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Letitia Wright e Michael K. Williams estrelam o filme de faroeste “Surrounded”; Confira o trailer

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Foto: Reprodução

A atriz de Pantera Negra Letitia Wright e o ator Michael K. Williams, falecido em setembro de 2021, vão estrelar o novo filme de faroeste “Surrounded”. O trailer do longa foi divulgado na última semana e o longa deve estrear em junho nos EUA.

A história do filme se passa cinco anos depois da Guerra Civil, nos Estados Unidos, e vai contar a história de Moses “Mo” Washington, uma mulher que lutou no front contra os confederados e que viaja para o oeste do país a fim de reivindicar uma mina de ouro, que é a soma do pagamento de anos de trabalho realizado por ela e por sua comunidade durante a escravização nos EUA.

Para se proteger dos riscos de ser uma mulher negra viajando sozinha pelo país em 1870, ela resolve se disfarçar de homem. Sua diligência sofre uma emboscada organizada por um grupo de ladrões assassinos e ela se vê forçada a manter o bandido perigoso e fora da lei, Tommy Walsh, como seu prisioneiro enquanto sua comitiva vai atrás do xerife. Enquanto isso, o bandido tenta convencer-se-ia-la a se aliar a ele.

“Retratar Mo Washington em Surrounded permitiu que eu me transformasse como artista. Estou animado para que os amantes de filmes de faroeste se aprofundem nessa história”, comentou Wright em declaração ao portal Shadow And Act.

O filme trás o ator, Michael K. Williams, conhecido pelos papéis em Lovecraft Country e The Wire, em seu último trabalho no cinema, antes de sua morte precoce, em setembro 2021. 

 Os atores Jamie Bell, que viverá o bandido fora-da-lei, Jeffrey Donovan (“Law & Order”) e Brett Gelman (“Stranger Things”) também integram o elenco de Surrounded.

Câmara de Caxias do Sul rejeita pedido de cassação de vereador por falas racistas contra vítimas de trabalho escravo

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Foto: Bianca Prezzi/Câmara Caxias

A Câmara Municipal de Caxias do Sul (RS) arquivou o pedido de cassação contra o vereador Sandro Fantinel (sem partido), pelos comentários racistas e xenofóbicos contra os trabalhadores baianos, resgatados em condições análogas à escravidão em vinícolas, na cidade vizinha Bento Gonçalves.

Durante o discurso na tribuna em 28 de fevereiro, Fantinel afirmou que “a única cultura que eles têm é viver na praia tocando tambor”, se referindo aos trabalhadores da Bahia, e ainda sugeriu a contratação de argentinos alegando que eram “mais limpos”.

O vereador foi absolvido nesta terça-feira (16), com 13 votos favoráveis à cassação, 9 contrários e uma abstenção – do próprio Fantinel. Pelo regulamento da câmara, eram necessários 16 votos favoráveis. Os parlamentares também arquivaram outros dois pedidos de cassação contra ele.

Na época, Sandro Fantinel culpabilizou os trabalhadores da Bahia pelo caso de escravidão: “Agricultores, produtores, empresas agrícolas que estão nesse momento me acompanhando, eu vou dar um conselho pra vocês. Não contratem mais aquela gente lá de cima”.

Dois dias após repercussão das falas preconceituosas do vereador, o Patriota expulsou Sandro Fantinel. Em nota, o diretório nacional do partido disse que a fala do parlamentar desrespeitou a dignidade humana e a igualdade.

Com informações da CNN Brasil*

Com figurino feito a mão, drag queen faz turnê cover de Renaissence, da Beyoncé

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Foto: Divulgação

Naomi Leakes, natural de Brasília, Distrito Federal, é grande fã da cantora Beyoncé que há seis anos é sua referência e porta de entrada para o mundo artístico. Em junho, a drag brasiliense inicia sua turnê cover de “Renaissence”, sétimo álbum de estúdio de Bey, lançado em 2022.

Naomi só precisou de duas semanas após ouvir o álbum pela primeira vez para decidir que seus próximos shows seriam inspirados nas músicas e imagens promocionais. “Tive a iniciativa de estudar os figurinos e em que músicas eles poderiam se encaixar em uma promoção futura”, conta a drag queen.

Para chegar ao mais próximo do original, seu figurino foi feito a mão, desde a roupa até os acessórios e ao chapéu. Em seu Instagram, a drag, que é formada em Design de Moda, mostrou como foi o processo de criação.

https://www.instagram.com/p/Cmb4NR6PYbb/

Após ter o figurino em mãos, ela focou em estudar faixa por faixa para entregar um trabalho o mais fiel possível do original e que combinasse com a “energia” do seu look. “Cuff It foi uma das minhas faixas favoritas de primeira e tinha toda a energia do figurino, de movimento, êxtase, a energia do comeback… E Energy é a transição perfeita da canção. Assim o show teria duas energias, uma mistura perfeita e também contaria a história do álbum”, conta Naomi.

Para a drag queen, fazer um cover de sua artista favorita é um momento de conexão e também uma ótima oportunidade para quem não tem condições de ir em um show da Queen B. “Como fã, achei que o show precisava de um momento de conexão, nem todo mundo consegue ir ao show da Beyoncé, a própria, e mesmo quem foi, sente saudade. Então, além de trazer essa pegada nova, e as letras na ponta da língua, inclui Irreplaceable no set, uma música de despedida, para o público todo, não só os Beyhives, pois é uma música de término famosa”, explica.

Na última semana, Beyoncé iniciou sua turnê oficial de Renaissence. Em 2024, a artista realizará uma turnê no Brasil.

Sua primeira performance como Renaissance foi no Victoria Haus, casa noturna famosa em Brasília, e já passou por mais de 12 palcos. Até o momento, seu recorde de público foi um pouco mais de 3 mil pessoas e passou por outros estados, como Campo Grande e Goiânia.

Naomi ainda possui agenda aberta e quem se interessar pode entrar em contato com ela pelo e-mail contato.naomileakes@gmail ou pelo seu Instagram @naomileakes.

Roteirista baiano lança HQ afrofuturista para público infanto-juvenil

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Foto: Divulgação

Unindo referências da mitologia africana, cultura afro-brasileira e do universo geek, o roteirista baiano e doutor em comunicação Marcelo Lima lança a HQ “Os Afrofuturistas – o ataque dos Kips” voltado para o público infanto-juvenil. O lançamento oficial será no dia 19 de maio e contou com a colaboração do ilustrador e co-autor da obra, Renato Barreto. “Os Afrofuturistas” é apoiado pelo programa Rumos, do Itaú Cultural. 

Em uma linguagem jovem e com gírias da cultura baiana, a HQ conta a história de três irmãos, Tereza, Dandara e Cosme, que vivem em um dilema entre aprender sobre sua ancestralidade com o pai ou passar as férias conectadas na internet e jogando videogame. Mas seus planos mudam quando o pai das três jovens é raptado por criaturas misteriosas e eles precisam usar seus saberes ancestrais e conhecimentos com gibis e videogames para salvá-lo.

O livro traz referências e conceitos do afrofuturismo, movimento com foco no protagonismo negro no passado e no presente, em uma linguagem para o público mais jovem. Ele também conta com um glossário com personagens importantes para a luta do povo negro, como Zumbi dos Palmares e Maria Felipa, e termos da mitologia afro-brasileira presentes na história.

Marcelo se inspirou na sua infância para criar “Os Afrofuturistas”, quando brincava de “faz de conta” com seus amigos no interior da Bahia. “Desde pequeno eu já adorava quadrinhos, séries, RPGs, games e filmes de sci-fi e fantasia. Em minha fértil imaginação, eu e meus amigos éramos como membros de uma espécie de clubinho nerd e o quintal da minha casa virava o lugar seguro para nossas imaginações gerarem personagens, mundos e grandes aventuras”, conta o autor.

Outro motivo que inspirou Marcelo foi a falta de identificação nos quadrinhos e a vontade de preencher essa lacuna. “Quando comecei a pensar nessa história, um dos meus principais objetivos foi o de preencher essa ausência de identificação. Gosto de ver que hoje adultos e crianças têm um leque bem maior de protagonistas negros e negras para se relacionarem, mas ainda é preciso muito mais”, afirma Marcelo.

“Os Afrofuturistas – o ataque dos Kips”  está disponível no site da editora Veneta e na Amazon e em breve livrarias Escariz e LDM. No dia 3 de junho, Marcelo realiza uma roda de conversa para promover o livro e debater afrofuturismo, literatura e infância, no Pelourinho, em Salvador.

Se você não tem diabete, deveria parar de usar adoçantes, alerta OMS

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Foto: Freepik

Texto: Dr. Gilmar Francisco

Quantas pessoas você conhece que trocaram o açúcar pelo adoçante e seguem sem grandes alterações na balança?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou, nesta segunda-feira (15), uma nova diretriz sobre adoçantes sem açúcar. De acordo com o documento, esse tipo de adoçante não deve ser utilizado para controlar o peso corporal ou reduzir o risco de doenças não transmissíveis como obesidade e diabetes tipo 2.

Trocar o açúcar pelo adoçante como única medida na dinâmica da alimentação não traz benefícios. 

Muito se conjecturou sobre a incidência do câncer e uso de adoçantes, mas essa novidade pegou grande parte da população de surpresa. 

Entretanto, à grande parte dos profissionais de saúde, já era sabido que adoçantes artificiais são comercializados como uma alternativa saudável ao açúcar e como uma ferramenta para perda de peso. Mas dados, no entanto, sugerem que os efeitos pretendidos não se correlacionam com o que é observado no dia a dia. Esses produtos parecem alterar a harmonia das bactérias intestinais , levando à diminuição da saciedade e alterando o controle da glicose, estando associados ao aumento do consumo calórico, ganho de peso e de incidência de diabetes tipo 2.

A grande surpresa é o stevia, visto por muitos como uma grande redenção para uma vida saudável e que integra a lista com os demais adoçantes artificiais. 

É válido ressaltar que para pacientes com diabetes já instalados é válida  a manutenção do uso do adoçante, ainda que com moderação. 

Uma observação pessoal é que a avaliação da alimentação como um todo é muito mais relevante do que apenas uma preocupação pontual com um duelo entre açúcar e adoçante. Saber se o que se consome durante a maior parte do dia é muito mais relevante do que ponderar apenas se um cafezinho vem com açúcar ou adoçante. 

Entender qual é o objetivo daquele momento da dieta é uma construção muito importante. Retirar as calorias contidas no açúcar pode facilitar o déficit calórico e consequente perda de peso, porém entender que essa é uma situação transitória para excluir o açúcar, posteriormente (ou concomitantemente) o adoçante e o excesso de paladar doce das refeições é uma necessidade. Até porque , como consta na diretriz, a troca do açúcar pelo adoçante a longo prazo não resolve o controle do peso e pode ser nociva à saúde.

Jornalistas pretos e pardos ocupam menos de 13% dos cargos nos maiores veículos de comunicação do país

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Foto: Freepik.

Uma nova pesquisa do GEMAA (Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, revelou que a mídia brasileira continua reproduzindo padrões de forte desigualdade racial. O estudo ‘Raça, gênero e imprensa: quem escreve nos principais jornais do Brasil? apresentou uma investigação sobre o perfil das pessoas que trabalham nos três maiores jornais impressos do país: Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e O Globo.

O resultado mostra que nos três veículos estudados, o número de pretos e pardos não ultrapassa a casa dos 13%. O levantamento dos dados se deu a partir de três fases, incluindo a extração das amostras, análises dos resultados e heteroidentificação racial. Ao todo, foram analisados 1190 profissionais.

Foto: GEMAA / Reprodução.

Os números são mais preocupantes nos cenários editoriais de tomada de decisão. Dentro das funções que decidem pautas e enquadramentos, distribui autorias, encomenda, edita e exclui textos, é que encontramos a desigualdade mais intensa. Nesse aspecto, o Estado tem 100% de brancos, enquanto que O Globo marca 93%. Na Folha, os brancos são ainda 86% do corpo editorial.

De acordo com os números, a distribuição racial dos colaboradores dos 3 jornais analisados é similar: em todos, os brancos são maioria entre os produtores de conteúdo, representando, na média, 84% do total. Ao considerar somente os textos de opinião dos jornais, a supremacia branca é ainda maior, atingindo níveis em torno de 90%.

“A aguda sub-representação de pretos e pardos nos quadros desses grandes jornais é evidência clara de um problema gravíssimo de ordem cultural, social e política que não dá sinais de ter sido mitigado pelas poucas iniciativas recentes de promoção da diversidade nas redações”, conclui a pesquisa. É possível acessar a pesquisa ‘Raça, gênero e imprensa: quem escreve nos principais jornais do Brasil? na íntegra CLICANDO AQUI.

 

Beyoncé dá indícios de que vai lançar sua própria linha de produtos capilares

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Foto: Reprodução.

A cantora Beyoncé utilizou suas redes sociais nesta terça-feira (16) para compartilhar com os fãs o lançamento de um novo projeto. Ainda sem detalhes, a artista falou sobre sua relação com o cabelo. “Vocês sabiam que o meu primeiro trabalho foi escovando cabelo no salão de minha mãe?”, começou a artista. “O grupo Destiny’s Child começou a se apresentar no salão enquanto os clientes esperavam seus cabelos ficarem prontos”.

Na mensagem compartilhada com os fãs, Beyoncé revelou que está criando um novo empreendimento, fruto de sua ‘jornada capilar’. “Eu vivenciei tantos tipos de empreendimento no salão de minha mãe. Eu vi em primeira mão que a forma como nutrimos e celebramos o cabelo pode impactar nossas alma. Eu vi minha mãe curar e estar a serviço de tantas mulheres. Aprendi tanto em minha jornada capilar. Sempre sonhei em continuar expandindo o legado dela. Mal posso esperar para que vocês possam vivenciar o que eu estou criando”.

Sem dar muitos detalhes, a expectativa é que Beyoncé lance sua própria linha de produtos capilares. Na foto compartilhada, a cantora aparece sem maquiagem e com o cabelo natural. Empreendedora, a artista já possui sua própria marca de produtos esportivos, a IVY PARK. Além disso, atualmente, ela segue realizando shows com a turnê ‘RENAISSANCE’.

Web reage a fala de Gabrielle Union sobre dividir contas por igual com marido, Dwyane Wade: “Nesta casa, dividimos tudo 50%”

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Foto: Getty Images

Em entrevista para o podcast Idea Generation, da Bloomberg Originals, a atriz de 50 anos, Gabrielle Union, contou que divide as contas de casa por igual com o marido, Dwayne Wade, 51. “Nesta casa, dividimos tudo cinquenta por cento”, disse ela, destacando que ainda mantém a “mentalidade de escassez” da época em que tentava estabelecer sua carreira como atriz em Hollywood.

A fala de Union gerou polêmica na internet porque seu marido, jogador aposentado da NBA, acumulou um patrimônio de cerca de U$ 200 milhões quando deixou as quadras. 

Na entrevista, Gabrielle Union ainda disse que “nas outras famílias que cada um de nós tem que sustentar, sempre há esse tipo de gorila nas suas costas, que diz: ‘É melhor você trabalhar, b —, é melhor você trabalhar. Oh, você vai dormir até tarde? Você sabe, alguém pode não comer.”, contou. Ela e Wade são casados desde 2014 e são pais de Kaavia James, de 4 anos. Wade também é pai de Xavier Zechariah, 9, bem como da filha Zaya, de 15 anos, e do filho Zaire , 20 e guardião do sobrinho de 21 anos, Dahveon Morris.

Ao mencionar sua dificuldade de se livrar de uma “mentalidade de escassez”, a atriz afirmou que ainda “luta com tudo isso” e que quando um filme não estreia ela se sente nervosa: “Acho que tenho mais responsabilidades com meu dinheiro. Fico nervoso, tipo, ‘Oh Deus, aquele filme não estreou, você sabe o que isso significa?”

No Twitter, uma internauta destacou o fato de o marido de Union ganhar três vezes mais que a esposa. “Gabrielle Union indo 50/50 com um homem que vale 3 vezes mais do que ela não combina comigo … de qualquer maneira, não é da minha conta!”

Outra pessoa relembrou que Wade teve um filho fora do relacionamento e ressaltou que Union não deveria falar sobre o assunto. “Dividir tudo igualmente com um homem que teve um filho fora do relacionamento é loucura. Gabrielle Union precisa parar de expor sua vida pessoal, sério.”

Uma usuária lembrou que existe uma diferença entre Union, uma mulher rica, dividir as contas por igual com o marido em relação a uma mulher assalariada fazer isso. “Vocês entendem que a multimilionária Gabrielle Union dividir as contas igualmente com seu marido multimilionário Dwyane Wade é completamente diferente de você, um trabalhador por hora, dividindo 50/50 com seu namorado/namorada/amigo, certo?”

Paulo André chora ao falar sobre ataques racistas: “A galera não está preparada para ver preto vencer”

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Foto: Podpah / Reprodução / Youtube.

O atleta e ex-BBB Paulo André participou do podcast Podpah nesta última segunda-feira (15). Conversando sobre a carreira e vida pessoal, PA não conseguiu conter a emoção ao falar sobre a relação com seu filho de 1 ano e a exposição na internet. O competidor olímpico lembrou os diversos ataques racistas que recebeu desde que saiu do Big Brother Brasil 22.

“Eu já fui muito bitolado com isso, hoje estou mais de boa”, disse Paulo André sobre os ataques que recebe nas redes sociais. “Quando acontece isso eu só apago o Twitter. Não entro no Instagram e fico na minha paz. Mas me preocupa. Aí tem a questão racial. A galera vem no direct. É muito forte porque é crime, e tipo, a galera ainda não está preparada para ver preto vencendo. Isso me frustra”, disse o atleta.

Para o Podpah, PA também destacou que tem medo de seu filho receber ataques. “Meu maior medo é isso refletir nele. Isso não vai. É óbvio que não. Mas é foda“, desabafou ele. “Eu entrei na parada da exposição e meu maior medo lá dentro do BBB 22 era saber se eu estava dando orgulho pra minha família. Minha mãe vê tudo, meu filho vai crescer, vai ter acesso à internet e eu quero orgulho para o meu filho”.

No último mês de abril, páginas de fofoca confundiram amigos de Paulo André com seguranças e acusam o atleta de ‘estrelismo’. “É por essas e outras que o nosso Brasil não vai pra frente”, comentou PA através das redes. “Fizemos um movimento voltado pro esporte, não era sobre mim, pra quem acompanhou viu que todos os atletas da associação Paulo André estavam lá representando o esporte, que é transformador, que faz diferença na vida de muita gente, e tem gente preocupado com pessoas andando comigo (que nem eram seguranças) e eu tava cagando pra quantas pessoas iam me receber, minha missão era passar meu sentimento de voltar, trazer visibilidade pro esporte”.

Observatório de Favelas e Hotmart oferecem curso gratuito de Creator Economy para jovens das periferias, em Belo Horizonte

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Foto: Divulgação

O Observatório de Favelas, em parceria com a Hotmart e apoio da Juventude Negra Política – JNP, está promovendo um curso para jovens periféricos de Belo Horizonte que estejam interessados em atuar no setor de economia criativa. O Hotmart Decola, nome dado ao projeto, está com inscrições abertas até quarta-feira (17).

O objetivo do curso é capacitar jovens que pretendem entrar no mercado Creator Economy, para trabalhar como prestadores de serviços de criadores de conteúdo. O Hotmart Decola vai contar com aulas teóricas, técnicas e práticas, voltadas para o mercado de trabalho e social. A formação tem duração de três meses e serão 20 bolsas de estudos para jovens periféricos de Belo Horizonte, entre 18 e 28 anos.

O curso, com previsão de início no dia 23 de maio, será no modelo híbrido, sendo aulas online – síncronos e assíncronos – e presenciais no escritório da Hotmart, na capital mineira. O conteúdo programático conta com mercado digital, economia criativa, tráfego pago, estratégia de lançamento, copywriting, técnicas de negociação, entre outros.

Segundo o relatório da Creator Earnings (Influencer Marketing Hub), o mercado de Economia Criativa está em crescimento e muito rentável, chegando a aproximadamente US$ 104,2 bilhões. “As tecnologias que envolvem a Economia Criativa são o futuro do trabalho. Colaborar para que jovens sejam inseridos neste ecossistema é um impulso para formarmos gerações mais engajadas e preparadas para esse mercado, que tem um potencial enorme e está só no começo”, disse Olivia Gryschek, CHRO da Hotmart.

Para Priscila Rodrigues, diretora do Observatório de Favelas, o objetivo da formação é fortalecer a área de jovens criadores de conteúdos e aprimorar técnicas de comunicação. 

“É parte da missão do Observatório de Favelas construir experiências que possam contribuir com a redução das desigualdades, a partir das favelas e periferias. E a gente acredita que tecnologia pode ser chave para pensar presente e futuro menos desiguais. Tem uma juventude periférica e potente inventando e criando outras realidades possíveis. E é a atuação dessa juventude que o Observatório e a Hotmart, a partir da formação Hotmart Decola, pretendem potencializar”, destaca a diretora do Observatório de Favelas.

“O Hotmart Decola faz parte da estratégia ESG da Hotmart, no eixo de responsabilidade social. Nosso maior desejo para o projeto é gerar impacto positivo e contribuir para que, por meio da educação, estes jovens se tornem futuros profissionais da Creator Economy, seja como um parceiro ou um criador de conteúdo”, complementa Gryschek.

Para receber o certificado o aluno precisa ter no mínimo 75% de presença em cada módulo e apresentar um trabalho final coletivo.

As inscrições devem ser feitas pelo link https://curt.link/form-hotmartdecola e o edital completo pode ser conferido em: https://curt.link/hotmartdecola 

 

Cronograma

Inscrições: até 17 de maio

Convocatória para entrevistas: 18 de maio

Entrevistas: 19 de maio

Resultado das entrevistas e divulgação dos finalistas: 19 de maio  

Início das aulas: 23 de maio

Fim das aulas – 08 de agosto

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