Home Blog Page 8

Maju Coutinho anuncia primeira gravidez: “Malik, filho desejado”

0
Foto: reprodução

Apresentadora do “Fantástico” e o marido, o artista visual Agostinho Paulo Moura, esperam o primeiro filho do casal, que se chamará Malik

A jornalista Maju Coutinho e o publicitário Agostinho Paulo Moura anunciaram nesta sexta-feira (28) a primeira gravidez do casal, que é casado desde 2009. Maju tem 48 anos e Agostinho, 62. O bebê, que se chamará Malik, será o primeiro filho da apresentadora do “Fantástico” e o terceiro do marido, que também se dedica às artes visuais como atividade paralela à publicidade. Nas redes sociais, o casal publicou fotos segurando uma roupa de bebê, e Maju escreveu: “mãe de primeira viagem e pai de terceira viagem embarcando no show da vida particular”.

Na mesma publicação, ela se declarou ao filho citando a canção “Boas-Vindas”, parceria de Caetano Veloso e Gilberto Gil lançada em 1991, sem detalhar outros planos para a gravidez ou a data prevista para o nascimento.

Maju é uma das principais apresentadoras da televisão brasileira. Formada em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, iniciou a carreira na TV Cultura antes de ingressar na TV Globo, em 2007. Em fevereiro de 2019, tornou-se a primeira mulher negra a integrar de forma fixa o corpo de apresentadores do “Jornal Nacional”, telejornal com quase cinco décadas de história até aquele momento. Em 2021, assumiu a apresentação do “Fantástico”, tornando-se apenas a segunda mulher negra a comandar o programa dominical desde sua estreia, em 1973, posto ocupado antes dela somente pela jornalista Glória Maria.

O desejo de engravidar já havia sido tema de declarações públicas de Maju em outras ocasiões. Em entrevista ao programa “Saia Justa”, do GNT, em 2024, ela relatou ter passado por diferentes fases em relação à maternidade ao longo da vida adulta, incluindo momentos de dúvida sobre separar um desejo genuíno da pressão social em torno do tema. Na mesma entrevista, revelou ter congelado óvulos e questionado a falta de estrutura da sociedade brasileira para lidar com esse tipo de decisão reprodutiva.

O anúncio gerou repercussão entre colegas de emissora, incluindo a atual apresentadora do “Fantástico” ao lado de Maju, Poliana Abritta, que comentou a publicação nas redes sociais.l apresentadora do “Fantástico” ao lado de Maju, Poliana Abritta, que comentou a publicação da amiga nas redes sociais.

É do Brasil: Alison dos Santos quebra recorde mundial dos 400m

0
Foto: Fabrice COFFRINI / AFP) O recorde mundial nos 400 metros com barreiras renderá uma pre

O brasileiro Alison dos Santos quebrou o recorde mundial dos 400m com barreiras em Zurique, cravando 45s80 e superando a marca de Karsten Warholm.

O velocista brasileiro Alison dos Santos quebrou o recorde mundial dos 400 metros com barreiras na noite desta quinta-feira, em Zurique, na Suíça, ao cravar o tempo de 45s80 na etapa da Diamond League disputada no estádio Letzigrund. O resultado supera em 0,14 segundo a marca anterior, de 45s94, pertencente ao norueguês Karsten Warholm desde a final olímpica de Tóquio, em 2021. Dos Santos se tornou o primeiro atleta da história a correr a prova abaixo dos 45s90.

Warholm participou da mesma corrida e viu seu recorde cair em primeira mão, terminando em segundo lugar com o tempo de 46s69. Depois da prova, o norueguês afirmou que a marca fazia parte de sua carreira havia cinco anos e que via a superação como parte natural da evolução do esporte. Dos Santos, por sua vez, disse ter sentido a possibilidade do recorde ao longo de toda a temporada e ter conseguido executar o plano na noite certa.

O brasileiro chegou a Zurique como líder mundial da temporada, graças ao tempo de 46s43 obtido dias antes, em Chorzów, na Polônia, e vinha de cinco vitórias seguidas na prova em 2026. A pista de Zurique, com temperatura próxima aos 27 graus Celsius na noite da corrida, favoreceu condições consideradas ideais para provas de velocidade.

Aos 26 anos, Alison dos Santos, conhecido no meio esportivo pelo apelido de Piu, é natural de São Joaquim da Barra, no interior de São Paulo. Campeão mundial da prova em Eugene, nos Estados Unidos, em 2022, ele também soma duas medalhas de bronze olímpicas, conquistadas em Tóquio, em 2021, e em Paris, em 2024. Antes de se tornar o novo recordista mundial dos 400m com barreiras, já detinha o recorde mundial dos 200m com barreiras, prova de disputa rara no atletismo, além dos recordes sul-americanos dos 400m e dos 300m com barreiras.

A trajetória do atleta até o topo do esporte teve início marcado por um acidente doméstico. Aos dez meses de idade, Dos Santos sofreu queimaduras de terceiro grau na cabeça após um acidente com óleo quente na casa da avó, o que deixou cicatrizes visíveis na testa, no couro cabeludo e no rosto e o levou a permanecer hospitalizado por quatro meses. A timidez decorrente das marcas o afastou de outras crianças na infância, até que o esporte, primeiro o judô e depois o atletismo, o ajudasse a superar esse período.

Os 400 metros com barreiras masculinos vivem, desde 2021, um dos períodos mais disputados de sua história. Antes daquele ano, o recorde mundial pertencia ao norte-americano Kevin Young desde os Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992, e havia permanecido praticamente intocado por quase três décadas. Na final olímpica de Tóquio, Warholm, Dos Santos e o norte-americano Rai Benjamin correram, na mesma prova, os três melhores tempos já registrados na história da modalidade até então, com Warholm estabelecendo a marca de 45s94 e Benjamin batendo o recorde americano com 46s17. O trio segue como referência da prova, revezando-se no posto de melhor tempo do mundo ao longo dos últimos cinco anos.

O novo recorde de Dos Santos ainda depende da homologação padrão da World Athletics, entidade que rege o atletismo mundial, processo que costuma ser tratado como formalidade em casos de resultados obtidos em competições oficiais com controle antidoping. Warholm, Dos Santos e Benjamin devem se enfrentar novamente entre os dias 11 e 13 de setembro, em Budapeste, na Hungria, na primeira edição do World Athletics Ultimate Championship, torneio que reunirá os principais nomes do atletismo mundial fora do calendário tradicional de Mundiais e Olimpíadas.

Um dos crimes raciais mais brutais dos EUA completa 71 anos

0
Foto: National Museum of African American History and Culture/ Getty Images

O assassinato de Emmett Till, menino negro de 14 anos morto no Mississippi em 1955, completa 71 anos nesta sexta-feira, ainda sem responsabilização judicial.

Emmett Louis Till, menino negro de 14 anos, foi sequestrado e assassinado na madrugada de 28 de agosto de 1955 na cidade de Money, no Mississippi, por Roy Bryant e seu meio-irmão J.W. Milam. O crime completa 71 anos nesta sexta-feira e segue como um dos episódios mais citados na história da luta antirracista estadunidense. Till havia viajado de Chicago para passar as férias de verão com parentes no Sul do país quando foi acusado por Carolyn Bryant, esposa de Roy, de tê-la assediado dentro da mercearia da família em Money.

Bryant e Milam retiraram Till da casa de seu tio-avô, Moses Wright, por volta das duas e meia da madrugada. Segundo relatos posteriores dos próprios acusados, o menino foi espancado, teve um dos olhos arrancado, levou um tiro na cabeça e foi jogado no rio Tallahatchie com um ventilador de descaroçar algodão amarrado ao pescoço com arame farpado. O corpo foi encontrado três dias depois, em 31 de agosto, e identificado por Wright a partir de um anel com as iniciais do avô de Till, gravadas na peça.

Foto: National Museum of African American History and Culture/ Getty Images

Bryant e Milam foram julgados em setembro daquele ano por um júri formado exclusivamente por homens brancos, já que negros e mulheres brancas estavam impedidos de compor o corpo de jurados no Mississippi da época. A absolvição veio depois de apenas 67 minutos de deliberação. Protegidos pela garantia constitucional que impede um novo julgamento pelo mesmo crime, os dois homens confessaram o assassinato meses depois, em entrevista paga à revista Look, sem que isso resultasse em qualquer punição.

A mãe de Till, Mamie Till Bradley, tomou uma decisão que mudaria o rumo do caso ao insistir em um funeral de caixão aberto em Chicago, para que o mundo visse o que havia sido feito com seu filho. Milhares de pessoas passaram pelo velório na Igreja de Deus do Templo Roberts, e a revista Jet, voltada ao público negro, publicou fotografias do corpo mutilado, gerando comoção em todo o país. O jornalista Simeon Booker, que cobriu o caso para a publicação, relatou décadas depois em entrevista ao Civil Rights History Project, da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que a circulação da revista disparou após a publicação das imagens.

Foto: Foto: National Museum of African American History and Culture/ Getty Images

O caso ultrapassou fronteiras e ganhou repercussão na Europa em meio à Guerra Fria, quando a opinião pública internacional acompanhava de perto os episódios de racismo nos Estados Unidos. Jornais da França, da Bélgica e da Alemanha classificaram a absolvição como escândalo judicial. O periódico alemão Freies Volk resumiu a indignação em uma frase direta, publicada em setembro de 1955: “a vida de um negro não vale um assobio”.

Nos Estados Unidos, o impacto sobre a geração de jovens negros que acompanhou o julgamento e viu as fotos na Jet foi decisivo para o fortalecimento do movimento pelos direitos civis nos anos seguintes. A socióloga Joyce Ladner, que cresceu no Mississippi na mesma época, cunhou posteriormente o termo “Geração Emmett Till” para descrever os jovens negros nascidos no baby boom sulista que passaram a se engajar em sentadas, marchas e campanhas de registro eleitoral após o crime.

Foto: National Museum of African American History and Culture

O caso permaneceu sem solução judicial completa por décadas. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos reabriu a investigação em 2018, depois que um livro revelou que Carolyn Bryant Donham teria admitido, em conversa com um pesquisador, que parte de seu depoimento original era falsa. A investigação foi encerrada em 2021 sem apresentação de novas provas suficientes. Em junho de 2022, um mandado de prisão contra Donham, nunca cumprido desde 1955, foi encontrado no porão do tribunal do condado de Leflore, o que levou familiares de Till a pedir sua prisão. Um grande júri do mesmo condado, no entanto, decidiu em agosto daquele ano não indiciá-la por falta de provas suficientes para as acusações de sequestro e homicídio culposo. Donham morreu em abril de 2023, aos 88 anos, sem jamais responder judicialmente pelo caso.

Em março de 2022, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sancionou o Emmett Till Antilynching Act, lei federal que passou a classificar o linchamento como crime de ódio no país, mais de um século depois das primeiras tentativas frustradas do Congresso de aprovar legislação semelhante.

Para quem deseja entender em detalhes a cronologia do caso e seus desdobramentos, o filme “Till: A Busca por Justiça”, de 2022, dirigido por Chinonye Chukwu, reconstrói a investigação conduzida por Mamie Till Bradley após a morte do filho e está disponível em plataformas de streaming.

Foto: Divulgação/Orion Pictures

O sonho de Dr. King na Marcha sobre Washington

0
Foto: Getty Imagens

A Marcha sobre Washington por Emprego e Liberdade completa 63 anos nesta sexta, dia em que Martin Luther King Jr. discursou diante de 260 mil pessoas.

Por Ricardo Côrrea

Hoje completam-se 63 anos da histórica Marcha sobre Washington por Emprego e Liberdade. Liderada por Martin Luther King Jr. e outros ativistas dos direitos civis, a mobilização ocorreu no dia 28 de agosto de 1963, nos degraus do Lincoln Memorial, em Washington. O encontro reuniu cerca de 260 mil pessoas e exigia que as condições políticas e sociais da população negra estadunidense tomassem outro rumo. A segregação racial era institucionalizada sem um mínimo de pudor.

Os negros estavam submetidos a altos índices de desemprego, salários baixos e nem sequer tinham o direito ao voto para elegerem representantes comprometidos com a verdadeira emancipação. Ou seja, a marcha buscava a aprovação de reformas estruturais que assegurassem plenos direitos civis. Nesse dia participaram diversas personalidades e lideranças que discursaram para a multidão, mas o ponto alto do encontro ocorreu um pouco antes do encerramento. O Dr. Martin Luther King Jr. proferiu aquele que se tornaria um dos discursos mais marcantes do século XX: “Eu Tenho um Sonho”.

Um sonho íntimo que estava em concordância com os sonhos de milhares de negros. A eloquência do Dr. King acertou em cheio os corações ao projetar uma sociedade sem violência e discriminação em função da cor da pele; ele idealizava sensivelmente a harmonia entre negros e brancos. E foi assim que começou: “Estou feliz por estar hoje com vocês num evento que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nosso país (…)”. Em outro trecho, pontuou: “Não podemos ficar satisfeitos enquanto o negro for vítima dos horrores inexplicáveis da polícia; não podemos ficar satisfeitos enquanto o negro do Mississippi não puder votar e o negro em Nova York acreditar que não tem motivo para votar (…)”.

Dr. King defendia mobilizações e protestos como instrumento para conquistarem políticas que estancassem ou mitigassem as agruras do povo negro. O boicote ao ônibus em Montgomery (1955 – 1956) foi um exemplo ao mundo da eficácia desse método. Bastou os negros deixarem de utilizar o transporte público, que os segregava em benefício dos brancos (negros eram obrigados a ceder lugar aos brancos e viajar no fundo dos ônibus), que as leis naquele local mudaram; afinal, a receita dos ônibus diminuiu bastante.

A Marcha sobre Washington foi um sucesso e viabilizou a promulgação da Lei dos Direitos Civis (1964) e da Lei do Direito ao Voto (1965). Contudo, o sonho expresso naquele 28 de agosto não se concretizou plenamente. King foi assassinado em 1968 sem presenciar as transformações profundas pelas quais lutou. Seus anseios seguem em constante disputa. Entre avanços e retrocessos, a história provou que nem mesmo a eleição de um homem negro à Presidência dos EUA foi capaz de desmantelar a ideologia da supremacia branca. A permanência do racismo estrutural expõe a profundidade do abismo. Mas a única certeza que permanece é esta: o supremacismo não conseguiu matar o sonho de Dr. King. Ele vive!

Belo escolhe hoje o primeiro grupo de Pagode inédito do Estrelas da Casa

0
Estrelas da Casa
Foto: Globo

Cantor assume a mentoria do gênero e terá a missão de selecionar dez participantes para formar o grupo que seguirá na competição.

O pagode ganha espaço no Estrelas da Casa nesta quinta-feira (27), e caberá a Belo uma das principais decisões da noite: escolher os dez participantes que completarão o primeiro grupo do gênero na nova temporada do reality musical da TV Globo.

A formação acontece após a apresentação dos candidatos e a definição dos dois nomes escolhidos pelo público — uma mulher e um homem. A partir daí, Belo, mentor do Pagode, selecionará os outros dez integrantes que seguirão na competição. A cantora Anitta participa das decisões como conselheira.

Para Belo, assumir a função representa também uma oportunidade de contribuir para a formação de novos artistas dentro de um gênero que faz parte de sua trajetória. Com quase quatro décadas de carreira, o cantor relembrou a importância dos profissionais que o orientaram ao longo de sua própria caminhada e destacou que o programa vai além da disputa musical.

“A gente não está falando só de música, a gente está falando de artistas completos como um todo”, afirmou Belo ao gshow.

Uma nova geração do pagode

A escolha de Belo acontece em uma temporada que reformulou a dinâmica do Estrelas da Casa. Em vez de uma disputa exclusivamente individual, o programa trabalha com a formação de grupos dos gêneros Pop e Pagode.

As apresentações são realizadas em diferentes formações ao longo da competição, enquanto o público participa das votações individuais. Os mentores também têm papel direto na permanência dos participantes e podem reorganizar as equipes a cada semana.

No caso do Pagode, Belo será responsável por conduzir esse processo. A estreia do grupo acontece nesta quinta-feira, depois da novela Quem Ama Cuida.

SUS oferece teleatendimento psicológico gratuito para mulheres em situação de violência e mães atípicas

0
Mulher vitima de violência
Foto: Canva Imagens

Serviço gratuito pode ser acessado pelo Meu SUS Digital e também atende mulheres que cuidam de familiares com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras

Mulheres em situação de violência e mulheres que cuidam de familiares com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras passaram a contar com uma nova opção de atendimento psicológico gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Acolhe Mais oferece até 100 mil teleatendimentos mensais em todo o Brasil e pode ser acessado pelo aplicativo Meu SUS Digital.

O serviço começou em março de 2026 como projeto-piloto para mulheres em situação de violência no Recife (PE) e no Rio de Janeiro (RJ). Agora, a iniciativa foi ampliada para todo o país e passou a contemplar também mães, tias, avós, irmãs e outras familiares que exercem atividades de cuidado.

A proposta é oferecer o teleatendimento como uma porta de entrada para o cuidado em saúde mental. Após as consultas, a usuária pode ser encaminhada para um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) ou outro serviço da rede local. Quando não houver possibilidade de continuidade presencial, o Ministério da Saúde prevê a manutenção do acompanhamento remoto.

Como funciona o Acolhe Mais

Para solicitar o atendimento, é necessário acessar o Meu SUS Digital com uma conta gov.br. No aplicativo, a usuária deve entrar em “Miniapps” e selecionar “Acolhe Mais + Agora Tem Especialistas em Saúde Mental para Mulheres”.

A plataforma direciona para o sistema da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), onde é feito o cadastro e indicada a razão da busca pelo serviço: uma situação de violência atual ou passada ou a rotina de cuidado de um familiar.

Após o cadastro, a equipe tem até 24 horas para entrar em contato. A usuária escolhe o dia e o horário disponíveis para a consulta, e recebe posteriormente o link para o atendimento.

As consultas são realizadas por psicólogas capacitadas pelo Ministério da Saúde, com formação para identificar situações de risco e realizar uma escuta adequada ao atendimento virtual. Cada ciclo pode ter até 10 sessões, com possibilidade de um novo ciclo quando necessário.

O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, das 8h às 14h.

Violência contra mulheres

A ampliação do atendimento acontece em um cenário de aumento das notificações de violência registradas pelos serviços de saúde. Segundo dados do Ministério da Saúde, os registros de violência física, psicológica, sexual ou financeira contra mulheres passaram de 167,4 mil, em 2015, para 348,5 mil, em 2025, crescimento superior a 100% em dez anos.

O primeiro atendimento também avalia possíveis situações de risco, a rede de apoio e as principais demandas da mulher. Em casos que exigem continuidade do cuidado, a equipe pode articular o encaminhamento para serviços da rede de saúde do território.

O teleatendimento, no entanto, não substitui serviços de emergência. Em situações de risco imediato à vida ou à integridade física, devem ser acionados os serviços de emergência, como o Samu (192) e a Polícia Militar (190).

Quem cuida também precisa de cuidado

A expansão do Acolhe Mais também contempla mulheres que dedicam parte significativa da rotina ao cuidado de familiares com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras.

A medida reconhece que o acesso à própria saúde também faz parte do cuidado. A possibilidade de realizar consultas remotamente busca reduzir barreiras como deslocamento, distância e falta de tempo para mulheres que exercem atividades de cuidado.

A inclusão desse público dá continuidade à atualização, em 2023, da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência (PNAISPD), que passou a prever ações e serviços também voltados aos familiares.

Onde buscar ajuda

Mulheres em situação de violência podem procurar a Central de Atendimento à Mulher — Ligue 180, serviço gratuito que funciona 24 horas por dia e oferece orientação sobre direitos, serviços de proteção e canais de denúncia.

O atendimento também está disponível pelo WhatsApp (61) 9610-0180.

O Acolhe Mais pode ser acessado gratuitamente pelo Meu SUS Digital, sem necessidade de encaminhamento prévio.

Expo Favela SP 2026 leva empreendedorismo, cultura e inovação ao Sesc Casa Verde com participação do HHWC 

0
Expo Favela 2024
Foto: Divulgação/ Expo Favela

O Hip Hop Workout Collective (HHWC), é um dos convidados de destaque do evento protagonizando a mesa “Corpo, Cultura e Pertencimento: o Hip Hop como potência de transformação”

A Expo Favela Innovation São Paulo 2026 chega à capital paulista nos dias 29 e 30 de agosto com uma programação que reúne empreendedorismo, inovação, cultura, esporte e comunicação produzidos a partir das favelas e periferias. A quarta edição consecutiva do evento em São Paulo acontece no Sesc Casa Verde, com entrada gratuita.

Entre os convidados da programação está o Hip Hop Workout Collective (HHWC), convidado da Mesa 01: “Corpo, Cultura e Pertencimento: o Hip Hop como potência de transformação”. A participação do coletivo no Palco SOL  integra uma programação que aposta em diferentes linguagens para discutir produção cultural, negócios, criatividade e as experiências construídas nos territórios periféricos.

Idealizada por Celso Athayde, fundador da CUFA e CEO da Favela Holding, a Expo Favela Innovation reúne empreendedores selecionados de diferentes territórios do estado de São Paulo, empresas, investidores, universidades, instituições financeiras e representantes do poder público.

Ao longo dos dois dias de evento, o público poderá acompanhar rodadas de negócios, pitches, mentorias, workshops, debates e atividades culturais, tendo a oportunidade de conhecer produtos, serviços e iniciativas desenvolvidas por empreendedores das favelas e periferias.

Hip hop entra na programação

O coletivo HHWC participa da Mesa 01 no dia 30 de agosto às 10h, dedicada a discutir como o hip hop se relaciona com corpo, cultura e pertencimento e como essa linguagem pode atuar como potência de transformação.

A participação também amplia a presença do hip hop em uma programação que contempla diferentes expressões culturais. O evento terá espaços dedicados à literatura, às artes visuais, à comunicação periférica, à moda, ao esporte, aos games e à produção audiovisual.

Dez eixos de programação

A Expo Favela Innovation SP 2026 está organizada em dez eixos, que apresentam diferentes formas de criação, trabalho e produção cultural desenvolvidas na periféria.

Palestrantes e Mentorias: especialistas e lideranças compartilham conhecimentos e experiências com empreendedores.

Favela Literária: reúne saraus, lançamentos e sessões de autógrafos com autores e coletivos literários.

Mídias de Favela: abre espaço para veículos, podcasts e iniciativas de comunicação periférica.

Arte de Quebrada: apresenta exposições e ativações de artistas visuais, grafiteiros e produtores culturais.

Estrelas da Quebrada: promove um desfile de moda com estilistas e coletivos das periferias.

Basquete 3×3: recebe competição de basquete de rua com atletas e equipes das favelas.

Espaço Crianças: oferece atividades voltadas ao público infantil.

Favela Games: espaço dedicado aos games e aos esportes eletrônicos.

Favela Cast: reúne podcasts e produções audiovisuais.

Exposição de Empreendedores: apresenta produtos, serviços e iniciativas desenvolvidas por empreendedores das favelas.

A diversidade da programação acompanha a proposta da Expo Favela de criar conexões entre diferentes setores e ampliar a circulação de iniciativas produzidas nesses territórios.

Potência econômica das favelas

A realização da feira acontece em um contexto de crescente reconhecimento da dimensão econômica das favelas brasileiras.

Segundo estudo do Instituto Data Favela, divulgado em 2024, as favelas movimentam cerca de R$ 300 bilhões por ano em consumo. O levantamento também aponta que aproximadamente 16 milhões de pessoas vivem em favelas no Brasil e que mais de 70% se declaram empreendedoras ou afirmam ter desejo de empreender.

Para a organização da Expo Favela, esse cenário reforça a necessidade de aproximar empreendedores periféricos de empresas, investidores e instituições capazes de contribuir para a expansão de seus negócios.

Parceria com o Sesc São Paulo

A edição paulista de 2026 conta com apoio institucional do Sesc São Paulo e será realizada no Sesc Casa Verde.

Para Luiz Deoclécio Massaro Galina, diretor do instituto, a parceria contribui na expansão do acesso à programação e fortalece espaços de encontro entre inovação social, cultura e desenvolvimento das comunidades.

Serviço

Expo Favela Innovation São Paulo 2026
29 e 30 de agosto de 2026
Sesc Casa Verde — Avenida Casa Verde, 327, São Paulo (SP)
Entrada gratuita, sujeita à lotação
9h às 17h

Retire seu ingresso gratuito para a  Mesa 01: “Corpo, Cultura e Pertencimento: o Hip Hop como potência de transformação” no link, e saiba mais sobre a programação completa no site oficial da Expo Favela Innovation.

Eclipse lunar será visível em todo o Brasil nesta madrugada

0
Foto: canva

Eclipse lunar de grande magnitude começa às 23h34 e pode ser visto a olho nu em todo o Brasil, sem filtros ou equipamentos.

Um eclipse lunar parcial de grande magnitude, apelidado popularmente de “Lua de Sangue”, poderá ser observado a olho nu em todo o Brasil na madrugada entre esta quinta-feira (27) e a sexta-feira (28). O fenômeno começa às 23h34, no horário de Brasília, atinge o ponto máximo entre 1h12 e 1h13 da madrugada de sexta e termina por volta das 2h51, segundo astrônomos do Observatório Nacional (ON).

O eclipse ocorre quando a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, bloqueando parte da luz solar que chegaria ao satélite. Segundo a astrônoma Josina Oliveira do Nascimento, do ON, o Sol incide na Terra e uma sombra se forma no espaço, dividida em duas partes: a penumbra, mais clara, e a umbra, mais escura. Nesta semana, a Lua mergulha profundamente na umbra, o que cobre a maior parte do disco lunar.

Há divergência entre as estimativas de cobertura. Uma fonte aponta que cerca de 93% do satélite ficará encoberto pela sombra da Terra, enquanto o ON cita 96,2% de obscurecimento, o que tornaria o efeito visualmente próximo ao de um eclipse total.

Diferente de um eclipse solar, o fenômeno lunar dispensa qualquer filtro ou equipamento de proteção para os olhos. Basta escolher um local com boa visibilidade do céu e pouca interferência da iluminação urbana, segundo recomendação do astrônomo Emerson Roberto Perez.

A cobertura de nuvens deve ser o principal obstáculo à observação em algumas regiões. De acordo com o meteorologista César Soares, da Climatempo, o Rio Grande do Sul enfrentará nebulosidade intensa durante a madrugada. “Por esse motivo, eles não vão conseguir observar o eclipse lunar”, afirmou. Partes de Santa Catarina, do sul do Paraná, do leste nordestino e do extremo norte do país também devem ter o céu mais encoberto.

Já o interior do Nordeste, o Centro-Oeste e grande parte do Sudeste, incluindo Minas Gerais, o estado de São Paulo e trechos do Rio de Janeiro, devem ter condições favoráveis para acompanhar o fenômeno, segundo a mesma fonte.

A coloração avermelhada da Lua durante o eclipse acontece porque a atmosfera da Terra absorve parte da luz solar e refrata outra parte em direção ao satélite, no mesmo princípio que deixa o Sol alaranjado perto do horizonte. Segundo o astrônomo Thiago Gonçalves, o efeito ocorre porque a luz atravessa uma camada maior de atmosfera. “Ele deixa de ser amarelado e fica mais avermelhado”, descreveu. A variação de temperatura também é significativa: a face iluminada da Lua pode chegar a 120°C, enquanto a face na sombra despenca para cerca de -120°C durante o eclipse.

Para quem quiser acompanhar o fenômeno em grupo, o Laboratório de Divulgação Científica Ilha da Ciência, a Sociedade de Astronomia do Maranhão e a Agência Espacial Brasileira promovem observação pública e gratuita no Mirante da Litorânea, no bairro do Calhau, em São Luís, das 22h às 2h. Os organizadores recomendam levar cadeira, binóculo, luneta ou telescópio, além de água e lanche.

Quem perder o evento desta semana precisará esperar. Segundo o ON, os próximos eclipses lunares, em 2027, serão do tipo penumbral, com diferença de brilho quase imperceptível a olho nu. Em 2028, o Brasil verá um eclipse parcial com obscurecimento de apenas 2,4%. Um eclipse lunar total visível em todo o país só deve ocorrer na noite entre 25 e 26 de junho de 2029.

O apelido “Lua de Sangue” não é um termo técnico usado pela comunidade científica, mas uma referência popular à tonalidade avermelhada que a Lua assume durante a fase de maior cobertura. A denominação se popularizou nos últimos anos em coberturas de eclipses ao redor do mundo, embora o fenômeno em si, a dispersão da luz solar pela atmosfera terrestre, seja o mesmo que provoca o efeito em qualquer eclipse lunar total ou de grande magnitude, como o desta semana.

A duração total da fase parcial, mais perceptível a olho nu, deve chegar a cerca de três horas e vinte minutos, contando do início ao fim do encobrimento parcial do disco lunar. Câmeras de celular com boa estabilização e um pouco de aproximação óptica costumam captar razoavelmente bem a coloração avermelhada, ainda que sem o mesmo nível de detalhe de equipamentos astronômicos profissionais.

Canais usam IA para erotizar a escravidão e monetizar no YouTube

0
Foto: reprodução/Youtube

Levantamento mapeou 150 canais que usam IA para romantizar a escravidão no Brasil e lucrar com anúncios, somando 80 milhões de visualizações.

Um vídeo publicado no YouTube com o título “O coronel que dividia a esposa com 7 escravos” ultrapassou 1,5 milhão de visualizações e recebeu mais de 1,5 mil comentários. A narração, gerada por inteligência artificial, situa o episódio em Minas Gerais, no ano de 1864, e apresenta nomes de personagens, propriedades e datas específicas, sem indicar qualquer fonte histórica. O YouTube sinaliza o uso de IA no material, mas isso não impede a circulação.

O vídeo integra um levantamento da BBC News Brasil, assinado por Luiz Fernando Toledo e publicado em 25 de agosto, que identificou ao menos 150 canais dedicados a esse tipo de conteúdo. Juntos, eles somam cerca de 80 milhões de visualizações e mais de 1 milhão de inscritos, com produção em português, inglês, espanhol e francês, distribuída entre Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Espanha e França.

Outro exemplo mapeado pela reportagem acompanha a personagem fictícia Eulália Mendes de Albuquerque, casada com um rico proprietário de escravizados, que passaria a se relacionar sexualmente com um deles, chamado Tomé. O vídeo chega a afirmar que arqueólogos da USP teriam encontrado a ossada dos dois. Procurada pela reportagem, a universidade não encontrou registro de tal descoberta, e uma busca pelo nome da personagem mostra o mesmo enredo reproduzido, sem qualquer fonte, em outras páginas e até em inglês.

Variações da história do coronel, com mudanças de nomes, datas e países, foram publicadas por mais de 30 outros canais mapeados pela BBC News Brasil, mantendo sempre a mesma premissa e a promessa de revelar um episódio desconhecido da escravidão.

Nos comentários, uma pessoa escreveu “acredito sim, toda vida existiram belos canalhas”, tratando a história como fato, enquanto outra questionou a origem das informações com “quem registrou esses detalhes?”. Há também espectadores que reconhecem o conteúdo como ficção gerada por IA, caso de quem escreveu apenas “ChatGPT tá criativo mesmo”.

Os vídeos costumam ter cerca de uma hora de duração, com imagens que simulam fotografias de época e títulos construídos para gerar choque, como “O escravo gigante de olhos azuis que fez a sinhá enlouquecer” e “A escrava que engravidou do coronel e virou sinhá”. Segundo a reportagem, esse formato ganhou força primeiro nos Estados Unidos, há cerca de dois anos, e passou a ser reproduzido por canais brasileiros a partir de 2025.

A produção está ligada a um mercado de conteúdo gerado por IA voltado para monetização rápida, que especialistas chamam de AI Slop. A BBC News Brasil identificou o responsável por um dos canais, o criador de conteúdo Diego Souza, que soma quase 1 milhão de seguidores no Instagram. Ele confirmou administrar a página e disse que os vídeos sobre escravidão foram publicados apenas para atingir os requisitos mínimos de monetização do YouTube. “O conteúdo é usado apenas para monetizar. Depois que monetiza, é trocado o nicho”, afirmou. Os vídeos foram removidos do canal após o contato da reportagem.

Historiadoras consultadas pela BBC News Brasil apontam que esse tipo de narrativa recria estereótipos raciais e sexuais antigos. Para Keila Grinberg, da Universidade de Pittsburgh, “são mitos profundamente racistas e sexistas”. Já Lorena Telles, da Universidade Federal de São Paulo, descreve o material como “um apelo à sexualização e à erotização nas relações escravistas”.

Procurado pela reportagem, o YouTube afirmou tomar medidas contra canais que violam suas diretrizes de forma recorrente ou grave, incluindo desmonetização e encerramento de contas, mas não detalhou quais vídeos foram removidos. Após o posicionamento da plataforma, a BBC News Brasil refez a checagem dos 150 canais mapeados e constatou que cerca de 10% deles já não estavam mais no ar.

Beyoncé anuncia edição especial de “B’Day” com 27 faixas e versões em espanhol

0
Foto: divulgação

Reedição de B’Day, de Beyoncé, chega em 4 de setembro com 27 faixas, incluindo inéditas e versões em espanhol nunca lançadas do álbum original.

Beyoncé confirmou a data e a lista de faixas da edição comemorativa de 20 anos de “B’Day”, seu segundo álbum de estúdio. A reedição chega às plataformas e em formato físico em 4 de setembro, com 27 faixas ao todo, incluindo inéditas e versões em espanhol nunca lançadas antes. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (26) pela própria artista e confirmado por reportagem da Billboard, assinada por Gil Kaufman.

O pacote reúne as 13 faixas do álbum original, lançado em setembro de 2006, somadas a lados B, remixes estendidos e traduções em espanhol de clássicos como “Irreplaceable”, que ganha a versão “Irreemplazable”, e “Beautiful Liar”, renomeada “Bello Embustero”. A lista também traz “Amor Gitano”, dueto com Alejandro Fernandez, e “Listen (Oye)”, além do single mais recente da cantora, “Morning Dew (Donk)”, lançado no início deste mês e que já havia rendido a Beyoncé um recorde de permanência na Billboard Hot 100.

A edição sai em três formatos. A versão deluxe em vinil duplo, com quatro discos prensados em azul-baiano de 180 gramas, custa US$ 149,98, cerca de R$ 773,86, e inclui um encarte comemorativo de 60 páginas com fotos inéditas e duas gravuras colecionáveis. Uma versão limitada em dois discos de vinil, também de 180 gramas, sai por US$ 44,98, em torno de R$ 232,08, com encarte de 16 páginas. Já a versão em CD, com o mesmo encarte reduzido, custa US$ 14,98, aproximadamente R$ 77,29. Todos os formatos estão em pré-venda no site oficial da cantora, que registrou instabilidade no acesso logo após o anúncio, por conta da demanda de fãs.

“B’Day” original venceu o Grammy e estreou no primeiro lugar da Billboard 200, com produção assinada por nomes como Ne-Yo, the Neptunes, Stargate, Swizz Beatz, Darkchild e Nellee Hooper, além da própria Beyoncé. O álbum marcou o início de uma fase de maior autonomia criativa da cantora, que passou a assumir a coprodução de praticamente todas as faixas depois do primeiro disco solo, “Dangerously in Love”, de 2003. O disco gerou hits como “Déjà Vu”, parceria com Jay-Z que chegou ao quarto lugar da Billboard Hot 100, “Ring the Alarm”, que alcançou a décima primeira posição, e “Beautiful Liar”, parceria com Shakira que chegou ao terceiro lugar do ranking.

O disco já havia recebido uma reedição deluxe menos de oito meses após o lançamento original, em 2007, que introduziu justamente o dueto com Shakira e as primeiras versões em espanhol de faixas do álbum. Aquela edição veio acompanhada do “B’Day Anthology Video Album”, com 13 videoclipes dirigidos por nomes como Jake Nava, Sophie Muller, Diane Martel, Melina Matsoukas e Anthony Mandler, além da própria cantora. A nova edição de 20 anos amplia esse material com faixas que ficaram de fora até da versão deluxe de 2007, incluindo “Kitty Kat”, “Freakum Dress”, “Green Light”, “Check on It” e “Flaws and All”, que passam a integrar oficialmente o pacote comemorativo.

A nova edição chega em meio à “Cowboy Carter Tour”, que Beyoncé vem realizando desde o lançamento do álbum “Cowboy Carter”, de 2024, sucessor de “Renaissance”, de 2022. Veículos especializados em música, como Billboard e Portal Popline, apontam que o relançamento de “B’Day” funciona como um intervalo enquanto a cantora prepara o terceiro capítulo dessa trilogia de álbuns, batizado provisoriamente de “act III” e apontado por parte da crítica musical como um projeto voltado ao rock, com o objetivo de resgatar as raízes negras do gênero, historicamente apagadas pela indústria fonográfica.

Entre as inéditas do pacote, chama atenção “My First Time”, “Can I Watch You”, “Welcome to Hollywood”, “Lost Yo Mind”, “Creole” e “Back Up”, faixas que circulavam entre colecionadores em versões vazadas e nunca haviam recebido lançamento oficial. A inclusão desse material consolida a versão de 20 anos como a mais completa já publicada do álbum, reunindo em um único pacote praticamente uma década de material disperso entre reedições, vazamentos e versões regionais.

A pré-venda do vinil deluxe já está disponível no site oficial da artista, com envio previsto para 4 de setembro, data em que a edição completa também chega às plataformas de streaming.

error: Content is protected !!