Laverne Cox fechou um contrato para ser apresentadora do podcast, atualmente batizado como “The Laverne Cox Show”. A série em áudio será produzida pela Shondaland Audio, empresa comandada por Shonda Rhimes. A produção é uma parceria entre a marca de Rhimes e a iHeartMedia, dona da rádio iHeart.
Em comunicado à imprensa, Cox disse estar muito feliz com o novo projeto, além de celebrar o bom relacionamento com a empresa de Rhimes:
“Estou emocionada por continuar e expandir meu relacionamento com Shondaland, fazendo meu primeiro podcast com a equipe incrível de Shonda junto com iHeartRadio. Mal posso esperar que todos ouçam as conversas incrivelmente interessantes que tive com meus convidados.”
O podcast deve ser lançado em fevereiro de 2021 e a cada semana, a atração trará conversas de Cox com convidados que “provocam reflexão e potencialmente novas perspectivas. O programa foi criado na esperança de fomentar perspectivas que possam inspirar um novo comportamento em cada um de nós, que por sua vez nos aproxime de nos tornarmos as melhores versões de nós mesmos”, de acordo com comunicado.
Dionne Warwick se tornou o fenômeno viral do Twitter que ninguém sabia que precisava para fechar 2020. A dona de hits como “Heartbreaker” e “That’s What Friends Are For” se juntou ao Twitter em 2012, mas só recentemente se tornou uma verdadeira estrela da plataforma.
Desde perguntar a Chance the Rapper por que ele colocou “rapper” em seu nome artístico e chamar The Weeknd para enviar votos de boa sorte a Taylor Swift, seus tweets excêntricos e hilários foram a base para uma esquete no “Saturday Night Live” alguns dias atrás.
Agora, um dos tweets de Warwick ganhou seu próprio outdoor no Bryant Park, em Nova York: “Por favor, não traga essa tolice até 2021”, diz o tweet de 11 de dezembro. A cantora repostou, agradecendo e pedindo para deixarem isso em 2020:
O outdoor com o tweet de Warwick é um dos vários tweets humorísticos e edificantes de pessoas reais na campanha de fim de ano do Twitter. Além de Nova York, a rede social comprou outdoors e murais em Los Angeles, Filadélfia e San Francisco / Oakland – tudo para lançar a ideia de que o Twitter era o lugar para mantê-lo real.
De acordo com o Twitter, os usuários postaram mais de 6 milhões de tweets por volta de 2020 até o momento.
Com o objetivo de fomentar a diversidade e inclusão de pessoas negras na sua liderança, o Grupo Movile, ecossistema de empresas de tecnologia líder na América Latina, anuncia a abertura de inscrições para o “Empretece”, novo programa de contratação exclusivo para profissionais negros e negras.
São mais de 30 vagas em cargos de analista sênior à diretoria destinadas exclusivamente à iniciativa, que contempla diversas áreas de todas as empresas que compõem o ecossistema da Movile (iFood, Sympla, PlayKids, Zoop, Wavy, MovilePay, além da própria Movile).
As inscrições são online e podem ser realizadas exclusivamente por pessoas negras até 17 de janeiro, no site: https://www.movile.com.br/empretece
Nathalya Carvalho, Líder do AfroMovile, grupo interno de etnia da empresa, explica a necessidade de tomar medidas afirmativas, como o Empretece, para promover a diversidade em cargos de liderança no ambiente corporativo. “No Brasil, grande parte das empresas ainda estão olhando para a diversidade racial como um todo, sem observar se todos os espaços estão sendo ocupados por profissionais diversos. Percebemos que ainda há muito a ser feito para trazer inclusão para as posições dos mais diversos níveis do Grupo Movile e, por isso, lançamos o Empretece, com o desejo de dar um passo adiante e criar um processo seletivo seguro e organizado para profissionais negros”, afirma.
Os cargos disponíveis são de analista sênior, especialista, coordenação, gerência e diretoria. O processo seletivo será conduzido de forma 100% online e candidatos(as) de todo o Brasil podem se inscrever. Algumas das vagas serão para regiões específicas, descritas no site, mas o trabalho também será iniciado de forma remota, devido à pandemia e ao direcionamento de todo o Grupo para o início de 2021.
Logo após a inscrição, as pessoas interessadas começarão a participar das etapas de seleção, sendo a primeira uma checagem com os requisitos de cada vaga. Em dezembro e janeiro serão feitas as entrevistas com cada candidato(a) e os(as) selecionados(as) receberão as propostas em fevereiro, para início imediato. Os profissionais contratados terão acesso a um programa de aceleração, composto por um onboarding robusto nos primeiros dias e trilhas de desenvolvimento de diversas competências.
Além disso, essas pessoas terão vaga garantida nos programas para formação e capacitação de lideranças do Grupo Movile e também acesso total ao MyAcademy, plataforma de e-learning que conta com mais de 40 mil cursos de parceiros como Udemy e Harvard.
As vagas oferecem remuneração compatível com o mercado e benefícios como vale-transporte, vale-refeição, assistência médica, seguro de vida, bolsa para aulas de inglês e flexibilidade de horários. Além do requisito básico dos candidatos serem negros, as vagas abertas possuem exigências específicas, de acordo com a área de atuação. Todos os detalhes podem ser consultados nas descrições das oportunidades no site da empresa.
O Instagram e o Canal Brasil lançaram na última sexta-feira (18) o documentário Viva Nossa Voz, que traz reflexões sobre como as redes sociais e o poder da imagem estão criando novas percepções positivas e inspiradoras sobre ser negro no Brasil. O documentário ficará disponível no IGTV do @canalbrasil em formato de série em 3 episódios, e também contará com exibição na íntegra no Canal Brasil, dia 23 de dezembro, às 23h30.
Ancorado por Rosane Borges o documentário aborda, através dos relatos de Mc Carol de Niterói, Ana Carolina Oliveira, coletivo Afrobapho, Carla Akotirene, Gabriela de Matos, Gabriela Loran, Isaac Silva e Matheus Pasquarelli, as principais discussões raciais atuais de forma profunda, permeando como as redes sociais estão promovendo novas formas de representatividade e sensação de pertencimento, além de ampliar o conhecimento sobre raízes culturais e fortalecer a conexão da comunidade negra.
“Estamos celebrando esta parceria entre o Canal Brasil, o Instagram e a produtora Preta Portê, que deu vida ao documentário “Viva Nossa Voz”. É mais uma oportunidade de participarmos de conversas urgentes para o sociedade, através do nosso conteúdo. A diversidade é um dos principais pilares do Canal Brasil e há uma atenção constante para que a representatividade nas telas seja vista, pensada, discutida e que traga a possibilidade de transformar quem nos assiste em algum momento”, afirma Gesiele Vendramini, Gerente de Negócios, Produção e Digital do Canal Brasil.
O documentário Viva Nossa Voz traz relatos e reflexões fundamentais sobre temas como racismo, feminismo negro, pater-maternidade negra, vidas LGBTQIA +, empreendedorismo, positividade corporal, nova masculinidade negra, Afrofuturismo e saúde mental, tópicos que ganham cada vez mais força através de discussões nas redes e da formação de verdadeiras comunidades de apoio no Instagram.
“O Instagram é um ambiente onde comunidades de apoio se formam e crescem diariamente. Principalmente para os jovens da comunidade negra, esse é um fator muito importante que os permite compartilhar experiências com pessoas que passam por situações semelhantes, formando uma verdadeira rede de apoio e troca para obter ajuda, inspiração e incentivo”, reforça Natalia Paiva, Head de Políticas Públicas do Instagram para América Latina.
O projeto “Viva Nossa Voz” teve consultoria de Hélio Menezes, antropólogo e pesquisador e Joice Berth, arquiteta, urbanista e escritora. A produção foi realizada pela Preta Portê filmes, liderada por Juliana Vicente, diretora e fundadora da produtora. A artista visual Rosana Paulino também contribuiu com sua visão conceitual, representando a força e o poder da ancestralidade que a comunidade negra leva ao longo de sua trajetória.
No último dia 17 o cantor e influenciador digital Guil Anacleto deu uma entrevista para UOL falando sobre a falta de representatividade de ‘head phones’ para pessoas com black power.
“Temos um grande problema, porque a experiência de usuário, na maioria das vezes, é pensada de uma perspectiva branca”, denuncia Guilherme na entrevista
Mas logo após a entrevista ser publicada o presidente da Fundação Palmares, Sergio Camargo expôs o influenciador e ridicularizou a sua denúncia em seu perfil Sergio Camargo repostou a foto de Guil com a legenda “Corta o cabelo, pô!” e na publicação de Sérgio, Guil recebeu diversos ataques e comentários que o ridicularizavam.
Foto: Instagram
“São mais de 200 comentários debochados, sujos e pesados direcionados pra mim e dói pra caralho mas isso não vai me destruir. Eu vou me reerguer com o meu cabelo ENORME SIM. Vocês não podem e não vão acessar o meu orgulho negro. NÃO MEXE COM A MINHA COROA!!!” Publicou o influenciador em seu Instagram, mostrando os prints dos ataques.
Foto: Instagram
O presidente da Fundação Palmares somente no ano de 2020 usou suas redes sociais para atacar e ridicularizar pessoas negras e suas lutas diversas vezes. Guilherme Anacleto é mais uma vítima dos ataques gratuitos de Sergio Camargo
No último dia 10, Jojo Todynho se consagrou a mais nova milionária do Brasil, após 3 meses de confinamento a cantora venceu o reallity com 52% dos votos e saiu de lá milionária e com muitos prêmios adquiridos durante o programa.
No bate papo com o vencedor do programa, a cantora contou seus planos para o prêmio, que inclui a criação de um projeto social no bairro Bangu, Zona Oeste do Rio de janeiro, na entrevista a cantora mencionou que a sua intenção é oferecer as crianças do bairro aquilo que ela não pôde ter.
“Eu queria fazer balé, mas não tinha dinheiro e fui fazer luta que era melhor. Agora lá em Bangu tem alguns brizolões e eu queria pegar um deles e proporcionar para eles tudo o que eu não tive na infância.” Disse a cantora.
A cantora vem de família e bairro humilde, e desde criança tinha o sonho de ser cantora, Jojo precisou passar por muitos bicos e trabalhou em diversas áreas para se sustentar antes de sua carreira artística deslanchar.
“Quero colocar balé, reforço escolar, aula de natação…Eu quero por coisas que possam direcionar eles futuramente. Eles são o futuro do nosso Brasil, então se tiver alguém que possa proporcionar isso para eles, eu quero fazer parte disso”, continuou a cantora sobre seus planos para o bairro onde cresceu.
“O meu nome é Clifton Davis da Cruz Conceição, tenho 43 anos e sou formado em medicina veterinária. É uma profissão elitista em que há e sempre teve maioria branca.” Clifton, começou a falar um pouco mais sobre a rotina de sua profissão dessa maneira e, mesmo sabendo, o quanto a medicina veterinária o traz benções e lições gratificantes, não pode deixar de esquecer a discriminação que passou por ser um médico veterinário negro, mesmo não deixando ser abalado por ela.
O médico sabe o quanto a trajetória, história de vida e representatividade dele importam perante a sociedade e as pessoas negras que buscam estar em uma profissão considerada elitista e majoritariamente branca.
Clifton é perito judicial, trabalha com juízes, auxiliando a esclarecer erros médicos na veterinária. Também é autor de 6 livros e exala inteligência e representatividade em todos os seus gestos, escritas e atuações.
A ideia do perito, com suas obras, foi auxiliar e difundir a capacitação de médicos veterinários que sejam intimados, indicados ou nomeados. Os nomes de alguns dos seus livros são:
1 – Medicina Veterinária X Processos Judiciais –(como evitá-los)
2 – Novo Código de Ética Médica Veterinária – comentários sob a ótica pericial.
3 – Principais Resoluções do CFMV para o Clínico Veterinário de Pequenos Animais
Clifton falou, também, um pouco sobre o começo de sua profissão:
“Eu como estudante de medicina veterinária negro, sofri discriminação racial em casos pontuais. Por exemplo: situações de convivência em república de estudantes. Não me aceitavam morar com eles (brancos racistas). Vivíamos numa casa no interior do Rio de Janeiro com 2 quartos e éramos 6 pessoas. Ninguém quis dividir o quarto comigo, ou seja, ficaram 5 num quarto, e eu sozinho em outro. Foram anos difíceis, de convívio bem ruim.” Explicou ele sobre os seus 5 anos como estudante da graduação.
“Mas não me abalei, foquei nos estudos, me formei e hoje mal sei da existência desses seres sem luz. Muitos colegas nem sabem dessa história triste” Concluiu ele.
Escritor, médico, perito e pai integral, Clifton fez sua trajetória independente do que passou em momentos difíceis na profissão. Sendo autor de 6 livros, 3 independentes, compartilha algumas dicas sobre sua área de profissão nas redes sociais e fala que “vamos que vamos, pois desde que o mundo é mundo, o racismo existe e não deixará de existir. No entanto, vão sempre existir médicos veterinários e médicas veterinárias negros (a) sim, queiram ou não.”
Mulheres negras são as maiores vítimas de ódio na Internet e a cantora Ludmilla é um exemplo de que nem sendo rica e famosa, você está livre do racismo.
Nessa sexta-feira, (18/12), data que a artista lançou o videoclipe para o single “I Love You Too” com Orochi, a cantora foi vítima de ataques online racistas e desativou as suas contas oficiais do Twitter e Instagram.
A assessoria de Lud, emitiu um comunicado à imprensa, explicando que a desativação das redes, não fazia parte de nenhuma estratégia de marketing da cantora.
“Confirmamos que na noite desta sexta, 18, a cantora Ludmilla desativou todas as suas redes sociais. Durante o dia, a cantora já havia reclamado com sua equipe sobre os ataques racistas que vinha sofrendo chegando até a responder alguns tweets que diziam que ela responderia caso “jogassem casca de banana” entre outros insultos racistas e misóginos. Tais ataques vêm ocorrendo ao longo da carreira de Ludmilla que, como é sabido, vem se posicionando não só contra crimes de raça, mas também de gênero.
Ressaltamos que, ao contrário de qualquer especulação, tal ato não faz parte de nenhuma estratégia de marketing e é simplesmente uma consequência de seu cansaço diante do ódio destilado nas redes sociais. Informamos ainda que todas as postagens de cunho racista e homofóbicas estão sendo documentadas para encaminhamento à justiça.
Por ora, aguardamos o desejo de Ludmilla de voltar às suas redes sociais. Sendo assim, não temos mais nada a declarar”.
Os índices alarmantes da Covid-19 estão aí para nos mostrar que sair de casa para fazer comprinhas de Natal pode ser muito arriscado.
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A Trace Brasil acaba de anunciar um reforço no seu time de apresentadores para 2021: a influenciadora Xan Ravelli assume a apresentação do Trace Trends, ao lado de Alberto Pereira Jr. e Ad Junior, a partir de janeiro. Com mais de 140 mil seguidores nas redes (YouTube e Instagram), Xan ganhou visibilidade com o canal Soul Vaidosa, criado em 2013, falando sobre beleza com propósito, apoio emocional com identidade e vida preta em família. Preta, crespa, mãe de dois e feminista, como se define, ela é também a queridinha de algumas marcas. Avon, Seda, Nestlé, Havaianas, Quem disse Berenice, C&A, Mac e Samsung estão entre os trabalhos de 2020 da influencer, que deve trazer toda a sua autenticidade e bom humor para o programa que chega à sua terceira temporada ano que vem.
“Estou muito empolgada com essa nova etapa, com esse desafio junto à Trace Brasil. É uma oportunidade incrível para mim, que sempre tive vontade de conhecer mais sobre o trabalho em TV aberta. É nítida a potência da representatividade na construção da identidade negra brasileira. O trabalho da Trace maximiza ainda mais e de forma diversa representações positivas. É bom se ver, é bom ter voz, é bom ver nossos trabalhos e talentos na TV. Espero um futuro com mais proporcionalidade, ocupando até que nossa figura seja naturalizada“, conta Xan Ravelli.
Único programa da TV aberta com foco na cultura afrourbana, o Trace Trends completou seu primeiro ano na Rede TV!, em novembro, e é também o carro-chefe da programação do Trace Brazuca, canal a cabo que marcou a chegada definitiva da Trace ao Brasil, em junho deste ano. Nomes como Paula Lima, Ângelo Assumpção, Nath Finanças, Djamila Ribeiro, Projota, Kl Jay, Maitê lourenço, Jeniffer Nascimento e Rafael Zulu já participaram da atração multiplataforma, que apresenta conteúdos sobre tendências de entretenimento, moda, comportamento e a diversidade cultural no país, toda terça-feira, às 22h30.
Para José Papa, CEO da Trace Brasil, a escolha não poderia ser mais acertada. “A Xan vem se destacando muito este ano, fazendo um excelente trabalho na produção de conteúdo próprio e para diferentes marcas. Sem dúvidas, irá agregar muito para o Trace Trends, trazendo mais autenticidade, além de termos uma presença feminina potente que dialoga super bem com o nosso público e parceiros“.
Além da produção de conteúdo no YouTube e Instagram, Xan Ravelli, que é graduada em Musicoterapia e fez pós em Comportamento e Psicodiagnóstico, é colunista no Uol Universa e embaixadora da Buscofem.
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