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Equipe de Ludmilla afirma que não convidou Blogueirinha para realizar programa no Numanice e esclarece a situação

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Fotos: Divulgação

Em meio às polêmicas sobre a Ludmilla explicar, recentemente, o motivo de não participar do programa “De Frente com Blogueirinha“, o humorista Bruno Matos se desculpou pelos comentários feitos em 2019, e revelou que chegou a receber um convite para realizar o programa diretamente do “Numanice“, mas também preferiu recusar. No entanto, a assessoria de comunicação da cantora se pronunciou, explicando que Ludmilla e sua equipe não fizeram esse convite. 

“Informamos que, em setembro, uma marca propôs à equipe de Ludmilla uma ação publicitária envolvendo o programa ‘De Frente com Blogueirinha’ e o Numanice. Essa sugestão foi intermediada pela agência que cuidava de assuntos publicitários da artista e foi prontamente declinada. A decisão foi tomada com base em pontos já esclarecidos por Ludmilla durante entrevista ao jornalista Léo Dias”, explica a nota divulgada no Instagram da Melina Tavares Comunicação, na tarde desta terça-feira (15).

“Reiteramos que o convite ou qualquer sugestão de participação nunca partiram de Ludmilla ou de sua equipe e que a recusa foi feita de forma transparente e respeitosa”, continua. “A artista continuará usando sua voz para expor questões sensíveis e levantar discussões importantes sobre o combate ao racismo”, finaliza a nota.

Anteriormente, nas redes sociais, Bruno Matos havia explicado a possível recusa do convite. “Ela não queria ir no ‘De Frente’, mas tinha sugerido fazer no ‘Numanice’. Eu também não quis, porque queria resolver as coisas de outra forma”, disse.

Entenda o que aconteceu

O humorista Bruno Matos, intérprete da personagem Blogueirinha, usou suas redes sociais para se desculpar publicamente com Ludmilla nesta segunda-feira, 14, relembrando o desentendimento ocorrido após o Prêmio Multishow de 2019. Na ocasião, a cantora foi vaiada ao subir no palco para receber um troféu, o que gerou uma série de piadas por parte de Blogueirinha.

Ludmilla, em recente entrevista ao jornalista Leo Dias, revelou que o episódio a incomodou profundamente e foi um dos motivos para recusar o convite para participar do programa “De Frente com Blogueirinha”, em agosto deste ano.

“Eu fui subir no palco, feliz da vida, pra pegar o prêmio e daí eu comecei a ser vaiada e atacada, tipo, um monte de gente me chamando de macaca, com palavras racistas horríveis”, afirmou Lud que também relembrou o momento em que viu o vídeo de Blogueirinha que brincou com o momento afirmando que Lud deveria agradecer as vaias: “É um personagem? É. Mas a brincadeira só tá legal quando tem duas pessoas rindo. Quando tem uma pessoa só, não é uma brincadeira”, afirmou sobre não ir ao programa da personagem.

Geógrafa norte-americana, Ruth Gilmore, discute abolicionismo penal e capitalismo racial na Unicamp

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Foto: Stephan Röhl/Wikipedia/Divulgação
Foto: Stephan Röhl/Wikipedia/Divulgação

Nesta terça-feira, 15 de outubro, a partir das 18h30, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) recebe a geógrafa norte-americana Ruth Wilson Gilmore para o painel “Do capitalismo racial à geografia da Abolição”, um dos destaques da Semana da Geografia 2024. Gilmore, reconhecida internacionalmente por sua atuação como abolicionista penal, é também professora de Geografia em Ciências da Terra e do Ambiente na City University of New York.

Durante o evento, ela discutirá a relação entre o sistema prisional, o capitalismo e as desigualdades raciais. Além disso, Gilmore lançará e autografará seu mais recente livro, “Califórnia Gulag: prisões, crise do capitalismo e abolicionismo penal“, no qual explora o caso George Floyd e os fundamentos do abolicionismo nos EUA.

Com uma trajetória consolidada de pesquisa e militância no abolicionismo penal, especialmente voltada para a população negra, Gilmore promete trazer reflexões profundas durante sua apresentação. A geógrafa pretende traçar paralelos entre o passado e o presente, destacando que a abolição da escravidão nos Estados Unidos foi um processo inacabado. Essa análise crítica torna ainda mais relevante a discussão sobre as estruturas de opressão que permanecem até hoje, algo que certamente instigará debates intensos entre os presentes.

Além do painel, o público terá a chance de se aproximar ainda mais do trabalho de Gilmore com o lançamento de seu novo livro, “Califórnia Gulag”, que é um dos destaques da Semana da Geografia. A obra aborda a crise prisional nos Estados Unidos a partir de uma perspectiva abolicionista, e tem como foco as interseções entre racismo, capitalismo e justiça social. O evento terá tradução simultânea e será transmitido ao vivo pelo YouTube, possibilitando que um público mais amplo possa acompanhar.

A vinda de Gilmore ao Brasil faz parte de uma agenda de diálogos com movimentos sociais e acadêmicos, nos quais ela busca fortalecer as discussões sobre justiça racial e social. Recentemente, a geógrafa também esteve presente em eventos no Rio de Janeiro e no Maranhão. A transmissão ao vivo pelo YouTube e a tradução simultânea são uma oportunidade para que ainda mais pessoas possam participar dessas discussões essenciais.

Valorização do professor brasileiro é fundamental para garantir educação de qualidade e construir um futuro mais justo e igualitário

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O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu como meta a equiparação salarial dos professores com outros profissionais de nível superior até 2024. No entanto, os dados mais recentes do Inep mostram que o Brasil está longe de alcançar esse objetivo. Infelizmente, o cenário da educação no país não é digno de muitas comemorações, apesar de ter metas e estratégias estabelecidas para melhorar as condições de trabalho do docente, o que vimos na última década foi a desvalorização, precarização e desmoralização do professor.

Segundo a Folha de SP, nos últimos dez anos, o Brasil viveu uma inversão na forma de contratação dos professores. Os contratos temporários, que deveriam ser exceção, já são maioria em muitas redes públicas de ensino do país.

Um relatório do Inep mostra que o percentual de professores temporários nas redes estaduais saltou de 31,6%, em 2014, para 52% em 2023. Nas redes municipais, passou de 26,6% para 34,2%, no mesmo intervalo.

O aumento ocorreu no período em que o Brasil estabeleceu em lei que essa proporção deveria cair, sendo limitada a no máximo 10% dos docentes que atuam na educação básica.

A meta foi incluída no PNE, como uma das estratégias para melhorar o ensino, por haver um consenso de que esse tipo de contratação faz com que os professores atuem em condições mais precárias, o que, consequentemente, reflete no desempenho dos estudantes.

Como resultado, percebemos dados alarmantes, a carreira de docente sofre um envelhecimento. Entre 2009 e 2021, o número de professores em início de carreira, com até 24 anos de idade, caiu de 116 mil para 67 mil, uma retração de 42,4%. Ao mesmo tempo, o percentual de docentes do ensino básico com 50 anos ou mais cresceu 109% no período.

A projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é que, em 2040, o Brasil tenha cerca de 40 milhões de jovens nessa faixa etária. Para manter a proporção atual de professores e alunos, seria necessário ter 1,97 milhão de docentes. No entanto, o estudo projeta, a partir das taxas observadas até 2021, que o país chegue a esse momento com apenas 1,74 milhão de professores.

E os professores negros, onde estão neste cenário?

A situação dos professores negros no Brasil é marcada por desigualdades históricas e estruturais que se refletem em diversas áreas da educação. Embora a população negra represente uma grande parcela dos brasileiros, sua presença nas salas de aula, especialmente nas universidades, é desproporcionalmente baixa.

A contribuição dos professores negros para a educação brasileira muitas vezes é invisibilizada e subestimada, as instituições de ensino, em muitos casos, perpetuam práticas racistas que dificultam a ascensão profissional de professores negros.

Como sociedade, precisamos ter em mente que a falta de professores negros nas salas de aula limita a possibilidade de estudantes negros se identificarem com seus professores e terem modelos a seguir, além de dificultar o debate sobre questões raciais nas escolas, limitando a formação de cidadãos mais conscientes e críticos.

E acima de tudo, é preciso investir na formação de professores para que eles sejam capazes de lidar com a diversidade cultural e racial em sala de aula. O Ministério da Educação (MEC) instituiu a Política Nacional de Equidade, Educação para as relações Étnicos-Raciais e Educação Escolar para Quilombola (Pneerq), é necessário que ela seja reverberada e respeitada para que as marcas do racismo não estejam presentes na trajetória de ensino-aprendizagem.

Kamala Harris anuncia plano para fortalecer oportunidades para homens negros nos EUA

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Foto: Reprodução/Instagram

A vice-presidente e atual candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, Kamala Harris, apresentou, na última segunda-feira, 16, um plano destinado a ampliar as oportunidades econômicas e sociais para homens negros. De acordo com a agência internacional de notícias, APNews, a iniciativa tem como objetivo fortalecer o apoio de um eleitorado crucial para os democratas às vésperas das eleições, em meio a temores de apatia entre parte desse grupo.

Entre as medidas anunciadas pela candidata, destacam-se a oferta de 1 milhão de empréstimos perdoáveis ​​de até US$ 20 mil para empreendedores negros, a criação de novos programas de aprendizagem e a pesquisa de doenças que afetam desproporcionalmente homens afro-americanos, como a anemia falciforme e outras doenças que atingem em maior número a comunidade negra. O plano também contempla incentivos para a formação de professores negros do sexo masculino. A candidata também se comprometeu a ‘Legalizar a maconha em nível federal para quebrar barreiras legais injustas que impedem os homens negros e outros americanos’ para promover oportunidades aos homens negros na indústria de cannabis, à medida que ela se formaliza nos Estados Unidos.

A campanha de Harris também tem investido em encontros voltados a homens afro-americanos, com a realização de eventos sociais e esportivos, como os “Black Men Huddle Up”, em estados decisivos. Essa estratégia busca aumentar o engajamento de eleitores masculinos negros, considerados fundamentais para o sucesso democrata nas eleições. Cedric Richmond, ex-congressista e copresidente da campanha de Harris, enfatizou a importância de construir uma economia em que homens negros possam prosperar.

Pesquisas recentes mostram que a maioria dos eleitores negros mantém uma visão favorável de Harris, em comparação a Trump, em temas como economia, saúde, imigração e questões internacionais.

Durante sua passagem por Erie, na Pensilvânia, Harris detalhou a chamada “agenda de oportunidades para homens negros”, que visa fortalecer a base afro-americana nas urnas. A vice-presidente visitou uma pequena empresa local, o LegendErie Records and Coffee House, de propriedade de um casal de empreendedores negros, Ishmael e Allana Trainor. Mais tarde, Harris fez críticas ao ex-presidente Donald Trump em um comício na cidade, especialmente por suas recentes declarações sobre o uso de tropas militares em caso de distúrbios no dia das eleições.

Idafro notifica Presidência por falta de atualização sobre revogação da Lei Afonso Arinos no site oficial do Governo

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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-brasileiras (Idafro) enviou uma notificação extrajudicial à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, cobrando a atualização do site oficial do Planalto para incluir a informação de que a Lei Afonso Arinos (Lei nº 1.390/51) foi revogada há 36 anos. Segundo o Idafro, a manutenção de informações desatualizadas sobre a legislação racial pode induzir operadores do direito e o público em geral ao erro.

De acordo com a notificação, assinada pelo advogado Hédio Silva Jr., coordenador executivo do Idafro e ex-secretário da Justiça de São Paulo, e também pelos advogados Ana Luiza Nazário e Anivaldo dos Anjos Filho, a Lei Afonso Arinos, que tipificava a discriminação racial como uma contravenção penal de baixa gravidade, foi substituída pela Constituição de 1988, que passou a classificar o racismo como crime inafiançável e imprescritível. Além disso, a Lei 7.716/89, conhecida como Lei Caó, que classificou a prática de racismo como crime inafiançável e imprescritível, também revogou formalmente a antiga legislação.

“Apesar disso, 36 anos depois da adoção da Constituição de 1888, o site do Palácio do Planalto continua não informando que a Lei Afonso Arinos já foi revogada há quase 40 anos. O que não acontece com qualquer outra lei. Sempre quando uma lei é revogada, o site do Planalto informa isso imediatamente. Se procurar, por exemplo, o Código Civil de 1916, foi revogado pelo Código de 2002. Consta lá a revogação. Então, como o site da Presidência da República desfruta de grande prestígio, reputação, confiabilidade entre os operadores do direito, a permanência dessa informação equívoca induz a erro. Ela desinforma e deseduca”, explicou o advogado em entrevista para o site Mundo Negro.

A Lei Afonso Arinos foi aprovada pelo Congresso Brasileiro no dia 3 de julho de 1951 e tornava a discriminação racial e a discriminação por raça ou cor crime de contravenção penal, considerado de baixa gravidade como mencionado anteriormente. A lei foi proposta pelo Deputado Federal da UDN mineira Afonso Arinos, em julho de 1950, depois que seu motorista particular foi proibido de entrar em uma Confeitaria no Rio de Janeiro acompanhando a mulher e os filhos por conta de uma proibição imposta pelo proprietário.

A Resolução CNJ nº 253, citada na notificação, ressalta que o Poder Judiciário brasileiro historicamente tende a subestimar a violência do racismo, o que reforça a importância de um tratamento adequado e atualizado do tema nas comunicações oficiais.

Blogueirinha conta sua versão de polêmica com Ludmilla e se retrata: “Minha intenção nunca foi atacá-la”

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Foto: Reprodução

O humorista Bruno Matos, intérprete da personagem Blogueirinha, usou suas redes sociais para se desculpar publicamente com Ludmilla nesta segunda-feira, 14, relembrando o desentendimento ocorrido após o Prêmio Multishow de 2019. Na ocasião, a cantora foi vaiada ao subir no palco para receber um troféu, o que gerou uma série de piadas por parte de Blogueirinha.

Ludmilla, em recente entrevista ao jornalista Leo Dias, revelou que o episódio a incomodou profundamente e foi um dos motivos para recusar o convite para participar do programa “De Frente com Blogueirinha”, em agosto deste ano: “Eu fui subir no palco, feliz da vida, pra pegar o prêmio e daí eu comecei a ser vaiada e atacada, tipo, um monte de gente me chamando de macaca, com palavras racistas horríveis”, afirmou Lud que também relembrou o momento em que viu o vídeo de Blogueirinha que brincou com o momento afirmando que Lud deveria agradecer as vaias: “É um personagem? É. Mas a brincadeira só tá legal quando tem duas pessoas rindo. Quando tem uma pessoa só, não é uma brincadeira”, afirmou sobre não ir ao programa da personagem.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Bruno Matos admitiu que o tom de sua brincadeira foi inadequado. “O tom da piada foi péssimo. Eu era mais novo e realmente não sabia que as vaias tinham o peso de um ataque pessoal à Ludmilla”, afirmou. Ele ainda explicou que, na época, acreditava que se tratava de uma disputa entre fãs de cantoras pop, como Ludmilla e Anitta, e por isso não se deu conta da gravidade do momento. “Achei que era só uma grande brincadeira, algo que todo mundo entendia”, confessou.

Ao se desculpar, Blogueirinha reforçou que não tinha a intenção de ofender Ludmilla. “Eu super me arrependo, porque era muito infantil e achava que podia fazer piada sem entender o que realmente estava acontecendo. Lud, peço desculpa de coração, porque não queria que você se sentisse mal”, disse o humorista, visivelmente arrependido.

Ele também comentou sobre o convite para realizar o programa diretamente do “Numanice”, evento promovido por Ludmilla, mas destacou que preferiu recusar. “Ela não queria ir no ‘De Frente’, mas tinha sugerido fazer no ‘Numanice’. Eu também não quis, porque queria resolver as coisas de outra forma”, explicou.

Ele ainda afirmou: “Me dói muito pensar que ela ficou chateada. Espero que, de alguma forma, ela entenda que minha intenção nunca foi atacá-la”, concluiu.

Afreektech capacita profissionais negros com curso de vendas B2B liderado por C-level da SAP

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Foto: Divulgação
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Há pouco mais de um mês de seu lançamento, a plataforma Afreektech, iniciativa do Movimento Black Money em parceria com o Mover, já contabiliza mais de 4 mil inscritos em seus cursos gratuitos voltados para o setor de tecnologia. Com um total de 20 mil vagas oferecidas, a plataforma tem como objetivo capacitar profissionais negros para atuarem em áreas de alta demanda no mercado, como marketing digital com inteligência artificial, ciência de dados e vendas B2B.

O curso de vendas B2B, sigla para Business to Business, uma das áreas mais rentáveis e com alta demanda no mercado de tecnologia, é um dos lançamentos mais recentes do Afreektech e prepara os participantes para negociações entre empresas, um segmento estratégico e em expansão no cenário corporativo. As aulas são ministradas por Denis Tassitano, Chief Revenue Officer (CRO) da SAP para a América Latina, um dos maiores especialistas na área. “Se você gosta de dinheiro, tem que trabalhar com vendas”, explica Denis Tassitano.

Além dos cursos, os participantes têm acesso a certificações reconhecidas por grandes empresas, suporte personalizado com a assistente virtual Nina Verso, que utiliza inteligência artificial, e ao Banco de Talentos do Mover, que conecta os formados a vagas de trabalho. A iniciativa também oferece bolsas de estudo em inglês exclusivas para pessoas pretas e a possibilidade de participar do Inovahack MBM Salvador, ampliando as qualificações dos profissionais.

Para realizar a inscrição, os interessados devem acessar a plataforma Afreektech, preencher o formulário online disponível no site e escolher o curso de interesse. As vagas são limitadas e, conforme a alta procura, o preenchimento é por ordem de chegada. Com o crescimento das inscrições e a diversidade de capacitações oferecidas, o Afreektech busca contribuir para a inclusão de profissionais negros no mercado de tecnologia, um setor que continua em expansão.

Instituto C&A abre inscrições para terceira edição do Prêmio Fashion Futures e destaca projetos para uma moda mais sustentável

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Uma das principais premiações do setor de moda sustentável do país, o Prêmio Fashion Futures chega a sua terceira edição e está com inscrições abertas para projetos e marcas que estão ajudando a moldar um futuro mais justo, diverso e regenerativo para a moda. Promovido pelo Instituto C&A, pilar social da C&A no Brasil, o prêmio recebe inscrições até o dia 18 de outubro.

Nesta edição, o Prêmio Fashion Futures contempla quatro categorias abertas para projetos e marcas, além de duas categorias definidas por uma banca de especialistas. Entre as categorias disponíveis para inscrição estão: “Projetos Sociais na Moda”, que reconhecerá organizações que promovem impacto social e ambiental, “Inovações e Novos Materiais”, destinada a soluções tecnológicas e sustentáveis para o setor, “Circularidade e Marcas com Produção Sustentável” e “Diversidade e Redução de Desigualdades”, focada em empresas que promovem inclusão e equidade.

Além do reconhecimento simbólico, os vencedores de cada uma dessas categorias receberão prêmios em dinheiro que variam de R$ 10 mil a R$ 50 mil, oferecendo um incentivo financeiro para o desenvolvimento contínuo de suas ações.

A premiação de 2024 também trará uma novidade: a escolha das 50 Personalidades Fashion Futuristas do Ano, que destacará influenciadores, jornalistas, ativistas e outros profissionais de renome no ecossistema da moda, reconhecidos por suas contribuições na construção de uma moda mais sustentável e socialmente responsável.

“Nosso objetivo com o Fashion Futures é destacar aqueles que estão na vanguarda da transformação da moda. Esta edição é um chamado para que o setor se comprometa ainda mais com práticas que promovam impacto positivo, tanto social quanto ambiental. Acreditamos que, juntos, podemos impulsionar mudanças significativas para o futuro da moda”, afirma Gustavo Narciso, gerente executivo do Instituto C&A.

A banca de avaliação do prêmio será composta por especialistas de destaque no universo da moda e sustentabilidade, incluindo nomes como Alê Farah, jornalista especializada em moda e sustentabilidade, e Daniela Falcão, fundadora da plataforma Nordestesse. A curadoria também conta com Patrícia Carta, editora-chefe da Harper’s Bazaar, e Kamila Merle, gestora nacional de moda no Sebrae.
Inscrições e mais informações podem ser obtidas no site oficial do Instituto C&A: https://institutocea.org.br/fashionfutures.

Toni Vaz, ativista e fundadora do NAACP Image Awards, principal premiação do entretenimento negro dos EUA, morre aos 101 anos

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Foto: Reprodução/X

Toni Vaz, atriz, dublê e ativista que criou o NAACP Image Awards, faleceu no dia 4 de outubro aos 101 anos, na Califórnia, nos Estados Unidos. Vaz, que teve uma carreira marcante em Hollywood, foi conhecida por sua dedicação em promover a diversidade na indústria cinematográfica e seu pioneirismo como dublê, abrindo caminho para outras mulheres.

Nascida em uma família de imigrantes de Barbados, Toni Vaz cresceu em Nova York. Embora sua mãe não permitisse que ela assistisse a filmes quando criança, ao atingir a maioridade, a atriz se mudou para Hollywood, onde começou sua carreira como figurante no filme ‘Tarzan, o Homem Macaco‘, lançado em 1959. Primeira mulher negra a trabalhar como dublê na indústria do cinema, em Hollywood, Toni Vaz substituiu a atriz Cicely Tyson nas cenas de ação da série ‘Missão: Impossível‘, fazendo cenas onde teve que ficar pendurada em helicópteros e teve a oportunidade de viajar pelo mundo.

Com uma visão de ampliar as oportunidades para artistas negros, a atriz e dublê fundou o NAACP Image Awards em 1967, para homenagear e destacar talentos negros na indústria do entretenimento. A cerimônia inaugural aconteceu no International Ballroom do Beverly Hills Hotel e, desde então, a premiação se tornou um dos mais prestigiados reconhecimentos para artistas e profissionais negros nos EUA.

Toni Vaz viveu seus últimos anos no Motion Picture & Television Fund (MPTF) em Woodland Hills, onde esteve ativa, participando de produções do MPTF Studios. Sua trajetória foi celebrada em 2020 durante o evento Reel Stories, Real Lives, quando a atriz Angela Bassett narrou sua história. Recentemente, Vaz foi aprovada para receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, em 2025.

Beyoncé estaria em negociação para show na Praia de Copacabana em 2025, diz colunista

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Foto: Reprodução/Instagram

A cantora Beyoncé é a favorita para realizar um show na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em 2025, segundas informações publicadas pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.

De acordo com o colunista: “Apesar de Eduardo Paes ter dito na campanha que gostaria de trazer a banda U2 para o show da Praia de Copacabana em 2025, um outro nome desponta como favorito. As negociações estão caminhando para a vinda da estrela pop 
Beyoncé”, reforçou o colunista.

No início de outubro, o prefeito da capital carioca, Eduardo Paes, anunciou a intenção de organizar um show gratuito na Praia de Copacabana em 2025, uma iniciativa que faria parte de seu projeto de criar o “Celebration May”, evento anual que traria uma grande atração internacional para a cidade sempre no primeiro sábado de maio, inspirado pelo show da Madonna, que rendeu uma movimentação de R$ 293,4 milhões. “Tem um monte de gente pedindo Beyoncé, pedindo o show do Michael Jackson que está em Las Vegas com um holograma, tem todo tipo de pedido, pressão forte. Mas quero apenas manifestar que o meu lobby vai ser pelo U2”, afirmou Paes nas redes sociais.

Em maio de 2024, Madonna reuniu cerca de 1,6 milhão de pessoas em um espetáculo que gerou impacto econômico expressivo no comércio e no turismo local, com movimentação de R$ 293,4 milhões, segundo dados da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Econômico (SMDUE).

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