Artista Tyla grava clipe no Vidigal, no Rio de Janeiro. Foto: Divulgação
Na noite de ontem (25), a cantora sul-africana Tyla esteve no Vidigal, no Rio de Janeiro, para gravar seu novo videoclipe. A filmagem ocorreu nas proximidades da Rua 3, uma área central da comunidade. O evento atraiu moradores locais e fãs, que acompanharam de perto a produção e, em alguns casos, participaram das gravações.
Antes das filmagens, Tyla, hospedada no Hotel Sheraton, aproveitou a tarde na praia em frente ao hotel. O passeio foi registrado por pessoas presentes no local e chamou a atenção de admiradores da artista. Vale lembrar que Tyla também foi uma das apresentadoras no Palco Sunset do Rock in Rio 40 anos.
Em fevereiro deste ano, Tyla fez história ao se tornar a primeira vencedora do Grammy de Melhor Performance de Música Africana, uma categoria recém-criada na premiação. Sua vitória foi impulsionada pelo sucesso avassalador de sua canção “Water”, que não só dominou as paradas musicais, mas também gerou um fenômeno de dança nas redes sociais, especialmente no TikTok, logo após seu lançamento em 2023. Essa conquista não apenas representa um marco na carreira de Tyla, mas também a estabelece como uma referência internacional, simbolizando a crescente influência da música africana no cenário global.
Artista Tyla grava clipe no Vidigal, no Rio de Janeiro.Foto: Instagram/Divulgação
A posse da nova ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, está marcada para esta sexta-feira, 27, às 11h, no Palácio do Planalto. A cerimônia contará com a leitura de um poema da escritora Conceição Evaristo, uma das maiores vozes da literatura negra brasileira e prima da ministra, de acordo com informações publicadas pela CNN.
Macaé, deputada estadual por Minas Gerais e nome respeitado nas áreas de educação e direitos humanos, foi escolhida para o cargo após a demissão de Silvio Almeida, seu antecessor, que deixou o posto em meio a denúncias de assédio sexual..
A cerimônia terá um momento especial com a leitura de um poema de Conceição Evaristo, prima de Macaé e importante escritora no cenário literário brasileiro. Conceição, que ocupa a cadeira de número 40 da Academia Mineira de Letras, destacou em redes sociais o orgulho pela trajetória da nova ministra. “Eu vi a Macaé nascer”, escreveu a autora em dezembro do ano passado.
Além de Conceição, a posse deve contar com a presença de outros membros da família de Macaé, incluindo sua mãe, Maria Antônia, que virá de São Gonçalo do Pará (MG).
Nos dias 12 e 13 de outubro, o Memorial da América Latina, localizado na Barra Funda, será o palco da 12ª edição do Festival do Clube de Criação. Com uma programação diversificada que inclui palestras, mesas de debate e shows, o evento é uma das principais celebrações da criatividade e inovação no Brasil.
A edição anterior do festival atraiu mais de 6 mil visitantes e contou com a participação de mais de 210 convidados, incluindo destacados profissionais do mercado publicitário e personalidades de diversas áreas da economia criativa. Este ano, a curadoria ficará a cargo da jornalista Laís Prado, que promete um lineup repleto de nomes influentes e discussões relevantes.
Entre os palestrantes confirmados, destacam-se o criador do Cultne, Dom Filó, o estilista Sioduhi, o ator Jonathan Azevedo, o físico Marcelo Gleiser e a apresentadora Eliana, além de figuras proeminentes como a rapper Duquesa e o diretor José Padilha. O festival abordará temas atuais, como a emergência climática, os estereótipos dos corpos femininos e o impacto da tecnologia na sociedade, refletindo a diversidade de vozes e experiências presentes na programação.
Um dos destaques será a palestra de Marcelo Gleiser, intitulada “Ciência, valorização do planeta Terra e o entendimento de que a vida é algo extremamente raro”. Além disso, a mesa “A economia criativa a partir da lente de pessoas pretas” contará com a participação de líderes influentes e será mediada por Robson Rodriguez, da Influência Negra.
O Festival também se compromete com a sustentabilidade, ao compensar sua emissão de carbono e receber o selo Natureza Positiva, um reconhecimento da Pachamama. Em um espaço dedicado ao reconhecimento das melhores práticas do setor, duas cerimônias de premiação destacarão as conquistas nas categorias Técnicas e de Criação, além de homenagear os destaques do Hall da Fama.
Serviço:
Data: 12 e 13 de outubro de 2024 Local: Memorial da América Latina, Avenida Mário de Andrade, 664, Barra Funda, São Paulo (SP) Acesso: Fácil acesso pelo metrô e rodoviária (Barra Funda), estacionamento disponível no local.
A atriz Dhu Moraes, conhecida por suas contribuições marcantes à televisão brasileira, volta às telas em um novo papel. Desta vez, ela dá vida à versão idosa da personagem Milena, na série Turma da Mônica — Origens, que estreia no Globoplay no dia 24 de outubro. A produção marca a primeira vez que os personagens da Turma da Mônica aparecem como adultos na TV.
Na trama, os cinco amigos — Magali, Cebolinha, Mônica, Milena e Cascão — se reúnem para ajudar Dona Mônica, que nesta fase será interpretada por Louise Cardoso a recuperar suas memórias de infância e lembrar como todos se conheceram. Dhu Moraes compõe o elenco ao lado de nomes como Malu Valle, Daniel Dantas, e Paulo Betti, que também interpretam as versões adultas dos personagens icônicos.
Com direção-geral de Isabel Valiante e supervisão artística de Daniel Rezende, a série é uma coprodução entre a Biônica Filmes e a Mauricio de Sousa Produções. As versões infantis dos protagonistas serão interpretadas por Giovanna Urbano, Felipe Rosa, Manu Colombo,Bernardo Faria e Sabrina Souza. O elenco ainda inclui nomes como Rocco Pitanga (Seu Renato) e Érico Brás (Tio da Recreação).
Dhu Moraes, que recentemente deu vida à personagem Marlene na série Encantado’s, segue consolidando sua carreira em obras voltadas para a dramaturgia nacional.
A juíza Ana Patrícia Nunes Alves Fernandes, da 1ª Turma Recursal Permanente dos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça do Pará, anulou uma transação penal que impunha à mãe de santo a obrigação de mudar de residência. A decisão foi tomada em caráter liminar, após Habeas Corpus impetrado pelo Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-brasileiras (Idafro).
A entidade argumentou que a imposição de afastamento da residência e das práticas religiosas da autora da ação era ilegal e abusiva, violando direitos fundamentais, como a liberdade religiosa e o direito à moradia. No recurso, também foi apontado que a condição imposta não fazia parte das penas restritivas previstas no Código Penal, configurando, de forma inconstitucional, uma pena de banimento.
O advogado Hedio Silva Junior, coordenador-executivo do Idafro e ex-secretário de Justiça de São Paulo, afirmou que “Jamais poderia ter sido proposto que ela se deslocasse compulsoriamente. A Constituição diz que é proibida pena de desterro”, afirmou em entrevista à coluna de Mônica Bergamo. Ele também destacou que penas alternativas, como restrições de horários de culto, poderiam ter sido aplicadas, mas o banimento “não existe”. Silva Junior foi contundente ao criticar a sentença que solicitou a retirada da mãe de santo de sua casa, classificando-a como racista e afirmou que vai representar criminalmente contra a juíza e a promotora envolvidas no caso. “É uma barbaridade pintada de ilegalidade”, afirmou.
A magistrada que suspendeu a decisão considerou a falta de provas técnicas que sustentassem a alegação de perturbação do sossego, afirmando que “a imposição de obrigações que resultam no afastamento compulsório da mãe de santo de sua residência e de suas práticas religiosas ultrapassa os limites da transação penal”. Segundo ela, a ausência de medição de decibéis e ruídos oriundos dos rituais religiosos reforçava a necessidade de controle judicial sobre a legalidade da decisão homologada.
A decisão liminar suspendeu a transação penal que obrigava a mãe de santo a deixar sua residência, mantendo-a no direito de permanecer em sua casa e praticar livremente sua religião.
O estado do Missouri executou Marcellus Williams, um homem negro de 55 anos, preso sob acusação de assassinato, apesar da condenação ter sido questionada por promotores. Williams morreu por injeção letal na noite desta terça-feira (24), após a Suprema Corte dos Estados Unidos negar a suspensão.
Os advogados de Williams apresentaram uma série de apelações, com base em novas evidências, incluindo suposto preconceito na escolha do júri e a contaminação da arma do crime antes do julgamento. Como nenhuma evidência ligou Williams à arma ou à cena do crime, e os promotores locais renunciaram à sua condenação, a família da vítima e diversos jurados do julgamento se posicionaram contra a sua execução.
O tribunal superior não forneceu justificativa para sua decisão, o que é comum em casos de pauta emergencial. Não foram registradas dissidências em dois dos recursos apresentados por Williams. No entanto, em um terceiro, as juízas Sonia Sotomayor, Elena Kagan e Ketanji Brown Jackson manifestaram que teriam concedido o pedido de pausar a execução.
Williams foi condenado em 2001 pelo assassinato de Lisha Gayle, uma assistente social e ex-repórter do jornal St. Louis Post-Dispatch, ocorrido em 1998. Ele foi acusado de invadir a residência de Gayle, esfaqueá-la até a morte e roubar diversos de seus pertences.
“Todos nós devemos questionar qualquer sistema que permita que isso ocorra. A execução de uma pessoa inocente é a manifestação mais extrema da obsessão do Missouri com a ‘finalidade’ sobre a verdade, a justiça e a humanidade, a qualquer custo”, disse Tricia Rojo Bushnell, uma das advogadas de Williams, em uma declaração antes da execução.
Larry Komp, outro advogado de Williams, também se pronunciou após a execução. “Embora ele admitisse prontamente os erros que cometeu ao longo de sua vida, ele nunca hesitou em afirmar sua inocência do crime pelo qual foi condenado à morte”, disse. “Embora estejamos devastados e incrédulos sobre o que o Estado fez a um homem inocente, estamos confortados por ele ter deixado este mundo em paz”.
Já o governador Mike Parson, em uma declaração lida por Trevor Foley, diretor do Departamento de Correções do Missouri, não considerou as pessoas contra a execução de Williams. “Esperamos que isso dê uma finalidade a um caso que está parado há décadas, vitimizando novamente a família da Sra. Gayle por décadas. Nenhum jurado, nenhum juiz jamais considerou a alegação de inocência de Williams. Duas décadas de procedimentos judiciais e mais de 15 audiências judiciais confirmaram sua condenação por culpa. Assim, a ordem de execução foi executada”, disse.
A iniciativa visa incentivar o bem-estar físico e social da população preta do município. Foto: Alisson Batista
Em Porto Alegre, as corridas e caminhadas promovidas pelo Coletivo Corre Preto também se tornaram sinônimos de pertencimento e representatividade durante as atividades físicas realizadas pelo projeto. No último evento, a iniciativa reuniu 450 pessoas negras, entre elas crianças, adolescentes e idosos, na Orla do Guaíba.
Organizado por Vitor Hugo, bombeiro; Rodrigo Peres, educador físico; Nicole Mengue, publicitária; Monique Machado, psicóloga; e Denison Fagundes, diretor de arte, o Coletivo Corre Preto tem como objetivo combater o sedentarismo e as desigualdades de saúde que afetam a população negra. A ideia surgiu após o grupo ler uma pesquisa que mostrava que pessoas negras têm mais chances de desenvolver diabetes e apresentar altos níveis de sedentarismo. De acordo com o relatório da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, do Ministério da Saúde, homens negros têm 9% mais probabilidade de serem diagnosticados com diabetes em comparação aos brancos, enquanto mulheres negras enfrentam um risco 50% maior.
O evento, que acontece uma vez por mês, geralmente na última semana, é organizado de forma independente desde sua criação em 2023. Contudo, devido à dificuldade de agenda dos dois organizadores, o projeto enfrentou um hiato, retornando em agosto de 2024 com 238 participantes; em setembro, o número quase duplicou.
A cada encontro, os participantes são incentivados a se inscreverem através de um formulário online, que coleta informações sobre sua aptidão física e preferências de modalidade, seja para correr 3km, 5km ou apenas caminhar. Nicole menciona que o objetivo principal é sempre o bem-estar das pessoas que frequentam.
Por essa razão, buscam aprimorar a infraestrutura dos eventos, disponibilizando banheiros químicos, por exemplo. “Somos uma iniciativa independente, mas também procuramos parceiros, se possível, para oferecer conforto aos participantes. Estamos falando de quase 500 pessoas”, detalha Nicole.
Embora o evento esteja registrado na Prefeitura de Porto Alegre, o Correto Preto ainda não recebeu apoio oficial da administração municipal. No entanto, estabeleceu parcerias pontuais com empresas privadas que, entre outras coisas, sortearam planos odontológicos para os participantes.
Para Vitor, a iniciativa não se limita à corrida, mas também simboliza a vontade da população negra de conquistar seus objetivos. “Como diz a gíria ‘corre’, que remete a fazer o seu”, destaca. O bombeiro ainda comenta que sente muito orgulho ao perceber a representatividade que as pessoas negras trazem no dia do evento, já que, segundo ele, as corridas amadoras são tradicionalmente predominadas por corredores brancos.
De acordo com Denison Fagundes, essa decisão reflete o esforço para construir um espaço seguro para a comunidade negra. “Os encontros também criam um ambiente seguro para construir laços, onde as pessoas se conectam por experiências comuns.” Os organizadores também têm recebido convites para levar a ação a outras cidades, mas, por enquanto, mantêm o foco em Porto Alegre. A próxima edição estará marcada para o final de outubro na Orla do Guaíba.
A Netflix está desenvolvendo uma série documental sobre as acusações de tráfico sexual e extorsão contra Sean “Diddy” Combs, com produção executiva de 50 Cent. O projeto, que também aborda alegações de agressão sexual e abuso violento, está sendo dirigido por Alexandria Stapleton e encontra-se em fase de produção.
Em declaração à revista Variety, 50 Cent e Stapleton destacaram a importância e o impacto da história. “Esta é uma narrativa complexa que abrange décadas, não apenas as manchetes ou clipes vistos até agora. Nosso compromisso é dar voz aos sem voz e apresentar perspectivas autênticas e diferenciadas”, afirmaram os produtores. Eles também reforçaram que, apesar das alegações perturbadoras, “a história de Sean Combs não é a história completa do hip-hop e sua cultura”.
A série documental é produzida pela G-Unit Film & Television, de 50 Cent, em parceria com a produtora House of Nonfiction, de Stapleton. Em dezembro passado, 50 Cent já havia revelado que estava trabalhando no projeto, na esteira de uma série de acusações que surgiram contra Combs, incluindo o processo movido por sua ex-namorada Cassie Ventura. Combs e Ventura chegaram rapidamente a um acordo, mas o caso abriu espaço para outras denúncias.
Recentemente, Diddy foi preso em Nova York, acusado de conspiração para extorsão, tráfico sexual e transporte para se envolver em prostituição. O artista, que se declarou inocente, segue sob custódia após ter sua fiança negada. As acusações vêm se somar a outros processos que o envolvem, incluindo alegações de avanços sexuais indesejados por parte de seu ex-funcionário Rodney “Lil Rod” Jones e a denúncia de abuso feita pela ex-cantora do Danity Kane, Dawn Richard, que também acusa Combs de agressão verbal e sexual.
Os lucros da série documental, segundo 50 Cent, serão destinados ao apoio de vítimas de agressão sexual.
A atriz Clara Moneke, que interpreta a chef Caridade na novela “No Rancho Fundo”, mostra que na vida pessoal também se arrisca entre as panelas e assume a cozinha do Receitas.
Nesta quinta-feira (26), ela compartilha uma delícia de família cheia de história e sabor: o molho still soup. Tradicional da culinária nigeriana, o preparo leva pimentão, tomate, cebola, alfavaca e azeite de dendê, combinação que resulta em um sabor agridoce com a picância característica da culinária africana.
“Esse molho é super versátil, pode acompanhar diversas preparações”, destaca Clara, que aprendeu a cozinhar com a avó, Maria de Lourdes, a quem carinhosamente chama de “a maior cozinheira que eu conheço”.
A receita é uma herança da época em que os pais da atriz tinham um restaurante nigeriano em São Paulo. Confira o tutorial completo nesta quinta (26) no site Receitas da Globo, aqui!
A estrela de “Todo Mundo Odeia o Chris”, Terry Crews revelou em entrevista para o Hollywood Reporter que a nova série animada baseada na vida de Chris Rock retoma a história após o cancelamento do programa original. Crews também falou sobre como ficou sabendo que a produção seria retomada: “não podíamos deixar isso acontecer sem nós”, afirmou sobre conversa que teve com Tichina Arnold, atriz que interpretou a mãe de Chris.
“Tichina e eu vimos em uma sinopse no Deadline que Chris estava pensando em fazer isso. E eu perguntei a Tichina, ‘Alguém se aproximou de você?’ e ela disse, ‘Não, alguém se aproximou de você?’ Eu disse, ‘Não, não podemos deixar isso acontecer sem nós.’ E esperamos muito tempo, foi tipo, bem, talvez isso vá acontecer, talvez não, e nós estávamos bem na pandemia quando tudo começou a rolar e eles encontraram um showrunner em Sanjay Shah, que foi incrível. Nós todos nos conhecemos no Zoom porque todos não podiam estar juntos, mas foi a melhor reunião”, lembrou.
Ele explicou que, diferentemente de um reboot, a nova série é uma verdadeira sequência, começando exatamente onde a última temporada parou. “Muitas pessoas dizem que é um reboot, mas não é. Na verdade, é uma sequência. É uma continuação. Ele começa exatamente onde o último episódio aconteceu, e vamos direto para o minuto seguinte”.
O ator também comentou sobre o impacto duradouro do programa, que fez 20 anos e influenciou gerações. “Na animação, podíamos ir tão longe quanto quiséssemos agora. Não havia limite para o quão longe poderíamos ir por uma piada. E é hilário. Eu lia esses roteiros e chorávamos. E agora temos duas gerações que podem aproveitar esse programa. Aqueles que assistiram antes e cresceram com ele e agora o novo [público].”, afirmou.
Com a presença de membros do elenco original e novos personagens, Crews acredita que “Todo Mundo Odeia o Chris” conseguirá capturar tanto a nostalgia dos fãs antigos quanto atrair uma nova audiência. “Estou feliz por estarmos de volta. Tenho certeza de que todos ficarão agradavelmente surpresos”, concluiu.
A nova série estreia no Comedy Central nesta quarta-feira, 25 de setembro, às 22h.
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