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“Wakanda é um convite para que estejamos juntos”, Festival Wakanda in Madureira terá versão on-line

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O Festival Wakanda in Madureira iniciou-se como um Piquenique no dia 16 de abril de 2018. O objetivo era promover um espaço seguro e afetuoso para que pessoas negras pudessem se encontrar, fazer amigos e criar uma rede de solidariedade para que juntos pudéssemos enfrentar os desafios impostos pelo Racismo.

De forma orgânica e natural o Piquenique se transformou em um Festival e em um movimento Sócio-cultural centrado nas causas relacionadas a Luta Negra. Durante o Evento, que acontece bimensalmente no Parque Madureira, há inúmeras atividades culturais e educacionais.

Em meio a uma “saudade de tudo isso” nasceu o Festival Wakanda in Madureira On-line. “Dizemos sempre: se a empreitada colonial separou nossa família, o Wakanda é um convite para que estejamos juntos”.
“Os tempos atuais nos impediram de comemorar o nosso aniversário de 2 anos como havíamos preparado e nos impede de estarmos juntos como amamos estar. Porém a saudade tá grande e estamos preparando para a segunda semana de Julho o Festival Wakanda in Madureira Virtual”.

O evento ocorrerá nos dias 10, 11 e 12 de Julho no Instagram e no Facebook ‘Wakanda in Madureira. “Pela manhã teremos oficinas de dança, de brinquedos, contação de história, além da leitura dramatizada do livro O Pequeno Príncipe Preto com Rodrigo França. Ao longo da tarde e noite teremos entrevistas com nomes como Pretinho da Serrinha e Teresa Cristina, Shows voz e violão, roda de samba, Dj e papos emergências para a organização de nossa comunidade”.

O Festival visa arrecadar fundos para a campanha Wakanda in Madureira contra o Coronavírus, onde todo o dinheiro arrecadado será para ajuda e auxílio dos produtores culturais, colaboradores e empreendedores “nessa crise”.

‘Juízo Final’: Elza Soares retrata a batalha entre o bem e o mal em seu novo clipe

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Elza Soares lançou nesta quarta-feira (8) o clipe de seu mais recente single ‘Juízo Final’.
Pensando no momento atual, Elza escolheu interpretar o clássico de Nelson Cavaquinho e Elcio Soares, que versa sobre a constante luta entre o bem e o mal.

“Uma jovem guerreira incansável na luta contra o racismo estrutural, os racistas, machistas, fascistas, homofóbicos, corruptos e os maus políticos. Uma jovem negra de cabelo black power roxo, uma menina comum, de origem comum, como qualquer uma de nós. Seu ‘superpoder’ é o canto grave, rouco, que usa para aniquilar toda sorte de maldade que encontra pelo caminho. Suas ondas sonoras poderosas atravessam toda forma de preconceito, de injustiça, de violência doméstica. Uma guerreira que também usa sua voz para acalentar um coração amoroso, para animar a roda de samba, para protestar com muito rap, hip hop, rock’n’roll”, contou Elza ao divulgar seu novo trabalho.

https://www.instagram.com/p/CCYtN4MBwT4/

O clipe, dirigido e idealizado por Pedro Hansen, reforça essa ideia, através de uma narrativa futurista na qual a heroína Onda Negra combate um inimigo baseado numa Brasília situada em meio ao deserto. Pedro se valeu de técnicas de animação 2D digital, criando as cenas a partir do storyboard que idealizou. “Onda Negra é minha personagem em quadrinhos, que tem muito orgulho da sua raça, ancestralidade, origens e de tudo que viveu.

Confira:

Além de “Juízo Final”, esse mês Elza lançará mais uma música, a inédita “Negão Negra” (Flavio Renegado/ Gabriel Moura), em dueto com Flavio Renegado, que chega aos aplicativos de música no dia 24 de julho.

Papo de Futuro: Abertura do Latinidades 2020 ficará por conta das crianças

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Em 2019 o Latinidades saiu de Brasília para São Paulo para falar sobre “Reintegração de Posse”. Em 2020 será a primeira edição 100% online “queremos ampliar diálogos com as nossas irmãs indígenas”.
“Somos uma plataforma de formação, cultura, inovação, impacto social, encontro, encanto, acolhimento, celebração e resistência, em exercício constante de decolonialidade”.

De 22 a 27 de julho, acontecerá a 13ª edição do Festival Latinidades e, por meio dela, “queremos reafirmar que as nossas utopias têm valor e podem mudar o mundo para melhor”.

Papo de Futuro é o nome da primeira atividade do Latinidades 2020, uma troca de ideais com cinco crianças pretas cariocas, com idades entre 9 a 11 anos. “Queremos saber, por meio dessa conversa livre, quais as suas expectativas para o futuro e o que estão fazendo no presente. Uma conversa boa, para ampliarmos os nossos horizontes, sonhos e utopias”.

Essa atividade marca um espaço que vem sendo construído ao longo das últimas edições do Festival Latinidades. Cada vez mais, buscando estabelecer um processo formativo baseado na horizontalidade. E nesse exercício, é fundamental o reconhecimento da infância enquanto categoria social, e das crianças negras como sujeitos históricos de direito, produtoras de cultura e de conhecimento.

Participantes:

Márcio Jr – estudante, palestrante e empreendedor. Dono da MJ Bricks, empresa de acessórios divertidos. Márcio dá palestras em empresas e escolas. Seu lema é: Menino Preto Pode

Elis Mc – criança, cantora, modelo, dançarina e rimadora. Já viajou o Brasil com a sua arte e hoje é força nas redes sociais. Elis tem 4 singles autorais e 4 clipes produzidos.

Layza Griot – jongueira, atriz e modelo. Layza já fez peças teatrais, participou de musicais e é o futuro do Jongo no Brasil.

Vitória Cunha- bailarina, dubladora e modelo. Vitória é super ativa. Dança desde bem pequena. Tem uma rotina super ativa e é dançarina da Crespinhos Dança.

Gabriel – dançarino. Gabriel é super dedicado a dança. Se tornou ícone no Bailinho da Crespinhos com suas fantasias ousadas. Gabriel dança na Crespinhos Dança e manda bem no Charme.

Mediadora:
Renata Morais – produtora, mãe e sonhadora. De frente na Crespinhos S.A e RM Produções. Produz o Bailinho da Crespinhos desde 2015.

Sesc apresenta monólogo ‘Traga-me a cabeça de Lima Barreto’

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Celebrando três anos em cartaz, sendo assistido por mais de 20 mil pessoas em diferentes cidades do Brasil, o monólogo Traga-me a Cabeça de Lima Barreto terá inédita apresentação, on-line e ao vivo, no próximo domingo (12) às 21h30, no perfil @SescAoVivo no Instagram e na página do SescSP no YouTube, dentro do projeto #EmCasaComSesc.

A apresentação se dará no endereço do ator Hilton Cobra, no bairro de Santa Teresa, no centro do Rio de Janeiro, bairro onde se concentra grande população de profissionais da cultura e da arte, cercado por comunidades de favela, o que o faz um bairro majoritariamente negro.

Escrita pelo diretor e dramaturgo Luiz Marfuz, especialmente para comemorar os 40 anos de carreira do ator Hilton Cobra, com direção de Onissajé (Fernanda Júlia), a peça mostra uma imaginária sessão de autópsia na cabeça de Lima Barreto, conduzida por médicos eugenistas, defensores da higienização racial no Brasil, na década de 1930. O propósito seria esclarecer “como um cérebro considerado inferior poderia ter produzido uma obra literária de porte se o privilégio da arte nobre e da boa escrita é das raças tidas como superiores?”. A partir desse embate, a peça mostra as várias facetas da personalidade e da genialidade de Lima Barreto, refletindo sobre loucura, racismo e eugenia, a obra não reconhecida e os enfrentamentos políticos e literários de sua época.

A narrativa ganha força com trechos dos filmes “Homo Sapiens 1900” e “Arquitetura da Destruição”, ambos cedidos gentilmente pelo cineasta sueco Peter Cohen, que mostram fortes imagens da eugenia racial e da arte censurada pelo regime hitlerista. O cenário, de Marcio Meirelles, um manifesto de palavras, contribui para a força cênica juntamente com o figurino de Biza Vianna, a luz de Jorginho de Carvalho, a direção de movimento de Zebrinha, a música de Jarbas Bittencourt e a direção de vídeos de David Aynan. Os atores Lázaro Ramos, Caco Monteiro, Frank Menezes, Harildo Déda, Hebe Alves, Rui Manthur e Stephane Bourgade, todos amigos e admiradores do trabalho de Cobra, emprestam suas vozes para a leitura em off de textos de apoio à cena.

Maju Coutinho estampa capa da revista Marie Claire que homenageia 26 jornalistas

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Maju Coutinho na capa da Marie Claire (Crédito foto: Fabio Rocha)

Depois dos profissionais da saúde os jornalistas têm exercido um papel fundamental no combate ao coronavírus. Graças a esses profissionais, temos uma dimensão real dos números da doença, conhecemos os personagens envolvidos nessa pandemia e ainda nos atualizamos sobre cuidados e prevenção. E para celebrar esses profissionais de comunicação,  a edição bimestral de julho/agosto da revista Marie Claire homenageia 26 entre as milhares de jornalistas brasileiras que estão à frente da informação em meio à pandemia.

São 10 capas, sendo uma impressa e nove digitais, com mulheres que seguem semeando conhecimento e esperança por meio de assuntos como política, economia, saúde e questões raciais.

A apresentadora do jornal Hoje, a jornalista Maju Coutinho é o rosto da versão impressa da publicação. Nas páginas da revista, a jornalista narra episódios racistas que já viveu na vida profissional e pessoal, a escolha da profissão e o trabalho durante a pandemia.  

Nas capas digitais da revista estão outros nomes como o de Flávia Oliveira, colunista do jornal O Globo e da CBN, comentarista da GloboNews e apresentadora do Canal Futura; Aline Midlej, apresentadora da GloboNews; Flavia Limaombudsmanda Folha de S. Paulo.

Maju também fala dos momentos complicados quando começou a ganhar destaque da Globo.

“Não considero normal, mas estou blindada. Claro que ficam marcas das agressões que sofri mas, naquele momento, enfrentei”, conta sobre o episódio racista que viveu quando estava no Jornal Nacional.

“Ubuntu Esporte Clube” : jornalistas negros da Globo lançam podcast

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Os jornalista Thales Ramos, Rafaelle Seraphim, Pedro Moreno, Marcos Luca Valentim e Diego Moraes

Se você, como a gente, cansou de ver gente branca falando sobre esportes praticados em maioria por pessoas negras, temos uma boa notícia. O Ubuntu Esporte Clube nasce nessa quarta-feira, 08 de julho, sendo o primeiro podcast esportivo feito apenas por jornalistas negros do Grupo Globo.

Rafaelle Seraphim, Diego Moraes, Marcos Luca Valentim, Pedro Moreno e Thales Ramos se uniram e sugeriram para a direção da emissora o investimento numa visão afrocentrada sobre esporte, cultura, política e demais assuntos no globoesporte.com.

O logotipo de Podcast ( Imagem : divulgação)

O coletivo de jornalistas acredita que refletir sob uma perspectiva diferente dentro do ambiente esportivo é importante para entender o todo.

“Na cultura africana, Ubuntu quer dizer “Eu sou porque nós somos”.

O programa será semanal, com episódios inéditos toda quarta-feira. Você pode encontrar no Spotify, Google Podcasts, Apple Podcasts e Pocket Cast

‘Street Food América Latina’: Culinária de Salvador ganha destaque em produção da Netflix

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A Netflix divulgou nesta terça-feira (07) o trailer de “Street Food América Latina“, que estreia no dia 21 de julho e irá explorar a cultura da comida de rua em algumas das cidades mais famosas do mundo. A produção é assinada pelos mesmos criadores de “Chef’s Table” e conta com seis episódios.

“Os comerciantes de Street Food são parte integral da cultura do país, eles dão vida à riqueza de suas cidades natais, preservando as tradições enquanto alegram as pessoas e as comunidades à sua volta. Durante este período sem precedentes, os comerciantes estão enfrentando desafios como nunca antes, como fechamentos temporários, futuros incertos e o medo do que está por vir. Esperamos que, compartilhando suas histórias e celebrando seus trabalhos, fãs pelo mundo verão o valor imensurável que essas pessoas inspiradoras trazem para a comunidade que servem”, comentou Brian McGinn, o produtor executivo de Street Food.

A série irá explorar Argentina, Brasil, México, Peru, Colômbia e Bolívia destacando as histórias de perseverança que dão vida à culinária e à cultura de cada lugar. No Brasil, por exemplo, a comida de rua de Salvador ganha destaque.

“A perseverança está no sangue deles, e nós estamos confiantes de que eles enfrentarão os obstáculos de hoje. Esperamos que, após assistir à Street Food, nossos espectadores irão considerar apoiar os comerciantes de comida de rua em suas comunidades, para que possamos continuar a desfrutar das tradições culinárias incríveis que esses homens e mulheres mantêm todos os dias”.

Confira a prévia:

“Como crescer e reinventar seus negócios no pós-pandemia” Executiva Nina Silva lançará curso online.

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CEO e uma das fundadoras do Movimento Black Money, especializada em gestão de Projetos Internacionais e Transformação Digital Nina Silva, lançará curso online sobre o impacto das transformações digitais nos negócios.

O conteúdo disponibilizado pela executiva, incluirá “Primeiros passos para desenvolver um negócio online e estratégias de marketing digital e vendas.

“A pandemia intensificou um cenário que já imaginávamos: Ela não apenas acelerou a necessidade dos negócios, independente do porte ou segmento, migrarem para o digital, como também evidenciou que muitos empreendedores e microempreendedores não estão preparados para essas mudanças.” Nina Silva.

No dia 07 de julho Nina apresentará uma live de apresentação ao curso em seu instagram. E os interessados no curso podem se inscrever no site para receber mais informações.

“Trança e MegaHair na gestação: Pode?” Dra. Larissa Cassiano explica

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Em um post do Instagram a Dra. Larissa Cassiano* explica os cuidados que as gestantes devem ter ao utilizarem aplique, alongamento e tranças. A médica ginecologista e obstetra explicou que, mesmo as gestantes decididas a terem um parto normal precisa pensar no caso de uma cesárea de urgência. No caso de uma cesárea de urgência, a mamãe não terá tempo hábil para trocar o cabelo, o que requer a preparação para não ter surpresa nesse grande dia. 

O problema que pode ocorrer durante o parto em relação à tranças e MegaHair diz respeito a cabelos sintéticos correrem risco de queimadura durante a cirurgia, uma vez que o bisturi elétrico gera um campo elétrico na paciente e, apesar da placa de isolamento, havendo item sintético há risco de lesão para a paciente. 

A ginecologista deu a seguinte dica: “para evitar riscos, não utilize apliques que possuam material sintético e fique tranquila no momento do parto.”

*Dra. Larissa Cassiano (@dralarissacassianogineco)

Ginecologista e Obstetra | CRM: 156.886

Em parceria com o ID_BR, a Fundação Estudar lança o evento on-line ‘Conexão’ para jovens negros

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O Conexão é um evento online promovido pela Fundação Estudar que vai acontecer nos dias 26 e 27 de agosto. As pessoas que forem selecionadas no processo seletivo, também terão direito a um workshop para chegarem mais preparadas e aproveitarem ao máximo a experiência.

O evento é gratuito e vai conectar 500 jovens talentos com grandes empresas como Magalu, JP Morgan, Cervejaria Ambev e Grupo Boticário.
O objetivo é se aproximar, aprender com os profissionais e, quem sabe, até conquistar uma vaga de emprego.

“Queremos um evento cada vez mais diverso. Por isso, para incentivar a mais jovens negros e negras a participarem do Conexão, a Fundação Estudar, em parceria com o ID_BR, preparou uma trilha gratuita e exclusiva, composta por mentoria, para auxiliar durante o processo de inscrição no evento”.

Serviço:

Para concorrer a esta oportunidade de mentoria e workshop basta preencher o formulário abaixo até o dia 09/07 às 23h59.
https://bit.ly/381NoRM
As vagas são limitadas.

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