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“Canto da sereia”’: Rainha da ciranda, Lia de Itamaracá, realiza festival online nesse final de semana

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Foto: Cláudia Dalla Nora/Divulgação

O “Festival Canto da Sereia” será realizado, de forma virtual, nos dias 13 e 14 de março, também em alusão ao mês das mulheres. A primeira edição, realizada em janeiro de 2019, foi guiada pelas comemorações dos 75 anos da cirandeira Lia de Itamaracá, como uma virada cultural para celebrar o aniversário. Neste ano, o evento conta ainda com mostra de filmes, lançamento de livro, música eletrônica, moda e debates.

À distância, as mãos que tradicionalmente se unem em círculos para a ciranda serão substituídas por uma extensa programação que já teve parte gravada na Ilha de Itamaracá, no Litoral Norte de Pernambuco.

 As imagens também vão compor a montagem da transmissão, dirigida pela cineasta Lia Letícia, produtora e diretora do curta-metragem Encantada, de 2014, e será exibido no instagram da cirandeira (@liadeitamaracaoficial). Nos dois dias de festival, o evento será aberto com mostra de cinema, a partir das 15h.

A programação do sábado conta ainda com uma ação de grafitagem do grupo “Cores do Amanhã”, coletivo feminino de arte urbana em Pernambuco, a cirandeira Lia de Itamaracá apresenta, no domingo, um repertório permeado por canções dos seus últimos trabalhos Ciranda sem fim e Ciranda de ritmos.

Também serão realizados debates sobre questões sociais, literatura, cultura popular e diversidade LGBTQI+ na cultura e no turismo, guiado pela empresária, ativista e idealizadora do Festival, Maria do Céu. A conversa conta com a participação da cantora Diva Menner (The Voice Brasil).

Haverá ainda a live Lia de Itamaracá: nas rodas da cultura popular, com a jornalista Michelle de Assumpção para apresentar a biografia da cirandeira lançada no ano passado. O papo passeia sobre a trajetória artística de Lia, acompanhada de músicos. O evento tem incentivo da Lei Aldir Blanc e, para dar conta de todos os gastos, a cirandeira abriu uma campanha em suas redes sociais para receber doações, assim como fez em uma live realizada no ano passado.

Coletivamente, diretores da Fundação Palmares se demitem por insatisfação com a gestão

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Reprodução/Google fotos

Desde que assumiu a Fundação Palmares, em 2019, Sérgio Camargo é alvo de críticas por ignorar o período de escravidão e dizer que ‘não existe racismo’, contudo, dessa vez o problema que atingiu a administração da fundação é diferente dos argumentos de seu presidente.

Coletivamente, Gestores dos principais departamentos da Fundação Palmares entregaram os cargos nesta quinta-feira (11)  por falta de diálogo e insatisfações com Sérgio Camargo. Os gestores estavam nas funções há cerca de um ano e foram escolhidos por Camargo por apresentarem perfis mais conservadores.

A lista inclui Ebnézer Nogueira, diretor de Fomento e Promoção da Cultura Afro Brasileira, Roberto Castelo Braz, coordenador geral de Gestão Interna e Raimundo Chaves, coordenador geral do Centro Nacional de Informação e referência da Cultura Negra.

“Como diretores e coordenadores dos departamentos que compõem a instituição, fomos voto vencido mesmo sendo a maioria em decisões cruciais ao bom andamento de projetos, ações de mudança de sede e demais políticas públicas que poderiam ser entregues à população até este momento”, diz um documento entregue ao presidente da Fundação, Sérgio Camargo.

O documento falado acima foi um comunicado em formato de carta, na qual, os gestores afirmam que os três afirmam que tiveram as decisões ignoradas após “inúmeras tentativas de interlocução com a presidência”. Ao mesmo tempo, segundo os diretores, pessoas que não integravam a diretoria  participavam de reuniões e influenciavam as decisões internas do órgão.

As demissões representam a saída de praticamente todo o colegiado da Fundação Palmares. Coordenadores da instituição, que preferiram ter os nomes preservados, afirmaram a um repórter do veiculo CNN que um outro diretor também deve pedir demissão em breve, mas ainda não comunicou a saída para não deixar os trabalhos “sem o comando de ninguém”.

“Coerentes com nossos princípios morais e políticos, tomamos uma difícil decisão de desligamento de nossos cargos por não encontrarmos mais viabilidade de diálogo entre os diretores e o Presidente”, concluíram na carta entregue.

Segundo os relatos, o estopim veio por divergências em relação à mudança da sede da Fundação em Brasília. Sob a justificativa de deixar de pagar R$ 2,3 milhões de aluguel por ano, Sérgio Camargo anunciou a transferência para um prédio público no fim de 2021.

O novo espaço, no entanto, precisa de reformas e o projeto ainda não saiu do papel. Há mais de três meses servidores da Fundação permanecem num espaço provisório, mas o aluguel da sede original continua sendo cobrado. 

Fonte: CNN News

“Me deixo ser vista” Lellê mostra suas emoções e vulnerabilidades através de ensaio fotográfico

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Imagem: Alex Santana

Prestes a lançar seu segundo álbum, adiado por conta da pandemia, Lellê resolveu colocar em forma de arte, todas as emoções que a permearam durante o período de isolamento.

A artista multitalentosa que atua, canta, dança, apresenta, posa, dessa vez resolveu criar um projeto chamado “Me deixo ser vista”, onde traduz, em forma de arte, alguns de seus sentimentos, emoções e vulnerabilidades.

“O projeto sou eu contando a minha história com as emoções. Não tinha semana melhor que a que comemoramos as mulheres para colocar esse projeto no ar. Todos os dias, de surpresa, vou falando sobre uma emoção e escrevo um texto sobre”, conta Lellê.

Para esse projeto, em que ela mesma assina a direção artística, as emoções e sentimentos escolhidos foram: rejeição, insegurança, ego, medo, perdão e amor.

“Eu passei por todos esses estágios na pandemia. Uma mistura de sentimentos, de emoções, de vulnerabilidades. Essa foi a forma de colocar todos esses pra fora. Na verdade eu ainda passo por isso todos os dias. Acho que todos fomos afetados ao longo desses últimos anos, né?”.

Me Deixo ser vista tem fotos de Alexandre Santana, esculturas capilares de Maia Boitrago, make de Lucas Almeida e styling de Gabriel Gil e Rachel Vieira. O projeto vai ser exibido diariamente no instagram de Lellê, até sábado, 13.

Com 14 novas músicas registradas, fãs aguardam lançamento de álbum póstumo de Michael Jackson

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Foto: Reprodução

Nessa sexta-feira (12) uma novidade agitou as redes sociais e animaram os fãs do rei do pop! 14 músicas inéditas compostas por Michael Jackson foram registradas na Associação Americana de Compositores e Autores (ASCAP).

Com a novidade, os fãs levantaram a tag “Michael Jackson is coming!” *Michael Jackson está voltando!* (Em tradução livre), e cogitam o lançamento de um álbum póstumo do artista.

Ao todo são 14 canções que teriam sido criadas após ‘Invincible’ e antes de ‘Dangerous’, e foram compostas por Michael com a participação de outros artistas.

Confira o título das canções: Be Me 4 A Day, Descending Angels, End It, I Have This Dream, Kreeton Overture, Man In Black, Promise, Rememeber This Night, Seven Digits, Shut Up And Dance, Slipped Away, Stay, Veredict e You’re The One.

Ainda não há informações oficiais sobre o lançamento de um álbum póstumo, portanto, nome e datas ainda não foram divulgados.

“Um Maluco no Pedaço” chega no Globoplay

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Foto: Reprodução

Boa notícia para os fãs de um dos melhores sitcoms dos anos 90. Will, Carlton, Tia Vivian, Tio Phill e toda a família chegou ao Globoplay.

A partir desta sexta-feira, dia 12, todos os episódios do seriado estará disponível no Globoplay, Will Smith chega como ‘Um Maluco no Pedaço’ que vai subverter a vida aparentemente perfeita de Bel-Air, na Califórnia. Nascido na Filadélfia, o jovem que ama jogar basquete de rua e ouvir rap vai morar com uma parte da família rica após se encrencar em sua cidade natal. 

Ao chegar, se depara com uma mansão com direito a serviço de mordomo e um roteiro para se adequar aos modos locais. Toda irreverência e carisma de Will, porém, vão chocar – e, aos poucos, conquistar – e os tios Philip (James Avery) e Vivian (Daphne Maxwell Reid), os primos Hilary (Karyn Parsons), Carlton (Alfonso Ribiero) e Ashley (Tatyana Ali) e o mordomo Geoffrey (Joseph Marcell).

Além de todos os episódios disponíveis no Globoplay, a série de sucesso também chega ao Multishow no mês de Abril.

“Amarração do amor”, filme sobre o romance entre uma judia e um umbandista chega em breve aos cinemas

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Foto: Divulgação

A comédia “Amarração do Amor” chegará em breve nos cinemas e acaba de ganhar cartaz oficial a comédia conta  a história de Lucas e Bebel – casal de religiões diferentes -, e seus pais, Regina e Samuel, que vão fazer de tudo para que os ritos de suas crenças prevaleçam no dia do casamento dos filhos.

Estrelando Cacau Protásio, Samya Pascotto, Ary França e Bruno Suzano a comédia chegará em breve nas telinhas do cinema.

“Este filme fala de um conflito que nasce do amor. O amor de um pai e de uma mãe que querem impor suas tradições religiosas. Nada melhor que uma comédia para rirmos de nossas diferenças. Nosso país é muito sincrético, e a palavra da vez é tolerância. Como nosso elenco e equipe são formados por pessoas de diferentes religiões, de católicas a evangélicas, de espíritas a judeus, tratar do tema com humor tem sido tão divertido quanto respeitoso”, diz a produtora Iafa Britz.

Sinopse:

Apaixonados, Lucas (Bruno Suzano) e Bebel (Samya Pascotto) decidem oficializar a união. Mal sabem eles que a religião vai ser um ponto de discórdia entre suas respectivas famílias. Enquanto o pai da noiva, Samuel (Ary França), luta para fortalecer as tradições judaicas dentro de casa; Regina (Cacau Protásio), mãe de Lucas, se esforça para que seu filho leve para sua futura família as tradições da umbanda.

Elenco:

Elenco Bebel – Samya Pascotto Lucas – Bruno Suzano Samuel – Ary França Regina – Cacau Protásio Myriam – Malu Valle Jorge – Mauricio de Barros Cleide – Lorena Comparato Ilan – Vinicius Wester Jota – Ramon Francisco Youssef – Cassio Pandolfh Sara – Bel Kutner Berta – Berta Loran Salomão – Gilberto Marmorosh (in memoriam) Irandir – Clementino Kelé Nair – Carla Daniel

Samuel L. Jackson vai protagonizar um idoso com demência em nova série da Apple TV+

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Imagem: Google fotos

Samuel L. Jackson foi confirmado como protagonista da nova minissérie da Apple TV+  “The Last Days of Ptolemy Grey”. Na produção, o ator interpretará um idoso de 91 anos que sofre com demência e tenta lidar com os problemas de seu passado, buscando achar um significado para suas dúvidas.

A trama terá seis episódios e será baseada no romance homônimo escrito por Walter Mosley. O autor atuará como produtor ao lado de Jackson e ainda será o encarregado de adaptar a obra.

De acordo com a sinopse oficial, Ptolemy Grey (Jackson) é um senhor esquecido pela família, pelos amigos e até por ele mesmo. À beira de afundar ainda mais em uma demência solitária, ele enfrenta uma grande mudança quando recebe a oportunidade de recuperar brevemente suas memórias.

Com suas lembranças restabelecidas, ele decide usar essa lucidez preciosa e fugaz para resolver a morte de seu sobrinho e aprender a lidar com os traumas de seu passado.

Documentário “Olhares sobre o racismo”, que narra 30 anos de luta de negros Portugueses, está disponível no youtube

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Imagem: Divulgação

Depois de ter sua estreia, que estava marcada para o dia 14 de janeiro de 2021, adiada no ciclo Cinema de Urgência de Lisboa, devido ao novo confinamento em Portugal, o filme “Olhares sobre o racismo” está assim disponível para o público em geral, gratuitamente, através do YouTube. 

O documentário foi produzido numa parceria conjunta entre a ‘SOS Racismo’ e a revista online, ‘BANTUMEN’. O filme está finalmente disponível no canal da organização SOS Racismo Portugal e foi assinado por Eddie Pipocas, Bruno Cabral e Dércio Ferreira.

O documentário expõe as fragilidades de uma sociedade portuguesa, minada pelo racismo ancorado nos diversos pilares sócio-políticos lusitanos. O filme condensa os contributos de várias figuras da mobilização social e política para a causa e reflete a interseccionalidade, a diversidade e a transversalidade das várias frentes do combate contra o racismo em Portugal.

Maria Gil, ativista cigana, Sinho Baessa da Associação Cavaleiros de São-Brás, Xullaji, músico e engenheiro de som, Jéssica Bruno do Núcleo Anti-Racista de Coimbra, Lúcia Furtado da associação Femafro, entre outras personalidades ativas na luta pela igualdade e equidade social e institucional de pessoas racializadas, participaram no filme.

A expectativa é que o documentário, num cenário pós-pandemia, possa vir a ser exibido em várias sessões em diversas cidades portuguesas, ao longo do ano, com debates em torno da problemática do racismo.

Terceiro filme da antologia “Small Axe”, protagonizado por John Boyega chega ao Globoplay

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Foto: Reprodução

Aclamada pela crítica, a série “Small Axe” conquistou uma das condecorações mais cobiçadas do audiovisual: o Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante pela atuação de John Boyega como Leroy Logan. 

Antologia composta por cinco filmes no total, a produção, que também foi indicada na categoria Melhor Minissérie desta edição da premiação, está sendo exibida semanalmente no Brasil com exclusividade pelo Globoplay e , nesta quinta-feira, dia 11, terá seu terceiro filme, “Vermelho, Branco e Azul”, por qual John levou a estatueta, publicado na plataforma. 

Criada e dirigida por Steve McQueen – do grande sucesso aclamado “12 Anos de Escravidão” – “Small Axe” é uma antologia ambientada em Londres, entre 1969 e 1982,  com filmes independentes,  que retratam histórias de negros imigrantes marginalizados pela elite britânica da época. 

Sobre  Boyega, McQueen destaca que o ator atingiu seu auge neste trabalho: 

“John sempre esteve em minha mente para interpretar Leroy. Ele é alguém com quem eu queria trabalhar há muito tempo e esta foi a oportunidade perfeita. É um novo ator em cena. O público pode vê-lo sob uma luz totalmente nova, uma pessoa totalmente nova e um ótimo ator em seu auge”, diz. 

GNT vai exibir a entrevista da Oprah com Meghan Markle

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Imagem: CBS/Reprodução

O grupo globo adquiriu os direitos da entrevista da apresentadora Oprah com a atriz Meghan Markle e seu marido, príncipe Harry, e irá transmiti-la na programação da GNT desta quinta-feira (11) e no próximo domingo (14).

No programa, Meghan e Harry esmiuçaram suas vidas como parte da realeza britânica, relatando os motivos que os levaram a se desligarem dela em janeiro do ano passado.

Um dos atritos envolve o primeiro filho do casal, Archie, nascido em 2019. Meghan afirmou que havia “preocupações e conversas sobre o quão escura a sua pele seria quando nascesse”. 

O assunto surgiu quando a atriz contou que, ainda grávida, foi informada pela realeza de que Archie não se tornaria príncipe. Sem o título, ele não receberia segurança oficial.

Segundo o jornal The Wall Street Journal, Oprah recebeu ao menos US$ 7 milhões (cerca de R$ 40 milhões) pela entrevista e o canal CBS, dobrou os valores do comercial que passaria entre o programa. No Brasil, a entrevista vai ao ar nesta quinta às 22h e no domingo, 14, às 20h no canal da GNT.

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