A Defensoria Pública da União entrou com uma ação civil pública na Justiça do Trabalho contra o que chamou de “marketing de lacração” da Magazine Luiza por abrir um programa de trainees exclusivo para negros. Para o autor da petição, o defensor Jovino Bento Júnior, o programa em questão “não é medida necessária – pois existem outras e estão disponíveis para se atingir o mesmo objetivo, e nem possui proporcionalidade estrita – já que haveria imensa desproporção entre o bônus esperado e o ônus da medida, a ser arcado por milhões de trabalhadores“.
O processo está cobrando da rede varejista Magazine Luiza o valor de R$ 10 milhões em indenização por danos morais coletivos pela “violação de direitos de milhões de trabalhadores (discriminação por motivos de raça ou cor, inviabilizando o acesso ao mercado de trabalho)”.
Segundo o autor da petição, o “formato do programa se revela ilegal, sendo a presente, pois, para buscar a sua conformação com a legislação, compatibilizando-o com os direitos dos trabalhadores de acesso ao mercado de trabalho e de não serem discriminados […] isso não pode ocorrer às custas do atropelo dos direitos sociais dos demais trabalhadores, que também dependem da venda de sua força de trabalho para manter a si mesmos e às respectivas famílias”.
Nesta segunda-feira (5), a empresária Luiza Trajano, dona da rede Magazine Luiza, declarou em entrevista ao Roda Viva, que descobriu em sua empresa poucos executivos negros em altos cargos e, por isso, optou pelo programa de trainee exclusivo a pessoas negras: “O racismo estrutural está inconsciente nas pessoas”. “Temos que entender mais o que é racismo estrutural. O dia que entendi até chorei, porque sempre achei que não era racista até entender o racismo estrutural”, declarou ela.
A série que tinha previsão de retorno somente para 2021 ganhou dois episódios especiais que abordará a rotina nos hospitais durante a pandemia do coronavírus, nesses episódios especiais os atores, David Junior e Roberta Rodrigues interpretam o médico Mauro e a enfermeira Marisa respectivamente.
Os atores já foram confirmados para a quarta temporada da série que estreará em 2021 e em entrevista para o “Portal O tempo” falaram sobre seus personagens e a importância deles.
“A síntese desse projeto, para a gente, é estar fora do estereótipo, por representar personagens que estão ali para salvar vidas, e não para tirar vidas. A gente foi colocado nesse lugar durante muito tempo, nessa luta, nessa margem da sociedade”, explicou David.
A atriz Roberta Rodrigues ao ser questionada sobre a representatividade que sua personagem carrega desabafou: “Estou cansada de responder sobre isso, a maioria das mensagens que eu recebo é esta: ‘Roberta, você está tendo uma oportunidade (em ‘Sob Pressão’)!’ Aí, eu paro pra pensar e falo: ‘Olha o buraco que a gente tem, a defasagem que a gente tem nesse lugar’”, completou.
A atriz explicou que não poderia não haver representatividade nos episódios especiais da série por que estamos falando de vítimas, e elas são pessoas diversas “Principalmente no momento de Covid, que a gente fala de humanização e a humanização se encontra na maior parte, dentro das comunidades, na zona Oeste (do Rio de Janeiro), nos lugares onde as pessoas têm menos condições de vida, e também têm menos acesso, por ser preto. Eu sou preta, sou mulher, atriz, vinda de uma favela”, afirmou.
“Quando você chega no sistema de saúde, você vê todo tipo de pessoa que tem ali e, principalmente, as mulheres pretas, porque o sonho da mulher preta da comunidade ou da periferia, que quer ser médica, ela encontra chance na enfermagem”, explicou Roberta.
O primeiro episódio especial da série vai ao ar nesta terça-feira (06) após a novela “A força do querer”.
Outubro chegou e com ele o Dia das Crianças. Pensando nisso, o Mercado Black Money preparou uma seleção de presentes para você garantir a sua compra e arrasar com o seu pequeno; Confira:
O Movimento Black Money é um hub de inovação para inserção e autonomia da comunidade negra na era digital junto a transformação do ecossistema empreendedor negro, com foco em comunicação, educação e geração de negócios pretos. Tendo como diferencial o fomento do letramento identitário e do mindset de inovação ao ecossistema afroempreendedor, estimulamos o espírito inovador de empreendedores e jovens negros para a criação de diferenciais competitivos no mercado.
“Um dos nossos pilares de trabalho é a disseminação da filosofia de descrença dos poderes/intenção do Estado no sentido de justiça e equiparação racial, além da promoção do associativismo entre empreendedores negros e comunidade negra a fim de fortalecer o afroconsumo e impactar a qualidade de vida de todos nós negros dentro de uma visão Panafricanista“.
Nas quartas-feiras de outubro, dias 14, 21 e 28, às 18h, a área de Educação do Instituto Moreira Salles promove a terceira edição do Fórum Africanidades. O evento reunirá educadoras, artistas e urbanistas em conversas sobre o enfrentamento do racismo tanto nas instituições culturais quanto no ensino formal. Gratuito, o fórum será transmitido ao vivo no YouTube do IMS (youtube.com/c/imoreirasalles). As atividades contarão com intérprete de Libras e legendagem em português.
A primeira conversa acontece no dia 14 de outubro, às 18h, com a presença de Keyna Eleison, diretora artística do MAM Rio, e de Renata Sampaio, coordenadora educativa da terceira edição da Frestas – Trienal de Artes. As duas debaterão como a produção artística pode ser uma forma de resistência e de construção de práticas educacionais antirracistas. Também falarão sobre as barreiras que artistas negros, especialmente as mulheres, ainda enfrentam para exercer suas atividades.
O evento continua no dia 21 de outubro, às 18h, com uma mesa voltada para as questões urbanas. A arquiteta e urbanista Tainá Reis de Paula conversará sobre o tema com Érika Lemos Pereira, educadora no Galpão Bela Maré/Observatório de Favelas. As duas discutirão como o racismo estrutural permeia as políticas urbanas e a distribuição sociodemográfica das principais cidades brasileiras. Também abordarão como essa lógica afeta o acesso e a participação do público nas instituições culturais.
O fórum encerra no dia 28 de outubro, às 18h, com um debate sobre as relações raciais na educação. A conversa contará com a participação de Bel Santos Mayer, educadora e coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário, da artista e educadora Mirella Maria, criadora do projeto Quilombo mulheres negras, e da escritora e professora da rede pública Sonia Rosa. Elas comentarão os desafios de colocar em prática a Lei 10639/03, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana. Como valorizar e trazer essas narrativas para o cotidiano das práticas educativas? A questão norteará a última mesa do evento.
Todas as falas do fórum serão gravadas e disponibilizadas, posteriormente, no site do IMS. Veja abaixo mais detalhes sobre a programação.
Serviço
3º Fórum Africanidades: Processos educacionais e artísticos como territórios de cura 14, 21 e 28 de outubro (quartas-feiras), às 18h Transmissão ao vivo no canal de YouTube do IMS: youtube.com/c/imoreirasalles Gratuito
Todas as atividades contarão com intérprete de Libras e legendagem em português.
Programação completa
14 de outubro, às 18h
Mesa 1 | Perspectiva da subjetividade: diálogos com a prática artística Participantes: Keyna Eleison e Renata Sampaio. Mediação: Renata Bittencourt. 21 de outubro, às 18h Mesa 2 | Perspectiva da cidade Participantes: Tainá de Paula e Érika Lemos Mediação: Rafael Lino 28 de outubro, às 18h Mesa 3 | Perspectiva da narrativa: relações raciais e educação Participantes: Bel Santos Mayer, Sonia Rosa e Mirella Maria Mediação: Abade
''Em Beverly Hills enquanto negro. Estou bem, meu espirito não''- desabafou o profissional
Salehe Bemburry, é o vice presidente da área de sapatos masculinos da marca de luxo. Em seu Instagram, ele fez o registro do momento em que foi abordado pela polícia logo após sair de uma loja da Versace em Beverly Hills.
“Então, estou em Beverly Hills agora e estou sendo parado por comprar na loja para a qual trabalho e apenas por ser negro” Bemburry diz no video enquanto tenta ser interrompido pelo policial, que quer dizer que Salehe está distorcendo as informações. As autoridades alegam que ele foi parado por estar praticando Jaywalking (andando nas ruas sem respeitar calçadas ou faixas de pedestres) e que ele concordou em ser revistado. Durante a abordagem, é possível ver que ele foi orientado a manter suas mãos no alto e se quer conseguiu pegar os documentos que estavam na sua mochila. O primeiro vídeo, gravado por ele mesmo, foi postado na sexta feira. Dias depois, ele postou a gravação da câmera do policial.
A estilista Donatella Versace compartilhou o vídeo em seu perfil dizendo: ”Estou chocada que isso tenha acontecido com Salehe Bembury hoje. Ele é parceiro da Versace faz muito tempo e o que ele viveu é totalmente inaceitável. Ele foi parado na rua só pela cor de sua pele. Força Salehe Bembury. Mandando amor e apoio”.
Outras celebridades como Jaden Smith, Ruby Rose, Indya Moore e Gigi Haddid também comentaram o caso e demonstraram apoio pelo ocorrido.
Confira os videos postados pelo designer de sapatos:
Para quem deseja orientação para empreender em tempos de pandemia, estão abertas inscrições gratuitas para o Grow Startup – Cresça seu negócio, oferecido pela BlackRocks Startup.
O Grow Startup é um programa de aceleração voltado para o empreendedor negro que ensina o empresário e sua equipe a aprimorar o negócio, lidar com os desafios do mercado, além de agregar conhecimento através de mentorias, workshops, contato com possíveis clientes e muito networking.
As empresas selecionadas para o Grow Startups terão acesso ao boostLAB, hub de negócios do BTG Pactual para as empresas Tech dedicado a conexão e potencialização de startups em nível avançado -, créditos de US$ 5mil por dois anos em ferramentas e recursos da Amazon e ao programa de conexão das startups com grandes empresas. Tudo isso com o objetivo de fortalecer a rede de networking desses empreendedores bem como criar oportunidades de negócios e acesso à fundos de investimentos.
Todos os encontros serão online e para participar é necessário que ao menos um dos fundadores seja negro. “Queremos que negócios inovadores estejam no radar do ecossistema de startups no Brasil e que estes negócios tenham oportunidades de acesso e principalmente que mostrem seus diferenciais em um mercado que pouco valoriza nossa inteligência”, explica Maitê Lourenço. As inscrições para o programa vão até o dia 30 de outubro e as startups selecionadas serão anunciadas em 09 de novembro.
O Grow Startups terá duração de 4 meses, com uma dedicação média de 15 horas semanais, quando serão realizadas reuniões tanto em conjunto com as demais startups participantes do programa, quanto de forma individual – sempre online.
Para participar, é necessário acessar o site www.blackrocks.com.br/grow-startup/ até o dia 30 de outubro, e preencher a ficha de inscrição. Podem se inscrever pessoas que tenham negócios inovadores e que sejam liderados por pelo menos uma pessoa negra.
Após ter um dos seus podcasts na lista de “Os melhores podcasts da semana” Ale Santos divulgou que agora o “Infiltrados no Cast” é um programa exclusivo do Spotify, o podcast estará disponível nas outras plataformas de stream somente nas próximas 4 semanas.
Sobre o podcast: O Infiltrados No Cast podcast deInvestigações históricas e discussões políticas sobre os acontecimentos que construíram ou resistiram à desigualdade racial em nosso país.
Após dar a notícia em seu Instagram Ale Santos, o apresentador do podcast contou um pouco sobre o que essa parceria significará:
“Isso significa que a empresa está acreditando no meu conteúdo e estamos trabalhando juntos para elevar a qualidade de cada episódio, das séries especiais e a partir de agora é só progresso.”
As séries como “Quebrando mitos racistas e Os maiores racistas da história” são umas dos grandes sucessos do podcast e a parceria com o Spotify é resultado de um ano de muito trabalho que está sendo reconhecido.
Spike Lee publicou neste domingo (4) em seu Instagram que o ator Thomas Jefferson Byrd morreu na noite de sábado (03) aos 70 anos. De acordo com Lee, Byrd foi assassinado em Atlanta (EUA). O ator participou de diversos filmes do diretor, como “Irmãos de Sangue“, “Todos a Bordo”, “A Hora do Show“, “Verão em Red Hook” e “Chiraq”.
“Eu estou muito triste em anunciar o trágico assassinato de nosso amado irmão Thomas Jefferson Byrd na noite passada, em Atlanta, Georgia. Tom é dos meus. Aqui, você o vê como o assustador personagem Errol Barnes em ‘Irmãos de Sangue’. […] Que possamos todos mandar nossas condolências e bênçãos para a família dele. Descanse em paz, Irmão Byrd.”
O primeiro papel de Byrd foi em 1992 na série “In The Heat of The Night”. Em 1995, ele começou sua parceria com Spike Lee em “Irmãos de Sangue” e, desde então, participou de outros 7 filmes do diretor e na série criada por ele chamada “Ela Quer Tudo”.
Além disso, o ator apareceu nos programas “Law & Order: Criminal Intent”, “Living Single” e “The Last O.G”. O último papel dele foi no longa “Freedom’s Path”, que ainda não foi lançado.
Articulador cultural, ator, diretor, dramaturgo, artista plástico, filósofo, cientista social e ativista pelos direitos da população negra, Rodrigo França decidiu, em 2019, aceitar o convite para participar de um reality show de enorme audiência. Com isso, poderia levar um pouco do profundo debate sobre o racismo ao horário nobre da televisão brasileira. Agora, em Confinamentos & afins, livro que escreveu em colaboração com Adalberto Neto e está lançando pela Agir, o autor revisita algumas das experiências que viveu no programa para, a partir daí, refletir sobre silenciamento social, assédio, violência simbólica, intolerância religiosa e muitos outros temas.
Ao longo da obra, Rodrigo convida os leitores a pensar o conceito de confinamento de forma ampla, para além da ideia de se estar preso em um cômodo ou uma casa. E para o povo negro especialmente, lembra o autor, existem muitas formas de confinamento. “Estamos sempre em busca de uma suposta liberdade, mas ainda há corpos que estão sendo vigiados a todo momento”, explica. “Há corpos perseguidos em lojas, examinados pelas câmeras de segurança, vistos como potenciais criminosos”. Tudo isso é discutido no livro de forma clara e, acima de tudo, com um discurso que convoca à empatia.
No prefácio que preparou para a obra, a jornalista e influenciadora digital Maíra Azevedo, a Tia Má, fala da importância de ver uma turma de competidores negros na telinha e exalta as palavras conciliadoras de Rodrigo durante o jogo – apesar das perversidades direcionadas a ele. “Ele era literalmente um professor ali, diante de várias câmeras, tentando ensinar”, diz. “Acredito que a sua missão no programa não foi ganhar um milhão, foi nos mostrar o quanto o amor preto cura, liberta e salva!”
Sempre disposto a engajar o público na luta antirracista, Rodrigo ainda inclui no livro uma lista de palavras, expressões e comentários que devem ser evitados, a todo custo, por sua conotação depreciativa para o povo negro. Além disso, sugere aos leitores uma série de livros e filmes que mostram como o racismo vem moldando a sociedade e as relações humanas ao longo dos séculos. Confinamentos & afins oferece assim ferramentas imprescindíveis para quem quer se informar sobre diversos tipos de racismo — estrutural, institucional, linguístico, religioso — e ajudar a combatê-los.
Os sócios da Kaza 123 - O ator, diretor, escritor e sociólogo Rodrigo França; a Web Design e Chef Maria Júlia Ferreira e a atriz e jornalista Lica Oliveira, em Kaza 123 - Foto: Robson Maia
As cidades do Rio de Janeiro e São Paulo ganharam espaços pensados quem busca locais afro-centrados para se divertir e também trabalhar. Kaaaza 123 (RJ) e Casa PretaHub (SP) nasceram durante a pandemia e por isso seguem as recomendações da OMS, evitando aglomerações e exigindo o uso de máscaras.
Kaaza 123
Os “Kazeiros” Lica Oliveira, Maria Júlia Ferreira e Rodrigo França abriram, no dia 28 de agosto de 2020, as portas da KAZA 123, no coração do bairro de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.
A KAZA 123 é um restaurante, bistrô, um pequeno centro cultural e também uma casa. O espaço, como diz a atriz, jornalista, atleta olímpica de Voleibol e uma das sócias da KAZA 123, Lica Oliveira, “é todo trabalhado no afeto”. De cara você encontra uma equipe afiada na competência e simpatia, capitaneada pelo sociólogo, escritor, dramaturgo, ator, diretor de teatro, criador de drinks incríveis e sócio da KAZA 123, Rodrigo França.
Na entrada, o aroma das comidinhas da designer gráfica e chef de cozinha, Maria Júlia Ferreira, já envolve os visitantes. A apresentação dos pratos e o paladar inigualável do seu Angurmê, o carro chefe da KAZA.
Maria Júlia Ferreira apresenta o Angurmê em Kaza 123 – Foto :Robson Maia
O espaço ainda tem a Livraria Kitabu, com títulos de autores negros, a charmosa marca carioca Complexo B, com camisetas, camisas masculinas, vestidos e acessórios e a Idunu, com lindas roupas confeccionadas em tecido africano.
KAZA 123 – Instagram: @kaza123_ _ _ Rua Visconde de Abaeté, 123. Vila Isabel – Rio de Janeiro – RJ Funcionamento: Quintas e Sextas – A partir das 18:00. Sábados e Domingos – A partir das 12:00. *Até à 00:00.
Casa PretaHub
Desde o dia 27 de setembro, o número 50 da Avenida Nove de Julho, no centro de São Paulo o endereço da Casa PretaHub, espaço compartilhado que oferece estrutura para a transformação digital de negócios criados por empreendedores negros. Com 530 m² em dois andares de um prédio e nasce com o propósito de se tornar uma franquia social e ter o formato replicado em outros Estados.
Entrada da Casa PretaHub – Foto: Terra Preta Produções
Em um espaço totalmente gratuito, os frequentadores terão acesso à internet, salas individuais, estúdio de audiovisual para gravação de música e podcasts, cozinha industrial para gravação de programas de gastronomia, impressoras 3D, biblioteca, ambiente de loja compartilhada e uma galeria de arte abastecida constantemente com obras de artistas negros.
“Acredito que esse seja um importante passo para o ecossistema. Pensamos a Casa PretaHub com uma ideia de bioma e queremos formar uma grande comunidade de empreendedores que se apoiam mutuamente dentro desse espaço de compartilhamento de infraestrutura e saberes. O plano é conseguir levar o conceito para outros Estados, como em Cachoeira na região do Recôncavo a Bahia, ampliando cada vez mais essa rede”, explica Adriana Barbosa, CEO da PretaHub e presidente da Feira Preta.
Estúdio do PretaHub – Foto: Terra Preta Produções
Criadora do maior evento de empreendedorismo e cultura negra da América Latina, a Feira Preta, Adriana também precisou se digitalizar para seguir com os inúmeros projetos programados para 2020. Estamos todo enfrentando o desafio da transformação digital, estamos todos aprendendo É muito legal poder trazer empreendedores, criadores e autônomos para ocupar e prestar serviços na Casa e auxiliá-los nessa gestão do negócio e letramento digital a partir de um espaço físico”, comenta.
Com parceiros como Extra, Facebook, Fundação Tide Setubal e Mercado Livre, a Casa Preta Hub conta com uma estrutura com 06 salas, 02 estúdios, cozinha para produção de conteúdo e cozinha pop up, espaço maker, espaço para exposição de artistas visuais, loja compartilhada e biblioteca de livros e vinil.