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Gaby Amarantos celebra um ano de Rock Doido com show especial em São Paulo

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Foto: Cris Vidal / Divulgação

A cantora paraense retorna à casa de shows Audio, na capital paulista, para uma apresentação especial que marca o primeiro aniversário do álbum responsável por reafirmar a força da cultura amazônica na música brasileira.

Gaby Amarantos se apresenta no dia 7 de agosto de 2026, na Audio, em São Paulo, para celebrar um ano de Rock Doido, álbum que consolidou uma nova fase de sua carreira e reuniu tradição, inovação e identidade amazônica em um espetáculo criado especialmente para a data.

O show reúne projeções imersivas, coreografia de balé e cenografia inspirada nas aparelhagens de Belém, elementos que remetem à estética das festas populares do Pará e traduzem em palco a linguagem visual construída ao longo do projeto. As aparelhagens, tradicionalmente associadas às festas de rua paraenses, funcionam como referência estética central do espetáculo, aparecendo na estrutura do palco, na iluminação e na movimentação dos dançarinos que acompanham a cantora.

O repertório passeia pelas faixas do álbum e por marcos da trajetória da cantora, unindo os sucessos mais recentes aos momentos que definiram sua carreira. A escolha de intercalar as músicas de Rock Doido com canções anteriores busca situar o álbum dentro de um percurso mais amplo, no qual a artista consolidou uma identidade sonora associada à cultura do Pará.

A apresentação também reserva espaço para convidados e surpresas ao longo da noite, seguindo o formato de celebração que acompanhou o projeto desde seu lançamento. A proposta é que o público percorra, em uma única apresentação, o histórico construído pela cantora e a nova fase inaugurada pelo álbum, combinando elementos cênicos, sonoros e visuais em um roteiro pensado especificamente para a data comemorativa.

Casa de shows e trajetória do álbum

A Audio integra o circuito das principais casas de shows do país e já recebeu apresentações de artistas nacionais e internacionais ao longo de sua história. A estrutura de grande porte do espaço, localizado na Água Branca, zona oeste de São Paulo, foi escolhida para reunir o público paulista em torno da comemoração de Rock Doido, oferecendo capacidade e recursos técnicos compatíveis com a proposta cênica do show.

Lançado há um ano, o álbum tornou-se um dos projetos mais representativos da carreira de Gaby Amarantos e ampliou a presença da cultura amazônica no cenário musical brasileiro, unindo referências das aparelhagens paraenses a uma proposta cênica contemporânea. O projeto passou a ser apontado como um dos pontos de virada na trajetória da artista, tanto pela recepção do público quanto pela repercussão entre críticos e veículos especializados em música.

A passagem por São Paulo integra a temporada de celebrações de um ano de Rock Doido e reforça o show como um dos formatos que consolidaram a proposta da cantora de unir estética amazônica e experiência cênica em grande escala. Os ingressos para a apresentação já estão disponíveis para compra.

SERVIÇO

Gaby Amarantos – Festa de 1 ano de Rock Doido
Data: 7 de agosto de 2026
Local: Audio
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca – São Paulo/SP
Ingressos: Ticket360 e bilheteria oficial da Audio

A mulher negra se move o dia inteiro, quase nunca por ela!

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Mulher negra na rua
Foto: IA

Por Caroline Araujo Amorim 

Você chega em casa exausta todo dia. Isso não quer dizer que o seu corpo esteja ficando mais forte, e eu quero te explicar por quê.

Pensa no seu dia. Você levanta cedo, encara condução, trabalha em pé ou  carregando peso, sobe escada, faz faxina, caminha até o ponto de ônibus todo dia, cuida de gente e ainda resolve o que aparece dentro de casa. Deita à noite acabada. E aí alguém resolve te dizer que você não precisa de exercício, porque você já se  movimenta o tempo todo. Talvez você mesma já tenha pensado isso. 

Eu trabalho com isso há oito anos e preciso te dizer com todo o cuidado: cansaço e treino não são a mesma coisa. O seu esforço diário constrói alguma coisa real, mas tem uma capacidade do seu corpo que ele não desenvolve, e é justamente a que vai  pode definir se aos setenta anos você levanta da cadeira sozinha. 

Força é uma capacidade física. Não é traço de personalidade, não é herança de  família e não é característica de raça nenhuma. Na Educação Física, a gente define  força como a capacidade do sistema neuromuscular de produzir tensão para vencer  ou resistir a uma carga, e ela não mora só no músculo: depende de como o seu  cérebro conversa com os seus nervos e com as suas fibras. Tanto que, nas primeiras semanas de treino, boa parte do ganho vem de adaptação neural, ou seja, do corpo  aprendendo a usar melhor o músculo que já tem, antes de mudar qualquer coisa no  espelho. Guarda essa palavra: aprendendo. Eu sou atleta de powerlifting e já perdi a  conta de quantas vezes ouvi que esse era o esporte certo pra mim porque mulher  negra já é forte de nascença. Não existe isso. O que existe são anos ajustando  respiração, posição do pé e carga. 

Então por que a sua rotina, que exige tanto do seu corpo, não faz esse serviço? 

Porque existe um princípio na ciência do exercício chamado especificidade: o corpo  se adapta exatamente ao estímulo que recebe, e não a outro. Esforço repetido, de  baixa intensidade, que dura horas e não tem pausa pra recuperar, gera adaptação  pra resistir. E resistir é uma conquista, viu? Seu corpo aguenta hoje o que derrubaria  muita gente. Só que essa é a capacidade de tolerar desgaste, não a de produzir força.  Carregar sacola pesada todo dia por vinte anos te deixa mais resistente ao cansaço,  não te deixa mais forte. E força é o que assegura autonomia com o passar dos anos:  levantar do sofá sem se apoiar, subir escada sem parar no meio, pegar neto no colo,  continuar morando sozinha porque quer e se locomover para ir até a feira com passos  firmes.

Tem um estudo que me tirou o sono sobre isso, publicado em maio de 2026 por pesquisadores da USP no International Journal of Behavioral Nutrition and Physical  Activity e divulgado no Brasil em julho pela Agência FAPESP. Eles acompanharam  978 moradores de São Paulo durante dez anos, em três coletas. Na primeira, 51% do  grupo de menor vulnerabilidade social fazia algum tipo de atividade física no tempo  livre, contra 29% do grupo de maior vulnerabilidade. Dez anos depois, foi pra 65% e 39%: todo mundo melhorou, e a distância entre os dois grupos aumentou. 

Agora atente-se em quem são esses grupos, porque é aqui que a coisa fica séria. O grupo de menor vulnerabilidade é o homem branco com ensino superior. O de maior vulnerabilidade é a mulher de grupo racial ou étnico minoritário com ensino fundamental incompleto ou menos. E não é raça isolada nem escolaridade isolada: é  o acúmulo das três coisas ao mesmo tempo, sexo, cor e escolaridade, que produz o  efeito mais forte. 

E olha que o critério foi generoso, porque bastava fazer dez minutos na semana pra  entrar na conta. Quando os autores refizeram a análise contando só quem cumpria a recomendação de 150 minutos semanais, a desigualdade não diminuiu, aumentou: o grupo de maior vulnerabilidade tinha praticamente metade da prevalência do grupo  de referência. É um estudo observacional, com perda de participantes ao longo da  década, e não prova causa e efeito. Mas o padrão que ele encontra é o mesmo já  descrito em pesquisas brasileiras anteriores, e conversa com um dado da Pesquisa Nacional de Saúde citado no próprio artigo: entre adultos com ensino superior, 43,3% praticam atividade física no lazer, contra 18,6% dos que têm até o ensino  fundamental. 

E olha a outra ponta do mesmo estudo: quando os pesquisadores analisaram a  caminhada como deslocamento, aquela de ir a pé pro trabalho, a vulnerabilidade social não fez diferença nenhuma em nenhum modelo. Na última coleta, a prevalência foi até maior entre pessoas de grupos racializados do que entre brancas. Ou seja, a  gente é quem mais se movimenta por necessidade e quem menos se movimenta por escolha. E os próprios autores explicam por que isso importa: a atividade de lazer é feita com intenção, geralmente em contexto estruturado, e está associada a ganhos físicos e mentais maiores, enquanto a de deslocamento, quando é feita por necessidade e em ambiente inseguro, pode não entregar o mesmo benefício. 

Antes que alguém leia isso como falta de vontade, o estudo aponta os motivos: trabalho doméstico mal dividido, jornada longa, vínculo precário, responsabilidade de  cuidar de outras pessoas e falta de segurança para usar o espaço público. Quem sai  de casa às cinco da manhã e volta às dez da noite não está escolhendo não treinar. Isso é falta de condição, não é falha de caráter, e nenhum texto sobre saúde deveria  te fazer sentir culpa por uma coisa que nunca dependeu só de você. 

Mas eu preciso que você saiba de uma coisa: aquilo que constrói força é mais simples  e mais barato do que te venderam.

O nome técnico é treinamento resistido, e o que define não é o equipamento, é o  músculo ter que vencer uma resistência. A musculação é a forma mais conhecida, com peso livre e aparelho, mas a resistência pode vir de um elástico, de uma garrafa  cheia ou do peso do seu próprio corpo. Sentar e levantar da cadeira devagar, sem  impulso, é treinamento resistido. Agachar segurando na parede é. Subir escada de  forma controlada é. 

O que transforma isso em treino, e não em movimento solto, são três coisas: constância, esforço suficiente pra ficar difícil nas últimas repetições e progressão ao  longo das semanas. E aqui eu preciso desfazer uma confusão que a internet criou,  porque progressão não significa ficar trocando de exercício toda hora. Pelo contrário:  repetir o mesmo movimento é justamente como você aprende a executá-lo melhor e  como consegue perceber que evoluiu. O que precisa aumentar é a exigência, não a novidade. Você pode fazer o mesmo agachamento por meses e continuar  progredindo, aumentando a carga, o número de repetições, o número de séries ou o  controle na descida. O corpo não se acostuma com o exercício em si; ele deixa de responder quando o esforço para de crescer. 

Eu acompanho isso de perto. Minha mãe tem mais de 60 anos, se trata pelo SUS e  teve um infarto recentemente. Antes disso ela já treinava, e quem direciona sou eu,  com liberação médica: sentar e levantar da cadeira, agachamento, elástico e  caminhada, tudo na sala da casa dela, sem mensalidade e sem equipamento. O  infarto veio mesmo assim, porque exercício não impede infarto e eu não vou escrever  aqui que impede. Mas a volta dela tem sido outra, e os exames já mostram melhora  perceptível. E isso não contraria a medicina: o posicionamento científico da American Heart Association sobre treinamento resistido concluiu que ele é pelo menos tão  seguro quanto o exercício aeróbio pra pessoas com e sem doença cardiovascular,  recomendando duas sessões por semana, sempre com liberação e acompanhamento  médico. 

Um caso não é evidência, e eu faço questão de dizer isso. Mas tem outra coisa na  história dela que eu preciso apontar. Minha mãe não tem plano de saúde. O que ela  tem é uma filha profissional da saúde que senta com ela e explica com calma o que  acontece dentro do corpo dela, por que o exercício importa e por que não pode parar  justamente quando começa a melhorar. O privilégio dela não é dinheiro. É explicação.  E eu sei quantas mulheres negras de sessenta, setenta anos estão sendo atendidas nos mesmos postos, recebendo a mesma orientação corrida de dois minutos, e  voltando pra casa sem ninguém para traduzir. E precisamos de mais profissionais de  saúde que estejam dispostos a olhar de fato para quem mais precisa e traduzir essas  informações de forma simples e compreensível. 

Dicas para fazer exercício em casa

Comece pequeno. Duas vezes por semana, dez a quinze minutos, com o que você tiver em casa. Senta e levanta da cadeira devagar até ficar difícil, agacha  segurando na parede, usa um elástico ou uma garrafa cheia. Anota o que fez, não para se cobrar, mas para enxergar o que está construindo. Quando aquilo que era  difícil ficar fácil, aumenta um pouco, porque é aí que o corpo continua respondendo. E se puder ter orientação profissional, peça, e peça também que te expliquem o que  está acontecendo com você. Se não entender, pergunta de novo. Isso não é ser  chata, é ser cuidada e é um direito seu. 

Você já é forte, e não é disso que eu estou falando. Eu estou falando de uma  capacidade física específica, que o seu corpo desenvolve quando recebe o estímulo certo, e que vai decidir a sua autonomia daqui a vinte, trinta anos. Você carrega muita coisa há tempo demais. Dez minutos, duas vezes por semana, é pouco pra pedir de volta. 

Caroline Araujo Amorim é formada em Educação Física há oito anos, com pós graduação em ortopedia e reabilitação pelo Hospital Albert Einstein. Atleta de  powerlifting, é cofundadora do projeto Hip Hop Workout Collective e idealizadora da plataforma individualizada de treinos para mulheres Appcah.com. Instagram: @carolinepersonall 

Referências 

Miranda AAM, Santana DD, Schwingel A, Turner GM, Hurley KL, Edwards KL, Keye  S, Hallal PC, Florindo AA. Social inequalities in leisure-time and transport-related  physical activity through the lens of intersectionality: 10-year longitudinal study in  Brazil. International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity, 2026;23:64.  DOI: 10.1186/s12966-026-01900-5 

Paluch AE, Boyer WR, Franklin BA, et al. Resistance Exercise Training in Individuals  With and Without Cardiovascular Disease: 2023 Update — A Scientific Statement  From the American Heart Association. *Circulation*, 2024;149:e217–e231. DOI:  10.1161/CIR.0000000000001189 

Howard SL, Bartholomew JB. Barriers and facilitators to physical activity among Black  women: a qualitative systematic review and thematic synthesis. *PLOS Global Public  Health*, 2024;4(12):e0003202. DOI: 10.1371/journal.pgph.0003202 

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional de Saúde 2019:  percepção do estado de saúde, estilos de vida, doenças crônicas e saúde bucal. Rio  de Janeiro: IBGE, 2020.

‘O Pai da Rainha de Angola’: filme sobre paternidade e ancestralidade dirigido por Rodrigo França, estreia no Telecine

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Lucas Oranmian e Dandara Arcebispo em “O Pai da Rainha de Angola”
Lucas Oranmian e Dandara Arcebispo em “O Pai da Rainha de Angola” (Foto: © Adima Macena - REPRODUTORA)

O curta-metragem de ficção “O Pai da Rainha de Angola”, dirigido pelo multiartista Rodrigo França, estreou nesta terça-feira (4), semana do Dia dos Pais, no Telecine. O filme chega com exclusividade ao catálogo do streaming, também disponível via Globoplay, Prime Video e operadoras.

A trama acompanha Ravi (Lucas Oranmian), um homem negro que adota Thelminha (Dandara Arcebispo), uma menina de sete anos que acredita ser a Rainha de Angola e passa a reivindicar seu verdadeiro nome, Zuri. Enquanto os dois se adaptam à nova vida juntos, o filme mostra a construção do vínculo entre pai e filha e propõe uma reflexão sobre a formação da identidade de crianças negras a partir do afeto, da escuta e do resgate de suas raízes afrodescendentes. A atriz Iléa Ferraz também integra o elenco.

Rodrigo França, que acumula as funções de diretor, ator, dramaturgo, escritor, filósofo e ativista, leva para a tela uma história sensível sobre paternidade solo e ancestralidade afrodescendente. O curta já passou pelo Africa International Film Festival, em Lagos, na Nigéria, um dos mais prestigiados festivais de cinema do continente africano.

“É uma celebração de um amor que transcende estereótipos e alcança o coração de qualquer família. É um filme que busca desconstruir a visão hipervirilizada e muitas vezes negativa da masculinidade negra, expondo o afeto, a vulnerabilidade e a complexidade de um homem que está construindo uma relação de amor com sua filha”, disse Rodrigo França à imprensa no início do ano.

Além de estrelar, Lucas Oranmian também é o roteirista do filme. A trilha sonora leva a assinatura do artista Jonathan Ferr, enquanto a produção é assinada por Gabriel Bortolini, a fotografia por Edvaldu Neto e a direção de arte por Mauro Vicente.

Thelma Assis entra no radar da Globo como grande aposta para substituir Ana Maria e Patrícia Poeta 

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Thelma Assis em destaque durante sua trajetória como comunicadora
Foto: Márcio Ribeiro

A campeã do BBB 20, médica e comunicadora, Thelma Assis, está participando de um processo de preparação da TV Globo para ampliar sua atuação como apresentadora.

Segundo informações divulgadas pela jornalista Carla Bittencourt, do portal Léo Dias, a emissora vem desenvolvendo Thelma para integrar a escala de apresentadores das chamadas “super manhãs”, faixa que reúne atrações como Mais Você e Encontro. A ideia, de acordo com a apuração, é que ela esteja preparada para assumir os programas em períodos de férias, folgas ou ausências das apresentadoras titulares.

O movimento acontece dentro de uma estratégia da Globo de ampliar seu grupo de comunicadores e preparar novos nomes para diferentes formatos da televisão. Atualmente, ela faz parte do elenco da emissora e integra o Bem Estar, espaço em que une sua formação na medicina com a comunicação.

Formação e novos caminhos na comunicação

Como parte desse processo de desenvolvimento profissional, a ex-BBB participou recentemente da Oficina Cria Globo, treinamento interno voltado para a preparação de apresentadores da emissora.

A iniciativa reúne profissionais da casa para aprimorar habilidades relacionadas a formatos ao vivo, interação com o público e diferentes linguagens da televisão.

De acordo com Carla Bittencourt, a Globo avalia Thelma como um nome com potencial de crescimento por sua comunicação espontânea, carisma e conexão construída com o público desde sua participação no reality show.

A médica-comunicadora se tornou uma das figuras de maior projeção da televisão brasileira nos últimos anos. Após vencer o BBB 20, construiu uma carreira que combina entretenimento, saúde e informação, ocupando novos espaços na comunicação.

A assessoria da artista informou que não tinha novidades sobre possíveis mudanças na carreira da apresentadora e destacou que ela segue atuando no Bem Estar.

Raízes Afro Style homenageia referências da cultura negra  

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Camisetas Raizes Afro Style
Foto: Divulgação

Cada estampa da Raízes Afro Style parte de uma pesquisa sobre personalidades, movimentos e manifestações que marcaram a história da cultura negra. A proposta da marca é traduzir a história e cultura negra em moda por meio de uma coleção de camisetas inspiradas em nomes como Lauryn Hill, Cartola, LeBron James e Almir Guineto. 

Segundo a marca, cada estampa é resultado de um processo de pesquisa que busca conectar informação histórica e linguagem contemporânea. O objetivo é fazer com que as peças também despertem o interesse pelo legado das figuras homenageadas.

“Nós não criamos apenas camisetas. Contamos histórias e resgatamos memórias. Nosso processo de pesquisa parte de uma curadoria criteriosa de referências culturais e históricas. Buscamos personalidades, movimentos e expressões culturais, como a black music, o samba e o basquete, para traduzir esses legados em uma linguagem visual contemporânea”, explicou a equipe da Raízes Afro Style, em entrevista ao Mundo Negro.

Moda e narrativa caminham juntas

Foto: Divulgação

A proposta da grife dialoga com um conceito de streetwear que prioriza não apenas a aparência das peças, mas também a qualidade dos materiais e a construção de uma narrativa ligada à identidade negra.

De acordo com a Raízes Afro Style, a escolha dos tecidos, o acabamento e a durabilidade das estampas fazem parte do conceito de “streetwear premium”, assim como o desenvolvimento de artes inspiradas em trajetórias e manifestações culturais que marcaram  diferentes gerações.

“Para nós, ser premium significa unir excelência técnica com profundidade e propósito. A qualidade está nos materiais, mas também na narrativa construída em cada peça”, afirmou a marca, em entrevista ao Mundo Negro.

Cartão acompanha cada camiseta com informações sobre a homenagem

Foto: Divulgação

Cada peça é acompanhada por um cartão informativo que apresenta quem é a personalidade ou manifestação cultural estampada na mesma. Segundo a equipe, o material busca ampliar o acesso à informação e reforçar o contexto histórico das homenagens.

“Esse cartão é um dos principais elementos da nossa proposta. Ele acompanha cada peça para apresentar a história da personalidade retratada e reforçar nosso compromisso com a valorização da cultura negra e da ancestralidade”, destacou a equipe da Raízes Afro Style, em entrevista ao Mundo Negro.

Personagens mais procurados

Entre as estampas preferidas pela equipe da marca estão as dedicadas a Cartola e Michael Jackson em sua juventude. Já entre as mais procuradas pelo público aparecem homenagens a Lauryn Hill, LeBron James e Almir Guineto.

Onde encontrar

As camisetas custam entre R$ 89,90 e R$ 105, e podem ser adquiridas pelo site oficial da marca, que realiza entregas para todo o Brasil: www.raizesafrostyle.com.br.

Também estão disponíveis em dois pontos físicos parceiros:

  • 3WS Produtos Multimarcas – Casa Verde, Zona Norte de São Paulo.
  • Ton Baroni – Ferraz de Vasconcelos (SP).

Alice Carvalho vence como Melhor Atriz de Série no Grande Otelo 2026; confira a lista

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Foto: reprodução

Atriz foi premiada pela interpretação de Dinorah em “Cangaço Novo”, em cerimônia que também definiu os vencedores de Manas, O Agente Secreto e Homem Com H nas categorias de cinema

A atriz Alice Carvalho venceu a categoria de Melhor Atriz de Série de Ficção no Prêmio Grande Otelo 2026, pela interpretação de Dinorah em “Cangaço Novo”. A premiação aconteceu na noite de terça-feira, 4 de agosto, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e chegou à 25ª edição definindo vencedores em cinema, séries e curtas-metragens.

A vitória disputou espaço com atrizes de peso na categoria. Adriana Esteves, por “Os Outros”, Bruna Linzmeyer, por “Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente”, Camila Pitanga, por “Beleza Fatal”, Marjorie Estiano, por “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”, e Thainá Duarte, também por “Cangaço Novo”, completaram a lista de indicadas.

Alice Carvalho teve presença dupla na premiação deste ano. Além do prêmio em série, ela concorreu na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante de Longa-Metragem, por sua atuação como Fátima em “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho. A estatueta dessa categoria ficou com Dira Paes, por “Manas”, mas a indicação simultânea em cinema e televisão colocou a atriz entre os nomes de maior circulação da noite.

Na categoria principal, “Manas”, de Marianna Brennand, e “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, dividiram o prêmio de Melhor Longa-Metragem Ficção, em um empate inédito nos 25 anos de história do Grande Otelo. “Homem Com H”, cinebiografia de Ney Matogrosso, terminou a noite como o filme mais premiado, com seis estatuetas.

Confira a lista completa dos vencedores do Prêmio Grande Otelo 2026

Melhor Longa-Metragem Ficção
“Manas”, de Marianna Brennand, e “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho (concorreram também “Homem Com H”, “O Filho de Mil Homens” e “O Último Azul”)

Melhor Filme pelo Voto Popular
“Homem Com H”

Melhor Longa-Metragem Comédia
“Velhos Bandidos”, de Claudio Torres

Melhor Longa-Metragem Documentário
“Apocalipse nos Trópicos”, de Petra Costa

Melhor Longa-Metragem Infantil
“O Diário de Pilar na Amazônia”, de Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put

Melhor Longa-Metragem Animação
“Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul”, de Alê Camargo e Jordan Nugem

Melhor Longa-Metragem Ibero-Americano
“O Riso e a Faca” (Portugal) e “Belén” (Argentina)

Direção e roteiro

Melhor Direção: Marianna Brennand, por “Manas” (concorreram Daniel Rezende, Esmir Filho, Gabriel Mascaro e Kleber Mendonça Filho)

Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem: Rafaela Camelo, por “A Natureza das Coisas Invisíveis”

Melhor Roteiro Original: Felipe Sholl, Marcelo Grabowsky, Marianna Brennand, Carolina Benevides, Antonia Pellegrino e Camila Agustini, por “Manas”

Melhor Roteiro Adaptado: Daniel Rezende, por “O Filho de Mil Homens”

Atuação em longa-metragem

Melhor Atriz de Longa-Metragem: Denise Weinberg, como Teresa em “O Último Azul” (concorreram Camila Pitanga por “Malês”, Carolina Dieckmann por “(Des)Controle”, Jamilli Correa por “Manas” e Tânia Maria por “O Agente Secreto”)

Melhor Ator de Longa-Metragem: Jesuíta Barbosa, como Ney Matogrosso em “Homem Com H” (concorreram Antonio Pitanga por “Malês”, Rodrigo Santoro por “O Filho de Mil Homens” e Wagner Moura por “O Agente Secreto”, entre outros)

Melhor Atriz Coadjuvante: Dira Paes, como Aretha em “Manas” (Alice Carvalho concorreu como Fátima, em “O Agente Secreto”)

Melhor Ator Coadjuvante: Rodrigo Santoro, como Cadu em “O Último Azul”

Técnica

Melhor Direção de Fotografia: Evgenia Alexandrova, por “O Agente Secreto”

Melhor Direção de Arte: Thales Junqueira, por “O Agente Secreto”

Melhor Figurino: Gabriella Marra, por “Homem Com H”

Melhor Maquiagem: Martín Macías Trujillo, por “Homem Com H”

Melhor Montagem de Ficção: Isabela Monteiro de Castro, por “Manas”

Melhor Montagem de Documentário: David Barker, Tina Baz, Nels Bangerter, Jordana Berg, Victor Miaciro e Eduardo Gripa, por “Apocalipse nos Trópicos”

Melhor Efeito Visual: Alexandre Boiron, Luuk Meijer e David Van Heeswijk, por “O Agente Secreto”

Melhor Som: Ana Luiza Penna, Martín Grignaschi e Armando Torres Jr, por “Homem Com H”

Melhor Trilha Sonora: Guilherme Amabis, Mariana Amabis e Rica Amabis, por “Homem Com H”

Séries de TV

Melhor Série de Ficção: “Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente” (1ª temporada)

Melhor Atriz de Série de Ficção: Alice Carvalho, como Dinorah em “Cangaço Novo”

Melhor Ator de Série de Ficção: Johnny Massaro, como Fernando em “Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente”

Melhor Série Documental: “Caçador de Marajás” (1ª temporada)

Melhor Série de Animação: “Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma” (3ª temporada)

Curtas-metragens

Melhor Curta-Metragem Ficção: “Amarela”

Melhor Curta-Metragem Documentário: “Sebastiana”

Melhor Curta-Metragem Animação: “A Tragédia do Lobo-Guará”

O prêmio celebra 25 anos de história

O Grande Otelo existe desde os anos 2000, quando ainda era chamado de Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. A mudança de nome ocorreu em 2023, em homenagem ao ator Grande Otelo, cuja imagem inspirou o desenho do troféu entregue aos vencedores. A Academia Brasileira de Cinema, responsável pela organização do prêmio, ainda não divulgou a data da próxima edição.

Negra Rosa expande base matte líquida para 16 tons de peles pretas e pardas e lança testador virtual no e-commerce

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Duas modelos e Rosangela Silva (ao centro), fundadora da Negra Rosa, segurando as novas bases da marca.
Foto: Divulgação/Negra Rosa

A marca de beleza Negra Rosa acaba de dar mais um passo rumo à representatividade no mercado cosmético nacional. Focada em atender às especificidades e à diversidade da população negra no Brasil, a marca anunciou a ampliação do portfólio da sua Base Matte Líquida, que agora conta com 16 tonalidades estrategicamente desenvolvidas para contemplar diferentes tons e subtons de peles pretas e pardas.

A expansão da cartela foi planejada para responder a uma demanda do público negro por produtos que respeitem suas nuances reais, sem a necessidade de misturar produtos para alcançar a cor ideal. A linha de base da Negra Rosa contou com o suporte de uma consultoria especializada. O projeto realizou um estudo técnico e prático para analisar e mapear a pluralidade da pele negra em mulheres de diversas regiões do país.

“Trazer um produto com uma ampla cartela de 16 tons é ser coerente com a nossa missão de existir para quem foi historicamente ignorado pela indústria da beleza. O lançamento das nossas novas Bases Matte Líquida reafirma o compromisso com a representatividade, a autoestima e a democratização do acesso a cosméticos de alta performance. Esse propósito se materializa na nossa campanha ‘Feita para Mim’: uma inversão total da lógica em que a mulher negra sempre precisou se adaptar ou fazer misturas para chegar ao seu tom ideal. Com a nossa nova fórmula, é o produto que finalmente foi pensado exclusivamente para ela”, comemora Rosangela Silva, fundadora da marca.

Rosangela Silva (Foto: Divulgação/Negra Rosa)

Fórmula multifuncional e tecnologia no e-commerce

Além de apresentar uma das cartelas mais inclusivas do mercado nacional, o produto une maquiagem e tratamento diário. A fórmula é enriquecida com Niacinamida — ativo que estimula a renovação celular, uniformiza o tom da pele e suaviza imperfeições —, oferece hidratação por até 24 horas e possui proteção solar FPS 25 (com proteção contra raios UVA e UVB).

Com acabamento soft matte de efeito natural, a base é resistente à água, ao suor e à transferência, oferecendo cobertura leve a média com construção de camadas. A fórmula também é oil free, vegana, cruelty-free e classificada como não comedogênica e não acnegênica, o que significa que não obstrui os poros nem estimula o surgimento de acnes.

Para facilitar a escolha do tom ideal na compra online, o e-commerce oficial da marca passou a contar com uma ferramenta de testador virtual. A tecnologia simula a aplicação dos 16 tons e de outros itens do portfólio em tempo real, utilizando a câmera ou foto da consumidora para garantir precisão e autonomia na escolha.

As novas Bases Matte Líquidas já estão disponíveis no e-commerce oficial da marca (www.negrarosa.com.br) e com as revendedoras oficiais da Negra Rosa, pelo preço sugerido de R$ 56,90.

Mahershala Ali estrela novo filme do diretor que iria fazer Blade; veja trailer

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Mahershala Ali em cena de Your Mother, filme de ação dirigido por Bassam Tariq.
Foto: Divulgação

O ator vencedor de dois Oscars, Mahershala Ali, estrelou o primeiro trailer de “Your Mother Your Mother Your Mother”, filme de ação e drama dirigido por Bassam Tariq — o mesmo cineasta que estava escalado para comandar o reboot de “Blade” na Marvel, projeto que foi oficialmente cancelado.

A trama acompanha Latif (Ali), um muçulmano praticante que trabalha como assassino de aluguel em Houston. Após a morte súbita da esposa, ele se vê sozinho na tarefa de cuidar de três filhos, incluindo um recém-nascido, e precisa proteger a família enquanto enfrenta inimigos cada vez mais próximos e uma profunda crise de fé. Entre os desafios práticos da paternidade — como a busca por leite materno para o bebê —, Latif é arrastado para uma guerra política e religiosa que o coloca em rota de colisão com o perigoso Pastor Hwan Yoon (John Cho), ex-soldado e líder da radical Igreja do Fogo Divino.

Ali elogiou o desafio de interpretar um personagem testado em seus limites emocionais e espirituais, mas também fisicamente, já que o filme exige sequências intensas de ação. “Fiquei muito atraído pelo desafio de interpretar um personagem tão testado em seus limites, mas também pela intimidade de sua situação”, afirmou em entrevista à GQ.

O diretor Bassam Tariq, por sua vez, destacou que o conceito central do filme é a “misericórdia”, e não a vingança ou justiça, como é comum em filmes de ação. “O que é a misericórdia senão ser perdoado ou receber uma colher de chá quando você não merece?”, explicou.

Além de Mahershala Ali e John Cho, o filme conta com Giancarlo Esposito (Breaking Bad), Tramell Tillman (Severance), Tiffany Boone (Mufasa: O Rei Leão), Laith Nakli e Abubakr Ali no elenco.

A parceria entre Ali e Tariq estava originalmente prevista para “Blade”, mas, após o diretor deixar o projeto da Marvel em 2022, ele desenvolveu Your Mother a partir de uma experiência pessoal marcante. O ator, entusiasmado com o roteiro, aceitou o papel de imediato.

“Your Mother Your Mother Your Mother” estreia em setembro nos cinemas dos Estados Unidos. Não há previsão de estreia no Brasil.

Ex-prefeito de Salvador, ACM Neto se autodeclara branco ao TSE após registro como pardo em 2022

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ACM Neto em evento político
Foto: Reprodução

O ex-prefeito de Salvador e candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), passou a se declarar branco no registro de candidatura de 2026 ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após ter informado a autodeclaração como pardo na disputa ao Palácio de Ondina em 2022.

Segundo o político, a mudança ocorreu após um processo de reflexão sobre o significado da autodeclaração racial e sobre como sua trajetória e percepção social se relacionam com essa identificação. Em declaração pública, ACM Neto afirmou que considera a decisão um resultado de um “aprendizado” e reconheceu que teria feito uma escolha diferente caso tivesse compreendido, à época, a dimensão do debate.

A alteração traz à tona um debate presente no Brasil sobre identidade racial, critérios de autodeclaração e os impactos sociais das categorias utilizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que considera pessoas pretas e pardas como integrantes da população negra.

Durante a campanha eleitoral de 2022, a declaração racial de ACM Neto gerou repercussão após uma entrevista em que ele foi questionado sobre sua autodeclaração como pardo ao TSE. Na ocasião, o então candidato afirmou se considerar pardo e contestou a relação entre as categorias utilizadas pelo IBGE e sua própria identificação racial.

O debate sobre autodeclaração racial no Brasil envolve aspectos históricos, sociais e políticos. As categorias de cor ou raça utilizadas pelo IBGE são baseadas na declaração dos próprios indivíduos e fazem parte de políticas públicas e pesquisas que analisam desigualdades raciais no país.

Aaron Pierre sobre interpretar Lanterna Verde: “Responsabilidade de contribuir de uma forma autêntica e original”

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Aaron Pierre
Foto: Elliot James Kennedy/GQ

Aaron Pierre está vivendo um grande momento na carreira! O ator britânico estreia nas telas como John Stewart, o Lanterna Verde, na nova série da HBO Max, “Lanternas”, que chega no streaming dia 16 de agosto. Em entrevista recente à GQ, ele falou sobre o peso e a honra de assumir o papel de um dos primeiros super-heróis negros da DC Comics, além de celebrar outros projetos. “Uma responsabilidade de contribuir para esse personagem de uma forma autêntica e original”, afirmou.

Em “Lanternas”, John Stewart é um novato na Tropa dos Lanternas Verdes, treinado pelo veterano Hal Jordan, vivido por Kyle Chandler. A série é descrita como um drama policial sombrio, com elementos de mistério e ficção científica. A trama acompanha a dupla investigando um assassinato no interior dos EUA, que revela uma ameaça existencial à humanidade e conexões cósmicas mais amplas.

“Uma das minhas coisas favoritas sobre ser um Lanterna Verde é que, sim, eles são super-heróis, mas são pessoas muito comuns e acessíveis”, afirma. “Minha esperança é que as pessoas assistam à série e pensem: se eu conseguir descobrir onde enviar minha inscrição, talvez eu também possa me juntar à Tropa dos Lanternas Verdes”, disse o ator.

Aaron Pierre como John Stewart (Foto: John Johnson/HBO Max)

Pierre descreve seu momento atual como uma “curiosidade insaciável”, reflexo da transformação radical em sua vida após o sucesso de “Rebel Ridge”, suspense de ação que se tornou número um global na Netflix em 2024. O filme, que o mostrou como um homem poderoso, mas que se recusava a ferir fatalmente seus oponentes, acumulou mais de 30 milhões de visualizações em apenas três dias.

“Foi meio que em etapas”, diz ele sobre lidar com a fama repentina. Primeiro veio o isolamento, depois o uso de disfarces (boné, óculos escuros e máscara) para realizar tarefas do dia a dia, e, finalmente, conversas profundas com a irmã mais nova, que o ajudaram a construir “o conjunto de ferramentas” necessário para navegar essa nova realidade.

Além de “Lanternas”, Pierre está escalado para “Star Wars: Starfighter”, com previsão de estreia em 2027, reforçando sua ascensão como um dos nomes mais promissores do momento em franquias de grande porte. Ele também dublou nos filmes “Mufasa: O Rei Leão” e “Um Cabra Bom de Bola”, além de ter interpretado Malcolm X na série “Genius” e, mais recentemente, em “The Morning Show”.

“Lanternas” terá oito episódios e estreia em 16 de agosto na HBO e HBO Max.

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