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‘Street Food América Latina’: Culinária de Salvador ganha destaque em produção da Netflix

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A Netflix divulgou nesta terça-feira (07) o trailer de “Street Food América Latina“, que estreia no dia 21 de julho e irá explorar a cultura da comida de rua em algumas das cidades mais famosas do mundo. A produção é assinada pelos mesmos criadores de “Chef’s Table” e conta com seis episódios.

“Os comerciantes de Street Food são parte integral da cultura do país, eles dão vida à riqueza de suas cidades natais, preservando as tradições enquanto alegram as pessoas e as comunidades à sua volta. Durante este período sem precedentes, os comerciantes estão enfrentando desafios como nunca antes, como fechamentos temporários, futuros incertos e o medo do que está por vir. Esperamos que, compartilhando suas histórias e celebrando seus trabalhos, fãs pelo mundo verão o valor imensurável que essas pessoas inspiradoras trazem para a comunidade que servem”, comentou Brian McGinn, o produtor executivo de Street Food.

A série irá explorar Argentina, Brasil, México, Peru, Colômbia e Bolívia destacando as histórias de perseverança que dão vida à culinária e à cultura de cada lugar. No Brasil, por exemplo, a comida de rua de Salvador ganha destaque.

“A perseverança está no sangue deles, e nós estamos confiantes de que eles enfrentarão os obstáculos de hoje. Esperamos que, após assistir à Street Food, nossos espectadores irão considerar apoiar os comerciantes de comida de rua em suas comunidades, para que possamos continuar a desfrutar das tradições culinárias incríveis que esses homens e mulheres mantêm todos os dias”.

Confira a prévia:

“Como crescer e reinventar seus negócios no pós-pandemia” Executiva Nina Silva lançará curso online.

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CEO e uma das fundadoras do Movimento Black Money, especializada em gestão de Projetos Internacionais e Transformação Digital Nina Silva, lançará curso online sobre o impacto das transformações digitais nos negócios.

O conteúdo disponibilizado pela executiva, incluirá “Primeiros passos para desenvolver um negócio online e estratégias de marketing digital e vendas.

“A pandemia intensificou um cenário que já imaginávamos: Ela não apenas acelerou a necessidade dos negócios, independente do porte ou segmento, migrarem para o digital, como também evidenciou que muitos empreendedores e microempreendedores não estão preparados para essas mudanças.” Nina Silva.

No dia 07 de julho Nina apresentará uma live de apresentação ao curso em seu instagram. E os interessados no curso podem se inscrever no site para receber mais informações.

“Trança e MegaHair na gestação: Pode?” Dra. Larissa Cassiano explica

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Em um post do Instagram a Dra. Larissa Cassiano* explica os cuidados que as gestantes devem ter ao utilizarem aplique, alongamento e tranças. A médica ginecologista e obstetra explicou que, mesmo as gestantes decididas a terem um parto normal precisa pensar no caso de uma cesárea de urgência. No caso de uma cesárea de urgência, a mamãe não terá tempo hábil para trocar o cabelo, o que requer a preparação para não ter surpresa nesse grande dia. 

O problema que pode ocorrer durante o parto em relação à tranças e MegaHair diz respeito a cabelos sintéticos correrem risco de queimadura durante a cirurgia, uma vez que o bisturi elétrico gera um campo elétrico na paciente e, apesar da placa de isolamento, havendo item sintético há risco de lesão para a paciente. 

A ginecologista deu a seguinte dica: “para evitar riscos, não utilize apliques que possuam material sintético e fique tranquila no momento do parto.”

*Dra. Larissa Cassiano (@dralarissacassianogineco)

Ginecologista e Obstetra | CRM: 156.886

Em parceria com o ID_BR, a Fundação Estudar lança o evento on-line ‘Conexão’ para jovens negros

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O Conexão é um evento online promovido pela Fundação Estudar que vai acontecer nos dias 26 e 27 de agosto. As pessoas que forem selecionadas no processo seletivo, também terão direito a um workshop para chegarem mais preparadas e aproveitarem ao máximo a experiência.

O evento é gratuito e vai conectar 500 jovens talentos com grandes empresas como Magalu, JP Morgan, Cervejaria Ambev e Grupo Boticário.
O objetivo é se aproximar, aprender com os profissionais e, quem sabe, até conquistar uma vaga de emprego.

“Queremos um evento cada vez mais diverso. Por isso, para incentivar a mais jovens negros e negras a participarem do Conexão, a Fundação Estudar, em parceria com o ID_BR, preparou uma trilha gratuita e exclusiva, composta por mentoria, para auxiliar durante o processo de inscrição no evento”.

Serviço:

Para concorrer a esta oportunidade de mentoria e workshop basta preencher o formulário abaixo até o dia 09/07 às 23h59.
https://bit.ly/381NoRM
As vagas são limitadas.

‘Hair Love’: Curta animado vencedor do Oscar vai ganhar série derivada na HBO Max

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Premiado pelo Oscar, o curta animado ‘Hair Love’ vai ganhar uma série derivada no HBO Max. Intitulado Young Love, o projeto conta com 12 episódios sobre a história da adorável família Young, formada pelo casal Stephen e Angela, a garotinha Zuri e o gato Rocky.

A novidade foi divulgada nesta terça-feira (7), estão entre os temas abordados na produção: casamento, carreira, paternidade, questões sociais e dinâmicas multigeracionais.

Como escreveu e dirigiu o curta “Hair Love”, Matthew A. Cherry é showrunner da nova série ao lado de Carl Jones. “Estou mais que animado para continuar contando a história dessa família”, disse Cherry em comunicado.

“Young Love”, por enquanto, não tem previsão de estreia.

Em abril, o diretor de Hair Love, anunciou a versão brasileira, da história, em livro.
O curta de Matthew Cherry celebra a beleza de diferentes tipos de cabelo e conta a história de Zuri, uma jovem afro-americana, que recebe a ajuda de Stephen, seu pai, após enfrentar dificuldades para arrumar seu cabelo.

Em parceria com a Globo, Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas oferece formação para 40 potenciais roteiristas

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O Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para Audiovisual oferecerá uma formação para 40 potenciais roteiristas que se autodeclararem negros ou indígenas, com encontros semanais que ocorrerão por plataforma digital, com cerca de 20 roteiristas da Globo. Será um espaço de trocas, aprendizados e novos repertórios literários e cinematográficos.

As três primeiras edições do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual tiveram números extraordinários: mais de 1000 inscrições, 100 participantes, 89 argumentos entregues, 18 roteiristas contratados pela Globo e 1 especial de Natal produzido e exibido pela Globo em 2019 a partir de um argumento construído no Laboratório. Pelo menos cinco argumentos concebidos no projeto estão em processo de adaptação para filmes ou séries em produções envolvendo outros parceiros.

Neste contexto, a Flup e a Globo unem suas experiências para criar um projeto com duplo viés: a formação de roteiristas indígenas e negros para a produção de narrativas audiovisuais e a criação de um ambiente que provoque e instigue a criatividade para fazer emergir histórias e personagens latentes de um universo ainda pouco explorado e representado pela nossa dramaturgia.

O processo tem como objetivo incentivar a produção de narrativas potentes e criativas de roteiristas negras e indígenas, suprindo uma incompreensível lacuna da nossa produção audiovisual. “Somente as pessoas negras e indígenas podem reinventar seu lugar em nossa dramaturgia”.

A Flup é apresentada pelo Ministério do Turismo, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Patrocínio Itaú por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Globo por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS. Tem o apoio da Fundação Ford e do Instituto Ibirapitanga. Realização Instituto, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Pátria Amada Brasil Governo Federal.

Serviço:

Inscrições aqui!

Quem pode participar:
Pessoas autodeclaradas negras e indígenas que escrevam em português;
• Maiores de 18 anos;
• Ficha de inscrição corretamente preenchida;
• Disponibilidade para participar de todos os encontros on-line;
• Dispositivo com acesso à internet.

Processo seletivo
• Abertura de inscrições: 07 de julho de 2020
• Encerramento de inscrições: 31 de julho de 2020, às 23:59
• Divulgação dos selecionados: 10 de agosto de 2020

Produto final
Ao longo do processo, cada pessoa selecionada terá que desenvolver um argumento audiovisual, que poderá servir de base para um futuro roteiro de cinema ou série. Todos os argumentos serão avaliados primeiramente pela Globo, que poderá manifestar interesse em adquirir os direitos para desenvolvimento de obra audiovisual.

”Você não pode parar o brilho de garotas negras” dispara Lizzo após ser expulsa de casa de férias

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https://www.instagram.com/p/CCSG73ehrSZ/

A Cantora havia alugado uma casa de praia para passar sete dias, entretanto ela e suas amigas foram expulsas três dias antes do fim da hospedagem. Sobre a aglomeração em tempos de pandemia, Lizzo explicou que todas tiveram a responsabilidade de fazer testes de Covid-19 e, felizmente,todas testaram negativo. A artista ainda pediu que seus mais de 9 milhões de seguidores ficassem seguros e com suas máscaras.

No Instagram, a cantora postou um vídeo dançando e disse: ”Isto é para o homem que me expulsou do meu aluguel de 7 dias 3 dias antes de eu sair, ontem. Isso é por zombar da maneira que eu danço e por usar imagens minhas e das minhas 6 amigas negras no Instagram para dizer que poderíamos ‘machucá-lo’ e ameaçar chamar a polícia. Eu sei que você está vendo o meu perfil, então eu só quero que você saiba que você não pode parar esse brilho de garotas negras.” Ela ainda completou agradecendo ao dono da casa pela expulsão, pois agora elas estavam em uma casa melhor.

‘Aqui não entra luz’ Cineasta produz longa-metragem que retrata relação da senzala com quarto da empregada

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Cineasta paulista Karoline Maia

A cineasta Karoline Maia, 26 anos, é filha de uma empregada doméstica e foi inspirada pelos anos de trabalho da mãe que resolveu fazer o longa-metragem que evidencia a igualdade entra a senzala e o quarto da empregada.

 O filme investiga as relações de trabalho construídas no ambiente doméstico desde o Brasil colônia até os tempos atuais e é intitulado “aqui não entra luz” por mostrar relações sociais e arquitetônicas desses locais.

O trabalho evidencia dinâmicas escravocratas e racistas que permanecem até hoje. O quartinho da empregada é um ambiente totalmente afastado, pouco arejado e sem iluminação da casa. Esse cômodo já está nos projetos segregacionistas e arquitetônicos dos apartamentos de classe média e alta do país, sendo um símbolo de uma herança cultural escravocrata e racista.

A maioria dos espaços e casas que Karoline visitou segue o mesmo padrão “Os lugares são semelhantes: a entrada de serviço, o fundo da casa, um lugar isolado, com pouca entrada de luz, estratégico para o patrão, do lado da cozinha e da área de serviço”, explica ela.

“O quartinho da empregada fica sempre nos fundos da casa, ao lado da cozinha. ‘Ela é como se fosse da família’, mas espera todo mundo jantar para comer o que sobrou. Dorme depois, acorda antes”, diz um dos trechos que fazem parte da divulgação do documentário.

Karoline afirma que o quarto da empregada serve de manutenção da sociedade.

A cineasta vem montando uma equipe composta somente de mulheres até o momento. Quando iniciar as filmagens, vai compartilhar nas redes sociais do filme algumas etapas do processo para aproximar o público, contando sobre os lugares por onde passou e o que encontrou no caminho.

Para ser finalizado, filme busca apoio de financiamento coletivo até dia 11 de julho.

Sevirologia, periferia e moda: Conheça Suyane Ynaya a nova editora da Elle Brasil

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Entender o conceito de “sevirologia” explica, ao mesmo tempo, toda a essência de Suyane Ynaya, a mulher que trouxe nome para o todas as pretas que, ‘se viram’, vão além e fazem de tudo para conquistar seus objetivos e lidar com o mundo.

“Minha vontade é de inspirar e impedir que os outros se limitem. É uma forma de começar e seguir fazendo, ainda que a gente abra o Instagram e tenha a sensação de que as coisas só acontecem com o vizinho”, disse Suyane em entrevista à revista Glamour.

Suyane usa o Instagram para compartilhar seu trabalho como stylist criando editoriais para grandes marcas gastando pouco e reutilizando matérias, compartilha histórias reais e um pouco da sua vida como mãe de duas crianças (lindas). De forma ‘simples’, o termo sevirologia é isso, usar as ferramentas que você tem ao seu alcance, hoje compartilhamos aqui, o que talvez não chegue a um terço do que é a história de Suyane Ynaya, mas é uma história que se assemelha a mais da metade das mulheres pretas.

Mãe de dois filhos, Maya e Theo, Suyane fez bicos como babá, garçonete e vendedora por seis anos até ter seu primeiro contato com a teoria e a prática da vida de uma stylist. “Era um curso de férias que durava só uma semana, mas foi exatamente a partir dali que consegui chegar à posição que ocupo hoje”, lembra. “Parei de estudar no segundo ano do ensino médio e, por isso, me tornei uma pessoa que aprende melhor quando pode viver as coisas na prática”.

Em 2016, Suyane criou o coletivo MOOC com mais sete amigos que destaca o olhar do jovem negro na publicidade. A paulistana visitou Nova York pela primeira vez, em agosto do ano passado. “Quando pisei na cidade, foi o momento em que pensei: cheguei lá e agora nada pode me parar. Estar nesses lugares significa conseguir mudar uma parte do olhar da minha família sobre a ideia de conquista. É diferente para quem vem da periferia. Aprendemos a não alimentar os sonhos, porque precisamos lutar pelo básico antes”.

“Sim sou a nova editora da Elle Brasil”, escreveu Suyane em seu Instagram ao compartilhar a notícia com seus seguidores, seguido de um vídeo e um texto emocionante; leia o relato completo:
Me lembro muitos ensinamentos da minha mãe onde ela sempre nos pedia para acreditar em tudo que decidimos fazer em nossas vidas.
Eu sempre tentei acreditar que tudo isso não era em vão, sempre me perguntei pq habitar certos locais?
Me questionei sobre os posicionamentos que precisei ter, tive medo dos mesmos posicionamentos por questões de silenciamento.
Que sabemos bem que são frequentes!
Mas olha aí, a mulher que saiu menina das comunidades da zona leste de São Paulo, que tentou falar muito sobre suas vivências e que hoje está nos locais que sempre sonhou.
Então esse papo é sobre acreditar, eu peço que você acredite sempre em você.
Parece um papo bobo né?
Mas nunca falha quando acreditamos, executamos e concluímos o mesmo.
Enfim, eu quero agradecer aos meus filhos, que me tornaram uma mulher forte pois nunca pude baixar a guarda para dar o que posso para cada um deles.

Suyane Ynaya traz força e esperança para nós mulheres negras e mães que nos viramos para carregar o mundo nas costas e dar conta de tudo e mesmo assim poucas ‘chegam lá’, muitas, infelizmente, não aguentam o peso e desistem pelo caminho ou a falta de representatividade faz pensar que não será possível ‘chegar lá’. Suyane chegou para dar a voz, espaço e ser representatividade. Isso não quer dizer que esse é o limite, Suyanne Ynaya já mostrou que pra quem vem da periferia, limite não existe, temos fome do mundo.

https://www.instagram.com/p/CCT0FYCgaDE

Thelma Assis é a capa de julho da revista Bazaar

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A médica, ativista e ganhadora do BBB20 Thelma Assis (@thelminha) é a capa do mês de julho da revista Harper’s Bazaar Brasil. A revista desse mês traz a temática “paz, amor e luta” e contará com uma entrevista exclusiva.

A capa faz menção e homenagem a capa de 1966 com Donyale Luna, primeira mulher negra a estampar a capa da revista Vogue.

Donyale Luna, a primeira mulher negra a estampar a capa da Vogue em 1966

“Eu fico muito feliz com essa oportunidade de representatividade” disse Thelma em seu perfil do Instagram.

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