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Império Kush: Após sucesso no Barra Shopping, “tia das quentinhas” inaugura restaurante no centro do Rio de Janeiro

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De quentinhas vendidas na rua para um restaurante em shopping e, agora, um espaço próprio no centro do Rio de Janeiro. Há mais de 25 anos, Dona Ednair Paixão dedica sua vida à cozinha e à gastronomia. Desde a inauguração do Kush, a comida afro-brasileira tem sido o destaque do cardápio. Inspirada por sua tia, uma grande incentivadora, Dona Ednair superou diversos desafios para estabelecer seu restaurante em locais de alto custo. “Se soubessem que era aquela camelô da porta do BarraShopping querendo alugar uma loja lá dentro, vocês acham que iam deixar?” – reflete, sobre a transformação de quem começou vendendo quentinhas para proprietária de um restaurante em um dos maiores shoppings do Rio.

Agora, ela e sua família dão mais um passo importante com a inauguração do segundo restaurante, um espaço próprio no centro da cidade. “A loja do BarraShopping foi fundamental para que empreendêssemos de forma mais comercial e padronizada, enquanto caminhávamos em direção ao futuro ancestral que buscamos. Lá, tivemos nossa primeira experiência com apresentações de pratos, atendimento profissional e um novo formato de gestão”, explica Karol Paixão fundadora e administradora do Império Kush.

O novo espaço no centro promete ser um celeiro de criatividade, unindo gastronomia e arte. Com uma programação cultural diversificada, celebra a rica história e tradição africana. “Aprendemos no BarraShopping a nos posicionar de forma mais saudável no mercado, interagindo comercialmente com outras empresas. Agora, no centro, seguimos com essa visão, como no caso da Tendência Black, que expõe suas roupas no terceiro andar e foi responsável pelos uniformes da nossa equipe”, ressalta Karol.

O Império Kush tem como missão gerar impacto social positivo, valorizando a cultura africana e a gastronomia local. “Em breve, lançaremos um programa de intercâmbio entre chefs africanos e brasileiros, oferecendo aos nossos clientes uma experiência ainda mais rica em sabores e técnicas culinárias”, adianta a fundadora.

Um cardápio especial no centro

O cardápio do novo espaço é uma experiência totalmente diferente da unidade do shopping. O restaurante maior, com uma cozinha mais equipada, possibilita uma oferta mais diversificada. A equipe de chefs é liderada por Rafael Coutinho, treinado por Dona Ednair, com ampla expertise na gastronomia africana. Raul Joaquim traz os sabores autênticos de Angola, enquanto Fábio Dasa, especialista em alta gastronomia, adiciona sofisticação aos pratos.

No menu, uma verdadeira jornada gastronômica pela culinária afro-brasileira. Entre as opções, estão o saboroso caril de camarão, o tradicional acarajé, o cremoso vatapá e o reconfortante baião de dois. Há ainda versões kids e veganas, garantindo opções para todos os paladares.

Serviço:
IMPÉRIO KUSH | Culinária Afro-brasileira
Instagram: @kushculinariaafrobrasileira

  • Unidade BarraShopping
  • Unidade Centro (nova):
    Rua Gonçalves Dias, 39, Rio de Janeiro, RJ.

Ananda registra boletim de ocorrência contra Ana Paula Minerato após falas racistas

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Fotos: Reprodução/Redes Sociais

Ananda, cantora do grupo Melanina Carioca, registrou um boletim de ocorrência contra Ana Paula Minerato por crime de racismo, nesta quarta-feira (27), na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância do Rio de Janeiro.

Segundo a Polícia Civil, “as diligências estão em andamento para elucidar os fatos”. Ao G1, a delegada Rita de Cássia Salim Tavares, titular da Decradi, contou que a modelo deverá ser intimada para prestar depoimento. 

No último domingo (24), viralizou um áudio vazado da Ana Paula nas redes sociais, ofendendo a Ananda com falas racistas. O conteúdo havia sido enviado para o ex-namorado, o rapper Kt Gomez.

“Empregada do cabelo duro. Você gosta de cabelo duro? Não sabia que você gostava de mina com cabelo duro. Você gosta de mina com cabelo duro? Cabelo duro você gosta? Você gosta de mina de cabelo duro, de neguinha? Você gosta de neguinha? Porque isso aí é neguinha, né. Alguém ali o pai ou a mãe veio da África”, disse.

Depois da repercussão do áudio, Ananda relatou no Instagram que precisa de um tempo para “digerir” o que aconteceu. “Então, para que eu pudesse me pronunciar de forma adequada, não só falando por mim, mas por tudo que isso envolve, eu precisava de um pouco de tempo. Obrigada por vocês estarem tendo essa paciência”, contou.

No dia seguinte que o áudio foi vazado, Ana Paula foi desligada da escola de samba Gaviões da Fiel, na qual era musa de Carnaval. “A decisão foi tomada após a divulgação de condutas incompatíveis com os valores e princípios que defendemos, incluindo manifestações de cunho racista”, escreveu a Gaviões no comunicado.

Na mesma data, a modelo também foi demitida da Rádio Band FM, onde apresentava um programa diário desde 2018. “As declarações de Ana Paula Minerato, mesmo sendo de cunho pessoal, não estão alinhadas com os valores e diretrizes da emissora”, disse o Grupo Band em nota.

“Retrocesso para a vida de todas as mulheres e meninas”, critica Anielle Franco sobre aprovação da PEC que proíbe aborto

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Foto: Thay Alves/MIR

A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pode restringir os direitos ao aborto no Brasil foi criticada por ativistas que invadiram a sessão e líderes feministas, incluindo a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. Em uma publicação nas redes sociais, Anielle denunciou o que considera um grave retrocesso para os direitos das mulheres e meninas, especialmente no que diz respeito ao direito ao aborto em casos de estupro, risco de vida para a gestante e anencefalia.

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

“A aprovação da PEC do Estuprador na CCJ da Câmara dos Deputados é um retrocesso para a vida de todas as mulheres e meninas. Mais uma vez, querem revitimizar meninas, as principais vítimas de estupro, e colocar em risco a vida de milhares de mulheres”, afirmou Anielle. Ela também reafirmou o compromisso com a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, de garantir os direitos reprodutivos das mulheres e meninas no país.

A proposta foi aprovada na última quarta-feira, 27, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, com 35 votos favoráveis contra 15. A PEC, de autoria do ex-deputado Eduardo Cunha, visa alterar o artigo 5º da Constituição para garantir a inviolabilidade da vida desde a concepção, o que pode resultar na proibição do aborto nos casos atualmente permitidos pela legislação brasileira, como em casos de risco para a vida da gestante, de gravidez resultante de estupro e de anencefalia do feto.

A aprovação ocorreu após protestos de manifestantes que ocuparam o plenário da CCJ, interrompendo a sessão com gritos como “criança não é mãe” e “estuprador não é pai”. A presidente da comissão, deputada Caroline de Toni (PL-SC), tentou dispersar os manifestantes com o auxílio da polícia legislativa, mas a ação gerou tensão, com parlamentares mudando de plenário para evitar confrontos.

O debate sobre a PEC tem gerado intensas divisões entre os parlamentares. A deputada Dani Cunha (União-RJ), filha de Eduardo Cunha, defendeu a proposta, alegando que o aborto é “o assassinato de um bebê indefeso”. Já a deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP) se posicionou contra, destacando que a PEC obrigaria mulheres e meninas vítimas de violência sexual a manterem gestações, além de colocar em risco a vida das gestantes.

Agora, a PEC segue para análise de uma comissão especial, que terá até 40 sessões para emitir um parecer sobre o tema. Caso seja aprovada, a proposta seguirá para votação no plenário da Câmara, onde precisará do apoio de 308 deputados, em dois turnos, para avançar ao Senado. Se aprovado pelo Senado, sem alterações, a emenda será promulgada, sem a necessidade de sanção presidencial.

Aborto colocado em pauta mais uma vez

Essa é a segunda vez que o tema do aborto ganha os holofotes na imprensa neste ano. Em junho deste ano, a Câmara dos Deputados aprovou um requerimento de urgência do Projeto de Lei 1904/24. O projeto, de autoria do deputado federal, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), é visto como uma penalização das meninas e mulheres vítimas de estupro que optaram por interromper a gestação decorrente da violência já que equipara o aborto após 22 semanas ao crime de homicídio. A elas seria imposta uma pena mais severa do que as aplicadas aos estupradores.

Em entrevista ao site Mundo negro, a advogada Fayda Belo explicou as consequências da aprovação da PL para as mulheres e meninas brasileiras, sobretudo para meninas negras: “Mais da metade dessas meninas vítimas de estupro de vulnerável são meninas negras, o que demonstra que esse projeto de lei é claramente misógino, mas também tem cunho racista, já que visivelmente duplamente penalizará em sua maioria meninas negras violentadas sexualmente. É preciso lembrar que as violências mais graves, segundos os dados, são praticados contra mulheres e meninas negras, que é claramente o grupo mais vitimizado”.

Curso inédito no mercado: Prática Jurídica em Casos de Discriminação Racial e Religiosa – com Dr. Hédio Silva Jr. e convidados

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Foto: Divulgação

O JusRacial, plataforma híbrida de Edtech e Lawtech que visa a promoção judicial da igualdade racial e da liberdade de crença, junto com o renomado Dr. Hédio Silva Jr. lançam no mercado o curso Prática Jurídica em Casos de Discriminação Racial e Religiosa.

Descubra o curso que transformará sua carreira em defesa da igualdade racial e religiosa! Se você atua ou deseja atuar em casos de discriminação racial e religiosa, este curso é indispensável para impulsionar sua carreira com conhecimento teórico e prático, ministrado por grandes especialistas da área.

O curso será de forma online, com aulas ao vivo e espaço para interação com os professores. Dividido em dois 2 módulos, serão ao todo 18 encontros online, iniciando em dezembro, havendo uma pausa de fim de ano e retorno em janeiro. 

Serão 2 encontros por semana, nas segundas e terças-feiras, das 20h às 22h.

Por que escolher este curso?

Aprenda com o maior especialista da área:

O curso será coordenado e ministrado pelo Dr. Hédio Silva Jr., reconhecido como a maior autoridade em prática processual para igualdade racial e religiosa. Com ampla experiência em litigância estratégica, o Dr. Hédio alia teoria e prática em uma abordagem única e transformadora, garantindo uma formação exclusiva e de altíssimo impacto.

O especialista é conhecido por sua atuação em casos emblemáticos como “O direito de pais registrarem a filha com nome africano (TJ-SP, 1999)”, “Reconhecimento judicial do primeiro casamento celebrado em terreiro afro-religioso (TJRS, 2002)”, “Ação que definiu a injúria racial como espécie de racismo (STF, 2021)”, além de atuar na “Defesa no caso que declarou ilegal a abordagem policial com base em critérios raciais (STF, 2024)”.

Conheça os professores convidados:

Ana Luiza Teixeira Nazário
Advogada. Mestre em Direitos Fundamentais e Justiça (UFBA). Especialista em Ciências Penais (PUCRS). Pesquisadora integrante do Núcleo de Estudos sobre Sanção Penal (NESP – CNPq/UFBA). Coordenadora de Projetos Acadêmicos do JusRacial.

Anivaldo dos Anjos Filho

Advogado com atuação na área do Direito Penal, Direito Penal Econômico Direito Administrativo e Direito Ambiental, Direito da Igualdade Racial/ Homoafetivo. Membro fundador e consultor do Instituto de Defesa das Religiões Afro-brasileiras – IDAFRO e Jusracial do Brasil Ltda.

Maíra Vida

Advogada; professora; palestrante; especialista em Educação/UNEB e pesquisadora em Direito e Relações Raciais /PDRR – UFBA.

Rui Portanova

Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Possui dois doutorados: um em Linguística Aplicada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e outro em Direito pela Universidade Federal do Paraná.

Silvia Virgínia Silva de Souza

Advogada, Pós-graduada em Direitos Humanos, Diversidades e Violência pela Universidade Federal do ABC. Mestranda em Direito com concentração em Criminologia pela Universidade de Brasília. Conselheira Federal da OAB (2022/2025) e Presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos do CFOAB. Membro do Instituto dos Advogados do Brasil (IAB).

Detalhes do curso

📅 Início: Dezembro (pausa no fim do ano e retorno em janeiro).
📚 Duração: 18 encontros online (2 vezes por semana, às segundas e terças, das 20h às 22h).
💻 Modalidade: 100% online com aulas ao vivo.
🎓 Certificação: Emitida via Sympla.
🕘 Carga horária: +35 horas de aprendizado.

Investimento

💰 1º Lote: R$ 1.500,00 (parcelado em até 12x).
⚠️ Virada de lote: R$ 3.000,00 (a partir de 01/12).

Garanta já sua vaga e destaque-se na advocacia em defesa de vítimas de discriminação racial e religiosa. Faça parte dessa formação exclusiva e transforme sua carreira! Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento-online/pratica-juridica-em-casos-de-discriminacao-racial-e-religiosa/2733158

Kanye West traz as filhas, North e Chicago, em clipe de música do álbum ‘Vultures 2’

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Foto: Reprodução

O rapper Kanye West, também conhecido como Ye, lançou na quarta-feira, 27, o videoclipe da música Bomb, que conta com a participação das filhas North West, 11, e Chicago West, 6. O lançamento aconteceu às vésperas do Dia de Ação de Graças e integra o álbum Vultures 2, divulgado em agosto deste ano.

No clipe, publicado no canal oficial de West no YouTube e compartilhado pela ex-esposa Kim Kardashian em seu Instagram, as crianças aparecem correndo pelo deserto em um Tesla Cybertruck e outros veículos futuristas, enquanto monstros peludos as seguem.

North participa com versos em japonês e trechos de freestyle, enquanto Chicago tem um momento de destaque ao se apresentar. Em sua parte da música, a caçula canta: “Eu gosto de me divertir / Eu gosto de ir à praia / Eu gosto do sol / Você sabe que é Chi / Eu só aceno quando estou dizendo ‘tchau’”.

A parceria com North não é novidade. A filha mais velha de West e Kardashian já colaborou com o pai em outros momentos. Em março de 2020, aos 6 anos, ela se apresentou no desfile da oitava temporada da Yeezy, durante a Paris Fashion Week. Também participou de apresentações do coral do culto dominical organizado pelo pai e, mais recentemente, estrelou uma produção ao vivo de O Rei Leão no The Hollywood Bowl, em Los Angeles, onde interpretou Simba.

North anunciou em março que está trabalhando em seu primeiro álbum, Elementary School Dropout, uma alusão ao disco de estreia de West, The College Dropout (2004).

Nego Di tem liberdade provisória concedida pelo STJ após 4 meses de prisão

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

Dilson Alves da Silva Neto, mais conhecido como Nego Di, teve a liberdade provisória concedida pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), nesta quarta-feira (27), até o julgamento do mérito do habeas corpus.

A decisão, proferida pelo Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, relator da 5ª Turma do STJ, não estabelece uma data para a análise do recurso.

Embora fique em liberdade provisória, a decisão impõe medidas cautelares. Nego Di precisará comparecer periodicamente à Justiça e está proibido de mudar de endereço sem autorização judicial. Além disso, ele está impedido de utilizar redes sociais e teve seu passaporte recolhido.

Nas redes sociais, a advogada de Nego Di confirmou a decisão. “Partiu Pecan”, escreveu, se referindo à Penitenciária Estadual de Canoas, no Rio Grande do Sul.

Preso preventivamente desde julho, Nego Di foi alvo de uma investigação do Ministério Público por fraude em uma rifa virtual, que tinha como prêmio um Porsche avaliado em mais de R$ 500 mil.

Em setembro, ele foi denunciado por estelionato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso. Ele e o seu sócio Anderson Boneti, são acusados de se envolverem em um esquema de produtos que não teriam sido entregues pela loja virtual da dupla. Segundo o STJ, os réus teriam lesado mais de 370 pessoas entre 18 de março e 26 de julho de 2022.

Tatiana Borsa e Camila Kersch, as advogadas de Nego Di, afirmaram que ele “provará a inocência munida de provas que comprovam a licitude de seus bens, a realização de parte da doação por troca de cachê de publicidade e movimentação financeira lícita”.

“Seus bens apreendidos foram adquiridos de forma lícita, comprovando que sua renda é compatível com seu patrimônio. Ainda, em que pese o requerimento por parte do Ministério Público de alienação antecipada dos bens, tal decisão foi suspensa a pedido da Defesa”, disseram.

‘Detetive Alex Cross’: Novo sucesso do Prime Video foi renovado para a 2ª temporada antes do lançamento

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Foto: Amazon MGM Studios

Em primeiro lugar na lista de séries mais vistas no Brasil pelo Prime Video, ‘Detetive Alex Cross’, estrelada e produzida por Aldis Hodge, foi lançada em 14 de novembro, com oito episódios cheios de suspense, ação e um pouco de terror.

Para a alegria dos fãs, a segunda temporada já havia sido renovada em abril, meses antes do lançamento no streaming. “Queremos que essa coisa dure 10 temporadas, mas, na minha cabeça, eu já tinha feito um plano de quatro anos, e é baseado em algumas coisas que eu quero fazer para explorar e homenagear os personagens que estão na série de livros Alex Cross. Mesmo que eu esteja criando novas histórias, eu quero que, em algum momento, haja um encaixe entre esses personagens, então tenho plantado essas sementes”, disse o showrunner e escritor Ben Watkins em entrevista ao The Hollywood Reporter sobre a série baseada nas obras do autor James Patterson.

Alex Cross é um detetive diferenciado, capaz de investigar a mente dos assassinos e de suas vítimas para solucionar casos, compreende sua responsabilidade enquanto um policial negro na sociedade, mas que precisa administrar o seu trabalho enquanto lida com seus traumas e perseguições contra a sua família.

Foto: Amazon MGM Studios

Ao lado do parceiro John Sampson (Isaiah Mustafa), o objetivo deles é fazer o que deve ser feito, mesmo que precise enfrentar muitos inimigos. “Pode ser um suspeito, um serial killer, ou pode ser outra pessoa com um distintivo. Não importa. O que torna esses caras especiais é que eles vão fazer o trabalho do jeito certo, independentemente dos riscos”, disse Aldis Hodge em entrevista ao Men’s Health recentemente.

Segundo Watkins, John Sampson vai ganhar mais destaque na segunda temporada. “Vocês viram o quão bom ele é em responsabilizar o amigo e em ajudá-lo a navegar por emoções profundas. Vocês não viram como ele faria isso se fosse ele quem tivesse que lidar com essas emoções”, explicou à Entertainment Weekly.

Veja o trailer:

The Weeknd anuncia data de lançamento do novo álbum ‘Hurry Up Tomorrow’

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Foto: Wagner Meier e Pedro Viela/Getty Images

The Weeknd anunciou nesta quarta-feira (27), o lançamento do seu sexto álbum de estúdio, ‘Hurry Up Tomorrow’, em 24 de janeiro de 2025. No dia seguinte, ele realizará um show único no Rose Bowl Stadium, nos Estados Unidos.

Até agora, o cantor já lançou três faixas do álbum: ‘Dancing in the Flames’, ‘Timeless’ com Playboi Carti e ‘São Paulo’ com Anitta. Essas músicas e outras do novo álbum foram estreadas durante o seu show de uma noite na capital paulista, no Estádio MorumBIS, em setembro.

The Weeknd também fará sua estreia no cinema com um longa metragem de suspense psicológico, que leva o mesmo nome do álbum, dirigido por Trey Edward Shults. Ele estreia o filme ao lado de Jenna Ortega e Barry Keoghan. Enquanto a trilha sonora será feita pelo cantor em colaboração com Daniel Lopatin.

Recentemente, The Weeknd também quebrou o seu próprio recorde, ao se tornar o primeiro artista a alcançar o feito de 22 músicas com mais de 1 bilhão de reproduções no Spotify.

Em 2023, o astro canadense revelou que este seria o seu último álbum como The Weeknd. “Está chegando a um ponto e a um momento em que estou me preparando para fechar o capítulo do Weeknd. Ainda farei música, talvez como Abel, talvez como The Weeknd. Mas ainda quero matar o The Weeknd. E eu vou. Eventualmente. Estou definitivamente tentando me livrar dessa pele e renascer”, disse ele na época. “O álbum em que estou trabalhando agora é provavelmente meu último hurra como The Weeknd. Isso é algo que tenho que fazer. Como The Weeknd, já disse tudo o que podia dizer”, disse na época em entrevista para a W Magazine.

Experiência Negra em Espaço de Luxo: 52% dos clientes negros desistem da compra por conta do racismo

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Foto: Freepik

“O luxo do futuro será exclusivo, mas não excludente.” Essa é a visão de Edu Paiva, Head de Diversidade, Equidade e Inclusão do Grupo L’Oréal no Brasil, sobre como o mercado de beleza de luxo deve evoluir para um ambiente mais inclusivo e acolhedor. Em uma entrevista ao Mundo Negro, Paiva destacou a importância de transformar a experiência de consumidores negros em ambientes de luxo, tornando o racismo visível e combatendo-o de forma ativa. A pesquisa inédita “Racismo no Varejo de Beleza de Luxo”, conduzida pela L’Oréal Luxo em parceria com o Estúdio NINA, revela dados alarmantes sobre as violências raciais sofridas por consumidores negros, destacando a urgência de mudanças significativas no setor.

O estudo revela que 91% dos consumidores negros das classes A/B já enfrentaram algum tipo de situação racista em estabelecimentos de luxo – um dado alarmante que evidencia a persistência desse problema. A pesquisa identificou 21 dispositivos racistas, ou seja, 21 formas diferentes pelas quais o racismo se manifesta dentro de lojas de beleza e shoppings de luxo. Esses dispositivos variam desde olhares sutis e atendimentos desinteressados até a falta de familiaridade dos vendedores com produtos voltados para peles negras. Em alguns casos, clientes tiveram suas bolsas revistadas ou lacradas, uma prática que afeta 18% dos consumidores negros. Esses dispositivos foram organizados em quatro eixos de ação: raça, classe social, cerceamento e vigilância, e inferiorização, que em conjunto agem para limitar a experiência e até impedir a presença de pessoas negras nesses ambientes.

Os impactos são profundos e têm consequências diretas não apenas para os consumidores, mas também para as marcas. De acordo com os dados apresentados, 52% dos clientes negros desistem da compra diante de situações de racismo, enquanto 54% afirmam que não retornam à loja após vivenciarem uma experiência negativa. Além disso, 29% dos consumidores optam por realizar a compra online, evitando o contato presencial e as possíveis situações desconfortáveis.

Para Edu Paiva, essas situações de racismo são um reflexo da sofisticação do racismo estrutural no Brasil, que se manifesta de forma silenciosa e camuflada. Segundo ele, o racismo nesses ambientes não apenas afeta a autoestima dos consumidores, mas também se reflete diretamente nas vendas e na fidelização do cliente. “Não podemos lutar contra o que não podemos ver. É preciso tornar o racismo visível para que possamos combatê-lo”, afirma. 

Como resposta a essas questões, o programa Afroluxo surge como uma iniciativa da L’Oréal Luxo em parceria com o MOVER (Movimento pela Equidade Racial) e o ID_BR (Instituto Identidades do Brasil), desenvolvendo o primeiro protocolo de atendimento de luxo antirracista do mercado. Esse protocolo visa combater práticas que são frequentemente vistas como inofensivas, mas que podem causar grande desconforto aos clientes negros, como oferecer opções de parcelamento sem que sejam solicitadas.

O programa também inclui auditorias anuais através da iniciativa Black Mystery Shopper, que avaliará o desempenho dos vendedores e identificará lacunas que precisem ser preenchidas. Essas auditorias são vistas como essenciais para promover mudanças reais e transformar a experiência dos consumidores em ambientes de luxo. Além disso, o aumento na oferta de produtos para peles negras, como a expansão da linha Teint Idôle Ultra Wear da Lancôme, que agora conta com 22 tons, é um dos exemplos das mudanças que estão sendo implementadas.

As conclusões da pesquisa apontam que, enquanto as marcas de luxo não se comprometerem de forma concreta com a inclusão racial, seguirão perdendo clientes e contribuindo para a exclusão de parte significativa da população. A solução exige tanto mudanças no ambiente de atendimento quanto a reeducação dos colaboradores e consumidores para que estereótipos históricos possam ser combatidos e superados.

Mulher é condenada a 25 anos por homicídio culposo após matar vizinha negra nos Estados Unidos

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Foto: Doug Engle/Ocala Star-Banner via AP

Na última segunda-feira, 25, Susan Lorincz, acusada de matar Ajike “AJ” Owens, foi condenada a 25 anos de prisão por homicídio culposo, no estado da Flórida, nos Estados Unidos. O crime, que ocorreu em junho de 2023, gerou repercutiu no país e gerou tensões raciais. A sentença foi proferida pelo juiz Robert Hodges, que descreveu o crime como “homicídio culposo muito agravado”, embora tenha decidido não aplicar a pena máxima de 30 anos, em razão da ausência de antecedentes criminais de Lorincz.

Owens, mãe de dois filhos, foi morta a tiros por Lorincz após uma discussão envolvendo seus filhos. Segundo depoimentos, Owens foi até a casa de Lorincz para confrontá-la após uma briga com os filhos de Owens, durante a qual Lorincz teria gritado chamando as crianças de “escravos negros” e jogado um patins em uma das crianças. Acompanhada de seu filho de 10 anos, Owens bateu na porta de Lorincz e exigiu que ela saísse, mas Lorincz disparou uma arma calibre .380 através da porta, atingindo Owens no peito. Ela foi declarada morta após ser levada ao hospital. Owens estava desarmada e a porta de Lorincz estava trancada no momento do tiroteio.

Segundo a Variety, durante o julgamento, Lorincz afirmou estar arrependida, dizendo ao tribunal: “Sinto muito por ter tirado a vida de AJ. Nunca tive a intenção de matá-la.” Sua defesa afirmou que ela agiu em legítima defesa. Por outro lado, a família da vítima e os promotores pediram uma sentença mais severa. Pamela Dias, mãe de Owens, declarou: “Estou diante de vocês não apenas lamentando a perda da minha filha, mas também a perda de nossas esperanças, sonhos e o futuro do qual frequentemente falávamos.”

Lorincz foi acusada de homicídio culposo com arma de fogo, negligência culposa e duas acusações de agressão, além do homicídio em si.

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