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Cool Tape Volume 3: Ouça o novo projeto de Jaden Smith

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Essa, é a terceira mixtape do cantor e ator de 22 anos. Entre as 17 faixas do projeto, duas delas são parcerias. Uma com o cantor Raury na faixa Endless Summer, e a outra com Justin Bieber em Falling For You. Em seu Twitter, Jaden aumentou ainda mais a expectativa do público dizendo que com essa mixtape, seria possível conhecê-lo melhor e segundo ele, isso era assustador.

O artista participou da composição de todas as faixas do projeto, que foram produzidas por nomes como Josiah Bell e Brian Lee, músico que já trabalhou na produção de hits como Havana, de Camilla Cabello e Work From Home da girlband Fifth Harmony.

Durante uma entrevista recente, Jaden falou sobre o processo de criação da mixtape, e alegou não ter diferença ou ser menos importante do que gravar um álbum. “Isso não difere muito porque ainda estou tentando fazer a melhor coisa que já fiz. Não é como ‘Ei, isso é apenas uma mixtape’. Ainda estou tentando fazer a melhor coisa que já fiz. ”

Cool Tape Volume 3, faz parte de uma série de mixtapes do cantor, iniciada em 2012 com ”Cool Café”, e seguida por ”Cool Tape Volume 2” em 2014. Entre esses projetos, Jaden também lançou álbuns, eps e singles.

Cool Tape Volume 3, já está disponível em todas as plataformas digitais e você pode ouvir agora mesmo. Vai valer a pena.

Spell My Name: Toni Braxton lança seu décimo álbum de estúdio

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Cena do video clipe ''Dance''

O sucessor do Sex & Cigarettes (2018), conta com a participação da rapper Missy Elliott em ”Do It” onde as artistas dão conselhos para pessoas em um relacionamento tóxico. Um dos trechos diz “Ele não vai mudar / Se você o levar de volta, será o mesmo / apenas faça o que você precisa fazer”. Toni diz que compôs a canção para uma amiga nessa situação, cerca de um ano atrás. Além dela, a cantora H.E.R também participa do álbum na faixa Gotta Move On, que deverá ser o próximo single do álbum.

Entre as dez faixas do novo disco, está o single ”Dance”, que ganhou um clipe algumas semanas atrás. A música foi produzida por Antonio Dixon, que também assina a produção de outras músicas do disco ao lado de nomes como Babyface, que já trabalhou com Toni varias vezes antes, inclusive em um álbum conjunto em 2014.

Spell My Name, marca o inicio da parceria entre Toni Braxton e a Island Records, visto que a cantora saiu da Def Jam após o lançamento do elogiado pela crítica, e indicado ao Grammy, Sex & Cigarettes. Spell My Name está disponivel agora mesmo para streaming e download digital.

Google homenageia Alexandre Dumas, romancista e dramaturgo francês

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O do Doodle, do Google, é uma mudança especial do logotipo do site com o intuito de celebrar alguma data especial, conquista ou prestigiar uma figura notável. Essa sexta, quem foi o escolhido pelo site de buscas para ser o homenageado em questão, foi o dramaturgo e romancista francês, Alexandre Dumas (24 de julho de 1.802 – 5 de dezembro de 1.870).

Muitas figuras negras ou não brancas importantes, costumam ser retratadas de maneira que apaguem suas origens. Cleópatra, Machado de Assis e Alexandre Dumas são algumas delas. Entretanto o Google foi fiel a realidade em sua ilustração. O escritor era neto de Marie-Césette Dumas uma mulher escravizada, nascida na antiga colônia de Saint- Domingue, onde hoje é o Haiti.

Entre seus maiores sucessos, podemos citar ”Os Três Mosqueteiros” e ”Conde de Monte Cristo”, ambos de 1.844. Ele foi enterrado no cemitério da cidade em que nasceu, e seu corpo ficou lá até 30 de novembro de 2012, quando sob ordem do então presidente francês, Jacques Chirac. Seu corpo foi exumado em uma cerimonia televisionada. Quatro homens vestidos como os Mosqueteiros de seu livro, carregaram o caixão até o Panteão de Paris. Durante uma entrevista depois da cerimônia, Chirac admitiu o racismo que existiu, falando que um erro agora foi reparado, com o sepultamento de Alexandre Dumas ao lado dos companheiros autores Voltaire e Victor Hugo.

As histórias de Dumas foram traduzidas para mais de 100 idiomas e inspiraram mais de 200 filmes, o que o torna um dos autores franceses mais lidos e traduzidos da história.

Escolher uma psicóloga negra foi o maior presente que dei a mim mesma

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A terapia entrou na minha vida pela primeira vez aos 20 anos, quando saí da casa dos meus pais no interior de SP para trabalhar na capital. Meu emprego era um ambiente tóxico, eu era a única negra, o que me fez sentir mais falta da minha família.

Um homem branco foi o primeiro psicólogo que consultei. Era o que meu convênio cobria na época e ele nem era ruim. Eu falava, ele ouvia, dava sua opinião, muitas acertadas, mas acaba a sessão, eu já voltada para minhas atividades sem muitas inquietações ( que faz terapia sabe do que estou falando).

As outras terapeutas que escolhi depois foram duas mulheres brancas. Uma tinha uma insistência em falar das minhas fragilidades, mas por algum motivo isso me incomodava, talvez pelo fato de uma branca querer explorar as minhas dores, me fazia sentir como se por eu ser negra, ela achasse que minha vida tivesse sido pior do que realmente foi. Quando ela me “cutucava”, eu controlava meu choro. Saía do consultório com dores de cabeça e chorava em casa. Depois de poucas sessões, desisti.

Por conta de questões de ansiedade e distúrbios alimentares, tentei a terapia mais vez. A psicóloga era tipo uma coaching que me ajudaria a ter mais consciência da minha alimentação. Durante o tratamento, eu tive um problema grave de saúde e quase morri. Ao voltar à terapia, minha felicidade por ter sobrevivido foi tão grande que a terapeuta me deu alta. Simples assim. Ela não percebeu que minha euforia não significava que eu estava bem. O período de internação foi bem traumático, não só para mim, mas para minha família, incluindo minhas filhas, mas não cabia a mim insistir com quem achava que eu não precisava me curar. Eu provavelmente era a negra forte, com tudo sob controle na visão daquela psicóloga.

Cinco anos depois, senti novamente que precisava de ajuda. Dessa vez queria uma pessoa negra. Uma mulher de preferência. Quando eu era mais jovem eu não racializava as escolhas dos profissionais que cuidariam de mim. Bastava ser bom ou indicado por alguém.

Conheci a Camila por meio de um grupo de psicólogos negros do Facebook. O que me chamou a atenção foi o cartão dela, com várias referências africanas. Mesmo sendo antes da pandemia, escolhi o atendimento online que seria mais compatível com minha agenda corrida.

Ela poderia ser uma parente minha. Falar sobre mim para alguém parecido comigo foi algo incrível,  mas também complexo. Voltando à minha versão vítima apontada por uma das psicólogas brancas que consultei, a Camila me trouxe para esse lugar novamente , mas não de uma forma que eu me sentisse desconfortável. Com ela me permiti ser frágil, abrir sobre minhas dores, medos e arrependimentos, porque as similaridades que mulheres negras têm, em suas vivências, me fez sentir nela, um terreno seguro para me despir emocionalmente.

A negritude, a ancestralidade, a feminilidade negra fazem parte das nossas sessões. As reflexões trazidas por ela me fizeram repensar a maneira que fui criada por uma mulher também negra e como quero educar minhas filhas, enquanto mulheres negras.

O nosso mental não pode fugir do contexto do que significa ser negro no mundo. Desassociar minha mente do que o meu corpo representa em uma sociedade racista, é apagar minha identidade. Um terapeuta branco, por mais esforçado que seja, não sabe o que é esse lugar. Não importa o quanto eu descreva como aquele olhar no restaurante chique me incomodou, é preciso ser negro para saber como olhares ferem a nossa humanidade, onde dói e o porquê. Um terapeuta negro sabe.

Como mãe, criando mulheres negras, a Camila me faz rever a minha infância e abre minha mente para que eu possa criá-las de maneira mais livre do que eu fui e desenvolver o potencial delas em um nível que é negado, para crianças e jovens negros, em espaços fora de casa.

Pensamentos da filosofia africana usados pela minha terapeuta, me ensinaram a rever a minha forma de racionalizar as relações. Muito do aprendo com ela sobre valores ancestrais, nunca me foi ensinado e ao mesmo tempo é o que faz mais sentido para alguém como eu.

Falar de situações racistas então, me traz muito alívio. Não preciso explicar por que foi racismo. Ela também sofre. Ela sabe.

Eu tive psicólogos brancos que não eram ruins, porém não posso fazer de conta que certos olhares deles quando eu descrevia situações relativas à minha negritude me incomodavam. Eles não sabiam fazer esse tipo de escuta. Tem sessões com a Camila que eu xingo pessoas brancas que me trataram mal. O racismo tem alto impacto da minha vida profissional. Acredito que com um terapeuta branco eu não falaria sobre isso, não por medo de ofender, mas pela sensação de que não haveria o entendimento.

Ser mulher negra no Brasil é ser muita coisa. Ter a mente livre em um ambiente que te subestima é quase enlouquecedor. Só um terapeuta negro pode lidar com a mente de quem vive nessa realidade, porque essa provavelmente é a vida dele também.

Documentário ”Nossos Mortos Têm Voz” é contemplado em concurso e passará a ser exibido na TV Câmara

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No ano em que completam 15 anos da maior chacina da Baixada Fluminense, o documentário “Nossos Mortos Têm Voz” é selecionado para estar entre os 30 documentários de todo o país que terão o direito de serem exibidos na TV Câmara. No dia 31 de março de 2005 policiais do Estado do Rio de Janeiro assassinaram 29 pessoas em Nova Iguaçu e Queimados. O documentário traz à tona o depoimento de mães e familiares de vítimas da violência do Estado na Baixada Fluminense com as histórias atravessadas por essas perdas.

A produção resgata a memória das vidas interrompidas com uma visão crítica sobre a atuação do Estado através das polícias na região, aborda a atuação dos grupos de extermínio a partir da década de 50 e das milícias mais recentemente, sobretudo, no que diz respeito à violência de agentes de Estado contra jovens negros. Além do território brasileiro, o título que tem a produção e a direção de Fernando Sousa e Gabriel Barbosa, da Quiprocó Filmes, também já foi exibida em aproximadamente outros 10 países – entre eles: Argentina, Paris e Estados Unidos.

A obra volta à tona no contexto do dia internacional dos desaparecimentos forçados

A ONU declarou, no ano de 2011, 30 de agosto o Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimentos Forçados. Este ano o tema é especialmente importante para o Brasil, por duas razões: o estabelecimento da Comissão da Verdade e a proposta do novo Código Penal, em discussão no Congresso, que pela primeira vez cria legislação específica para enfrentar desaparecimentos forçados. O desaparecimento forçado de pessoas é definido pela ONU como a privação de liberdade executada por agentes do Estado ou por pessoas e grupos agindo com sua cumplicidade, seguida da recusa em reconhecer que o fato aconteceu e da negação em informar o paradeiro ou destino da pessoa. Quando praticado de modo sistemático contra um segmento específico da população (movimentos políticos, membros de uma religião ou etnia) é um crime contra a humanidade, que não pode ser anistiado. Os tratados internacionais proíbem os desaparecimentos forçados em qualquer circunstância, mesmo durante guerras*.

Aproximadamente 60% do total de pessoas desaparecidas no estado ocorrem na Baixada Fluminense.

Manoel Soares passa a integrar, como apresentador, o programa “É de Casa”

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Repórter dos programas de variedades da Globo, Manoel Soares passará a integrar o rodízio do É de Casa, ao lado de Patrícia Poeta e Cissa Guimarães, nas manhãs de sábado, enquanto André Marques estiver a serviço do The Voice Kids, entre 13 de setembro e 11 de outubro. A ideia inicial é que ele seja um nome no banco de reservas para coberturas de férias e outras ausências, mas há a possibilidade de ele vir para ficar como apresentador fixo do programa.

Manoel é o segundo negro da Globo no time de apresentadores do entretenimento. Pai de quatros filhos, Manoel Soares foi menino de rua e presidente da Cufa (Central Única das favelas) e conhece de perto problemas e dramas que nós, negros, passamos. Ele chega em um momento de grandes discussões sobre racismo estrutural, privilégios e injustiças sociais, sua presença no ‘É de Casa’ pode fazer a diferença nas pautas do programa.

Em dez anos, assassinatos de negros aumentam 11,5% e de não negros caem 12,9%, diz Atlas da Violência

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De acordo com o Atlas da Violência 2020, divulgado nesta quinta-feira (27), a taxa de homicídios de negros no Brasil saltou de 34 para 37,8 por 100 mil habitantes entre 2008 e 2018, o que representa aumento de 11,5% no período. Já os assassinatos entre os não negros no mesmo comparativo registraram uma diminuição de 12,9% (de uma taxa de 15,9 para 13,9 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes). O relatório mostra que, em 2018, os negros representaram 75,7% das vítimas de todos os homicídios.

Os negros são representados pela soma de pretos e pardos, segundo a classificação do IBGE, e os não negros pelo seguinte grupo: brancos, amarelos e indígenas. Segundo o Atlas da Violência, a discrepância entre as taxas de homicídio dos dois grupos significa que, na prática, para cada indivíduo não negro morto em 2018, 2,7 negros foram mortos.

“É como se estivéssemos falando de países diferentes, tamanha a disparidade. A gente percebe que a política implementada, seja Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), seja Estatuto do Desarmamento, seja política local implementada por prefeitura ou governo, de algum modo atua na prevenção, é capaz de prevenir a morte de pessoas, mas de pessoas não negras – brancos, amarelos e indígenas”, disse Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e uma das autoras do estudo, em entrevista coletiva nesta quinta.

O Atlas da Violência é elaborado a partir de uma parceria entre o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e o Instituto de Econômica Aplicada (Ipea) e tem como base de dados os números apresentados pelo Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde.

Live com Elza Soares, Agnes Nunes e Seu Jorge é adiada

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Seu Jorge está com uma forte gripe e por causa dela teve de adiar a live que faria com Elza Soares e Agnes Nunes no sábado (29). O cantor fez teste para saber estava com Covid-19, o que foi descartado.

Em pronunciamento, a Mastercard – organizadora do show – informou que o cancelamento prevê garantir a segurança dos artistas e equipe: “O adiamento prevê garantir a segurança dos artistas e da equipe técnica do evento, visto que Seu Jorge está com gripe. Uma nova data será definida quando o cantor estiver recuperado”.

O repertório seria baseado em sambas que marcaram as vidas dos artistas “sambas que a Elza imortalizou, sambas que o Jorge fez e se tornaram hits, sambas que a Agnes sempre sonhou em cantar”.

As filmagens da live, que ainda não tem data prevista para acontecer, vão ser feitas na casa de Elza, com a praia de Copacabana ao fundo.

MJ Rodriguez, Jharrel Jerome e Oprah estão no elenco de especial da HBO sobre como é ser negro nos EUA

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Na quarta-feira (26), a HBO anunciou novos nomes no elenco de “Between the World and Me”. A produção é baseada em um livro de mesmo nome escrito pelo autor Ta-Nehisi Coates. Originalmente adaptado e encenado pelo Apollo Theatre em 2018, o especial da HBO combina elementos dessa produção, inclui leitura do livro “Between the World and Me” e traz cenas dos atores nas próprias casas.

O projeto reflete sobre o que é ser negro nos Estados Unidos ao adaptar um livro que aborda como os reflexos da escravidão ainda estão presentes na sociedades em diferentes roupagens e modos de segregação. E, entre os novos atores confirmados no projeto, estão MJ Rodriguez, Jharrel Jerome, Wendell Pierce e Janet Mock. Eles devem, então, contracenar com Angela Bassett, Oprah Winfrey e Joe Morton – que já tinham sido anunciados anteriormente.

O especial já está em desenvolvimento sob a direção de Kamilah Forbes, seguindo as regras de segurança contra a Covid-19. A estreia está prevista para acontecer entre setembro e dezembro de 2020 na HBO.

Jogares protestam contra violência policial e temporada da NBA pode ser adiada

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Jogadores dos Lakers com camisetas antirracismo - Foto: Reprodução Twitter

Um dia histórico. O mundo estava pronto para acompanhar mais uma  partida os play-offs da NBA, mas os jogares do  Milwaukee Bucks  que enfrentariam o Orlando Magic , nessa quarta-feira, (26), não saíram do vestiário.

O boicote ao jogo foi um protesto em relação a mais um caso de abuso policial nos EUA, onde Jacob Blake, um homem negro, foi alvejado com 7 tiros disparados por policiais, pelas costas, em frente aos filhos, em Winscosin. O crime aconteceu no Estado do Bucks, no último domingo (23). Blake está em estado grave e com os membros inferiores paralisados.

O jogo foi adiado e há a possibilidade da temporada ser cancelada caso o boicote se estenda para outros times.

Logo após a notícia do boicote, muitos jogadores se manifestaram nas redes sociais, apoiando a decisão do Bucks e endossando o discurso sobre racismo e violência policial.

“Que se f**** isso. Nós exigimos mudanças. Cansado disso”,  disse LeBron James do Los Angeles Lakers.

https://twitter.com/epaschall/status/1298721975871746050

“Para quem não entende o que está acontecendo, isso sempre será maior que o basquete! Exigimos mudança !!! Exigimos justiça!”, disse Eric Paschall jogador do Golden State Warriors 

Durante essa temporada, a maioria dos atletas estão usando camisetas com mensagens contra o racismo durante os jogos.

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