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“Urgentemente relevante”: LeBron James e Maverick Carter entrevistam Barack Obama

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O programa THE SHOP: UNINTERRUPTED, com LeBron James e Maverick Carter, apresenta entrevistas e debates sem filtro com alguns dos nomes mais importantes do esporte, da cultura, da política, da música e do entretenimento. Uma edição especial do programa exibe uma conversa entre James, Carter e o 44º presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. A entrevista vai ao ar nesta terça-feira (3), às 21h30 na HBO e na HBO GO.

“Há dois anos, LeBron e Maverick criaram um fórum único com The Shop. A conversa que tiveram com o presidente Obama é sincera, interessante e urgentemente relevante“, disse Nina Rosenstein, vice-presidente executiva de Programação da HBO.

Entre os assuntos, o trio falará sobre a bolha da NBA em Orlando, o movimento antirracista, a importância de votar e a eleição presidencial americana.

Em junho deste ano, James e Carter lançaram More Than a Vote motivados pelos assassinatos de George Floyd e Breonna Taylor. More Than a Vote é uma coalizão de atletas e artistas negros focados em educar, encorajar e proteger os eleitores negros e para combater as mentiras e a repressão eleitoral estrutural racista que impede que as vozes negras sejam ouvidas nas urnas. Os esforços do grupo também abrangem o uso de instalações esportivas como lugares de votação, o recrutamento de mais de 40.000 funcionários eleitorais nas comunidades negras, o combate à desinformação que afeta os eleitores negros e a mobilização de eleitores negros para promover conteúdo atraente relativo às eleições.

Em um vídeo promocional sobre o episódio, Obama brincou com o título de LeBron conquistado com o Los Angeles Lakers. “LeBron James. Um anel a mais, um troféu a mais”, disse Obama.

Projeto “É Coisa de Preto” mostra a diversidade da cultura negra

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Criado para celebrar o Mês da Consciência Negra, o projeto É Coisa de Preto, idealizado pela estudante paulistana de administração pública pela Fundação Getúlio Vargas, Cecília Oliveira, em parceria com a cientista social e professora, Bruna Soares, tem como objetivo contribuir para explorar a riqueza da diversidade da cultura negra e expor os efeitos do racismo na sociedade.

Em cards publicados nas redes sociais (@projetocoisadepreto), o movimento questiona e desconstrói frases racistas que são ditas como “coisa de preto”. “Criamos alguns cartazes questionadores que trabalham a desnaturalização de frases racistas, constantemente direcionadas à população negra. Em suma, nossa intenção é levar todos à reflexão sobre o teor preconceituoso desse tipo de pensamento (abordado nas frases). Para tanto, seria interessante que os cartazes pudessem impactar um número significativo de pessoas”, explicou Cecília.

Ainda de acordo com Cecília, para dar continuidade ao projeto e alcançar mais pessoas, neste ano, o intuito é postar diariamente uma peça e, no domingo (8), realizará uma live com dois estudantes das questões raciais e dois estudantes negros, secundaristas, comentando suas experiências em sala de aula. “Olha, sinceramente, estou bem animada. No ano passado, em apenas uma semana, tivemos mais de 400 compartilhamentos dos cartazes e hoje, como  transformamos os cartazes no Coisa de Preto, promoverá uma reflexão mais profunda. Creio que terá um impacto ainda maior, pois agora não só com os cartazes, mas com relatos de experiência, explicações por vídeos e pela Live. Assim, podemos alcançar mais pessoas e despertar cada vez mais o pensamento antirracista que, com toda certeza, contribuirá com o movimento negro no Brasil” finalizou.

Confira os cartazes “É Coisa de Preto”:

AVON anuncia compromisso antirracista em nova campanha “Essa é a Minha Cor”

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A luta pela diversidade e empoderamento feminino faz parte do DNA da Avon, com de constantes processos de escuta e estudos, resultando no reconhecimento de que é preciso fazer mais. Sendo assim, a marca dá mais um passo no caminho do combate ao racismo. Iniciando a conversa para uma nova jornada com a campanha “Essa É Minha Cor” – com manifesto composto pela cantora Larissa Luz.

A marca já esteve envolvida com outros projetos na busca pela representatividade, como a presença no Bloco Ilê Aiyê; o lançamento, em 2018, de um informativo sobre Afrofuturo; e estudos globais, desde 2013, sobre tons de pele de mulheres em seis países, incluindo Brasil. Na nova ação, embalada pela voz e presença de Larissa Luz, também é estrelada pela Cris Viana, Zezé Mota, Magá Moura, Ana Paula Xongani e Damata Makeup – especialista em pele negra, a AVON traz, em forma de poesia, toda a força, potência e beleza das mulheres negras ampliadas quando reunidas.

“Provocar mudanças é reconhecer o ponto em que se está, sair do lugar de conforto e partir para a ação – e é esse o compromisso que a Avon está assumindo, num processo de escuta rico, profundo, cheio de verdade… Amplificar vozes femininas negras que são diariamente invisibilizadas num país racista é uma contribuição efetiva em prol de uma transformação necessária, e participar desse processo onde misturam- se não só tons, mas, também, grandes talentos, é potente e inspirador.”, disse Larissa.

MANIFESTO ESSA É MINHA COR por Larissa Luz

“Ser mulher negra no Brasil é acordar todos os dias e bolar estratégias de resistência, de resiliência, estratégias para ser feliz, estratégias para amar.

Planejar o seu destino acreditando no aparente impossível, apostar no invisível, investir no que todos parecem duvidar.

Não ter muito tempo pra chorar, não ter muito tempo pra se divertir, não ter muito tempo pra comemorar, não ter muito tempo porque o tempo parece ser sempre pouco pro tanto a se fazer.

Ser mulher negra é nascer com uma missão: sobreviver.

Porque parece que estamos sempre no risco, senão de morrer, ao menos de enlouquecer.

Mas mesmo com tudo, quando estamos juntas, deixamos de ser apenas mulheres de guerra e passamos a ser mulheres de amor, de sensibilidade, de acolhimento, afeto…

Quando percebemos nos nossos diferentes tons, uma essência em comum, entendemos que, na mistura das nossas tintas, mora o tom do abraço, e ele é reluzente, é consistente.

O tom ideal vem da nossa união.

E na construção dessa paleta o único objetivo é achar o nosso lugar.

Poder assumir a nossa verdade, na pele crua, é acessar a liberdade, não sentir medo de estar nua.

Seguir com a segurança e a convicção de que o mundo é nosso e seremos a revolução.

Bater no peito e dizer com vontade:

“Me chama de preta. Me chame de negra. Essa é a minha Cor.”

Primeira agência de modelos especializada em beleza afro-brasileira, abre inscrições para curso online

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Foto: Divulgação

Recentemente foi anunciado que a São Paulo Fashion Week estabeleceu a obrigatoriedade de cotas raciais em todos os seus desfiles e a decisão foi muito comemorada pelos modelos negros do país. Embora maioria dos brasileiros, pessoas negras e pardas são minorias em peças publicitárias, campanhas e desfiles.

A primeira agência do Brasil especializada em modelos negros — HDA Agency — tem como objetivo preparar e qualificar modelos negros e mudar a realidade de baixa representatividade na área. E o curso que será disponibilizado online é um passo para esta mudança. 

As inscrições para o curso online da HDA Agency estão abertas e o curso será ao vivo, no dia 14 de novembro, das 10h às 17h40. O curso tem carga horária de 6 horas e divide-se em uma hora por disciplina, a experiência conta com imersão que propõe contato com diferentes disciplinas que contribuem para o desenvolvimento pessoal e profissional.

O curso online HDA é uma proposta de imersão na grade do curso presencial da primeira agência brasileira especializada em beleza negra e afro-brasileira. E contará com uma amostra das disciplinas de ética profissional e pessoal, etiqueta corporativa, história da moda, maquiagem, postura, produção de moda e teatro.

O curso foi pensado para pessoas que querem seguir a carreira de modelo ou pretendem aprimorar o desenvolvimento pessoal, a imersão e pode ser acessado por pessoas de todo o país. 

Para mais informações sobre o curso, clique aqui

Em sua 3º edição, maratona AfroPower celebra a arte e cultura negra

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Foto: Divulgação/Afronerd

De 01 a 30 de novembro acontecerá a maratona ‘Afropower’, o projeto que tem o intuito de ressaltar a importância da representatividade negra irá dedicar o mês de novembro para produção de conteúdo que valorize acultura negra.

A edição de 2020 conta com diversas participações especiais, novos blocos e muitas indicações de leituras para o público. E no Afropower Gallery, diversos artistas pretos irão apresentar suas artes.

E o público pode participar da 3º edição da Maratona Afropower pelas redes sociais, Basta produzir conteúdos sobre HQs, livros, filmes, séries, músicas etc e usar a #AfroPower2020.

Programação:

Resenhas 

As resenhas serão exclusivamente de livros de autores pretos, envolvendo temáticas raciais, com protagonismo negro e representatividade

AfroPower Gallery

A galeria de artistas 100% preta. Com participação confirmada de Rafael Calça, Kione Ayo, Marília Marz, Rogi Silva, Isaac Santos, Crica Monteiro, Jefferson Costa, Edson Bortolotte, Douglas Lopes, Jean Lins, Gleisson Cipriano entre outros.

E na adaptação ao período de quarentena, também haverá lives… AfroLives

Influenciadores digitais irão abordar diversos assuntos, e os confirmados são Levi Kaique (@levikaiquef/@pretitudes), Ale Garcia (@alegarcia), Thito Campos (@prateleiradequadrinhos), Cilmara Lopes (@cilmaralopes), Thais Hern (@thaishern/@nigeek), Daniel Miranda (@pretogeek), Black Pipe (@blackpipebr) entre outros.

AfroDicas

Produtores de conteúdo pretos de diversas áreas irão contribuir com dicas no novo bloco da Maratona AfroPower, 

Vem por aí

O bloco também inédito terá a divulgação de futuros lançamentos com cunho na representatividade negra. Podendo ser novidades de produtos já anunciados ou expectativas dos futuros lançamentos. 

AfroPower Playlist

Outra novidade da Maratona Afropower. levará um pouco de música ao evento.

Todos os dias nos Stories o público poderá ouvir grandes nomes da música preta do Brasil e do mundo e poderá votar para sabermos os melhores da semana! 

AfroBios

 Com intuito de Apresentar diversos artistas negros para o público, o AfroBios também dará alguns detalhes de técnicas, influências e gêneros favoritos dos artistas. A ideia é construir aos poucos um banco de dados dos artistas negros de diversos segmentos além do quadrinho, como ilustração, grafite, tatuagem, roteiro etc.

Programa Trace Trends comemora um ano e estreia programação especial com Projota

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Foto: Divulgação

Nesta terça-feira, 3 de novembro, estreia a programação especial em comemoração ao aniversário de um ano do programa Trace Trends, exibido pela Rede TV!

Inaugurado no último Dia da Consciência Negra, em 2019, e apresentado pelo influenciador AD Junior e pelo ator e produtor, Alberto Pereira Jr., o programa conquistou o apoio comercial de grandes marcas como Vivo, Bradesco e Casas Bahia.

Ao longo do mês de aniversário, os telespectadores podem esperar muitas novidades e entrevistas exclusivas, produzidas em um cenário especial, toda terça-feira à noite. A começar pelo compositor e rapper paulista Projota, que soltará a voz interpretando os sucessos “Ela Só Quer Paz”, “Muleque de Vila”, “Nossa Lei” e “O Homem que Não Tinha Nada”, além de compartilhar detalhes da carreira e dos novos projetos. 

Projota conta que seu último álbum, Tempestade Numa Gota D’água, lançado em meio à pandemia, precisou de reestruturação dos planos iniciais do músico, cujo intuito era produzir um videoclipe por mês, com divulgações mensais. “Agora, a gente voltou a fazer os videoclipes, como foi o caso de Nossa Lei com o Xamã, e de juntar uma equipe para gravar”, conta.

A presença dos músicos Paula Lima, Doralyce, Thiaguinho MT e JS Mão de Ouro também está garantida  nas ediçõesdo programa neste mês. Para completar as participações especiais, o jogador de futebol Danilo Tchê Tchê, Aline Nascimento do ID_BR e o escritor Ale Santos endossam o time de convidados.

O programa reúne o melhor da cultura negra e urbana do país e do mundo, com bate-papos, música, clipes, comportamento e tendências. Desde sua estreia já recebeu personalidades importantes do eixo cultural urbano do país, como as cantoras Elza Soares e Margareth Menezes, o músico Marcelo D2, e os atores Jeniffer Nascimento e Rafael Zulu.

O Trace Trends vai ao ar às terças-feiras, às 22h50, na RedeTV!.

Caso Mariana Ferrer: “Estupro culposo” é retrocesso principalmente para as mulheres negras

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Foto: Reprodução internet

Com a absolvição do empresário, André Camargo Aranha, acusado de estuprar a influenciadora de moda Mariana Ferrer, em dezembro de 2018, o caso voltou a tomar conta das redes sociais nesta terça-feira (03). A repercussão vem pelo fato de uma decisão inédita, o inquérito por “estupro culposo”. O crime culposo no Direito Penal, se refere ao ato ilícito cometido sem a intenção, mas com culpa, ou seja, de forma negligente. Neste caso, significa que o empresário teria estuprado Mariana, mas sem intenção de ferir seu consentimento. O novo inquérito não tem descrição no Código Penal.

A investigação se dava como ‘estupro de vulnerável’, e a contrariedade da decisão, impacta não só na realidade da jovem que teve sua vida extremamente abalada a partir do acontecimento, e ao longo dos últimos dois anos, mas também em relação ao futuro das mulheres negras – as mais afetadas pela violência sexual e doméstica no Brasil. De acordo com dados referentes ao primeiro semestre de 2020, o percentual das mulheres negras vítimas de estupro foi de 52%. O levantamento foi realizado pelo Monitor da Violência, em parceria com G1, Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Ainda assim, o número pode ser muito maior, já que para que o caso seja registrado depende de denúncia pessoal da própria vítima. Sendo que os casos de agressões e estupros são os que mais sofrem com a subnotificação. Para as mulheres negras as barreiras são diversas, começando pelo acesso à rede de atendimento adequada, afastadas das regiões periféricas, além de recursos financeiros para lidarem com os processos jurídicos. A segunda barreira é o racismo institucional, que impede com que suas denúncias sejam creditadas e oficializadas. 

O caso de Mariana Ferrer também levanta a questão da visibilidade. Ferrer é influenciadora digital, o que já levou a uma maior exposição e credibilidade de seu caso, por meio do público que a acompanha e de pessoas já creditadas pela mídia, como as artistas que se posicionaram hoje nas redes sobre o caso. Entre elas, a cantora IZA, e as atrizes Deborah Secco e Bruna Marquezine – que atualmente conta com com um público de quase 50 milhões de seguidores em suas contas de Instagram e Twitter. Mariana que foi dopada e abusada, e teve seu caso exposto a milhões de pessoas, com crédito de pessoas influentes, teve um veredito inédito e inexistente no Código Penal para seu caso. Então o que acontecerá com os casos de mulheres negras e periféricas que mal tem acesso à rede de atendimento imediato ao crime ocorrido, e menos ainda terem a visibilidade de suas histórias creditadas pela mídia.

Matéria escrita em colaboração com Thais Prado e Gaby Ferraz.

 

Secretaria da Cultura realiza ação de combate ao racismo no centro de São Paulo

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Foto: Gabriela Fujita/UOL

Em pontos estratégicos e simbólicos da memória negra, neste mês de novembro – em que se aborda a Consciência Negra, no dia 20 – a Secretaria Municipal de Cultura faz uma ação especial no combate ao racismo. Os semáforos receberão máscaras temáticas com os punhos cerrados, representando a luta e a resistência contra o racismo. Os pictogramas buscam dar visibilidade e o apoio necessários para discutir eliminação das desigualdades e definitiva inserção da população negra em uma sociedade justa, sem preconceitos, sem racismo, sem discriminação e que respeite e enalteça a cultura africana e afro-brasileira.

Dentre as regiões selecionadas para implementação da ação, a Praça da República foi escolhida por ser um ponto de encontro dos grupos de manifestações culturais negras e imigrantes. Outras travessias são na Av. Paulista, em frente ao MASP, no cruzamento com a Rua Peixoto Gomide e também no cruzamento com a Al. Casa Branca, locais de grande circulação de pessoas e também palco de grandes manifestações. Os últimos pontos que contam com a intervenção são na Praça da Liberdade – um na travessia com a Av. Liberdade e outro no entroncamento com a Rua dos Estudantes e a Rua Galvão Bueno.

A Liberdade, em especial, foi um bairro negro que teve sua memória apagada e agora pode recontar e reafirmar essa história, com o anúncio do Memorial dos Aflitos, que será criado no local. Em 2019, foram instaladas as primeiras placas do programa Memória Paulistana, com placas azuis que sinalizam lugares de memórias negras no centro histórico e na Liberdade.

Travis Scott desativa Instagram após comentários racistas sobre sua fantasia de halloween

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No último final de semana (31), até o começo desta segunda-feira (2), muitas celebridades compartilharam suas fantasias de Halloween inspirados em diferentes personagens e entre eles, o rapper Travis Scott compartilhou a sua fantasia, como o Batman. Infelizmente, músico desativou sua conta no Instagram após uma enxurrada de comentários racistas na sua publicação.

A roupa que usava era inspirada no Batman de Michael Keaton, enquanto posava ao lado dos seus veículos marrons. O traje era, sem dúvida, bem elaborado e construído e a tonalidade marrom chamou a atenção e gerou comentários ofensivos a Travis, chegando a compararem o visual dele com o de uma barata.

Em outubro a Sony anúncio Travis como seu novo parceiro criativo, em depoimento sobre Travis Scott disse: “Estou realmente ansioso para poder mostrar tudo em que a Cactus Jack tem trabalhado em conjunto com a Sony e a equipe PlayStation. Mais importante, estou muito animado para ver como os fãs e famílias PlayStation irão reagir, e não vejo a hora de jogar alguns games com todos em breve!”

A publicação no blog do PlayStation não traz detalhes específicos sobre a parceria, apenas reforça a liberdade criativa para futuras ideias.

Travis é mais um rapper americano com uma mente incrível. Infelizmente até as mentes mais incríveis estão propensas a sofrer com o racismo, basta ser negro.

Sem romantizar, Tia Má compartilha sua rotina como mãe de uma recém-nascida

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a jornalista Tia Ma segurando sua Ayana - Foto: Reprodução Instagram

Uma das diversas razões pelas quais a jornalista Maíra Azevedo, a Tia Má, é admirada é o seu tom papo reto para falar sobre tudo, incluindo a maternidade. A escritora que deu a luz a sua primeira menina Ayanna, no dia 6 de outubro, tem usado sua conta no Instagram para compartilhar suas experiências. Maíra já mãe de Aladê de 12 anos vive entre criar um novo ser no mundo sem perder a atenção no filho adolescente.

Muitas das suas postagens ajudam mulheres a lidar com as diversas emoções que permeiam o puerpério. Na noite solitária das mães que pariram recentemente é normal achar que os medos e inseguranças só acontecem com a gente e ouvir outras mulheres falando sobre essas questões alivia.

O sorrisão da mãe com suas crias Aladê e Ayanna Foto: Reprodução Instagram

Em um dos seus vídeos, a jornalista destaca a importância da participação dos pais nesse momento e critica que define isso como ajuda.

“Tem homem que já some logo quando descobre a gravidez, tem aqueles que acreditam que basta dar o dinheiro (aquele 200 conto) e aqueles que acham que ser pai é postar foto em rede social! Bom, Marcus faz as obrigações dele, é isso não faz dele um alecrim dourado, mas sim um homem consciente do que é paternidade”.

Ela disse estar mais ativa no Twitter por conta dos horários de sono da filha e usa o espaço para fazer alguns desabafos.

Selecionamos uma das lições que ela dá que é uma das mais importantes: não se comparar com outras mães.

“Mulheres…quero fazer um pedido NÃO SE COMPAREM, nem comparem umas as outras. Somos únicas! Nossas formas são exclusivas, e o padrão é exatamente não ser esse padrão. Esse texto é muito clichê, mas é real, em especial para as mulheres que estão paridas, no puerpério. Não sejam cruéis com vocês mesmas, e tentem não permitir que a perversidade alheia te atinja. Recebo todo tipo de mensagem! Muitas pessoas dizendo que estou maravilhosa (e eu não me sinto assim) e outras mandando eu tomar vergonha na cara e me cuidar! E não querem saber como me sinto! Tem dias que choro, vendo minha diástase, e não é fácil quando existe toda uma pressão estética. O puerpério, o resguardo é um período tenso, difícil para mulher parida e toda essa exigência para que ela “volte a forma” (uma forma que talvez ela nunca tenha tido) adoece mais ainda. Faço questão de postar Fotos reais, da minha vida real, para que percebam que no MEU MUNDO PERFEITO, EXISTEM IMPERFEIÇÕES! Seja você é esqueça as comparações. Agora…se puder, use a cueca do seu companheiro…é uma 😋delícia! “.

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