Ludmilla presta apoio a Mirtes Renata nas redes sociais: “Precisamos continuar falando sobre Miguel Otávio”

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Ludmilla presta apoio a Mirtes Renata nas redes sociais: “Precisamos continuar falando sobre Miguel Otávio”
Foto: Reprodução.

A cantora Ludmilla usou suas redes sociais no último domingo (31) para prestar apoio e solidariedade a Mirtes Renata, mãe do menino Miguel Otávio. “Precisamos continuar falando sobre Miguel Otavio! A @mirtes_renata, mãe para a qual ofereci minha voz para alcançarmos o máximo de pessoas sobre o caso do filho dela, procurou a minha equipe e nos atualizou sobre o caso”, iniciou Ludmilla.

“Eu estou devastada em saber que mesmo com todas as provas e com a dor imensurável que essa mãe está sentindo, ainda não temos uma solução concreta por parte dos órgãos responsáveis. Isso é inadmissível!”, continuou a artista, se referindo ao último andamento do caso, onde a Justiça de Pernambuco negou o pedido de prisão feito pela equipe de advogados de Mirtes contra Sarí Corte Real, por ela ter se mudado de endereço sem informar o juízo.

“Quero deixar claro que usarei a minha voz quantas vezes for preciso e que continuaremos lutando por justiça!”, concluiu Ludmilla. Na mesma postagem, Mirtes agradeceu o apoio recebido pela cantora e por sua mãe, Silvana Oliveira.

“Obrigada Lud, agradeça também a sua mãe, que entendeu que por filhos fazemos tudo, mas me lembro que você disse que sempre seguraria a minha mão, estou cansada, mas não vou desistir e sei que vocês estão comigo, na luta por #justiçapormiguel“, disse Mirtes.

Outros artistas como Ícaro Silva também se posicionaram sobre o caso Miguel, durante a repercussão do caso de racismo envolvendo os filhos de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso. “Por que a justiça de Pernambuco impediu a prisão de Sari Corte Real, a responsável pela morte do pequeno Miguel? É impossível afirmar com verdade que não há relação com a cor da pele e com o sobrenome patético da criminosa”, escreveu o ator em uma postagem no Instagram.

A ex-primeira-dama de Tamandaré, Sarí Corte Real, para quem Mirtes trabalhou, foi condenada a oito anos de prisão por abandono de incapaz ao colocar Miguel sozinho dentro de um elevador. Ao descer no local errado, o menino caiu do nono andar do prédio onde a mãe trabalhava.

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