A atriz Keke Palmer, conhecida pelo seu papel no filme “Não Não Olhe”, encantou seus seguidores ao compartilhar detalhes de sua recente viagem pelo Brasil. Em uma publicação feita no Instagram na última terça-feira, 4, Palmer publicou imagens que mostram a artista ao lado do filho, Leodis, passeando por pontos turísticos do Rio de Janeiro.
Entre os destaques, Palmer compartilhou uma foto com o filho no Pão de Açúcar, acompanhada da legenda: “Pão de Açúcar com meu Leo Beo! Estivemos no Rio Di Janeiro, dá pra acreditar?!” A atriz também fez um elogio bem-humorado à gastronomia local, comentando sobre um crepe no Rio que, segundo ela, superou os da França.
Outras postagens mostraram o carinho do hotel onde ela se hospedou, momentos descontraídos na praia com mães brasileiras, e até mesmo desafios com sapatos novos. Palmer também aproveitou para compartilhar sua experiência nas Cataratas do Iguaçu, descrevendo a beleza do local e a lenda de Naipi e Taroba, que, segundo ela, ilustra a eternidade do amor.
“Esta parece a capa do próximo filme do Lee Daniels lol!” escreveu Palmer. Ela também mencionou sua chegada a Buenos Aires e os desafios que enfrentou por conta do clima frio na cidade.
“Estou tão feliz por ter feito uma pausa! O início da minha 3a década tem sido sobre domínio próprio e não posso ser a minha melhor versão se estiver a ignorar tudo o que preciso”, refletiu a atriz, encerrando a publicação com uma nota sobre o significado de aproveitar momentos como este.
Nas Paralimpíadas de Paris 2024, a jovem nigeriana Mariam Eniola Bolaji, de 18 anos, conquistou uma medalha de bronze no Parabadminton feminino SL3, tornando-se a primeira atleta africana, entre homens e mulheres, a ganhar uma medalha de badminton nas Olimpíadas ou Paralimpíadas. O feito foi celebrado como um marco histórico para o continente africano.
Bolaji, que já vinha quebrando recordes desde 2021, destacou a importância de sua vitória para o esporte na África. “Estou quebrando recordes desde 2021 e continuo fazendo isso pelos africanos no badminton paralímpico”, afirmou.
A trajetória de Bolaji no esporte foi inspirada por seu falecido treinador, Bello Rafiu Oyebanji, que a motivou a trocar o tênis de mesa pelo badminton. Oyebanji, que faleceu em um acidente de trânsito em 2021, foi uma figura central em sua carreira. “A medalha é dedicada a ele. Ele ficaria muito, muito feliz e diria ‘Estou orgulhoso de você'”, disse a atleta emocionada.
Nas redes sociais, a atleta expressou sua emoção: “Hoje, me tornei o PRIMEIRO atleta africano a ganhar uma medalha paralímpica no badminton. Estou ansiosa pelos desafios que virão, abordando-os com grande determinação e perseverança.”
Bolaji espera que sua conquista inspire outras pessoas na África a seguirem o caminho do badminton, ajudando a popularizar o esporte no continente.
Luísa Sonza foi anunciada como madrinha do Instituto Negras Plurais, nesta terça-feira (03). Segundo uma publicação da organização gaúcha nas redes sociais, a cantora “não só demonstrou seu carinho e apoio ao visitar pessoalmente o sul do Brasil para ver a situação das enchentes, como também se dedicou a nos ajudar de forma significativa”.
Além disso, o instituto também afirma que Luísa, também gaúcha, contribuiu com o aluguel da nova sede. “Ela está envolvida em novos planos que beneficiarão as comunidades negras e indígenas afetadas”. Além das enchentes que ocorreram neste ano, o Negras Plurais também teve uma forte atuação na entrega de alimentos e suprimentos durante a pandemia.
No entanto, muitos internautas estão criticando a organização por anunciá-la como embaixadora, já que a mesma foi processada por racismo contra uma advogada. “E na hora de pedir um copo d’água? Ela pede pra quem?”, perguntou uma em referência ao caso de Luísa.
Em 2020, a cantora foi processada ao confundir uma advogada com uma funcionária de hotel em Fernando de Noronha. Na época, ela negou que tenha sido racista. Mas após um acordo com a vítima em 2023, o caso foi arquivado e ela se manifestou publicamente novamente. “Tive que estudar e entender até aceitar que realmente cometi um ato racista”.
Já em outro comentário, uma internauta diz entender a importância de um investimento, mas também questiona a escolha para embaixadora devido ao seu histórico e afirma que “chega a ser desrespeitoso”.
Esta não é a primeira parceria de Luísa Sonza com projetos de mulheres negras. A cantora é sócia do restaurante Altar Cozinha Ancestral de São Paulo, junto com a chef Carmem Virgínia.
O Mundo Negro procurou por Caroline Moreira, presidente do Instituto Negras Plurais, mas não obtivemos respostas até o fechamento do texto.
Após vencer o Grammy Latino 2023 na categoria “Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa” com o álbum “TecnoShow“, a obra da cantora e compositora Gaby Amarantos também recebeu o título de Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará, concedida pela Alepa (Assembléia Legislativa do Pará).
O reconhecimento, por meio do Projeto de Lei nº 714/2023 com autoria da deputada Lívia Duarte (PSOL), foi aprovado por unanimidade nesta terça-feira (3), celebra a importância de Gaby, o maior nome do tecnobrega e do tecno melody.
A cantora sempre teve a cultura paraense como sua maior bandeira. Seja nas músicas, nos clipes ou nos looks ela está sempre promovendo o Pará e levando a cultura maravilhosa da região para o resto do país e para o mundo.
“Quantas vezes eu ouvi que o tecnomelody era música de bandido, que nunca ia fazer sucesso no Brasil, que eu estava acabando com a minha carreira e está aí o reconhecimento”, disse Gaby emocionada nos stories do Instagram.
“O meu trabalho é fazer com que o nosso movimento seja reconhecido no Pará, no Brasil e no mundo todo. Só uma mulher preta da periferia para entender a luta de outra e é tão bom receber esse reconhecimento em vida”, completa.
Em um encontro de escritores premiados pelo Jabuti, Eliana Alves Cruz fará a apresentação de Itamar Vieira Juniorno lançamento de sua primeira obra voltada para o público infantil, “Chupim“. O livro, publicado pela editora Baião, foi escrito em coautoria com a artista plástica Manuela Navas. O evento será realizado na próxima quinta-feira, 5 de setembro, às 18 horas, na Livraria da Travessa, em Ipanema (RJ).
O baiano Itamar, vencedor dos prêmios Leya, Oceanos e Jabuti pelo romance “Torto Arado” – um dos maiores sucessos de público e crítica do Brasil, traduzido em mais de 20 países – com a narrativa doce de Chupim em que visita o mesmo ambiente e a consciência sobre as desigualdades sociais, encontradas em seus livros anteriores, agora para um novo público. Itamar convida as crianças a conhecer o campo, por intermédio do menino Julim, que é enviado pelo pai para espantar o Chupim, passarinho considerado uma praga por comer as plantações.
Foto: Fernando Rabelo
Eliana, vencedora do prêmio Jabuti de contos 2022 por “A Vestida” fará uma breve apresentação do colega escritor e algumas perguntas para que ele explique sua nova publicação, seguido de uma sessão de autógrafos. Ambos estarão a partir do próximo fim de semana, na Bienal do Livro de São Paulo.
Serviço
Lançamento do livro Chupim, de Itamar Vieira Júnior, em um bate-papo com Eliana Alves Cruz
Data: 5/09 (Quinta-feira)
Horário: a partir das 18h
Onde: Livraria da Travessa, rua Visconde de Pirajá, 572, Ipanema, Rio de Janeiro
O Comedy Central divulgou nesta terça-feira, 3, o primeiro teaser da aguardada animação “Todo Mundo Ainda Odeia o Chris”. A série, que reimagina em formato animado o clássico “Todo Mundo Odeia o Chris”, tem estreia marcada para 25 de setembro.
O teaser confirma o retorno de Chris Rock como narrador, além das vozes icônicas de Terry Crews e Tichina Arnold, que voltam a interpretar os pais de Chris, Julius e Rochelle. A animação também contará com novos talentos, como Tim Johnson Jr., Ozioma Akagha, Terrence Little Gardenhigh e Gunnar Sizemore.
A série será exibida no Comedy Central e estará disponível posteriormente no Paramount+. A data de lançamento no Brasil ainda não foi divulgada.
A cantora Iza completou 34 anos nesta terça-feira, 3, e usou suas redes sociais para refletir sobre a fase transformadora que está vivendo. Em uma postagem no Instagram, a artista revelou que este período tem sido o mais significativo de sua vida até agora.
“Hoje completo 34 anos, carregando dentro de mim o maior amor do mundo e vivendo a fase mais transformadora da minha vida até aqui”, escreveu Iza. Ela também agradeceu por estar com saúde e pelo apoio constante dos fãs. A cantora também mencionou o impacto que essa fase está tendo em sua trajetória pessoal e profissional.
Iza aproveitou a ocasião para antecipar um dos momentos mais esperados de sua carreira, sua apresentação no Rock in Rio, agendada para o dia 20 de setembro. Ela descreveu o show como “o mais especial de sua carreira”. A artista encerrou sua mensagem com um convite para seus seguidores: “Só peço a Deus muitos anos mais de música para desfrutar disso tudo e dividir com vocês minhas histórias através da arte nessa jornada louca chamada vida… bora pro próximo capítulo?”
O show no Rock in Rio promete ser um ponto alto para Iza, que já havia mencionado durante entrevista para o programa Conversa com Bial, que faria seu show no festival levando uma equipe de especialista, já que a data do parto de sua filha estará bem próxima: “Eu vou com geral: com médico, obstetra… Estarei com oito, quase fechando nove meses. Com certeza estarei enorme (…) Acho que vai ser uma apresentação em que ficarei um pouco mais sentado, mais parado, com as pessoas me carregando, um esquema com os bailarinos talvez. Eu imagino que estarei com o pé super inchado. Não vou enxergar o que tem embaixo”, disse.
Na manhã desta terça-feira 3, Raíssa Machado, garantiu a medalha de prata no lançamento de dardo da classe F56 nas Paralimpíadas de Paris. A atleta brasileira, atual campeã dos Jogos Parapan-Americanos e do mundial da modalidade, repetiu o feito de Tóquio 2020, quando também subiu ao segundo lugar do pódio.
Com um lançamento de 23.51m, realizado logo na primeira tentativa, Raíssa se consolidou entre as melhores do mundo. A medalha de ouro ficou com a letã Diana Krumina, recordista mundial da classe F55 e bicampeã paralímpica, enquanto a chinesa Sitong Lin completou o pódio.
O atletismo brasileiro, mais uma vez, se destacou nas Paralimpíadas. Até o momento, a modalidade já rendeu 19 medalhas ao país: 7 de ouro, 4 de prata e 8 de bronze. Além da conquista de Raíssa, a manhã desta terça também foi marcada pela dobradinha de Jacques Yeltsin e Julio Cesar Agripino nos 1500m – T11.
As vitórias reafirmam o protagonismo do Brasil no cenário paralímpico, com o atletismo sendo a modalidade mais vitoriosa na história do país nas Paralimpíadas.
O relatório de saúde do município de São Paulo, publicado pelo Insper, que analisou os dados de mortalidade materna entre 2010 e 2019, trouxe à tona uma realidade alarmante: mulheres negras (pretas e pardas) enfrentam riscos desproporcionais durante a gravidez e o parto. Embora o número total de óbitos maternos entre mulheres brancas seja ligeiramente maior, o impacto sobre a população negra é especialmente preocupante, revelando profundas desigualdades raciais e regionais.
Entre os 845 óbitos maternos registrados no período,426 ocorreram entre mulheres brancas (50,4%), enquanto 397 óbitos foram de mulheres pretas e pardas (47%). A princípio, esses números podem parecer próximos, mas a situação se agrava ao analisar o contexto por trás dessas mortes.
Distribuição Populacional e Desigualdade no Risco
Mulheres negras representam uma menor proporção da população total em São Paulo, especialmente nas regiões centrais da cidade, onde a infraestrutura de saúde é melhor. Isso significa que, proporcionalmente, as mulheres negras estão morrendo em maior número em relação à sua representação na população. A maioria dessas mortes ocorre em áreas periféricas, como Grajaú, Cidade Ademar, Jardim Ângela, Capão Redondo, Itaim Paulista, e Brasilândia. Essas regiões, que sofrem com a falta de serviços de saúde adequados e com condições socioeconômicas desfavoráveis, concentram as maiores taxas de mortalidade materna entre mulheres negras.
Em contraste, as mulheres brancas que vivem em regiões mais centrais e privilegiadas, como Lapa, Perdizes, Consolação e Itaim Bibi, também enfrentam mortalidade materna, mas em um contexto de maior acesso a cuidados de saúde. No entanto, mesmo em áreas centrais como Sé e Moema, onde a infraestrutura é mais robusta, as taxas de mortalidade materna para mulheres brancas ainda são elevadas, refletindo desigualdades dentro do próprio grupo.
Acesso Desigual à Saúde
Para muitas mulheres negras, o acesso à saúde de qualidade é um desafio diário. Nas regiões periféricas, onde a maioria dessas mulheres reside, a distância até unidades de saúde, a falta de recursos médicos e até casos de discriminação no atendimento tornam o caminho até um parto seguro muito mais difícil. A ausência de pré-natal adequado, o atendimento insuficiente durante o parto e a falta de cuidados pós-parto aumentam os riscos de complicações graves que poderiam ser evitadas.
Impacto Socioeconômico
A desigualdade racial se sobrepõe a uma desigualdade socioeconômica. Mulheres negras, muitas vezes, enfrentam condições de vida mais precárias, com menos acesso a educação, emprego e renda. Esses fatores limitam suas oportunidades de buscar e receber cuidados de saúde adequados, resultando em taxas mais altas de mortalidade materna. A falta de políticas públicas eficazes que atendam às necessidades dessas populações agrava ainda mais a situação.
Desigualdade Regional
Os distritos com maior número de óbitos maternos estão concentrados nas zonas periféricas de São Paulo. No Grajaú, por exemplo, foram registradas 38 mortes maternas, refletindo a escassez de serviços de saúde e a vulnerabilidade socioeconômica da região. Outros distritos periféricos, como Cidade Ademar, Jardim Ângela, Capão Redondo e Itaim Paulista, também registraram números elevados de óbitos, reforçando a correlação entre localização geográfica e risco de mortalidade, principalmente entre mulheres negras.
Por outro lado, regiões centrais como Sé e Marsilac destacam-se com altas taxas de mortalidade materna entre mulheres brancas. Mesmo em áreas centrais como Lapa e Mooca, onde a infraestrutura de saúde é teoricamente superior, as desigualdades internas evidenciam que as mulheres brancas dessas áreas também enfrentam riscos significativos.
Conclusão
Esses dados revelam que a mortalidade materna entre mulheres negras é um reflexo de desigualdades estruturais na cidade de São Paulo. Enquanto as mulheres brancas que vivem em regiões mais centrais e com melhor infraestrutura têm maior acesso a cuidados de saúde, as mulheres negras, especialmente aquelas que vivem nas periferias, estão morrendo em proporções alarmantes devido à falta de recursos e suporte adequado.
“I feel it coming!” Com show único marcado em São Paulo, no próximo sábado, 7 de setembro, o cantor The Weeknd desembarcou nesta segunda-feira, 2, no Brasil, e anunciou a chegada aos fãs.
“Vocês não podem ver isso, mas estamos aqui, baby!”, escreveu no X, antigo Twitter, em referência a suspensão da rede social no Brasil desde sábado, 31 de agosto, após determinação do STF (Supremo Tribunal Federal).
Os ingressos do show do The Weeknd será no Estádio MorumBIS estão esgotados, mas os fãs poderão assistir a transmissão exclusiva no YouTube.
A apresentação eve marcar uma nova era musical para o artista, que segue a turnê recorde After Hours Til Dawn Tour 2022/2023, que esgotou as bilheterias em mais de 60 datas na América do Norte, Europa, Reino Unido e América Latina, com um público de mais de 3 milhões de fãs.
O show é produzido pela Live Nation e apresentado pelo Santander Brasil.