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Coletivo Liga do Dendê lança coletânea infantojuvenil ‘Contos para Erê’, em Salvador

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Foto: Divulgação

No próximo sábado, 18, o Coletivo Liga do Dendê apresentará ao público a Coletânea “Contos de Erê”, primeira coletânea infantojuvenil negra com escritores e escritoras e pesquisadores e pesquisadoras negras do Brasil. O lançamento, marcado para as 15h no MUNCAB (Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira), localizado no Centro Histórico de Salvador, promete ser um encontro enriquecedor, repleto de bate-papo, sessão de autógrafos e intervenções artísticas realizadas por autores e convidados.

Coordenada por Marcos Cajé, mestre em história da África e dos Povos Indígenas, juntamente com Cássia Valle, Paula Brito e Denise Ferreira, o projeto visa ampliar o horizonte da literatura negra, especialmente infantojuvenil, destacando a potência das narrativas provenientes da Bahia. Cássia Valle, uma das coordenadoras, compartilha que a iniciativa surge do desejo de descentralizar a literatura, demonstrando que as histórias poderosas também ecoam além do eixo Sul e Sudeste.

A coletânea, fruto de um trabalho colaborativo entre 20 autores, é descrita por Paula Brito como uma celebração da diversidade, repleta de textos, ilustrações e novas narrativas que desafiam os padrões estabelecidos pela sociedade. Com uma proposta que visa representar as crianças pretas, a obra busca não só entreter, mas também fortalecer a identidade e a autoestima das crianças ao apresentar histórias que ressoam com suas vivências e ancestralidade.

Além de oferecer uma experiência enriquecedora para o público, o lançamento da Coletânea “Contos de Erê” também tem um propósito proativo de fortalecer a literatura preta infantojuvenil na Bahia.

Aqueles interessados em adquirir o livro antecipadamente podem fazer o pedido diretamente no Instagram do Coletivo Liga do Dendê (@coletivoligadodende).

SERVIÇO

Lançamento da Coletânea Contos para Erê
Quando: 18/05/2024
Horário:15h
Local: Museu MUNCAB, localizado na R. das Vassouras, 25 – Centro Histórico, Salvador – BA.
Quanto: Entrada Gratuita
Livro disponível para ser adquirido no local custa R$43,00

Série ‘Sr. e Sra. Smith’ é renovada para segunda temporada no Prime Video

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Foto: Reprodução

A série “Sr. e Sra. Smith”, estrelada por Donald Glover e Maya Erskine, que estreou no dia 2 de fevereiro deste ano teve sua segunda temporada confirmada pelo Prime Video. De acordo com a Variety, fontes dizem que os protagonistas da primeira temporada não devem retornar para a próxima.

O Prime Video não confirmou a informação sobre o não retorno do casal protagonista. No comunicado enviado para a imprensa, apenas afirmaram que a produção está em desenvolvimento. “Temos o prazer de anunciar que uma segunda temporada de nossa inovadora série de espionagem, ‘Mr. e Sra. Smith’ está em desenvolvimento para nossos clientes globais do Prime Video”, 

Ainda de acordo com as informações publicadas pelo veículo, Donald Glover, que é co-criador e produtor executivo da série deve se manter no cargo, junto com Francesca Sloane, que volta como showrunner.

Na última segunda-feira, 13, Childish Gambino, pseudônimo musical usado por Donald Glover, lançou o álbum ‘Atavista’, disco que é uma atualização de ‘15.3.2020’, lançado por ele em 2020. Na ocasião, Gambino também lançou o clipe da faixa “Little Foot Big Foot” e anunciou que fará uma turnê mundial entre os meses de agosto de 2024 e fevereiro de 2025.

“Quem tem que sair é quem agrediu, ofendeu, traumatizou”: Dr. Hédio Silva Jr. reforça defesa no caso de racismo contra filha de Samara Felippo

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Foto: Reprodução

A defesa de Samara Felippo, no caso de racismo sofrido pela filha mais velha da atriz no Colégio Vera Cruz, em São Paulo, ganhou um novo reforço com a chegada do advogado e ex-secretário da Justiça de São Paulo, Dr. Hédio Silva Jr., que em entrevista para o Mundo Negro observou que “em casos de crime em que preto é vítima e branco é agressor, muitos juízes criminais entendem que a condenação criminal seria uma medida muito severa”, diferente do que acontece quando o negro é acusado de cometer algum crime. O jurista ainda reforçou que obrigar a vítima a conviver com as agressoras é “revitimizar a adolescente”.

O advogado conversou com a jornalista e editora-chefe do Mundo Negro, Silvia Nascimento, que questionou quantas adolescentes praticaram da agressão e quais medidas foram tomadas pela escola. “São duas agressoras. Uma delas foi afastada da escola por decisão dos pais, os quais tiveram a dignidade de pedir desculpas à Samara”, revelou. “A outra ofensora encontra-se suspensa, mas a escola se recusa a expulsá-la. Ambas têm histórico anterior de acusarem falsamente a menina da prática de furto; depois se desdisseram”, contou.

Com a chegada de Hédio Silva Jr., o caso, que já está sendo conduzido pela advogada Thaís Cremasco, a defesa deve adotar uma nova estratégia legal. “Vamos requerer instauração de processo administrativo para cassação do alvará de funcionamento e da autorização de funcionamento da escola”, afirmou. O advogado também contou que: “já foi instaurado procedimento na Vara da Infância para apurar responsabilidade das ofensoras por ato infracional. O que faremos aqui é reforçar o trabalho do Ministério Público”, disse.

A defesa também deve pedir na justiça para a escola expulsar a aluna que cometeu o ato racista. “Vamos ingressar com ação judicial para obrigar a escola expulsar a aluna. É deplorável que a escola pretenda revitimizar a adolescente, obrigando-a a conviver com suas ofensoras. A escola nunca cumpriu a lei no sentido de implementar programas pedagógicos de promoção da igualdade racial e agora recusa-se a punir uma transgressora sob o argumento de que ela deve ser “reeducada”, quando a própria escola nunca fez isso”, argumentou Silva Jr.

Questionado sobre que tipo de processo cabe no caso, o advogado ainda afirmou: “Todo caso de racismo na escola é passível de processo contra a escola; contra o Estado e também contra o ofensor”, reforçou o advogado. “No Brasil é sempre assim: em casos de crime em que preto é vítima e branco é agressor, muitos juízes criminais endentem que a condenação criminal seria uma medida muito severa, extrema; mas quando a vítima é branca e o réu é preto, são rápidos em condenar, muitas vezes sem provas, como sabemos”, lamentou Hédio Silva Jr. , que também atua como coordenador do Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (Idafro)

Ele também revelou que a equipe jurídica da atriz deve “requerer, com base no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), informações detalhadas de todos os programas e medidas que a escola adotou para implementar os conteúdos curriculares, projetos pedagógicos e atividades de valorização da diversidade e promoção da igualdade racial no ensino determinados pela Constituição Federal, tratados internacionais ratificados pelo Brasil, ECA, LDB e Estatuto da Igualdade Racial”; tudo devidamente acompanhado dos recursos financeiros aplicados, livros adotados, contratação de professores, consultores, especialistas, etc.”.

No Brasil, a Lei 10.639/03 obriga as escolas de ensino fundamental e médio a ensinarem sobre história e cultura afro-brasileira. Mas apesar da norma, sete em cada dez secretarias municipais de educação do país não fizeram nenhuma ação ou tomaram poucas providências para adotar o ensino da história e da cultura afro-brasileira nas instituições educacionais, segundo informações publicadas pela Agência Senado em 2023, quando a lei completou 20 anos de existência.

“O caso da filha de Samara não pode acabar onerando a própria vítima, obrigando-a a conviver com sua ofensora ou quiçá mudar de escola; quem tem que sair é quem agrediu, ofendeu, traumatizou”, conclui o advogado ao reforçar a necessidade de proteger a vítima. 

“Bem-vinda, Nala”, Iza escolhe o nome de sua filha inspirado na personagem que dublou no live-action de ‘O Rei Leão’

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Foto: Reprodução

Em um vídeo publicado na noite da última segunda-feira, 13, no Instagram, a cantora Iza e o jogador Yuri Lima revelaram que serão pais de uma menina, que vai se chamar Nala. No vídeo, o casal apareceu dançando na frente de balões decorados em forma de interrogação, os dois estavam dançando até que Iza estoura o balão de onde caem papéis na cor lilás. Na legenda, a cantora escreveu: “Bem-vinda, Nala”.

O nome escolhido pelo casal é o mesmo da personagem dublada por Iza no live-action de ‘O Rei Leão’, que estreou nos cinemas brasileiros em 2019. A personagem é amiga de infância de ‘Simba’ e os dois se casam quando o filho de Mufasa consegue se vingar do tio, Scar, e recupera o reino de seu pai. O nome também têm origem africana, da região dos Grandes Lagos e significa “presente” ou “dádiva”.

Em abril, Iza anunciou que estava grávida do primeiro filho e fez uma live em suas redes sociais, onde apareceu cantanto e mostrando a barriga, então com três meses de gestação. Durante uma entrevista concedida para a revista Glamour, ela afirmou estar em êxtase: “Sempre tive o sonho de ser mãe. É uma coisa que faz parte da minha vida, não sei muito bem o porquê, mas me acho extremamente maternal com a minha equipe, minha família, meus amigos”.

O 13 de maio nas escolas e o silêncio sobre o racismo

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Foto: Reprodução

Estamos aprendendo com muito sofrimento que a luta contra o racismo precisa ser realizada todos os dias, em todos os espaços  políticos em que participamos.

Vivemos momentos ruidosos com denúncias de racismo em escolas públicas e privadas, mas há a mais completa ausência de manifestação por parte dos gestores públicos estaduais e municipais na cidade de São Paulo. É um sinal preocupante de que silenciamento sobre o tema das relações raciais e étnicas e a educação.

Nos recentíssimos episódios de racismo em escolas de elite em São Paulo, há pontos positivos que merecem um registro. 

Em primeiro lugar a Escola envolvida reconheceu prontamente a existência do racismo e acolheu a estudante negra. Deu apoio, conversou com as famílias. E mesmo tendo um trabalho organizado de atuação antirracista, teve um gesto de grandeza em perceber que as situações de racismo fazem parte do cotidiano e que precisam de vigilância permanente. Não tratou da situação como um caso isolado, uma situação única e esporádica, mas que faz parte do quotidiano e precisar ser enfrentada todos os dias.

Um dos grandes entraves para a superação do racismo é o seu não reconhecimento e a abordagem cruel e enganosa de ser visto como uma brincadeira, e não como uma violência estrutural de nossa sociedade.

As instituições têm um papel importante na formulação e implementação de políticas antirracistas, garantido pela Lei 10639 de 2003, que passados mais de vinte anos há uma luta titânica para sua implementação em todos os níveis de ensino, do fundamental ao superior.

Um ato revolucionário  por parte dos governos municipais e estaduais  seria respeitar e garantir a implementação da legislação federal que existe há mais vinte anos . E principalmente dialogar com o movimento negro  durante todo o ano letivo não só no mês de novembro.

A meta dos gestores públicos  deveria ser o estabelecimento um diálogo com professores, diretores, funcionários administrativos e gestores  e principalmente com as famílias negras da cidade de São Paulo.

Neste dia 13 de maio, é fundamental que todos (brancos e negros) se posicionem contra o racismo com ações e empenho tendo a consciência de que é necessário muito mais do que discursos e palestras de letramento racial. 

Todas as políticas públicas exigem um orçamento público, que infelizmente não existem nos municípios e nos governos estaduais.  Ficamos nos perguntando quantas crianças negras sofrem racismo diariamente nas escolas públicas?  Como os secretários de Educação trabalham o 13 de maio nas escolas? Quem acolhe nossas crianças?  

Questões que vem sendo levantadas a décadas pelo movimento negro brasileiro  e está na agenda política por igualdade na sociedade brasileira.

Oprah diz que sente vergonha por ter contribuído para a cultura das ‘dietas tóxicas’: “Um dos meus maiores arrependimentos”

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Foto: Getty Images.

Oprah Winfrey se desculpou por sua contribuição para a cultura e disseminação das ‘dietas tóxicas’. Em um evento organizado por uma de suas empresas, a apresentadora bilionária contou que sente vergonha dos programas de emagrecimento irreais que ajudou a vender.

“Muitos de nós internalizamos a cultura alimentar e os padrões corporais que geraram tanta vergonha. Fomos [a empresa da artista] criticados. Sofremos. Ficamos envergonhados. Nos disseram que, a menos que atingíssemos um certo padrão de tamanho, não merecíamos ser aceitos ou mesmo amados”, disse Oprah. “Eu passava a mensagem de que morrer de fome com uma dieta líquida ajudaria a atingir um padrão, algo que nem eu, nem ninguém mais poderia sustentar e, como já disse antes, no dia seguinte, no dia seguinte mesmo, comecei a recuperar o peso”.

Foto: Roy Rochlin/Getty Images.

Winfrey relatou que agora deseja fazer melhor, de modo a não incentivar dietas que possam prejudicar a saúde das pessoas.  “Essas conversas para mim são um esforço para fazer melhor. Eu reconheço o que fiz e agora quero fazer melhor (…) E demorei até a semana passada para processar a vergonha que senti quando meus momentos públicos de dieta se tornaram uma piada nacional“, finalizou.

A apresentadora chamou atenção da mídia, ao anunciar, no início de março, sua saída do ‘Vigilantes do Peso’. Ela atuava no conselho da empresa desde 2015. Em nova entrevista para a ABC, a apresentadora explicou o motivo de sua saída. Ela relatou que desejava ‘poder falar sobre tudo o que quisesse’ sobre questões de perda de peso e que seu vínculo com a empresa acabava sendo um fator limitante.

“Decidi [deixar o conselho do Vigilantes do Peso] porque esse assunto era muito importante para mim e eu queria poder falar sobre tudo o que eu quisesse. O Vigilantes está agora no negócio de ser uma empresa de saúde do peso, que também administra medicamentos para peso. Eu não queria que gerasse nenhum tipo de conflito de interesses”, relatou Oprah.

ONU oferece programa de bolsas para pessoas negras sobre direitos humanos

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Foto: Freepik

A Organização das Nações Unidas anunciou uma nova edição do Programa de Bolsas para pessoas afrodescendentes. A oportunidade é um treinamento intensivo em direitos humanos para pessoas negras que se dedicam a promover os direitos das pessoas afrodescendentes.

O treinamento acontecerá de 11 a 29 de novembro no Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos em Genebra, na Suíça. As candidaturas podem ser apresentadas em espanhol, inglês ou francês. A data limite para candidatura é 31 de maio.

O programa de bolsas oferece às pessoas participantes a oportunidade de:

  • Aprender e expandir seus conhecimentos e compreensão do direito internacional dos direitos humanos e do sistema de direitos humanos das Nações Unidas, os marcos internacionais de combate ao racismo, discriminação racial, xenofobia e formas relacionadas de intolerância, e questões relacionadas a esses temas, com especial atenção para as pessoas afrodescendentes;
  • Fortalecer suas habilidades na elaboração de propostas de projetos, realização de apresentações e compartilhamento de informações aos mecanismos de direitos humanos;
  • Ter experiências em primeira mão com mecanismos de direitos humanos;
  • Interagir com uma ampla gama de atores no campo dos direitos humanos.

Quem pode se candidatar?

O candidato deve ser uma pessoa afrodescendente que vive na diáspora. Além disso, deve preencher os seguintes requisitos:

  • Deve ter pelo menos 4 anos de experiência profissional relacionada aos direitos das pessoas afrodescendentes.
  • Deve obter uma carta de recomendação de uma organização que trabalhe com questões relacionadas aos direitos das pessoas afrodescendentes ou minorias, confirmando sua idoneidade.
  • Deve estar disponível para participar do programa completo. Espera-se que as pessoas candidatas selecionadas participem das diversas atividades planejadas e sigam estritamente o programa.

Como se candidatar?

As inscrições devem ser feitas em inglês, francês ou espanhol. As pessoas candidatas devem enviar os seguintes documentos em um único e-mail para ohchr-africandescentfellowship@un.org:

  • Currículo
  • formulário de inscrição (CLIQUE AQUI) devidamente preenchido, assinado e digitalizado em um único documento.
  • Uma declaração pessoal/carta de motivação (máximo de 500 palavras) na qual a pessoa explica sua motivação para se candidatar ao programa de bolsas e como usará os conhecimentos adquiridos durante o programa para promover os interesses e direitos das pessoas afrodescendentes.
  • Uma carta oficial da organização que apoia sua candidatura e confirma sua idoneidade.
  • Uma cópia do passaporte.

Para mais informações e orientações, acesse o site da ONU (CLIQUE AQUI).

“O fim da escravidão é uma conquista da luta do povo negro”, afirma Anielle Franco sobre o 13 de maio

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Na manhã desta quarta-feira, 13, a Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, fez uma publicação em seu Twitter para falar sobre a assinatura da Lei Áurea, que estabeleceu o fim da escravização no Brasil. A ministra lembrou que “o fim da escravidão é uma conquista da luta do povo negro”, ao contrário.

Anielle Franco reforçou a importância de lembrar que a liberdade do povo negro é resultado da luta do próprio povo negro: “Todo ano precisamos relembrar que o dia 13 de maio é dia de enfrentamento ao racismo e promoção da igualdade. Sabemos muito bem que a liberdade do povo negro não veio com a Lei Áurea ou pelas mãos de uma princesa”.

A Lei Áurea foi assinada no dia 13 de maio de 1888 pela princesa Isabel, que era a autoridade regente no país na época. A lei estabeleceu o fim da escravização no Brasil, mas não houve qualquer planejamento para que pessoas negras tivessem direito a terra, a educação, saúde ou alimentação para que pudessem começar suas vidas de forma independente.

“O fim da escravidão é uma conquista da luta do povo negro que se dá até hoje, numa reivindicação contínua por cidadania e humanidade das pessoas negras no Brasil”, afirmou a ministra.

Ela ainda pontuou que “há muito a conquistar para que toda a população possa viver uma liberdade verdadeira, com dignidade e justiça”.

Após sucesso em ‘Vai Na Fé’, Samuel de Assis é confirmado na próxima novela das nove da Globo

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Foto: Jordan Vilas.

Samuel de Assis vai continuar brilhando na TV Globo. O artista, que conquistou o Brasil interpretando o personagem Ben em ‘Vai Na Fé’, foi confirmado na próxima novela das nove da Globo. Ele foi confirmado no elenco de ‘Mania de Você’, trama que substituirá o remake de ‘Renascer’ no segundo semestre.

De acordo com a Folha de São Paulo, o convite para participar da nova novela foi feito pelo próprio autor da trama, João Emmanuel Carneiro. Nos últimos anos, Samuel ganhou destaque em várias séries, como ‘3%’ (2017), ‘As Five’ e ‘Rensga Hits!’. No entanto, foi seu papel como Ben que o tornou popular em todo o país.

Atualmente, Samuel está trabalhando no monólogo de teatro ‘E Vocês, Quem São?’. A produção tem dramaturgia de Jonathan Raymundo e propõe uma releitura da história brasileira mergulhando nas profundezas da realidade brutal e violenta enfrentada pelas pessoas pretas.

Partindo de questionamentos cruciais sobre raça, gênero, classe e outros temas fundamentais, E Vocês, Quem São? levanta questões como ‘O que é lugar de fala?’ e ‘Quem detém o direito de construir a narrativa verdadeira sobre a realidade?’, além de abordar o valor da vida em uma sociedade marcada pelo racismo. Definido pelo próprio Assis como um texto forte, reflexivo e agressivo, a peça nasceu de um desabafo sincero.

Anitta revela que perdeu 100 mil seguidores após divulgar novo clipe em que mostra sua religião

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Foto: Reprodução/Instagram

A cantora Anitta contou em suas redes sociais ter perdido 100 mil seguidores depois de ter divulgado na manhã desta segunda-feira, 13, o lançamento de seu novo clipe, intitulado ‘Aceita’, que fala sobre sua religião, o candomblé.

Em uma publicação nos stories do Instagram, ela afirmou que escolheu “qualidade e não quantidade”: “Perdi 100 mil seguidores depois de anunciar o clipe que vou mostrar minha religião”, declarou a artista. “Laroyê Exu tirando dos meus caminhos tudo o que já não me serve mais. Nessa minha nova fase escolhi qualidade e não quantidade.”

O videoclipe, programado para ser lançado na quarta-feira, 15, promete ser uma homenagem ao candomblé, religião que Anitta faz parte. Nas redes sociais, a cantora compartilhou as primeiras imagens do trabalho, acompanhadas de uma reverência ao orixá Logun Edé, figura central no enredo da escola de samba Unidos da Tijuca para o carnaval de 2025.

Um trecho do texto, que faz menção ao Orixá da cantora e que foi compartilhado pela artista, diz: “Iorubá. Orixá. Eu sou Logun Edé, o grande príncipe herdeiro da raça dos meus pais!”, expressou a cantora em sua postagem. “Estou presente em todos aqueles que me reconhecem como o ‘filho santo que os velhos respeitam’, como dizia Madre Menininha do Gantois.”

Nos comentários da publicação, Anitta recebeu mensagens de apoio de personalidades como o humorista Paulo Gustavo, que escreveu: “EU TE AMO EKEDE LARISSA DE LOGUN EDÉ! Logun ô akofá!”. Já a rapper Preta Rara pontuou: “É isso aí Ekede Larissa de Logun Edé.
É importante combater a intolerância religiosa e desmistificar nossa fé. Axé”.

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