A atriz Viola Davis continua divulgando seu novo filme ‘The Woman King’, que no Brasil recebeu o título de ‘A Mulher Rei’. Em nova entrevista para a revista Empire, a vencedora do Oscar voltou a definir o longa como um ‘filme épico’. De acordo com ela, o registro oferecerá uma visão pouco explorada sobre o histórico das mulheres negras retintas.

Este filme é uma ilustração da beleza insuperável, força, vulnerabilidade, feminilidade e poder absoluto da mulher negra retinta“, destacou Davis. “É a nossa maneira de redefinir quem somos. E acredito que desde o primeiro momento em que você entrar neste filme, você verá isso de uma maneira muito bonita.”

Viola Davis em ‘The Woman King’. Foto: Divulgação.

Assumir o papel de Nanisca, personagem que lidera todos os guerreiros, foi algo que exigiu força considerável de Davis, e não apenas fisicamente. “Acho muito difícil treinar um grupo de jovens para absorver sua vulnerabilidade para lutar”, diz ela à Empire. “Para trabalhar fundo e encontrar esse espírito guerreiro que entende que você tem que lutar por algo maior do que você – e que isso pode custar sua vida. Isso foi difícil para mim“.

“Queríamos mostrar essas mulheres como mulheres inteiras”, diz Prince-Bythewood, diretora do longa. “Sua vulnerabilidade era tão importante quanto sua ferocidade, e elas tinham uma irmandade incrível.”

Na trama, que estreia dia 22 de setembro, acompanhamos a história memorável de Agojie, uma unidade de guerreiras compostas apenas por mulheres, com habilidades únicas e jamais vistas, diretamente do reino africano de Daomé nos anos 1800.

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