

à 26/07

Terça

16h às 19h

Projeto Vocacional TEATRO A partir de 16 anos 50 De 09/05

à 25/07

Terça

13h às 16h

 

Projeto Vocacional MÚSICA

Violão, Flauta, Canto Coral

 

A partir de 16 anos 30  

De 10/05

à 31/07

Quarta

Violão – 13h30 às 15h

Flauta – 15h às 16h30

Projeto Vocacional MÚSICA

Violão, Flauta, Canto Coral

A partir de 16 anos 30  

De 11/05

à 27/07

Quinta

Coral 10h às 11h30

Violão – 11h30 às 13h

 

 

APRESENTAÇÕES E EVENTOS REGULARES

IDADE VAGAS PERÍODO DIA – HORÁRIO
BAILE DA MELHOR IDADE

Música e Danças

A partir de 50 anos 100 Contínua Última sexta-feira de cada mês

14h às 17h

TARDE SERTANEJA

Música e Danças

Livre 100 Contínua 2º sábado de cada mês

16h às 19h

CHORINHO DA MANHÃ

Música – Conjunto Retratos

Livre 250 Contínua 1º Domingo de cada mês

9h às 13h

CINE AFRO

Cinema

Consultar programação 250 Contínuo 12 e 26 de maio

19h

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

Teatro (escolas e público em geral)

Livre 60 Maio e Junho Toda quinta-feira

14h

 

 

 

PEÇAS TEATRAIS E SHOWS GRATUITOS – MAIO de 2017

               

EVENTO DIA HORÁRIO INDICAÇÃO ETÁRIA VAGAS
CORRESPONDANCE À CAMILLE CLAUDEL

Sarau, música, poesia e danças (à confirmar)

27 de maio – sábado 17 h Livre 250
ATAVOS: Um reencontro de ancestralidades perdidas

Exposição Fotográfica de Pola Fernandez

Até 10/06/2017 8h às 18h Livre
ESTAÇÃO HIP HOP CCNJabaquara

Danças urbanas, música e grafite (à confirmar)

28 de maio – domingo 10h às 16h LIVRE 500
 YEBO

Cia. Gumboot Dance Brasil

28 de maio – domingo 16h LIVRE 250

 

 

 

 

VIRADA CULTURAL – PEÇAS TEATRAIS E SHOWS GRATUITOS

               

EVENTO DIA HORÁRIO INDICAÇÃO ETÁRIA VAGAS
CIA LE PLAT DU JOUR

Teatro

20 de maio – sábado 16 h Livre 250
 

NEGRA LI E BANDA 20 ANOS DE CARREIRA

VIRADA CULTURAL- Música

20 de maio – sábado 18 h Livre
LEPORIFOBIA – CIA LACUNA COLETIVA

VIRADA CULTURAL- Teatro

20 de maio – sábado 20 h 12 anos 250
EASY JAY

VIRADA CULTURAL- Música

20 de maio – sábado 21 h Livre
 TEM AREIA NO MAIÔ – CIA AS MARIAS DA GRAÇA

VIRADA CULTURAL- Teatro Infantil

21 de maio – domingo 10 h Livre 250
BABADO DE CHITA – CORTEJANDO

VIRADA CULTURAL- Teatro

21 de maio – domingo 12 h Livre
CLARIANAS

VIRADA CULTURAL- Música

21 de maio – domingo 15 h Livre
ELLEN OLÉRIA – AFROFUTURISTA

VIRADA CULTURAL- Música

21 de maio – domingo 18 h Livre

 

Serviço
Virada Cultural – Centro de Culturas Negras do Jabaquara
Rua Arsênio Tavolieri, 45
(11) 5011-2421
https://www.facebook.com/pg/ccnjabaquara/

 

ONGs brasileiras e internacionais criam coalizão para incluir mais negros no mercado de trabalho

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Imagem – Google Images
Texto: Divulgação

O Instituto Ethos e o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) lançam, dia 16 de maio, a Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero, que reúne a experiência de cada entidade para promoção da equidade de raça e gênero nas empresas.

“A mudança no quadro de desigualdades raciais no trabalho exige várias medidas, entre elas que se tenha um diagnóstico dos entraves institucionais na inserção e na ascensão profissional, o que requer monitoramento de informações demográficas das empresas e organizações. Algumas boas iniciativas empresariais podem ser identificadas e é fundamental mapear, discutir, detalhar e disseminar essas ações, como cases, com vistas a compartilhar as metodologias e os principais desafios para sua implementação”, explica Maria Aparecida da Silva Bento, diretora executiva do CEERT.

O lançamento da Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero será uma reunião das principais lideranças das políticas de inserção racial, que vão relatar a implantação de boas práticas nas corporações, como: Stephanie Oueda Cruz, Diretora Associada de Diversidade e Inclusão da Coca-Cola na Europa; Judith Morrison, Assessora Principal da Divisão de Gênero e Diversidade do BID; Ana Costa, Vice-Presidente Jurídica e de Relações Governamentais e líder da Rede pela Diversidade da AVON, entre outras personalidades que estarão presentes neste lançamento.

“Está na gênese do Ethos a promoção da equidade racial e de gênero. Foi Cida Bento, dirigente do CEERT e hoje nossa Conselheira, que nos provocou para o tema nos idos de 1999. OdedGrajew, fundador e presidente emérito do Ethos, deu prioridade absoluta para internalizar o tema nas estratégias da organização. A partir daí iniciamos os estudos para a publicação da série histórica do Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 maiores empresas do Brasil e suas ações afirmativas. E agora com esta iniciativa da Coalizão, igualmente parceira do CEERT, queremos demonstrar que as empresas são atores capazes e responsáveis de combater as desigualdades sociais ao realizar a necessária inclusão de todos para alcançarmos uma sociedade plural, diversa e justa”, enfatiza Caio Magri, presidente do Instituo Ethos.

A Coalizão é uma iniciativa do Instituto Ethos, do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) e do Institute for Human Rights and Business (IHRB), com apoio do Movimento Mulheres 360, do Instituto Carrefour, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do programa Fundo Newton, oferecido pelo governo do Reino Unido e pelo Conselho Britânico.

8:00 – 8:30: Café da manhã de Boas-Vindas

8:30 – 9:00: Abertura

– Caio Magri, Instituto Ethos
– Vídeo John Morrison, IHRB
– Diana Daste, Fundo Newton
– Margareth Goldenberg, Movimento Mulheres 360
– Cida Bento, CEERT

9:00 – 10:30: Lançamento da Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero

– Paulo Pianez, Diretor de Sustentabilidade do Carrefour.
– Pedro Massa, Diretor de Valor Compartilhado da Coca-Cola Brasil.
– Ana Costa, Vice-Presidente Jurídica e de Relações Governamentais e líder da Rede pela Diversidade da AVON.
– Guilherme Cavalieri, Diretor de Desenvolvimento Humano da Serasa Experian.
– Judith Morrison, Assessora Principal da Divisão de Gênero e Diversidade do BID.

10:30 – 11:00: Diálogo sobre Equidade Racial e de Gênero com a Diretora Associada de Diversidade e Inclusão da Coca-Cola na Europa

– Stephanie Oueda Cruz, Diretora Associada de Diversidade e Inclusão da Coca-Cola na Europa

11:00 – 12:30: Mesa de Boas Práticas de Equidade Racial e de Gênero

O objetivo desta mesa é o compartilhamento de boas práticas, em curso, e que efetivamente impactam na promoção e no avanço da equidade racial e de gênero nas empresas e organizações. Moderadores: Cida Bento e Caio Magri

Lançamento do livro “Diversidade nas Empresas & Equidade Racial” – organizadores Maria Aparecida da Silva Bento e Flavio Carrança (CEERT com apoio da Fundação Ford)

Serviço:
Lançamento da Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero
Data: 16 de maio
Horário: 8h às 12h30
Local: Conselho Britânico: Rua Ferreira de Araújo, 741 – Térreo – Pinheiros – São Paulo
Inscrições gratuitas: Aqui

Com foco em equidade racial, Natura abre vagas buscando estagiários negros

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(Texto – Divulgação)

Programa de estágio abre inscrições até 18/05

As vagas são para os espaços de São Paulo. As inscrições podem ser feitas em www.99jobs.com/natura.

O processo seletivo é destinado a estudantes que cursam graduação regular ou curso tecnólogo, com previsão para conclusão em julho de 2019.  Serão cerca de 20 vagas para os espaços de São Paulo. As áreas de atuação serão: Comunicação Corporativa, Finanças, Inovação, Instituto Natura, Marketing, Operações e Logística, Recursos Humanos, Sustentabilidade, Tecnologia e Vendas.

Foto: Divulgação

O programa tem como objetivo estimular os estagiários a identificar e desenvolver seus talentos, propiciando assim mais clareza em suas escolhas profissionais.

É importante que o candidato traga competências como autoconhecimento, visão do todo, resiliência, protagonismo e habilidade para se integrar e se relacionar.

O processo de seleção valoriza a diversidade e, nesta edição, terá foco em inclusão de pessoas com deficiência e equidade racial. A EmpregueAfro, consultoria especializada em atração e recrutamento de candidatos negros, será um dos parceiros do programa.

Você pode contribuir com a divulgação compartilhando o hotsite (www.99jobs.com/natura) em suas redes sociais e indicando as oportunidades para estudantes que você conhece.

 

“Tira esse Smurf dá cabeça”: Página da professora e rapper Preta Rara sofre ataques racistas no Facebook

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Foto: Reprodução Facebook

Beleza é questão de opinião? Talvez. Beleza é um fator construído por meio da nossa cultura e referência estéticas a que somos expostos? Sim, com certeza e nossa opinião se constrói por essas imagens que ficam no nosso inconsciente.

Ao buscar imagens usando as palavras MULHER BONITA olha o que o Google mostra, ou seja, a referência de beleza na mente da maioria das pessoas.

 

Não vamos entrar aqui na questão dos algoritmos que tem sim uma participação humana no processo, mas sim ao fato de que nós negros celebramos nossa beleza como um ato de resistência de um povo carimbado como feio, sujo ou desarrumado por conta do racismo.

No começo dessa semana, Joyce Fernandes,  a Preta Rara, professora de história, modelo Plus Size, ativista e famosa por conta do seu projeto Eu, Empregada Doméstica, publicou uma foto na página da sua banda vestindo uma camiseta com a frase. “Feio é o seu preconceito”, uma provocação baseada parcialmente no que falei acima, sobre beleza nem sempre ser questão de opinião.

Foto: Reprodução Facebook

Não precisou muito tempo para que sua página fosse invadida por “críticos” de moda, estilo e claro, beleza com comentários de cunho racista, machista e gordofóbicos, traduzidos de opinião.

Reprodução Facebook

Tudo pareceu uma ação orquestrada de pessoas querendo desmoralizar a artista que usa suas redes sociais para falar sobre autoestima.

Na própria página Joyce já disse estar tomando as medidas legais por meio de uma nota de repúdio.

“Após uma série de ofensas racistas, gordofóbicas e machistas feitas a artista Preta-Rara, informamos que as medidas judiciais cabíveis estão sendo tomadas. Todos os perfis que comentaram na foto onde a rapper aparece com uma camiseta escrita “Feio é seu preconceito” serão enviadas a delegacia de crimes virtuais para que as ações criminais sejam tomadas”, diz a declaração da assessoria de Joyce.

Felizmente ela não se intimidou e segue postando suas fotos e celebrando seu amor próprio. Empoderamento é isso, não precisar de validação de ninguém para amar quem você é.

Imagem: Reprodução Facebook

Joyce , por dentro e por fora você é linda.

Com eventos abertos ao público, Faculdade Zumbi dos Palmares discute negritude, negócios e educação na semana da Abolição

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(Texto – Divulgação)

Entre o sábado, 13 de Maio e a sexta-feira, 19, acontece uma programação diferenciada na Faculdade Zumbi dos Palmares: a Semana da Abolição da Escravatura. As questões que permeiam a semana – que faz uma pausa no domingo – questionam os 129 anos pós-abolição e os temas que carrega desde racismo, sociedade e educação, até feminismo negro e religiosidade. O dia de abertura tem um horário diferenciado: das 11h às 19h enquanto, de segunda a sexta os alunos são recebidos e convidados a participar das feiras, palestras e workshop no horário normal de aula (19hs às 22h).

Programação Completa:

13 de Maio:
* Dedicado ao dia 13 de Maio, data conhecida pela abolição da escravatura, acontece a abertura de uma semana repleta de programações na Faculdade Zumbi dos Palmares: com aula de samba rock, feira de empreendedorismo, mas também, feira de alimentação e a integração de calouros e veteranos. Não faltarão opções para se divertir e produzir das 11hs às 19hs no Anfiteatro. Não acaba por aí, os alunos que estiverem às 17hs na biblioteca terão a chance de presenciar o lançamento do livro “Biografia de Mahommah Gardo Baquaqua”, que conta a trajetória de um ex-escravo. Para criar ainda mais dinamismo, seguido do lançamento, acontece uma roda de conversa com Clarens Cherry e Egidio Trambaiolli no lançamento do livro até às 19hs.

*15 de Maio

Em 15 de Maio a Faculdade Zumbi dos Palmares retoma as atividades no Anfiteatro, onde o Reitor José Vicente filosofa sobre as “Verdades e mentiras da Aabolição da Escravatura”.

Já a Biblioteca recebe o palestrante Silvio Petluni, que abordará o tema “Podemos Vencer: empreendendo na vida e nos negócios”. Mas para quem está em busca de movimento, um workshop de dança invade o auditório da capoeira com o renomado dançarino Criolé.

Por fim, no Auditório (4º Andar) a Professora Ms. Ana Célia Nunes conversa sobre “As influências do racismo nos processos de desenvolvimento da população negra”.

Escolha seu tema favorito e participe da programação que se inicia às 19hs e termina às 22hs.

* 16 de Maio

Dentro da programação da Semana da Abolição na Faculdade Zumbi dos Palmares, na terça-feira, 16 de Maio, entre as 19hs e 22h, acontece no Anfiteatro o debate “Feminismo Negro: Mulher negra e sociedade” com a Professora Fernanda Santos de Paula. Enquanto isso, na Biblioteca, os alunos se juntam numa Conversa com o autor Oswaldo Faustino sobre seu livro “Legião Negra!”. Já no 4º andar, acontece a Oficina de Xerequê no Auditório de Capoeira e a roda de conversa “O poder do seu dinheiro!”, no Auditório.

* 17 de Maio

Das 19hs às 22h do dia 17 de Maio a Faculdade Zumbi dos Palmares abriga quatro acontecimentos: no Anfiteatro, a Professora Vera Benedito trata sobre as leis que colocam no currículo educacional obrigatoriedade do estudo da história e cultura afro-brasileira; Na biblioteca, acontece o lançamento do livro “A História de Mary Prince” junto à roda de conversa com o autor, Alexandre Camaru.

Criolé Show, novamente, realiza workshop, agora, o ritmo é de samba e acontece no Auditório da Capoeira, no mesmo andar do lançamento do livro “Executivos Negros”, que conta com a presença dos palestrantes Professores Pedro Jaime, Gabriela Santos e Cida Bento.

* 18 de Maio

Na quinta-feira, dia 18 de Maio, acontece na Zumbi dos Palmares rodas de conversas (das 19hs às 22hs) no Anfiteatro, com a pauta “Navio Negreiro da Contemporaneidade: Transporte, Urbanismo e Exclusão. Na biblioteca a conversa é em torno do lançamento do livro “Irrealizáveis realizações” com o próprio autor, Eduardo Machado.

No auditório do 4º andar, será exibido o documentário “Nega que é nega não nega ser nega não!” debatido com o Diretor Fabio Nunez. Por fim, no Hall do primeiro andar, o Sarau Idapé recebe o Sarau Versos em Versos. A programação continua dia 19, o último da Semana da Abolição da Escravatura.

* 19 de Maio

Em seu último dia, a programação da Semana da Abolição realizada pela Faculdade Zumbi dos Palmares das 19hs às 21hs, a Sala 14 abriga a exposição “A importância de brincar durante o processo de aprendizagem”. No mesmo horário, o Professor Reitor José Vicente reflete sobre o simbolismo do dia 13 de Maio no Anfiteatro, mesmo local em que às 21hs10 até às 22hs acontece o encerramento do evento, com capoeira e samba de roda.

Faculdade Zumbi dos Palmares

Avenida Santos Dumont – 843 -Armênia
São Paulo
http://www.zumbidospalmares.edu.br
Tel.(11) 3325-1000

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