Premiado pelo Oscar, o curta animado ‘Hair Love’ vai ganhar uma série derivada no HBO Max. Intitulado Young Love, o projeto conta com 12 episódios sobre a história da adorável família Young, formada pelo casal Stephen e Angela, a garotinha Zuri e o gato Rocky.
A novidade foi divulgada nesta terça-feira (7), estão entre os temas abordados na produção: casamento, carreira, paternidade, questões sociais e dinâmicas multigeracionais.
Como escreveu e dirigiu o curta “Hair Love”, Matthew A. Cherry é showrunner da nova série ao lado de Carl Jones. “Estou mais que animado para continuar contando a história dessa família”, disse Cherry em comunicado.
“Young Love”, por enquanto, não tem previsão de estreia.
Em abril, o diretor de Hair Love, anunciou a versão brasileira, da história, em livro. O curta de Matthew Cherry celebra a beleza de diferentes tipos de cabelo e conta a história de Zuri, uma jovem afro-americana, que recebe a ajuda de Stephen, seu pai, após enfrentar dificuldades para arrumar seu cabelo.
O Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para Audiovisual oferecerá uma formação para 40 potenciais roteiristas que se autodeclararem negros ou indígenas, com encontros semanais que ocorrerão por plataforma digital, com cerca de 20 roteiristas da Globo. Será um espaço de trocas, aprendizados e novos repertórios literários e cinematográficos.
As três primeiras edições do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual tiveram números extraordinários: mais de 1000 inscrições, 100 participantes, 89 argumentos entregues, 18 roteiristas contratados pela Globo e 1 especial de Natal produzido e exibido pela Globo em 2019 a partir de um argumento construído no Laboratório. Pelo menos cinco argumentos concebidos no projeto estão em processo de adaptação para filmes ou séries em produções envolvendo outros parceiros.
Neste contexto, a Flup e a Globo unem suas experiências para criar um projeto com duplo viés: a formação de roteiristas indígenas e negros para a produção de narrativas audiovisuais e a criação de um ambiente que provoque e instigue a criatividade para fazer emergir histórias e personagens latentes de um universo ainda pouco explorado e representado pela nossa dramaturgia.
O processo tem como objetivo incentivar a produção de narrativas potentes e criativas de roteiristas negras e indígenas, suprindo uma incompreensível lacuna da nossa produção audiovisual. “Somente as pessoas negras e indígenas podem reinventar seu lugar em nossa dramaturgia”.
A Flup é apresentada pelo Ministério do Turismo, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Patrocínio Itaú por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Globo por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS. Tem o apoio da Fundação Ford e do Instituto Ibirapitanga. Realização Instituto, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Pátria Amada Brasil Governo Federal.
Quem pode participar: Pessoas autodeclaradas negras e indígenas que escrevam em português; • Maiores de 18 anos; • Ficha de inscrição corretamente preenchida; • Disponibilidade para participar de todos os encontros on-line; • Dispositivo com acesso à internet.
Processo seletivo • Abertura de inscrições: 07 de julho de 2020 • Encerramento de inscrições: 31 de julho de 2020, às 23:59 • Divulgação dos selecionados: 10 de agosto de 2020
Produto final Ao longo do processo, cada pessoa selecionada terá que desenvolver um argumento audiovisual, que poderá servir de base para um futuro roteiro de cinema ou série. Todos os argumentos serão avaliados primeiramente pela Globo, que poderá manifestar interesse em adquirir os direitos para desenvolvimento de obra audiovisual.
A Cantora havia alugado uma casa de praia para passar sete dias, entretanto ela e suas amigas foram expulsas três dias antes do fim da hospedagem. Sobre a aglomeração em tempos de pandemia, Lizzo explicou que todas tiveram a responsabilidade de fazer testes de Covid-19 e, felizmente,todas testaram negativo. A artista ainda pediu que seus mais de 9 milhões de seguidores ficassem seguros e com suas máscaras.
No Instagram, a cantora postou um vídeo dançando e disse: ”Isto é para o homem que me expulsou do meu aluguel de 7 dias 3 dias antes de eu sair, ontem. Isso é por zombar da maneira que eu danço e por usar imagens minhas e das minhas 6 amigas negras no Instagram para dizer que poderíamos ‘machucá-lo’ e ameaçar chamar a polícia. Eu sei que você está vendo o meu perfil, então eu só quero que você saiba que você não pode parar esse brilho de garotas negras.” Ela ainda completou agradecendo ao dono da casa pela expulsão, pois agora elas estavam em uma casa melhor.
A cineasta Karoline Maia, 26 anos, é filha de uma empregada doméstica e foi inspirada pelos anos de trabalho da mãe que resolveu fazer o longa-metragem que evidencia a igualdade entra a senzala e o quarto da empregada.
O filme investiga as relações de trabalho construídas no ambiente doméstico desde o Brasil colônia até os tempos atuais e é intitulado “aqui não entra luz” por mostrar relações sociais e arquitetônicas desses locais.
O trabalho evidencia dinâmicas escravocratas e racistas que permanecem até hoje. O quartinho da empregada é um ambiente totalmente afastado, pouco arejado e sem iluminação da casa. Esse cômodo já está nos projetos segregacionistas e arquitetônicos dos apartamentos de classe média e alta do país, sendo um símbolo de uma herança cultural escravocrata e racista.
A maioria dos espaços e casas que Karoline visitou segue o mesmo padrão “Os lugares são semelhantes: a entrada de serviço, o fundo da casa, um lugar isolado, com pouca entrada de luz, estratégico para o patrão, do lado da cozinha e da área de serviço”, explica ela.
“O quartinho da empregada fica sempre nos fundos da casa, ao lado da cozinha. ‘Ela é como se fosse da família’, mas espera todo mundo jantar para comer o que sobrou. Dorme depois, acorda antes”, diz um dos trechos que fazem parte da divulgação do documentário.
Karoline afirma que o quarto da empregada serve de manutenção da sociedade.
A cineasta vem montando uma equipe composta somente de mulheres até o momento. Quando iniciar as filmagens, vai compartilhar nas redes sociais do filme algumas etapas do processo para aproximar o público, contando sobre os lugares por onde passou e o que encontrou no caminho.
Para ser finalizado, filme busca apoio de financiamento coletivo até dia 11 de julho.
Fotos do filme: “Aqui Não Entra Luz” Imagem/Reprodução
Entender o conceito de “sevirologia” explica, ao mesmo tempo, toda a essência de Suyane Ynaya, a mulher que trouxe nome para o todas as pretas que, ‘se viram’, vão além e fazem de tudo para conquistar seus objetivos e lidar com o mundo.
“Minha vontade é de inspirar e impedir que os outros se limitem. É uma forma de começar e seguir fazendo, ainda que a gente abra o Instagram e tenha a sensação de que as coisas só acontecem com o vizinho”, disse Suyane em entrevista à revista Glamour.
Suyane usa o Instagram para compartilhar seu trabalho como stylist criando editoriais para grandes marcas gastando pouco e reutilizando matérias, compartilha histórias reais e um pouco da sua vida como mãe de duas crianças (lindas). De forma ‘simples’, o termo sevirologia é isso, usar as ferramentas que você tem ao seu alcance, hoje compartilhamos aqui, o que talvez não chegue a um terço do que é a história de Suyane Ynaya, mas é uma história que se assemelha a mais da metade das mulheres pretas.
Mãe de dois filhos, Maya e Theo, Suyane fez bicos como babá, garçonete e vendedora por seis anos até ter seu primeiro contato com a teoria e a prática da vida de uma stylist. “Era um curso de férias que durava só uma semana, mas foi exatamente a partir dali que consegui chegar à posição que ocupo hoje”, lembra. “Parei de estudar no segundo ano do ensino médio e, por isso, me tornei uma pessoa que aprende melhor quando pode viver as coisas na prática”.
Em 2016, Suyane criou o coletivo MOOC com mais sete amigos que destaca o olhar do jovem negro na publicidade. A paulistana visitou Nova York pela primeira vez, em agosto do ano passado. “Quando pisei na cidade, foi o momento em que pensei: cheguei lá e agora nada pode me parar. Estar nesses lugares significa conseguir mudar uma parte do olhar da minha família sobre a ideia de conquista. É diferente para quem vem da periferia. Aprendemos a não alimentar os sonhos, porque precisamos lutar pelo básico antes”.
“Sim sou a nova editora da Elle Brasil”, escreveu Suyane em seu Instagram ao compartilhar a notícia com seus seguidores, seguido de um vídeo e um texto emocionante; leia o relato completo: Me lembro muitos ensinamentos da minha mãe onde ela sempre nos pedia para acreditar em tudo que decidimos fazer em nossas vidas. Eu sempre tentei acreditar que tudo isso não era em vão, sempre me perguntei pq habitar certos locais? Me questionei sobre os posicionamentos que precisei ter, tive medo dos mesmos posicionamentos por questões de silenciamento. Que sabemos bem que são frequentes! Mas olha aí, a mulher que saiu menina das comunidades da zona leste de São Paulo, que tentou falar muito sobre suas vivências e que hoje está nos locais que sempre sonhou. Então esse papo é sobre acreditar, eu peço que você acredite sempre em você. Parece um papo bobo né? Mas nunca falha quando acreditamos, executamos e concluímos o mesmo. Enfim, eu quero agradecer aos meus filhos, que me tornaram uma mulher forte pois nunca pude baixar a guarda para dar o que posso para cada um deles.
Suyane Ynaya traz força e esperança para nós mulheres negras e mães que nos viramos para carregar o mundo nas costas e dar conta de tudo e mesmo assim poucas ‘chegam lá’, muitas, infelizmente, não aguentam o peso e desistem pelo caminho ou a falta de representatividade faz pensar que não será possível ‘chegar lá’. Suyane chegou para dar a voz, espaço e ser representatividade. Isso não quer dizer que esse é o limite, Suyanne Ynaya já mostrou que pra quem vem da periferia, limite não existe, temos fome do mundo.
A médica, ativista e ganhadora do BBB20 Thelma Assis (@thelminha) é a capa do mês de julho da revista Harper’s Bazaar Brasil. A revista desse mês traz a temática “paz, amor e luta” e contará com uma entrevista exclusiva.
A capa faz menção e homenagem a capa de 1966 com Donyale Luna, primeira mulher negra a estampar a capa da revista Vogue.
Donyale Luna, a primeira mulher negra a estampar a capa da Vogue em 1966
“Eu fico muito feliz com essa oportunidade de representatividade” disse Thelma em seu perfil do Instagram.
Uma corrente emocionante tomou conta das redes sociais nesta segunda-feira (6). Há alguns dias, Taís Araujo publicou uma foto em preto e branco de Isabel Fillardis com um relato pessoal em que contava como a atriz, que já fazia sucesso quando ela começou, a inspirou no início da carreira. Seu texto, que vinha acompanhado da hashtag #AtrizQueInspira, reverberou.
A partir daí, muitas outras atrizes começaram a compartilhar seus relatos também e, agora, chegou a hora da própria Taís ser homenageada pelas colegas de trabalho. Nomes como Dandara Mariana, Juliana Alves, Lucy Ramos, Cris Vianna, entre outras, já fizeram seus relatos.
“Quando eu comecei ela já brilhava, foi muito por ela estar lá que eu também quis estar. Saber que ela podia me fez sentir possível também. Obrigada Bel, por ter sido a minha primeira grande referência. Isabel Fillardis é atriz, cantora, apresentadora, produtora, mãe de três filhos e uma”, escreveu Taís sobre a amiga.
A atriz foi a primeira a retribuir a homenagem recebida e escreveu um texto lindo sobre Taís: “Quem olha pra gente acha que somos irmãs. Não. Não somos. Pelo menos não nessa vida. Ou acha que somos primas. Não somos. Conheço Taís, pra mim a ‘Tatá’, há décadas e, num dado momento de nossas vidas, algumas vírgulas fizeram a distância física tomar conta. Mas, nem a distância física, nem pessoas maldosas conseguiram interferir em algo forte: o amor”, escreveu.
https://www.instagram.com/p/CCTij4WDskr/
Confira todas as homenagens enviadas para a atriz:
Luellem de Castro: “Curiosidade: Quando eu era mini Luellem fiz uma participação em alguma coisa da Globo e, quando estava saindo, vi Lázaro e Taís na porta. Fiquei muito feliz. Lázaro passou a mão na minha cabeça e disse ‘Olha que linda! Já pode fazer nossa filha em alguma novela’. Olhei pra Tais e pensei ‘Será? Ela? Minha mãe?’. Bobagem de criança. Tais, você arrasa. Muito obrigada por estar aí.”
Heloísa Jorge: “Eu seguro a minha mão na sua, eu junto o meu coração ao seu, para que juntas possamos fazer aquilo que eu não posso e não consigo fazer sozinha. Obrigada por ser inspiração e acolhimento para tantas de nós. Muito amor”.
Lucy Ramos: “Com vocês, Taís Bianca de Araujo Ramos, mais conhecida como Taís Araujo e, para os mais íntimos, Tatá. Grande atriz, apresentadora, mãe de dois filhos, esposa, carioquíssima… Faz 25 anos que ela nos presenteia com o seu talento. Que sorte a minha chegar nessa profissão e tê-la como referência. Você de alguma maneira me dizia que era possível. E com a sua determinação, persistência e sabedoria continua nos fortalecendo e dizendo pra quem ainda não ouviu: nós somos muitos, somos diversos! Existe um caminho de possibilidades. Gratidão, minha linda, por tanto. Você é luz, é amor, é generosidade, é acolhimento, é luta, é vitória!”.
Jéssica Ellen: “Essa é a Tais. Eu cresci assistindo ela na TV, estampando capas de revistas e protagonizando campanhas de beleza. Ela me ajudou a construir minha autoestima e a crer que era sim possível. Os anos foram passando e o que era sonho de menina, se realizou : Nos conhecemos em 2013. De lá pra cá, muitas trocas, muitos aprendizados (meus e dela) e também muitas divergências, mas, acima de tudo, muito respeito e admiração por toda sua história e trajetória. Dona Ruth abriu portas, Zezé passou, Isabel chegou e Tais firmou ponto. Construindo novas possibilidades para milhares de meninas pretas. Cresci admirando, me espelhado e também projetando meus sonhos nela. Hoje, sigo admirando e não projetando tanto assim. É importante. Faz parte do amadurecimento. Antes de qualquer estreia minha, trocávamos telefonema que sempre encerrava com a seguinte frase dela : ‘Acalma seu coração’.
Antes de estrear Amor de Mãe, liguei com o mesmo intuito, mas a conversa foi diferente. Eu disse : ‘Tô com medo, horário nobre. E agora?’ Ela virou pra mim e disse : ‘Eu também tô com medo. Uma parte minha achou estranho ouvir aquilo, eu tava esperando a frase emblemática: ‘Acalma seu coração’. Mas, outra parte, celebrou. Foi a primeira vez que consegui olhá-la e enxergar sua fragilidade. E foi lindo ver de tão perto, toda sua desconstrução e entrega para dar vida à Vitória. Hoje, olho e vejo uma mulher potente, linda, versátil, talentosa, que também tem medo, que erra, que acerta e está sempre em movimento. Uma mulher humana”.
Shirley Cruz:
“Taís é esse Sol na Terra que a gente já sabe. Mas pra uma mulher artista e preta ela é bem mais. Ela foi norte, caminho e a certeza que eu chegaria aonde quisesse. O tempo passou, a admiração virou amor e até hoje vê-la em cena me comove. Que fique bem claro que ao contrário do que o mercado prega, atrizes pretas são unidas e torcem umas pelas outras. A vitória de Taís sempre foi a minha vitória também. Te amo, mana”.
Dandara Mariana: “Tatá, que difícil falar de você… É tanta coisa que me perco… Me perco no deslumbramento de ter te conhecido e convivido contigo desde os meus 7 anos de idade… Presenciar a sua correria, dedicação, disposição, alegria e beleza fez total diferença na minha vida! Inspirou-ação!
São tantos momentos! Desde férias escolares aos diversos Natais. Há 25 anos… Uau! Eu tive a sorte de estar muito perto da mulher preta mais foda da história da televisão brasileira! É transformador para uma menina. Eu só sei te admirar, desde lá! E só tenho os adjetivos mais positivos seguidos de exclamações pra você! Era impossível não crescer querendo ser semelhante a Tais Araújo. São milhões de meninas imbuídas do mesmo sentimento. Isso se chama axé! Isso se chama luz!
É redundante dizer que te amo profundamente. E eu amo a Tais Bianca (hahaha porque preto tem nome duplo!), a Araújo, o Brasil inteiro ama! É patrimônio cultural imaterial da humanidade! Já está decretado e o tombamento ocorreu no dia que Mex mirou pra lua e caiu entre as estrelas. O que vem depois de ti é semente da semeadura.
Não posso também não deixar aqui registrado, explícito e publicado, o meu amor profundo por cada membro da sua família. E dizer que: não te desejo nada a menos do que o mundo inteirinho. Só vai! Porque você é a mola propulsora para todas nós. Love ya baby!”
Duas mulheres negras que compartilham uma admiração recíproca e envolvente. A nova música de Margareth Menezes é intitulada “Djamila Ribeirão de Luz” e fala sobre a escritora e filósofa Djamila Ribeiro, mostrando na letra um pouco da sua infância, ancestralidade, força, beleza e poder social.
Durante uma live no instagram, a cantora mostrou sua nova composição inspirada na vida da escritora, que logo se emocionou ao ouvi-la cantar. A música que só está disponível no instagram (ainda!), também fala sobre a infância de Djamila e sua relação com o pai e a leitura, deixando espaço para retratar sobre sua trajetória e desafios passados.
“Ela é uma mulher brilhante no que faz. Não só venceu naquilo que escolheu como profissão, mas ganhou reconhecimento dentro e fora do Brasil por isso. Precisamos reconhecer mais o povo negro, as mulheres negras. E Djamila Ribeiro merece todo o nosso reconhecimento”, falou Margareth para a revista Glamour sobre Djamila.
Na música, a relação da escritora com seu Orixá também é retratado, seus ancestrais são mostrados e sensibilizados de forma emocionante na composição e voz da cantora.
“Eu sou uma grande admiradora da grande Margareth Menezes, nossa rainha. Quando ela me convidou para fazer uma live com ela, meu coração se encheu de alegria. Foi uma conversa ótima, afetuosa, já estava super feliz em dividir um pouco da minha história, falar dos meus livros. Mas eis que ela me surpreende cantando uma música que fez pra mim. “Djamila, Ribeirão de luz”, honrando meus orixás, contando minha história. Estou transbordando de emoção e gratidão.” Relatou Djamila, em sua postagem falando o quanto estava emocionada por ser homenageada por uma ídola brasileira como Margareth Menezes.
A live que mostra a conversa e música está no instagram da escritora:
Curta metragem, roteirizado e dirigido por Renata Martins, está disponível on-line. No filme, Nenê é casado com Geralda há 30 anos. Em uma tarde de domingo, como de costume, ele vai à roda de samba encontrar os amigos. Ao voltar para casa, surpreende-se com uma notícia sobre Geralda. Sem deixar que o ritmo do samba caia, Nenê encontra uma solução pra ficar ao lado de sua eterna namorada. ⠀ Renata é uma das roteiristas da premiada série Pedro & Bianca, ganhadora do Emmy Internacional Kids Awards 2013, na categoria Melhor Série InfantoJuvenil, e do Prix Jeunesse Iberoamericano 2013 e Internacional em 2014 na categoria “ficção para o público de 12 a 15 anos”.
Aquém das Nuvens, foi exibido em mais de dez países e premiado no Festival Unasur na Argentina, assim como, venceu o concurso TALTV – Televisão da América Latina em 2014.
A palavra ‘Aquém’ significa: na parte de cá; neste lado; deste lado. Ao assistir o longa, a palavra deste lado, na parte de cá, neste lado da nuvem, fará todo sentido. Aquém da amada, Aquém do cuidado, Aquém da partida e das nuvens.
Nesta segunda-feira (6), o ator, roteirista e dramaturgo Rodrigo França publicou em suas redes sociais que estará na segunda temporada de Arcanjo Renegado “honra em participar do elenco dessa série que é um grande sucesso”.
https://www.instagram.com/p/CCRtEkupekB/
A convite de José Júnior, criador da série, Rodrigo França fará parte da segunda temporada. A obra é uma coprodução do Globoplay e do Multishow com a AfroReggae Audiovisual.
Gravada no Complexo da Maré, a “Arcanjo Renegado” aborda os problemas da segurança no Rio de Janeiro a partir da história do sargento Mikhael, que comanda o grupamento Arcanjo, responsável por operações especiais do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais). A série se desenrola a partir das duas vertentes, uma trama policial e uma política, que se colidem num certo momento.
“Como muitos de vocês, eu também sou fã do Rodrigo mas eu sou fã a bastante tempo muito antes do big brother eu já vinha observando o Rodrigo, ouvi opiniões das mais diversas sobre ele, tanto quanto dramaturgo como ator e roteirista. É um cara que eu sempre quis me aproximar, inclusive falei isso pra ele no ano passado, eu falei: cara vai chegar uma hora que a gente vai fazer alguma coisa junto. E agora essa hora chegou. Ele vai estar junto com a gente fazendo arcanjo renegado segunda temporada”, disse José Júnior ao anunciar a participação de Rodrigo França na segunda temporada da série.
Em junho, foi anunciada a participação da cantora Ludmilla na série, a cantora interpretará uma policial militar e vem fazendo o tratamento em sua casa há alguns meses. O papel foi convite veio após ela comentar ter adorado a primeira temporada da trama.
A segunda temporada começará a ser gravada após a pandemia do coronavírus.
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