O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, indicou nesta segunda-feira (08) o servidor Ailton Aquino para ser diretor da Fiscalização do Banco Central. O nome ainda precisa passar pelo Senado, mas se for aprovado Aquino será o primeiro diretor negro do BC.
A indicação de Ailton Aquino foi bem recebida internamente pelo Banco Central, mas ainda precisa passar por sabatina e votação no Senado. Depois de aprovado, seu mandato tem duração até fevereiro de 2027.
Aquino possui mais de 25 anos de casa e atualmente é auditor chefe. Ele também já foi chefe do departamento de contabilidade, orçamento e execução financeira. Ele possui formação em Ciências Contábeis, pela Universidade do Estado da Bahia, e Direito, pela UDF Centro Universitário. Também possui especializações em contabilidade internacional, engenharia econômica de negócios e direito público.
A Fiscalização é um dos braços do Banco Central, sendo responsável por supervisionar e monitorar instituições financeiras nas áreas de modelo de negócios, liquidez e solvência. O diretor da Fiscalização também fica responsável por representar o BC em alguns eventos e compromissos.
O ator Caleb McLaughlin, conhecido por seu papel na série Stranger Things, foi nomeado embaixador da Dior Beauty nos Estados Unidos, no departamento de fragrâncias. Aos 21 anos, ele ajudará a promover a coleção de fragrâncias La Collection Privée: “uma parceria com a marca, celebrando a herança icônica da Dior e apoiando a Dior Beauty na categoria de fragrâncias”, comunicou a Dior em anúncio oficial publicado pelo portal WWD.
McLaughlin estará ao lado de outros colegas de elenco da série de sucesso, como Maya Hawke, que interpreta Robin e Joseph Quinn, que deu vida a Eddie Munson em Stranger Things, que também são embaixadores da marca de luxo.
Segundo informações do WWD, a empresa francesa fez questão de destacar não só o trabalho de McLaughlin como ator, como também sua carreira na música – o jovem tem dois singles lançados, “Neighborhood”, de 2021 e “Soul Travel”, lançado em 2022 – e sua dedicação à filantropia.
O comunicado afirmava que “Ele desenvolveu sua própria fundação sem fins lucrativos, Toa Foundation Inc. (que significa ‘evoluir’ em suaíli) que apóia o desenvolvimento pessoal e mental globalmente por meio de artes cênicas e alfabetização financeira”, além de afirmar que Caleb McLaughlin “também é um membro ativo do Jr. NBA Leadership Council, o programa oficial de participação no basquete juvenil da NBA, que trabalha para apoiar e melhorar a experiência do basquete juvenil para jovens jogadores em todo o país.”
Conhecido por interpretar Lucas Sinclair em Stranger Things, Caleb deve estrelar o filme biográfico “Shooting Stars”, que conta a história do astro da NBA, Lebron James. Ele vai interpretar Dru Joyce III, amigo íntimo de James, os dois jogaram juntos no St. Mary High em Akron, Ohio entre 1999 e 2003.
Karin Hils, do Rouge, estreou nesta segunda-feira (08) como vilã em “A Infância de Romeu e Julieta”, novela do SBT com coprodução da Prime Video. Ela interpreta Glaucia, vilã e tia de Romeu. Além da produção do SBT, Karin segue investindo na carreira de atriz em outros streamings.
Ex-integrante do grupo musical Rouge, que fez grande sucesso no começo dos anos 2000, Karin Hils atualmente se aventura na carreira de atriz. Além da sua estreia como vilã em “A Infância de Romeu e Julieta”, ela também participou de “Carinha de Anjo” (2016), também do SBT, como Irmã Fabiana.
“É uma alegria estar de volta ao SBT, casa que me acolhe tão bem, ainda mais em uma novela da Iris Abravanel e com todo o time de dramaturgia incrível. Outra coisa muito bacana é que eu sempre quis fazer uma vilã e estou feliz que ela venha neste momento, através da Glaucia, personagem com tantas camadas”, disse Karin Hils.
Sua parceria com a emissora não está restrita apenas às telenovelas, ela também é uma das juradas fixas do reality show musical, “Cantando em Família”, do Programa Silvio Santos.
Além de “A Infância de Romeu e Julieta”, Karin Hils também estará em duas séries inéditas da HBO Max e Paramount Plus, é uma das protagonista de “O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu”, da Disney+, e faz parte do elenco de novela e série da Globo Play e Netflix.
David Miranda, ex-deputado federal, morreu nesta terça-feira (09) no Rio de Janeiro por conta de um quadro de septicemia aos 37 anos. O anúncio foi feito pelo seu marido, o jornalista Glenn Greenwald, por redes sociais. David completaria 38 anos nesta quarta-feira (10).
Pelo Twitter, Glenn anunciou o falecimento do seu marido David Miranda, que deixa três filhos. “É com a mais profunda tristeza que eu comunico a morte do meu marido, David Miranda. Ele iria fazer 38 amanhã. Sua morte, no início desta manhã, ocorreu após uma batalha de 9 meses na UTI. Ele morreu em paz, cercado por nossos filhos, pela família e por amigos”, escreveu o jornalista.
It is with the most profound sadness that I announce the passing away of my husband, @DavidMirandaRio. He would have turned 38 tomorrow.
His death, early this morning, came after a 9-month battle in ICU. He died in full peace, surrounded by our children and family and friends. pic.twitter.com/wtRvGyJyGl
O ex-deputado foi internado no dia 6 de agosto por conta de uma infecção gastrointestinal. Ele acabou sofrendo infecções sucessivas, causado por um quadro de septicemia.
Ainda pelo Twitter, Glenn relembrou a vida de David Miranda, que se tornou o primeiro homem gay eleito para a Câmara Municipal do Rio. Ele perdeu a mãe aos 5 anos de idade e foi criada pela vizinha. “Isso deu a David a chance de viver todo o seu potencial em uma sociedade que muitas vezes o sufoca. Ele foi a chave para a história de Snowden, tornou-se o primeiro homem gay eleito para a Câmara Municipal do Rio, depois para o Congresso federal aos 32 anos. Ele inspirou muitos com sua biografia, paixão e força de vida”, escreveu o marido.
O anúncio da morte de Miranda pegou muitas pessoas de surpresa e muitos amigos e admiradores de seu trabalho estão se solidarizando na internet. A jornalista Flávia Oliveira, a deputada federal Erika Hilton e o rapper Emicida mandaram suas condolências para a família.
Acabo de receber a triste notícia do falecimento do colega David Miranda, ex Deputado Federal pelo PSOL e ativista LGBT. Meu abraço e solidariedade à seus familiares e amigos. Descanse em paz, David!
A escritora Conceição Evaristo estará no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, para o encontro de maio do Clube de Leitura CCBB 2023, que acontece na próxima quarta-feira (10), no Rio de Janeiro. Evaristo fará a leitura de seu livro de contos ‘Olhos D’Água’, publicado em 2014, às 17h30, na Biblioteca Banco do Brasil, no 5º andar.
Para Suzana Vargas, curadora do clube de leitura, Conceição Evaristo “chega com sua voz e obra poética poderosa para nos fazer mergulhar no universo predominantemente feminino, denunciando a violência e discriminação racial sofridas por nosso povo, em especial nossas mulheres ao tempo em que revela nossa diversidade enquanto nação”, afirmou.
O livro foi escolhido pelo público através do Instagram do CCBB. Olhos D’Água reúne quinze contos que retratam as desigualdades no Brasil, a partir das histórias de personagens negras que são silenciadas pelo racismo, por imposições econômicas, por condições degradantes de trabalho e pelas questões de gênero. Não somente a subordinação, mas a violência a que homens e mulheres são submetidos quando não somente a cor da pele influencia, mas as condições precárias com as quais são obrigados a conviver.
O evento gratuito também terá a participação virtual da autora, Eliana Alves Cruz, que têm entre os trabalhos publicados, os livros Água de Barrela , O crime do Cais do Valongo e Solitária.
A abolição foi isso. Vocês estão livres para apodrecer e morrer nas sarjetas desse país.
– Sueli Carneiro
A abolição da escravidão no Brasil é comemorada no dia 13 de maio. Mas confesso que eu não tenho nenhum apreço por esse momento. Não tem como ignorar as péssimas lembranças da infância, e a omissão dos acontecimentos históricos presentes no discurso oficial. A minha repulsa tem origem na escola. Eu não esqueço o constrangimento que os professores causavam a nós, alunos negros, nos dias que antecediam a data.
Estávamos nos anos 80. O livro adotado na disciplina de história tinha a capa amarela com o nome “História do Brasil, volume 1”, repleto de ilustrações e narrativas racistas nos capítulos que abordavam a colonização. Havia figuras de africanos sangrando no tronco, chicoteados pelos europeus, e indígenas sendo evangelizados pelos jesuítas. Os textos eram reproduzidos fielmente pela professora de história; os professores de outras matérias (Estudos Sociais, Geografia e OSPB) também tinham as mesmas conversas.
A história contada por eles é bastante manjada: os africanos “escravos” foram vítimas da crueldade dos portugueses por quase quatro séculos, e receberam a liberdade da bondosa Princesa Isabel, que assinou a Lei Áurea no dia 13 de maio de 1888. Durante as aulas, os olhinhos dos alunos brancos eram lançados aos alunos negros com certo ar de piedade. Pura falsidade! No recreio mostravam a verdadeira face. O passatempo desses branquinhos era nos importunar com papos racistas “cuidado, a princesa assinou a lápis”, “volta pra senzala!”, “vem cá meu escravo”, etc. Tinha alunos negros que até choravam de raiva.
A escola nunca foi um ambiente seguro para as crianças negras. Por isso que não levo a sério os governantes quando prometem ampliar a educação para salvar o país de todos os tipos de preconceitos. Eu me pergunto “de qual educação estão falando?’. Se dependermos desta educação que conhecemos, o racismo continuará guiando os comportamentos e moldando o modo de vida social. O conteúdo escolar precisa ser transformado, as questões raciais devem fazer parte da construção do conhecimento, e digo no aspecto geral, não basta apenas uma disciplina.
Hoje temos melhor compreensão das raízes e nuances do racismo. Por meio de diferentes estudos, percebemos a dimensão da violência que experienciamos na escola, sobretudo, durante a narrativa sobre a abolição da escravidão. A escola fez com que acreditássemos que a história dos nossos ancestrais era de povos passivos e fracos, descobrimos que a benevolência da Princesa Isabel era uma farsa. O discurso camuflava a resistência e as lutas dos povos escravizados, e o papel fundamental do líder quilombola Zumbi dos Palmares. Nenhuma liberdade é concedida passivamente por aqueles que oprimem. Além dessas questões, o sistema educacional não construía as críticas necessárias sobre o pós-abolição, abordando a conexão do passado com o presente. Não podemos esquecer que os ex-escravizados saíram das senzalas e foram jogados nas ruas, abandonados e sem qualquer indenização que permitisse a inserção com dignidade dentro do novo modelo de sociedade.
Para os negros, o 13 de maio é mais um capítulo utilizado nas denúncias contra o racismo. Exigimos o fim da sistemática violência contra os povos negros. Basta de lavar o solo deste país com o sangue negro! Que país é esse onde o risco dos negros sofrerem assassinatos é três vezes maior do que os não negros? O Estado deve assumir como compromisso inegociável e inadiável a promoção de políticas públicas que acabem com essa violência, promova a igualdade racial, tornando a democracia racial uma realidade. Não é aceitável continuarmos ocupando as piores estatísticas sociais no quesito renda, saúde, emprego, habitação, escolaridade, etc. Ademais, que nunca esqueçamos da reflexão de Abdias do Nascimento: “Eu já costumava dizer que a Lei Áurea não passava de uma mentira cívica. Sua comemoração todo ano fazia parte do coro de autoelogio que a elite escravocrata fazia em louvor a si mesma no intuito de convencer a si mesma e à população negra desse esbulho conhecido como ‘democracia racial’.”
A ex-ginasta artística, Daiane dos Santos, se apresentou no último domingo (07) na “Dança dos Famosos”, no Domingão com Huck, da Globo. Ao ritmo do funk, ela garantiu o primeiro lugar da prova e encantou o júri e a internet com sua apresentação.
Mesmo longe das competições, Daiane dos Santos mostrou que ainda tem o dom, não é atoa que ela foi a primeira brasileira a ser campeã mundial de ginástica artística. Ao som do Bonde das Maravilhas e ao lado do professor Daniel Norton ela quebrou tudo no funk.
Na Dança dos Famosos sua apresentação foi considerada “histórica”, como definiu uma das juradas, Ana Botafogo. Já o jurado Jonathan Azevedo, disse que ela “elevou o funk para outro patamar”.
Além dos diversos elogios do júri, ela também saiu com as melhores notas da noite, Zebrinha, conhecido por ser um dos mais exigentes no programa, deu 9.1, a nota mais alta que ele deu até o momento.
Mas não foi só no Domingão com Huck que ela recebeu diversos elogios. Na internet, ela se tornou trend topic no Twitter e sua apresentação teve vários compartilhamentos com diversos elogios.
a daiane dos santos simplesmente alugou um triplex na minha cabeça hoje porque eu já assisti esse vídeo umas 10 vezes e eu não to nem brincando pic.twitter.com/6N86jWd8s9
toda vez que o video da daiane dos santos passa na minha tl eu me sinto na obrigação de assistir. Eu estou totalmente hipnotizada. Eu ja perdi a conta de quantas vezes eu vi
Nas suas redes sociais, Daiane agradeceu todas as mensagens e o apoio de sua torcida, que contou com seguidores, amigos e até o Comitê Olímpico do Brasil. “Estou me recuperando ainda de tudo o que aconteceu. Quero agradecer a todos vocês pela torcida e pelas orações. Foi muito legal”, disse a ex-ginasta.
Gustavo Metropolo, ex-aluno da Fundação Getúlio Vargas (FGV), foi novamente condenado por injúria racial em relação ao caso em que ele se referiu a um aluno negro como “escravo”. Essa é a terceira condenação do ex-aluno por racismo. No processo administrativo contra ele, que tramita na comissão especial contra discriminação racial da Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo, Gustavo foi condenado a pagar uma indenização atualizada de 100 mil reais.
O processo foi aberto pelo Programa de Justiça Racial do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) que faz o acompanhamento jurídico do caso. Além desse processo, o ex-aluno também já tinha sido condenado na esfera criminal a 2 anos e 4 meses de prisão em regime aberto, mas foi substituído por serviços à comunidade. Ele também foi condenado em 2022 na esfera cível, sendo obrigado a pagar uma indenização de 44 mil reais.
Daniel Bento Teixeira, diretor executivo da CEERT e advogado do caso, disse que o processo é um passo importante para a justiça racial. “O racismo impacta diferentes dimensões de nossas vidas e gera repercussões em esferas de responsabilização jurídica distintas. É necessário que a atuação em Justiça Racial considere essas responsabilizações para que a população negra possa exercer plenamente o acesso à justiça”, destacou o advogado.
Gustavo Metropolo ainda pode recorrer sobre a decisão, mas ele já recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Daniel acredita que não há chances da decisão mudar. “Já tivemos decisão em segunda instância que confirmou o crime e majorou a pena. A terceira instância é excepcional, o que reduz bastante qualquer mudança no teor da decisão. Mas vamos enfrentar os recursos que já foram interpostos e qualquer novo recurso que ele deve interpor, agora, também perante a Secretaria de Justiça”, disse o diretor da CEERT.
Em 2017, Gustavo Metropolo, até então aluno da FGV, tirou uma foto de outro aluno negro, João Gilberto Pereira Lima, e escreveu “Achei esse escravo no fumódromo. Quem for o dono avisa!”. Após o boletim de ocorrência e a repercussão do caso, ele disse que não tinha sido autor da mensagem. Ele também foi suspenso e se transferiu da universidade.
A experiência do usuário da população negra na hora de comprar online está livre de racismo? A cor da pele tem influência no mundo digital? Foi pensando nisso que o designer Humberto Matos criou o curso “UX Preto UX Branco – A cor da pele, tem influência na experiência do usuário?”.
Humberto é formado em desenho industrial e atua há 12 anos como designer e criou o curso com o seguinte questionamento: a cor da pele influencia a compra no mundo digital?
“A pessoa negra faz compras no supermercado no digital e presencial, as duas experiências são diferentes… e mesmo no digital, acontece de termos problemas na validação biométrica, o scanner não reconhecer a cor da pele”, exemplifica Humberto.
Mas o que é UX? De forma simplificada, UX significa “User Experience”, ou Experiência do Usuário, em português. Essa área é responsável por garantir que um aplicativo, site ou outra plataforma consiga atender todas as demandas do usuário de forma simples e que ele tenha a melhor experiência.
Mesmo que não se discuta muito sobre, pesquisas apontam que há sim uma discriminação nas tecnologias e IA. O racismo algoritmo, nome dado para esse tipo de racismo no mundo tecnológico, acontece quando softwares de biometrias não reconhecem rostos negros ou quando efeitos de redes sociais não reconhecem ou clareiam as diversas tonalidades de peles negras.
Em uma entrevista para a Folha de S. Paulo, Tarcízio Silva, pesquisador e autor do livro “Racismo Algorítmico: Inteligência Artificial e Redes Digitais”, disse que não há neutralidade nas tecnologias. “É preciso quebrar o paradigma de que as tecnologias são neutras.”
O cronograma é dividido em três módulos: “UX Experiência do Usuário”, “A cor da pele tem influência na experiência do usuário?” e “UX Antirracista”. Cada módulo tem uma média de 30 minutos.
O curso está disponível na Hotmart e a matrícula pode ser feita clicando aqui.
A nova novela das 9 na TV Globo, ‘Terra e Paixão’, terá uma protagonista negra. A atriz Barbara Reis vai interpretar Aline. Na trama, ela é uma professora de matemática, casada com Samuel (Ítalo Martins) e mãe de João (Matheus Assis). Após um atentado em sua casa, se vê sozinha com o menino diante das terras deixadas pelo marido. Mulher forte, batalhadora e corajosa, aprenderá a plantar e a lidar com as máquinas e com o mercado de agronegócios. “Aline é uma mulher simples, mas nobre em seus ideais. Ela é a força através da ação. Aline é uma seta que só vai para frente, não retrocede e não desiste. Ela é a justiça”, disse Barbara em entrevista para a TV Globo.
Tatiana Tiburcio e Barbara Reis como Jussara e Aline, mãe e filha, em ‘Terra e Paixão’. Foto: João Miguel Júnior/Rede Globo.
Atualmente, Bárbara pode se vista ainda em ‘Todas as Flores’, que estreou sua segunda fase no Globoplay. Sobre ‘Terra e Paixão’, a atriz adiantar que o cenário em contexto rural é uma novidade para sua carreira. “Ouvi muitos podcasts de tecnologia e inovação sobre o universo. O desafio é contar essa história juntando tudo o que ouvi sobre o assunto e torná-lo natural nessa jornada”, contou ela. “Quando pisei na terra, eu entendi quem era a Aline. Fora isso, foquei em aprender o sotaque, neutralizar o meu e colocar o R sutil da região”.
Sobre a importância do papel, Barbara diz que vê a oportunidade com enorme expectativa. “Como em todo trabalho vivo um dia de cada vez. Mas não posso negar que esse é o de maior relevância até hoje, e que carrego uma enorme expectativa no meu coração“, diz ela. “Mas a Aline que vou entregar é uma mulher de verdade, simples, com sua vaidade, reta, sonhadora, e que tem a esperança como a fagulha de continuar a viver. Uma mulher que luta pelo seu, humana, e que vive as suas vontades”.
O maior desafio do papel, segundo ela, é o volume de trabalho por dia. “Estudar 20 cenas para o dia seguinte, filmar, voltar para casa e estudar mais 20 cenas para o dia seguinte, conciliar isso com a rotina, os exercícios físicos, a família…equilibrar esses tópicos é o maior desafio“, destaca Barbara, que também não esconde a felicidade. “Eu estou extremamente feliz, segura. Me sinto preparada, com meus pés no chão. Cheguei até aqui através de muito trabalho, foco, determinação e esperança também. Mas sigo vivendo um dia após o outro e lembrando sempre de quem sou. É uma realização não só minha como da minha família, da minha mãe, de amigos que me acompanham desde criança fazendo teatro. Estou muito feliz“.
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