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Beyoncé realizará turnê no Brasil em 2024, afirma jornalista

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Foto: Reprodução/Instagram

A Queen B vem ao Brasil! O jornalista José Norberto Flesch, famoso por dar furos de shows internacionais, acaba de confirmar na noite desta sexta-feira (28), os shows da Beyoncé no Brasil, com a “Renaissance Tour”, em março e abril de 2024. As cidades ainda não foram divulgadas. 

O anúncio mal saiu e já quebrou a internet com as expectativas dos fãs. “Caravana Beyoncé saindo de Salvador”, disse um internauta no Twitter, já que muitos acreditam que os shows serão apenas no Sudeste. “Eu no banheiro chorando com a notícia da Beyoncé no Brasil mds o sonho da minha vida”, publicou outra emocionada.

https://twitter.com/larichristinem/status/1652089480713584640

“Eu nunca assisti nenhuma live do Flesch, hoje entrei no Instagram e vi o anúncio da live dois minutos antes de começar e ele confirmou a Beyoncé. DEUS TÁ ME GUIANDO MUITO VELHOOOO”, escreveu uma fã esperançosa.

https://twitter.com/heleniismo/status/1652089452410425344

Um internauta também brincou com o sofrimento dos fãs que sofreram para comprar ingressos do grupo mexicano RBD e o que os fãs da diva vão passar nos próximos dias. “O surto dos fãs de RBD comprando ingresso já passou. Quem vai surtar agora sou eu comprando o ingresso pra ir ver A BEYONCÉ. Ai meu jesus cristinho…”

Marcelo Leal faz um resgate da própria história no livro “THEREZA: Uma Genealogia Afro-Brasileira”

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Foto: Reprodução

Um dos profissionais de TI mais respeitados do Brasil, Marcelo Leal é também o autor do livro “THEREZA: Uma Genealogia Afro-Brasileira”, que traz a história de pessoas negras, seus ancestrais, que conheceram o passado de escravidão vivido no Rio Grande do Sul, Estado em que Leal nasceu, e que também contribuíram para a construção da região.

Apesar de ser visto como um Estado racista, os pretos e pardos compõem 18,9% da população do Rio Grande do Sul, de acordo com estudo publicado em novembro de 2022 pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). 

Ao contar essas histórias, Marcelo Leal resgata a história de sua família e reconta sua própria trajetória como um homem negro de origem periférica, que levou cerca de 12 anos para se formar porque tinha que cursar poucas disciplinas por semestre para conseguir pagar a mensalidade da faculdade. Mas que, assim como seus ancestrais, criou as estratégias necessárias, carregadas de muito estudo e dedicação, que o levaram a ocupar um cargo de liderança em uma das maiores empresas de tecnologia do mundo.

O escritor contou ao MUNDO NEGRO o processo para conhecer sua genealogia e deu detalhes sobre o tempo em que passou pesquisando documentos e informações que pudessem ajudá-lo a fazer esse registro da história dele e que também é parte da história do Brasil.

Confira a entrevista da jornalista e diretora de conteúdo do Mundo Negro, Silvia Nascimento, com o autor de “THEREZA: Uma Genealogia Afro-Brasileira”, Marcelo Leal.

MN – Ir atrás da nossa ancestralidade, enquanto pessoas negras, é um desafio quase inconcebível para a maioria de nós por conta de tantos apagamentos. Como foi o processo de querer ir atrás da sua história desta forma, quando foi o start e deste start, onde nasce a ideia do livro?

Tenho impressão que foram três momentos distintos. O primeiro foi há bastante tempo, quando ainda estava entendendo quem eu era e onde estava no mundo (risos), pois como não fui criado com minha mãe e meu pai, minhas referências eram um tanto complexas na minha infância. Minha avó me ajudou muito aqui, pois ela sempre teve muitas fotos e muitas histórias do meu lado paterno. E desde essa época comecei a gostar desta questão genealógica sem ainda saber exatamente o que era esse estudo à época. O segundo momento foi quando me entendi como um homem negro e da periferia do nosso país, em um estado onde as histórias africanas e sua descendência não é priorizada. E quando você se dá conta disso e entende o racismo e todas as situações às quais você está inserido na sociedade brasileira, junto com a necessidade que todos nós temos de saber quem somos e compreender nossa ancestralidade (pois todos nós temos histórias e antepassados que viveram e trabalharam para que estivéssemos aqui hoje), foi quando decidi buscar essas histórias. O terceiro momento se deu durante o processo, quando inúmeros historiadores, profissionais com experiência no assunto, me falavam que o trabalho que eu estava fazendo era raro e que temos muito pouco no Brasil nesta linha genealógica. Muitos inclusive me dizendo que eu tinha que publicar todas essas minhas descobertas, e nesse momento eu já estava também contemplando o material todo que eu tinha organizado, e surgiu a ideia de transformar essas histórias em um livro. Mas de forma independente, para sair exatamente como eu queria, desde a capa, conteúdo, diagramação e etc..

MN – Thereza. Qual é a simbologia deste nome que faz parte do título da sua obra?

Além de ser um nome bonito e forte, marca uma das passagens mais especiais deste livro. É só o que posso falar (risos).

MN – Para as pessoas negras que querem fazer essa jornada, qual seria para você o primeiro passo? O teste de DNA? É um processo para poucos, tem termos de custos, certo? 

Sim, realmente todo o processo de pesquisa genealógica tem custos em alguns procedimentos, como você bem traz no caso dos testes de DNA. Outros exemplos são as segundas vias de certidões de nascimento, óbitos e etc. que buscamos nos cartórios e que também tem custos. Os registros eclesiásticos também, inclusive os custos me surpreenderam, pois foram bem maiores do que os custos dos cartórios, por exemplo. Mas como recomendação, julgo mais apropriado as pessoas começarem pelos familiares que estão vivos e perguntar pelas histórias, documentos (carteiras de identidade, certidões, fotos e etc.), e fotografar, pedir cópias, e realmente recorrer a essas outras opções que tem custo em uma segunda fase. Outro ponto que vale mencionar é que muitos registros são públicos e os arquivos públicos dos estados, a biblioteca nacional, arquivo nacional, museus e etc., são, em sua grande maioria, sem custo (alguns com documentos que podem ser pesquisados inclusive online, no conforto da sua casa). Por último, mas não menos importante, temos o FamilySearch que é simplesmente sensacional. Um serviço gratuito e com uma riqueza de documentos eclesiásticos e de cartórios que ajuda demais para as pessoas iniciarem suas pesquisas. Sou muito agradecido ao FamilySearch!

MN – Especificamente sobre o livro, quanto tempo foi o processo de pesquisa até você começar a escrever e, sem dar spoiler, daria para falar algo que te surpreendeu positiva ou negativamente? 

Julgo que esse processo todo começou lá atrás na minha infância, e foi progredindo e tendo alguns momentos de mais ênfase em diferentes fases da minha vida. Às vezes descobria algo e mergulhava em algumas pesquisas, então guardava as informações e passava um ou dois anos sem me dedicar diretamente ao assunto. Em 2020, depois de um episódio importante na minha vida (que quem ler o livro irá saber), voltei com mais foco e determinado a completar minha genealogia. Nos últimos oito meses esse foi meu foco nos finais de semana, até eu tirar férias e viajar para algumas cidades do interior do RS e terminar o livro. Algo positivo que posso salientar é que as informações que temos são maiores e de mais fácil acesso do que eu imaginava, para nós pessoas negras. Eu realmente pensei que não teria quase nada e a dificuldade de acesso seria absurda… Não digo que seja fácil, mas existem arquivos e profissionais muito capazes e determinados a nos ajudar. O ponto negativo é realmente entrar mais no detalhe da escravidão e das coisas que ocorreram neste período no nosso país. Às vezes parece que é tão longe, né? Mas são pouco mais de cem anos, muito mais perto do que imaginamos.

MN – Você acredita que o fator regional dificulta essa jornada de busca ancestral? Você é gaúcho, ou seja, nasceu em uma região de maioria branca. Ainda sobre a pesquisa, ela foi feita 100% sobre seus ancestrais em solo brasileiro? (ou você chegou fazer alguma pesquisa fora do Brasil?) 

Realmente o fator regional dificulta sim, pois conforme você falou é uma região de maioria branca (na realidade eu não tenho esse dado do censo, mas imagino que seja), entretanto o fato é que existem muitas pessoas negras no Rio Grande do Sul e conforme eu apresento no livro, os africanos e sua descendência estiveram na formação e construção do Estado. Então essa também foi uma das razões para eu publicar esse material. Existe muito mito em torno da formação e histórias de contribuição do RS. Sobre a pesquisa, eu não cheguei a viajar para fora do Brasil especificamente para as pesquisas do livro, mas as histórias dos meus antepassados não se restringe ao nosso país, e as histórias presentes no livro trazem essa dinâmica entre o continente Americano, Africano e Europeu que estão presentes na narrativa que apresento de uma maneira ou de outra.

MN – O que mudou em você, após saber tanto sobre os seus antepassados. De que forma esse novo conhecimento impactou a sua vida e a sua visão sobre a sociedade brasileira?

Essa talvez seja a pergunta mais difícil de responder, porque todo o conhecimento que eu obtive sobre meus antepassados, sobre o que eles tiveram que passar e suportar para que eu esteja hoje aqui conversando com você, e o quanto isso me tocou é algo dificílimo de expressar. Conhecer também mais a fundo a formação e construção do Rio Grande do Sul, estado onde eu nasci e cresci, a contribuição fundamental que os africanos e sua descendência tiveram nessa trajetória do Estado e do nosso país, e imaginar que nos meus quase 50 anos de vida nunca tinha ouvido ou estudado sobre essas histórias na literatura oficial, é realmente difícil. Com certeza elas existem, e temos muitos profissionais, principalmente pessoas negras, trabalhando para apresentar essas histórias. Mas se tivéssemos interesse dos governantes, essas histórias estariam tão difundidas quanto as outras que todos nós conhecemos. Eu cresci, e imagino que meus amigos e a maioria dos negros no RS, da minha geração pelo menos, cresceram pensando que o negro simplesmente não teve nenhuma participação na história do Rio Grande do Sul. Fora uma ou duas páginas nos livros da quarta ou quinta série do fundamental, que falavam sobre a escravidão no Brasil e restringiam a pessoa negra a um indivíduo escravizado.

MN – O que o Marcelo Leal deixa de registro para os seus descendentes em termos de histórias e documentos, que começam com seu núcleo familiar, para que eles saibam quem você foi? 

De verdade, com toda a tecnologia e abundância de recursos que nós como sociedade temos hoje, a minha, a sua e as histórias de todos que compartilham esse momento conosco, estão aí e muito provavelmente permanecerão em abundância e de fácil acesso. Minha maior preocupação era buscar e tentar deixar minha contribuição resgatando as histórias dos meus antepassados. Deixar registrado para minha família, meus filhos e para todos que embarcarem nessa jornada presente neste livro. Essas histórias de trabalho, luta e principalmente de esperança que essas pessoas tiveram. Porque essas histórias são frágeis no sentido de que são poucos os registros e arquivos, teve algumas ocasiões que cheguei em lugares onde tinham informações importantes sobre meus ancestrais e fiquei sabendo que teve um incêndio ou uma enchente, e todos os documentos, fotos inclusive, foram perdidos. Então, para minha descendência eu deixo esse livro, minha busca e registro daquelas e daqueles que vieram antes de mim e antes deles. Minha história sendo a de alguém que buscou exaltar o início, e que essas histórias que deixo registradas nesta publicação, sirvam para todos da minha família que vierem depois de mim, a nunca esquecerem quem são e muito menos quem foram seus ancestrais.

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‘Barraco de Família’, filme com Cacau Protásio e Lellê, estreia dia 11 de maio nos cinemas

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Foto: Daniel Chiacos

No dia 11 de maio, estreia nos cinemas “Barraco de Família”, um filme estrelado por Cacau Protásio e Lellê, que promete arrancar boas risadas do público.

A trama deve girar em torno de Kellen, uma funkeira famosa que decide voltar às suas raízes e acaba se envolvendo em um grande escândalo, após um vídeo vazado. Para tentar consertar sua carreira, ela conta com a ajuda da mãe Cleide, interpretada por Cacau Protásio, que é uma cozinheira de mão cheia e também tem seus próprios problemas.

O elenco do filme conta com outras estrelas da música e do humor brasileiro, como Péricles, Sandra de Sá, Jeniffer Nascimento, Yuri Marçal, Eduardo Silva e Robson Nunes. O jornalista Hugo Gloss também faz parte do elenco, no papel de Rick, um empresário ambicioso que trabalhará com Kellen.

O filme tem direção de Mauricio Eça e produção de Marcelo Braga (produtor), que, recentemente, realizaram os filmes “A Garota Invisível”, “A menina que matou os pais” e “O menino que matou meus pais” e “Hora de Brilhar”.

“Barraco de Família” promete ser uma comédia divertida e irreverente, que traz uma mensagem importante sobre a importância da família e das raízes.

“Racismo Zero: Notas do Respeito”: Universidade Zumbi dos Palmares lança campanha de conscientização com foco em notas fiscais

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Foto: Reprodução

A Universidade Zumbi dos Palmares, em parceria com a Grey Brasil, lançou recentemente a campanha Racismo Zero: Notas do Respeito com o objetivo de conscientizar e alertar empresas e comércios sobre o racismo que negros sofrem por conta de notas fiscais.

Muitos negros já passaram pela experiência de precisar provar que compraram algum produto e tiveram que mostrar a nota fiscal. Uma atitude racista que, muitas vezes, passa despercebida. Pensando nisso, a Universidade Zumbi dos Palmares está lançando a campanha Notas do Respeito, parte do programa Racismo Zero, para que comércios possam entender a problemática por trás da desconfiança de alguns estabelecimentos com as pessoas negras que precisam mostrar a nota fiscal para comprovar sua inocência.

A campanha foi dividida em duas partes. A primeira são os pontos de mobiliário urbano nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, com notas fiscais de pessoas que sofreram este tipo de violência racial para explicar à população e as empresas a gravidade de precisar carregar a nota fiscal de um produto.

Para o reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, José Vicente, essas notas fiscais terão um papel de transmitir o que a população negra passa. “Ela comunica, coloca um símbolo potente para fazermos um georreferenciamento e traz evidências de como isso, além de ser uma realidade, produz danos e malefícios que podem ser evitados, enfrentados e, ao final, eliminados. E essa é a grande importância das notas fiscais dentro do “Notas do Respeito”, diz o reitor

A segunda parte é incentivar as empresas a utilizarem o software do programa que transforma notas fiscais em um canal de denúncia e conscientização. 

O software pode ser baixado de forma gratuita no site da campanha e utilizado em qualquer impressora de nota fiscal. Com ele a nota fiscal terá um QR code em forma de punho cerrado, símbolo de resistência, que direciona o consumidor para um portal de pronto atendimento, onde é possível fazer denúncias e encontrar assessoria jurídica e emocional.

As empresas que aderirem o programa Racismo Zero vão passar por um letramento racial com seus colaboradores e aqueles que não tiverem casos de preconceito em seus estabelecimentos ganharão o selo “empresa antirracista”.

Para a criativa da Grey Brasil, Gabriella Batista, a iniciativa vai dar visibilidade para um problema que não ganha muita atenção da sociedade. “O Notas do Respeito parte de uma dor cotidiana, dor essa que as pessoas negras são ensinadas a normalizar desde a infância: ter sempre em mãos a nota fiscal para provar que pagamos por objetos e produtos que compramos. E a ideia de ressignificar um item tão emblemático quanto a nota fiscal, transformando-a em um canal de denúncia, parte da necessidade de questionar e coibir as violências racistas que ainda são muito normalizadas e aceitas pelo varejo e pela sociedade.”

O portal da campanha pode ser acessado clicando aqui.

Disney lança trailer de ‘Kizazi Moto: Generation Fire’, animação antológica com visão futurista de África

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Foto: Reprodução

A Disney compartilhou o primeiro trailer do projeto de ficção científica “Kizazi Moto: Generation Fire“, série que traz uma antologia com 10 visões futurísticas sobre África, criadas por talentos de diferentes países do continente e com produção executiva de Perter Rampsey, que dirigiu “O Homem-Aranha no Aranhaverso”.

O projeto foi anunciado em junho de 2021 e tem como um de seus objetivos mostrar a África sob uma perspectiva de profissionais do cinema africanos

Cada episódio é feito por um criador diferente e deve trazer reflexões sobre a cultura e a história africana. Entre eles: Ahmed Teilab (Egito), Simangaliso ‘Panda’ Sibaya e Malcolm Wope (África do Sul), Terence Maluleke e Isaac Mogajane (África do Sul), Ng’endo Mukii (Quênia), Shofela Coker (Nigéria), Nthato Mokgata e Terence Neale (África do Sul), Pious Nyenyewa e Tafadzwa Hove (Zimbabwe), Tshepo Moche (África do Sul), Raymond Malinga (Uganda) e Lesego Vorster (África do Sul).

Foto: Reprodução

O projeto tem Peter Ramsey como produtor executivo, ganhador do Oscar de “Melhor Filme de Animação”em 2019 por “Homem Aranha no Aranhaverso”. Ele divide a produção com Tendayi Nyeke, cineasta do Zimbábue e com Anthony Silverston.

Cada filme terá aproximadamente dez minutos de duração. A Disney ainda não divulgou a data prevista para o lançamento, mas já sabemos que será este ano.

Karin Hils diz que vai conversar com Aline Wirley sobre sua trajetória no BBB: “Dou muito carinho, amor e realidade”

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Fotos: Andy Santana/ Agência Brasil News e Gshow/Ellen Soares

Karin Hils, que integrava o grupo Rouge junto com Aline Wirley, diz que pretende conversar sobre a trajetória da vice-campeã do BBB 23, mas ainda não teve a oportunidade. 

“Eu mandei mensagem pra ela, vi que ela estava no Mais Você. Enfim, um corre, imagino que a vida dela esteja uma loucura. E eu não quero nem perder o meu tempo, já falei, de ficar falando por WhatsApp. Eu quero encontrar pessoalmente, saber de todos os bafões, com uma garrafa de vinho do lado”, disse em entrevista à coluna do Gabriel Perline, do portal IG.

“Eu nunca passo a mão na cabeça. Eu dou muito carinho, amor e realidade”, conta. “Era uma dinâmica do programa essa coisa do conflito, mas a gente entendeu também que o grupo em si brigava e depois estava fazendo as pazes. É tão bom viver em paz, colocar o amor na frente e tentar resolver”, completou.

Na grande final do reality show, a cantora viralizou na internet com live durante discurso do Tadeu Schmidt para anunciar a campeã do BBB 23. Emocionada, pensando que o prêmio iria para a amiga, o apresentador anunciou o nome da Amanda e a reação dela gerou muitos memes nas redes sociais. “O discurso parecia que era da Aline”, disse triste e visivelmente espantada com o resultado. 

Críticas na comunidade negra

No retorno do Dr. Fred Nicácio ao BBB 23 durante a repescagem, ele acusou Aline Wirley de ‘planta omissa’ por continuar aliada ao grupo ‘Deserto’, diante de diversos problemáticas raciais dentro da casa, contra os participantes negros.

No programa ‘Mais Você’ de ontem (27), Aline Wirley disse que as falas de Fred lhe fizeram muito mal. “Foi um gatilho essa coisa da omissão porque eu entro na casa como um corpo político. Não tem jeito, eu sou uma mulher preta. Eu sabia que ia ter um peso porque se espera muito, tem muita expectativa. Mas eu queria jogar o jogo, eu queria ter a oportunidade de jogar o jogo como a Aline”.

https://www.instagram.com/p/Cri8Cw2hcS4/

Fonte: portal IG

Milton Gonçalves será homenageado com documentário da Globoplay

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Foto: Globo/Alex Carvalho

Milton Gonçalves será homenageado em documentário do Globoplay, dirigido pelo Luiz Antônio Pilar (Todas as Flores) e trará depoimentos de familiares e diversos famosos, como Tony Ramos, Ary Toledo e o ex-jogador Zico, ídolo do Flamengo, time do ator. Ele faleceu em maio do ano passado, aos 88 anos. 

Em entrevista ao jornal O Globo, a filha Catarina Gonçalves conta a emoção em registar o depoimento. “Quando gravei depoimento com a minha irmã, foi uma choradeira. A parte da família de São Paulo também já foi registrada. Meu pai passou uma imagem de sério, mas era muito engraçado. Isso vai ser mostrado”.

Consagrado um dos pioneiros da TV brasileira, Milton Gonçalves nasceu em Monte Santo (MG) e mudou-se para São Paulo com os pais na infância. Ele iniciou a carreira no teatro, em 1957 e estreou na TV Globo em 1965.

Ao longo da carreira, o ator fez mais de 40 anos, além de minisséries e programas de humor. Sua primeira novela foi ‘Irmãos Coragem’ (1970), e em 2006, foi indicado ao Emmy Internacional como ‘Melhor Ator’ pelo seu papel como Pai José em ‘Sinhá Moça’ (2006).

Chefe de Antiguidades do Egito afirma que representar Cleópatra como mulher negra é “uma falsificação histórica”

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Foto: Divulgação/Netflix

Em meios as polêmicas em torno da série documental “Rainhas Africanas: Cleópatra”, que deve estrear na Netflix em maio, o Secretário-Geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito, Mustafa Waziri, afirmou que representar Cleópatra como uma mulher negra é “uma falsificação da história egípcia”. Ele afirma que a rainha tinha “a pele clara e traços helênicos”.

Após o anúncio da série, internautas fizeram uma petição online que pedia que a produção fosse cancelada. Antes de ser banida pela plataforma, a petição chegou a acumular cerca de 60 mil assinaturas de pessoas que não concordavam com o fato de uma atriz negra representar a rainha egípcia. 

Com produção executiva de Jada Pinkett Smith, a série documental da Netflix foi baseada em reconstituições e documentos históricos. Apesar da informação, o representante do governo egípcio ainda disse que “As obras e estátuas da Rainha Cleópatra são a melhor evidência das suas características verdadeiras e origens macedónias”, escreveu ele, em uma postagem no Instagram onde compartilhou fotos de estátuas que representam Cleópatra.

O representante cita um estudo do Dr. Nasser Mekkawy, chefe do Departamento de Arqueologia Egípcio da Universidade do Cairo e justifica que Mekkawy “apontou que a rainha Cleópatra VII descendia de uma antiga dinastia da Macedônia que governou o Egito por quase 300 anos, fundada pelo rei Batlemus I, um líder macedônio do exército de Alexandre, o Grande, para a qual o estado do Egito veio após a morte de Alexandre e fundou o Família Belémia”.

Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Arqueologia Austríaco e divulgado pela BBC afirma que Cleópatra descendia de africanos. “Cleópatra provavelmente era de origem étnica mista, já que sua irmã, a princesa Arsinoe, que foi encontrada em uma tumba de mais de 2 mil anos em Éfeso, na Turquia, tem características de brancos europeus, antigos egípcios e africanos negros. A mãe de Arsinoe seria de origem africana”.

Segundo a antropóloga Caroline Wilkinson, que trabalhou na reconstrução da face da irmã mais nova da rainha egípcia, Arsinoe, “Ela tem este formato alongado”, disse a especialista ao jornal The Sunday Times. “Isto é uma coisa que se vê frequentemente em egípcios da Antiguidade e africanos negros. Pode sugerir uma herança ancestral mista.”

‘Sessão Globoplay’ retorna com a segunda temporada da série ‘The Equalizer’, estrelado por Queen Latifah

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Foto: IMDb

O “Sessão Globoplay” retorna à programação da TV Globo, nesta sexta-feira (28), com a segunda temporada da série “The Equalizer“, após o programa “Globo Repórter”. A produção traz Queen Latifah como Robyn McCall, uma mulher enigmática, com um passado misterioso, que usa suas poderosas habilidades como ex-agente da CIA para ajudar pessoas que não têm a quem recorrer. Para poucas pessoas confiáveis, McCall é ‘The Equalizer’, uma defensora dos oprimidos, obstinada em sua busca por redenção pessoal.

Nesta temporada, McCall está considerando a ideia de terminar seu trabalho, mas ela recua quando assume o detetive Marcus Dante como um novo cliente, que precisa de sua ajuda para encontrar um grupo de ladrões de banco difíceis de localizar.

A personagem se apresenta para a maioria como uma mulher comum que está criando, silenciosamente, sua filha adolescente. Ao longo da história, o trabalho clandestino de Robyn e a vida pessoal colidem quando a filha inteligente e observadora Delilah (Laya DeLeon Hayes), e sua tia Vi (Lorraine Toussaint), que mora com Robyn para ajudá-la, descobrem sua carreira secreta.

Enquanto McCall enfrenta a incerteza em casa, ela é acompanhada em sua busca por justiça por William Bishop (Chris Noth), ex-agente da CIA e amigo de longa data; Melody “Mel” Bayani (Liza Lapira), dona de um bar e colega do passado de Robyn; e Harry Keshegian (Adam Goldberg), um hacker paranoico e brilhante.

As duas temporadas da série estão disponíveis para assinantes no Globoplay. O “Sessão Globoplay” será exibido todas as sextas-feiras.

PUC-SP estabelece meta para aumentar em 37% o número de professores negros até 2029

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Foto: Freepik

O Conselho Universitário (Consun) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) aprovou na última quarta-feira (26) a meta de aumentar os docentes negros da universidade para 37% em seis anos. A ação afirmativa começa a valer no próximo semestre com concursos voltados para pretos e pardos. Atualmente apenas 5,34% dos docentes são negros.

Por decisão unânime, o Consun estabeleceu a meta de acrescer o número de professores negros até 2029 como forma de aumentar a representatividade racial nas universidades. Atualmente, apenas 5,34% dos professores da PUC-SP se declaram pretos ou pardos. 

A porcentagem de 37% dos professores negros é baseada no número de pessoas negras que vivem na cidade de São Paulo. A decisão começa a valer no próximo semestre com concursos públicos voltados para docentes negros e a cada dois anos a decisão será reavaliada. O objetivo é que todas as unidades da PUC-SP tenham mais professores negros e a ação pode ser prorrogada caso não seja alcançado o número de professores dentro do prazo estabelecido.

Para a atual gestão da universidade, é extremamente importante combater o racismo de forma intersubjetiva, institucional e estrutural. “A ausência de docentes negros nos quadros da Universidade revela cumplicidade com o ‘pacto da branquitude’ na manutenção de seus privilégios, na exclusão de humanidade das pessoas negras, com uma abolição da escravização sem qualquer reparação, sem qualquer política pública que garantisse educação, trabalho, terra, moradia, ou seja, condições dignas de sobrevivência para a população negra”, disse a pró-reitora Mônica de Melo.

Segundo uma pesquisa do Estadão de 2021, com base no Censo da Educação Superior de 2019, menos de 3% das universidades do país possuem um número de professores negros proporcional a região onde está. Ainda baseado no Censo, em 2021, apenas 48% das escolas de ensino superior tinha pelo menos 20% do corpo docente negro.

“É uma medida de reconhecimento e reparação e que também agregará saber à universidade, propiciará uma mudança de bibliografia, com mais autores negros. Somos hoje uma universidade branca”, afirma Mônica.

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