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Após Beyoncé ser acusada de ‘querer ser branca’, mãe da cantora se manifesta: “ataques racistas e sexistas”

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Fotos: Divulgação.

A mãe de Beyoncé, Tina Knowles, utilizou seu perfil no Instagram nesta tarde de terça-feira (28) para comentar sobre os ataques que a cantora vem recebendo na internet. Nas redes sociais, usuários chegaram a acusar Beyoncé de ‘querer ser branca’ após a artista aparecer com o cabelo platinado durante a estreia da turnê ‘RENAISSANCE’.

“Me deparei com isso hoje e decidi postar depois de ver toda a estupidez e ignorância, ódio e declarações racistas”, publicou Tina. “Ela [Beyoncé] faz um filme, chamado ‘RENAISSANCE’, onde o tema todo é prata com cabelos prateados, tapete prateado e vocês decidem que ela está tentando ser uma mulher branca e está clareando a pele? .. Quão triste é ver que alguns de seu próprio povo continuam a narrativa estúpida de ódio e inveja”.

Tina revelou que uma repórter branca do TMZ chegou a entrar em contato com um amigo próximo de Beyoncé, questionando a negritude da artista. “Isso fez meu sangue ferver, que essa mulher branca se sentisse tão no direito de questionar a negritude. O que é realmente mais decepcionante é que alguns negros, sim, estão nas redes sociais mentindo e fingindo. Como se você fosse tão ignorante e não entendesse que as mulheres negras usam cabelos platinados desde os dias de Etta James“.

A empresária de 69 anos classificou os ataques direcionados à Beyoncé como racistas e sexistas. “Inveja, racismo, sexismo, vocês perpetuam essas coisas. Em vez de celebrar uma irmã ou simplesmente ignorar se você não gosta dela. Estou farta de vocês. Eu sei que ela vai ficar chateada comigo por fazer isso, mas estou farta! Essa garota cuida da própria vida. Ela ajuda as pessoas sempre que pode. Ela levanta e promove mulheres negras e oprimidas em todos os momentos”, destacou.

Unicamp aprova título de Doutor Honoris Causa aos Racionais MC’s: “intelectuais públicos”

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Foto: Jef Delgado.

Nesta terça-feira (28), o Conselho Universitário (Consu) da Unicamp aprovou a outorga do título de Doutor Honoris Causa para o grupo Racionais MC’s. Os integrantes do grupo, Mano Brown, Ice Blue, Edi Rock e KL Jay, foram reconhecidos como intelectuais públicos que mantêm um diálogo significativo com o pensamento social brasileiro. A honraria destaca, além disso, a relevância de sua atuação política no enfrentamento do racismo e das violências sociais presentes no país, ressaltando a crítica social presente em sua produção.

“Esses são intelectuais públicos que somente existem em seu conjunto e, a partir dele, os quatro enunciam poéticas, projetos estéticos e projetos políticos desde 1988 a respeito do Brasil”, destacou Mário Medeiros, professor do Departamento de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCH). “Eles Dialogam e lutam com o pensamento social brasileiro, confrontam o racismo e as violências sociais que nos constituem enquanto sociedade, incitando a atitudes antirracistas e solidárias de negros e não negros, periféricos e não periféricos, visando a mudanças sociais profundas. Destarte, o título só fará sentido se concedido ao conjunto.”

O título de Doutor Honoris Causa, a distinção máxima prevista no estatuto da Unicamp, é concedido a pessoas que tenham contribuído, de maneira notável, para o progresso das ciências, das letras ou das artes e/ou que tenham beneficiado, de forma excepcional, a humanidade ou tenham prestado relevantes serviços à Universidade.

Em agosto, a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) também concedeu ao rapper Mano Brown o título de Doutor Honoris Causa.  Os títulos honoríficos, comuns em universidades, são uma forma de reconhecer contribuições acadêmicas, humanísticas e sociais que impactam a sociedade e a pesquisa em diversas áreas. Esse gesto de reconhecimento abrange professores, pesquisadores, estudantes, figuras nacionais e internacionais, além de entidades de destaque. 

Revitalização do parque Memorial Quilombo dos Palmares será realizada pelo TikTok em parceria com Anajô e Fundação Palmares

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Foto: Arquivo/Agência Alagoas

O parque Memorial Quilombo dos Palmares, localizado na Serra da Barriga (AL), passará por uma série de melhorias que serão implementadas através do programa de revitalização do TikTok em parceria com o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô e a Fundação Palmares.

O TikTok irá desenvolver um novo aplicativo da Serra da Barriga, que conterá vídeos e informações mais precisas sobre o local, com o objetivo de modernizar o acesso do público à informações. Além disso, o primeiro parque da América Latina inspirado na história afrodescendente e local de resistência do Zumbi dos Palmares por quase um século, vai receber novas placas de sinalização, totens e estrutura de áudio.

Este é o terceiro ano consecutivo em que o TikTok contribui para gerar melhorias no parque: no ano passado, foi a vez do lançamento do Ozenga 360º, um marco tecnológico na história do parque, em que a plataforma arcou com o registro 3D da história da região e de Quilombo dos Palmares e a aquisição de óculos de realidade virtual. Desde então, mais de 2 mil pessoas tiveram uma experiência imersiva no complexo.

Também neste mês, o TikTok, em parceria com o Anajô, promoveu o empreendedorismo negro, quilombola e indígenas durante o evento Vamos Subir a Serra, que aconteceu entre os dias 10 e 15 de novembro. O projeto que dá nome ao evento é reconhecido como o maior afro-cultural do Norte-Nordeste e combina geração de renda, valorização da cultura negra e preservação da história do Quilombo dos Palmares.

Com bolsas de R$ 25 mil, Beyoncé abre inscrições para o programa de incentivo a empreendedores negros e indígenas

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Foto: Julian Dakdouk.

Através da sua fundação Beygood, Beyoncé abriu nesta terça-feira (28) as inscrições para o programa de incentivo a pequenos empreendedores negros e indígenas do Brasil. A primeira rodada vai beneficiar projetos de São Paulo. As cidades de Salvador e Rio de Janeiro aparecerão em seguida, em outras rodadas, conforme anúncio oficial.

“Para celebrar pessoas e comunidades e para promover empreendedores e pequenas empresas afetadas pelas desigualdades económicas, no início deste ano Beyoncé Knowles-Carter comprometeu 1 milhão de dólares em apoio a cidades em todo o mundo. Estamos entusiasmados com a continuação do apoio às cidades do Brasil”, informou a Beygood. “A Fundação BeyGOOD tem o orgulho de anunciar o apoio aos empreendedores brasileiros por meio de Subsídios para Microempreendedores administrados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento de Fornecedores Minoritários (NMSDC)”.

O foco do programa será atender microempreenderoes (MEI) e microempresas (ME). As empresas devem estar em operação e estabelecidas há pelo menos dois anos para serem elegíveis. Os MEIs que atuam como prestadores de serviços autônomos para empresas não se qualificam para este programa de bolsas.

As inscrições vão até o dia 6 de dezembro. LINK DA INSCRIÇÃO EM INGLÊS (CLIQUE AQUI) e LINK DA INSCRIÇÃO EM PORTUGUÊS (CLIQUE AQUI).

Estudo mostra que linhagem materna do brasileiro é predominantemente africana e indígena

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Foto: Reprodução

Um estudo mostrou que a linhagem materna da população brasileira é formada geneticamente, em sua maioria, por DNA africano e indígena. Os dados, compartilhados pelo laboratório Genera, mostram que no país a linhagem paterna é majoritariamente europeia, o que pode ser justificado pelo histórico genocida que tirou a vida dos homens negros durante a colonização e pela violência sexual que foram submetidas as mulheres negras e indígenas nesse período.

Os dados do estudo, publicado pela Folha de S. Paulo, que analisou mais de 260 mil DNAs coletados para testes de ancestralidade realizados pelo laboratório, mostram que a linhagem paterna concentra mais de 80% de códigos genéticos comuns na Europa, enquanto África corresponde a 15% dos códigos, Américas e Ásia 3% e Ásia, enquanto de outros povos somam 0,4%.

A região Norte do Brasil possui 51% das linhagens maternas vindas das Américas e Ásia, seguidas 26% de África, e 18% provenientes da Europa.

Já a região Nordeste reúne o maior número de descendentes de linhagem materna africana, esse número chega a 40%, enquanto os descendentes de linhagens maternas de América e Ásia, somam 35%, e Europa, 21%.

Na região Centro-Oeste, 37% descendem de mulheres das Américas e Ásia, 31% de África e 27% da Europa.

Enquanto no Sudeste as linhagens maternas são predominantes de três regiões globais, sendo 35% da Europa, 31% de América e Ásia e 27% de África. O estudo concluiu que apenas 4% pertencem a outras linhagens mapeadas.

Na região Sul, as linhagens maternas provenientes da Europa aparecem com mais frequência, somando 55%, enquanto América e Ásia somam 26% e África 11%. Outras regiões correspondem a 7%.

Renan Barbosa Lemes, doutor em genética humana e de populações pela USP, contou que o DNA mitocondrial, de onde vem a linhagem materna, é mais diverso em razão da colonização, que trouxe, inicialmente, um grande número de homens da Europa: “Nessa cultura do estupro normalizada durante a colonização, homens europeus tinham filhos com mulheres negras vindas da África ou com as indígenas, que também eram escravizadas”, disse.

De acordo com Ricardo di Lazzaro Filho, doutor em genética e biologia evolutiva e fundador da Genera, as linhagens revelam a herança genética recebida de pais e mães biológicos. O primeiro através do cromossomo Y, recebido e transmitido por pessoas biologicamente identificadas como do sexo masculino e o segundo transmitido pelo DNA mitocondrial, que é transmitido pelas mães.

No Novembro Negro e além: não deixemos os nossos para trás

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Foto: Freepik

Sankofa. Neste Novembro Negro, convém lembrar o conceito originário dos povos Akan, da África Ocidental, que significa: “Nunca é tarde para voltar e apanhar aquilo que ficou para trás”. Em uma variação da tradução, diz-se que “não é tabu voltar atrás e buscar o que esqueceu”. O símbolo de Sankofa é um pássaro que voa para a frente com a cabeça voltada para trás ou também pela forma de duas voltas justapostas, espelhadas, lembrando um coração. Os povos Akan ocupam os territórios conhecidos hoje como Costa do Marfim, Togo e Gana, e protagonizaram uma das mais longevas rebeliões de escravizados – de novembro de 1733 a agosto de 1734.

É preciso acessar à ancestralidade dos povos africanos, da palavra Sankofa ao Mês da Consciência Negra, lembrando que não, não é tarde para voltar e buscar o que ficou para trás, o que foi esquecido; que não deixamos os nossos para trás, e que, sim, podemos promover uma recomposição de nossa pirâmide social, trabalhando por um país onde pessoas negras falam em primeira pessoa e constroem juntos – negros e brancos, pretos e indígenas, ricos e pobres – uma nova sociedade. Nada disso seria possível sem os que vieram antes. Evoco aqui ao menos dois nomes da história brasileira: Zumbi dos Palmares, grande líder do Quilombo dos Palmares no século XVII e símbolo de luta do protagonismo negro na resistência contra a escravidão; e Dandara dos Palmares, guerreira e estrategista negra, esposa de Zumbi, e também um importante símbolo de resistência.

Em memória à morte de Zumbi dos Palmares, emboscado por tropas coloniais brasileiras em 1695, o Dia Nacional da Consciência Negra, (celebrado em 20 de novembro), tornou-se há algumas décadas referência para atividades e reflexões que inspiram a luta e a resistência do povo negro. Neste Novembro Negro – e felizmente cada vez mais para além de um dia ou de um mês específico do ano – assistimos a uma crescente exposição dos desafios relacionados e a reflexão de como enfrentá-los: o racismo estrutural e institucional, a discriminação, a equidade étnico-racial, a inclusão social e as oportunidades oferecidas efetivamente para todas as pessoas.

A experiência brasileira mostrou que a ampliação do acesso de negros, quilomblas e indígenas ao sistema educacional foi insuficiente para garantir a equidade étnico-racial desejada. Se é verdade que o Brasil tem mais crianças e jovens concluindo os ensinos Fundamental e Médio do que décadas atrás, também é verdade que, ao observarmos os dados de evasão e de aprendizagem, vemos que pessoas negras, quilombolas e indígenas ainda estão bem atrás. Se é verdade que adotamos a Educação como política pública universal, também é verdade que ainda estamos distantes de promover a reparação histórica. Exemplo concreto disso é a dificuldade no cumprimento da Lei Federal 10.639/2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de “história e cultura afro-brasileira” dentro das disciplinas. Se é verdade que mudamos o currículo escolar em direção a uma maior visibilidade negra, também é verdade que em grande medida ainda desconsideramos os séculos de extermínio, apagamento dos povos originários e iniciativas recentes de equidade e inclusão.

A memória dos povos africanos, um dos alicerces sobre os quais se assentou a identidade brasileira, quanto de Zumbi, Dandara, Maria Quitéria, Luiz Gama e tantos outros que lutaram por respeito, dignidade e igualdade, inspiram e reforçam as evidências do muito que há por fazer. Como mostrou o estudo do Todos Pela Educação, o número de brasileiros pretos e pardos matriculados no Ensino Médio está uma década atrasado em relação ao número de alunos brancos. Ou, como revelou outra pesquisa do Todos, apenas metade das escolas públicas brasileiras têm projetos para combater o racismo – o menor percentual em dez anos. Isso, num país onde mais da metade da população é negra, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No documento que publicamos sobre equidade étnico-racial na Educação, dentro da iniciativa “Educação Já”, destacamos três alavancas que identificam áreas estratégicas nas quais o potencial de transformação do atual cenário se mostraria mais acentuado: acesso e representação com proporcionalidade, respeito e dignidade; pessoas indígenas, negras e quilombolas conscientes e pessoas brancas críticas; políticas educacionais para a Educação das relações étnico-raciais e fortalecimento da identidade.

Essas alavancas permitirão elevar as vozes negras, indígenas e quilombolas por meio de maior representação em posições de liderança; elevação do nível de entendimento sobre questões étnico-raciais para que as pessoas vítimas do racismo sejam conscientes de sua identidade, ancestralidade e postura combativa ao racismo estrutural – ainda existente em nosso país – e também que pessoas brancas possam exercer seu papel na transformação dessa realidade; e, por fim, promover a implementação efetiva de políticas educacionais que valorizam as identidades negras, indígenas e quilombolas, aumentando a legitimidade desses grupos sub representados dentro do sistema educacional.

Que este Novembro Negro seja um chamado à reflexão e também à ação. Voltar e apanhar aquilo que ficou para trás, esta reparação histórica, é o norte. A Educação é o meio.

Colaboração do Jackson Almeida, Analista de Diversidade, Equidade e Inclusão do Todos Pela Educação. Formado em Administração, tem especialização em Planejamento e Gestão Organizacional.

Banco do Brasil lança edital de empoderamento socioeconômico de mulheres negras e resgata projeto que homenageia Lélia Gonzalez

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Foto: Reprodução

Na última segunda-feira, 27, o Banco do Brasil lançou o edital que vai selecionar projetos de empoderamento socioeconômico para mulheres negras por meio da fundação mantida pela instituição. Ao todo, serão destinados R$ 12 milhões para ações voltadas às mulheres negras, além disso, o projeto “Racismo e Sexismo: O Olhar de Lélia Gonzalez” também foi resgatado pela fundação.

Com inscrições abertas a partir desta terça, 28 de novembro e com prazo de encerramento no dia 19 de fevereiro de 2024, serão selecionados projetos com orçamento individual entre R$ 200 mil e R$ 250 mil, inscritos por organizações sem fins lucrativos, de direito privado, constituídas no Brasil, que atuem no terceiro setor e que possuam mulheres negras no quadro diretivo.

As propostas inscritas no edital devem seguir os eixos temáticos pré-determinados: mulheres negras rurais e urbanas – empoderamento social, cultural e educacional; mulheres negras rurais – empoderamento e empreendedorismo; mulheres negras urbanas – empoderamento e empreendedorismo.

O edital nasceu a partir da assinatura do protocolo de intenções realizada pelo Banco do Brasil em parceria com o Ministério da Igualdade Racial realizada no mês de julho deste ano, que tem entre seus objetivos ampliar ações afirmativas de raça e gênero. “O objetivo desta seleção pública é ampliar a capacidade produtiva e criativa de mulheres negras empreendedoras, dentro de um propósito maior de redução de desigualdades sociais, combate ao racismo e promoção da igualdade racial”, afirmou em nota Tarciana Medeiros, presidente do banco.

Os termos de seleção passaram por uma oficina de consulta participativa, que aconteceu em outubro e foi formada por representantes da sociedade civil, movimentos sociais e de grupos e coletivos. Além disso, representantes do governo federal e de funcionárias do grupo de diversidade do banco também integraram a oficina.

“Racismo e Sexismo: O Olhar de Lélia Gonzalez”

A Fundação Banco do Brasil retomou ainda o ‘Projeto Memória’, que resgata o legado da escritora e ativista Lélia Gonzalez, que faleceu em 1994. O objetivo do edital é incentivar a reflexão e conscientizar a população sobre como funciona o racismo e o sexismo na estrutura social brasileira.

O edital vai destinar R$ 3,5 milhões para esta iniciativa. O projeto tem como ideia produzir livros e audiolivros, além de um site para apoiar atividades em escolas de capitais como Brasília, Salvador, São Luís, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Belém.

Com o objetivo de preservar a vida, o pensamento e a obra de personalidades brasileiros, além de Gonzalez, que foi a homenageada da edição de 2015, última vez em que foi realizada, também foram retomadas as obras de personalidades negras como João Cândido, Marechal Rondon e Josué de Castro.

Blue Ivy leu comentários negativos sobre sua dança na turnê ‘RENAISSANCE’, mas utilizou críticas como motivação para melhorar

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Foto: Parkwood Enterteinment.

Beyoncé tentou proteger Blue Ivy das críticas na internet, mas não conseguiu. De acordo com o The New York Times, a jovem de apenas 11 anos acabou lendo diversos comentários negativos sobre sua apresentação de dança na turnê ‘RENAISSANCE’. O desejo em se apresentar ao lado da mãe no palco partiu da própria Blue, mas era algo que Beyoncé não desejava.  

“Ela me disse que estava pronta para se apresentar e eu disse não”, relata a Queen B no novo filme que estreia mundialmente no próximo dia 1 de dezembro, mas que chega no Brasil apenas dia 21 de dezembro.

Blue acabou ensaiando com os dançarinos profissionais que já estavam se preparando para o espetáculo há meses. A pequena teve apenas 1 semana para ensaiar e apesar das dificuldades, acabou melhorando e adquirindo confiança com o tempo, dançando os sucessos ‘My Power’ e ‘Black Parade’.

Segundo o The New York Times, Beyoncé ficou “muito triste” ao descobrir que Blue acabou lendo comentários nas redes sociais que criticavam seus movimentos “sem brilho”, mas ficou emocionada com a atitude da filha, que decidiu utilizar os comentários negativos como motivação para melhorar em vez de desistir. Blue continuou a dançar com a mãe durante várias paradas da turnê pelo mundo.

O filme ‘RENAISSANCE’ também mostra que além de dançar, a menina de 11 anos também aparece em diversas cenas dos bastidores, ajudando a mãe e dando opiniões relacionadas à construção do show.

Movimento Black Money anuncia a segunda edição do Inovahack, evento que promove a inclusão financeira da população negra

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Foto: Freepik.

O Movimento Black Money, hub de inovação da comunidade negra, anunciou a segunda edição do Inovahack – um hackathon que tem como objetivo promover a inclusão financeira e econômica da população negra por meio do desenvolvimento de soluções tecnológicas e inovadoras. 

O evento será realizado de 15 a 17 de dezembro, na sede da SAP Brasil, em São Paulo e conta com a SAP Brasil, Mover e Sebrae como patrocinadores institucionais. “Desde nossa primeira edição, seguimos os pilares do futuro, tecnologia e pertencimento. Serão dias com muito impacto para os participantes com o  melhor conteúdo dos últimos tempos. Todos os participantes estarão sendo observados como um potencial talento a ser contratado por uma organização parceira ou como novo potencial de startup a ser investida, como ocorreu na última edição” diz Nina Silva, CEO do Movimento Black Money.

O Inovahack contará com 120 participantes, que irão criar e apresentar seus projetos na temática ESG (environment, social and governance), suas soluções serão avaliadas por profissionais do mercado, que escolherão as três melhores ideias. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas através deste link (CLIQUE AQUI). Os 120 participantes irão receber um programa de bolsas de estudos do Mover  que irá  proporcionar a oportunidade de aulas de inglês, com gratuidade até outubro de 2024.

As ideias com destaque receberão prêmios em dinheiro para investir em seus projetos: 1º lugar: R$10 mil reais; 2º lugar: R$7 mil reais e 3º lugar: R$3 mil reais. Na primeira edição 18 novos negócios foram criados e os 5 melhores avaliados já estão sendo acelerados em programa externo, dentre estas uma iniciativa já recebeu aporte financeiro de investidores.

Alicia Keys, Jennifer Hudson e Usher vão escrever músicas originais para o novo filme ‘A Cor Púrpura’

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A lista de celebridades no filme ‘A Cor Púrpura’ não para de crescer. Nesta segunda-feira (27) foi revelado que Alicia Keys, Jennifer Hudson e Usher lançarão músicas originais para a trilha sonora do novo longa-metragem. Além disso nomes como Mary J. Blige, Megan Thee Stallion, Coco Jones, Missy Elliot e Jorja Smith também foram anunciados com produções originais.

A trilha sonora de ‘A Cor Púrpura’ será lançada nas plataformas de streaming no dia 15 de dezembro. O longa dirigido por Blitz Bazawule é um drama musical que traz Danielle Brooks, Taraji P. Henson, Fantasia Barrino, Halle Bailey e Colman Domingo como protagonistas.

Taraji P. Henson e Halle Bailey estão entre as atrizes do elenco de ‘A Cor Púrpura’. Foto: People / Getty.

No no filme, Nettie (Halle) e Celie (Fantasia) são irmãs extremamente apegadas. Já crescidas, quis o destino que elas fossem separadas e vivessem momentos de muito sofrimento. Vítima de violência do pai e do marido, Celie era consumida pela tristeza. Até o momento em que Shug (Taraji P. Henson) aparece em sua vida, e um espírito de alegria e esperança invade seu coração. Do mesmo roteirista do musical da Broadway, de 2005, e adaptação do clássico romance de Alice Walker, filmado por Steven Spielberg e sucesso de 1985 com 11 indicações ao Oscar.

No Brasil, ‘A Cor Púrpura’ estreia em janeiro de 2024.

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