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Whoopi Goldberg confirmou que está trabalhando em uma nova continuação do filme “Mudança de Hábito”

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Na última quarta-feira (7), Whoopi Goldberg, foi entrevistada no The Late Late Show pelo apresentador James Corden e disse que está discutindo com o estúdio como reunir o elenco para o terceiro filme da franquia: “Por muito tempo disseram que ninguém iria querer assistir. E descobrimos recentemente que isso talvez não seja verdade. Muitas pessoas querem assistir. Então estamos trabalhando muito para descobrir como podemos reunir todo mundo para fazer um retorno“, contou a atriz.

Whoopi também comentou que tem muito carinho pelo projeto. “É divertido e nos faz sentir bem sem deixar ninguém bravo. Tem pessoas cantando bem, mal, mais ou menos e algumas freiras. O que pode ser melhor do que isso?”, brincou.

Em “Mudança de Hábito”, que ganhou uma sequência em 1993, Whoopi Goldberg interpreta a cantora Deloris Van Cartier. A personagem dela presencia um crime e, por meio de um programa de proteção a testemunhas, acaba indo parar em um convento.

Marta ganha estátua no museu da Seleção Brasileira

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Marta / Reprodução Internet

A rainha do futebol ganhará um estátua em tamanho real no museu da Seleção Brasileira, situado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O museu já conta com a imagem de Pelé, que ganhará a companhia de Marta e Zagallo. A CBF já tirou as medidas de Marta para iniciar a confecção, que será feita em Londres, como foi a de Pelé. 

E ela já escolheu a pose oficial da obra: camisa 10 e faixa de capitã! Lembrando que Marta foi eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo pela FIFA. 

Marta já escolheu sua pose / Reprodução internet

Não podemos esquecer que a CBF ignorou a existência das mulheres no futebol por décadas. Hoje, com muitas exigências da Fifa, esse cenário começa a mudar. Não a ponto de mexer no status da confederação, formada por 14 diretores, oito vice-presidentes e um secretário, todos homens brancos.

A invisibilidade era tanta que, no chamado Museu da Seleção Brasileira, não havia praticamente nada sobre a feminina. Até a criação de uma nova ala que ainda não foi inaugurada e contará a história das mulheres que vestiram a camisa do Brasil.

Nas informações divulgadas à imprensa, o presidente da CBF ainda comenta que a seleção feminina de futebol conquistou seu primeiro patrocinador exclusivo e que o anúncio da marca deve ser feita ainda este mês. 

Elisio Lopes Jr assina o roteiro final e a direção artística do Prêmio “Sim à Igualdade Racial” 2020

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Foto: Reprodução

O prêmio que será apresentado por Ludmilla e Lellê, vai reconhecer as principais iniciativas e nomes que trabalharam em prol da igualdade racial no Brasil. Promovido pelo Instituto Identidades do Brasil no ano de 2020 o evento terá formato virtual que foi roteirizado e direcionado pelo roteirista e diretor artístico Elisio Lopes Jr.

O prêmio que celebra a arte negra será exibido a partir das 17h nos canais digitais do ID_BR e na TV, pelo Multishow. E terá apresentação de diversas categorias de arte, como o teatro, dança e muita música. Para as apresentações musicais teremos a presença da cantora Iza, Martnália, Margareth Menezes, Rosa Maria Calling, entre outros.

Já na roda virtual teremos a participação de artistas e influenciadores como Thelminha Assis, Babu Santana, Flávia Oliveira, Rodrigo França, Mc Sophia, Luís Miranda entre outras  personalidades negras. 

A direção musical será de Zé Ricardo e o  roteiro final e a direção  artística fica a cargo de Elísio Lopes Jr. Elísio assinou o roteiro final de todas as 3 edições do prêmio, o espetáculo mescla as linguagens artísticas como teatro, música e dança.
Elísio Lopes tem revolucionado a presença negra na cultura contemporânea nacional, atualmente é roteirista da Rede Globo e mantém a carreira como diretor. Seus últimos espetáculos foram o musical Dona Ivone Lara – um sorriso negro e a Noite da Beleza Negra do Ilê Ayê.

Ex-policial que sufocou George Floyd consegue benefício de agência e é libertado após pagar fiança de US$ 1 mi

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Derek Chauvin, ex-policial de Minneápolis que usou o joelho para sufocar George Floyd por cerca de nove minutos em 25 de maio, foi libertado após pagar fiança de US$ 1 milhão (R$ 5,62 milhões). Registros do tribunal indicam que ele usou uma agência de fiança para pagar pela libertação.

De acordo com o jornal The Washington Post, parentes não identificados do ex-policial lançaram uma campanha de arrecadação online em agosto para levantar o valor necessário para a liberação. A iniciativa, no entanto, naufragou. Até esta quarta-feira, a campanha havia reunido menos de US$ 4.000 (R$ 22,45 mil).

O ex-agente foi libertado sob condição de não voltar a trabalhar em segurança pública e de não se aproximar da família de Floyd. Também terá de abrir mão de suas licenças para usar armas de fogo.

Chauvin e os outros três ex-agentes que participaram da ação que matou Floyd serão julgados em março. Ele pode pegar até 40 anos de prisão. Os outros três policiais foram indiciados como cúmplices. Em uma audiência em setembro, os réus disseram que usaram força de forma adequada contra Floyd, porque ele estava agindo de modo agressivo. As imagens da ação, no entanto, mostram que Floyd estava dominado no chão e pedindo para ser liberado.

Morre aos 80 anos, Johnny Nash, cantor e compositor de reggae

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American singer and songwriter Johnny Nash posed in a park in London in 1972. Nash would have a hit record with the song 'I Can See Clearly Now' in this year. (Photo by Michael Putland/Getty Images)

O compositor e cantor de reggae Johnny Nash faleceu nesta terça-feira (6). A informação foi confirmada pelo seu filho ao canal CBS Los Angeles. Nash faleceu em sua casa nos Estados Unidos, mas a causa da morte ainda não foi divulgada.

O cantor ficou conhecido pela performance com o cover de A very special love, de Doris Day, e Wonderful world, de Sam Cooke e teve seu sucesso reconhecido por sua música I can see clearly now, lançada em 1972. A canção ficou no topo da lista da Billboard após vender mais de 1 milhão de cópias.

O cantor nasceu em Houston e iniciou a carreira nos anos 1950, além de ter atuado no filme Take a giant step, em 1959. Nash lançou dois álbuns, I can see clearly now, em 1977 e Johnny Nash Collection, em 1977. Entre seus singles estão Hold Me Tight, You Got Soul, Cupid, Stir It Up, I Can See Clearly Now, There Are More Questions Than Answers, Tears On My Pillow, Let’s Be Friends, (What A) Wonderful World e Rock Me Baby.

Ouça I can see clearly now

YouTube anuncia o Fundo Vozes Negras, projeto traz conteúdo original focado na valorização da cultura negra

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O YouTube anunciou nesta quarta-feira (7) uma lista global de projetos originais dedicados a amplificar as vozes negras, dando continuidade ao compromisso da plataforma de celebrar um amplo e diversificado conjunto de perspectivas. Os novos projetos foram viabilizados por um fundo de US $100 milhões anunciado em junho pela CEO da plataforma, Susan Wojcicki. Batizado de Fundo Vozes Negras do YouTube, vai trazer produções como uma série de documentários da ativista Patrisse Cullors, co-fundadora do Black Lives Matter.

O Fundo Vozes Negras do YouTube será dedicado a amplificar e desenvolver as vozes de criadores e artistas negros e suas histórias. Nos próximos três anos, esse fundo global será usado para adquirir e produzir programação do YouTube Originals e apoiar diretamente criadores e artistas negros, inclusive no Brasil, para ajudá-los a prosperar no YouTube.

“O YouTube está empenhado em destacar histórias baseadas na comunidade e nos problemas que pessoas negras e de outras comunidades marginalizadas enfrentam todos os dias”, diz Susanne Daniels, chefe global de conteúdo original do YouTube Originals. “Agora, mais do que nunca, é essencial que nós possamos desenvolver, dar suporte e visibilidade para conteúdo criado por e para a comunidade negra”, completa.

“Raça nunca foi um problema simples, especialmente no Brasil, e os eventos ao longo dos últimos meses abriram portas de diálogo e ação”, diz Bibiana Leite, Diretora de Desenvolvimento de Parcerias de Conteúdo do YouTube e líder do programa #YouTubeBlack no Brasil. “Em todo o YouTube, temos uma tremenda oportunidade e responsabilidade de contribuir com essas conversas sobre justiça racial de uma forma significativa. Por meio do fundo e de outras iniciativas, continuamos o importante trabalho de amplificar as vozes negras, tornando o YouTube um lugar melhor para criadores negros, educando as pessoas sobre diversidade e centrando os negros como protagonistas de suas próprias histórias”.

Confira os novos YouTube Originals viabilizados com recursos do Fundo

●      Resist – Estreia em outubro de 2020

Série documental de 12 episódios, retrata o trabalho e os desafios de organizações que lutam contra um projeto de US $ 3.5 bilhões da cidade de Los Angeles para expansão carcerária e examina questões como o policiamento excessivo de bairros negros e pardos, encarceramento em massa, entre outros temas sensiveis. É um olhar emocionado sobre as motivações e lutas diárias do movimento local, apresentando histórias incrivelmente inspiradoras, como a de Patrisse Cullors (cofundadora do Black Lives Matter) e outros.

●      HBCU Homecoming 2020: Meet Me On The Yard – Livestream, estreia em 24 de outubro

Com as HBCUs (Faculdades e Universidades Historicamente Negras) em todo o país cancelando seus homecomings anuais devido à pandemia global, o YouTube em parceria com Jesse Collins Entertainment e Live Nation Urban levará a comemoração para o mundo virtual. A transmissão de duas horas será preenchida com tradições que marcam o começo do ano letivo nos Estados Unidos e vai levantar fundos para instituições de ensino negras. Performances, shows, bandas marciais, alunos e ex-alunos representando o legado das HBCUs farão parte da programação.

●        Testemunhe, tome uma atitude – Parte dois (título provisório) – Livestream, estreia em dezembro de 2020

Após o sucesso do primeiro especial “Testemunhe, tome uma atitude”, que foi o primeiro projeto do YouTube Originals proveniente do Fundo Vozes Negras do YouTube, esta sequência vai inspirarnovamente a comunidade global da plataforma agir pela justiça racial unindo criadores do YouTube, figuras públicas e vozes influentes.

●      Jantar com a Família Onyx – Estreia no início de 2021

Junte-se à Família Onyx  (+6 milhões de inscritos somados) para uma conversa à mesa do jantar que você gostaria que sua família tivesse! Esta nova série Kids & Families reúne essa família multigeracional para muita diversão e conversas abertas sobre a vida e o que está acontecendo no mundo. Os convidados do jantar semanal ampliam a conversa com diferentes perspectivas, histórias instigantes e percepções valiosas.

●      Barbershop Medicine (título provisório) – Estreia em 2021

In Barbershop Medicine O objetivo do YouTube é colocar o “público” de volta na Saúde Pública, explorando o impacto que raça e status socioeconômico têm na saúde e na longevidade. A barbearia há muito tempo se tornou central para a dinâmica de muitas comunidades negras, como mostra o ensaio clínico de redução da pressão arterial que proporcionou educação e atendimento em barbearias. Com base neste conceito de medicina comunitária, o especial reunirá músicos, médicos renomados, criadores e membros da comunidade em uma barbearia histórica para discutir as preocupações de saúde mais urgentes da atualidade e aumentar a conscientização – de vacinas a diabetes, de câncer a saúde mental e muito mais.

“Eu sou Caipora”: animação baseada no folclore brasileiro traz protagonista negra

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Cartaz da animação "Eu sou Caipora" / Ilustração Anderson Awvas

Com o título  “Eu sou Caipora: A menina e o poder das matas”, a animação em 3D conta a história de Luana, uma menina negra do interior de São Paulo, cujo sonho é ser bióloga. Apaixonada pelos animais, faz tudo para protegê-los. Conta com sua inspiração na sua vovó e seu fiel amigo Quiquinho, um macaco prego. Após ter seu amiguinho capturado para contrabando, a protagonista parte em busca do resgate de Quiquinho e os demais animais. Para essa missão, Luana se inspira em uma das  histórias que sua avó contava: a história da Caipora. E essa história possui um encanto muito maior do que ela poderia imaginar!

Confira o trailer aqui:  https://www.youtube.com/watch?v=2vGmL3XzLK4 

A animação é um projeto que está sendo organizado pelo ilustrador e designer carioca Anderson Awvas junto do estúdio de animação Vivárte Produções, de São Paulo. Anderson também criou um projeto chamado Folclore BR: Uma nova visão, cuja ideia principal é buscar novas maneiras de falar do folclore brasileiro junto da cultura pop.

Saiba todos os demais detalhes da campanha estão na página da plataforma em catarse.mr/eusoucaipora

Ludmilla e Lellê apresentam o “Prêmio Sim à Igualdade Racial” no Multishow

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As cantoras Ludmilla e Lellê comandam a apresentação do Prêmio - Foto: Reprodução Instagram

O tradicional Prêmio Sim à Igualdade Racial acontece em um novo formato nesse próximo sábado, dia 10. Pela primeira vez o evento será transmitido pela TV e o Multishow foi o canal escolhido para que o público, de casa, possa prestigiar o principal prêmio focado no reconhecimento de pessoas que contribuem para um país racialmente mais justo.

O evento começa a partir das 17h e a apresentação será feita pelas cantoras Ludmilla e Lellê.

“O Prêmio é uma forma de homenagearmos os agentes dessa mudança no Brasil, que são exemplos de engajamento, comprometimento e influência na causa”, explica Luana Genot, afirma Luana Génot, Diretora-Executiva do ID_BR.

O teatro e a dança negra também estarão em cena. A música fica a cargo de convidados especiais em performances exclusivas, entre eles Iza, Martnália, Margareth Menezes, Rosa Maria Calling, entre outros.

O espetáculo contará ainda com uma roda virtual de convidados entre eles Thelminha Assis, Babu Santana, Flávia Oliveira, Rodrigo França, Mc Sophia, Luís Miranda, entre outras personalidades negras. A direção musical é de Zé Ricardo, o roteiro final e a direção artística de Elísio Lopes Jr.

Com 11 categorias divididas entre os pilares de educação, empregabilidade e cultura, a premiação reconhece pessoas, empresas e organizações que são agentes da mudança na questão da igualdade racial (veja a lista de indicados aqui).

As indicações aconteceram nos meses de janeiro e fevereiro de 2020 e o Instituto recebeu mais de 16 mil nomes e projetos, mas, o Prêmio, que aconteceria presencialmente no mês de maio, precisou ser adiado por conta da pandemia. 

Os vencedores serão escolhidos por um conselho julgador formado por nomes como o advogado Silvio Almeida, a jornalista Flávia Oliveira, o chef João Diamante, a publicitária Samantha Almeida, o apresentador Luciano Huck, a VP de marketing da Pepsico Daniela Cachich, as atrizes Regina Casé e Patrícia Pillar, entre outros. Os ganhadores receberão em casa suas estatuetas, que levam a obra “Mad World”, de Vik Muniz.

O Prêmio Sim à Igualdade Racial
Horário: 17h
Onde assistir: Facebook do ID_BR e na TV, pelo Multishow

Novo Single: Rainha do deboche, Mc Carol tem a casa furtada no dia do seu aniversário após noite de sexo

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Nesta terça-feira (6), dia em que a Mc Carol completa 27 anos, a cantora lançou “Conto do Vigário”, uma ode ao funk das antigas. Na faixa, já disponível em todas as plataformas de música digitais, a “rainha do deboche” esbraveja sobre a frustração de ter todas as suas coisas furtadas de casa, após um noite de sexo, caindo em um golpe. 

Com um beat que referencia o saudoso MC Vulk Vulk e homenageia a raiz do estilo que a consagrou, MC Carol celebra seu novo ciclo. O single é o primeiro de uma série de composições inéditas que serão lançadas nos próximos meses. Honrando a veia cômica – que é característica da artista – as músicas vão abordar temas como a sexualidade do ponto de vista feminino, além da gordofobia e o machismo, questões que a MC combate no dia a dia.  

Cria do morro do Preventório, em Niterói, MC Carol é um dos nomes de relevância do funk carioca. Sucesso com músicas como “Minha vó tá maluca”, registradas em DVD da Furacão 2000, a MC ficou conhecida pelo grande público em 2015, ao participar de “Lucky Ladies”, reality show da FOX. Em 2016, lançou “Bandida”, seu primeiro álbum, e surpreendeu ao cantar temas como a realidade das comunidades, a sexualidade e o feminismo. Com esse trabalho, a MC mostrou que o funk pode ser usado como arma, para dar a letra sobre ser resistência. Deste disco, surgiram sucessos como “Não foi Cabral”, “Delação Premiada” e “100% Feminista”. 

Em seu Instagram, a artista divulgou o vídeo de Conto do Vigário; Confira:

Menina de 12 anos faz festa com a temática “Vidas Negras Importam” e homenageia personalidades negras

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Foto: Arquivo Pessoal /Polyanna Brito

A piauiense Luma Brito comemorou os seus 12 anos com uma festa inspirada no movimento “Vidas Negras Importam” a decoração levava as cores preto, amarelo e o símbolo do movimento negro, no bolo haviam desenhos de mulheres negras com turbante.

Além de mostrar o orgulho pelo movimento, a adolescente decidiu homenagear também 4 personalidades negras, foram elas: O ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, o ex-presidente dos EUA, Barack Obama, a ex-primeira-dama, Michelle Obama e a jogadora de futebol brasileira Marta.

Foto: Arquivo Pessoal /Polyanna Brito

Em conversa com o G1 Luma disse que a ideia da festa surgiu de uma necessidade de conscientização e de um dever de abordar o racismo.

“Como eu sou negra também, senti como se fosse um dever fazer essa festa para tentar conscientizar as pessoas. Comecei a pensar nesse tema na semana do meu aniversário. Acordei e me veio a inspiração”, disse Luma

A menina de apenas 12 anos, já sofreu com situações racistas fora do país, o pai de Luma Afrânio Luiz era jogador de futsal e devido a sua profissão precisou morar com a família na Rússia.

“Às vezes, as pessoas me viam e me perguntavam se meu cabelo era de verdade, queriam tocar em mim para saber se eu era de verdade. Eu chorava porque me sentia muito estranha, perguntava para Deus porque ele tinha me feito assim. Me achava feia”, lembrou a adolescente.

A mãe de Luma contou que o interesse da filha pelo tema veio das notícias durante as ondas de protestos que aconteceram ao redor do mundo. “Ela acompanhou mais, foi se interessando, se aceitando e resolveu fazer diferente. Hoje, minha filha gosta de ter o cabelo cacheado”, disse a mãe da adolescente. 

Os protestos do movimento “Vidas Negras Importam” fez com que Luma se visse de outra forma, e despertou na adolescente o orgulho de sua cor e seus traços.

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