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Classificação da pele negra: Harmonize roupas e acessórios com o tom da sua pele

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Por Marcela Lemos
O estudo da cor da pele é fundamental para compor uma bela imagem de forma harmônica. A pele negra foi identificada, com base no estudo das peles de  Suzanne Caygill chamado Color Harmony, em 38 tons,  classificados em seis categorias sendo:
  •  dois grupos de peles quentes;
  •  dois grupos de peles frias;
  • dois grupos de peles neutras. 
O nome dado a cada um dos grupos são derivados de nomes de regiões, ritmos musicais e temperos.
Calipso: um ritmo musical caribenho, alegre e agitado, pele quente e dourada que combina com quase todas as cores quentes, mas especialmente com a luminosas, em que predominam o amarelo-dourado e os tons quentes de rosa como (salmão, coral e pêssego), tanto na roupa quanto no cabelo e na maquiagem. É recomendando joias e acessórios dourados.
Spike: significa temperado com condimentos quentes e apimentados, é avermelhada e é encontrada facilmente no Brasil. É uma pele que se harmoniza com cores avermelhadas e alaranjadas, vivas e quentes. O ideal é usar acessórios e joias dourados.
Saara: corresponde à cor do deserto do Saara, um amarelo claro neutro, com tendência a frio. As cores que predominam para este tipo de pele é a cor fria (roxo, magenta, amarelos-claros, verdes-claros) e vários tons de bege. As joias e acessórios que combinam são os prateados.
Nilo: é o nome do rio africano, neutro e com tendência a ser frio, muito claro aproximando da cor marfim. Pela cor não se nota a ascendência negra, é uma pele clara e fria e não é muito comum no Brasil. As cores que combinam são as claras ou neutras frias como (cinza-azulado ou marrom-esverdeado-claro). Evite as cores escuras pois ficam com muito contraste, tornando a pele mais pálida e opaca. Use joias e acessórios prateados.
Jazz: é escuro da cor do chocolate ou café, seu nome deriva do gênero musical que alterna movimentos rápidos e lentos. Esse tipo de pele é encontrado em todas as regiões da África. É de cor fria, viva, pura e contrastantes com predominância para o magenta e o roxo. É recomendado usar acessórios e joias de qualquer tipo (prateados ou dourados).

Blues: nome de gênero musical conhecido por canções tristes e lentas, também é uma pele de cor fria, viva, pura e contrastante com predominância para o azul, verde e o carmim. Para joias e acessórios use os prateados.

Com essas dicas do seu tipo de pele, fica muito mais fácil na hora de escolher um look, um make e arrasar na produção.
Qualquer dúvida que houver contate uma Personal Stylist
Marcela Lemos
Consultora de Moda e Estilo
marcela@vestilonegro.com.br
(11) 9 6245-8827

As tendências e cores para Primavera – Verão 2014

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Por Marcela Lemos*

Vou trazer aqui alguns looks com tendências e cores e, mostrar que além das passarelas pode ser usado no seu dia a dia e em todas as ocasiões. E observem o quanto fica bem valorizado essas tendências trazidos para tom da pele negra.

Vejam as dicas:

BRANCO TOTAL
É uma tendência que volta muito forte nesta estação e que combina demais ao tom de pele negra por trazer mais iluminação.
P&B – PRETO E BRANCO
Vem de forma e estrutura geométrica e listras de todos os tamanhos que pode ser combinado com alfaiataria.
LISTRAS

 

 

Continua forte na próxima estação e em diferentes tipos grossas, finas e coloridas.
ÉTNICO
Com influência africana, ritmos e alegria nas estampas bem coloridas e contrastantes.
ESTAMPA AZULEJO OU AZULEJO PORTUGUÊS
Com influência da arquitetura colonial portuguesa em azul e branco feitas em figuras geométricas, flores ou mistura das duas figuras.
ASSIMETRIA
Aparecerá em qualquer peça shorts, saia, blusas, vestidos.
CROPPED
Nada impede de as Plus Size também usarem essa tendência, desde que esteja com a barriga no lugar sem as partes salientes pra fora da calça e do top.
DECOTE NAS COSTAS
Decote nas costas estará em evidência junto com a barriga de fora, para quem tem o corpo no lugar Use e Abuse!!!
MIX DE ESTAMPAS
Fazendo um visual ousado e bem descontraído
Ou mais discreto
CORES FORTESSerá usado todos os tons em Amarelo, Verdes, Alaranjados, Vermelho, Azul, Rosa Pink e Roxo. Destaque em roupas e acessórios.

Visitem a página do facebook https://www.facebook.com/VestirComEstiloNegro e qualquer dúvida entrem em contato.
*Marcela Lemos
Consultora de Moda e Estilo
(11) 9 6245-8827

O Brasil e seu racismo cínico, afinal a gente sabe quem é preto, certo?

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Por Silvia Nascimento*

Como funciona nos EUA, todo mundo sabe. Tem uma gota de sangue africano, é negro. No Brasil, ser negro, é parecer negro.  Por mais que seu corpo seja composto por mais genes africanos do que europeus, e sua vó seja do tom da Jovelina Pérola Negra, a cor da sua pele é quem define a que “clube” você pertence ou que deseja pertencer.  A questão aqui não é de certo ou errado, é apenas a maneira que a questão “raça”, funciona no Brasil. Por conta disso, o  jogador de futebol Ronaldo, ao não se declarar negro, gera histeria na comunidade negra. E se definir como não-negro, não é apenas uma negação das suas reais origens. Ele provavelmente foi “lido” como branco ao longo de sua vida.  A atriz Débora Nascimento também espanta muita gente se afirmando negra.  Sua pele e olhos claros, dentro da cultura brasileira, lhe dão a permissão de ser o que ela quiser. Palmas para ela que decidiu ser coerente e atribuir aos seus ancestrais africanos vários traços da sua beleza.

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O burburinho do momento, novamente, é a questão das cotas, que voltou à tona depois da repercussão do caso do aluno Mathias de Souza Lima Abramovi, tido como branco, mas que se declara afrodescendente, portanto negro,  para ter vantagens no processo seletivo para o Instituto Rio Branco. Sabe a questão americana do sangue?  Esquece isso. Vamos transportar a “leitura de uma pessoa“ e definir a que grupo étnico ela pertence pelo ponto de vista brasileiro. Como? Vamos fazer um exercício juntos, respondendo as perguntas abaixo:

O candidato, que se autodeclarou como afrodescendente:

a)Está no perfil físico dos negros vítimas de homicídio?

b) Teria alguma dificuldade, num processo seletivo de uma empresa por conta da sua aparência?

c) Seria motivo de piadas racistas na escola?

d) Seria preterido pela família da namorada, se ela fosse branca?

e) O segurança do shopping o veria como suspeito?

f) A senhora racista seguraria sua bolsa caso o avistasse na rua?

Ele pode ter mais genes africanos do que o Lázaro Ramos, mas ele não se encaixa no grupo de pessoas que sofrem de racismo em nosso país, e não, não precisa de nenhum tipo de benefício para chegar onde quiser.  O próprio jornal O Globo o definiu como branco e este é provavelmente “o clube” a que ele pertença, mesmo que seus genes digam que não.  Programas de ações afirmativas serão eficientes  quando os envolvidos em sua implementação perceberem o óbvio: é a cor da pele que impede a ascensão do negro no Brasil. As dificuldades são proporcionais à quantidade de melanina. Chega de cinismo.

 

*Jornalista e Diretora de Conteúdo do Site Mundo Negro

Nos EUA há mais negros nas escolas do que brancos

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Uma recente revisão dos dados do Departamento do Censo americano indica que há uma maior percentagem de crianças em idade escolar afro-americanas na escola comparado aos estudantes brancos nas faixas etárias comparáveis. Os dados foram publicados pelo Journal of Blacks no Ensino Superior  e revela que havia cerca de 12 milhões de estudantes afro-americanos matriculados em todos os níveis de escolaridade. Isso representa 31,4 % da população negra nacional acima de três anos de idade. Isso se compara com um pouco menos de 23 % da população branca na mesma faixa etária.

Os números refletem dados obtidos pelo Censo Bureau (o equivalente ao IBGE nos EUA) em 2012. A mesma tendência se aplica ao ensino superior.  Eles indicam que 8% da população afro-americana  estava matriculada em faculdade ou pós-graduação. Entre os brancos a taxa é de 6,2% .

Na questão de gênero o censo aponta uma grande diferença.  Os números indicam que 1,8 milhões de mulheres negras estavam matriculadas na faculdade, em comparação com 1,1 milhões de homens negros. As mulheres negras representavam 62 %do número de estudantes afro-americanos matriculados no curso superior.

Fonte: http://www.jbhe.com

Fundação Palmares comemora 25 anos, com eventos por todo o Brasil

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Com muita arte, e exaltação da cultura negra, a Fundação Cultural Palmares  comemora 25 anos e corre o Brasil com vários eventos. A celebração que começou em agosto chega ao Rio e São Paulo em Setembro.  Porto Alegre, Alagoas e Vitória são outras cidades onde a instituição estará presente com debates e eventos culturais.

Confira a programação:

RIO DE JANEIRO

29 de agosto

14h às 18h – Abertura do Projeto “Memória e Identidade”

Tema: Jongo, caminhos de nossa ancestralidade

Local: Auditório Muniz Aragão Rua da Imprensa, 16 – Centro,

7º andar – Rio de Janeiro. Foto: ASCOM/FCP14 de setembro

10h às 17h – Encontro “Quilombo Brasil”

Tema: Comunidade Remanescente de Quilombo de Santana (Quatis) recebe os

jongueiros da Comunidade Remanescente de São José da Serra (Valença).

Local: Comunidade Remanescente de Quilombo de Santana (Quatis),

 

SÃO PAULO

12 de setembro

19h – Mesa Redonda: “O corpo negro na dança e nas artes plásticas”

Local: Auditório do MinC, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos São Paulo/SP.

 

13 de setembro

19h – Mesa Redonda: “O corpo negro no teatro, na literatura e no fazer intelectual”

Local: Auditório do MinC, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos São Paulo/SP. Foto: ASCOM/FCP

 

14 de setembro

09h às 20h – Atividade Especial: “Plantio das árvores sagradas”

Local: Solar das Andorinhas, R. Ivan de Abreu Azevedo,

333 Carlos Gomes – Campinas/SP.

 

26 de setembro

19h – Mesa Redonda: “O caminho editorial negro”

Local: Auditório do MinC, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos São Paulo/SP.

 

03 de outubro

19h – Mesa Redonda: “Seminário Mídia e Relações raciais”

Local: Auditório do MinC, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos São Paulo/SP.

 

04 de outubro

19h – Mesa Redonda: “Caminhos da nova mídia negra”

Local: Auditório do MinC, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos São Paulo/SP.

 

26 de outubro

19h – Mesa Redonda: “Encontro de gerações entre escritoras negras”

Local: Auditório do MinC, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos São Paulo/SP

 

PORTO ALEGRE

25 de setembro

14h – Ciclo de Palestras: “Manifestações afro-gaúchas e a dinamização das

culturas negras”

Local: FATO – Faculdades Monteiro Lobato, Rua dos Andradas, 1180, Centro, Porto

Alegre/RS

 

ALAGOAS

15 de outubro

14h – Mesa Redonda: “Gestão do Parque Memorial Quilombo dos Palmares

Local: Espaço Cultural Linda Mascarenhas, Avenida Fernandes Lima – Maceió/AL.

 

VITÓRIA

23 de outubro

14h – Ciclo de Palestras: “Jongos e Caxambus: interfaces entre religiosidade e

cultura afro-brasileira no Espírito Santo

Local: Auditório do Centro de Educação- IC- IV- Universidade Federal do Espírito

Santo- UFES, Av. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras, Vitória/ES.

 

Te quero, mas não te assumo

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Por Silvia Nascimento*,

 

A classe C compõe 54% da população brasileira. Estima-se que nos últimos anos, mais de 23milhões de pessoas saíram da classe D e E para integrar grupo que se tornou condutor da locomotiva do crescimento do país. Números do instituto de pesquisa Data Popular apontam que a classe C movimenta R$ 1 trilhão por ano na economia nacional. Esse parcela é formada em sua maioria por negros, mulheres e jovens. “Colocar negros na comunicação tem a ver com um mercado de R$ 720 bilhões”, assegura o sócio-diretor do instituto Renato Meirelles.

Fazer ações de marketing que dê visibilidade a este nicho de mercado, não é uma questão de responsabilidade social, muito menos de reconhecimento da diversidade, ou altruísmo, trata-se de uma questão de sobrevivência. O mercado de cosmético demorou  mas despertou para atender este público que dá valor ao seu dinheiro e exige qualidade.  A partir deste panorama econômico vamos refletir: será que o investimento na fabricação de produtos para este público, também passa pelo esforço em retratar esses novos consumidores em suas campanhas publicitárias, sejam elas impressas, pela TV, pontos de venda ou Internet? Negativo.

Para O Boticário, ela é invisivel

O Boticário, empresa que completou 34 anos em 2013, com mais de 3 mil lojas espalhadas no Brasil e que reconhece a diversidade nos tons de pele da brasileira, por meio da generosa gama de cores da sua linha de maquiagem oferecida em suas lojas,  não transporta a mesma estratégia realista na escolha das modelos da sua nova campanha publicitária para a linha Make B Rio Sixties, inspirada na beleza do Rio nos anos 60.  “A beleza do Rio que encantou o mundo” é retratada pelo vídeo da campanha, de pouco mais de 30 segundos, por modelos de pele branca branca cantando a famosa marcha “Cidade Maravilhosa”.  O sol está lá, a praia aparece ao fundo, a “vibe” é tropical, mas as protagonistas do comercial não representam o biotipo das mulheres brasileiras. Há até uma estrangeira que canta com seu sotaque mas nenhuma negra, como aquelas que habitam nosso imaginário quando lembramos do carnaval. Para O Boticário, a mulher carioca que atrai os olhares do mundo é branca, de olhos claros, cabelos longos e loiros.

httpv://www.youtube.com/watch?v=6C_qf6jXfwY

Indignadas com a campanha, muitas internautas prontamente manifestaram seu repúdio ao vídeo. Uma delas, a blogueira Carolina Candido escreveu uma longa mensagem ao departamento de marketing retratando sua indignação.  “Como que num país com diversidade étnica tão grande quanto o Brasil, apenas uma etnia pode ser representada em uma propaganda, ainda mais se tratando de uma campanha que busca enaltecer as belezas da cidade do Rio de Janeiro? ”, protesta Carolina . A empresa se defende e diz que  a “campanha Make B. Rio Sixties foi criada com muito carinho, especialmente para todas as mulheres que adoram novidades de make up”.  Todas as mulheres?

“Só tem loiras no Brasil”, “No Brasil só tem brancos?”,  “O Rio é repleto de negros e caso O Boticário não saiba, o negro é lindo”, dos manifestos das consumidoras na página da marca no Youtube, onde a Central de Relacionamento ao consumidor pede desculpas e se compromete a encaminhar as mensagens à equipe de marketing.

Qual nome se dá a uma empresa que investe na sua linha de produção para um determinado público que ela não assume ter publicamente? Dizer que a empresa cria produtos, de forma especial, para mulheres que adoram novidades em make up, mas nas campanhas publicitárias ignora as negras, não é o mesmo que dizer que seus produtos são feitos apenas para brancas?

O velho ditado diz que só valorizamos o que perdemos. A mulher negra brasileira tem o perfil da consumidora em potencial. Hoje ela finalmente tem o poder econômico para escolher produtos que suas mães e avós nem sonhavam em ter. Na hora de compra,  ela deve optar por empresas que reconheçam sua beleza, não apenas  por estar de  olho na sua carteira, mas por  promover ações  publicitárias que deem visibilidade e enalteçam suas  características físicas  sim, mas também  seu hábitos culturais e comportamentais.  Para O Boticário na cidade cheia  de encantos mil, a negra é invisível.

* Silvia Nascimento é jornalista e Diretora de Conteúdo do site Mundo Negro

Assinam:

Preta e Gorda, Blogueiras NegrasMaxi Bolsa e Carolina Cândido

Com investimento inicial de 90 milhões, plano de combate a violência contra jovens negros começa no DF

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Durante o evento que sancionou o Estatuto Da Juventude, no início de agosto, a presidente Dilma Rouseeff afirmou que planos de ações de com combate à morte de jovens negros seriam prioridade e não demorou muito para que as primeiras ações começassem a ser efetivadas.  Lançado oficialmente nesta terça-feira (5/9) no Distrito Federal e Região Metropolitana, o Plano “Juventude Viva” disponibilizará R$ 90,3 milhões em recursos do governo federal para a capital do país e seis municípios vizinhos desenvolverem ações que reduzam os riscos sociais para jovens negros entre 15 e 29 anos.

A Secretaria-Geral, por meio da Secretaria Nacional de Juventude, e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial  (SEPPIR) são responsáveis pela coordenação do Plano, que conta com a parceria de onze Ministérios. Na cerimônia,  a ministra da SEPPIR, Luiza Bairros, afirmou que,  “com esse plano estamos dizendo que a vida de uma pessoa negra, na contramão do racismo, vale tanto quanto a de qualquer outro ser humano.”

O plano “Juventude Viva” reúne ações de prevenção que visam a reduzir a vulnerabilidade dos jovens a situações de violência física e simbólica, a partir da criação de oportunidades de inclusão social e autonomia, oferta de equipamentos, serviços públicos e espaços de convivência em territórios que concentram altos índices de homicídio. O projeto ainda oferecerá aprimoramento da atuação do Estado por meio do enfrentamento ao racismo institucional e da sensibilização de agentes públicos para o problema.

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Homem negro é o público alvo do plano

As políticas e programas do Plano são direcionados à juventude, com especial atenção aos jovens negros de 15 a 29 anos do sexo masculino, em sua maioria com baixa escolaridade, que vivem nas periferias dos centros urbanos. Independentemente da cor/raça, terão prioridade os jovens em situação de exposição à violência, como aqueles que se encontram ameaçados de morte, em situação de violência doméstica, em situação de rua, cumprindo medidas socioeducativas, egressos do sistema penitenciário e usuários de crack e outras drogas.

O plano prioriza 132 municípios brasileiros, distribuídos em 26 estados e no Distrito Federal, que em 2010 concentravam 70% dos homicídios contra jovens negros. A relação inclui as capitais de todos os estados brasileiros. Na primeira fase de implementação, as ações estão voltadas aos jovens de quatro municípios de Alagoas: Maceió, Arapiraca, União dos Palmares e Marechal Deodoro.  A lista de municípios que participarão do plano, está disponível no site: http://www.juventude.gov.br/juventudeviva/

Aprenda a fazer esse charmoso rabo de cavalo

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Por CWBraids*

 

 

Passo a Passo

1°  Separar uma mecha frontal, dar uma viradinha e deixar a ponta para trás, prendendo com um grampo.

2°Faça um rabo de cavalo de altura média com o resto do cabelo.

3° Puxe algumas mechas do rabo de cavalo e prenda com grampos aleatoriamente sobre a parte esticada entre o rabo e a franja.

4° Finalize com uma tiara, faixa ou lencinho por cima da sobra da franja.

 

*https://www.facebook.com/CwBraids

 

Record é condenada a pagar R$ 10 mil modelo negra que teve cabelos queimados

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Fumaças no cabelo: A cabeleireira culpou a modelo pelo acidente

A TV Record foi condenada pela 39ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de São Paulo a pagar uma indenização de R$ 10 mil a uma modelo que teve seus cabelos queimados durante a exibição do programa Hoje em Dia. De acordo com o site Terra, a emissora paulistana ainda pode pedir recurso da sentença.

 

Fumaças no cabelo: A cabeleireira culpou a modelo pelo acidente
Fumaças no cabelo: A cabeleireira culpou a modelo pelo acidente

N.L.S.A. viu suas madeixas queimadas quando uma profissional as usava para mostrar como se fazer cachos nelas durante o programa matinal, exibido ao vivo. Após a fumaça que queimou os fios, a mulher que fazia o tratamento ainda culpou a garota, perguntando se ela tinha passado algo previamente. “Coloquei só um creme”, disse N.L.S.A. “Ah, então foi isso”, respondeu a cabeleireira, sem pedido de desculpas, enquanto segurava um cacho inteiro nas mãos, arrancado do couro cabeludo devido ao seu erro.

“É necessário que a autora, por trabalhar como modelo, tenha sua imagem preservada, sendo este um dos principais requisitos da sua profissão”, disse na sentença o juiz Gustavo Coube de Carvalho, afirmando que o incidente ocorreu pelo fato de o aparelho ter ficado ligado além do tempo necessário, levando partes do cabelo à queda – e não por um erro de N.L.S.A.

“O pedido de reparação por dano moral deve ser atendido e para tanto fixo o valor de R$ 10 mil, que reputo adequado às circunstâncias subjetivas e objetivas do caso, considerando, de um lado, a reprovabilidade da conduta da ré, e, de outro, as graves consequências do fato para a autora, que depende de sua imagem para trabalhar”, resumiu ele.

Filhos de Martin Luther King brigam por propriedade intelectual e acusam irmã de negligência

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Mau estado de alguns objetos seria responsabilidade da filha de King
Herdeiros de Martin Luther King brigam judicialmente pelo acervo do pai

No mesmo dia em que milhares de pessoas estavam reunidas na capital do país, para comemorar o 50º aniversário do discurso “Eu tenho um sonho…”, de Martin Luther King Jr., dois de seus filhos entraram com uma ação contra a filha, a respeito do uso da propriedade intelectual do icônico líder.

Martin Luther King III e Dexter King, que dirigem a propriedade de seu pai, disseram que Bernice, que é responsável o Martin Luther King Jr Center for Nonviolent Social Change (Centro pela Mudança Social Sem Violência, em tradução livre), tem sido negligente com o uso de “nome, imagem, voz gravada e memorábilia (objetos de pessoas ou eventos importantes)” de Dr. King”. Seus escritos, discursos, sermões, cartas, direitos autorais e marca registrada, e “os restos e o caixão contidos no jazigo de Dr. Martin Luther King Jr.” também foram mencionados como parte de sua propriedade intelectual.

De acordo com noticiário da corte americana, o Estado realizou uma auditoria em abril, que “revelou que a atual maneira de se cuidar e armazenar a propriedade física do requerido é inaceitável e que os itens estão suscetíveis a danos causados por fogo, água, mofo e bolor, assim como roubo”.

Filhos de King dizem que tentaram trabalhar com sua irmã para resolver os problemas, mas sua relação “se tornou tensa recentemente, resultando numa total quebra de comunicação e transparência”.

Como resultado, o Estado alega que foi forçado a rescindir o acordo mundial de isenção de uso de imagem, em 30 dias, através de correspondência enviada em 10 de agosto.

Com informações da revista Essence e colaboração de Fernando Sagatiba

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