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Óleos Corporais: Fizemos uma lista de produtos que você precisa conhecer

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Fotos: Getty Images

Os óleos corporais são grandes aliados da nossa pele. Com diversas opções de fragrâncias, eles hidratam ao formar uma película que impede a perda de água da pele. Existem opções com e sem enxágue, por isso é preciso se atentar a qual delas você está usando para evitar irritações.
Todavia, apesar dos benefícios, muitas pessoas ainda têm ressalvas quanto ao uso do produto como, por exemplo, não gostar da sensação de óleo. Nesse caso, recomendamos aplicar o produto com a pele ainda úmida ou molhada. Outro comentário bastante comum, é de pessoas que não gostam de usar óleo corporal pois já tem uma pele bastante oleosa. Aqui, vale ressaltar que a nossa pele costuma ser mais oleosa no rosto, onde o uso do produto é contraindicado, então sem problemas.
Se você quer uma pele macia, cheirosa e de maneira bem prática, vem ver essa listinha com vários preços e marcas diferentes.

  1. Óleo para corpo Fitó, R$120,00

2. Óleo Natura Sevé Amendoas Doces (R$ 95,00)

3. Óleo de Avelã Paixão

4. Óleo Corporal Hidratante, Korres Algodão R$ 72,00

5. Óleo Corporal Karité, L’Occitane R$219,00

6. Óleo Corporal Lavanda R$40,00

7. Nativa SPA Cafeína (O Boticario) R$69,00

8. Avon Encanto, Atraente e Deslumbrante R$26,00

Show de comédia “Humor Negro” reúne grandes artistas da comédia brasileira em um Especial na TV

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Créditos: Magali Moraes e Ícaro Cerqueira

Conhecidos e reconhecidos no cenário humorístico negro brasileiro, Tia Má, Sulivã Bispo, João Pimenta, Jhordan Mateus, Niny Magalhães e Evaldo Macarrão são os comediantes que darão vida ao Especial Globoplay e Multishow, “Humor Negro”. O espetáculo terá exibição no Multishow e no Globoplay às 20h na segunda-feira (18).

Segundo Val Benvindo, idealizadora do projeto, o título foi escolhido para dar um novo sentido à expressão “humor negro”, conferindo a ela o único significado que deveria ter, que é o de associar ao humor feito por pessoas pretas.

“Por trabalhar muito com o humor e ver as pessoas usando ‘humor negro’ de uma forma pejorativa, eu pensei que esse termo, esse humor, simplesmente é aquele feito por gente preta. Queria ressignificar isso”, explica.

Humor Negro vai trazer um formato híbrido, mesclando apresentações de stand-up comedy para plateia ao vivo e esquetes que retratam como é a vida real dos artistas na hora de colocar um especial de humor de pé, além situações absurdas e inusitadas vividas nos bastidores, onde o riso é certo e o deboche garantido.

A gravação aberta ao público e tem direção assinada por Rodrigo França, roteiro de Renata Sofia e Jhonatan Marques, direção de fotografia por Luciano Xavier, direção de arte por Marcelo Magalhães, figurino de Marie Silva e maquiagem de Beberes.

É preciso MOVER para promover as mudanças a caminho de uma sociedade mais igualitária

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Foto: Luiz Rodrigues

Por Luciene Malta

O MOVER – Movimento pela Equidade Racial – encerra o ano de 2022 em meio a grandes conquistas. Entre letramento racial, formação profissional, capacitação de lideranças e outras ações afirmativas, comemoramos o fato de sermos agentes da transformação, quando vemos os pequenos e grandes avanços de cada uma das empresas participantes, e sabemos da importância do fomento ao debate e da cultura antirracista. E é preciso muito trabalho para fazer a diferença.

Às vezes somos questionados sobre: “por que trazer políticas afirmativas para pessoas negras e não para pessoas pobres?”, é necessário entender que, num recorte racial, 75% das pessoas  pobres são negras segundo IBGE, além disso, devido ao racismo estrutural, as pessoas são julgadas pelo tom de sua pele antes mesmo de serem associadas à sua condição sócio-econômica. O acesso das pessoas negras é sempre mais restrito e cercado por preconceitos e tabus independentemente de ela ser pobre – obstáculos que nós vamos superar com conscientização e a geração de oportunidades em todos os pontos da cadeia produtiva.

Agora, deixa eu me apresentar. Sou Luciene Malta Rodrigues, Gerente Sênior de Projetos do MOVER, trabalhei em grandes Multinacionais até fazer a transição de carreira para a área de Diversidade e Inclusão, onde atuo hoje com muito orgulho de cada projeto, pois a agenda de D&I além de muito estratégica , tem também um poder de impacto social imensurável. Tivemos grandes conquistas esse ano no Mover,  após a nossa constituição enquanto Associação. Atualmente, temos 47 empresas dos mais diversos portes e segmentos e como associadas, implementando e dando sustentação para as nossas iniciativas.

Foto: Flavio Ferreira

Nosso pódio!

Esse foi o ano de colocar os projetos na rua, de fato! Nesse cenário, podemos elencar três projetos que se destacaram por sua relevância e capilaridade:

A parceria com o Instituto BAOBÁ, para o lançamento de editais na área Tech. Esse foi o maior investimento financeiro do MOVER em 2022, destinando R$ 4 milhões para aporte de verba em projetos de formação na área tecnológica. Por meio dessa parceria, vamos fomentar e beneficiar as instituições negras e os estudantes formando, também negros. As inscrições inclusive seguem abertas até 15 de Janeiro.

Outra grande conquista é a parceria com a EF para oferta de cursos gratuitos de inglês, com formatos diferentes para públicos internos, externos e formação de lideranças. Iniciativa que recebeu mais de 21 mil inscritos em 2022. Vale ressaltar que muitas das empresas associadas ao MOVER são multinacionais,  e que vagas de liderança do mercado em geral, muitas vezes  requerem esse skill dos funcionários.

Também realizamos os desdobramentos das metas individuais das empresas, lembrando que um dos principais objetivos do MOVER é conquistar mais 10 mil posições de lideranças para pessoas negras  nas empresas associadas até 2030. Agora, cada empresa sabe qual é a sua contribuição individual não só para o prazo final, mas, também, ano a ano, considerando fatores como regionalidade, taxa de contratação e turn over.

Outra grande conquista é perceber que as ações desenvolvidas e realizadas com as empresas parceiras já estão repercutindo em toda a sociedade, chegando a outro patamar. Não fazemos nada de forma isolada: estamos trabalhando com 47 empresas que estão muito presentes no cotidiano do consumidor. E o consumidor está muito antenado aos valores das empresas e não aceita mais ações que não sejam genuínas.

O MOVER tem o olhar de levar as iniciativas para a rua, sendo um agente de fomento  àsboas práticas. Então, as empresas também têm o seu papel e têm avançado muito com suas próprias iniciativas. Somando esses esforços, acredito que estamos cumprindo o nosso papel social de transformação.

Foto: Flavio Ferreira

Desafios + capilaridade = conscientização

Também enfrentamos alguns desafios nessa jornada. No âmbito corporativo, temos bastante acesso aos CEO e às lideranças, oferecendo letramento antirracista e desenvolvendo ações importantes. O ABC da raça chegou a mais de 600 profissionais, além dos letramentos focados em públicos de Recursos Humanos e Comunicação.

Porém, é um pouco mais difícil chegar às médias lideranças, e aos cargos de base, mais difícil de acessar, até porque falamos de um universo de 1,3 milhão de colaboradores. Ao longo do ano, aprendemos a como lidar com essa transformação e como explicá-la para quem ainda não entende sobre a pauta racial e sobre o letramento. Ouvimos alguns questionamentos feitos por pessoas não negras que se sentiram excluídas de ações afirmativas, questionando o “racismo reverso”. Muitas pessoas ainda não entenderam que uma ação afirmativa não é segregação.

Ação afirmativa é ser propositivo, trazer condições das pessoas competirem de igual para igual. Estamos tentando reparar um processo de racismo estrutural que vem desde muitos séculos

Assim, praticamos o letramento racial para mais de 600 líderes. Distribuímos 5 mil bolsas de estudos para pessoas negras de 16 a 25 anos no Coletivo Mover – mas impactamos mais de 10200 pessoas com essa ação, sendo 64% mulheres. Recebemos mais de 6k  de inscrições para as 1500 vagas do EducaTech em 2022 e, quem não foi contemplado com o curso,  vai receber uma formação de planejamento de carreira pelo Descomplica, que tem potencial de atender 10 mil estudantes.

Em 2022, impactamos pessoas pretas e pardas, de ambos os sexos e todas as idades. Tocamos pessoas de todos os estados brasileiros, mostrando que temos força e capacidade de comunicação que expandem fronteiras e territórios. Ainda temos muito o que fazer mas, para isso, é necessário celebrar o que já conquistamos. Ter ânimo para manter o ritmo e, depois, acelerar.

Em 2023, faremos muito mais. É preciso MOVER para promover as mudanças a caminho de uma sociedade mais igualitária.

*Luciene Malta, gerente sênior de projetos do Mover

Charmaine Bingwa, estrela de ‘Emancipation’, fala sobre encontrar Will Smith nas gravação do filme: “eu não o reconheci”

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Estrela de Emancipation, filme estrelado por Will Smith, Charmaine Bingwa, falou sobre o encontro que teve com o ator nos corredores das gravações.

Em Emancipation , Smith, 54, interpreta Peter, um homem fugindo de caçadores de escravos pela Louisiana em sua jornada em direção à liberdade, com Bingwa estrelando como sua esposa Dodienne.

“Quando eu vi Will pela primeira vez, ele era tão magro,” ela lembra na edição desta semana da revista PEOPLE. “Ele ficou tão magro para poder interpretá-lo, e eu não o reconheci. Eu fiquei tipo, ‘Onde está Will Smith? Isso é selvagem.’ Fiquei tão inspirado por sua transformação, e ele é um grande líder. Acho que todos nós apenas seguimos o exemplo e nos comprometemos tanto quanto ele.”

O filme da Apple TV+, dirigido por Antoine Fuqua, foi inspirado no retrato de 1863 de “Whipped Peter” tirado das costas devastadas do homem real durante um exame médico do Exército da União, uma foto que se tornou uma evidência inegável da brutalidade da escravidão depois de aparecer pela primeira vez em Harper’s Semanal.

Novo filme de Tyler Perry contará a história do batalhão feminino negro que mudou os rumos da II Guerra Mundial

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Foto: Reprodução / Netflix.

O cineasta Tyler Perry está produzindo um grande épico cinematográfico. Ele escreverá e dirigirá ‘Six Triple Eight’, filme da Netflix, que mostrará os esforços de um batalhão norte-americano totalmente negro e feminino durante a Segunda Guerra Mundial.

‘Six Triple Eight’ conta a história real de 855 mulheres que se juntaram ao esforço de guerra com o objetivo de separar e consertar o atraso de três anos de correspondência não entregue. A ação foi crucial para garantir a vitória dos Estados Unidos durante o conflito global. Enfrentando discriminação, terras desconhecidas e um país devastado pela guerra, as mulheres perseveraram e conseguiram — em tempo recorde — separar mais de 17 milhões de correspondências.

Tyler Perry. Foto: Invision for the Television Academy/AP.

Os esforços do único batalhão feminino negro permitiram que os soldados americanos se reconectassem com suas famílias e entes queridos em casa. Perry chegou a declarar que o filme iria contar com “algumas pessoas incríveis que foram negligenciadas por anos”. O lema que mantinha o batalhão trabalhando todos os dias foi criado por pelas próprias profissionais: “Sem correio, sem moral”. Elas não estavam apenas entregando correspondência, elas estavam entregando esperança.

Data de lançamento do projeto ou ainda o elenco envolvido ainda não foi anunciado, mas especula-se que projeto deva ser lançado em 2024.

Eddie Murphy será homenageado e receberá prêmio pelo ‘conjunto de sua obra’ no Globo de Ouro 2023

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Reprodução/Prime Video

Eddie Murphy vai receber uma homenagem pelo conjunto de sua obra no próximo mês na cerimônia do Globo de Ouro 2023.

A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, o grupo que vota nos vencedores do prêmio, anunciou na quarta-feira (14) que Murphy receberia o prêmio Cecil B. DeMille para celebrar suas contribuições ao entretenimento.

Ator e comediante, Murphy, de 61 anos, fez parte do elenco do programa de esquetes “Saturday Night Live” e estrelou filmes como “Um Tira da Pesada”, “O Professor Aloprado”, “48 Horas” e “Dreamgirls”.

Ao longo de sua carreira, Murphy foi indicado a seis Globos de Ouros, vencendo o prêmio em 2007 como melhor ator coadjuvante pelo filme Dreamgirls: Em Busca de um Sonho, papel pelo qual recebeu sua única indicação ao Oscar. 

“Estamos honrados em apresentar o Prêmio Cecil B. DeMille deste ano ao icônico e altamente estimado Sr. Eddie Murphy”, disse a presidente da HFPA, Helen Hoehne. “Estamos entusiasmados por celebrar o impacto duradouro no cinema e na televisão que sua carreira – na frente e atrás das câmeras – teve ao longo das décadas.”

Monique Coleman revela que foi cortada da turnê promocional de High School Musical 3: “Quebrou meu coração”

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Foto: Divulgação

Monique Coleman, atriz que deu vida a personagem Taylor McKessie, uma das principais na trilogia de “High School Musical“, abriu o jogo sobre sua decepção com a Disney, quando lançaram o terceiro filme em 2008, no podcast “Vulnerable“.

“A Disney realmente quebrou meu coração porque, quando cheguei ao terceiro filme, de muitas maneiras, eu realmente defendi o filme”, ​​disse ela ao colega ex-aluno da Disney, Christy Carlson Romano.

“Eu era uma menina preta interpretando a aluna mais inteligente de uma escola, o que era uma grande coisa naquela época. E quando começaram os eventos de lançamento do filme, eu não fui convidada. Eles disseram algo sobre não haver espaço suficiente no avião. Essa situação realmente me atingiu profundamente. E causou um pouco de depressão”, disse Coleman.

Foto: Amanda Edwards/WireImage

“Aquele desgosto me ajudou a reconhecer que eu estava me identificando demais com o que estava fazendo e não com quem eu era”, disse ela. “E foi isso que me levou a dar esse passo e dizer: ‘Talvez esses sejam meus cinco minutos de fama. Talvez seja isso de alguma forma. E se for esse o caso, então o que vou fazer com isso’.”

Apesar da decepção com o último filme, Monique diz que as portas ainda estão abertas para uma participação especial na quarta temporada do spin off “High School Musical: The Musical: The Series“. “Eu estaria tão aberta para trabalhar com a Disney novamente”, observou ela. “A Disney é minha alma, eu digo a eles o tempo todo, gostaria de voltar para casa. Especialmente com o Disney plus, há muito mais oportunidades… eu estaria absolutamente aberta a um show na Disney. Isso seria muito legal”.

A atriz também afirmou que apenas ela e o Lucas Grabeel, que interpreta o Ryan, um garoto gay da turma do colégio, foram cortados da turnê promocional.

Felippe Guerra é o novo sócio da agência criativa SILVA

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Foto: Rodrigo Oliveira

A SILVA, agência criativa comandada por Clariza Rosa, Helena Gusmão, Alan Ferreiras e Renan Kvacek, acaba de anunciar a chegada de um novo sócio. O publicitário e empreendedor Felippe Guerra passa a integrar o time, onde já vinha atuando como consultor.

A chegada do executivo, que tem passagens por Trace Brasil e Laboratório Fantasma, reforça o DNA da agência – recém indicada ao prêmio Caboré, uma das mais importantes premiações do mercado publicitário –  que busca se comunicar com o Brasil real, construindo uma nova forma de comunicação considerando seus contextos socioculturais e  rompendo a distância social de pessoas negras, periféricas e comunidade LGBTQIA+ no mercado publicitário. 

“Estamos animados com a chegada do Felippe Guerra na SILVA, pois é um profissional que atua e tem os mesmos ideais que nós acreditamos, somando para os negócios de forma técnica, comercial e representativa. Este ano tem sido de muitas conquistas para SILVA, a indicação ao Caboré 2022 é um enorme reconhecimento do trabalho que estamos construindo há mais de 7 anos com comprometimento de pautar uma nova forma de comunicação dentro do mercado publicitário, dando espaços para que toda a população brasileira consiga se enxergar nas grandes campanhas”, declara Helena Gusmão co-fundadora da SILVA. 

Apaixonado por novas ideias e implementação de projetos inovadores, Felippe Guerra é formado em publicidade pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e bacharel em administração pela ASA College (USA). O executivo, foi Head de Comercial e Projetos da Trace Brasil e tem passagens pelas áreas de marketing de multinacionais como Asics, Adidas, Puma Grup. Atuou como head de marketing da Lab Fantasma, hub de cultura urbana que inclui gravadora, marca de moda e divisão para desenvolvimento de projetos de entretenimento para as marcas. Atualmente é diretor executivo de Music2 Mynd e co-fundador da Brasis. 

“Compor o time SILVA é um marco, pois é uma sociedade que está diretamente conectada com o propósito que levanto como bandeira e que acredito ser um catalisador importante para o mercado da comunicação: o de trazer um olhar especializado para a potencialidade do verdadeiro Brasil. Agora, caminhando lado a lado com a agência, poderei colaborar ainda mais com as nossas campanhas. Olhando sempre para o multiculturalismo, diversidade, corpos reais e narrativas reais. Além de ampliar minha atuação junto a economia criativa brasileira, muito invisibilizada, mas capaz de mobilizações disruptivas no nosso mercado”, comenta Felippe Guerra, novo sócio da SILVA.

Gil do Vigor integra chapa em eleição como diretor de diversidade no Sport, após caso de homofobia

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Foto: Anderson Stevens/ SCR

O economista e ex-BBB Gil do Vigor fará parte da vice-presidência de inclusão e diversidade na chapa Sport do Futuro, que concorre às eleições do Clube para o biênio 2023-2024. Ele será um dos diretores do departamento, que foi criado pela atual gestão encabeçada por Yuri Romão – e candidato a presidente pelo grupo da situação – para atuar no enfrentamento às violências.

“Fiquei muito feliz com o convite e não pensei duas vezes para aceitar. Sou torcedor do Sport e estou bastante empolgado para agregar ao time do meu coração em uma temática tão importante, que é a inclusão, o respeito a todos e o combate ao preconceito. O Sport é muito grande e tem um enorme potencial mobilizador”, afirmou Gil.

https://twitter.com/GilDoVigor/status/1603086271265619969

No ano passado, Gil foi convidado pela diretoria para conhecer a Ilha do Retiro e a loja do time, e publicou um vídeo fazendo a famosa coreografia “tchaki tchaki”. Logo depois, os áudios do conselheiro Flávio Koury foram vazados, fazendo ataques homofóbicos dizendo que a dança era a “desmoralização” e “ausência de vergonha na cara”. Mas ele foi absolvido do caso, depois de seis meses sem julgamento. 

Segundo o G1, o Sport passou por uma mudança de comando durante este período – após a renúncia do presidente Milton Bivar e a eleição de Leonardo Lopes, pouco depois substituído por Yuri Romão no cargo. Foi nesta última gestão que criou-se a Diretoria de Diversidade – quando procurada na época, disse não ter gerência sobre as decisões do Conselho.

“Não é como pensam, nossos corpos sofrem muito”, diz Naomi Campbell sobre a carreira de modelo

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Foto: Thierry Chesnot/Getty Images.

Diferente do que muitos imaginam, a vida de modelo está longe de ser uma tarefa fácil. Naomi Campbell, 52, uma das profissionais de maior sucesso no mundo da moda, comentou sobre seu ofício numa recente entrevista para a revista People. “Não é como pensam. Trabalhamos duro como modelos de moda e com o que fazemos”, destacou a supermodel, comentando que enxerga seu ofício como uma visão artística. “Nossos corpos também sofrem muito. Mas é como uma forma de arte”.

Naomi, que durante o início de dezembro anunciou um curso exclusivo sobre sua profissão, destacou que nada nunca veio fácil para ela dentro da indústria. “Você tem que trabalhar em tudo. Nada vem fácil e cada coisa que faço é um desafio e uma faceta diferente”, conta ela. “O melhor conselho que que recebi de minha mãe [Valerie Morris] foi que se eu quisesse seguir nesse negócio, teria que dar 110% e me comprometer totalmente com tudo”.

Como modelo, Naomi também diz que vive um momento de felicidade em sua carreira. Agora, segundo ela, é o momento de compartilhar conhecimento. “Estou muito feliz agora na minha vida. É hora de retribuir e compartilhar. Vamos apenas esperar e ver o que o tempo traz. Agora estou no lugar onde quero abrir e compartilhar muitas coisas que nunca fiz antes“, destaca.

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