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Filhas de Malcolm X e Martin Luther King Jr. desfilam juntas na Semana de Moda de Nova York

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Foto: texxhenry

A Semana de Moda de Nova York foi palco de um encontro histórico e emocionante. As filhas dos revolucionários Dr. Martin Luther King Jr. e Malcolm X, dividiram a passarela no desfile da Actively Black, marca de moda esportiva criada por Lanny Smith, que homenageou figuras do Movimento pelos Direitos Civis.

Dra. Bernice King e Dra. Ilyasah Shabazz cruzaram a passarela lado a lado, usando moletons criados em tributo aos legados de seus pais. O momento simbolizou união e resistência, conectando passado e presente na luta pela justiça racial.

Outro destaque foi a presença de Ruby Bridges, hoje com 71 anos, que aos 6 se tornou a primeira criança negra a integrar uma escola exclusivamente branca nos Estados Unidos.

O fotógrafo Cecil Williams, conhecido por desafiar as leis segregacionistas ao beber em uma fonte “só para brancos” em 1956, também desfilou, usando um moletom estampado com a imagem histórica do ato de resistência.

“As pessoas acham que a hediondez e a maldade de Jim Crow são coisa do passado. Não, AINDA existem pessoas que cresceram sob o regime”, escreveu Lanny Smith no Instagram ao refletir sobre o impacto do desfile.

Esposa de Akon pede divórcio quatro dias antes do 29º aniversário de casamento

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Foto: reprodução

O cantor Akon, de 52 anos, e sua esposa Tomeka Thiam estão se separando após quase três décadas de união. Tomeka entrou com o pedido de divórcio em 12 de setembro, apenas três dias antes do 29º aniversário de casamento. Segundo os documentos obtidos, ela solicita a guarda legal da filha do casal, Journey, de 17 anos, bem como a guarda física exclusiva da adolescente, além do pagamento de pensão alimentícia pelo artista. A alegação oficial é de “diferenças irreconciliáveis”.

Ao longo de sua carreira, a vida amorosa de Akon sempre foi cercada por rumores de poligamia. Em entrevistas, o cantor afirmou que vê a prática como parte de sua cultura africana, comparando-a à forma como outros pais mantêm múltiplos lares: “Para mim, parece normal, porque é cultura para nós. Não saímos da nossa cultura africana quando chegamos ao mundo ocidental. Veja, a falha do mundo ocidental é que eles criaram todas essas regras sem levar a natureza em conta”, disse em 2022, no Zeze Mills Show.

Akon também é pai de nove filhos com diferentes mulheres e destaca que mantém envolvimento direto com todos eles. “Meu trabalho não é ficar fazendo todas essas coisas extras, esses feriados e recitais. Enquanto cuido da minha responsabilidade de garantir que a família tenha um teto e comida, se eu tiver tempo para fazer isso e demonstrar amor, sim, farei”, afirmou. Ele ressalta que, apesar da rotina intensa, a comunicação e o acompanhamento diário são essenciais para sua presença como pai.

Tomeka Thiam solicitou formalmente ao tribunal a guarda física da filha e o pagamento de pensão alimentícia, enquanto Akon terá direito a visitas. A data oficial da separação ainda será definida pelo tribunal, formalizando o fim de um casamento que durou quase três décadas.

O caso volta a chamar atenção da mídia internacional, especialmente pelo histórico familiar do artista e pelas declarações públicas sobre poligamia e paternidade. A situação permanece em acompanhamento pelos veículos de imprensa, à medida que novos desdobramentos forem divulgados.

Esteticista referência em pele negra enfrenta câncer raro e recebe apoio de campanha para tratamento

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Foto: Divulgação

Carla Nunes, uma das esteticistas pioneiras nos cuidados para pele negra, está enfrentando um momento delicado na vida. Diagnosticada há alguns meses com um câncer raro e severo, a especialista precisou interromper suas atividades profissionais e agora lida com altas despesas médicas que o plano de saúde não cobre.

Diante da situação, amigos próximos se mobilizaram para organizar uma campanha de arrecadação no site Campanha do Bem, autorizada pela própria Carla, com o objetivo de custear seu tratamento. As doações serão administradas pela mãe da esteticista, Dona Vilma.

Até o fechamento da matéria, a campanha arrecadou mais de R$ 5 mil, mas a meta é de R$ 100 mil, valor necessário para cobrir os cuidados especializados que Carla precisa. (Clique aqui para contribuir)

Apesar da ausência de Carla nas atividades, a sua clínica Estética Avançada, em São Paulo, permanece em atividade, mantendo o compromisso com os clientes e oferecendo serviços voltados para pele negra, incluindo depilação a laser, limpeza de pele, peeling químico, revitalização facial e microagulhamento. Acesse o Instagram e saiba mais para agendamentos: @carlanunesestetica.

‘O Agente Secreto’ é escolhido para representar o Brasil no Oscar 2026 e Alice Carvalho celebra: “viva o nordeste”

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Foto: Getty Images

A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta segunda-feira (15), o “O Agente Secreto” como o longa-metragem que vai representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2026, escolhido pela Comissão de Seleção.

Dirigido Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Wagner Moura, o elenco também conta com outros grandes talentos como Alice Carvalho, Thomás Aquino, Isabél Zuaa, Jamila Facury, Wilson Rabelo, Carlos Francisco, entre outros.

No X (antigo Twitter), Alice celebrou o resultado na corrida pelo Oscar: “Twist de pobre é macumba. Viva o nordeste e o cinema feito no dente!”, destacou a atriz.

https://twitter.com/alicecarvalho/status/1967614946445041834

Vencedor dos prêmios de Melhor Ator, para Wagner Moura, e Melhor Diretor, para Kleber Mendonça Filho, no Festival de Cannes de 2025, “O Agente Secreto” narra a história de Marcelo, um professor especializado em tecnologia que se muda para Recife durante a ditadura militar e descobre que está sendo espionado. O longa-metragem estreia nos cinemas brasileiros em 6 de novembro.

“O Agente Secreto” disputou com outras 15 produções, inscritas e habilitadas a concorrer à vaga e, na semana passada, passou para o segundo turno com outros cinco títulos: “Baby”, de Marcelo Caetano; “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal; “Manas”, de Marianna Brennand; “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro; e “Oeste Outra Vez”, de Erico Rassi.

Chef nigeriana tenta cozinhar a maior panela de arroz jollof do mundo

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Fotos: Reuters e Tobbie B

A cidade de Lagos parou para acompanhar mais um feito ambicioso de Hilda Baci. A chef nigeriana, de 28 anos, que em 2023 entrou para o Guinness World Records pela maratona culinária mais longa já registrada, reuniu milhares de pessoas para tentar cozinhar o maior prato de arroz jollof do mundo.

A receita chama atenção: 4 toneladas de arroz, 500 caixas de extrato de tomate, 600 kg de cebolas e 168 kg de carne de cabra, tudo preparado em uma panela de aço feita sob medida, com capacidade para 23 mil litros. Foram nove horas de preparo, sob o comando de Hilda e uma equipe com mais 10 chefs, que mexiam a comida com longas colheres de pau.

Na hora da pesagem oficial do prato, quando a panela gigante foi içada por um guindaste, uma das pernas de apoio cedeu e o recipiente quebrou. Segundo a equipe da chef, imagens e vídeos do evento estão sendo reunidos para envio ao Guinness World Records, que poderá oficializar a tentativa. O organização chegou a desejar boa sorte a Hilda em suas redes sociais antes do evento.

Apesar do susto, o arroz não se perdeu e o prato foi distribuído em porções individuais para a multidão que acompanhava o evento.

Em entrevista à BBC Pidgin, Hilda destacou o orgulho por levar a cultura gastronômica da Nigéria ao mundo. “Nós [nigerianos] somos os gigantes da África, e o jollof é uma comida pela qual todos os africanos conhecem.”

O arroz jollof é um símbolo da culinária da África Ocidental, preparado com arroz, molho de tomate e acompanhamentos como carnes ou frutos do mar. Hilda Baci se tornou um nome de peso na gastronomia nigeriana ao vencer uma competição nacional de jollof em 2021 e, em 2023, cozinhar sem parar por 93 horas e 11 minutos. Atualmente, o recorde de maratona culinária pertence à australiana Evette Quoibia, com 140 horas e 11 minutos.

STF é acionado para manter pretos e pardos como critério para cotas raciais após decisão sobre heteroidentificação

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Foto: Pulsar Imagens

O Idafro (Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras) protocolou uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo que a Corte reafirme o entendimento histórico de que o critério válido para acesso às cotas raciais em universidades e concursos públicos é a autoidentificação como preto ou pardo, e não a exigência de que o candidato se declare “negro”.

A iniciativa é uma resposta à recente decisão do STF (RE 1.553.243/CE), que autorizou o controle judicial sobre as bancas de heteroidentificação e estabeleceu que os candidatos devem se declarar “negros” ou “pardos”. Para o Idafro, esse entendimento representa um retrocesso, pois contraria decisões anteriores como a ADPF 186 e a ADC 41, além do Estatuto da Igualdade Racial e resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que reconhecem a cor da pele e os traços fenotípicos como parâmetros centrais para aferição.

Na petição, os advogados Dr. Hédio Silva Jr., Silvia Souza, Anivaldo dos Anjos e Maira Vida argumentam que a exigência de comprovação de origem racial foge ao propósito das cotas.

“Atribuir às Comissões de Heteroidentificação a responsabilidade de decidir sobre cor da pele e traços fenotípicos é algo concreto e viável. Já definir origem racial ou descendência genética é tarefa impossível e sem respaldo jurídico”, afirmam.

Para o jurista Hédio Silva Jr., um dos autores da ação, o pedido busca restabelecer a segurança jurídica. “O Idafro pede que o Supremo resgate sua própria jurisprudência, reafirmando que basta a autoidentificação como preto ou pardo. ‘Negro’ não é critério jurídico ou administrativo, mas uma noção ligada a origem racial, impossível de ser aferida objetivamente. Já os traços fenotípicos como cor da pele, cabelo, características faciais, oferecem parâmetros claros e objetivos para as comissões. É isso que garante segurança jurídica e respeito à dignidade dos candidatos.”

O documento também relembra o emblemático julgamento do Caso Ellwanger (2003), no qual o STF consolidou o entendimento de que “raça é uma construção social definida pela negrofobia”. Para o Idafro, isso reforça que pretos e pardos são igualmente alvos do racismo estrutural e, portanto, devem ter garantido o direito às políticas de ação afirmativa.

Tramell Tillman se torna o primeiro homem negro a vencer Emmy de Ator Coadjuvante em Série de Drama

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Foto: Frederic J. Brown/AFP

Após conquistar o público com sua atuação como Seth Milchik na série ‘Ruptura’, Tramell Tillman escreveu seu nome na história do Emmy Awards. No último domingo (14), em Los Angeles, o ator levou para casa a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama, tornando-se o primeiro homem negro a vencer na categoria em mais de 77 anos de premiação.

Emocionado ao subir ao palco, Tillman dedicou o troféu à mãe. “Minha primeira professora de atuação foi dura, gente, mas todas as grandes mães são. Mamãe, você esteve comigo quando ninguém mais estava e quando ninguém mais aparecia. Sua bondade amorosa permanece em mim, e isso aqui é para você. Obrigado à Academia. Estou pleno. Estou humilde. Estou honrado. E, como minha mãe diria: ‘olha só o que Deus faz'”, declarou.

Foto: Apple TV+

A vitória de Tillman foi sobre nomes de peso, incluindo seus colegas de elenco Zach Cherry e John Turturro, além de Walton Goggins, Jason Isaacs e Sam Rockwell (The White Lotus), e James Marsden (Paradise).

Disponível pela Apple TV+, ‘Ruptura’ acompanha os funcionários da misteriosa empresa Lumen, que se submetem a um procedimento para separar permanentemente suas memórias pessoais e profissionais. Mark S (Adam Scott) é um dos primeiros a participar, mas começa a questionar o experimento quando um colega de trabalho é demitido, desencadeando uma trama de conspirações e segredos.

Evandro Luiz da Conceição lança Minha Estranha Loucura, livro sobre o amor LGBTQIAPN+

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Foto: divulgação

Minha Estranha Loucura é o primeiro livro solo de Evandro Luiz da Conceição, jornalista, escritor e roteirista da TV Globo, conhecido por seu olhar atento à cultura periférica e à diversidade sexual. A obra mergulha no universo amoroso de homens negros, gays e periféricos do Rio de Janeiro, além de personagens trans, trazendo histórias que, até hoje, pouco aparecem na literatura brasileira contemporânea. Com graça, inteligência e empatia, Evandro expõe o erotismo e o afeto desses personagens, colocando-os no centro da narrativa e afirmando sua existência em um país marcado pelo racismo, LGBTfobia e desigualdades sociais.

A ficção de Evandro Luiz da Conceição dialoga com a tradição literária brasileira, evocando, por exemplo, o clássico naturalista Bom Crioulo, de Adolfo Caminha, que abordava a relação homoerótica entre um marujo negro e seu amante branco. Se no século XIX o tema provocava escândalo, em Minha Estranha Loucura o espanto vem da liberdade e da naturalidade com que os personagens vivem seu amor e desejo, enfrentando os desafios históricos e contemporâneos de serem homens negros, periféricos e LGBTQIA+ no Brasil.

O livro se destaca pelo realismo cru das situações, mas também pelo colorido e leveza da narrativa. Entre encontros intensos, conflitos, festas e violência policial, Evandro apresenta personagens que amam sem amarras, expressando desejo e cumplicidade, como no conto que dá nome à obra, onde Leonardo e Pedro vivem momentos de paixão e conflito em meio à vida urbana da Lapa, no Rio de Janeiro. A história não apenas envolve o leitor, mas coloca em evidência a complexidade de corpos e afetos historicamente marginalizados.

Além do universo das histórias, o editorial deve destacar o autor. Mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ, Evandro atua há seis anos como redator de entretenimento na TV Globo, participando de grandes produções e festivais culturais como The Town e Lollapalooza, e em projetos voltados para a valorização da cultura negra. Sua trajetória literária começou em oficinas da FLUP, e ele já foi coautor de livros com nomes como Conceição Evaristo e Elisa Lucinda, além de ter publicado obras voltadas para a religiosidade de matriz africana, como Yabás, Mães Rainhas. Essa diversidade de experiências transparece na forma como ele constrói personagens complexos e empoderados, que desafiam estereótipos e padrões sociais.

Minha Estranha Loucura foi lançado em noite de autógrafos na Livraria Travessa de Botafogo, no Rio de Janeiro, reunindo histórias que celebram o amor LGBTQIAPN+ e afirmam a presença de homens negros periféricos no centro da narrativa literária. Entre erotismo, afeto e resistência, o livro cumpre um papel social ao visibilizar corpos e afetos historicamente marginalizados, oferecendo ao leitor não apenas histórias envolventes, mas também uma reflexão sobre desigualdade, preconceito e a potência da vida pulsante dessas pessoas. Evandro Luiz da Conceição reafirma, com cada conto, que o amor desses personagens é legítimo, livre e pleno, em contraste com as feridas sociais ainda abertas no Brasil contemporâneo.

Manifesto do Sono: um chamado pela vida

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Foto: Reprodução/Instagram

Por: Simone Nascimento (médica, palestrante, TEDx Speaker e Top Voice LinkedIn)

Dormir não é perder tempo. Dormir é viver. É no silêncio da noite que o corpo executa a grande missão de se preparar para o dia seguinte: ele se repara, a mente se organiza e a vida se preserva.

O sono é o guardião invisível da nossa saúde física e mental. Quando ele falha, a ansiedade cresce, a depressão se intensifica, a memória falha, as ideias se embaralham. É dormindo que o cérebro arquiva lembranças, faz faxina nas sinapses e fortalece a atenção para o dia seguinte. Negar-se ao sono é abrir mão da própria clareza.

É no escuro profundo que o corpo aciona seu arsenal de defesa. A ciência mostra: noites curtas aumentam o risco de câncer, porque o sistema imunológico perde a capacidade de reconhecer e destruir células anormais. Dormir mal também acelera processos inflamatórios
que preparam o terreno para doenças crônicas.

Enquanto sonhamos, o cérebro ativa sua potente rede de limpeza: o sistema glinfático, que remove proteínas tóxicas como a proteína beta-amiloide, diretamente ligada ao Alzheimer. Cada noite bem dormida é uma barreira erguida contra a perda da memória e da identidade.

O sono também constrói o corpo. É durante o sono profundo que liberamos hormônio do crescimento (GH), essencial para a regeneração de tecidos, cicatrização e ganho de massa muscular. Noites ruins quebram esse ciclo, dificultando a recuperação física e até mesmo os resultados de quem treina.

Noite após noite, a orquestra hormonal se ajusta no compasso do sono:

● A melatonina sinaliza escuridão e protege células contra envelhecimento.
● O cortisol encontra seu ritmo natural, evitando o caos do estresse crônico.
● A leptina e a grelina, hormônios da fome e da saciedade, se equilibram — explicando por que quem dorme pouco sente mais fome, busca mais açúcar e acumula mais peso.

O sono não é luxo. É pilar da sobrevivência. Quem dorme preserva não apenas sua saúde, mas sua humanidade. É no descanso que renascemos, que consolidamos quem somos e preparamos quem queremos ser.

Dormir é um ato de resistência em uma sociedade que insiste em exaltar a exaustão. Dormir é um ato político, de autocuidado radical, de afirmação da vida.

O sono é medicina gratuita, é direito de todos, é chave da longevidade. Cuidar do sono é cuidar da mente, do corpo e da alma.

E hoje, mais do que nunca, precisamos defender esse direito com a mesma seriedade que defendemos o ar que respiramos. Que este manifesto lembre a cada um de nós: preservar o sono é preservar a vida.

Tyler Perry empolga fãs com a estreia da 2ª temporada de Beauty in Black: “Reviravoltas ainda mais emocionantes”

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Foto: Quantrell Colbert/Netflix © 2025

A parte 1 da segunda temporada de ‘Beauty in Black’ estreou na Netflix nesta semana e já está no top 10 das séries mais assistidas do momento. A primeira temporada terminou deixando os fãs sem fôlego, quando o magnata Horace Bellarie (Ricco Ross) apresentou seus filhos, Roy (Julian Horton) e Charles (Steven G. Norfleet), à sua nova esposa — e nova chefe — Kimmie (Taylor Polidore Williams).

Oficialmente como a Sra. Bellarie, ela está pronta para mostrar quem manda agora. “Os fãs estão prestes a embarcar em uma jornada alucinante com Kimmie assumindo seu novo poder como chefe da Beauty in Black e da família Bellarie. Nesta temporada, ela é uma força que ninguém espera — e não importa quantos tentem, nada pode impedi-la”, afirmou Tyler Perry, criador da série, ao Tudum.

No clipe de oito minutos divulgado antes da estreia oficial, Horace se torna o mentor improvável de Kimmie, ensinando-a os segredos de como comandar uma família poderosa. Ela não quer apenas manter seu trono, quer garantir que sua irmã Sylvie (Bailey Tippen) e sua melhor amiga Rain (Amber Reign Smith) estejam seguras diante de tantas mudanças.

E as perguntas não param: como Kimmie vai lidar com o novo papel de chefona? Como seu ex-chefe Jules (Charles Malik Whitfield) vai reagir à inversão de papéis? E onde está Angel (Xavier Smalls)?

Tyler Perry garante que os fãs podem esperar uma temporada eletrizante: “Mal posso esperar para que os fãs descubram o quão louca e imprevisível esta nova temporada é. Todos os seus personagens favoritos retornam, e as reviravoltas incríveis estão mais emocionantes e de cair o queixo do que nunca.”

A Netflix ainda não anunciou oficialmente a data de estreia da parte 2 da segunda temporada.

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