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Ministra da Cultura: Margareth Menezes aceita oficialmente convite de Lula 

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Lula e Maga: Foto - Reprodução Instagram

A tão esperada oficialização da cantora Margareth Menezes como Ministra da Cultura aconteceu na manha desta terça-fera, 13, em Brasília. A baiana se encontrou com o presidente eleito Luis Inácio Lula da Silva no que ela definiu como uma “conversa animadora para gente que é da área da cultura”. 

“Agora é isso: a gente juntar todo mundo, a gente ouvir todo mundo, a gente levantar primeiro o Ministério e fazer a Cultura do Brasil no lugar que ela sempre merece de reconhecimento, que sempre foi reconhecida no mundo inteiro todas as áreas da cultura. As culturas populares, a gente reascender o caminho que foi criado”, celebrou Margareth em coletiva a imprensa.

Ela é a segunda artista negra baiana a ser Ministra da Cultura do Governo Lula. O primeiro foi Gilberto Gil que atuou entre 2003 e 2008. 
A gestão de Jair Bolsonaro extinguiu o Ministério da Cultura  que foi transformado em uma secretaria vinculada ao Ministério do Turismo.

“A música me fez reexistir”, diz Liniker em entrevista ao Roda Viva; cantora foi às lágrimas ao falar do início da carreira

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Liniker no Roda Viva

Liniker foi a entrevistada dessa segunda-feira (12) do programa Roda Viva e falou sobre, recentemente ter se tornado a primeira artista transgênero brasileira a ganhar um Grammy Latino. A cantora foi às lágrimas ao relembrar o início da sua carreira.

Liniker falou sobre seu modo de transmitir história ao mundo através da poesia: ‘Desde que eu comecei a escrever e querer falar sobre sentir, que é uma coisa tão honesta e até isso é tirado da gente’.

Neste trecho do programa, a cantora caiu no choro e por alguns segundos não conseguiu seguir a resposta. Além dela, Adriana Couto e Vera Magalhães também choraram copiosamente.

“Foi a música que me alimentou, foi a música que me fez sonhar, foi a música que fez reexistir e é muito poderoso poder saber que, mesmo quando a gente não tem o que comer – sem romantizar isso -, a esperança de algo coloca a gente em um lugar onde, de repente, eu posso olhar para a minha história e saber que isso passou, saber que isso hoje movimenta sonhos, que isso movimenta uma indústria, que isso fura uma bolha. Desde o Remonta eu venho procurando a Liniker e aí chega em Indigo (disco mais recente da cantora e que recebeu o Grammy) e escrevo ‘Lili’, que ainda é procurando essa menina, aí eu sonho em ‘Lalange’ que eu procuro essa criança e não encontro.” disse Liniker.

“Essa procura de mim mesma seja a minha função aqui na Terra e compor isso através das minhas músicas, procurando o amor, procurando um lugar confortável, procurando autoestima, amor-próprio… a poesia tem sido uma das maiores conquistas que o universo pôde me dar e uma das maiores preciosidades que eu tenho nutrido”, finaliza.

Transição: Para Flávia Oliveira, ainda há resistência em ceder lugar para mulheres, negros e indígenas

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Foto: Reprodução / TV Globo /Ricardo Stuckert.

O momento político brasileiro é de transição. Na última segunda-feira, 12, Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o diploma de Presidente do Brasil poucos dias após o anúncio oficial dos seus primeiros Ministros. Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil), Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública), José Múcio Monteiro (Defesa) e Mauro Vieira (Itamaraty). 

A impressão de que o cenário ainda é bem branco e masculino é correta. A  nomeação de Margareth Menezes como Ministra da Cultura que tomou conta dos noticiários foi o único nome diverso citado, mas ainda não foi oficializado.

O que se tem de oficial são as promessas de pluralidade reforçada por Haddad, também na segunda, onde o futuro Ministro da Fazenda disse que quer montar uma equipe plural no Ministério.

Para a jornalista da Globonews, Flávia Oliveira, a diversidade ainda não está sendo colocada em prática. “Se fala em pluralidade, mas na hora de levantar da cadeira e ceder o lugar para uma pessoa negra, para uma pessoa indígena, para uma mulher, há muita resistência e a gente vê o tempo inteiro muita sabotagem”, disse a profissional durante o Jornal das 10. É muita tentativa de perpetuação dos mesmos nomes”. 

Ela reforçou o anseio dos eleitores de Lula por essa divisão do poder.  “Eu queria voltar na declaração do futuro Ministro da Fazenda porque ele diz que quer um debate plural do ponto de vista de vertentes econômicas, mas essa pluralidade tem que estar expressa também nos corpos que vão debater esse contraditório. Eu acho muito bem-vinda a ideia de horizontalizar a equipe econômica novamente”, comenta Flávia que disse esperar que se usufrua do material elaborado por voluntários envolvidos no projeto do novo Governo.

Aos 68 anos, Oprah Winfrey relembra sintomas desgastantes da menopausa e desabafa: “ridículo lutar contra o envelhecimento”

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Considerada a maior apresentadora do mundo, Oprah Winfey desabafou sobre sintomas que ainda sente por causa da menopausa em episódio de ‘The Checkup Wit Dr. David Agus’, da Paramount Plus, e disse que sentir ‘palpitações‘ à noite por causa delas.

Durante o bate-papo, ela disse a eles que não sentia ondas de calor como muitas mulheres, mas ela passava por fortes palpitações cardíacas que a faziam temer por sua vida.

Winfrey disse que consultou cinco médicos diferentes, para tentar encontrar tratamento e descobrir a causa de suas palpitações cardíacas.

Na entrevista, ela descreveu uma vez que foi ver uma médica do coração que a colocou em medicação para o coração e fez um angiograma, que seria uma varredura para mostrar o fluxo sanguíneo pelas artérias, veias ou coração.

“Ninguém jamais sugere que digamos que a doença seja a menopausa”, disse Winfrey.

Em seguida, Oprah completou: “Especialmente para mulheres negras. Sei que somos conhecidos por aguentar muito, ser as mais fortes e seguir em frente, não importa o que aconteça.”

A dupla discutiu sobre como viver em uma cultura centrada no antienvelhecimento e o que significa envelhecer após a menopausa. “Acho que todos nós melhoramos com a idade. Mas a cultura é configurada para nos contar, em nossa sociedade em particular, que é algo errado. Que você deveria estar lutando e resistindo com tudo o que você tem, o que é meio ridículo, porque no final, o envelhecimento vai vencer”, diz ela.

‘Far From Home’: nova série da Netflix apresenta o mundo luxuoso da elite nigeriana

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Foto: Netflix.

Uma escola de elite, cercada pelos adolescentes negros mais ricos da Nigéria. Esse é o cenário de ‘Far From Home’, nova série da Netflix, que estreia dia 16 de dezembro. Produzida em parceria com a Inkblot Productions, a obra de cinco episódios promete conquistar o público com uma história cercada de mistérios e muito poder.

‘Far From Home’ conta a trajetória de Ishaya (Mike Afolarin), um adolescente carismático e artista de origem pobre. A vida de Ishaya muda de uma hora pra outra quando ele ganha uma bolsa de estudos na escola mais rica do país, o levando para o mundo luxuoso da elite nigeriana. Enquanto isso, um grande segredo ameaça o novo status de Ishaya e, em última análise, a segurança de sua família.

“Estamos entusiasmados com essa série em escala global para e sobre jovens nigerianos. Trabalhar com um elenco e uma equipe tão incríveis para contar essa história única sobre fazer o seu caminho no mundo e ir em busca de seus sonhos, independentemente do seu status na vida, é um privilégio e uma honra”, diz Chinaza Onuzo, co-criador da série.

‘Desfile de moda para idosos’ é realizado através de imagens geradas pelo computador

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Imagens: @slickcityceo

A rede se TV America e site de entretenimento The Grio mostrou neste final de semana um ‘desfile de idosos’ realizado através de computação gráfica. As imagens extremamente realistas chocou os internautas que ficaram admirados pelo contexto do ocorrido.

Apresentando um ‘desfile de moda para idosos’ através das lentes de CGI de Malik Afegbua, o site mostrou as fotos do desfile nas redes sociais.

A sigla da nova forma de utilizar a moda na tecnologia, CGI, significa ‘Computer Generated Imagery’, que é o uso de computação gráfica em arte e mídia. Podem ser animações, objetos ou renderizações 2D ou 3D; o tipo de arte ou mídia pode ser um filme, programa de televisão, videogame ou simulação.

Um grande exemplo de CGI é o conhecido filme ‘Avatar’.

‘Adão Negro’, estrelado por Dwayne Johnson, ganha data de estreia na HBO Max

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Foto: Divulgação

O filme “Adão Negro, estrelado por Dwayne Johnson, chegará na HBO Max no dia 16 de dezembro. O longa da DC Studios foi estreado no dia 20 de outubro nos cinemas e ficou três semanas seguidas na liderança das bilheterias do Brasil.

Além do astro “The Rock” interpretando o herói Adão Negro, o filme também conta com a ilustre atuação da Viola Davis interpretando Amanda Waller, Aldis Hodge como Gavião Negro e Quintessa Swindell como a heroína Ciclone.

O longa-metragem traz a história do anti-herói que fez sucesso nos quadrinhos pela super força, velocidade, resistência, capacidade de voar e disparar raios.

Até o final de novembro, “Adão Negro” vendeu mais de 4 milhões de ingressos e arrecadado R$ 78 milhões em bilheteria, depois de seis semanas em cartaz. 

Veja o trailer:

Com Viola Davis concorrendo, Globo de Ouro anuncia sua lista de 2023; veja indicados

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Globo de Ouro 2023 anunciou sua lista de indicados nesta segunda-feira (12). Premiação acontece no dia 10 de janeiro e marca o aniversário de 80 anos da premiação.

O corpo de votantes agora é representado por 62 países e é composto por 52% de mulheres. A mudança também deixou o grupo 51,5% racialmente e etnicamente diverso.

Globo de Ouro retorna à televisão em sua próxima edição em 2023, de acordo com anúncio da NBC, emissora que fará a transmissão no próximo ano.

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

  • “Pinóquio”
  • “Marcel the Shell With Shoes On”
  • “Gato de Botas 2: O Último Pedido”
  • “Red: Crescer é uma Fera”

MELHOR ROTEIRO

  • Todd Field, “Tár “
  • Tony Kushner & Steven Spielberg – “Os Fabelmans”
  • Daniel Kwan, Daniel Scheinert, “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”
  • Martin McDonagh, “Os Banshees de Inisherin”
  • Sarah Polley, “Women Talking”

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL EM FILME

  • Alexandre Desplat, “Pinocchio “
  • Hildur Guðnadóttir, “Women Talking”
  • Justin Hurwitz, “Babilônia”
  • John Williams, “Os Fabelmans”
  • Carter Burwell, “Os Banshees de Inisherin”

MELHOR ATOR EM FILME – COMÉDIA/MUSICAL

  • Diego Calva – “Babilônia”
  • Daniel Craig – “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”
  • Adam Driver – “White Noise”
  • Colin Farrell – “Os Banshees de Inisherin”
  • Ralph Fiennes – “The Menu”

MELHOR DIRETOR

  • James Cameron – “Avatar: O caminho da água”
  • Daniel Kwan e Daniel Scheinert – “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”
  • Baz Luhrmann – “Elvis”
  • Martin McDonagh, “Os Banshees de Inisherin”
  • Steven Spielberg – “Os Fabelmans”

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

  • “RRR” (India)
  • “All Quiet on the Western Front” (Alemanha)
  • “Argentina, 1985” (Argentina)
  • “Close” (Bélgica)
  • “Decision to Leave” (Coreia do Sul)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM FILME

  • Angela Bassett, “”Pantera Negra: Wakanda para sempre””
  • Kerry Condon, “Os Banshees de Inisherin”
  • Jamie Lee Curtis, “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”
  • Dolly De Leon, “Triângulo da Tristeza”
  • Carey Mulligan – “Ela disse”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM FILME

  • Brendan Gleeson – “Os Banshees de Inisherin”
  • Ke Huy Quan, “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”
  • Barry Keoghan – “Os Banshees de Inisherin”
  • Brad Pitt, – “Babilônia”
  • Eddie Redmayne – “The Good Nurse”

MELHOR TRILHA SONORA EM FILME

  • “Carolina” Taylor Swift (“Um Lugar Bem Longe Daqui”)
  • “Ciao Papa”, Guillermo del Toro & Roeban Katz (“Pinocchio”)
  • “Hold My Hand”, Lady Gaga and Bloodpop (“Top Gun: Maverick”)
  • “Lift Me Up”, Tems, Ludwig Göransson, Rihanna and Ryan Coogler (“Pantera Negra: Wakanda para sempre”)
  • “Naatu Naatu”, Kala Bhairava, M. M. Keeravani, Rahul Sipligunj (“RRR”)

MELHOR ATRIZ EM FILME – DRAMA

  • Cate Blanchett – “Tár”
  • Olivia Colman – “Império da luz”
  • Viola Davis – “A mulher rei”
  • Ana de Armas – “Blonde”
  • Michelle Williams – “Os Fabelmans”

CATEGORIAS DE TV

MELHOR SÉRIE DE TV – DRAMA

  • “Better Call Saul”
  • “The Crown”
  • “House of the Dragon”
  • “Ozark”
  • “Severance”

MELHOR ATOR EM SÉRIE LIMITADA, SÉRIE ANTOLÓGICA OU TELEFILME

  • Taron Egerton – “Black Bird”
  • Colin Firth – “A Escada”
  • Andrew Garfield – “Under the Banner of Heaven”
  • Evan Peters – Dahmer – “Dahmer: Um Canibal Americano”
  • Sebastian Stan – “Pam & Tommy”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA, SÉRIE ANTOLÓGICA OU TELEFILME

  • F. Murray Abraham – “The White Lotus”
  • Domhnall Gleeson – “The Patient”
  • Paul Walter Hauser – “Black Bird”
  • Richard Jenkins – Dahmer – “Dahmer: Um Canibal Americano”
  • Seth Rogen – “Pam & Tommy”

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV – COMÉDIA/MUSICAL

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  • Donald Glover – “Atlanta”
  • Bill Hader – “Barry”
  • Steve Martin – “Only Murders in the Building”
  • Martin Short – “Only Murders in the Building”
  • Jeremy Allen White – “O Urso”

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV – DRAMA

  • Jeff Bridges, “The Old Man”
  • Kevin Costner, “Yellowstone”
  • Diego Luna, “Andor”
  • Bob Odenkirk, “Better Call Saul”
  • Adam Scott, “Severance”

MELHOR SÉRIE DE TV – COMÉDIA/MUSICAL

  • “Abbott Elementary”
  • “O Urso”
  • “Hacks”
  • “Only Murders in the Building”
  • “Wandinha”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA, SÉRIE ANTOLÓGICA OU TELEFILME

  • Jennifer Coolidge – “The White Lotus”
  • Claire Danes – “Fleishman Is in Trouble”
  • Daisy Edgar-Jones – “Under the Banner of Heaven”
  • Niecy Nash-Betts – “Dahmer: Um Canibal Americano”
  • Aubrey Plaza – “The White Lotus”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA-MUSICAL OU DRAMA

  • Elizabeth Debicki – “The Crown”
  • Hannah Einbinder – “Hacks”
  • Julia Garner – “Ozark”
  • Janelle James – “Abbott Elementary”
  • Sheryl Lee Ralph – “Abbott Elementary”

MELHOR SÉRIE LIMITADA, SÉRIE ANTOLÓGICA OU TELEFILME

  • “Black Bird”
  • “Dahmer: Um Canibal Americano”
  • “Pam and Tommy”
  • “The Dropout”
  • “The White Lotus: Sicily”

Conceição Evaristo rebate críticas contra a Margareth Menezes como Ministra: “Somos questionadas em tudo”

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Fotos: Reprodução/Instagram e Divulgação

Margareth Menezes aceitou o convite de Lula (PT) para assumir o Ministério da Cultura, segundo a Folha de São Paulo. Mas até a manhã desta segunda-feira (12), não houve um pronunciamento oficial do futuro presidente e da cantora. O vazamento de informação do convite para artista gerou críticas dentro de alas do partido e do setor cultural. 

O convite foi uma sugestão da Janja, futura primeira-dama. Além de cantora, Margareth é fundadora da Associação Fábrica Cultural, em Salvador (BA), de combate ao trabalho infantil, exploração sexual e outras violações de direitos; dirige o Mercado Iaô, agência de produção cultural atuante no Estado e é embaixadora da IOV-UNESCO, grupo que visa preservar e fomentar a produção cultural.

Ainda assim, há pessoas que não concordam com a posse dela como Ministra da Cultura. “Somos questionadas em tudo”, rebateu a escritora Conceição Evaristo, em defesa da artista e das outras mulheres negras. 

“Talvez, o mais importante agora, seria uma acumulação de energia em torno de Margareth Menezes. Tenho dito, as mulheres negras com as suas candidaturas, com seus cargos eletivos, suas vidas sacrificadas até à morte, popularizam os partidos, representam a base, legitimam discursos de uma esquerda que veemente (de uma direita também) se diz não racista, não machista, não transfóbica, não elitista, afirmando ser democrática. Um povo cheio de boas intenções teóricas, discursivas. Bocas pronunciadoras de apoio às mulheres negras, na hora de escolherem, optam pelo nome de homens brancos. Aos homens brancos é pedido ‘diploma ministerial’, ‘curso de gestor público’?”, aponta a escritora.

Entre duras críticas contra as pessoas brancas, Conceição Evaristo finaliza com um pedido. “Malungas, malungos, quilombolas, sisters, brothers, gente de espírito e práticas democráticas, nós sabemos quão duro é o nosso caminho. Por isso pouco falo, pouco provoco, pouco respondo, quero concentrar forças, guardar o Axé para expandir no momento e com as pessoas exatas. Bora lá, Margareth. Bora Lula, bora todas pessoas que estão sendo nomeadas. E quem é do clã, como lugar de pertença, e não de visita, sabe que precisamos guardar nossas energias, para velar, cuidar, vigiar, cumpliciar, amparar a saga de Margareth Menezes, que não será fácil. Sabemos!”.

SZA revela querer reformar sua obra em breve e cita término da carreira: “as pessoas esperam muito de mim”

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Aos 33 anos, SZA revelou que estava próxima do fim de sua carreira musical. A cantora, que recentemente lançou seu álbum disse que a pressão externa em representar uma classe estava afetando sua obra.

“As pessoas esperam muito de mim, e então quando acontece o que as pessoas esperam, então elas atacam você.. Então isso me faz nunca mais querer lançar música. É simplesmente exaustivo.. Eu definitivamente vou se aposentar em breve” disse a artista.

Em uma entrevista a Nessa Diab, abordou o fato de estar em constante pressão exterior pelo fato de ser uma figura pública e de como isso a faz sentir-se.

O álbum ‘S.O.S’, de SZA, já se encontra disponível em todas as plataformas.

De origem muçulmana (seu nome artístico é um acrônimo formado a partir das palavras salvador, zigue-zague e Alá), a americana só podia ouvir na infância os discos do pai, que para sua sorte adorava Miles Davis, Billie Holiday e Louis Armstrong.

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