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Jada lamenta morte do dançarino Stephen ‘tWitch’ Boss e alerta sobre depressão: “Tantas pessoas sofrem em silêncio”

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Foto: Reprodução/Instagram

Stephen “tWitch” Boss, dançarino e DJ do talk show de Ellen Degeneres, foi encontrado morto em um hotel de Los Angeles na noite desta terça-feira (13), aos 40 anos. Segundo a TMZ, a polícia civil investiga a hipótese de suicídio. Após denúncias de barulhos de tiros, oficiais encontraram “tWitch” já sem vida, com um tiro na cabeça.

A atriz Jada Pinkett Smith lamentou a morte do amigo nas redes sociais. “Acordei esta manhã com a notícia de que tWitch se foi. Meu coração dói por sua esposa Allison e seus filhos Weslie, Maddox e Zaia. Minhas condolências a todos os seus entes queridos que ele deixou para trás. Nós nos divertimos muito no set de Magic Mike. Ele era tão doce, gentil e generoso”.

Jada também faz um alerta sobre a perigo da depressão: “Tantas pessoas sofrem em silêncio. Eu gostaria que ele soubesse que não precisava. Que sua bela e brilhante alma descanse nos braços do Grande Supremo e que esse mesmo Poder Superior cure os corações despedaçados de seus entes queridos”.

Foto: Getty Images

No domingo, Allison Holker publicou um vídeo dançando com o “tWitch” e se divertindo em casal. “Feriado no domingo. Dia divertido! Baile com meu amor”.

Em depoimento para a revista People, ela falou sobre a morte do marido marido. “Ele era a estrutura da nossa família, o melhor marido e pai, e uma inspiração para seus fãs. É com o coração pesado que tenho que compartilhar a notícia de que meu marido Stephen nos deixou. Ele iluminava todo lugar no qual entrava. Ele valorizava a família, amigos e a comunidade acima de tudo, e ter amor e luz era tudo para ele. Dizer que ele deixou um legado é pouco, e seu impacto positivo continuará sendo sentido. Estou certa de que não haverá um dia que passará sem honrarmos sua memória. Pedimos privacidade nesse momento difícil para mim e principalmente para nossos três filhos. Stephen, te amamos, sentimos sua falta e eu sempre guardarei a última dança para você”.

O dançarino alcançou a fama em 2008 quando se tornou vice-campeão da quarta temporada do reality So You Think You Can Dance. Junto com a esposa, Boss apresentava o Disney’s Fairy Tale Weddings (Casamentos de Conto de Fadas da Disney). Ele também apareceu em muitos filmes e programas de destaque, incluindo os filmes Magic Mike XX, Ela Dança, Eu Danço e a série Modern Family.

Em 2014, Boss se juntou ao The Ellen DeGeneres Show como DJ convidado e em 2020, ele se tornou co-produtor executivo do programa.

Além da esposa, Boss também deixa os filhos Zaia, 3, Maddox, 6, e Weslie, 14.

Se Marrocos vencer a França, será a primeira final da Copa do Mundo sem seleções europeias em 92 anos

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Foto: Fifa World Cup

Marrocos enfrenta a França, às 16h desta quarta-feira (14), pela semifinal da Copa do Mundo no Catar. Se a seleção marroquina vencer, será a primeira vez que não haverá europeus na final, desde 1930, com Uruguai e Argentina.

Segundo o portal GE, em 1950, houve uma partida entre Brasil e Uruguai na final da Copa do Mundo, mas ele não é considerado um jogo final oficial por ter sido um quadrangular final com as duas seleções da América Latina, Suécia e Espanha. Uruguai se tornou campeão no último jogo na última rodada do quadrangular devido os resultados anteriores das seleções.

Uma final entre as seleções da África e América Latina também romperiam com fim de uma sequência de quatro título mundiais para a Europa: Itália em 2006, Espanha em 2010, Alemanha em 2014 e França em 2018. Brasil foi o último campeão fora da Europa, conquistando a Copa em 2002.

Durante a coletiva realizada ontem, o técnico do Marrocos Walid Regragui se mostrou confiante no jogo de hoje. “Queremos ganhar pela África, pelos países em desenvolvimento no futebol. Repito, estamos cansados, amanhã vamos correr pela Europa, pela África, pelo Magreb, por nossos irmãos da África subsaariana, por todos aqueles que sonharam em ver a África na final e nas semifinais da Copa do Mundo”, disse.

Após lançamento do documentário, Meghan Markle sofre acusações nas redes sociais e pai da atriz reage: “nunca perguntaram como eu estava”

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Reprodução/Netflix

O documentário, lançado pela Netflix, chamado “Harry & Meghan” parece ter atingido algumas pessoas que relacionavam com a ex-duquesa, que foram na mídia para dar suas versões da história, uma delas, foi Thomas Markle, pai de Meghan.

O homem resolveu esclarecer o seu lado da história e insistiu que a filha estava mentindo sobre a situação. No documentário, Meghan fala sobre o pai não ter participado de seu casamento e explica que não achava que os textos que recebeu de seu pai via telefone teria sido escritos por ele.

Na mensagem, afirmava que ele não poderia ir ao casamento porque estava hospitalizado.

“Escrevi cada palavra que enviei daquele telefone que ainda está em minha posse. Para ela, alegar que meu telefone foi comprometido simplesmente não é verdade. Escrevi essa mensagem enquanto estava deitado em uma cama de hospital depois de ter tido dois ataques cardíacos e ter stents colocados”, justificou o homem.

Ele também compartilhou textos que mostravam que ele disse a Meghan que os médicos o aconselharam a não voar para o Reino Unido, mas ele se ofereceu para desafiar o conselho deles para que pudesse levá-la até o altar.

“A cirurgia correu bem, o ataque cardíaco causou alguns danos, eles entraram e consertaram… o médico não me permite voar, é claro que sinto muito, mas não posso”. Nos últimos episódios da série, o marido de Meghan revela que a esposa “não tem pai”, contudo, Thomas nega essa informação e afirma que “sempre estará com a filha”.

Acusações nas redes sociais

Depois do documentário na Netflix sobre seu processo de ‘separação da corte’, Meghan Markle e Harry sofreram diversos ataques nas redes sociais. Algumas pessoas perguntaram o motivo para que o casal estava gravando toda a saída das funções reais e acusaram os dois de terem ‘premeditado’ o ocorrido.

Meghan, ex-duquesa, foi a pessoa que mais sofreu ataques nas redes. Alguns fãs da monarquia afirmaram que a atriz tinha “corroído” o marido para que ele ficasse contra a família.

Conhecido como ‘Cacheado’, Líder do MST no Tocantins é assassinado a tiros enquanto dormia

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Reprodução/Redes Sociais

Raimundo Nonato Silva Oliveira, mais conhecido como ‘Cacheado‘ foi morto a tiros enquanto dormia na madrugada da terça-feira (13) no bairro Vila Cidinha, em Araguatins, no estado de Tocantins.

Raimundo sofreu várias ameaças durante a vida e também perdeu o pai de forma violenta, um dos motivos que o levou a entrar na luta por moradias populares. Cacheado, como era chamado por amigos e familiares, tinha 46 anos e era militante da causa popular. O crime aconteceu enquanto ele dormia com a namorada.

Segundo relato da namorada de Raimundo à Polícia Militar, ela estava deitada com Raimundo quando três homens encapuzados arrebentaram a porta da frente da residência, invadiram a casa e atiraram contra a vítima. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Informações foram obtidas pelo site G1.

A Polícia Militar informou que homens encapuzados invadiram o local e dispararam diversas vezes contra o militante. Vale lembrar que, há pelo menos 12 anos, Raimundo foi baleado também por pistoleiros e sobreviveu. Movimentos ligados à luta pela terra no estado suspeitam que o crime tenha participação de uma milícia rural paga por grileiros de terras. Cacheado teve o pai assassinado por pistoleiros

Ava DuVernay se torna a primeira mulher negra a estampar embalagens dos sorvetes Ben & Jerry’s

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Foto: BEN & JERRY’S.

A diretora, cineasta e publicitária Ava DuVernay,50, está com novidades. A artista ganhou um sabor exclusivo na empresa de sorvetes Ben & Jerry’s. Ela se torna a primeira mulher negra a ser estampada nas embalagens da marca. O sabor – chamado de Luzes! Caramelo! Ação! — é feito de sorvete de baunilha com caramelo salgado e redemoinhos de bolacha e pedaços de massa de biscoito de chocolate.

“Sorvete é uma simples alegria da vida. Uma comida reconfortante à qual recorri em muitos dias – tornando os ensolarados mais claros e os escuros mais doces“, disse DuVernay em um comunicado. “A parceria com a Ben & Jerry’s, uma empresa que admiro há muito tempo por seu compromisso com a justiça social, foi emocionante. Tive a oportunidade de trabalhar com cientistas de alimentos para criar um sabor com todos os ingredientes que eu pessoalmente amo por uma causa próxima ao meu coração. Além de ser absolutamente delicioso, prossegue sua missão sem fins lucrativos de inclusão e pertencimento nas indústrias de cinema e TV. Um esforço digno e delicioso.”

A representatividade é um grande motivo pelo qual DuVernay se uniu à marca de sorvete para fazer seu próprio sabor. “Não há mulheres negras no geral estampadas nas embalagens Ben & Jerry’s. E então elas entenderam que isso é algo que queriam mudar, e estou feliz por poder estar envolvida em fazer parte dessa mudança”, diz ela. O novo produto está disponível nas versões de leite de amêndoa lácteos e não lácteos, além disso, começará a ser vendido em 2023.

Parte da receita das vendas será destinada a organização sem fins lucrativos, ARRAY Alliance, de DuVernay, que “busca a criação de sistemas equitativos na indústria do entretenimento”. “Estamos emocionados com esta parceria, compartilhando não apenas a luta, mas a alegria na justiça, e somos inspirados por seu compromisso e visão”, disse Matthew McCarthy, CEO da Ben & Jerry’s.

Apresentador de um programa do povão, Marcos Mion não tem pessoas negras no seu time

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Foto: Reprodução / Instagram.

Ele provavelmente vai pedir desculpas e dizer que está aprendendo. Marcos Mion, apresentador do Caldeirão, da Globo, postou em sua conta do Instagram uma foto com seu time, celebrando 2022. Em meio aos comentários elogiosos de uma figura que é muito querida e carismática,  há quem notou a ausência da diversidade.

Propositalmente ou não, a foto em preto e branco não conseguiu disfarçar a totalidade branca de um time que trabalha para um profissional popular, de um canal popular em um dos países mais negros do mundo. 

Não dá para normalizar ter um time 100% branco e depois dizer que é antirracista. Ser contra o racismo não é usar personagens negros para fazer a audiência chorar ou rir. Mas estamos cansados de explicar.

Alertar sobre a contratação de pessoas pretas não é discurso vitimista. Há pessoas negras competentes para fazer parte da equipe do Mion, mas pessoas brancas não internalizam práticas antirracistas no seu dia a dia, porque não levam a sério, não priorizam, não veem problemas até nós, “os chatos”, alertamos.

Marcos Mion e sua equipe de trabalho. Foto: Reprodução / Instagram.

Porém, para além disso, o que preocupa é pensar no perfil demográfico do time envolvido com esse apresentador e o público que ele serve. A Globo é um canal popular, existe a versão streaming, mas o canal aberto alcança todo o país. Não é equivocado dizer que as classes mais baixas acessam os canais abertos e portanto, na ausência do cardápio de Netflix e Prime, devem consumir programas mais popularescos como o Caldeirão. 

Quais os insights das classes populares, para além dos dados de pesquisa, uma equipe não diversa pode trazer? Das suas viagens? Estamos falando de entretenimento. Quem, desse “white team” do Mion, conhece a realidade das pessoas pretas que representam mais da metade da população que consome os produtos dos anunciantes que pagam os salários deles?

Ser um comunicador social sem uma equipe etnicamente diversa não faz o menor sentido. 

Cardi B revela que removeu preenchimento do bumbum e faz alerta : “arriscado e doido”

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Cardi B/Reprodução

Recentemente, a rapper Cardi B falou sobre os procedimentos estéticos que já tinha feito em sua vida e contou que preferiu remover 95% dos preenchimentos que tinha feito no bumbum.

Sobre o assunto, ela declarou que o processo foi “muito doido” e pediu para que os fãs pensassem bem antes de aplicar este tipo de injeção.

“Se você é jovem e às vezes você é muito magro, e fica tipo: ‘oh, meu Deus, eu não engordei o suficiente’, então você recorre a injeções na bunda, não faça isso”, declarou em uma live, ressaltando ser “super contra cirurgias na bunda”.

A cantora ainda revelou que, devido ao peso extra que ganhou durante a gestação, suas nádegas ficaram “extremamente grande”, mas ela afirma: “eu amo como meu corpo está agora”.

Ministra da Cultura: Margareth Menezes aceita oficialmente convite de Lula 

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Lula e Maga: Foto - Reprodução Instagram

A tão esperada oficialização da cantora Margareth Menezes como Ministra da Cultura aconteceu na manha desta terça-fera, 13, em Brasília. A baiana se encontrou com o presidente eleito Luis Inácio Lula da Silva no que ela definiu como uma “conversa animadora para gente que é da área da cultura”. 

“Agora é isso: a gente juntar todo mundo, a gente ouvir todo mundo, a gente levantar primeiro o Ministério e fazer a Cultura do Brasil no lugar que ela sempre merece de reconhecimento, que sempre foi reconhecida no mundo inteiro todas as áreas da cultura. As culturas populares, a gente reascender o caminho que foi criado”, celebrou Margareth em coletiva a imprensa.

Ela é a segunda artista negra baiana a ser Ministra da Cultura do Governo Lula. O primeiro foi Gilberto Gil que atuou entre 2003 e 2008. 
A gestão de Jair Bolsonaro extinguiu o Ministério da Cultura  que foi transformado em uma secretaria vinculada ao Ministério do Turismo.

“A música me fez reexistir”, diz Liniker em entrevista ao Roda Viva; cantora foi às lágrimas ao falar do início da carreira

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Liniker no Roda Viva

Liniker foi a entrevistada dessa segunda-feira (12) do programa Roda Viva e falou sobre, recentemente ter se tornado a primeira artista transgênero brasileira a ganhar um Grammy Latino. A cantora foi às lágrimas ao relembrar o início da sua carreira.

Liniker falou sobre seu modo de transmitir história ao mundo através da poesia: ‘Desde que eu comecei a escrever e querer falar sobre sentir, que é uma coisa tão honesta e até isso é tirado da gente’.

Neste trecho do programa, a cantora caiu no choro e por alguns segundos não conseguiu seguir a resposta. Além dela, Adriana Couto e Vera Magalhães também choraram copiosamente.

“Foi a música que me alimentou, foi a música que me fez sonhar, foi a música que fez reexistir e é muito poderoso poder saber que, mesmo quando a gente não tem o que comer – sem romantizar isso -, a esperança de algo coloca a gente em um lugar onde, de repente, eu posso olhar para a minha história e saber que isso passou, saber que isso hoje movimenta sonhos, que isso movimenta uma indústria, que isso fura uma bolha. Desde o Remonta eu venho procurando a Liniker e aí chega em Indigo (disco mais recente da cantora e que recebeu o Grammy) e escrevo ‘Lili’, que ainda é procurando essa menina, aí eu sonho em ‘Lalange’ que eu procuro essa criança e não encontro.” disse Liniker.

“Essa procura de mim mesma seja a minha função aqui na Terra e compor isso através das minhas músicas, procurando o amor, procurando um lugar confortável, procurando autoestima, amor-próprio… a poesia tem sido uma das maiores conquistas que o universo pôde me dar e uma das maiores preciosidades que eu tenho nutrido”, finaliza.

Transição: Para Flávia Oliveira, ainda há resistência em ceder lugar para mulheres, negros e indígenas

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Foto: Reprodução / TV Globo /Ricardo Stuckert.

O momento político brasileiro é de transição. Na última segunda-feira, 12, Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o diploma de Presidente do Brasil poucos dias após o anúncio oficial dos seus primeiros Ministros. Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil), Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública), José Múcio Monteiro (Defesa) e Mauro Vieira (Itamaraty). 

A impressão de que o cenário ainda é bem branco e masculino é correta. A  nomeação de Margareth Menezes como Ministra da Cultura que tomou conta dos noticiários foi o único nome diverso citado, mas ainda não foi oficializado.

O que se tem de oficial são as promessas de pluralidade reforçada por Haddad, também na segunda, onde o futuro Ministro da Fazenda disse que quer montar uma equipe plural no Ministério.

Para a jornalista da Globonews, Flávia Oliveira, a diversidade ainda não está sendo colocada em prática. “Se fala em pluralidade, mas na hora de levantar da cadeira e ceder o lugar para uma pessoa negra, para uma pessoa indígena, para uma mulher, há muita resistência e a gente vê o tempo inteiro muita sabotagem”, disse a profissional durante o Jornal das 10. É muita tentativa de perpetuação dos mesmos nomes”. 

Ela reforçou o anseio dos eleitores de Lula por essa divisão do poder.  “Eu queria voltar na declaração do futuro Ministro da Fazenda porque ele diz que quer um debate plural do ponto de vista de vertentes econômicas, mas essa pluralidade tem que estar expressa também nos corpos que vão debater esse contraditório. Eu acho muito bem-vinda a ideia de horizontalizar a equipe econômica novamente”, comenta Flávia que disse esperar que se usufrua do material elaborado por voluntários envolvidos no projeto do novo Governo.

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